Instrução Normativa nº56/07 e nº59/09
|
|
|
- Eric Gameiro Belmonte
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO Secretaria de Defesa agropecuária Departamento de Saúde Animal Coordenação Geral de Combate às Doenças Coordenação de Sanidade Avícola Instrução Normativa nº56/07 e nº59/09 Clarice Bechara Meurer Fiscal Federal Agropecuário
2 SISTEMA DE DEFESA SANITÁRIA ANIMAL MINISTÉRIO DE AGRICULTURA SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA DEPARTAMENTO DE SAÚDE ANIMAL CTQA CGCD Coordenações/ Divisões (CSA) DIVISÃO DE EPIDEMIOLOGIA UNIDADE REGIONAL SUPERINTENDENCIA FEDERAL DE AGRICULTURA ORGÃOS ESTADUAIS DE DEFESA SANITARIA ANIMAL UNIDADE REGIONAL UNIDADE REGIONAL MÉDICO VETERINÁRIO RT UNIDADE LOCAL UNIDADE LOCAL UNIDADE LOCAL
3 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL MAPA SDA VIGIAGRO DIPOA DSA DFIP CGAL PNSA - CSA
4 DOENÇAS DE MONITORAMENTO E VIGILÂNCIA OFICIAL Doença de Newcastle; Influenza aviária; Salmoneloses (S. Gallinarum, S. Pullorum, S. Enteritidis e S. Typhimurium); Micoplasmoses( M. gallisepticum, M. synoviae e M. melleagridis).
5 PROGRAMA NACIONAL DE SANIDADE AVÍCOLA Portaria Ministerial nº 193/1994 Institui o Programa Nacional de Sanidade Avícola e cria o Comitê Técnico Consultivo do PNSA. Instrução Normativa SDA nº 44/2001 Normas Técnicas para Controle e Certificação de Núcleos e Estabelecimentos Avícolas, para a Micoplasmose Aviária. Instrução Normativa SDA nº 32/2002 Normas Técnicas de vigilância para a doença de Newcastle e Influenza Aviária, e de controle e erradicação para a doença de Newcastle.
6 PROGRAMA NACIONAL DE SANIDADE AVÍCOLA Instrução Normativa SDA n 78/2003 Normas Técnicas para Controle e Certificação de Núcleos e Estabelecimentos Avícolas, como livres de Salmonella gallinarum e de Salmonella pullorum e livres ou controlados para Salmonella enteritidis e Salmonella typhimurium. Instrução Normativa SDA nº 17/2006 Plano Nacional de Prevenção da Influenza Aviária e de Controle e Prevenção da Doença de Newcastle. Instrução Normativa nº 56/2007 Procedimentos para registro, fiscalização e controle de estabelecimentos avícolas de reprodução e comerciais.
7 PNSA - OBJETIVOS GERAIS DEFINIR AÇÕES QUE POSSIBILITEM A CERTIFICAÇÃO SANITÁRIA DO PLANTEL AVÍCOLA NACIONAL FAVORECER A ELABORAÇÃO DE PRODUTOS AVÍCOLAS SAUDÁVEIS PARA O MERCADO INTERNO E EXTERNO
8 OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTROLAR OU ERRADICAR DOENÇAS EXECUTAR AÇÕES DE VIGILÂNCIA, CONTROLE E DE PREVENÇÃO EXPANDIR MERCADOS CONSUMIDORES ESTIMULAR PRODUÇÃO E A TECNIFICAÇÃO MANTER SOB VIGILÂNCIA E CONTROLE AS DEMAIS EXPLORAÇOES DE CRIAÇÃO DE AVES
9 PNSA Ferramentas para a manutenção da sanidade dos plantéis avícolas nacionais Fiscalização e controle nos pontos de ingresso Sistemas de detecção precoce: Fortalecimento dos sistemas de atenção veterinária Eventos sanitários: resposta rápida Monitoramento e certificação dos plantéis Aumento da biossegurança de instalações
10 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 56, DE 07 DE DEZEMBRO DE 2007 ESTABELECE OS PROCEDIMENTOS PARA REGISTRO, FISCALIZAÇÃO E CONTROLE DE ESTABELECIMENTOS AVÍCOLAS DE REPRODUÇÃO E COMERCIAIS
11 NORMATIVAS PARA O REGISTRO E OFÍCIOS IN. MINISTERIAL nº 56/2007 IN. MINISTERIAL nº 59/2009 OFÍCIO CIRCULAR CONJUNTO DFIP DSA nº 1 / 2008
12 BIOSSEGURANÇA BIO SEGURANÇA VIDA SEGURA SEGURANÇA DA VIDA Conjunto de procedimentos que visam a preservação do estado de saúde.
13 BIOSSEGURANÇA AÇÕES SOBRE AS ENFERMIDADES Prevenir a introdução de novas Evitar a disseminação das existentes ABRANGÊNCIA Inespecíficas Específicas
14 IN. MINISTERIAL nº 56/2007 / IN. MINISTERIAL nº 59/2009 Estabelecimentos avícolas de reprodução Linha pura Bisavoseiro Avoseiro Matrizeiro Matrizeiro de recria Recria Incubatórios SPF - Produtor de aves e ovos livres de patógenos Produtor de ovos controlados para produção de vacinas inativadas Estab. Classificação, seleção e armazenamento de ovos férteis
15 IN. MINISTERIAL nº 56/2007 / IN. MINISTERIAL nº 59/2009 Estabelecimentos avícolas comerciais Aves comerciais de corte galinhas e perus Postura comercial Criação de outras aves não contempladas anteriormente, exceção de ratitas*
16 IN. MINISTERIAL nº 56/2007 / IN. MINISTERIAL nº 59/2009 CAPÍTULO II DO REGISTRO DOS ESTABELECIMENTOS AVÍCOLAS Reprodução registrados pelo MAPA Comerciais registrados pelo Órgãos Estaduais de Defesa Sanitária Animal Prazo 6 de dezembro de 2012 OBS: Recria recria de aves de postura: - alojamento próprio - fase de produção ser realizada na mesma propriedade ou em outra - mesmo proprietário - não sofram trânsito interestadual Estabelecimentos avícolas pré-existente - projeto de construção foi préaprovado pelo SVO, antes 6 de dezembro de 2007
17 IN. MINISTERIAL nº 56/2007 / IN. MINISTERIAL nº 59/2009 CAPÍTULO II DO REGISTRO DOS ESTABELECIMENTOS AVÍCOLAS Documentos: requerimento de solicitação ao órgão de registro dados de existência legal de pessoa jurídica cópia do CNPJ cópia do registro na Junta Comercial do Estado ou do contrato social da firma cópia do contrato de arrendamento ou parceria registrado em cartório dados de existência legal de pessoa física cópia do CPF cópia do cadastro no INCRA ou da inscrição do imóvel na RF* cópia da inscrição ou declaração de produtor rural cópia do contrato de arrendamento ou parceria registrado em cartório
18 IN. MINISTERIAL nº 56/2007 / IN. MINISTERIAL nº 59/2009 Documentos: CAPÍTULO II DO REGISTRO DOS ESTABELECIMENTOS AVÍCOLAS anotação de responsabilidade técnica do Médico Veterinário* planta de localização da propriedade ou outro instrumento demonstrando instalações, estradas, cursos d'água, propriedades limítrofes e suas respectivas atividades* planta baixa das instalações ou outro instrumento - infraestrutura instalada
19 IN. MINISTERIAL nº 56/2007 / IN. MINISTERIAL nº 59/2009 CAPÍTULO II DO REGISTRO DOS ESTABELECIMENTOS AVÍCOLAS Documentos: Memorial descritivo das medidas higiênico-sanitárias e de biossegurança manejo adotado localização e isolamento das instalações barreiras naturais barreiras físicas controle do acesso e fluxo de trânsito cuidados com a ração e água programa de saúde avícola plano de contingência plano de capacitação de pessoal plano de gerenciamento ambiental * plano descritivo da rastreabilidade - ovos incubados e não incubáveis - para incubatórios, SPF e produtores de ovos controlados para prod. vacinas inativ.
20 IN. MINISTERIAL nº 56/2007 / IN. MINISTERIAL nº 59/2009 CAPÍTULO II DO REGISTRO DOS ESTABELECIMENTOS AVÍCOLAS Documentos: qualidade microbiológica, física e química da água de consumo Ofício Circular Conjunto DFIP-DSA nº 1/08 Parâmetro Sólidos dissolvidos totais (SDT) Nível (mg/l) 500 Ph 6-9 Dureza total <110 Cloreto <250 Nitrato <10 Sulfato 250 E. coli 0/100 ml
21 IN. MINISTERIAL nº 56/2007 / IN. MINISTERIAL nº 59/2009 CAPÍTULO II DO REGISTRO DOS ESTABELECIMENTOS AVÍCOLAS Registro dos Estabelecimentos de reprodução Laudo de Inspeção Física e Sanitária - Anexo IV emitido por FFA anuência do SEDESA e do SEFAG Registro dos Estabelecimentos comerciais Laudo de Inspeção Física e Sanitária - Anexo IV-A emitido por Médico Veterinário Oficial da UVL
22
23 IN. MINISTERIAL nº 56/2007 / IN. MINISTERIAL nº 59/2009 CAPÍTULO III DA FISCALIZAÇÃO Distâncias 3km entre estab. de reprodução para abatedouros, fábrica de rações, outros estab. de reprodução ou comerciais.
24 IN. MINISTERIAL nº 56/2007 / IN. MINISTERIAL nº 59/2009 Distâncias CAPÍTULO III DA FISCALIZAÇÃO Alterações poderão ser admitidas pelo SEFAG/SEDESA-SFA - avaliação do risco para a sanidade avícola adoção de novas tecnologias barreiras naturais (reflorestamento, matas naturais, topografia) barreiras artificiais (muros de alvenaria) técnicas de manejo medidas de biossegurança diferenciadas
25 IN. MINISTERIAL nº 56/2007 / IN. MINISTERIAL nº 59/2009 Distâncias CAPÍTULO III DA FISCALIZAÇÃO Ofício Circular Conjunto DFIP-DSA nº 1/08 formulário próprio de análise declaração da ciência dos riscos sanitários e da adoção dos procedimentos em casos de eventos sanitários
26 IN. MINISTERIAL nº 56/2007 / IN. MINISTERIAL nº 59/2009 CAPÍTULO III DA FISCALIZAÇÃO Instalações de estabelecimentos comerciais construídas com materiais que permitam a limpeza e desinfecção telas de 1 polegada ou 2,54 cm - prazo 6 de dezembro de 2012 cerca de isolamento de no mínimo 1 m com afastamento de 5 m proibido o trânsito e presença de outras espécies no interior dos núcleos
27 IN. MINISTERIAL nº 56/2007 / IN. MINISTERIAL nº 59/2009 CAPÍTULO III DA FISCALIZAÇÃO Instalações de estabelecimentos comerciais de postura evitar o desperdício de ração adotar medidas para dessecação rápida das fezes, evitando o acúmulo de insetos e suas larvas evitar umidade nas fezes das aves, controlando os vazamentos de bebedouros e outras fontes de água
28 IN. MINISTERIAL nº 56/2007 / IN. MINISTERIAL nº 59/2009 CAPÍTULO III DA FISCALIZAÇÃO Visitantes: submetidos aos mesmos procedimentos do pessoal interno termo de responsabilidade de ter tido contato prévio com aves 7 dias SPF e produtor de ovos controlados 3 dias linha pura, bisavós e avós 1 dia matrizes Outras medidas: controle e registro do trânsito de veículos e pessoas cercas de segurança e vias de acesso distintas de veículos e pessoas* limpeza e desinfecção dos galpões após saída do lote
29 IN. MINISTERIAL nº 56/2007 / IN. MINISTERIAL nº 59/2009 Outras medidas: CAPÍTULO III DA FISCALIZAÇÃO desinfecção de veículos na entrada e saída controle de pragas insetos, roedores, animais silvestres e domésticos análise física, química e bacteriológica da água anualmente
30 IN. MINISTERIAL nº 56/2007 / IN. MINISTERIAL nº 59/2009 Outras medidas: roupas e calçados limpos CAPÍTULO III DA FISCALIZAÇÃO destino adequado de águas servidas e resíduos de produção
31 IN. MINISTERIAL nº 56/2007 / IN. MINISTERIAL nº 59/2009 Outras medidas: manter documentos cópias das GTAs ações sanitárias CAPÍTULO III DA FISCALIZAÇÃO vacinações e medicações utilizadas visitas e recomendações do RT e do médico veterinário oficial fermentação da cama por 10 dias ou outro procedimento em casos de eventos sanitários
32 IN. MINISTERIAL nº 56/2007 / IN. MINISTERIAL nº 59/2009 Monitoramento sanitário: CAPÍTULO III DA FISCALIZAÇÃO Newcastle, influenza aviária, Salmonelas, Micoplasmas médico veterinário do serviço oficial responsável pela fiscalização e supervisão vistorias e acompanhamento documental RT responsável pelos controles higiênico-sanitários estab. registro dos procedimentos de monitoramento de cada lote de aves ou ovos exames em laboratórios da Rede Nacional de Laboratórios rastreabilidade dos animais e dos ovos incubáveis
33 IN. MINISTERIAL nº 56/2007 / IN. MINISTERIAL nº 59/2009 Vacinação vacinas registradas no MAPA CAPÍTULO III DA FISCALIZAÇÃO vacinação sistemática de Newcastle para estab. de reprodução, postura e aves ornamentais estab. de corte que vacinar contra Newcastle deve comunicar doença exótica não é permitida a vacinação sistemática
34 IN. MINISTERIAL nº 56/2007 / IN. MINISTERIAL nº 59/2009 CAPÍTULO IV DISPOSIÇÕES FINAIS permitir acesso do médico veterinário oficial aos documentos e às instalações Comunicação ao Serviço Oficial, por meio do veterinário habilitado, sinais repentinos, acentuados e fora da normalidade: - Queda na produção de ovos; - Aumento da mortalidade dentro de 72hs.
35 Coordenação de Sanidade Avícola Esplanada dos Ministérios, Bloco D, Anexo A, sala 322 Brasília-DF Bruno Rebelo Pessamilio Clarice Bechara Meurer Regina Celia Freitas D Arce
36
37 Focos de DNC de 2009 a 2011 em aves domésticas e silvestres
38 Ações de vigilância suspeitas de ocorrências sanitárias relacionadas a aves em focos: DNC em aves de subsistência
39 Focos de Influenza de baixa patogenicidade de 2009 a 2011 em aves domésticas
40 Mapa com focos de Influenza de alta patogenicidade de 2009 a 2011 em aves domésticas e silvestres.
41 H5N1 CASOS EM HUMANOS
42 Piores cenários previstos por região
43 Piores cenários previstos por região
44 Piores cenários previstos por região
45 Piores cenários previstos por região
46 Coordenação de Sanidade Avícola Esplanada dos Ministérios, Bloco D, Anexo A, sala 322 Brasília-DF Bruno Rebelo Pessamilio Clarice Bechara Meurer Regina Celia Freitas D Arce
47 PAPEL DO RESPONSÁVEL TÉCNICO NO PNSA Ter conhecimento e seguir as legislações vigentes; Manter o cadastro atualizado; Preencher e encaminhar o informe epidemiológico mensal; Notificar casos de suspeitas de enfermidades emergenciais; Fornecer as informações que sejam necessárias ao Serviço Veterinário Oficial.
48 Adoção de princípios técnicos e científicos Capacidade adequada para promover a certificação primária e final Capacidade de comprovação das informações CREDIBILIDADE
49 Piores LOCALIZAÇÃO cenários previstos DA PRODUÇÃO por região AVÍCOLA
50 Edição da IN n 4/1998 Necessidade de atendimento de padrões sanitários mais rígidos Atendimento dos mercados interno e externo Edição de padrões mínimos para estabelecimentos avícolas comerciais: Registro Fiscalização Controle
Desafios da Defesa para Melhoria da Sanidade Avícola. Ellen Elizabeth Laurindo Fiscal Federal Agropecuário SEDESA/SFA-PR
Desafios da Defesa para Melhoria da Sanidade Avícola Ellen Elizabeth Laurindo Fiscal Federal Agropecuário SEDESA/SFA-PR A IMPORTÂNCIA DO MERCADO BRASILEIRO DE AVES AS PROJEÇÕES INDICAM ELEVADAS TAXAS DE
INSTRUÇÃO NORMATIVA MAPA Nº 56, DE 4 DE DEZEMBRO DE 2007
INSTRUÇÃO NORMATIVA MAPA Nº 56, DE 4 DE DEZEMBRO DE 2007 DOU 06.12.2007 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição que lhe confere o art. 2º, do Decreto nº 5.741,
PORTARIA Nº 62, DE 16 DE OUTUBRO DE DODF de
PORTARIA Nº 62, DE 16 DE OUTUBRO DE 2007. DODF de 18.10.2007 Estabelece e aprova Normas para Registro de Estabelecimentos Avícolas de Produção e dá outras providências. O SECRETÁRIO DE ESTADO DE AGRICULTURA,
BIOSSEGURIDADE NA AVICULTURA DE CORTE Avaliação de Risco para Construção de Novos Aviários
BIOSSEGURIDADE NA AVICULTURA DE CORTE Avaliação de Risco para Construção de Novos Aviários V AVISULAT 2016 Avicultura Produtores Taís Oltramari Barnasque Auditora Fiscal Federal Agropecuária Serviço de
ANEXO I PROCEDIMENTOS PARA REGISTRO, FISCALIZAÇÃO E CONTROLE DE ESTABELECIMENTOS AVÍCOLAS DE REPRODUÇÃO E COMERCIAIS CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
ANEXO I PROCEDIMENTOS PARA REGISTRO, FISCALIZAÇÃO E CONTROLE DE ESTABELECIMENTOS AVÍCOLAS DE REPRODUÇÃO E COMERCIAIS CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º A presente Instrução Normativa define os procedimentos
SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA
SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 10, DE 11 DE ABRIL DE 2013 O SECRETÁRIO SUBSTITUTO DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso das atribuições
Guilherme H. F. Marques Diretor do Departamento de Saúde Animal/SDA/MAPA
REGISTRO, FISCALIZAÇÃO E CONTROLE DE ESTABELECIMENTOS AVÍCOLAS DE REPRODUÇÃO E COMERCIAIS INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 56/07 Guilherme H. F. Marques Diretor do Departamento de Saúde Animal/SDA/MAPA Importância
28/11/2012. Programa Nacional de Sanidade Suína (PNSS) Responsabilidades. Responsabilidades. Zona livre PSC. Lavagem
Programa Nacional de Sanidade Suína (PNSS) Programa Nacional de Sanidade Suína (PNSS) Objetivo: Erradicação da Peste Suína Clássica Certificação e monitoramento de granjas de reprodutores suídeos (GRSCs)
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO. SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA PORTARIA Nº 136, DE 2 DE JUNHO DE 2006.
Portaria Nº 136, DE 02 DE JUNHO DE 2006 Situação: Vigente Publicado no Diário Oficial da União de 05/06/2006, Seção 1, Página 4 Ementa: Submete à consulta pública, por um prazo de 60 (sessenta) dias, a
a) Requerimento dirigido ao Chefe da DFDSA, solicitando credenciamento ou renovação para comercializar aves vivas
SECRETARIA DA AGRICULTURA E ABASTECIMENTO NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA CREDENCIAMENTO E EXPEDIÇÃO DE CADASTRAMENTO AOS ESTABELECIMENTOS QUE COMERCIALIZEM AVES VIVAS NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, CONFORME
1. De um Estabelecimento Produtor de Ovos e Aves SPF e Produtor de Ovos Controlados a:
ANEXO NORMAS TÉCNICAS PARA REGISTRO E FISCALIZAÇÃO DOS ESTABELECIMENTOS AVÍCOLAS, PRODUTORES DE OVOS E AVES LIVRES DE PATÓGENOS ESPECIFICOS (SPF) E DE OVOS CONTROLADOS E DOS ESTABELECIMENTOS AVÍCOLAS DE
Biosseguridade Nacional contra PEDv:
Biosseguridade Nacional contra PEDv: Evitando o ingresso de doenças exóticas no Brasil. Alberto Gomes da Silva Junior Médico Veterinário - Fiscal Federal Agropecuário Chefe da Divisão de Trânsito Internacional
SIGLAS AGENTE TESTE INTERVALO/% DO LOTE. Testes e abreviações. Soro-tipos 1-12 Adenovírus Aviário grupo II (HEV) IDGA. IDGA Imuno difusão em Agar çel
186 AGENTE TESTE INTERVALO/% DO LOTE Adenovirus Aviário grupo I IDGA; SN (4) (5) Soro-tipos 1-12 Adenovírus Aviário grupo II (HEV) IDGA (4) Adenovírus Aviário grupo III (EDS76) IH; IDGA (4) (5) Vírus da
SISTEMA BRASILEIRO DE SAUDE ANIMAL: Operacionalidade e Competências
SISTEMA BRASILEIRO DE SAUDE ANIMAL: Operacionalidade e Competências ESTRATÉGIA- CONTROLE Sistema de Defesa Sanitária Animal 1992 ESTRATÉGIA - ERRADICAÇÃO 1. Serviço o disperso e frágil 2. Responsabilidade
Serviço Veterinário Oficial A importância em Saúde Animal e Saúde Pública
Serviço Veterinário Oficial A importância em Saúde Animal e Saúde Pública Supervisão Regional de Pelotas - SEAPA Objetivos do Serviço Veterinário Oficial * Promoção da saúde animal * Prevenção, controle
INSTRUÇÃO DE SERVIÇO N.º 014/2007 - GEDSA
INSTRUÇÃO DE SERVIÇO N.º 014/2007 - GEDSA Considerando, a importância da avicultura catarinense para a economia do estado; Considerando a necessidade de controle sanitário para evitar a reintrodução da
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA-SDA COORDENAÇÃO GERAL DE APOIO LABORATORIAL-CGAL
CEDISA - CENTRO DE DIAGNÓSTICO DE SANIDADE ANIMAL Nome Empresarial: CENTRO DE DIAGNÓSTICO DE SANIDADE ANIMAL - CEDISA CNPJ: 07.677.948/0001-25 Endereço: Rodovia BR 153 Km 110 Bairro: Vila Tamanduá CEP:
Infecção ocorre por meio de secreções nasais, fômites e fezes e cama contaminada. Afeta principalmente galinhas, mas pode
Infecção ocorre por meio de secreções nasais, fômites e fezes e cama contaminada. Leandro Nagae Kuritza Larissa Pickler Notificação 10 de Novembro de 2010; Visita de técnicos do Instituto Mineiro de Afeta
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 18, DE 13 DE MAIO DE 2008
Instrução Normativa Nº 18, DE 13 DE MAIO DE 2008 Situação: Vigente Publicado no Diário Oficial da União de 14/05/2008, Seção 1, Página 14 Ementa: Estabelece os procedimentos para importação de animais
Art. 1º Acrescentar os parágrafos únicos aos arts. 1º e 4º ; o art. 10-A com seus incisos de I, II, III e IV; o
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 36, DE 6 DE DEZEMBRO DE 2012 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁ- RIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição
Atualização sobre salmonelas fatores de risco e disseminação
Atualização sobre salmonelas fatores de risco e disseminação ANGELO BERCHIERI JUNIOR FCAV-Unesp, Jaboticabal-SP E-mail: [email protected] Brasília, 2014 Gênero Espécie Subespécie enterica 2.610 sorovares.
Art. 2o Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação. GABRIEL ALVES MACIEL ANEXO
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 17, DE 7 DE ABRIL DE 2006 (PUBLICADA NA EDIÇÃO Nº 69, DE 10 DE ABRIL DE 2006, DO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO) O SECRETÁRIO
Ministério da Pesca e Aquicultura Secretaria de Monitoramento e Controle da Pesca e Aquicultura Departamento de Monitoramento e Controle
Ministério da Pesca e Aquicultura Secretaria de Monitoramento e Controle da Pesca e Aquicultura Departamento de Monitoramento e Controle Coordenação-Geral de Sanidade Pesqueira e Aquícola o 2003 Secretaria
CAPÍTULO IV DAS EXIGÊNCIAS SANITÁRIAS E ASSISTÊNCIA VETERINÁRIA
CAPÍTULO IV DAS EXIGÊNCIAS SANITÁRIAS E ASSISTÊNCIA VETERINÁRIA Art. 18º - Durante o evento o Serviço de Defesa Sanitária e Assistência Veterinária ficará a cargo da Comissão de Defesa Sanitária Animal,
SALMONELOSES EN AVICULTURA
SALMONELOSES EN AVICULTURA Recente recolhimento de ovos comerciais nos EUA Mais de 500 mi de ovos Mais de 1000 casos humanos relacionados Salmonelas Enterobactéria Bactéria gram negativa Trato intestinal
PORTARIA SDA Nº 353, DE 07 DE OUTUBRO DE 2014.
Ministério da Abastecimento Dat a de atuali zação: 28.05.2015. Secretaria de Defesa Agropecuária SDA TECSA LABORATÓRIOS LTDA Nome Empresarial: TECSA LABORATÓRIOS LTDA CNPJ: 01.648.667/0001-68 Endereço:
MANUAL DE PREENCHIMENTO PARA EMISSÃO DE GUIA DE TRÂNSITO ANIMAL PARA AVES E OVOS FÉRTEIS COM FINALIDADE DE PRODUÇÃO DE CARNE, OVOS E MATERIAL GENÉTICO
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA SDA DEPARTAMENTO DE SAÚDE ANIMAL DSA COORDENAÇÃO DE TRÃNSITO E QUARENTENA ANIMAL CTQA MANUAL DE PREENCHIMENTO PARA
EXIGÊNCIAS ZOOSSANITÁRIAS PARA EMISSÃO DE GUIA DE TRÂNSITO ANIMAL GTA
EXIGÊNCIAS ZOOSSANITÁRIAS PARA EMISSÃO DE GUIA DE TRÂNSITO ANIMAL GTA ESPÉCIE FINALIDADE/DESTINO DOCUMENTAÇÃO Bovina e Bubalina Trânsito INTRAESTADUAL e INTERESTADUAL para reprodução e outras e Trânsito
CIRCULAR Nº 27 /2006 /DIPOA Brasília, 28 de Julho de 2006.
CIRCULAR Nº 27 /2006 /DIPOA Brasília, 28 de Julho de 2006. REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO - MAPA. SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA - SDA DEPARTAMENTO
Impactos do uso de Produtos Veterinários e de Alimentos para Animais na produção de alimentos seguros
Impactos do uso de Produtos Veterinários e de Alimentos para Animais na produção de alimentos seguros MARCOS VINÍCIUS DE S. LEANDRO Jr. Médico Veterinário Fiscal Federal Agropecuário Ministério da Agricultura,
A experiência da indústria avícola brasileira no controle de Salmonella
A experiência da indústria avícola brasileira no controle de Salmonella III Simpósio Internacional de Inocuidade de Alimentos (ABRAPA) Raphael Lucio Andreatti Filho FMVZ - UNESP TENDÊNCIA MUNDIAL PARA
Revisão do PNCEBT O que muda? Diego Leonardo Rodrigues Fiscal Federal Agropecuário Serviço de Saúde Animal SFA/PR
Revisão do PNCEBT O que muda? Diego Leonardo Rodrigues Fiscal Federal Agropecuário Serviço de Saúde Animal SFA/PR Curitiba, 30 de outubro de 2015 Necessidade de um Programa Sanitário Melhorar a eficácia
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO. GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 29 DE JANEIRO DE 2007.
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO. GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 29 DE JANEIRO DE 2007. O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição
INTRODUÇÃO. Portaria SDA nº 297, de 22/06/1998:
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento MAPA Secretaria de Defesa Agropecuária SDA Coordenação Geral do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional VIGIAGRO Junho / 2013 INTRODUÇÃO Portaria
BEM-ESTAR EM AVES. DEFINIÇÃO OIE (World Organization For Animal Health)
Flávia Bornancini Borges Fortes Médica Veterinária, MsC. CRMV 8269 Fiscal Estadual Agropecuário Programa Estadual de Sanidade Avícola Seminário de Responsabilidade Técnica Sanidade Animal e Saúde Pública
BIOSSEGURIDADE EM AVICULTURA
BIOSSEGURIDADE EM AVICULTURA INTRODUÇÃO Alto índice de produtividade Nutrição Manejo Genética Saúde animal Desenvolvimento e tecnificação Saúde animal INTRODUÇÃO BIOSSEGURIDADE Brasil Destaque na produção
SUMÁRIO. 1.Introdução Conceitos Anatomia das aves Principais enfermidades Principais atividades...
SUMÁRIO Capítulo Página 1.Introdução... 1 2.Conceitos... 3 3.Anatomia das aves... 4 4. Principais enfermidades... 7 5. Principais atividades... 11 5.1. Cadastro de estabelecimentos avícolas... 12 5.2.
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO. SECRÉTARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 78, DE 3 DE NOVEMBRO DE 2003 O
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO. SECRÉTARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 78, DE 3 DE NOVEMBRO DE 2003 O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA, DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA,
FEBRE AFTOSA LEGISLAÇÕES RELACIONADAS AO TRÂNSITO DE ANIMAIS
FEBRE AFTOSA LEGISLAÇÕES RELACIONADAS AO TRÂNSITO DE ANIMAIS 1 ZONA LIVRE REQUISITOS Ausência de focos de febre aftosa nos últimos dois anos Nenhuma evidência de circulação viral nos últimos 12 meses Capacidade
MANEJO DE MATRIZES PARTE I
FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E VETERINÁRIAS DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA LABORATÓRIO DE CIÊNCIAS AVÍCOLAS Disciplina de Avicultura LAVINESP/FCAV MANEJO DE MATRIZES PARTE I Prof. Edney Pereira da Silva Jaboticabal
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 56, DE 4 DE DEZEMBRO DE 2007
Situação: Vigente Instrução Normativa Nº 56, DE 04 DE DEZEMBRO DE 2007 Publicado no Diário Oficial da União de 06/12/2007, Seção 1, Página 11 Ementa: Estabelece os Procedimentos para Registro, Fiscalização
REGULAMENTO PECUÁRIO
REGULAMENTO PECUÁRIO Art. 1º - Para ingressar 43ª edição da EXPO-UMUARAMA e 16ª Internacional a realizar-se de 09 a 19 de Março de 2017, no Parque de Exposições Dario Pimenta Nóbrega, todos os animais
BRASIL. Lesões. Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa - PNEFA. Ocorrência (2009) Prof. Dr. Fabio Gregori VPS-FMVZ-USP
Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa - PNEFA Lesões BRASIL Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa Prof. Dr. Fabio Gregori VPS-FMVZ-USP Aula T11 17/10/2014
Município: CEP: UF: Endereço eletrônico: 4. Atuação do Estabelecimento Área: Atividade: Classificação: Característica Adicional:
ANEXO I DO DECRETO Nº 13.064, DE 5 DE NOVEMBRO DE 2010. FICHA DE CADASTRO DE ESTABELECIMENTOS AVÍCOLAS 1. Dados Gerais do Estabelecimento CNPJ/CPF: Inscrição Estadual ou Cadastro de Produtor: Número do
Roteiro de Solicitação
Roteiro de Solicitação Número Roteiro.LP. 6-01 Nome Roteiro: Licença Prévia para comércio varejista de produtos farmacêuticos sem manipulação de fórmulas Objetivo: Requerer a Licença Prévia para comércio
CURSO PREPARATÓRIO PARA CONCURSO PÚBLICO AUDITOR FISCAL FEDERAL AGROPECUÁRIO MÉDICO VETERINÁRIO CRONOGRAMA DE AULAS
CURSO PREPARATÓRIO PARA CONCURSO PÚBLICO AUDITOR FISCAL FEDERAL AGROPECUÁRIO MÉDICO VETERINÁRIO CRONOGRAMA DE AULAS - 2017 Data Dia Horário Disciplina Duração Instrutor 02/09 sábado 08:30 / 09:00 1ª SEMANA
ATIVIDADE DE REPRODUÇÃO HUMANA ASSISTIDA - CNAE /07
11. ATIVIDADE DE REPRODUÇÃO HUMANA ASSISTIDA - CNAE 8630-5/07 Compreende: Banco de Esperma; Banco de Sêmen Humano; Clínica de Reprodução Assistida; Atividade de Fertilização In Vitro de Seres Humanos;
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil (MAPA)
PROTOCOLO ENTRE O MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E A ADMINISTRAÇÃO GERAL DE SUPERVISÃO DE QUALIDADE, INSPEÇÃO E QUARENTENA DA REPÚBLICA POPULAR DA
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO. SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 61, DE 30 DE AGOSTO DE 2004.
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO. SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 61, DE 30 DE AGOSTO DE 2004. O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA SUBSTITUTO, DO MINISTÉRIO
DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DOS CARGOS
DENOMINAÇÃO DO CARGO: TÉCNICO EM AGROPECUÁRIA DESCRIÇÃO SUMÁRIA DO CARGO: Prestar assistência e consultoria técnicas, orientando diretamente produtores sobre produção agropecuária, comercialização e procedimentos
Ministério da Saúde Plano Brasileiro de Preparação para uma Pandemia de Influenza
Ministério da Saúde Plano Brasileiro de Preparação para uma Pandemia de Influenza Jarbas Barbosa da Silva Jr Secretário de Vigilância em Saúde Rio de Janeiro, novembro de 2005 Cenário Mundial da Influenza
PRÁTICAS DE BIOSSEGURANÇA NA AVICULTURA DE CORTE
PRÁTICAS DE BIOSSEGURANÇA NA AVICULTURA DE CORTE Erich Helfer Carvalho Médico Veterinário, M.Sc., Doutorando PPGCV - UFRGS Coordenador Território e Gestor Conta Chave (KAM) Merial Aves e Suínos Porto Alegre,
Art. 1º Fica Aprovada a Norma Técnica para a utilização da Permissão de Trânsito de Vegetais PTV desta Instrução Normativa.
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 28, DE 24 DE AGOSTO DE 2016 DOU de 25/08/2016 (nº 164, Seção 1, pág. 6) O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA,
Propriedades rurais que têm como objetivo básico, a produção de animais aquáticos, ou a pesca principalmente como lazer.
15. PISCICULTURA E DEMAIS ORGANISMOS AQUÁTICOS Propriedades rurais que têm como objetivo básico, a produção de animais aquáticos, ou a pesca principalmente como lazer. Classificam-se em: Estação de alevinagem/juvenis/sementes
DOCUMENTOS NECESSÁRIOS AOS PROCESSOS LICENCIAMENTO AMBIENTAL JUNTO A AMMA EUSÉBIO EMPRESAS JÁ INSTALADAS ANÁLISE DOCUMENTAL
DOCUMENTOS NECESSÁRIOS AOS PROCESSOS LICENCIAMENTO AMBIENTAL JUNTO A AMMA EUSÉBIO EMPRESAS JÁ INSTALADAS FOI APRESEN TADO (A)? Nº ÍTEM 1 ANÁLISE DOCUMENTAL Preencher o Requerimento (formulário de solicitação),
IMPORTÂNCIA E APLICAÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO NAS FÁBRICAS DE RAÇÕES
IMPORTÂNCIA E APLICAÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO NAS FÁBRICAS DE RAÇÕES 19.09.16 São procedimentos higiênicos, sanitários e operacionais aplicados em todo o fluxo de produção, desde a obtenção dos
SALMONELOSES AVIÁRIAS
SALMONELOSES AVIÁRIAS Instituto Biológico Centro Avançado de Pesquisa Tecnológica do Agronegócio Avícola Greice Filomena Zanatta Stoppa Salmonella spp 1874 - Salmonella typhi foi a primeira espécie a ser
Art. 5º A SDA manifestar-se-á dentro do prazo máximo de 15 (quinze) dias corridos da data de recebimento da solicitação de autorização.
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 12, DE 15 DE MARÇO DE 2013 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição
Lesões. Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa PNEFA. Ocorrência (2009)
Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa PNEFA Lesões Prof. Dr. Fabio Gregori Laboratório de Biologia Molecular Aplicada e Sorologia VPS FMVZ USP Aula T12 22/11/12 Ocorrência (2009)
Regularização Fundiária em São Mateus
Regularização Fundiária em São Mateus Legislações Pertinente: Lei 6.015/73 Lei 6.766/79 Lei 9.785/99 Lei 10.257/01 Lei 11.977/09 Lei 12.424/11 Legislações Municipais Regularização Fundiária Conceito -
Material de apoio para a disciplina Avicultura CAP.5 MANEJO DE PINTINHOS
Material de apoio para a disciplina Avicultura CAP.5 MANEJO DE PINTINHOS Rio Branco AC Maio de 2014 0 1. AQUISIÇÃO DOS PINTINHOS Os pintinhos devem ser adquiridos de incubatórios registrados no MAPA, livres
SMR Cancro Cítrico São Paulo COORDENADORIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA. Eng. Agr. DSc. Marlon Peres da Silva
SMR Cancro Cítrico São Paulo COORDENADORIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA Eng. Agr. DSc. Marlon Peres da Silva Temas Abordados 1. Instrução Normativa nº 37, de 05/09/2016 (MAPA); 2. Capítulo IV Área Sob Sistema
SALMONELOSE EM MATRIZES PRODUTORAS DE FRANGOS DE CORTE COMERCIAIS - RELATODE CASO. LORENCINI, Vagner¹; BASSANI, Milena Tomasi 2 ;
SALMONELOSE EM MATRIZES PRODUTORAS DE FRANGOS DE CORTE COMERCIAIS - RELATODE CASO 1 NOETZOLD, Thiago Luiz¹; FREITAS, Camila Rodrigues de¹; MAZUTTI, Jose Carlos¹; LORENCINI, Vagner¹; BASSANI, Milena Tomasi
Sistema catarinense de produção segregada de suínos livres de ractopamina para exportação de carne à China e União Aduaneira
IV Conferência Nacional sobre Defesa Agropecuária Belém - Pará Sistema catarinense de produção segregada de suínos livres de ractopamina para exportação de carne à China e União Aduaneira Jader Nones 02
SANIDADE DE ANIMAIS AQUÁTICOS E AS NOVAS ATRIBUIÇÕES DO MINISTÉRIO DA PESCA E AQUICULTURA
SANIDADE DE ANIMAIS AQUÁTICOS E AS NOVAS ATRIBUIÇÕES DO MINISTÉRIO DA PESCA E AQUICULTURA Henrique César Pereira Figueiredo Professor da Escola de Veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais Coordenador-Geral
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 28, DE 24 DE AGOSTO DE 2016
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 28, DE 24 DE AGOSTO DE 2016 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso das atribuições que lhe confere
1 Instrução Normativa nº. 01 de 15 de dezembro de Seção 1. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO
TEMÁRIO: 1 Instrução Normativa nº. 01 de 15 de dezembro de 1998. Seção 1. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº. 1, DE 15 DE DEZEMBRO DE 1998. O Ministro
Produção de aves e ovos de maneira tecnificada com maior proximidade do natural.
Avicultura caipira? Produção de aves e ovos de maneira tecnificada com maior proximidade do natural. Essa atividade representa muitas vezes a viabilidade econômica de uma propriedade. Avicultura caipira
FUNDAÇÃO DO MEIO AMBIENTE DE ITAJAÍ
INSTRUÇÃO NORMATIVA 28 AVICULTURA A FAMAI coloca-se a disposição dos interessados dirimir possíveis dúvidas sobre esta Instrução Normativa; Sempre que julgar necessário a FAMAI solicitará informações,
Procedimentos básicos para o controle de. granjas de postura comercial em gaiolas
Procedimentos básicos para o controle de Salmonella spp. em granjas de postura comercial em gaiolas Salmonella é uma bactéria que afeta animais e seres humanos e pode ser veiculada através de alimentos,
MP 458/09. Regularização Fundiária na Amazônia Legal. Ministério do Desenvolvimento Agrário
MP 458/09 Regularização Fundiária na Amazônia Legal Ministério do Desenvolvimento Agrário Antecedentes e Contextualização Ações de regularização na região paralisadas na década de 80 Plano de Prevenção
PROCESSO DE COMPRAS Revisão: 01 Página 1 de 8
PROCEDIMENTO PR 7.02 PROCESSO DE COMPRAS Revisão: 01 Página 1 de 8 1. HISTÓRICO DE REVISÕES DATA REVISÃO RESUMO DE ALTERAÇÕES 20/08/2013 00 Emissão inicial 24/09/2014 01 Adequação da sistemática do processo
RAIVA DOS HERBÍVOROS NO BRASIL
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Secretaria de Defesa Agropecuária Departamento de Saúde Animal RAIVA DOS HERBÍVOROS NO BRASIL 14ª REDIPRA - Reunión de los Directores de los Programas
DIVISÃO DE DEFESA AGROPECUÁRIA DDA/SFA-AC UNIDADES DE VIGILÂNCIA AGROPECUÁRIA UVAGRO S
MINISTERIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO MAPA. SUPERINTENDÊNCIA FEDERAL DE AGRICULTURA NO ACRE SFA-AC. DIVISÃO DE DEFESA AGROPECUÁRIA DDA/SFA-AC UNIDADES DE VIGILÂNCIA AGROPECUÁRIA UVAGRO S
III Simpósio de Sanidade Avícola da UFSM. 08 e 09 de agosto de 2002 Santa Maria, RS Brasil. Anais
III Simpósio de Sanidade Avícola da UFSM 08 e 09 de agosto de 2002 Santa Maria, RS Brasil Anais Exemplares desta publicação podem ser solicitados a: Departamento de Medicina Veterinária Preventiva Centro
ANÁLISE DOCUMENTAL (CHECK LIST) REGULARIZAÇÃO
ANÁLISE DOCUMENTAL (CHECK LIST) REGULARIZAÇÃO Regularização de Licença de Instalação (Empreendimento ou Atividade sem qualquer Licenciamento Ambiental) LICENÇA DE INSTALAÇÃO (Regularização) - Exigida nos
Defesa sanitária animal e ensino da medicina veterinária
Defesa sanitária animal e ensino da medicina veterinária Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa - PNEFA Sistema de defesa sanitária animal Responsabilidades Compartilhadas Serviço Veterinário
