ESTRUTURAS DOS CIRCUITOS
|
|
|
- Liliana de Oliveira Fragoso
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Nos primórdios da computação não exista o conceito de programa armazenado, isto significa que os programas eram desenvolvidos, executados e apresentavam os resultados imediatamente. O conceito de programa armazenado surgiu da necessidade de armazenar programas em um computador, pois, até então, ainda não havia formas de armazenar programas em um computador. John Von Neumann e outros pesquisadores descobriram que, utilizando dispositivos de memória em formas de linha de retardo de mercúrio, poderiam armazenar instruções de programas. Pra nós hoje esse conceito de programa armazenado já está muito bem edificado. Nós codificamos, desenvolvemos software em diversas linguagens de programação, armazenamos nosso código fonte em um HD externo, ou no HD interno, ou na nuvem se assim desejarmos. O código executável desses softwares compilado, que está armazenado em algum desses dispositivos, sempre passa pela memória principal, depois pela memória cache e então é executado na CPU. O conceito de programa armazenado surgiu durante o projeto EDVAC e John Von Neumann acabou recebendo a maior parte dos créditos pela definição, mas a verdade é que várias pessoas participaram da construção. John Von Neumann ganhou mais destaque que os outros por ter escrito um relatório sobre o EDVAC, com 101 páginas, descrevendo formalmente o conceito, criando assim uma espécie de guia para a construção de computadores. MODELO DE VON NEUMANN A arquitetura de um computador consiste de quatro partes principais: CPU (ULA + Controle) Memória principal Dispositivo de conexão (barramento de dados) Dispositivo de entrada/ saída. ULA UC MEMÓRIA PRINCIPAL CPU DISPOSITIVOS DE E/S BARRAMENTO A Arquitetura de John Von Neumann é referência nos estudos sobre Microprocessadores, por mais que esse tipo de sistema computacional não seja mais utilizado, foi ele o precursor de tudo o que conhecemos hoje. Para que possamos evoluir, é muito importante conhecer o passado, o que nos levou a estar no ponto onde estamos e, o que podemos fazer para melhorar ainda mais. Um barramento é apenas um caminho através do qual dados viajam num computador. Esse caminho é usado para comunicação entre dois ou mais elementos do computador. Existem vários tipos de barramentos: - Barramento do processador - Barramento de endereços - Barramento de entrada/saída - Barramento de memória página 1
2 No entanto, quando nos referimos ao barramento de um computador pretendemos quase sempre referir o Barramento de entrada/saída, o qual também é designado por slots de expansão. Este é o principal Barramento do sistema e é através do qual a maior parte dos dados circula, tendo como origem ou como destino dispositivos como as drives, impressoras ou o sistema de vídeo. Sendo este último o mais exigente em termos de recursos. Assim, será quase exclusivamente sobre o barramento de entrada/saída que este trabalho iniciará. O Barramento de Endereços é usado para indicar qual o endereço de memória ou qual o endereço do Barramento de Endereços será usado numa operação de transferência de dados. Uma vez que os equipamentos eletrônicos vêm agregando mais e mais funções, a utilização de diversos circuitos integrados torna-se cada vez mais comum. No entanto, não é mais possível estender longos barramentos de comunicação paralelos, pois tornariam as placas de circuito impresso caras e muito grandes. Logo, uma comunicação serial entre esses dispositivos se torna necessária. Diversas tecnologias de interligação serial entre dispositivos foram desenvolvidas, podendo ser separadas em duas grandes categorias, a comunicação síncrona e a comunicação assíncrona. Dentre os métodos de comunicações mais conhecidos, destacam-se três: UART - UNIVERSAL ASYNCHROUNOUS RECEIVER/TRANSMITER Em todo sistema em que dados digitais devam ser transmitidos e recebidos na forma serial, existe um elemento importante presente, que devem ser entendidos. As UARTs existem com a finalidade de converter dados paralelos para a forma serial e vice versa, as UARTs estão presente nos modems e em muitos outros equipamentos. UART é o acrônimo página 2
3 SPI - SERIAL PERIPHERAL INTERFACE A comunicação SPI possui algumas características básicas. Primeiramente os sinais de comunicação possuem uma direção fixa e definida. Isso significa que sempre existem dois transistores definindo o estado de um pino (Push-Pull). Essa característica é uma das grandes diferenças entre outras comunicações seriais como I2C e OneWire, que possuem um mesmo barramento de dados para os sinais de entrada e saída através do esquema de dreno-aberto (Pull-Up). Apesar de utilizar dois sinais de comunicação de dados em vez de um, é possível atingir velocidades maiores de comunicação. Isso porque há pouca deformação do sinal. Outra característica é que toda troca de dados acontece sempre em ambas as direções. Em outras palavras, cada bit trocado entre o Master e um Slave trás um bit do Slave para o Master. Dessa forma, definimos que a comunicação é sempre full-duplex. I2C - Inter Integrated Circuit A comunicação serial assíncrona pelo uso do padrão UART (RS232) apresenta grandes vantagens no uso de uma comunicação serial síncrona em detrimento da assíncrona. Além disso, há grandes diferenças mesmo entre os protocolos síncronos. Apesar do padrão de cada protocolo definir limites máximos de taxas, cada fabricante possui a liberdade de desenvolver dispositivos com suas velocidades. Comparativo entre diversos padrões dispositivos seriais: página 3
4 FUNCIONAMENTO DE UMA PORTA LÓGICA Os circuitos digitais operam em dois níveis de tensão diferentes: Baixo (low - L) e Alto (high - H) Geralmente, o nível baixo corresponde ao valor Lógico 0 e o Nível Alto corresponde ao valor Lógico 1. As Portas Lógicas são blocos de construção básicos na eletrônica digital. A relação entre a(s) entrada(s) e a saída de uma porta lógica pode ser exprimida numa tabela verdade. INVERSOR, PORTA NÃO (NOT GATE) E SEGUIDOR (BUFFER) Um inversor é uma porta lógica que tenha apenas uma entrada. A sua saída é o estado lógico complementar da sua entrada. O Inversor é também designado como a porta NÃO. Um seguidor é outra porta lógica com apenas uma entrada, e a sua saída segue o mesmo estado lógico da sua entrada. O seguidor é utilizado como um elemento de atraso na eletrônica digital. É também um elemento para esforçar a corrente, que aumenta a capacidade de saída de forma a conduzir outras portas. O símbolo esquemático de um inversor e um seguidor básico juntamente com as respectivas, tabelas são mostrados abaixo. PORTAS NÃO E (NAND) E E (AND) Uma porta E é uma porta lógica que tem duas ou mais entradas. A sua saída é 1 se e somente se, todas as suas entradas são 1. Uma porta NÃO E é uma porta lógica que tem duas ou mais entradas. A sua saída é 0 se e somente se, todas as suas entradas são 1. O símbolo esquemático de uma porta E com duas entradas e uma porta NÃO E com duas entradas, com as respectivas tabelas verdade são mostrados abaixo. página 4
5 PORTAS NÃO OU (NOR) E OU (OR) Uma porta OU é uma porta lógica que tem duas ou mais entradas. A sua saída é 0 se e somente se, todas as suas entradas são 0. Uma porta NÃO OU é uma porta lógica que tem duas ou mais entradas. A sua saída é 1 se e somente se, todas as suas entradas são 0. O símbolo esquemático de uma porta OU e uma NÃO OU com duas entradas e suas respectivas tabelas, é mostrado abaixo. PORTAS TRI-STATE Existem situações nas quais diversos dispositivos digitais têm de compartilhar o uso de um único fio para transmitir um sinal para um dispositivo de destino, situação muito parecida com aquela em que vários vizinhos compartilham a mesma rua. Isso significa que vários dispositivos devem ter suas saídas conectadas no mesmo fio que basicamente conecta todos eles um ao outro. Para todos os dispositivos lógicos considerados até este momento, isso representa um problema. Cada saída tem dois estados, ALTO(H) e BAIXO(L). Quando uma saída está em nível ALTO(H) enquanto a outra está em nível BAIXO(L), e quando elas são conectadas juntas, temos um conflito ALTO(H) / BAIXO(L). Assim como em uma luta de braço, o mais forte ganha. Nesse caso, o circuito com transistor cujo transistor de saída tiver a menor resistência no estado "ON conduzirá a saída em sua direção. A maioria dos sistemas digitais utiliza barramentos (BUS). Os barramentos são linhas às quais se liga um conjunto de dispositivos. No entanto, não podemos ligar duas portas lógicas standard a uma mesma linha, por risco de curto-circuito. As portas lógicas standard operam apenas com dois valores lógicos: 0 e 1. As portas tri-state podem gerar na saída, além do 0 e do 1, um terceiro valor, altaimpedância, habitualmente referido como Z. Quando a saída está no estado de alta-impedância é como se a porta estivesse desligada do circuito. Além das entradas convencionais, a porta tri-state tem uma entrada adicional, designada por um pino de habilitação E(enable). Quando o enable está ativado, a porta funciona normalmente. Quando o enable está desativado, a saída da porta é desligada do circuito. As portas lógicas tri-state permitem ligar duas saídas ao mesmo ponto, sem curto-circuito, desde que apenas uma delas esteja ativa de cada vez. Nota: não é possível ligar as saídas de página 5
6 2 portas standard ao mesmo ponto, porque ocorrerá um curto-circuito se a saída de uma for 0 e a saída da outra for 1. O sinal SELECIONA escolhe qual dos circuitos A ou B é ligado à saída. O inversor garante que apenas um dos buffers está ativo de cada vez: SELECIONA = 1 Buffer de cima ativo SELECIONA = 0 Buffer de baixo ativo LIGAÇÃO A BARRAMENTO Abaixo segue um exemplo de ligação de três portas tri-state ao mesmo barramento (BUS). É necessário garantir que apenas um de C1, C2 e C3 está ativo de cada vez. Nesta condição, pode dizer-se que: página 6
7 SAÍDAS LÓGICAS TRISTATE (TRÊS ESTADOS) A configuração tristate é um terceiro tipo de circuito de saída usado nas famílias TTL e CMOS. Esse tipo de saída aproveita a vantagem da operação em alta velocidade das configurações de saída pull-up/pull-down ao mesmo tempo, permitindo que as saídas sejam conectadas juntas para compartilharem um fio comum. Ela é denominada tristate porque permite três estados na saída: ALTO, BAIXO e alta impedância (Hi-Z). O estado de alta impedância é uma condição na qual os dois transistores, pull-up e pull-down, são desligados (OFF) de modo que o terminal de saída fica em alta impedância tanto para GND quanto para a tensão de alimentação +V. Três condições de saída tri-state VANTAGEM DO TRISTATE As saídas dos CIs com tristate podem ser conectadas juntas (compartilhando o uso de um fio comum) sem sacrificar a velocidade do chaveamento. Isso é conseguido graças à saída tristate que, quando habilitada. Entretanto, é importante perceber que quando saídas tristate estão conectadas juntas, apenas uma delas deve ser habilitada de cada vez. Caso contrário, duas saídas ativas competiriam pelo controle do fio comum, provocando altas correntes e produzindo níveis lógicos inválidos. página 7
8 Para ligação de portas lógicas TTL, devemos lembrar a necessidade de compartilhamento de duto (fio) a uma saída em alto e outra em baixo conectadas juntas. Neste caso os efeitos são inóspitos aos circuitos, no âmbito de aumento de corrente. Saída Nível de sinal Transistor Estado Transistor Estado A 1(HIGH) Q3A Saturação Q4A Corte Saída Nível de sinal Transistor Estado Transistor Estado B 0(LOW) Q3B Corte Q4B Saturação página 8
9 CIRCUITOS DE SAÍDA EM COLETOR ABERTO O open coletor (coletor aberto) é um tipo de saída muito usada, pois nos circuitos de mudanças de níveis de sinais (TTL / MOS ou MOS / TTL, etc,) é esse o circuito que está presente. Emissor comum, se da pelo fato do sinal de entrada está entre a base e o emissor e o sinal de saída está entre o coletor e o emissor e o ponto comum entre a entrada e saída é o emissor. No figura 01, temos o circuito 01, podemos observar que existe somente um resistor R1(resistor de base), colocado entre a base e o sinal de entrada do circuito. RESISTOR DE BASE Esse resistor limita a corrente entre o circuito que fornece o sinal, e a base do transistor Q1. Para calcular esse resistor dependeremos: corrente de saída, Ganho (HFE) do transistor e nível de tensão de entrada. Analisando o circuito pelo lado prático: página 9
10 No cálculo acima não consideramos o valor da baixa resistência entre base e emissor, porque a mesma é menor que 10R, e por isso a consideramos um curto circuito. Nesse tipo de circuito normalmente usaremos transistores de ganho muito alto. A maior parte desses transistores tem um ganho que variam entre 100x chegando ate 400x (HFE). Com uma corrente de entrada de 300uA como visto na primeira linha da tabela 01, a saída pode ter uma corrente de 30mA. Encontramos esse valor da seguinte forma: IC = HFE x ib => (30mA = 0.03 A = 100x300uA). 100x0,003A => 0,3A Logicamente consideramos a menor amplificação possível PROJETANDO ACIONAMENTOS TRANSÍSTORES É um componente eletrônico semicondutor com várias funções: - Amplificador de sinal (tensão) - Comutador de circuitos - Amplificador e regulador de corrente. A palavra transístor resultou da justaposição das palavras transfer + resistor, isto é, resistência de transferência, visto poder ser considerado como uma resistência, fixa ou variável colocada entre o gerador e a carga. Podemos encontrar esse componente nas configurações NPN ou PNP, ambas apresentando em seu exterior três terminais que estão ligadas internamente a cada uma das três zonas de condução. O datasheet de cada transístor indica quais são os terminais de cada transístor. página 10
11 ZONAS DE FUNCIONAMENTO Para o modelo Bipolar apresentado, existem duas junções que irão apresentar zonas de funcionamento diferentes, consoante as junções base-emissor e base-coletor que, se encontram polarizadas direta ou inversamente. Os transístores têm três zonas de funcionamento distintas: Ativa - Junção base-emissor polarizada diretamente e junção base coletor polarizada inversamente. TRANSISTOR COMO AMPLIFICADOR Um transístor funciona como amplificador, quando a corrente de base oscila entre zero e um valor máximo. Neste caso, a corrente de coletor é um múltiplo da corrente de base. Se aplicarmos na base do transistor um sinal, vamos obter uma corrente mais elevada no coletor proporcional ao sinal aplicado: página 11
12 TRANSISTOR COMO CHAVE Caso 1. Existe corrente elétrica entre os pinos Coletor e Emissor do transistor. Tipo de estado: TRANSISTOR FECHADO OU SATURADO Caso 2. Transistor em corte ou aberto: Não há passagem de corrente elétrica entre os pinos Coletor e Emissor. TIPO DE ESTADO: TRANSISTOR EM CORTE OU ABERTO APLICAÇÃO EXEMPLO 1 Para acionar o motor de uma bomba hidráulica, foi solicitado realizar esse acionamento via. Sabendo que a bobina do relé selecionado possui uma resistência de 500Ω. A fonte de alimentação utilizada tem 12VDC. Diante dos dados citados, pretende-se dimensionar o acionamento e apresentar a corrente IC. 24mA será a corrente máxima que nosso circuito irá drenar do coletor para emissor quando o transistor estiver saturado (fechado). página 12
13 DIMENSIONAR O RESISTOR DE BASE (RB) Existe uma relação entre corrente de coletor e correte de base, sabendo desta relação poderemos calcular nosso resistor. Algumas literaturas técnicas chamam essa relação de hfe e outras chamam de Beta (β), nada mais é que, o ganho do transistor. Significa dizer que um componente cujo hfe ou β = 200 a corrente de base poderá ser até 200 vezes menor que a corrente de coletor que ainda assim vamos saturar o componente. Utilizando o EXEMPLO 1: Caso o nosso transistor possua um hfe = 200. Utilizaremos a seguinte fórmula: 200 = 0,024A/IB IB = 0,024A/200 IB = 0,00012 A ou 120uA 120uA será a IB (corrente de base) para que o transistor fique saturado e tenha corrente máxima necessária para acionar o relé com resistência de 500Ω. Agora que sabendo o valor de IB é possível calcular o resistor de base (R1). Para isso, utilizaremos a 1 lei de ohm. R1 = 5V/0,00012A R1 = 41666,66 Ω Podemos aproximar esse valor para o próximo maior na tabela comercial. página 13
14 Utilizando os valores calculados nosso circuito fica da seguinte forma. LOCALIZANDO O hfe OU β DO TRANSISTOR Os valores de hfe são dados pelo fabricante do transistor, utilizando como exemplo o transistor modelo BC337. Segundo a carta do fabricante, o hfe vai de 100 (mínimo) e 630(máximo), ou seja, possui uma janela relativamente grande, pode ser que você compre dois transistores do mesmo fabricante e ele possua hfe diferentes dentro desse limite estimado pelo fabricante. PROJETAR UM CIRCUITO A regra geral é utilizar sempre o menor valor de hfe dado pelo fabricante no datasheet, desta forma você garante que o transistor estará saturado e funcionando como chave fechada quando polarizado. página 14
15 Fonte: MEDIR HFE NO MULTÍMETRO Nem todos os multímetros possuem essa função, caso essa função exista, você deverá saber se o transistor que você está verificado é do tipo PNP ou NPN. Essas informações estão no datasheet do componente. ARQUIVOS DE AUXILIO 1. Atmega328 página 15
Transistor de Junção Bipolar (TJB)
Transistor de Junção Bipolar (TJB) 25-abr-11 1 DEFINIÇÃO : O termo TRANSISTOR vem da expressão em inglês TRANSfer resistor (resistor de transferência), como era conhecido pelos seus inventores. É um componente
Tutorial de Eletrônica Circuito para Uso de Relé v
Tutorial de Eletrônica Circuito para Uso de Relé v2010.05 Linha de Equipamentos MEC Desenvolvidos por: Maxwell Bohr Instrumentação Eletrônica Ltda. Rua Porto Alegre, 212 Londrina PR Brasil http://www.maxwellbohr.com.br
C. CIRCUITOS PARA O ACIONAMENTO DE CARGAS
C. CIRCUITOS PARA O ACIONAMENTO DE CARGAS A corrente de saída que os circuitos digitais podem fornecer para dispositivos externos, geralmente é insuficiente para a maioria das cargas, tais como: relés,
CAPÍTULO 5 TRANSISTORES BIPOLARES
CAPÍTULO 5 TRANSSTORES BPOLARES O transistor é um dispositivo semicondutor de três terminais, formado por três camadas consistindo de duas camadas de material tipo "n", de negativo, e uma de tipo "p",
Coletores Abertos e Tri-State. Sumário. Capítulo 2
Capítulo 2 Coletores Abertos e Tri-State Sumário 2.2 Saídas de coletor aberto e de dreno aberto... 4 2.3 Buffers / drivers de coletor aberto e de dreno aberto... 6 2.3.1 Símbolo IEEE/ANSI para saída de
Organização de Computadores
Organização de Computadores Aula 19 Barramentos: Estruturas de Interconexão Rodrigo Hausen 14 de outubro de 2011 http://cuco.pro.br/ach2034 1/40 Apresentação 1. Bases Teóricas 2. Organização de computadores
Capítulo 14. Expandindo as portas de comunicação 8031 com a PPI Interface PPI 8255
Capítulo 14 Expandindo as portas de comunicação 8031 com a PPI 8255 Como discutido ao longo do livro, o 8031 deixa 8 bits para controle genérico de dispositivos. Em situações nas quais se necessita um
9.0 Conversores DA. Um conversor digital analógico simples com saída em tensão
9.0 Conversores DA Um DAC (Digital-to-Analog Converter) é um conversor digital analógico, comumente usado em situações onde há necessidade de converter um sinal um sinal que se apresenta na forma digital
Nível da Lógica Digital (Aula 6) Portas Lógicas e Lógica Digital Nível da Lógica Digital Estudar vários aspectos da lógica digital Base de estudo para os níveis mais elevados da hierarquia das máquinas
ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL DOM BOSCO CAPÍTULO 2 TRANSISTORES BIPOLARES (BJT)
1 CAPÍTULO 2 INTRODUÇÃO TRANSISTORES IPOLARES (JT) O transistor é o componente mais importante do mundo da eletrônica, serviu de base para impulsionar a explosão tecnológica, na área da eletrônica e da
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ELETRÔNICA Eletrônica Básica e Projetos Eletrônicos
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ELETRÔNICA Eletrônica Básica e Projetos Eletrônicos AULA LAB 04 DIODOS ZENER, LEDS E TRANSISTORES BIPOLARES 1 INTRODUÇÃO Os componentes
Transistor. Portas Lógicas (2) Base; Coletor; Emissor.
Nível da Lógica Digital Nível da Lógica Digital (Aula 6) Portas Lógicas e Lógica Digital Estudar vários aspectos da lógica digital Base de estudo para os níveis mais elevados da hierarquia das máquinas
1. TRANSISTOR DE JUNÇÃO BIPOLAR
1. TRANSSTOR DE JUNÇÃO POLAR Criado em 1947 (ell Telephone). Mais leve, menor, sem perdas por aquecimento, mais robusto e eficiente que a válvula. 6.1 Construção - Dispositivo semicondutor formado por
Capítulo 2 Livro do Mário Monteiro Componentes Representação das informações. Medidas de desempenho
Capítulo 2 Livro do Mário Monteiro Componentes Representação das informações Bit, Caractere, Byte e Palavra Conceito de Arquivos e Registros Medidas de desempenho http://www.ic.uff.br/~debora/fac! 1 2
Montagem e Manutenção de Computadores
Montagem e Manutenção de Computadores Organização dos Computadores Aula de 04/03/2016 Professor Alessandro Carneiro Introdução Um computador consiste de vários dispositivos referidos como hardware: o teclado,
Introdução 5. Amplificador em coletor comum 6. Princípio de funcionamento 7
Sumário Introdução 5 Amplificador em coletor comum 6 Princípio de funcionamento 7 Parâmetros do estágio amplificador em coletor comum 10 Ganho de tensão 10 Ganho de corrente 10 Impedância de entrada 10
ELETRICIDADE E ELETRÔNICA EMBARCADA
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE ECUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE SANTA CATARINA CAMPUS FLORIANÓPOLIS ELETRICIDADE E ELETRÔNICA EMBARCADA E-mail: [email protected]
Processamento de Dados aplicado à Geociências. AULA 1: Introdução à Arquitetura de Computadores
1 Processamento de Dados aplicado à Geociências AULA 1: Introdução à Arquitetura de Computadores UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS CENTRO DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GEOPROCESSAMENTO
Circuitos Lógicos. Profa. Grace S. Deaecto. Faculdade de Engenharia Mecânica / UNICAMP , Campinas, SP, Brasil.
Circuitos Lógicos Profa. Grace S. Deaecto Faculdade de Engenharia Mecânica / UNICAMP 13083-860, Campinas, SP, Brasil. [email protected] Segundo Semestre de 2013 Profa. Grace S. Deaecto ES572 DMC / FEM
14/3/2016. Prof. Evandro L. L. Rodrigues
SEL 433 APLICAÇÕES DE MICROPROCESSADORES I SEL-433 APLICAÇÕES DE MICROPROCESSADORES I Prof. Evandro L. L. Rodrigues Tópicos do curso Conceitos básicos - Aplicações e utilizações dos microcontroladores
FACULDADE PITÁGORAS PRONATEC
FACULDADE PITÁGORAS PRONATEC DISCIPLINA: ARQUITETURA DE COMPUTADORES Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos [email protected] www.oficinadapesquisa.com.br Objetivos Ao final desta apostila,
Robô segue luz. Vanderlei Alves S. da Silva. Introdução
Robô segue luz Vanderlei Alves S. da Silva Introdução O mundo da robótica é algo realmente fascinante e podemos encontrar uma série de robôs capazes de fazer coisas incríveis. Alguns bem complexos de serem
CAPÍTULO 5. Interfaces I 2 C e SPI. Interface I 2 C. Interfaces e Periféricos 37
Interfaces e Periféricos 37 CAPÍTULO 5 Interfaces I 2 C e SPI Interface I 2 C Nos anos 80 a Philips desenvolveu um novo padrão de barramento chamado I²C, cujo objetivo era facilitar a comunicação entre
Folha 5 Transístores bipolares.
Folha 5 Transístores bipolares. 1. Considere um transístor npn que possui uma queda de potencial base emissor de 0.76 V quando a corrente de colector é de 10 ma. Que corrente conduzirá com v BE = 0.70
Universidade Federal de São João del-rei. Material Teórico de Suporte para as Práticas
Universidade Federal de São João del-rei Material Teórico de Suporte para as Práticas 1 Amplificador Operacional Um Amplificador Operacional, ou Amp Op, é um amplificador diferencial de ganho muito alto,
Organização e Arquitetura de Computadores. Leslier S. Corrêa
Organização e Arquitetura de Computadores Leslier S. Corrêa O nome refere-se ao matemático John Von Neumann, que foi considerado o criador dos computadores da forma como são projetados até hoje. Entretanto,
Barramento. Prof. Leonardo Barreto Campos 1
Barramento Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Sumário Introdução; Componentes do Computador; Funções dos Computadores; Estrutura de Interconexão; Interconexão de Barramentos Elementos de projeto de barramento;
CALCULADORA SIMPLES COM ULA
CALCULADORA SIMPLES COM ULA Versão 2013 RESUMO 1 Esta experiência tem por objetivo a utilização de circuitos integrados de operações lógicas e aritméticas para o desenvolvimento de circuitos que executam
Transistor de Efeito de Campo de Junção - JFET. Prof. Dr. Ulisses Chemin Netto ET74C Eletrônica 1
Transistor de Efeito de Campo de Junção - JFET Prof. Dr. Ulisses Chemin Netto ([email protected]) 11 de Novembro de 2015 Objetivo da Aula Conhecer a estrutura e operação do Transistor de efeito de campo
Manual Técnico Módulo de Relê 4 Canais
Manual Técnico Módulo de Relê 4 Canais Introdução Módulo de relês de contato para acionamento de cargas através de microcontroladores Arduino/PIC/8051 com 4 saídas. Acionamento através de sinal lógico
Aula 7: Portas Lógicas: AND, OR, NOT, XOR, NAND e NOR
Aula 7: Portas Lógicas: AND, OR, NOT, XOR, NAND e NOR Conforme discutido na última aula, cada operação lógica possui sua própria tabela verdade. A seguir será apresentado o conjunto básico de portas lógicas
Capítulo. Meta deste capítulo Relembrar os principais circuitos de polarização de transistores bipolares.
2 Polarização Capítulo de Transistores Meta deste capítulo Relembrar os principais circuitos de polarização de transistores bipolares objetivos Apresentar a importância dos circuitos de polarização; Analisar
Modelo de Von Neumann: conceito do programa armazenado
Arquitetura de computador Modelo de Von Neumann: conceito do programa armazenado Arquitetura de Von Neuman A arquitetura de computador proposta por Von Neumann é composta basicamente por: Computadores
INTRODUÇÃO À INFORMÁTICA
INTRODUÇÃO À INFORMÁTICA 1 Conteúdo 1. Tipos de computadores 2. Representação da informação 3. Hardware Hardware (componentes de um computador) Gabinete Placa-mãe Unidade Central de Processamento 2 1)
PORTAS NOR INTRODUÇÃO TEÓRICA
PORTAS NOR OBJETIVOS: a) Verificar experimentalmente o funcionamento de uma porta NOR; b) Usar uma porta NOR como um inversor lógico; c) Demonstrar porque uma porta NOR é uma porta lógica universal; d)
Arquitetura e Organização de Computadores I
AULA 09 Estruturas de Interconexão (Barramentos) II Existem algumas questões relacionadas ao desempenho do sistema e os barramentos que merecem ser destacadas. 1. a quantidade de dispositivos conectados
Mapeamento de memória e conexões do Controlador CP-WSMIO2DI2DO
Comércio e Manutenção de Produtos Eletrônicos Manual CP-WS1 Mapeamento de memória e conexões do Controlador CP-WSMIO2DI2DO PROXSYS Versão 1.3 Abril -2015 Controlador Industrial CP-WS1 1- Configurações
Hardware: Componentes Básicos. Sistema de Computador Pessoal. Anatomia de um Teclado. Estrutura do Computador. Arquitetura e Organização
Hardware: Componentes Básicos Arquitetura dos Computadores Dispositivos de Entrada Processamento Dispositivos de Saída Armazenamento Marco Antonio Montebello Júnior [email protected] Sistema de
OHMÍMETRO DIGITAL. 1 O Projeto. 1.1 Sensor. 1.2 Conversor A/D
Universidade Federal do Rio Grande do Norte Departamento de Engenharia Elétrica Disciplina: Instrumentação Eletrônica Professor: Luciano Fontes Cavalcanti Aluno: Raphael Dantas Ciríaco OHMÍMETRO DIGITAL
Capítulo. Meta deste capítulo Relembrar os principais conceitos e circuitos envolvendo amplificadores operacionais.
3 Amplificadores Capítulo Operacionais Meta deste capítulo Relembrar os principais conceitos e circuitos envolvendo amplificadores operacionais objetivos Identificar as principais características dos amplificadores
MULTIPLEX E DEMULTIPLEX
MULTIPLEX E DEMULTIPLEX MULTIPLEX E DEMULTIPLEX Os circuitos de multiplex e demultiplex são largamente utilizados na transmissão de dados, tendo vasta aplicação em telefonia. Os multiplexadores caracterizam-se
Os computadores ditigais podem ser classificados em 5 grupos distintos:
Informática A informática engloba toda atividade relacionada ao uso dos computadores, permitindo aprimorar e automatizar tarefas em qualquer área de atuação da sociedade. Informática é a "Ciência do tratamento
Conceitos sobre Computadores
Conceitos sobre Computadores Prof. UNESP - São José do Rio Preto Linguagem Computacional Neste tópico veremos: Os Componentes físicos dos computadores O hardware: principais partes dos computadores atuais.
Aula 8 Portas Lógicas. Programação de Computadores
Aula 8 Portas Lógicas Programação de Computadores Introdução As portas lógicas são os componentes básicos da eletrônica digital. Elas são usadas para criar circuitos digitais e até mesmo circuitos integrados
Memórias. Memórias: Utilização:
1 : São dispositivos que armazenam informações codificadas digitalmente que podem representar números, letras, caracteres quaisquer, comandos de operações, endereços ou ainda qualquer outro tipo de dado.
Proposta de uma plataforma de monitoramento e acionamento remoto voltada para sistemas de hardware industriais utilizando LabVIEW
Proposta de uma plataforma de monitoramento e acionamento remoto voltada para sistemas de hardware industriais utilizando LabVIEW "Este artigo tem como proposta apresentar uma plataforma para monitoramento
Automação Industrial Parte 8
Automação Industrial Parte 8 Prof. Ms. Getúlio Teruo Tateoki http://www.getulio.eng.br/meusalunos/autind.html -Vamos supor que seja necessário determinar a função lógica interna de um sistema desconhecido.
18/10/2010. Unidade de Controle Controle. UC Microprogramada
Arquitetura de Computadores Unidade de Controle Controle Microprogramado Prof. Marcos Ribeiro Quinet de Andrade Universidade Federal Fluminense - UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO UC Microprogramada
5 Um amplificador operacional que deve trabalhar como amplificador de pequenos sinais deve trabalhar com
Exercícios ANAC Análise de Circuitos 1 Definir Amplificador Operacional e quais suas aplicações. 2- Quais são as principais característicass de um Amplificador Operacional ideal? 3 O que é tensão de offset
SSC510 Arquitetura de Computadores 1ª AULA
SSC510 Arquitetura de Computadores 1ª AULA REVISÃO DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Arquitetura X Organização Arquitetura - Atributos de um Sistema Computacional como visto pelo programador, isto é a estrutura
Organização Básica de Computadores. Organização Básica de Computadores. Organização Básica de Computadores. Organização Básica de Computadores
Ciência da Computação Arq. e Org. de Computadores Processadores Prof. Sergio Ribeiro Composição básica de um computador eletrônico digital: Processador Memória Memória Principal Memória Secundária Dispositivos
Acionamento de Motores: PWM e Ponte H
Warthog Robotics USP São Carlos www.warthog.sc.usp.br [email protected] Acionamento de Motores: PWM e Ponte H Por Gustavo C. Oliveira, Membro da Divisão de Controle (2014) 1 Introdução Motores são máquinas
Notas de Aula. Laboratório de Sistemas Digitais
Notas de Aula Laboratório de Sistemas Digitais Sumário 1.Introdução...1 2.Tensão, Corrente, Resistência e LEDs...1 3.Protoboards...4 1 1. Introdução Esta apostila possui o conteúdo relacionado aos conceitos
Trabalho Prático Nº3 Porta Paralela
Trabalho Prático Nº3 Porta Paralela 1. OBJECTIVOS - Utilização da porta paralela como porto genérico de Entrada e Saída. 2. INTRODUÇÃO A porta paralela é um meio frequentemente utilizado para efectuar
Aula 2. Dispositivos de entrada. Dispositivos controladores. Memórias. Processador
13 Aula 2 Dispositivos de entrada São dispositivos basicamente elétricos que são os responsáveis pela tradução da linguagem natural, humana para sinais elétricos, que posteriormente serão convertidos em
Aula Prática 01. O Amplificador Diferencial e Aplicações
Aula Prática 01 I - Objetivos O objetivo desta aula prática é estudar o amplificador diferencial, suas propriedades e aplicações. A técnica adotada é reforçar a noção de associação de amplificadores em
Hardware. Componentes Básicos e Funcionamento
1 Hardware 2 2 Componentes Básicos e Funcionamento 1 Hardware 3 Conjunto de dispositivos elétricos/eletrônicos que englobam a CPU, a memória e os dispositivos de entrada/saída de um sistema de computador
Amplificadores de Múltiplos Estágios
Universidade do Estado de Santa Catarina CCT Centro de Ciências Tecnológicas Amplificadores de Múltiplos Estágios Acadêmicos: Chrystian Lenon Remes Fernando Raul Esteche Pedrozo Gilmar Nieckarz Hallan
TECNÓLOGO EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES I
TECNÓLOGO EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES I Aula 02: Organização e Arquitetura de Computadores / Lógica Digital (Parte I) O conteúdo deste documento tem por objetivo
HARDWARE DOS RELÉS NUMÉRICOS
HARDWARE DOS RELÉS NUMÉRICOS 1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS Objetivos idênticos ao hardware dos relés convencionais, ou seja, recebem sinais analógicos de tensão, corrente e outros, sinais digitais de contatos
OBJETIVOS: Entender como funciona um transistor, através de seus dois parâmetros: o Alfa (α) e o Beta (β). INTRODUÇÃO TEÓRICA
ALFA E BETA OBJETIVOS: Entender como funciona um transistor, através de seus dois parâmetros: o Alfa (α) e o Beta (β). INTRODUÇÃO TEÓRICA A maioria dos circuitos elétricos opera com sinais elétricos, que
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
CONCURSO PÚBLICO DE PROVAS E TÍTULOS PARA O CARGO EFETIVO DE PROFESSOR DA CARREIRA DE MAGISTÉRIO SUPERIOR EDITAL Nº 04/2016 PROGRAD PROVA ESCRITA Área de concurso: Número de Identificação do (a) Candidato
Painel Luminoso com LEDs
Painel Luminoso com LEDs Edson T. Midorikawa/2006 RESUMO Esta experiência consiste no projeto e na implementação do circuito de controle de um painel luminoso composto por LEDs (diodos emissores de luz).
CURSO TÉCNICO EM INFORMÁTICA
1 CURSO TÉCNICO EM INFORMÁTICA Montagem e Manutenção de Computadores Prof.: Denis Willian de Moura Diniz PROCESSADORES PARTE II 2 ULA UNIDADE LÓGICA E ARITMÉTICA A ULA - Arithmetic Logic Unit - que em
Utilizando a porta paralela para controle de dispositivos através do Windows
22/08/2010 Utilizando a porta paralela para controle de dispositivos através do Windows Romildo Martins da Silva Bezerra Flávia Maristela S. Nascimento Franklin Lima Santos 2 1. Introdução A porta paralela
4 Sistema Computacional:
4 Sistema Computacional: Hardware: são os componentes e dispositivos eletrônicos que operando em conjunto com outros componentes ou mesmo individualmente realizam uma das funções de um sistema de computação.
Memórias Parte 1. SEL-0415 Introdução à Organização de Computadores. Aula 4. Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira
Departamento de Engenharia Elétrica - EESC-USP SEL-0415 Introdução à Organização de Computadores Memórias Parte 1 Aula 4 Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira Memória Semicondutora Elemento Básico
ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES
ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES AULA 03 PROFº RITIELLE SOUZA DISTRIBUIÇÃO LÓGICA DISTRIBUIÇÃO LÓGICA Arquitetura de Von Neumann Uma unidade central de processamento recebe informações através de uma unidade
Aula 1. Funções Lógicas. SEL Sistemas Digitais. Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira
Aula 1 Funções Lógicas SEL 0414 - Sistemas Digitais Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira Representação Numérica: l Utilizada na representação de alguma grandeza física l Pode ser Analógica ou Digital
Transistores. Figure 1. corrente de electrões num díodo de junção p-n
Transistores O primeiro transistor (de junção) foi desenvolvido nos laboratórios Bell (EU) em 1948. O seu uso comercial, no entanto, deu-se muito mais tarde. Os primeiros transístores de junção eram de
A seguir, uma demonstração do livro. Para adquirir a versão completa em papel, acesse:
A seguir, uma demonstração do livro. Para adquirir a versão completa em papel, acesse: www.pagina10.com.br ELETRÔNICA, princípios e aplicações 2 Capítulo 8 Amplificador de Sinais Sumário do capítulo: 8.1
AMPLIFICADOR COLETOR COMUM OU SEGUIDOR DE EMISSOR
AMPLIFICADOR COLETOR COMUM OU SEGUIDOR DE EMISSOR OBJETIVOS: Estudar o funcionamento de um transistor na configuração coletor comum ou seguidor de emissor; analisar a defasagem entre os sinais de entrada
Organização e Arquitetura de Computadores I
Universidade Federal de Campina Grande Departamento de Sistemas e Computação Curso de Bacharelado em Ciência da Computação Organização e Arquitetura de Computadores I Circuitos Lógicos Sequenciais (Parte
Prof. Antônio Carlos Santos. Aula 3: Circuitos Ceifadores (limitadores de tensão)
IF-UFRJ Laboratório de Física Moderna Eletrônica Prof. Antônio Carlos Santos FIW362 Curso de Licenciatura em Física Aula 3: Circuitos Ceifadores (limitadores de tensão) Este material foi baseado em livros
ÁLGEBRA BOOLEANA E LÓGICA DIGITAL AULA 04 Arquitetura de Computadores Gil Eduardo de Andrade
ÁLGEBRA BOOLEANA E LÓGICA DIGITAL AULA 04 Arquitetura de Computadores Gil Eduardo de Andrade O conteúdo deste documento é baseado no livro Princípios Básicos de Arquitetura e Organização de Computadores
Circuito sensor de som
Circuito sensor de som Introdução Para a prática proposta, buscando sempre auxílio no conhecimento de trabalhos anteriores e integrando um pouco com as necessidades e tecnologias atuais, devemos projetar
MULTITIMER. 1 previamente desligado e após certo tempo ligado. 2 previamente ligado e após certo tempo desligado
MULTITIMER O multitimer é um aparelho controlador de tempo programável, para qualquer tipo de aparelho que funcione em 110 ou 220V CA e consuma até 6 ampères. A faixa de operação básica é de 5 minutos
AMPLIFICADOR BASE COMUM
AMPLIFICADOR BASE COMUM OBJETIVOS: Analisar as características e o funcionamento de um amplificador na configuração base comum. INTRODUÇÃO TEÓRICA O amplificador base comum (B.C.) caracteriza-se por possuir
A figura 1 apresenta um esboço da polarização de um J-FET canal N: junção PN inversamente polarizada, VGS 0, e VDS positivo (VDS > 0).
EXPERIMENTO N O 06 Transistor de Efeito de Campo OBJETIVO: Estudar o funcionamento do J-FET MATERIAIS: Instrumentos: Osciloscópio duplo traço Gerador de funções Materiais (responsabilidade do aluno): Fonte
1.3. CONCEITOS BÁSICOS DE INFORMÁTICA
1.3. CONCEITOS BÁSICOS DE INFORMÁTICA Informática pode ser considerada como significando informação automática, ou seja, a utilização de métodos e técnicas no tratamento automático da informação. Para
Componentes constituintes de uma motherboard
Uma placa-mãe típica e seus componentes (neste exemplo uma placa-mãe modelo A7N8X- Deluxe da Asus) 32 1 - Socket do processador (CPU) é neste socket que o processador é encaixado. O desenho das actuais
TRANSFORMADOR CONCEITOS TEORICOS ESSENCIAIS
EXPERIÊNCIA TRANSFORMADOR OBJETIVOS: - Verificar experimentalmente, o funcionamento de um transformador; - Conhecer as vantagens e desvantagens dos transformadores. CONCEITOS TEORICOS ESSENCIAIS O transformador
TELE - VENDAS: (0xx41) FAX GRÁTIS:
TELE - ENDAS: (0xx41) 2102-1100 - FAX GRÁTIS: 0800-704 2080 PROA DE LÂMPADAS Testando a Lâmpada Com a lâmpada fora do soquete, encoste uma ponta de prova no encaixe e a outra ponta no pólo como é mostrado
APRESENTAÇÃO DO KIT CPLD_EE01
APRESENTAÇÃO DO KIT CPLD_EE01 O kit CPLD_EE01 foi desenvolvido para alunos de cursos técnicos, engenharia e desenvolvedores na área de circuitos digitais, o mesmo conta com alguns módulos que podem ser
Introdução ao Hardware Informática Básica e Aplicada PROFESSOR: DANIEL BRANDÃO
Introdução ao Hardware Informática Básica e Aplicada PROFESSOR: DANIEL BRANDÃO 1 Quem sou eu? Daniel Brandão Graduado em Sistemas para Internet Especialista em Tecnologia Para Aplicações Web Desenvolvedor
Sistemas de Computação. O Computador. Eng. Jorge Munguambe. Lic. em Engenharia Informática
O Computador Eng. Jorge Munguambe O que é um computador? É uma unidade Funcional programável, composta por uma ou mais unidades de processamento associadas e por equipamentos periférico, que é controlado
Portas Lógicas Básicas: Parte 1 - Montagem e Medidas
CETEC - PUC Campinas Laboratório 1 Portas Lógicas ásicas: Parte 1 - Montagem e Medidas 1. Introdução Os circuitos lógicos, responsáveis pelo aparecimento da Eletrônica Digital entre 1930 e 1940, tiveram
3. CAPÍTULO LÓGICAS DIGITAIS
3. CAPÍTULO LÓGICAS DIGITAIS 3.1. Introdução A Lógica é um conjunto de regras para raciocínio sobre um determinado assunto, ela é muito utilizada no ramo da Filosofia e da Matemática. 3.2. Portas lógicas
Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação SEL 384 Laboratório de Sistemas Digitais I Profa. Luiza Maria Romeiro Codá PRÁTICA Nº 4:
Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação SEL 384 Laboratório de Sistemas Digitais I Profa. Luiza Maria Romeiro Codá PRÁTICA Nº 4: Circuitos combinacionais: somador completo e decodificador BCD
4. AMPLIFICADORES OPERACIONAIS
. AMPLIFICADOES OPEACIONAIS Fernando Gonçalves Instituto Superior Técnico Teoria dos Circuitos e Fundamentos de Electrónica - 00/005 O Amplificador Operacional O amplificador operacional é um componente
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA EEL7051 Materiais Elétricos - Laboratório
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA EEL7051 Materiais Elétricos - Laboratório EXPERIÊNCIA 05 DIODOS DE JUNÇÃO PN E FOTODIODOS 1 INTRODUÇÃO O objetivo desta aula,
Professor Marcelo Josué Telles Porta LPT, programação, componentes eletrônicos, sistema binário...
Objetivos: - Conhecer a porta paralela LPT (explore as referências!) - Explorar uma linguagem de programação - Montagem de um circuito de comunicação via LPT - Revisão do sistema numérico binário INTRODUÇÃO
MÓDULO N.º 5 TRANSÍSTORES BIPOLARES EM REGIME ESTÁTICO
CURSO PROFISSIONAL TÉCNICO DE GESTÃO DE EQUIPAMENTOS INFORMÁTICOS ELETRÓNICA FUNDAMENTAL 11º 12 PLANIFICAÇÃO MODULAR MÓDULO N.º 5 TRANSÍSTORES BIPOLARES EM REGIME ESTÁTICO Construção do transístor o Transístor
INFORMÁTICA E CONTABILIDADE. Prof. Me. Fábio Assunção CMP 1128 Parte 01
INFORMÁTICA E CONTABILIDADE Prof. Me. Fábio Assunção CMP 1128 Parte 01 INFORMAÇÃO Informação significa fatos. Expressada verbalmente, visualmente, por ondas, etc. Primórdios do processamento da informação:
Prof. Leonardo Augusto Casillo
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO CURSO: CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Aula 2 Estrutura de um processador Prof. Leonardo Augusto Casillo Arquitetura de Von Neumann: Conceito de programa armazenado; Dados
Introdução 5. Amplificador em base comum 6. Princípio de funcionamento 8 Com sinal de entrada positivo 8 Com sinal de entrada negativo 10
Sumário Introdução 5 Amplificador em base comum 6 Princípio de funcionamento 8 Com sinal de entrada positivo 8 Com sinal de entrada negativo 10 Parâmetros do estágio amplificador em base comum 12 Ganho
Estudo da placa de prototipagem Intel Galileo Gen2. Apostila de acompanhamento para o aluno.
Estudo da placa de prototipagem Intel Galileo Gen2 Apostila de acompanhamento para o aluno. 1 Conteúdo Conteúdo... 2 1. Introdução... 3 2. Informações Gerais... 3 3. Componentes da Placa... 4 4. Especificações
08/06/2014. Curso Técnico em Informática. Antiga placa mãe padrão AT. Componentes placa-mãe padrão AT. Professor Fernando Barreira
Curso Técnico em Informática Fundamentos de Hardware e Software Professor Fernando Barreira [email protected] Padrão AT Antiga placa mãe padrão AT A placa-mãe é uma placa de circuito impresso
