Colégio Santa Dorotéia

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Colégio Santa Dorotéia"

Transcrição

1 Colégio Santa Dorotéia Área de Códigos e Linguagens Disciplina: Língua Portuguesa Ano: 7º Ensino Fundamental Professora: Nívia Nascimento Língua Portuguesa Atividades para Estudos Autônomos Data: 6 / 3 / 2018 Aluno(a): Nº: Turma: CONTEÚDO A SER REVISTO Gênero conto Interpretação de texto Construção do texto elementos da narrativa Gênero verbete: leitura e produção Linguagem conotativa e denotativa Determinantes do substantivo Adjetivos e locuções adjetivas MATERIAL DE APOIO: Livro Didático Projeto Teláris (7): Português (Capítulo 2) Anotações no caderno de atividades diárias. Para assistir: CONEXÃO (DRAMA) Versão Completa - Felicidade Clandestina (Acesso em 23 mai ) Enviado em 11/06/2010. FELICIDADE CLANDESTINA (completo). Texto de Clarice Lispector. Essa história conta uma passagem do início da adolescência da autora Clarice Lispector. Direção: Alberto Duran // Assistente: Marília Câmara Fotografia: Bruce Douglas Atriz: Maga Bianchi Categoria: Entretenimento Licença: padrão do YouTube Colégio Santa Dorotéia 1

2 Língua Portuguesa TEXTO 1 Disponível em: < I/AAAAAAAAAUw/cmqpE5oWXy4/s1600/gb.jpg>. Acesso em: 23 fev FELICIDADE CLANDESTINA 1. Ela era gorda, baixa, sardenta e de cabelos excessivamente crespos, meio arruivados. Tinha um busto enorme, enquanto nós todas ainda éramos achatadas. Como se não bastasse, enchia os dois bolsos da blusa, por cima do busto, com balas. Mas possuía o que qualquer criança devoradora de histórias gostaria de ter: um pai dono de livraria. 2. Pouco aproveitava. E nós menos ainda: até para aniversário, em vez de pelo menos um livrinho barato, ela nos entregava em mãos um cartão-postal da loja do pai. Ainda por cima era de paisagem do Recife mesmo, onde morávamos, com suas pontes mais do que vistas. Atrás escrevia com letra bordadíssima palavras como "data natalícia" e "saudade". 3. Mas que talento tinha para a crueldade. Ela toda era pura vingança, chupando balas com barulho. Como essa menina devia nos odiar, nós que éramos imperdoavelmente bonitinhas, esguias, altinhas, de cabelos livres. Comigo exerceu com calma ferocidade o seu sadismo. Na minha ânsia de ler, eu nem notava as humilhações a que ela me submetia: continuava a implorar-lhe emprestados os livros que ela não lia. 4. Até que veio para ela o magno dia de começar a exercer sobre mim uma tortura chinesa. Como casualmente, informou-me que possuía As reinações de Narizinho, de Monteiro Lobato. Era um livro grosso, meu Deus, era um livro para se ficar vivendo com ele, comendo-o, dormindo-o. E, completamente acima de minhas posses. Disse-me que eu passasse pela sua casa no dia seguinte e que ela o emprestaria. 5. Até o dia seguinte eu me transformei na própria esperança de alegria: eu não vivia, nadava devagar num mar suave, as ondas me levavam e me traziam. 6. No dia seguinte fui à sua casa, literalmente correndo. Ela não morava num sobrado como eu, e sim numa casa. Não me mandou entrar. Olhando bem para meus olhos, disse-me que havia emprestado o livro a outra menina, e que eu voltasse no dia seguinte para buscá-lo. Boquiaberta, saí devagar, mas em breve a esperança de novo me tomava toda e eu recomeçava na rua a andar pulando, que era o meu modo estranho de andar pelas ruas de Recife. Dessa vez nem caí: guiava-me a promessa do livro, o dia seguinte viria, os dias seguintes seriam mais tarde a minha vida inteira, o amor pelo mundo me esperava, andei pulando pelas ruas como sempre e não caí nenhuma vez. 2 Colégio Santa Dorotéia

3 Língua Portuguesa 7. Mas não ficou simplesmente nisso. O plano secreto da filha do dono da livraria era tranquilo e diabólico. No dia seguinte lá estava eu à porta de sua casa, com um sorriso e o coração batendo. Para ouvir a resposta calma: o livro ainda não estava em seu poder, que eu voltasse no dia seguinte. Mal sabia eu como mais tarde, no decorrer da vida, o drama do "dia seguinte" com ela ia se repetir com meu coração batendo. 8. E assim continuou. Quanto tempo? Não sei. Ela sabia que era tempo indefinido, enquanto o fel não escorresse todo de seu corpo grosso. Eu já começara a adivinhar que ela me escolhera para eu sofrer, às vezes adivinho. Mas, adivinhando mesmo, às vezes aceito: como se quem quer me fazer sofrer esteja precisando danadamente que eu sofra. 9. Quanto tempo? Eu ia diariamente à sua casa, sem faltar um dia sequer. Às vezes ela dizia: pois o livro esteve comigo ontem de tarde, mas você só veio de manhã, de modo que o emprestei a outra menina. E eu, que não era dada a olheiras, sentia as olheiras se cavando sob os meus olhos espantados. 10. Até que um dia, quando eu estava à porta de sua casa, ouvindo humilde e silenciosa a sua recusa, apareceu sua mãe. Ela devia estar estranhando a aparição muda e diária daquela menina à porta de sua casa. Pediu explicações a nós duas. Houve uma confusão silenciosa, entrecortada de palavras pouco elucidativas. A senhora achava cada vez mais estranho o fato de não estar entendendo. Até que essa mãe boa entendeu. Voltou-se para a filha e com enorme surpresa exclamou: mas este livro nunca saiu daqui de casa e você nem quis ler! 11. E o pior para essa mulher não era a descoberta do que acontecia. Devia ser a descoberta horrorizada da filha que tinha. Ela nos espiava em silêncio: a potência de perversidade de sua filha desconhecida e a menina loura em pé à porta, exausta, ao vento das ruas de Recife. Foi então que, finalmente se refazendo, disse firme e calma para a filha: você vai emprestar o livro agora mesmo. E para mim: "E você fica com o livro por quanto tempo quiser." Entendem? Valia mais do que me dar o livro: "pelo tempo que eu quisesse" é tudo o que uma pessoa, grande ou pequena, pode ter a ousadia de querer. 12. Como contar o que se seguiu? Eu estava estonteada, e assim recebi o livro na mão. Acho que eu não disse nada. Peguei o livro. Não, não saí pulando como sempre. Saí andando bem devagar. Sei que segurava o livro grosso com as duas mãos, comprimindo-o contra o peito. Quanto tempo levei até chegar em casa, também pouco importa. Meu peito estava quente, meu coração pensativo. 13. Chegando em casa, não comecei a ler. Fingia que não o tinha, só para depois ter o susto de o ter. Horas depois abri-o, li algumas linhas maravilhosas, fechei-o de novo, fui passear pela casa, adiei ainda mais indo comer pão com manteiga, fingi que não sabia onde guardara o livro, achava-o, abria-o por alguns instantes. Criava as mais falsas dificuldades para aquela coisa clandestina que era a felicidade. A felicidade sempre ia ser clandestina para mim. Parece que eu já pressentia. Como demorei! Eu vivia no ar... Havia orgulho e pudor em mim. Eu era uma rainha delicada. 14. Às vezes sentava-me na rede, balançando-me com o livro aberto no colo, sem tocá-lo, em êxtase puríssimo.[...]. LISPECTOR, Clarice. Felicidade Clandestina: contos. Rio de Janeiro: Rocco, 1998, p VOCABULÁRIO boquiaberto: cheio de admiração; perplexo. clandestino: feito às escondidas, oculto. danadamente: imensamente. elucidativo: explicativo. esguio: esbelto, alto e magro. êxtase: estado de quem se encontra como que transportado para fora de si, por efeito de sentimentos intensos de alegria, prazer etc. fel: estado de espírito que reflete amargor, azedume. magno: de grande relevância, significante. sadismo:prazer com a dor alheia; extrema crueldade. tortura chinesa: referência a torturas da China antiga, realizadas com pessoas que eram julgadas. Colégio Santa Dorotéia 3

4 Língua Portuguesa QUEST 1 Como é próprio do gênero conto, a estrutura de Felicidade Clandestina é a narrativa. APONTE os elementos da narrativa que compõem a estrutura desse texto, completando o quadro abaixo: Elementos da narrativa Personagens Espaço Tempo Percebe-se que a história se passa em um período de vários dias; encontramos referências como o magno dia ; o dia seguinte ; diariamente ; até que um dia. Narrador QUEST 2 ANALISE outro elemento da narrativa: o enredo do conto Felicidade clandestina e COMPLETE o quadro a seguir: Enredo ou momentos da narrativa Situação inicial A narradora apresenta a antagonista (gorda, baixa, cabelo crespo, busto enorme, filha de dono de livraria) como uma menina que a odiava por ser bonita, esguia, alta, leitora voraz e ter cabelos livres. E também anuncia o fato: aquela exerceu seu sadismo com ela, humilhando-a no empréstimo de livros e, especialmente, do Reinações de Narizinho, que lhe prometera emprestar. Conflito Clímax Desfecho A narradora, estonteada por ter conseguido o livro, cria situações de encontros e desencontros com esse objeto de seu desejo, para esticar ao máximo os momentos de prazer e desfrutar, a seu modo, a felicidade, que para ela ia ser sempre clandestina. 4 Colégio Santa Dorotéia

5 QUEST 3 INDIQUE quais parágrafos correspondem a cada um dos momentos, conforme exemplificado: Situação inicial: parágrafos 1 ao 5. Língua Portuguesa Conflito: Clímax: Desfecho: QUEST 4 RELEIA atentamente estes trechos do conto: 1. Ela era gorda, baixa, sardenta e de cabelos excessivamente crespos, meio arruivados. Tinha um busto enorme, enquanto nós todas ainda éramos achatadas. Como se não bastasse, enchia os dois bolsos da blusa, por cima do busto, com balas. Mas possuía o que qualquer criança devoradora de histórias gostaria de ter: um pai dono de livraria. 3. Mas que talento tinha para a crueldade. Ela toda era pura vingança, chupando balas com barulho. [...] Comigo exerceu com calma ferocidade o seu sadismo. 4. Até que veio para ela o magno dia de começar a exercer sobre mim uma tortura chinesa. 8. [...] Ela sabia que era tempo indefinido, enquanto o fel não escorresse todo de seu corpo grosso. Eu já começara a adivinhar que ela me escolhera para eu sofrer, às vezes adivinho. Mas, adivinhando mesmo, às vezes aceito: como se quem quer me fazer sofrer esteja precisando danadamente que eu sofra. 11. E o pior para essa mulher não era a descoberta do que acontecia. Devia ser a descoberta horrorizada da filha que tinha. A seguir, PREENCHA o esquema com adjetivos ou locuções adjetivas que caracterizam a antagonista, de acordo com a imagem que você formou dela com a leitura do conto e, mais especificamente, dos cinco trechos apontados. Filha do dono da livraria QUEST 5 Pela leitura do conto, você poderá também formar uma imagem da narradora-personagem. Assim como caracterizou a antagonista, CARACTERIZE a protagonista: Narradora-personagem Colégio Santa Dorotéia 5

6 QUEST 6 LEIA esta definição do vocábulo felicidade: Língua Portuguesa felicidade substantivo feminino ( sxv) 1. qualidade ou estado de feliz; estado de uma consciência plenamente satisfeita; satisfação, contentamento, bem-estar. Disponível em:< Acesso em: 23 mai Considerando o título do conto Felicidade clandestina EXPLIQUE por que para a narradorapersonagem a felicidade era clandestina. QUEST 7 ASSINALE a alternativa em que o trecho apresenta linguagem conotativa. a) Devia ser a descoberta horrorizada da filha que tinha. ( 11) b) Ela toda era pura vingança, chupando balas com barulho. ( 3) c) Ela não morava num sobrado como eu, e sim numa casa. ( 6) d) Ela era gorda, baixa, sardenta e de cabelos excessivamente crespos. ( 1) e) Eu não vivia, nadava devagar num mar suave, as ondas me levavam e me traziam. ( 5) QUEST 8 Como contar o que se seguiu? Eu estava estonteada, e assim recebi o livro na mão. ( 12) A interpretação mais adequada dessa pergunta retórica da narradora-personagem é a que consta na alternativa a) Para a narradora era impossível descrever o que sucedeu assim que recebeu o livro na mão, pois tamanha era a felicidade. b) Não havia como ela contar, porque só se lembrava de que segurava o livro firmemente com as duas mãos, comprimindo-o contra seu peito. c) Como ela esqueceu até mesmo quanto tempo levou até chegar a sua casa e como foi esse trajeto, não era possível falar sobre o que seguiu. d) Não precisaria falar mais nada, pois a mãe da menina já havia esclarecido a situação e revelado a mentira de sua filha. e) Ela não queria falar mais sobre esse assunto, porque foi muito traumática a situação que ela viveu, decorrente do plano diabólico da filha do dono da livraria. QUEST 9 RELEIA os três últimos parágrafos do texto e APONTE o motivo que levou a protagonista, já de posse do livro, a adiar sua leitura. 6 Colégio Santa Dorotéia

7 Língua Portuguesa TEXTO 2 leitura: 3. ação de tomar conhecimento do conteúdo de um texto escrito, para se distrair ou se informar. ler: 4. dedicar-se, entregar-se à leitura como hábito ou como paixão. Disponível em:< Acesso em: 23 fev QUEST 10 Pela leitura do conto Felicidade clandestina, é possível chegar a um conceito diferenciado de leitura, de ler e, também, de leitor. Esse conto exemplifica a leitura como algo essencial à felicidade do indivíduoleitor. Em seu enredo, leitor e leitura aparecem como parte fundamental para a narrativa. A posse do livro nas mãos traduz um estonteante sentimento na menina: o livro causava-lhe uma indecifrável felicidade; ela, estremecida de satisfação, saboreava lentamente aquela coisa clandestina. A partir do exposto acima, CRIE um verbete para esses vocábulos (leitura, ler, leitor), usando toda sua experiência de leitor(a) e muita criatividade!!! USE predominantemente a linguagem conotativa e ILUSTRE seus verbetes! QUESTÃO 1 GABARIT Personagens Espaço Narrador Elementos da narrativa Narradora-personagem; a menina filha do livreiro, a mãe da menina. Há referências espaciais à cidade de Recife, à casa da menina, à casa da narradora. narrador-personagem. QUESTÃO 2 Conflito Clímax Enredo ou momentos da narrativa A narradora-personagem vai diariamente à casa da filha de um livreiro, em busca do empréstimo do livro Reinações de Narizinho, que é sempre adiado. Ela é humilhada pela colega e, aparentemente, não se importa com isso. Nesse momento da narrativa, ela reflete sobre a felicidade, que é sempre adiada para o dia seguinte, e relata o ápice de seu sofrimento com a situação ( sentia as olheiras se cavando sob os meus olhos espantados ) A mãe da colega descobre horrorizada a filha que tem - invejosa e sádica - e a narradora descobre que a colega queria vingar-se por ela ser bonita e inteligente. QUESTÃO 3 Conflito: parágrafos 6 ao 9. Clímax: parágrafos 10 e 11. Desfecho: parágrafos 12 ao 15. QUESTÃO 4 Filha do dono da livraria sádica Gorda, baixa, sardenta, de cabelos crespos cruel vingativa Colégio Santa Dorotéia 7

8 QUESTÃO 5 Narradora-personagem Língua Portuguesa Leitora voraz humilde Esguia, bonita, loura QUESTÃO 6 RESPOSTA ESPERADA: A junção dos vocábulos Felicidade e clandestina nos remete ao paradoxo da clandestinidade dessa felicidade, pois, por um lado, consideramos que a felicidade é algo exteriorizado de maneira espontânea e, por outro, a clandestinidade busca esconder-se, pois foge às normas da sociedade. Para a narradora, a felicidade seria conseguir emprestado o livro Reinações de Narizinho, o objeto de seu desejo. Após um longo período de sofrimento e humilhações, a felicidade passa a ser clandestina, por chegar inesperadamente e por não lhe pertencer: esse pode ser devolvido ao seu legítimo dono a qualquer momento. QUESTÃO 7 Alternativa E QUESTÃO 8 Alternativa A QUESTÃO 9 RESPOSTA ESPERADA: A protagonista adiava a leitura do livro, porque ela fazia questão de esquecer que estava com ele para depois ter a surpresa de achá-lo. O encontro com o livro, com a leitura, era para ela um momento de infinita felicidade, de êxtase puríssimo, porém esses momentos são muito efêmeros, e ela queria prolongar esse estado de felicidade, prolongando o final da leitura. QUESTÃO 10 RESPOSTA PESSOAL. Felicidade é ter o que fazer, ter algo que amar, e algo que esperar. (Aristóteles) Disponível em: < Acesso em: 23 fev E depois que se é feliz, o que acontece? (LISPECTOR, Clarice. Perto do coração selvagem. Rio de Janeiro: Francisco Alves, p. 30) 8 Colégio Santa Dorotéia

FELICIDADE CLANDESTINA

FELICIDADE CLANDESTINA SOCIEDADE MINEIRA DE CULTURA Mantenedora da PUC Minas e do COLÉGIO SANTA MARIA UNIDADE: DATA: 28 / / 205 III ETAPA AVALIAÇÃO ESPECIAL DE LÍNGUA PORTUGUESA 3.º ANO/EM ALUNO(A): Nº: TURMA: PROFESSOR(A):

Leia mais

DATA: 02 / 05 / 2016 I ETAPA AVALIAÇÃO ESPECIAL DE LÍNGUA PORTUGUESA 5.º ANO/EF ALUNO(A): N.º: TURMA:

DATA: 02 / 05 / 2016 I ETAPA AVALIAÇÃO ESPECIAL DE LÍNGUA PORTUGUESA 5.º ANO/EF ALUNO(A): N.º: TURMA: SOCIEDADE MINEIRA DE CULTURA Mantenedora da PUC Minas e do COLÉGIO SANTA MARIA DATA: 02 / 05 / 206 UNIDADE: I ETAPA AVALIAÇÃO ESPECIAL DE LÍNGUA PORTUGUESA 5.º ANO/EF ALUNO(A): N.º: TURMA: PROFESSOR(A):

Leia mais

PROVA II - LÍNGUA PORTUGUESA

PROVA II - LÍNGUA PORTUGUESA PROVA II - LÍNGUA PORTUGUESA Texto 1 Felicidade clandestina 1 Ela era gorda, baixa, sardenta e de 2 cabelos crespos, meio arruivados. Tinha 3 um busto enorme, enquanto nós todas 4 ainda éramos achatadas.

Leia mais

NOME DO ALUNO (A): Nº : DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA - 7º ANO MANHÃ/TARDE JUNHO/2013 PROFESSORA: CERÊMAR DE FÁTIMA ESTUDO DIRIGIDO - 1 /2 BIMESTRES

NOME DO ALUNO (A): Nº : DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA - 7º ANO MANHÃ/TARDE JUNHO/2013 PROFESSORA: CERÊMAR DE FÁTIMA ESTUDO DIRIGIDO - 1 /2 BIMESTRES NOME DO ALUNO (A): Nº : DISCIPLINA: LÍNGUA PORTUGUESA - 7º ANO MANHÃ/TARDE JUNHO/2013 PROFESSORA: CERÊMAR DE FÁTIMA ESTUDO DIRIGIDO - 1 /2 BIMESTRES Querido(a) Aluno(a) Este estudo dirigido tem por objetivo

Leia mais

COLÉGIO XIX DE MARÇO excelência em educação

COLÉGIO XIX DE MARÇO excelência em educação COLÉGIO XIX DE MARÇO excelência em educação 2012 2ª PROVA SUBSTITUTIVA DE LÍNGUA PORTUGUESA Aluno(a): Nº Ano: 8º EF Turma: Data: 26/05/2012 Nota: Professor(a): Letícia Silva Valor da Prova: 40 pontos Orientações

Leia mais

A ICONICIDADE EM CLARICE LISPECTOR: UMA CLANDESTINA FELICIDADE

A ICONICIDADE EM CLARICE LISPECTOR: UMA CLANDESTINA FELICIDADE A ICONICIDADE EM CLARICE LISPECTOR: UMA CLANDESTINA FELICIDADE Carmen Pimentel (UERJ) Fátima Fabrício (UERJ) Nesta análise, procuraremos demonstrar as inter-relações semiótico-semânticas e estilísticas

Leia mais

Aula 2 TIPO TEXTUAL NARRATIVO

Aula 2 TIPO TEXTUAL NARRATIVO TIPO TEXTUAL NARRATIVO Aula 2 META Caracterizar a narração como modo discursivo Descrever os tipos de seqüências típicas da narração Introduzir o ponto de vista como aspecto fundamental nas atividades

Leia mais

N o de inscrição do candidato COPIE NO CARTÃO-RESPOSTA

N o de inscrição do candidato COPIE NO CARTÃO-RESPOSTA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ - UECE Comissão Executiva do Vestibular CEV VESTIBULAR 2010.2 2 a FASE - 1 o DIA 18 de JULHO de 2010 REDAÇÃO/LÍNGUA PORTUGUESA CAMPUS DO ITAPERI DURAÇÃO: 04 HORAS INÍCIO:

Leia mais

FELICIDADE CLADESTINA DE CLARICE LISPECTOR: AS RELAÇÕES DE PODER

FELICIDADE CLADESTINA DE CLARICE LISPECTOR: AS RELAÇÕES DE PODER FELICIDADE CLADESTINA DE CLARICE LISPECTOR: AS RELAÇÕES DE PODER I - CONSIDERÇÕES INICIAIS Maria da Luz Duarte Leite Silva (UERN) [email protected] No período de 1930 1945, tanto a Literatura quanto

Leia mais

1ª PARTE: MÚLTIPLAESCOLHA

1ª PARTE: MÚLTIPLAESCOLHA 1ª PARTE: MÚLTIPLAESCOLHA MARQUE COM UM X A ÚNICA ALTERNATIVA CERTA. 05 10 15 20 25 30 TEXTO I [...] Na minha ânsia de ler, eu nem notava as humilhações a que ela me submetia: continuava a implorar-lhe

Leia mais

Por. Eduardo Valladares (Caroline Tostes)

Por. Eduardo Valladares (Caroline Tostes) Semana 14 Eduardo Valladares (Caroline Tostes) Este conteúdo pertence ao Descomplica. Está vedada a cópia ou a reprodução não autorizada previamente e por escrito. Todos os direitos reservados. 15 mai

Leia mais

LISTA DE RECUPERAÇÃO DE LINGUAGENS 7º ANO CARLA

LISTA DE RECUPERAÇÃO DE LINGUAGENS 7º ANO CARLA LISTA DE RECUPERAÇÃO DE LINGUAGENS 7º ANO CARLA TEXTO 1. De onde vem a narradora e protagonista do texto? (0,4) 2. Para a autora o que apagava as lembranças de sua infância? (0,4) 3. Retire do texto dois

Leia mais

FELICIDADE CLANDESTINA

FELICIDADE CLANDESTINA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO CEARÁ COMISSÃO COORDENADORA DE CONCURSOS CONCURSO PÚBLICO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO EDITAL 12/DGP-IFCE/2010 CARGO: ADMINISTRADOR LÍNGUA PORTUGUESA FELICIDADE

Leia mais

Fazer uma roda de conversa com os alunos com o tema: Quem gosta de ler? Conversar com

Fazer uma roda de conversa com os alunos com o tema: Quem gosta de ler? Conversar com Filme: Clandestina Felicidade Gênero Ficção Diretor Beto Normal, Marcelo Gomes Elenco Luisa Phebo, Nathalia Corinthia, Luci Alcântara Ano 1998 Duração 15 min Cor P&B Bitola 35mm País Brasil Disponível

Leia mais

FEVEREIRO / MARÇO / ABRIL

FEVEREIRO / MARÇO / ABRIL AULAS DE RECUPERAÇÃO CONTÍNUA 9ª ANO 1º PERÍODO 2012 (GABARITO) ENTENDIMENTO DE TEXTO FELICIDADE CLANDESTINA / A MOÇA TECELÃ / NO RETIRO DA FIGUEIRA GRAMÁTICA CONJUNÇÕES COORDENATIVAS E SUBORDINATIVAS

Leia mais

DATA: 11/03/2012 - EDITAL 001/2011

DATA: 11/03/2012 - EDITAL 001/2011 GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DA CASA CIVIL DEPARTAMENTO DE TRÂNSITO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Prova de Conhecimentos Gerais - Básicos para todos os Cargos LEIA AS INSTRUÇÕES:

Leia mais

As questões de 1 a 7 referem-se ao texto Vitamina B reduz risco de câncer, retirado da Revista Veja.

As questões de 1 a 7 referem-se ao texto Vitamina B reduz risco de câncer, retirado da Revista Veja. PRIMEIRA PARTE PORTUGUÊS Instrução: As questões de 1 a 7 referem-se ao texto Vitamina B reduz risco de câncer, retirado da Revista Veja. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 Vitamina

Leia mais

Leitura, essa felicidade clandestina RESUMO

Leitura, essa felicidade clandestina RESUMO Leitura, essa felicidade clandestina RESUMO Izaura da Silva Cabral 1 Flávia Brocchetto Ramos 2 O trabalho analisa a noção de leitura apresentada no conto Felicidade Clandestina de Clarice Lispector. Tomamos

Leia mais

''TU DUM, TU DUM, TU DUM'' este era o barulho do coração de uma mulher que estava prestes a ter um filho, o clima estava tenso, Médicos correndo de

''TU DUM, TU DUM, TU DUM'' este era o barulho do coração de uma mulher que estava prestes a ter um filho, o clima estava tenso, Médicos correndo de ''TU DUM, TU DUM, TU DUM'' este era o barulho do coração de uma mulher que estava prestes a ter um filho, o clima estava tenso, Médicos correndo de lá para cá sem descanso, até que um choro é ouvido, sim,

Leia mais

1. A língua portuguesa é viva. Palavras e expressões surgem, outras são esquecidas e algumas até somem.

1. A língua portuguesa é viva. Palavras e expressões surgem, outras são esquecidas e algumas até somem. NOME: TURMA: UNIDADE: NOTA: DATA DE ENTREGA: 15 / 06 / 2016 TEXTO I MEU AMIGO MAIS ANTIGO Meu pai e minha mãe acreditavam que presente bom para o filho era livro. Meus colegas de grupo escolar era assim

Leia mais

Colégio Santa Dorotéia

Colégio Santa Dorotéia Colégio Santa Dorotéia Tema Transversal: Cultivar e guardar a Criação Disciplina: Língua Portuguesa / ESTUDOS AUTÔNOMOS Ano: 2º - Ensino Fundamental Aluno(a): N o : Turma: Professora: Data: 14 / 6 / 2017

Leia mais

5º ano. Atividade de Estudo de Português. Leia o texto abaixo. A DISCIPLINA DO AMOR

5º ano. Atividade de Estudo de Português. Leia o texto abaixo. A DISCIPLINA DO AMOR Atividade de Estudo de Português 5º ano Leia o texto abaixo. A DISCIPLINA DO AMOR Foi na França, durante a segunda grande guerra. Um jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente, ia esperá-lo

Leia mais

Bloco de Recuperação Paralela DISCIPLINA: Língua Portuguesa

Bloco de Recuperação Paralela DISCIPLINA: Língua Portuguesa COLÉGIO NOSSA SENHORA DA PIEDADE Bloco de Recuperação Paralela DISCIPLINA: Língua Portuguesa Nome: Ano: 5º Ano 2º Etapa 2014 Colégio Nossa Senhora da Piedade Área do Conhecimento: Códigos e Linguagens

Leia mais

A conta-gotas. Ana Carolina Carvalho

A conta-gotas. Ana Carolina Carvalho A conta-gotas Ana Carolina Carvalho Agradeço a Regina Gulla pela leitura atenta e pelas sugestões. Para minha mãe, pela presença. Para Marina, minha afilhada, que quis ler o livro desde o começo. 1 A

Leia mais

DATA: 02 / 05 / 2016 I ETAPA AVALIAÇÃO ESPECIAL DE LÍNGUA PORTUGUESA 3.º ANO/EF ALUNO(A): N.º: TURMA:

DATA: 02 / 05 / 2016 I ETAPA AVALIAÇÃO ESPECIAL DE LÍNGUA PORTUGUESA 3.º ANO/EF ALUNO(A): N.º: TURMA: SOCIEDADE MINEIRA DE CULTURA Mantenedora da PUC Minas e do COLÉGIO SANTA MARIA UNIDADE: DATA: 02 / 05 / 206 I ETAPA AVALIAÇÃO ESPECIAL DE LÍNGUA PORTUGUESA 3.º ANO/EF ALUNO(A): N.º: TURMA: PROFESSOR(A):

Leia mais

Interpretação e Produção de Textos

Interpretação e Produção de Textos Interpretação e Produção de Textos Professora conteudista: Ana Lúcia Machado da Silva Sumário Interpretação e Produção de Textos Unidade I 1 IMPORTÂNCIA DA LEITURA COMO FONTE DE CONHECIMENTO E PARTICIPAÇÃO

Leia mais

BARROS, Sônia. O segredo da xícara cor de nuvem. Moderna, Página 1 de 9-16/07/2015-9:07

BARROS, Sônia. O segredo da xícara cor de nuvem. Moderna, Página 1 de 9-16/07/2015-9:07 PROFESSOR: EQUIPE DE PORTUGUÊS BANCO DE QUESTÕES - LÍNGUA PORTUGUESA - 5 ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ========================================================================== Através de uma singela narrativa,

Leia mais

COLÉGIO NOSSA SENHORA DE SION. Leia o texto abaixo para realizar as lições de Língua Portuguesa da semana. A FADA QUE TINHA IDEIAS

COLÉGIO NOSSA SENHORA DE SION. Leia o texto abaixo para realizar as lições de Língua Portuguesa da semana. A FADA QUE TINHA IDEIAS COLÉGIO NOSSA SENHORA DE SION Lições de Português, História e Vivência Religiosa 3º ano Semana de 13 a 17 de junho de 2016. Troca do Livro 3º A, B e D 3º C quinta ta-feira segunda-feira Leia o texto abaixo

Leia mais

DATA: 02 / 12 / 2013 III ETAPA AVALIAÇÃO ESPECIAL DE LÍNGUA PORTUGUESA 3.º ANO/EF ALUNO(A): N.º: TURMA:

DATA: 02 / 12 / 2013 III ETAPA AVALIAÇÃO ESPECIAL DE LÍNGUA PORTUGUESA 3.º ANO/EF ALUNO(A): N.º: TURMA: SOCIEDADE MINEIRA DE CULTURA Mantenedora da PUC Minas e do COLÉGIO SANTA MARIA DATA: 0 / / 03 UNIDADE: III ETAPA AVALIAÇÃO ESPECIAL DE LÍNGUA PORTUGUESA 3.º ANO/EF ALUNO(A): N.º: TURMA: PROFESSOR(A): VALOR:

Leia mais

Reflexões sobre a leitura, a histeria e a feminilidade em Felicidade Clandestina, de Clarice Lispector

Reflexões sobre a leitura, a histeria e a feminilidade em Felicidade Clandestina, de Clarice Lispector Reflexões sobre a leitura, a histeria e a feminilidade em Felicidade Clandestina, de Clarice Lispector Edson Santos de Oliveira Pós-doutorando em Literatura e Psicanálise no IEL/UNICAMP Professor do Centro

Leia mais

Série 6º ANO ROTEIRO DE ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO E REVISÃO 1º BIMESTRE / 2012

Série 6º ANO ROTEIRO DE ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO E REVISÃO 1º BIMESTRE / 2012 Disciplina LÍNGUA PORTUGUESA Curso ENSINO FUNDAMENTAL II Professor MARIANA Série 6º ANO ROTEIRO DE ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO E REVISÃO 1º BIMESTRE / 2012 Aluno (a): Número: 1 - Conteúdo: Gêneros narrativos:

Leia mais

É Preciso Saber Viver

É Preciso Saber Viver É Preciso Saber Viver Quem espera que a vida Seja feita de ilusão Pode até ficar maluco Ou morrer na solidão É preciso ter cuidado Pra mais tarde não sofrer É preciso saber viver Toda pedra no caminho

Leia mais

como diz a frase: nois é grossa mas no fundo é um amor sempre é assim em cima da hora a pessoa muda numa hora ela fica com raiva, triste, feliz etc.

como diz a frase: nois é grossa mas no fundo é um amor sempre é assim em cima da hora a pessoa muda numa hora ela fica com raiva, triste, feliz etc. SEGUIR EM FRENTE seguir sempre em frente, nunca desistir dos seus sonhos todos nós temos seu nivel ou seja todos nós temos seu ponto fraco e siga nunca desistir e tentar até voce conseguir seu sonho se

Leia mais

Meu amigo mais antigo

Meu amigo mais antigo Valor Máximo: 10,0 Valor Obtido (VO): Erros Ortográficos (EO): Nota Final (VO-EO): Vencendo Desafios de Língua Portuguesa Ensino Fundamental I 3º ano Texto I Meu amigo mais antigo Meu pai e minha mãe acreditavam

Leia mais

Colégio Santa Dorotéia

Colégio Santa Dorotéia Colégio Santa Dorotéia Tema Transversal: Cultivar e guardar a Criação Disciplina: Língua Portuguesa / ESTUDOS AUTÔNOMOS Ano: 2º - Ensino Fundamental Aluno(a): N o : Turma: Professora: Data: 14 / 3 / 2017

Leia mais

Quem tem boca vai a Roma

Quem tem boca vai a Roma Quem tem boca vai a Roma AUUL AL A MÓDULO 14 Na aula passada, nós vimos como as informações constituem mapas que nos ajudam no dia-a-dia. É só saber buscá-las, isto é, quem tem boca vai a Roma. Hoje, nós

Leia mais

Sou eu quem vivo esta é minha vida Prazer este

Sou eu quem vivo esta é minha vida Prazer este Vivo num sonho que não é realidade Faz parte do meu viver Crescer sonhando esquecendo os planos Sou eu quem vivo esta é minha vida Prazer este EU Hoje deixei pra lá me esqueci de tudo Vivo minha vida sobre

Leia mais

Era uma vez uma princesa. Ela era a mais bela

Era uma vez uma princesa. Ela era a mais bela Era uma vez uma princesa. Ela era a mais bela do reino. Era também meiga, inteligente e talentosa. Todos a admiravam. Todos queriam estar perto dela. Todos queriam fazê-la feliz, pois o seu sorriso iluminava

Leia mais

A marca de uma lágrima

A marca de uma lágrima A marca de uma lágrima O autor O livro é uma obra de Pedro Bandeira, o autor responsável pela minha paixão por livros nacionais. É comum encontrarmos leitores com um alto teor de preconceito em relação

Leia mais

'' A historia esta narrada sobre um menino solitário '' esse menino vivia sozinho,o pai morto a,mãe largo ele guando tinha 03 anos de idade

'' A historia esta narrada sobre um menino solitário '' esse menino vivia sozinho,o pai morto a,mãe largo ele guando tinha 03 anos de idade amor proprio '' A historia esta narrada sobre um menino solitário '' esse menino vivia sozinho,o pai morto a,mãe largo ele guando tinha 03 anos de idade ele fica sozinho no meio da rua com fome e com sede,um

Leia mais

Pronome. 1- Serafina é a menina que escreveu o texto acima. Por que ela resolveu deixar seu diário guardado em uma gaveta?

Pronome. 1- Serafina é a menina que escreveu o texto acima. Por que ela resolveu deixar seu diário guardado em uma gaveta? Atividade de estudo de Português Pronome 5º ano Leia o texto abaixo. É setembro, lua cheia, o tempo está gostoso. Não está fazendo nem muito calor, nem muito frio. Diário, Já faz mais de um mês que eu

Leia mais

UM DIA CHEIO. Língua Portuguesa. 6º Ano do Ensino Fundamental II. Nome: Maria Clara Gonçalves dos Santos. Professora: Maristela Mendes de Sousa Lara

UM DIA CHEIO. Língua Portuguesa. 6º Ano do Ensino Fundamental II. Nome: Maria Clara Gonçalves dos Santos. Professora: Maristela Mendes de Sousa Lara UM DIA CHEIO Língua Portuguesa 6º Ano do Ensino Fundamental II Nome: Maria Clara Gonçalves dos Santos Professora: Maristela Mendes de Sousa Lara Tudo começou quando eu queria pescar com meu avô. Ele tinha

Leia mais

CENTRO EDUCACIONAL SIGMA

CENTRO EDUCACIONAL SIGMA 5ºAno 1.5 LÍNGUA PORTUGUESA 1º período 5 de abril de 2016 Cuide da organização da sua prova. Escreva de forma legível. Fique atento à ortografia e elabore respostas claras. Tudo isso será considerado na

Leia mais

DEIXA-ME SENTIR TUA ALMA ATRAVÉS DO TEU CALOROSO ABRAÇO

DEIXA-ME SENTIR TUA ALMA ATRAVÉS DO TEU CALOROSO ABRAÇO EU AMO VOCÊ: DEIXA-ME SENTIR TUA ALMA ATRAVÉS DO TEU CALOROSO ABRAÇO Cleber Chaves da Costa 1 O amor é paciente, o amor é benigno, não é invejoso; o amor não é orgulhoso, não se envaidece; não é descortês,

Leia mais

A minha vida sempre foi imaginar. Queria ter um irmãozinho para brincar...

A minha vida sempre foi imaginar. Queria ter um irmãozinho para brincar... O pequeno Will A minha vida sempre foi imaginar. Queria ter um irmãozinho para brincar... Então um dia tomei coragem e corri até mamãe e falei: - Mãeee queria tanto um irmãozinho, para brincar comigo!

Leia mais

O Rapaz e a Guitarra Mágica

O Rapaz e a Guitarra Mágica O Rapaz e a Guitarra Mágica Conto linha-a-linha Autoria: todas as turmas da Escola E.B. 2,3 de Palmeira Data: 21 a 25 de Março de 2011 Local de realização: Biblioteca Escolar Era uma vez um menino chamado

Leia mais

DATA: 27 / 09 / 2014 II ETAPA AVALIAÇÃO DE RECUPERAÇÃO DE LÍNGUA PORTUGUESA 5.º ANO/EF ALUNO(A): Nº: TURMA:

DATA: 27 / 09 / 2014 II ETAPA AVALIAÇÃO DE RECUPERAÇÃO DE LÍNGUA PORTUGUESA 5.º ANO/EF ALUNO(A): Nº: TURMA: SOCIEDADE MINEIRA DE CULTURA Mantenedora da PUC Minas e do COLÉGIO SANTA MARIA DATA: 27 / 09 / 2014 UNIDADE: II ETAPA AVALIAÇÃO DE RECUPERAÇÃO DE LÍNGUA PORTUGUESA 5.º ANO/EF ALUNO(A): Nº: TURMA: PROFESSOR(A):

Leia mais

Provas de Acesso ao Ensino Superior. Exame de Língua Portuguesa

Provas de Acesso ao Ensino Superior. Exame de Língua Portuguesa Provas de Acesso ao Ensino Superior Para Maiores de 23 Anos Candidatura de 206 Exame de Língua Portuguesa Tempo para realização da prova: 2 horas Tolerância: 30 minutos Material admitido: exclusivamente

Leia mais

Produção de texto. Observe a imagem e produza um texto narrativo, com no mínimo 10 linhas, a partir do título proposto

Produção de texto. Observe a imagem e produza um texto narrativo, com no mínimo 10 linhas, a partir do título proposto E. E. Ernesto Solon Borges Disciplina: Língua Portuguesa Profª. Regente: Vania Progetec: Cristina Ano: 8º Ano A Alunos: Dayane Sales e Emily Cristina Data: 12/11/2014 Produção de texto Se eu tivesse um

Leia mais

Interpretação e Produção de Textos

Interpretação e Produção de Textos Interpretação e Produção de Textos Autora: Profa. Ana Lucia Machado Colaboradores: Profa. Joana Ormundo Profa. Cielo Griselda Festino Prof. Adilson Silva Oliveira Professora conteudista: Ana Lúcia Machado

Leia mais

BANCO DE QUESTÕES - PORTUGUÊS - 6º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL

BANCO DE QUESTÕES - PORTUGUÊS - 6º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL PROFESSOR: EQUIPE DE PORTUGUÊS BANCO DE QUESTÕES - PORTUGUÊS - 6º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ============================================================================================== A FÁBULA é uma

Leia mais

da quando me chama de palito de fósforo e ri de um jeito tão irritante que me deixa louco da vida, com vontade de inventar apelidos horripilantes

da quando me chama de palito de fósforo e ri de um jeito tão irritante que me deixa louco da vida, com vontade de inventar apelidos horripilantes Chiquinho MIOLO 3/8/07 9:34 AM Page 14 Meu nome é Chiquinho Meu pai é alto e magro e se chama Chico. Meu avô é baixo e gordo e se chama Francisco. Eu me chamo Chiquinho e ainda não sei como sou. Já andei

Leia mais

Colégio Santa Dorotéia BH

Colégio Santa Dorotéia BH ASSUNTO: Língua e contexto. Texto verbal Gêneros: poema relato pessoal Linguagem formal e informal Figuras de linguagem Interpretação de texto Compreensão Colégio Santa Dorotéia BH Área de Códigos e Linguagens

Leia mais

A Patricinha. Ninguém é realmente digno de inveja, e tantos são dignos de lástima! Arthur Schopenhauer

A Patricinha. Ninguém é realmente digno de inveja, e tantos são dignos de lástima! Arthur Schopenhauer Roleta Russa 13 A Patricinha Ninguém é realmente digno de inveja, e tantos são dignos de lástima! Arthur Schopenhauer Oi. Eu sou a Patrícia. Prazer. Você é?... Quer sentar? Aceita uma bebida, um chá, um

Leia mais

Atividades Avaliativas

Atividades Avaliativas Atividades Avaliativas Língua Portuguesa 4 o ano 2 o bimestre Nome: data: 1 Leia atentamente o texto e responda as questões a seguir. Era um lobo muito bobo Que fome sentia aquele lobo! Então, resolveu

Leia mais

DATA: 26 / 09 / 2014 II ETAPA AVALIAÇÃO DE RECUPERAÇÃO DE LÍNGUA PORTUGUESA 1.º ANO/EM ALUNO(A): Nº: TURMA:

DATA: 26 / 09 / 2014 II ETAPA AVALIAÇÃO DE RECUPERAÇÃO DE LÍNGUA PORTUGUESA 1.º ANO/EM ALUNO(A): Nº: TURMA: SOCIEDADE MINEIRA DE CULTURA Mantenedora da PUC Minas e do COLÉGIO SANTA MARIA DATA: 26 / 09 / 2014 1 UNIDADE: II ETAPA AVALIAÇÃO DE RECUPERAÇÃO DE LÍNGUA PORTUGUESA 1.º ANO/EM ALUNO(A): Nº: TURMA: PROFESSOR(A):

Leia mais

Fragmentos de Amor Eduardo Baqueiro

Fragmentos de Amor Eduardo Baqueiro Fragmentos de Amor Eduardo Baqueiro Interessante nosso caso! Nosso amor parece ter encontrado a pitada certa O tempero no ponto exato, Pois não é doce demais, tampouco salgado... Ele é algo difícil de

Leia mais

O Sorriso de Clarice

O Sorriso de Clarice O Sorriso de Clarice Clarice era uma mulher meio menina sabem,doce,meiga,amiga,e apaixonada,aqueles seres que contagiam com seu sorriso, ela tinha algo único conquistava todos com seu sorriso,ninguém sabia

Leia mais

Olhares. Rosângela Trajano. 2 - Por que não permitimos que os outros se aproximem de nós? 4 O que são as coisas mais simples do mundo para você?

Olhares. Rosângela Trajano. 2 - Por que não permitimos que os outros se aproximem de nós? 4 O que são as coisas mais simples do mundo para você? Olhares Ando pelas ruas e a multidão quase esbarra em mim. Tenho certeza que se me deitasse no chão seria pisoteada. As pessoas não olham mais para o chão, aliás as pessoas não olham mais nem para si mesmas.

Leia mais

Felicidade Clandestina. Clarice Lispector

Felicidade Clandestina. Clarice Lispector Felicidade Clandestina Clarice Lispector FELICIDADE CLANDESTINA Autor: Clarice Lispector Escola literária: Terceira Geração Modernista (1945 / 1960) Principais características: 1. Temática intimista: o

Leia mais

Colégio Santa Dorotéia

Colégio Santa Dorotéia Colégio Santa Dorotéia Tema Transversal: Casa comum, nossa responsabilidade. Disciplina: Geografia / ORIENTAÇÃO DE ESTUDOS - RECUPERAÇÃO Série: 3ª - Ensino Fundamental Aluno(a): N o : Turma: Professora:

Leia mais

COLÉGIO KENNEDY REDE PITÁGORAS Colégio Kennedy, 51 anos, educando e inovando sempre.

COLÉGIO KENNEDY REDE PITÁGORAS Colégio Kennedy, 51 anos, educando e inovando sempre. COLÉGIO KENNEDY REDE PITÁGORAS Colégio Kennedy, 51 anos, educando e inovando sempre. PLANO DE ESTUDO DE PORTUGUÊS 3ª ETAPA 4º ANO EFI PROFESSORA : FLÁVIA LETÍCIA ALUNO(A): 1) Leias as frases a seguir.

Leia mais

Um texto narrativo é um texto no qual é contada uma história, através de um narrador, que pode ser personagem, observador ou onisciente.

Um texto narrativo é um texto no qual é contada uma história, através de um narrador, que pode ser personagem, observador ou onisciente. O texto narrativo Um texto narrativo é um texto no qual é contada uma história, através de um narrador, que pode ser personagem, observador ou onisciente. Estrutura Um texto narrativo geralmente é organizado

Leia mais

1. O rapaz da história faz realmente uma sopa de pedras? Explique.

1. O rapaz da história faz realmente uma sopa de pedras? Explique. Nome: Data: Unidade 1 Leia o texto a seguir e depois responda às questões de 1 a 9. A sopa de pedras Um rapaz pobre e faminto andava pelo campo em busca de alimento. Teve uma ideia e resolveu colocá-la

Leia mais

O melhor amigo Interpretação de Texto para 4º e 5º Ano

O melhor amigo Interpretação de Texto para 4º e 5º Ano O melhor amigo Interpretação de Texto para 4º e 5º Ano O melhor amigo Interpretação de Textos para 4º e 5º Ano O melhor amigo A mãe estava na sala, costurando. O menino abriu a porta da rua, meio ressabiado,

Leia mais

Anedota. Apresente dois recursos usados pelo autor dessa anedota para provocar o humor, a graça. Depois explique de acordo com o contexto.

Anedota. Apresente dois recursos usados pelo autor dessa anedota para provocar o humor, a graça. Depois explique de acordo com o contexto. PROVA DE LÍNGUA PORTUGUESA 2º TRIMESTRE DE 2010 PROFª GICÉLIA NOME Nº 6º ANO Você já sabe que deve usar caneta preta ou azul, evitar rasuras, caprichar na letra, desenvolver respostas completas e não utilizar

Leia mais

INVASORA DOS MEUS SONHOS

INVASORA DOS MEUS SONHOS Gonzaga Filho Página 1 Gonzaga Filho Página 2 Gonzaga Filho INVASORA DOS MEUS SONHOS Primeira Edição Guamaré - RN 2015 Gonzaga Filho Página 3 Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara

Leia mais

Nome: ALADIM E A LÂMPADA MARAVILHOSA

Nome: ALADIM E A LÂMPADA MARAVILHOSA 1 o ano Ensino Fundamental Data: / / Nome: Com ajuda de sua professora, leia este texto. ALADIM E A LÂMPADA MARAVILHOSA Longe, muito longe, num reino perto da China, viviam Aladim e a mãe dele. Um dia,

Leia mais

PETRA NASCEU COMO TODAS AS CRIANÇAS. ERA UMA

PETRA NASCEU COMO TODAS AS CRIANÇAS. ERA UMA A menina PETRA NASCEU COMO TODAS AS CRIANÇAS. ERA UMA menina alegre e muito curiosa. O que a diferenciava das outras crianças é que desde muito pequenina ela passava horas na Floresta do Sol conversando

Leia mais

AS PERSONAGENS DO SÍTIO DO PICAPAU AMARELO NA CIDADE

AS PERSONAGENS DO SÍTIO DO PICAPAU AMARELO NA CIDADE AS PERSONAGENS DO SÍTIO DO PICAPAU AMARELO NA CIDADE 4º ano F AUTORES: Enzo Lucas Maria Luiza Prates Mariana Rafaella Spera Vinicíus 4º ano F ILUSTRAÇÕES DA INTERNET EDITORA: CJSP Um dia como outro qualquer

Leia mais

Questão 01 No trecho (...) o triste burro foi unanimamente eleito... (linha 24), a palavra grifada nos indica o que?

Questão 01 No trecho (...) o triste burro foi unanimamente eleito... (linha 24), a palavra grifada nos indica o que? NOME: DATA: TURMA: PROFESSOR (A): TRABALHO DE RECUPERAÇÃO 1 TRIMESTRE LÍNGUA PORTUGUESA NOTA: ANIMAIS E A PESTE Em certo ano terrível de peste entre os animais, o leão, mais apreensivo, consultou um macaco

Leia mais

Lilico, Coelho. Atrapalhado. Matias Miranda

Lilico, Coelho. Atrapalhado. Matias Miranda Matias Miranda Lilico, Um Coelho Atrapalhado Matias Miranda Dedico este livro a você que esta lendo. Jesus te ama e eu também! Lilico era um coelho muito atrapalhado que vivia com sua mãe, seu pai e seus

Leia mais

O CRUZAMENTO DE IDÉIAS E ANALOGIAS ENTRE VIRGÍNIA WOOLF E CLARICE LISPECTOR

O CRUZAMENTO DE IDÉIAS E ANALOGIAS ENTRE VIRGÍNIA WOOLF E CLARICE LISPECTOR O CRUZAMENTO DE IDÉIAS E ANALOGIAS ENTRE VIRGÍNIA WOOLF E CLARICE LISPECTOR PATRÍCIA SCARABOTTO NASRALLA. Resumo Ao ler Clarice Lispector nota se, claramente, seu caráter intimista não linear de escrever

Leia mais

PSY: Você também tratou muito dela quando viviam as duas. A: Depois não percebe que tem de ir apresentável! Só faz o que lhe apetece!

PSY: Você também tratou muito dela quando viviam as duas. A: Depois não percebe que tem de ir apresentável! Só faz o que lhe apetece! Anexo 3 SESSÃO CLÍNICA - A PSY: Então como tem andado? A:Bem. Fomos as três a Fátima, foi giro. Correu bem, gosto de ir lá. Tirando a parte de me chatear com a minha irmã, mas isso já é normal. Anda sempre

Leia mais

BRUNA RAFAELA. EDITORA BPA Biblioteca Popular de Afogados. Creative Commons

BRUNA RAFAELA. EDITORA BPA Biblioteca Popular de Afogados. Creative Commons BRUNA RAFAELA EDITORA BPA Biblioteca Popular de Afogados Creative Commons Texto e Pesquisa de imagens de Bruna Rafaela A DESCOBERTA DE ISABELA Livros são para ler e guardar. Filhos são para ter e amar..

Leia mais

COLÉGIO 7 DE SETEMBRO FUNDADOR PROF. EDILSON BRASIL SOÁREZ. O Colégio que ensina o aluno a estudar. ALUNO(A): TURMA: Língua Portuguesa.

COLÉGIO 7 DE SETEMBRO FUNDADOR PROF. EDILSON BRASIL SOÁREZ. O Colégio que ensina o aluno a estudar. ALUNO(A): TURMA: Língua Portuguesa. FUNDADOR PROF. EDILSON BRASIL SOÁREZ 2011 O Colégio que ensina o aluno a estudar. APICE 4 o Ano Ensino Fundamental I a7 [1 a VG] ALUNO(A): TURMA: Língua Portuguesa Você está recebendo o APICE (Atividade

Leia mais

A Professora de Horizontologia

A Professora de Horizontologia A Professora de Horizontologia Já tinha parado a chuva e Clara Luz estava louca que a Gota voltasse. Felizmente a Fada-Mãe veio com uma novidade: Minha filha, hoje vem uma professora nova. Você vai ter

Leia mais

Tempo Caracteriza o desencadear dos fatos. Tempo cronológico ou tempo da história - determinado pela sucessão cronológica dos acontecimentos

Tempo Caracteriza o desencadear dos fatos. Tempo cronológico ou tempo da história - determinado pela sucessão cronológica dos acontecimentos Tempo Caracteriza o desencadear dos fatos. Tempo cronológico ou tempo da história - determinado pela sucessão cronológica dos acontecimentos narrados. Tempo histórico - refere-se à época ou momento histórico

Leia mais

O Amor se resume em se sentir bem, especial, incrivelmente Feliz. Um estado espiritual destinado a trazer muitas coisas boas. As vezes ele existe em

O Amor se resume em se sentir bem, especial, incrivelmente Feliz. Um estado espiritual destinado a trazer muitas coisas boas. As vezes ele existe em O Amor O Amor se resume em se sentir bem, especial, incrivelmente Feliz. Um estado espiritual destinado a trazer muitas coisas boas. As vezes ele existe em ter alguém por perto ou fazer algo que goste.

Leia mais

a) Pelo resultado dos exames, os alunos da minha sala foram considerados brilhantes. b) O almoço do dia dos pais na casa de meu avô estava delicioso.

a) Pelo resultado dos exames, os alunos da minha sala foram considerados brilhantes. b) O almoço do dia dos pais na casa de meu avô estava delicioso. 5. A ANÁLISE DOS FATOS 1. Nos parágrafos a seguir há algumas falas de personagens que deveriam estar destacadas. Identifique essas falas e destaque-as com aspas. 2. Identifique os substantivos a que se

Leia mais

Colégio Santa Dorotéia Área de Códigos e Linguagens Disciplina: Língua Portuguesa Ano: 7 o Ensino Fundamental Professoras: Lívia e Nívia

Colégio Santa Dorotéia Área de Códigos e Linguagens Disciplina: Língua Portuguesa Ano: 7 o Ensino Fundamental Professoras: Lívia e Nívia Colégio Santa Dorotéia Área de Códigos e Linguagens Disciplina: Língua Portuguesa Ano: 7 o Ensino Fundamental Professoras: Lívia e Nívia Língua Portuguesa Atividades para Estudos Autônomos Data: 6 / 3

Leia mais

5º ano. Atividade de Estudo de Português - 21/10/2016

5º ano. Atividade de Estudo de Português - 21/10/2016 4 Atividade de Estudo de Português - 21/10/2016 5º ano Leia o texto abaixo, em seguida responda. PECHADA O apelido foi instantâneo. No primeiro dia de aula, o aluno novo já estava sendo chamado de Gaúcho.

Leia mais

Capítulo 1 - O vencedor

Capítulo 1 - O vencedor SOCIEDADE MINEIRA DE CULTURA Mantenedora da PUC Minas e do COLÉGIO SANTA MARIA UNIDADE: DATA: 01 / 12 / 2015 III ETAPA AVALIAÇÃO ESPECIAL DE LÍNGUA PORTUGUESA 9.º ANO/EF ALUNO(A): N.º: TURMA: PROFESSOR(A):

Leia mais

LÍNGUA PORTUGUESA 6 ANO ENSINO FUNDAMENTAL PROF.ª DINANCI SILVA PROF. MARIO PAIXÃO

LÍNGUA PORTUGUESA 6 ANO ENSINO FUNDAMENTAL PROF.ª DINANCI SILVA PROF. MARIO PAIXÃO LÍNGUA PORTUGUESA 6 ANO ENSINO FUNDAMENTAL PROF.ª DINANCI SILVA PROF. MARIO PAIXÃO CONTEÚDOS E HABILIDADES Unidade II Cultura: a pluralidade na expressão humana. 2 CONTEÚDOS E HABILIDADES Aula 11.1 Conteúdos

Leia mais

COLÉGIOO NOSSA SENHORA DE SION. O reizinho mandão

COLÉGIOO NOSSA SENHORA DE SION. O reizinho mandão COLÉGIOO NOSSA SENHORA DE SION Troca do livro Segunda-feira Curitiba, 5 de maio de 2014. Leia o texto abaixo: Lições de Língua Portuguesa, História e Vivência Religiosa- 4º ano Eu vou contar pra vocês

Leia mais

LÍNGUA PORTUGUESA I EMI 1º ANO. Prof. Andriza

LÍNGUA PORTUGUESA I EMI 1º ANO. Prof. Andriza LÍNGUA PORTUGUESA I EMI 1º ANO Prof. Andriza [email protected] Ementa da disciplina: Revisão da gramática aplicada ao texto oral e escrito: Fonética; regras de acentuação, ortografia (Novo

Leia mais

Colégio Santa Dorotéia

Colégio Santa Dorotéia Colégio Santa Dorotéia Tema Transversal: Cultivar e guardar a Criação Disciplina: Língua Portuguesa / ESTUDOS AUTÔNOMOS Ano: 5º - Ensino Fundamental Aluno(a): N o : Turma: Professora: Data: 10 / 3 / 2017

Leia mais

Textos e ilustrações dos alunos do 3º ano 1 de junho de 2017 Dia da Criança

Textos e ilustrações dos alunos do 3º ano 1 de junho de 2017 Dia da Criança Tempo para ser criança e ser feliz Textos e ilustrações dos alunos do 3º ano 1 de junho de 2017 Dia da Criança Ser criança e ser feliz Ser criança é uma das virtudes do homem Podem fazer-se coisas que

Leia mais

Deixo meus olhos Falar

Deixo meus olhos Falar Tânia Abrão Deixo meus olhos Falar 1º Edição Maio de 2013 WWW.perse.com.br 1 Tânia Abrão Biografia Tânia Abrão Mendes da Silva Email: [email protected] Filha de Benedito Abrão e Ivanir Abrão

Leia mais

Eu queria desejar a você toda a felicidade do mundo e Obrigado, vô.

Eu queria desejar a você toda a felicidade do mundo e Obrigado, vô. Parabéns para o Dan Tocou o telefone lá em casa. Meu pai atendeu na sala. Alô. Meu avô, pai do meu pai, do outro lado da linha, fez voz de quem não gostou da surpresa. Eu liguei pra dar parabéns ao Dan.

Leia mais

Escrita e ilustrada pelos alunos da Escola Básica do Primeiro Ciclo da Benquerença Ano Lectivo 2008/2009

Escrita e ilustrada pelos alunos da Escola Básica do Primeiro Ciclo da Benquerença Ano Lectivo 2008/2009 A Família Desaparecida Escrita e ilustrada pelos alunos da Escola Básica do Primeiro Ciclo da Benquerença Ano Lectivo 2008/2009 NUMA BELA MANHÃ DE PRIMAVERA, UM MENINO CAMI NHAVA JUNTO A UM RIO E OLHAVA

Leia mais

O Despertar da Felicidade

O Despertar da Felicidade Luciana Mutarelli O Despertar da Felicidade Copyright 2013 by Luciana Mutarelli. Prólogo O que é a Felicidade? Todos nós, em algum momento da vida, já a sentimos. A felicidade é algo que não podemos definir

Leia mais

PRESENTE DE DEUS "UM VERDADEIRO AMOR"

PRESENTE DE DEUS UM VERDADEIRO AMOR PRESENTE DE DEUS "UM VERDADEIRO AMOR" RAILDA DOS SANTOS CHAGAS CARVALHO Imagens Imagem capa Livro retirada site: ultradownloads.com.br Digitação Railda dos Santos Chagas Carvalho Respeite o Direito Autoral

Leia mais