ESTRUTURAS DOS CIRCUITOS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ESTRUTURAS DOS CIRCUITOS"

Transcrição

1 Nos primórdios da computação não exista o conceito de programa armazenado, isto significa que os programas eram desenvolvidos, executados e apresentavam os resultados imediatamente. O conceito de programa armazenado surgiu da necessidade de armazenar programas em um computador, pois, até então, ainda não havia formas de armazenar programas em um computador. John Von Neumann e outros pesquisadores descobriram que, utilizando dispositivos de memória em formas de linha de retardo de mercúrio, poderiam armazenar instruções de programas. Pra nós hoje esse conceito de programa armazenado já está muito bem edificado. Nós codificamos, desenvolvemos software em diversas linguagens de programação, armazenamos nosso código fonte em um HD externo, ou no HD interno, ou na nuvem se assim desejarmos. O código executável desses softwares compilado, que está armazenado em algum desses dispositivos, sempre passa pela memória principal, depois pela memória cache e então é executado na CPU. O conceito de programa armazenado surgiu durante o projeto EDVAC e John Von Neumann acabou recebendo a maior parte dos créditos pela definição, mas a verdade é que várias pessoas participaram da construção. John Von Neumann ganhou mais destaque que os outros por ter escrito um relatório sobre o EDVAC, com 101 páginas, descrevendo formalmente o conceito, criando assim uma espécie de guia para a construção de computadores. MODELO DE VON NEUMANN A arquitetura de um computador consiste de quatro partes principais: CPU (ULA + Controle) Memória principal Dispositivo de conexão (barramento de dados) Dispositivo de entrada/ saída. ULA UC MEMÓRIA PRINCIPAL CPU DISPOSITIVOS DE E/S BARRAMENTO A Arquitetura de John Von Neumann é referência nos estudos sobre Microprocessadores, por mais que esse tipo de sistema computacional não seja mais utilizado, foi ele o precursor de tudo o que conhecemos hoje. Para que possamos evoluir, é muito importante conhecer o passado, o que nos levou a estar no ponto onde estamos e, o que podemos fazer para melhorar ainda mais. Um barramento é apenas um caminho através do qual dados viajam num computador. Esse caminho é usado para comunicação entre dois ou mais elementos do computador. Existem vários tipos de barramentos: - Barramento do processador - Barramento de endereços - Barramento de entrada/saída - Barramento de memória página 1

2 No entanto, quando nos referimos ao barramento de um computador pretendemos quase sempre referir o Barramento de entrada/saída, o qual também é designado por slots de expansão. Este é o principal Barramento do sistema e é através do qual a maior parte dos dados circula, tendo como origem ou como destino dispositivos como as drives, impressoras ou o sistema de vídeo. Sendo este último o mais exigente em termos de recursos. Assim, será quase exclusivamente sobre o barramento de entrada/saída que este trabalho iniciará. O Barramento de Endereços é usado para indicar qual o endereço de memória ou qual o endereço do Barramento de Endereços será usado numa operação de transferência de dados. Uma vez que os equipamentos eletrônicos vêm agregando mais e mais funções, a utilização de diversos circuitos integrados torna-se cada vez mais comum. No entanto, não é mais possível estender longos barramentos de comunicação paralelos, pois tornariam as placas de circuito impresso caras e muito grandes. Logo, uma comunicação serial entre esses dispositivos se torna necessária. Diversas tecnologias de interligação serial entre dispositivos foram desenvolvidas, podendo ser separadas em duas grandes categorias, a comunicação síncrona e a comunicação assíncrona. Dentre os métodos de comunicações mais conhecidos, destacam-se três: UART - UNIVERSAL ASYNCHROUNOUS RECEIVER/TRANSMITER Em todo sistema em que dados digitais devam ser transmitidos e recebidos na forma serial, existe um elemento importante presente, que devem ser entendidos. As UARTs existem com a finalidade de converter dados paralelos para a forma serial e vice versa, as UARTs estão presente nos modems e em muitos outros equipamentos. UART é o acrônimo página 2

3 SPI - SERIAL PERIPHERAL INTERFACE A comunicação SPI possui algumas características básicas. Primeiramente os sinais de comunicação possuem uma direção fixa e definida. Isso significa que sempre existem dois transistores definindo o estado de um pino (Push-Pull). Essa característica é uma das grandes diferenças entre outras comunicações seriais como I2C e OneWire, que possuem um mesmo barramento de dados para os sinais de entrada e saída através do esquema de dreno-aberto (Pull-Up). Apesar de utilizar dois sinais de comunicação de dados em vez de um, é possível atingir velocidades maiores de comunicação. Isso porque há pouca deformação do sinal. Outra característica é que toda troca de dados acontece sempre em ambas as direções. Em outras palavras, cada bit trocado entre o Master e um Slave trás um bit do Slave para o Master. Dessa forma, definimos que a comunicação é sempre full-duplex. I2C - Inter Integrated Circuit A comunicação serial assíncrona pelo uso do padrão UART (RS232) apresenta grandes vantagens no uso de uma comunicação serial síncrona em detrimento da assíncrona. Além disso, há grandes diferenças mesmo entre os protocolos síncronos. Apesar do padrão de cada protocolo definir limites máximos de taxas, cada fabricante possui a liberdade de desenvolver dispositivos com suas velocidades. Comparativo entre diversos padrões dispositivos seriais: página 3

4 FUNCIONAMENTO DE UMA PORTA LÓGICA Os circuitos digitais operam em dois níveis de tensão diferentes: Baixo (low - L) e Alto (high - H) Geralmente, o nível baixo corresponde ao valor Lógico 0 e o Nível Alto corresponde ao valor Lógico 1. As Portas Lógicas são blocos de construção básicos na eletrônica digital. A relação entre a(s) entrada(s) e a saída de uma porta lógica pode ser exprimida numa tabela verdade. INVERSOR, PORTA NÃO (NOT GATE) E SEGUIDOR (BUFFER) Um inversor é uma porta lógica que tenha apenas uma entrada. A sua saída é o estado lógico complementar da sua entrada. O Inversor é também designado como a porta NÃO. Um seguidor é outra porta lógica com apenas uma entrada, e a sua saída segue o mesmo estado lógico da sua entrada. O seguidor é utilizado como um elemento de atraso na eletrônica digital. É também um elemento para esforçar a corrente, que aumenta a capacidade de saída de forma a conduzir outras portas. O símbolo esquemático de um inversor e um seguidor básico juntamente com as respectivas, tabelas são mostrados abaixo. PORTAS NÃO E (NAND) E E (AND) Uma porta E é uma porta lógica que tem duas ou mais entradas. A sua saída é 1 se e somente se, todas as suas entradas são 1. Uma porta NÃO E é uma porta lógica que tem duas ou mais entradas. A sua saída é 0 se e somente se, todas as suas entradas são 1. O símbolo esquemático de uma porta E com duas entradas e uma porta NÃO E com duas entradas, com as respectivas tabelas verdade são mostrados abaixo. página 4

5 PORTAS NÃO OU (NOR) E OU (OR) Uma porta OU é uma porta lógica que tem duas ou mais entradas. A sua saída é 0 se e somente se, todas as suas entradas são 0. Uma porta NÃO OU é uma porta lógica que tem duas ou mais entradas. A sua saída é 1 se e somente se, todas as suas entradas são 0. O símbolo esquemático de uma porta OU e uma NÃO OU com duas entradas e suas respectivas tabelas, é mostrado abaixo. PORTAS TRI-STATE Existem situações nas quais diversos dispositivos digitais têm de compartilhar o uso de um único fio para transmitir um sinal para um dispositivo de destino, situação muito parecida com aquela em que vários vizinhos compartilham a mesma rua. Isso significa que vários dispositivos devem ter suas saídas conectadas no mesmo fio que basicamente conecta todos eles um ao outro. Para todos os dispositivos lógicos considerados até este momento, isso representa um problema. Cada saída tem dois estados, ALTO(H) e BAIXO(L). Quando uma saída está em nível ALTO(H) enquanto a outra está em nível BAIXO(L), e quando elas são conectadas juntas, temos um conflito ALTO(H) / BAIXO(L). Assim como em uma luta de braço, o mais forte ganha. Nesse caso, o circuito com transistor cujo transistor de saída tiver a menor resistência no estado "ON conduzirá a saída em sua direção. A maioria dos sistemas digitais utiliza barramentos (BUS). Os barramentos são linhas às quais se liga um conjunto de dispositivos. No entanto, não podemos ligar duas portas lógicas standard a uma mesma linha, por risco de curto-circuito. As portas lógicas standard operam apenas com dois valores lógicos: 0 e 1. As portas tri-state podem gerar na saída, além do 0 e do 1, um terceiro valor, altaimpedância, habitualmente referido como Z. Quando a saída está no estado de alta-impedância é como se a porta estivesse desligada do circuito. Além das entradas convencionais, a porta tri-state tem uma entrada adicional, designada por um pino de habilitação E(enable). Quando o enable está ativado, a porta funciona normalmente. Quando o enable está desativado, a saída da porta é desligada do circuito. As portas lógicas tri-state permitem ligar duas saídas ao mesmo ponto, sem curto-circuito, desde que apenas uma delas esteja ativa de cada vez. Nota: não é possível ligar as saídas de página 5

6 2 portas standard ao mesmo ponto, porque ocorrerá um curto-circuito se a saída de uma for 0 e a saída da outra for 1. O sinal SELECIONA escolhe qual dos circuitos A ou B é ligado à saída. O inversor garante que apenas um dos buffers está ativo de cada vez: SELECIONA = 1 Buffer de cima ativo SELECIONA = 0 Buffer de baixo ativo LIGAÇÃO A BARRAMENTO Abaixo segue um exemplo de ligação de três portas tri-state ao mesmo barramento (BUS). É necessário garantir que apenas um de C1, C2 e C3 está ativo de cada vez. Nesta condição, pode dizer-se que: página 6

7 SAÍDAS LÓGICAS TRISTATE (TRÊS ESTADOS) A configuração tristate é um terceiro tipo de circuito de saída usado nas famílias TTL e CMOS. Esse tipo de saída aproveita a vantagem da operação em alta velocidade das configurações de saída pull-up/pull-down ao mesmo tempo, permitindo que as saídas sejam conectadas juntas para compartilharem um fio comum. Ela é denominada tristate porque permite três estados na saída: ALTO, BAIXO e alta impedância (Hi-Z). O estado de alta impedância é uma condição na qual os dois transistores, pull-up e pull-down, são desligados (OFF) de modo que o terminal de saída fica em alta impedância tanto para GND quanto para a tensão de alimentação +V. Três condições de saída tri-state VANTAGEM DO TRISTATE As saídas dos CIs com tristate podem ser conectadas juntas (compartilhando o uso de um fio comum) sem sacrificar a velocidade do chaveamento. Isso é conseguido graças à saída tristate que, quando habilitada. Entretanto, é importante perceber que quando saídas tristate estão conectadas juntas, apenas uma delas deve ser habilitada de cada vez. Caso contrário, duas saídas ativas competiriam pelo controle do fio comum, provocando altas correntes e produzindo níveis lógicos inválidos. página 7

8 Para ligação de portas lógicas TTL, devemos lembrar a necessidade de compartilhamento de duto (fio) a uma saída em alto e outra em baixo conectadas juntas. Neste caso os efeitos são inóspitos aos circuitos, no âmbito de aumento de corrente. Saída Nível de sinal Transistor Estado Transistor Estado A 1(HIGH) Q3A Saturação Q4A Corte Saída Nível de sinal Transistor Estado Transistor Estado B 0(LOW) Q3B Corte Q4B Saturação página 8

9 CIRCUITOS DE SAÍDA EM COLETOR ABERTO O open coletor (coletor aberto) é um tipo de saída muito usada, pois nos circuitos de mudanças de níveis de sinais (TTL / MOS ou MOS / TTL, etc,) é esse o circuito que está presente. Emissor comum, se da pelo fato do sinal de entrada está entre a base e o emissor e o sinal de saída está entre o coletor e o emissor e o ponto comum entre a entrada e saída é o emissor. No figura 01, temos o circuito 01, podemos observar que existe somente um resistor R1(resistor de base), colocado entre a base e o sinal de entrada do circuito. RESISTOR DE BASE Esse resistor limita a corrente entre o circuito que fornece o sinal, e a base do transistor Q1. Para calcular esse resistor dependeremos: corrente de saída, Ganho (HFE) do transistor e nível de tensão de entrada. Analisando o circuito pelo lado prático: página 9

10 No cálculo acima não consideramos o valor da baixa resistência entre base e emissor, porque a mesma é menor que 10R, e por isso a consideramos um curto circuito. Nesse tipo de circuito normalmente usaremos transistores de ganho muito alto. A maior parte desses transistores tem um ganho que variam entre 100x chegando ate 400x (HFE). Com uma corrente de entrada de 300uA como visto na primeira linha da tabela 01, a saída pode ter uma corrente de 30mA. Encontramos esse valor da seguinte forma: IC = HFE x ib => (30mA = 0.03 A = 100x300uA). 100x0,003A => 0,3A Logicamente consideramos a menor amplificação possível PROJETANDO ACIONAMENTOS TRANSÍSTORES É um componente eletrônico semicondutor com várias funções: - Amplificador de sinal (tensão) - Comutador de circuitos - Amplificador e regulador de corrente. A palavra transístor resultou da justaposição das palavras transfer + resistor, isto é, resistência de transferência, visto poder ser considerado como uma resistência, fixa ou variável colocada entre o gerador e a carga. Podemos encontrar esse componente nas configurações NPN ou PNP, ambas apresentando em seu exterior três terminais que estão ligadas internamente a cada uma das três zonas de condução. O datasheet de cada transístor indica quais são os terminais de cada transístor. página 10

11 ZONAS DE FUNCIONAMENTO Para o modelo Bipolar apresentado, existem duas junções que irão apresentar zonas de funcionamento diferentes, consoante as junções base-emissor e base-coletor que, se encontram polarizadas direta ou inversamente. Os transístores têm três zonas de funcionamento distintas: Ativa - Junção base-emissor polarizada diretamente e junção base coletor polarizada inversamente. TRANSISTOR COMO AMPLIFICADOR Um transístor funciona como amplificador, quando a corrente de base oscila entre zero e um valor máximo. Neste caso, a corrente de coletor é um múltiplo da corrente de base. Se aplicarmos na base do transistor um sinal, vamos obter uma corrente mais elevada no coletor proporcional ao sinal aplicado: página 11

12 TRANSISTOR COMO CHAVE Caso 1. Existe corrente elétrica entre os pinos Coletor e Emissor do transistor. Tipo de estado: TRANSISTOR FECHADO OU SATURADO Caso 2. Transistor em corte ou aberto: Não há passagem de corrente elétrica entre os pinos Coletor e Emissor. TIPO DE ESTADO: TRANSISTOR EM CORTE OU ABERTO APLICAÇÃO EXEMPLO 1 Para acionar o motor de uma bomba hidráulica, foi solicitado realizar esse acionamento via. Sabendo que a bobina do relé selecionado possui uma resistência de 500Ω. A fonte de alimentação utilizada tem 12VDC. Diante dos dados citados, pretende-se dimensionar o acionamento e apresentar a corrente IC. 24mA será a corrente máxima que nosso circuito irá drenar do coletor para emissor quando o transistor estiver saturado (fechado). página 12

13 DIMENSIONAR O RESISTOR DE BASE (RB) Existe uma relação entre corrente de coletor e correte de base, sabendo desta relação poderemos calcular nosso resistor. Algumas literaturas técnicas chamam essa relação de hfe e outras chamam de Beta (β), nada mais é que, o ganho do transistor. Significa dizer que um componente cujo hfe ou β = 200 a corrente de base poderá ser até 200 vezes menor que a corrente de coletor que ainda assim vamos saturar o componente. Utilizando o EXEMPLO 1: Caso o nosso transistor possua um hfe = 200. Utilizaremos a seguinte fórmula: 200 = 0,024A/IB IB = 0,024A/200 IB = 0,00012 A ou 120uA 120uA será a IB (corrente de base) para que o transistor fique saturado e tenha corrente máxima necessária para acionar o relé com resistência de 500Ω. Agora que sabendo o valor de IB é possível calcular o resistor de base (R1). Para isso, utilizaremos a 1 lei de ohm. R1 = 5V/0,00012A R1 = 41666,66 Ω Podemos aproximar esse valor para o próximo maior na tabela comercial. página 13

14 Utilizando os valores calculados nosso circuito fica da seguinte forma. LOCALIZANDO O hfe OU β DO TRANSISTOR Os valores de hfe são dados pelo fabricante do transistor, utilizando como exemplo o transistor modelo BC337. Segundo a carta do fabricante, o hfe vai de 100 (mínimo) e 630(máximo), ou seja, possui uma janela relativamente grande, pode ser que você compre dois transistores do mesmo fabricante e ele possua hfe diferentes dentro desse limite estimado pelo fabricante. PROJETAR UM CIRCUITO A regra geral é utilizar sempre o menor valor de hfe dado pelo fabricante no datasheet, desta forma você garante que o transistor estará saturado e funcionando como chave fechada quando polarizado. página 14

15 Fonte: MEDIR HFE NO MULTÍMETRO Nem todos os multímetros possuem essa função, caso essa função exista, você deverá saber se o transistor que você está verificado é do tipo PNP ou NPN. Essas informações estão no datasheet do componente. ARQUIVOS DE AUXILIO 1. Atmega328 página 15

Transistor de Junção Bipolar (TJB)

Transistor de Junção Bipolar (TJB) Transistor de Junção Bipolar (TJB) 25-abr-11 1 DEFINIÇÃO : O termo TRANSISTOR vem da expressão em inglês TRANSfer resistor (resistor de transferência), como era conhecido pelos seus inventores. É um componente

Leia mais

Tutorial de Eletrônica Circuito para Uso de Relé v

Tutorial de Eletrônica Circuito para Uso de Relé v Tutorial de Eletrônica Circuito para Uso de Relé v2010.05 Linha de Equipamentos MEC Desenvolvidos por: Maxwell Bohr Instrumentação Eletrônica Ltda. Rua Porto Alegre, 212 Londrina PR Brasil http://www.maxwellbohr.com.br

Leia mais

C. CIRCUITOS PARA O ACIONAMENTO DE CARGAS

C. CIRCUITOS PARA O ACIONAMENTO DE CARGAS C. CIRCUITOS PARA O ACIONAMENTO DE CARGAS A corrente de saída que os circuitos digitais podem fornecer para dispositivos externos, geralmente é insuficiente para a maioria das cargas, tais como: relés,

Leia mais

CAPÍTULO 5 TRANSISTORES BIPOLARES

CAPÍTULO 5 TRANSISTORES BIPOLARES CAPÍTULO 5 TRANSSTORES BPOLARES O transistor é um dispositivo semicondutor de três terminais, formado por três camadas consistindo de duas camadas de material tipo "n", de negativo, e uma de tipo "p",

Leia mais

Coletores Abertos e Tri-State. Sumário. Capítulo 2

Coletores Abertos e Tri-State. Sumário. Capítulo 2 Capítulo 2 Coletores Abertos e Tri-State Sumário 2.2 Saídas de coletor aberto e de dreno aberto... 4 2.3 Buffers / drivers de coletor aberto e de dreno aberto... 6 2.3.1 Símbolo IEEE/ANSI para saída de

Leia mais

Organização de Computadores

Organização de Computadores Organização de Computadores Aula 19 Barramentos: Estruturas de Interconexão Rodrigo Hausen 14 de outubro de 2011 http://cuco.pro.br/ach2034 1/40 Apresentação 1. Bases Teóricas 2. Organização de computadores

Leia mais

Capítulo 14. Expandindo as portas de comunicação 8031 com a PPI Interface PPI 8255

Capítulo 14. Expandindo as portas de comunicação 8031 com a PPI Interface PPI 8255 Capítulo 14 Expandindo as portas de comunicação 8031 com a PPI 8255 Como discutido ao longo do livro, o 8031 deixa 8 bits para controle genérico de dispositivos. Em situações nas quais se necessita um

Leia mais

9.0 Conversores DA. Um conversor digital analógico simples com saída em tensão

9.0 Conversores DA. Um conversor digital analógico simples com saída em tensão 9.0 Conversores DA Um DAC (Digital-to-Analog Converter) é um conversor digital analógico, comumente usado em situações onde há necessidade de converter um sinal um sinal que se apresenta na forma digital

Leia mais

Nível da Lógica Digital (Aula 6) Portas Lógicas e Lógica Digital Nível da Lógica Digital Estudar vários aspectos da lógica digital Base de estudo para os níveis mais elevados da hierarquia das máquinas

Leia mais

ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL DOM BOSCO CAPÍTULO 2 TRANSISTORES BIPOLARES (BJT)

ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL DOM BOSCO CAPÍTULO 2 TRANSISTORES BIPOLARES (BJT) 1 CAPÍTULO 2 INTRODUÇÃO TRANSISTORES IPOLARES (JT) O transistor é o componente mais importante do mundo da eletrônica, serviu de base para impulsionar a explosão tecnológica, na área da eletrônica e da

Leia mais

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ELETRÔNICA Eletrônica Básica e Projetos Eletrônicos

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ELETRÔNICA Eletrônica Básica e Projetos Eletrônicos CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ELETRÔNICA Eletrônica Básica e Projetos Eletrônicos AULA LAB 04 DIODOS ZENER, LEDS E TRANSISTORES BIPOLARES 1 INTRODUÇÃO Os componentes

Leia mais

Transistor. Portas Lógicas (2) Base; Coletor; Emissor.

Transistor. Portas Lógicas (2) Base; Coletor; Emissor. Nível da Lógica Digital Nível da Lógica Digital (Aula 6) Portas Lógicas e Lógica Digital Estudar vários aspectos da lógica digital Base de estudo para os níveis mais elevados da hierarquia das máquinas

Leia mais

1. TRANSISTOR DE JUNÇÃO BIPOLAR

1. TRANSISTOR DE JUNÇÃO BIPOLAR 1. TRANSSTOR DE JUNÇÃO POLAR Criado em 1947 (ell Telephone). Mais leve, menor, sem perdas por aquecimento, mais robusto e eficiente que a válvula. 6.1 Construção - Dispositivo semicondutor formado por

Leia mais

Capítulo 2 Livro do Mário Monteiro Componentes Representação das informações. Medidas de desempenho

Capítulo 2 Livro do Mário Monteiro Componentes Representação das informações. Medidas de desempenho Capítulo 2 Livro do Mário Monteiro Componentes Representação das informações Bit, Caractere, Byte e Palavra Conceito de Arquivos e Registros Medidas de desempenho http://www.ic.uff.br/~debora/fac! 1 2

Leia mais

Montagem e Manutenção de Computadores

Montagem e Manutenção de Computadores Montagem e Manutenção de Computadores Organização dos Computadores Aula de 04/03/2016 Professor Alessandro Carneiro Introdução Um computador consiste de vários dispositivos referidos como hardware: o teclado,

Leia mais

Introdução 5. Amplificador em coletor comum 6. Princípio de funcionamento 7

Introdução 5. Amplificador em coletor comum 6. Princípio de funcionamento 7 Sumário Introdução 5 Amplificador em coletor comum 6 Princípio de funcionamento 7 Parâmetros do estágio amplificador em coletor comum 10 Ganho de tensão 10 Ganho de corrente 10 Impedância de entrada 10

Leia mais

ELETRICIDADE E ELETRÔNICA EMBARCADA

ELETRICIDADE E ELETRÔNICA EMBARCADA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE ECUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE SANTA CATARINA CAMPUS FLORIANÓPOLIS ELETRICIDADE E ELETRÔNICA EMBARCADA E-mail: [email protected]

Leia mais

Processamento de Dados aplicado à Geociências. AULA 1: Introdução à Arquitetura de Computadores

Processamento de Dados aplicado à Geociências. AULA 1: Introdução à Arquitetura de Computadores 1 Processamento de Dados aplicado à Geociências AULA 1: Introdução à Arquitetura de Computadores UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS CENTRO DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GEOPROCESSAMENTO

Leia mais

Circuitos Lógicos. Profa. Grace S. Deaecto. Faculdade de Engenharia Mecânica / UNICAMP , Campinas, SP, Brasil.

Circuitos Lógicos. Profa. Grace S. Deaecto. Faculdade de Engenharia Mecânica / UNICAMP , Campinas, SP, Brasil. Circuitos Lógicos Profa. Grace S. Deaecto Faculdade de Engenharia Mecânica / UNICAMP 13083-860, Campinas, SP, Brasil. [email protected] Segundo Semestre de 2013 Profa. Grace S. Deaecto ES572 DMC / FEM

Leia mais

14/3/2016. Prof. Evandro L. L. Rodrigues

14/3/2016. Prof. Evandro L. L. Rodrigues SEL 433 APLICAÇÕES DE MICROPROCESSADORES I SEL-433 APLICAÇÕES DE MICROPROCESSADORES I Prof. Evandro L. L. Rodrigues Tópicos do curso Conceitos básicos - Aplicações e utilizações dos microcontroladores

Leia mais

FACULDADE PITÁGORAS PRONATEC

FACULDADE PITÁGORAS PRONATEC FACULDADE PITÁGORAS PRONATEC DISCIPLINA: ARQUITETURA DE COMPUTADORES Prof. Ms. Carlos José Giudice dos Santos [email protected] www.oficinadapesquisa.com.br Objetivos Ao final desta apostila,

Leia mais

Robô segue luz. Vanderlei Alves S. da Silva. Introdução

Robô segue luz. Vanderlei Alves S. da Silva. Introdução Robô segue luz Vanderlei Alves S. da Silva Introdução O mundo da robótica é algo realmente fascinante e podemos encontrar uma série de robôs capazes de fazer coisas incríveis. Alguns bem complexos de serem

Leia mais

CAPÍTULO 5. Interfaces I 2 C e SPI. Interface I 2 C. Interfaces e Periféricos 37

CAPÍTULO 5. Interfaces I 2 C e SPI. Interface I 2 C. Interfaces e Periféricos 37 Interfaces e Periféricos 37 CAPÍTULO 5 Interfaces I 2 C e SPI Interface I 2 C Nos anos 80 a Philips desenvolveu um novo padrão de barramento chamado I²C, cujo objetivo era facilitar a comunicação entre

Leia mais

Folha 5 Transístores bipolares.

Folha 5 Transístores bipolares. Folha 5 Transístores bipolares. 1. Considere um transístor npn que possui uma queda de potencial base emissor de 0.76 V quando a corrente de colector é de 10 ma. Que corrente conduzirá com v BE = 0.70

Leia mais

Universidade Federal de São João del-rei. Material Teórico de Suporte para as Práticas

Universidade Federal de São João del-rei. Material Teórico de Suporte para as Práticas Universidade Federal de São João del-rei Material Teórico de Suporte para as Práticas 1 Amplificador Operacional Um Amplificador Operacional, ou Amp Op, é um amplificador diferencial de ganho muito alto,

Leia mais

Organização e Arquitetura de Computadores. Leslier S. Corrêa

Organização e Arquitetura de Computadores. Leslier S. Corrêa Organização e Arquitetura de Computadores Leslier S. Corrêa O nome refere-se ao matemático John Von Neumann, que foi considerado o criador dos computadores da forma como são projetados até hoje. Entretanto,

Leia mais

Barramento. Prof. Leonardo Barreto Campos 1

Barramento. Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Barramento Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Sumário Introdução; Componentes do Computador; Funções dos Computadores; Estrutura de Interconexão; Interconexão de Barramentos Elementos de projeto de barramento;

Leia mais

CALCULADORA SIMPLES COM ULA

CALCULADORA SIMPLES COM ULA CALCULADORA SIMPLES COM ULA Versão 2013 RESUMO 1 Esta experiência tem por objetivo a utilização de circuitos integrados de operações lógicas e aritméticas para o desenvolvimento de circuitos que executam

Leia mais

Transistor de Efeito de Campo de Junção - JFET. Prof. Dr. Ulisses Chemin Netto ET74C Eletrônica 1

Transistor de Efeito de Campo de Junção - JFET. Prof. Dr. Ulisses Chemin Netto ET74C Eletrônica 1 Transistor de Efeito de Campo de Junção - JFET Prof. Dr. Ulisses Chemin Netto ([email protected]) 11 de Novembro de 2015 Objetivo da Aula Conhecer a estrutura e operação do Transistor de efeito de campo

Leia mais

Manual Técnico Módulo de Relê 4 Canais

Manual Técnico Módulo de Relê 4 Canais Manual Técnico Módulo de Relê 4 Canais Introdução Módulo de relês de contato para acionamento de cargas através de microcontroladores Arduino/PIC/8051 com 4 saídas. Acionamento através de sinal lógico

Leia mais

Aula 7: Portas Lógicas: AND, OR, NOT, XOR, NAND e NOR

Aula 7: Portas Lógicas: AND, OR, NOT, XOR, NAND e NOR Aula 7: Portas Lógicas: AND, OR, NOT, XOR, NAND e NOR Conforme discutido na última aula, cada operação lógica possui sua própria tabela verdade. A seguir será apresentado o conjunto básico de portas lógicas

Leia mais

Capítulo. Meta deste capítulo Relembrar os principais circuitos de polarização de transistores bipolares.

Capítulo. Meta deste capítulo Relembrar os principais circuitos de polarização de transistores bipolares. 2 Polarização Capítulo de Transistores Meta deste capítulo Relembrar os principais circuitos de polarização de transistores bipolares objetivos Apresentar a importância dos circuitos de polarização; Analisar

Leia mais

Modelo de Von Neumann: conceito do programa armazenado

Modelo de Von Neumann: conceito do programa armazenado Arquitetura de computador Modelo de Von Neumann: conceito do programa armazenado Arquitetura de Von Neuman A arquitetura de computador proposta por Von Neumann é composta basicamente por: Computadores

Leia mais

INTRODUÇÃO À INFORMÁTICA

INTRODUÇÃO À INFORMÁTICA INTRODUÇÃO À INFORMÁTICA 1 Conteúdo 1. Tipos de computadores 2. Representação da informação 3. Hardware Hardware (componentes de um computador) Gabinete Placa-mãe Unidade Central de Processamento 2 1)

Leia mais

PORTAS NOR INTRODUÇÃO TEÓRICA

PORTAS NOR INTRODUÇÃO TEÓRICA PORTAS NOR OBJETIVOS: a) Verificar experimentalmente o funcionamento de uma porta NOR; b) Usar uma porta NOR como um inversor lógico; c) Demonstrar porque uma porta NOR é uma porta lógica universal; d)

Leia mais

Arquitetura e Organização de Computadores I

Arquitetura e Organização de Computadores I AULA 09 Estruturas de Interconexão (Barramentos) II Existem algumas questões relacionadas ao desempenho do sistema e os barramentos que merecem ser destacadas. 1. a quantidade de dispositivos conectados

Leia mais

Mapeamento de memória e conexões do Controlador CP-WSMIO2DI2DO

Mapeamento de memória e conexões do Controlador CP-WSMIO2DI2DO Comércio e Manutenção de Produtos Eletrônicos Manual CP-WS1 Mapeamento de memória e conexões do Controlador CP-WSMIO2DI2DO PROXSYS Versão 1.3 Abril -2015 Controlador Industrial CP-WS1 1- Configurações

Leia mais

Hardware: Componentes Básicos. Sistema de Computador Pessoal. Anatomia de um Teclado. Estrutura do Computador. Arquitetura e Organização

Hardware: Componentes Básicos. Sistema de Computador Pessoal. Anatomia de um Teclado. Estrutura do Computador. Arquitetura e Organização Hardware: Componentes Básicos Arquitetura dos Computadores Dispositivos de Entrada Processamento Dispositivos de Saída Armazenamento Marco Antonio Montebello Júnior [email protected] Sistema de

Leia mais

OHMÍMETRO DIGITAL. 1 O Projeto. 1.1 Sensor. 1.2 Conversor A/D

OHMÍMETRO DIGITAL. 1 O Projeto. 1.1 Sensor. 1.2 Conversor A/D Universidade Federal do Rio Grande do Norte Departamento de Engenharia Elétrica Disciplina: Instrumentação Eletrônica Professor: Luciano Fontes Cavalcanti Aluno: Raphael Dantas Ciríaco OHMÍMETRO DIGITAL

Leia mais

Capítulo. Meta deste capítulo Relembrar os principais conceitos e circuitos envolvendo amplificadores operacionais.

Capítulo. Meta deste capítulo Relembrar os principais conceitos e circuitos envolvendo amplificadores operacionais. 3 Amplificadores Capítulo Operacionais Meta deste capítulo Relembrar os principais conceitos e circuitos envolvendo amplificadores operacionais objetivos Identificar as principais características dos amplificadores

Leia mais

MULTIPLEX E DEMULTIPLEX

MULTIPLEX E DEMULTIPLEX MULTIPLEX E DEMULTIPLEX MULTIPLEX E DEMULTIPLEX Os circuitos de multiplex e demultiplex são largamente utilizados na transmissão de dados, tendo vasta aplicação em telefonia. Os multiplexadores caracterizam-se

Leia mais

Os computadores ditigais podem ser classificados em 5 grupos distintos:

Os computadores ditigais podem ser classificados em 5 grupos distintos: Informática A informática engloba toda atividade relacionada ao uso dos computadores, permitindo aprimorar e automatizar tarefas em qualquer área de atuação da sociedade. Informática é a "Ciência do tratamento

Leia mais

Conceitos sobre Computadores

Conceitos sobre Computadores Conceitos sobre Computadores Prof. UNESP - São José do Rio Preto Linguagem Computacional Neste tópico veremos: Os Componentes físicos dos computadores O hardware: principais partes dos computadores atuais.

Leia mais

Aula 8 Portas Lógicas. Programação de Computadores

Aula 8 Portas Lógicas. Programação de Computadores Aula 8 Portas Lógicas Programação de Computadores Introdução As portas lógicas são os componentes básicos da eletrônica digital. Elas são usadas para criar circuitos digitais e até mesmo circuitos integrados

Leia mais

Memórias. Memórias: Utilização:

Memórias. Memórias: Utilização: 1 : São dispositivos que armazenam informações codificadas digitalmente que podem representar números, letras, caracteres quaisquer, comandos de operações, endereços ou ainda qualquer outro tipo de dado.

Leia mais

Proposta de uma plataforma de monitoramento e acionamento remoto voltada para sistemas de hardware industriais utilizando LabVIEW

Proposta de uma plataforma de monitoramento e acionamento remoto voltada para sistemas de hardware industriais utilizando LabVIEW Proposta de uma plataforma de monitoramento e acionamento remoto voltada para sistemas de hardware industriais utilizando LabVIEW "Este artigo tem como proposta apresentar uma plataforma para monitoramento

Leia mais

Automação Industrial Parte 8

Automação Industrial Parte 8 Automação Industrial Parte 8 Prof. Ms. Getúlio Teruo Tateoki http://www.getulio.eng.br/meusalunos/autind.html -Vamos supor que seja necessário determinar a função lógica interna de um sistema desconhecido.

Leia mais

18/10/2010. Unidade de Controle Controle. UC Microprogramada

18/10/2010. Unidade de Controle Controle. UC Microprogramada Arquitetura de Computadores Unidade de Controle Controle Microprogramado Prof. Marcos Ribeiro Quinet de Andrade Universidade Federal Fluminense - UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO UC Microprogramada

Leia mais

5 Um amplificador operacional que deve trabalhar como amplificador de pequenos sinais deve trabalhar com

5 Um amplificador operacional que deve trabalhar como amplificador de pequenos sinais deve trabalhar com Exercícios ANAC Análise de Circuitos 1 Definir Amplificador Operacional e quais suas aplicações. 2- Quais são as principais característicass de um Amplificador Operacional ideal? 3 O que é tensão de offset

Leia mais

SSC510 Arquitetura de Computadores 1ª AULA

SSC510 Arquitetura de Computadores 1ª AULA SSC510 Arquitetura de Computadores 1ª AULA REVISÃO DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Arquitetura X Organização Arquitetura - Atributos de um Sistema Computacional como visto pelo programador, isto é a estrutura

Leia mais

Organização Básica de Computadores. Organização Básica de Computadores. Organização Básica de Computadores. Organização Básica de Computadores

Organização Básica de Computadores. Organização Básica de Computadores. Organização Básica de Computadores. Organização Básica de Computadores Ciência da Computação Arq. e Org. de Computadores Processadores Prof. Sergio Ribeiro Composição básica de um computador eletrônico digital: Processador Memória Memória Principal Memória Secundária Dispositivos

Leia mais

Acionamento de Motores: PWM e Ponte H

Acionamento de Motores: PWM e Ponte H Warthog Robotics USP São Carlos www.warthog.sc.usp.br [email protected] Acionamento de Motores: PWM e Ponte H Por Gustavo C. Oliveira, Membro da Divisão de Controle (2014) 1 Introdução Motores são máquinas

Leia mais

Notas de Aula. Laboratório de Sistemas Digitais

Notas de Aula. Laboratório de Sistemas Digitais Notas de Aula Laboratório de Sistemas Digitais Sumário 1.Introdução...1 2.Tensão, Corrente, Resistência e LEDs...1 3.Protoboards...4 1 1. Introdução Esta apostila possui o conteúdo relacionado aos conceitos

Leia mais

Trabalho Prático Nº3 Porta Paralela

Trabalho Prático Nº3 Porta Paralela Trabalho Prático Nº3 Porta Paralela 1. OBJECTIVOS - Utilização da porta paralela como porto genérico de Entrada e Saída. 2. INTRODUÇÃO A porta paralela é um meio frequentemente utilizado para efectuar

Leia mais

Aula 2. Dispositivos de entrada. Dispositivos controladores. Memórias. Processador

Aula 2. Dispositivos de entrada. Dispositivos controladores. Memórias. Processador 13 Aula 2 Dispositivos de entrada São dispositivos basicamente elétricos que são os responsáveis pela tradução da linguagem natural, humana para sinais elétricos, que posteriormente serão convertidos em

Leia mais

Aula Prática 01. O Amplificador Diferencial e Aplicações

Aula Prática 01. O Amplificador Diferencial e Aplicações Aula Prática 01 I - Objetivos O objetivo desta aula prática é estudar o amplificador diferencial, suas propriedades e aplicações. A técnica adotada é reforçar a noção de associação de amplificadores em

Leia mais

Hardware. Componentes Básicos e Funcionamento

Hardware. Componentes Básicos e Funcionamento 1 Hardware 2 2 Componentes Básicos e Funcionamento 1 Hardware 3 Conjunto de dispositivos elétricos/eletrônicos que englobam a CPU, a memória e os dispositivos de entrada/saída de um sistema de computador

Leia mais

Amplificadores de Múltiplos Estágios

Amplificadores de Múltiplos Estágios Universidade do Estado de Santa Catarina CCT Centro de Ciências Tecnológicas Amplificadores de Múltiplos Estágios Acadêmicos: Chrystian Lenon Remes Fernando Raul Esteche Pedrozo Gilmar Nieckarz Hallan

Leia mais

TECNÓLOGO EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES I

TECNÓLOGO EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES I TECNÓLOGO EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES I Aula 02: Organização e Arquitetura de Computadores / Lógica Digital (Parte I) O conteúdo deste documento tem por objetivo

Leia mais

HARDWARE DOS RELÉS NUMÉRICOS

HARDWARE DOS RELÉS NUMÉRICOS HARDWARE DOS RELÉS NUMÉRICOS 1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS Objetivos idênticos ao hardware dos relés convencionais, ou seja, recebem sinais analógicos de tensão, corrente e outros, sinais digitais de contatos

Leia mais

OBJETIVOS: Entender como funciona um transistor, através de seus dois parâmetros: o Alfa (α) e o Beta (β). INTRODUÇÃO TEÓRICA

OBJETIVOS: Entender como funciona um transistor, através de seus dois parâmetros: o Alfa (α) e o Beta (β). INTRODUÇÃO TEÓRICA ALFA E BETA OBJETIVOS: Entender como funciona um transistor, através de seus dois parâmetros: o Alfa (α) e o Beta (β). INTRODUÇÃO TEÓRICA A maioria dos circuitos elétricos opera com sinais elétricos, que

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO CONCURSO PÚBLICO DE PROVAS E TÍTULOS PARA O CARGO EFETIVO DE PROFESSOR DA CARREIRA DE MAGISTÉRIO SUPERIOR EDITAL Nº 04/2016 PROGRAD PROVA ESCRITA Área de concurso: Número de Identificação do (a) Candidato

Leia mais

Painel Luminoso com LEDs

Painel Luminoso com LEDs Painel Luminoso com LEDs Edson T. Midorikawa/2006 RESUMO Esta experiência consiste no projeto e na implementação do circuito de controle de um painel luminoso composto por LEDs (diodos emissores de luz).

Leia mais

CURSO TÉCNICO EM INFORMÁTICA

CURSO TÉCNICO EM INFORMÁTICA 1 CURSO TÉCNICO EM INFORMÁTICA Montagem e Manutenção de Computadores Prof.: Denis Willian de Moura Diniz PROCESSADORES PARTE II 2 ULA UNIDADE LÓGICA E ARITMÉTICA A ULA - Arithmetic Logic Unit - que em

Leia mais

Utilizando a porta paralela para controle de dispositivos através do Windows

Utilizando a porta paralela para controle de dispositivos através do Windows 22/08/2010 Utilizando a porta paralela para controle de dispositivos através do Windows Romildo Martins da Silva Bezerra Flávia Maristela S. Nascimento Franklin Lima Santos 2 1. Introdução A porta paralela

Leia mais

4 Sistema Computacional:

4 Sistema Computacional: 4 Sistema Computacional: Hardware: são os componentes e dispositivos eletrônicos que operando em conjunto com outros componentes ou mesmo individualmente realizam uma das funções de um sistema de computação.

Leia mais

Memórias Parte 1. SEL-0415 Introdução à Organização de Computadores. Aula 4. Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira

Memórias Parte 1. SEL-0415 Introdução à Organização de Computadores. Aula 4. Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira Departamento de Engenharia Elétrica - EESC-USP SEL-0415 Introdução à Organização de Computadores Memórias Parte 1 Aula 4 Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira Memória Semicondutora Elemento Básico

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES

ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES AULA 03 PROFº RITIELLE SOUZA DISTRIBUIÇÃO LÓGICA DISTRIBUIÇÃO LÓGICA Arquitetura de Von Neumann Uma unidade central de processamento recebe informações através de uma unidade

Leia mais

Aula 1. Funções Lógicas. SEL Sistemas Digitais. Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira

Aula 1. Funções Lógicas. SEL Sistemas Digitais. Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira Aula 1 Funções Lógicas SEL 0414 - Sistemas Digitais Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira Representação Numérica: l Utilizada na representação de alguma grandeza física l Pode ser Analógica ou Digital

Leia mais

Transistores. Figure 1. corrente de electrões num díodo de junção p-n

Transistores. Figure 1. corrente de electrões num díodo de junção p-n Transistores O primeiro transistor (de junção) foi desenvolvido nos laboratórios Bell (EU) em 1948. O seu uso comercial, no entanto, deu-se muito mais tarde. Os primeiros transístores de junção eram de

Leia mais

A seguir, uma demonstração do livro. Para adquirir a versão completa em papel, acesse:

A seguir, uma demonstração do livro. Para adquirir a versão completa em papel, acesse: A seguir, uma demonstração do livro. Para adquirir a versão completa em papel, acesse: www.pagina10.com.br ELETRÔNICA, princípios e aplicações 2 Capítulo 8 Amplificador de Sinais Sumário do capítulo: 8.1

Leia mais

AMPLIFICADOR COLETOR COMUM OU SEGUIDOR DE EMISSOR

AMPLIFICADOR COLETOR COMUM OU SEGUIDOR DE EMISSOR AMPLIFICADOR COLETOR COMUM OU SEGUIDOR DE EMISSOR OBJETIVOS: Estudar o funcionamento de um transistor na configuração coletor comum ou seguidor de emissor; analisar a defasagem entre os sinais de entrada

Leia mais

Organização e Arquitetura de Computadores I

Organização e Arquitetura de Computadores I Universidade Federal de Campina Grande Departamento de Sistemas e Computação Curso de Bacharelado em Ciência da Computação Organização e Arquitetura de Computadores I Circuitos Lógicos Sequenciais (Parte

Leia mais

Prof. Antônio Carlos Santos. Aula 3: Circuitos Ceifadores (limitadores de tensão)

Prof. Antônio Carlos Santos. Aula 3: Circuitos Ceifadores (limitadores de tensão) IF-UFRJ Laboratório de Física Moderna Eletrônica Prof. Antônio Carlos Santos FIW362 Curso de Licenciatura em Física Aula 3: Circuitos Ceifadores (limitadores de tensão) Este material foi baseado em livros

Leia mais

ÁLGEBRA BOOLEANA E LÓGICA DIGITAL AULA 04 Arquitetura de Computadores Gil Eduardo de Andrade

ÁLGEBRA BOOLEANA E LÓGICA DIGITAL AULA 04 Arquitetura de Computadores Gil Eduardo de Andrade ÁLGEBRA BOOLEANA E LÓGICA DIGITAL AULA 04 Arquitetura de Computadores Gil Eduardo de Andrade O conteúdo deste documento é baseado no livro Princípios Básicos de Arquitetura e Organização de Computadores

Leia mais

Circuito sensor de som

Circuito sensor de som Circuito sensor de som Introdução Para a prática proposta, buscando sempre auxílio no conhecimento de trabalhos anteriores e integrando um pouco com as necessidades e tecnologias atuais, devemos projetar

Leia mais

MULTITIMER. 1 previamente desligado e após certo tempo ligado. 2 previamente ligado e após certo tempo desligado

MULTITIMER. 1 previamente desligado e após certo tempo ligado. 2 previamente ligado e após certo tempo desligado MULTITIMER O multitimer é um aparelho controlador de tempo programável, para qualquer tipo de aparelho que funcione em 110 ou 220V CA e consuma até 6 ampères. A faixa de operação básica é de 5 minutos

Leia mais

AMPLIFICADOR BASE COMUM

AMPLIFICADOR BASE COMUM AMPLIFICADOR BASE COMUM OBJETIVOS: Analisar as características e o funcionamento de um amplificador na configuração base comum. INTRODUÇÃO TEÓRICA O amplificador base comum (B.C.) caracteriza-se por possuir

Leia mais

A figura 1 apresenta um esboço da polarização de um J-FET canal N: junção PN inversamente polarizada, VGS 0, e VDS positivo (VDS > 0).

A figura 1 apresenta um esboço da polarização de um J-FET canal N: junção PN inversamente polarizada, VGS 0, e VDS positivo (VDS > 0). EXPERIMENTO N O 06 Transistor de Efeito de Campo OBJETIVO: Estudar o funcionamento do J-FET MATERIAIS: Instrumentos: Osciloscópio duplo traço Gerador de funções Materiais (responsabilidade do aluno): Fonte

Leia mais

1.3. CONCEITOS BÁSICOS DE INFORMÁTICA

1.3. CONCEITOS BÁSICOS DE INFORMÁTICA 1.3. CONCEITOS BÁSICOS DE INFORMÁTICA Informática pode ser considerada como significando informação automática, ou seja, a utilização de métodos e técnicas no tratamento automático da informação. Para

Leia mais

Componentes constituintes de uma motherboard

Componentes constituintes de uma motherboard Uma placa-mãe típica e seus componentes (neste exemplo uma placa-mãe modelo A7N8X- Deluxe da Asus) 32 1 - Socket do processador (CPU) é neste socket que o processador é encaixado. O desenho das actuais

Leia mais

TRANSFORMADOR CONCEITOS TEORICOS ESSENCIAIS

TRANSFORMADOR CONCEITOS TEORICOS ESSENCIAIS EXPERIÊNCIA TRANSFORMADOR OBJETIVOS: - Verificar experimentalmente, o funcionamento de um transformador; - Conhecer as vantagens e desvantagens dos transformadores. CONCEITOS TEORICOS ESSENCIAIS O transformador

Leia mais

TELE - VENDAS: (0xx41) FAX GRÁTIS:

TELE - VENDAS: (0xx41) FAX GRÁTIS: TELE - ENDAS: (0xx41) 2102-1100 - FAX GRÁTIS: 0800-704 2080 PROA DE LÂMPADAS Testando a Lâmpada Com a lâmpada fora do soquete, encoste uma ponta de prova no encaixe e a outra ponta no pólo como é mostrado

Leia mais

APRESENTAÇÃO DO KIT CPLD_EE01

APRESENTAÇÃO DO KIT CPLD_EE01 APRESENTAÇÃO DO KIT CPLD_EE01 O kit CPLD_EE01 foi desenvolvido para alunos de cursos técnicos, engenharia e desenvolvedores na área de circuitos digitais, o mesmo conta com alguns módulos que podem ser

Leia mais

Introdução ao Hardware Informática Básica e Aplicada PROFESSOR: DANIEL BRANDÃO

Introdução ao Hardware Informática Básica e Aplicada PROFESSOR: DANIEL BRANDÃO Introdução ao Hardware Informática Básica e Aplicada PROFESSOR: DANIEL BRANDÃO 1 Quem sou eu? Daniel Brandão Graduado em Sistemas para Internet Especialista em Tecnologia Para Aplicações Web Desenvolvedor

Leia mais

Sistemas de Computação. O Computador. Eng. Jorge Munguambe. Lic. em Engenharia Informática

Sistemas de Computação. O Computador. Eng. Jorge Munguambe. Lic. em Engenharia Informática O Computador Eng. Jorge Munguambe O que é um computador? É uma unidade Funcional programável, composta por uma ou mais unidades de processamento associadas e por equipamentos periférico, que é controlado

Leia mais

Portas Lógicas Básicas: Parte 1 - Montagem e Medidas

Portas Lógicas Básicas: Parte 1 - Montagem e Medidas CETEC - PUC Campinas Laboratório 1 Portas Lógicas ásicas: Parte 1 - Montagem e Medidas 1. Introdução Os circuitos lógicos, responsáveis pelo aparecimento da Eletrônica Digital entre 1930 e 1940, tiveram

Leia mais

3. CAPÍTULO LÓGICAS DIGITAIS

3. CAPÍTULO LÓGICAS DIGITAIS 3. CAPÍTULO LÓGICAS DIGITAIS 3.1. Introdução A Lógica é um conjunto de regras para raciocínio sobre um determinado assunto, ela é muito utilizada no ramo da Filosofia e da Matemática. 3.2. Portas lógicas

Leia mais

Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação SEL 384 Laboratório de Sistemas Digitais I Profa. Luiza Maria Romeiro Codá PRÁTICA Nº 4:

Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação SEL 384 Laboratório de Sistemas Digitais I Profa. Luiza Maria Romeiro Codá PRÁTICA Nº 4: Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação SEL 384 Laboratório de Sistemas Digitais I Profa. Luiza Maria Romeiro Codá PRÁTICA Nº 4: Circuitos combinacionais: somador completo e decodificador BCD

Leia mais

4. AMPLIFICADORES OPERACIONAIS

4. AMPLIFICADORES OPERACIONAIS . AMPLIFICADOES OPEACIONAIS Fernando Gonçalves Instituto Superior Técnico Teoria dos Circuitos e Fundamentos de Electrónica - 00/005 O Amplificador Operacional O amplificador operacional é um componente

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA EEL7051 Materiais Elétricos - Laboratório

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA EEL7051 Materiais Elétricos - Laboratório UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA EEL7051 Materiais Elétricos - Laboratório EXPERIÊNCIA 05 DIODOS DE JUNÇÃO PN E FOTODIODOS 1 INTRODUÇÃO O objetivo desta aula,

Leia mais

Professor Marcelo Josué Telles Porta LPT, programação, componentes eletrônicos, sistema binário...

Professor Marcelo Josué Telles Porta LPT, programação, componentes eletrônicos, sistema binário... Objetivos: - Conhecer a porta paralela LPT (explore as referências!) - Explorar uma linguagem de programação - Montagem de um circuito de comunicação via LPT - Revisão do sistema numérico binário INTRODUÇÃO

Leia mais

MÓDULO N.º 5 TRANSÍSTORES BIPOLARES EM REGIME ESTÁTICO

MÓDULO N.º 5 TRANSÍSTORES BIPOLARES EM REGIME ESTÁTICO CURSO PROFISSIONAL TÉCNICO DE GESTÃO DE EQUIPAMENTOS INFORMÁTICOS ELETRÓNICA FUNDAMENTAL 11º 12 PLANIFICAÇÃO MODULAR MÓDULO N.º 5 TRANSÍSTORES BIPOLARES EM REGIME ESTÁTICO Construção do transístor o Transístor

Leia mais

INFORMÁTICA E CONTABILIDADE. Prof. Me. Fábio Assunção CMP 1128 Parte 01

INFORMÁTICA E CONTABILIDADE. Prof. Me. Fábio Assunção CMP 1128 Parte 01 INFORMÁTICA E CONTABILIDADE Prof. Me. Fábio Assunção CMP 1128 Parte 01 INFORMAÇÃO Informação significa fatos. Expressada verbalmente, visualmente, por ondas, etc. Primórdios do processamento da informação:

Leia mais

Prof. Leonardo Augusto Casillo

Prof. Leonardo Augusto Casillo UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO CURSO: CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Aula 2 Estrutura de um processador Prof. Leonardo Augusto Casillo Arquitetura de Von Neumann: Conceito de programa armazenado; Dados

Leia mais

Introdução 5. Amplificador em base comum 6. Princípio de funcionamento 8 Com sinal de entrada positivo 8 Com sinal de entrada negativo 10

Introdução 5. Amplificador em base comum 6. Princípio de funcionamento 8 Com sinal de entrada positivo 8 Com sinal de entrada negativo 10 Sumário Introdução 5 Amplificador em base comum 6 Princípio de funcionamento 8 Com sinal de entrada positivo 8 Com sinal de entrada negativo 10 Parâmetros do estágio amplificador em base comum 12 Ganho

Leia mais

Estudo da placa de prototipagem Intel Galileo Gen2. Apostila de acompanhamento para o aluno.

Estudo da placa de prototipagem Intel Galileo Gen2. Apostila de acompanhamento para o aluno. Estudo da placa de prototipagem Intel Galileo Gen2 Apostila de acompanhamento para o aluno. 1 Conteúdo Conteúdo... 2 1. Introdução... 3 2. Informações Gerais... 3 3. Componentes da Placa... 4 4. Especificações

Leia mais

08/06/2014. Curso Técnico em Informática. Antiga placa mãe padrão AT. Componentes placa-mãe padrão AT. Professor Fernando Barreira

08/06/2014. Curso Técnico em Informática. Antiga placa mãe padrão AT. Componentes placa-mãe padrão AT. Professor Fernando Barreira Curso Técnico em Informática Fundamentos de Hardware e Software Professor Fernando Barreira [email protected] Padrão AT Antiga placa mãe padrão AT A placa-mãe é uma placa de circuito impresso

Leia mais