DECRETO Nº , DE
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- Raphaella Carlos Dreer
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1 DECRETO Nº , DE DOE Declara as espécies da flora nativa ameaçadas de extinção no listado tio Rio Cirande do Sul. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL no uso das atribuições que lhe confere o art. 82. incisos V e VII, da Constituição do Estado, em cumprimento ao disposto nos artigos 154 a 164 da Lei n" de 3 de agosto de e considerando que todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e de preservá-lo para as presentes e futuras gerações, conforme determina o art. 225 da Constituição Federal; considerando que compete ao Estado do Rio Grande do Sul legislar concorrentemente sobre florestas, caça, fauna, conservação da natureza, defesa do solo c dos recursos naturais e proteção do meio ambiente, de acordo com art. 24, VI, da Constituição Federal c Lei Complementar Federal n 140, 8 de dezembro de 2011; considerando que a Convenção para Proteção da Flora, da Fauna e das Belezas Cênicas dos Países da América, firmada na União Pan-americana. Washington, cm 12 de outubro de 1940, da qual o Brasil é signatário, c cujo texto aprovado pelo Decreto Legislativo n 3 de 13 de fevereiro de 1948, e promulgado por meio do Decreto Federal n" de 23 de março de determina proteção total às espécies reconhecidamente ameaçadas de extinção: considerando que a Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Flora da Fauna Selvagens em Perigo de Extinção - CITES, firmada em Washington, em 3 de março de 1973 da qual o Brasil é signatário, cujo texto foi aprovado pelo Decreto legislativo n 54, de 12 de fevereiro de 1975, e promulgado pelo Decreto Federal n de 17 de novembro de 1975, retificado pelo Decreto Federal n de 7 de março de 1986 reconhece que a fauna e a flora selvagens constituem em suas numerosas, belas e variadas formas um elemento insubstituível dos sistemas naturais da
2 terra que deve ser protegido pelas presentes c futuras gerações c que os Estados são e devem continuar sendo os seus melhores protetores; considerando que a Convenção sobre a Diversidade Biológica, firmada por 156 países cm 5 de junho de 1992, no Rio de Janeiro, no chamado Encontro da Terra, da qual o Brasil é signatário, e cujos termos foram aprovados pelo Decreto Legislativo n" 02, de 3 de dezembro de e promulgado pelo Decreto Federal nº 2.519, de 16 de março de 1998 consciente do valor intrínseco da diversidade biológica, além dos valores ecológico, genético, social, econômico, cientifico, educacional, cultural, recreativo e estético da diversidade biológica, bem como de sua importância para a evolução e a manutenção dos sistemas necessários à vida da biosfera, reconhece a biodiversidade corno sendo uma preocupação comum de toda humanidade, reafirmando que os Estados são responsáveis por sua conservação e utilização sustentável para benefício das gerações presentes e futuras; considerando o disposto no art. 35 da Lei n de 21 de janeiro dc 1992 e alterações, que instituiu o Código Florestal do Estado do Rio Grande do Sul, e dá ao Órgão Florestal competente a incumbência dc divulgar relatório anual e atualizado das espécies raras ou endêmicas c ameaçadas de extinção; considerando que é incumbência do Estado proteger a flora, sendo vedadas as práticas que provoquem a extinção de espécies, conforme artigo º, VII, da Constituição do Estado; considerando a Lei n I 1.520/00. que instituiu o Código Estadual do Meio Ambiente, e cm seu art. 160 prevê a confecção e manutenção do cadastro da flora, em especial das espécies nativas ameaçadas de extinção; considerando a Portaria n 43, de 31 de janeiro de 2014 do Ministério do Meio Ambiente, que institui o Programa Nacional de Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção - Pró-Espécies, e normaliza os critérios a serem utilizados na confecção de listas dc espécies ameaçadas; considerando a Portaria SEMA 97. dc 27 de novembro dc 2012, que nomeou a Comissão Técnica para Reavaliação da Lista Oficial da Flora Nativa Ameaçada de Extinção no Estado do Rio Grande do Sul; c
3 considerando, ainda, a necessidade do conhecimento e da preleção das espécies da flora nativa ameaçadas dc extinção no Estado do Rio Grande do Sul, DECRETA: Art. 1º Ficam declaradas como espécies da flora nativa ameaçadas de extinção no Estado do Rio Grande do Sul as constantes do Anexo I deste Decreto. Art. 2º São reconhecidas como espécies extintas/regionalmente extintas, quase ameaçadas de extinção e com dados insuficientes no território estadual as constantes dos Anexos II, III e IV deste Decreto, respectivamente. Art. 3º Para efeitos deste Decreto entende-se por: 1 - Táxon; qualquer unidade taxonômica reconhecida pelo Código Internacional dc Nomenclatura Botânica, sem especificação de categoria, podendo ser gênero, espécie, ou subespécie: II - Extinto - EX; quando não restam quaisquer dúvidas de que o último indivíduo da espécie tenha desaparecido; III - Regionalmente Extinto - RE: quando após exaustivos levantamentos em "habitais" conhecidos e potenciais ao longo dc sua área originai dc ocorrência, não há registro ou comprovação dc ocorrência do táxon; IV - Criticamente em Perigo - CR; quando as melhores evidências disponíveis indicam que se atingiu qualquer um dos critérios quantitativos para Criticamente em Perigo, e por isso se considera que a espécie está enfrentando um risco extremamente alto de extinção na natureza; V - Em Perigo - EN: quando as melhores evidências disponíveis indicam que se atingiu qualquer um dos critérios quantitativos para em Perigo, c por isso se considera que a espécie está enfrentando um risco muito alto de extinção na natureza; VI - Vulnerável - VU; quando as melhores evidencias disponíveis indicam que se atingiu qualquer um dos critérios quantitativos para Vulnerável, e por isso se considera que a espécie está enfrentando um risco alto de extinção na natureza;
4 VII - Quase Ameaçada - NT: quando, ao ser avaliado petos critérios, o táxon não se qualifica atualmente como CR, EN ou VU mas se aproxima dos limites quantitativos dos critérios, sendo provável que venha a se enquadrar em uma categoria de ameaça num futuro próximo; e VIII - Dados Insuficientes - DD quando não há informação adequada sobre as espécies para fazer uma avaliação direta ou indireta do seu risco de extinção, com base na sua distribuição e/ou no seu estado populacional. Art. 4º A reavaliação da lista ficará sob a responsabilidade da Secretaria do Meio Ambiente, a qual a cada quatro anos, após consulta á Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul FZB- às universidades e às instituições de pesquisa cm biodiversidade constituirá Comissão Técnica formada por renomados especialistas em flora, com conhecimento e experiência dc campo no Estado do Rio Grande do Sul, para, sob a coordenação da Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul: I - definir o roteiro metodológico a ser adotado na revisão da lista, garantindo o aprimoramento dos procedimentos e mantendo critérios técnico-científico compatíveis com os padrões internacionalmente reconhecidos; II - coordenar tecnicamente o processo de reavaliação do estado dc conservação das espécies da flora do Estado do Rio Grande do Sul; III - manter a base de dados atualizada com informações relevantes à avaliação do estado dc conservação das espécies, tais como a localização c o mapeamento dos registros, a ocorrência em Unidades de Conservação, principais ameaças e ações dc conservação recomendadas. Art. 5 A Secretaria de Meio Ambiente poderá, após ouvida a FZB, autorizar em caráter excepcional, a coleta de espécies ameaçadas dc extinção com fins científicos e/ou formação de banco de germoplasma. 1º O material coletado deverá, ao final da pesquisa, permanecer no território nacional sendo destinado a integrar coleções científicas de instituições de pesquisa do Estado.
5 2 A autorização para coleta de material dc espécies da categoria Criticamente Ameaçada só poderá ser emitida para Planos dc Ação que se destinem a sua recuperação na natureza. Art. 6] O Órgão Ambiental licenciador. mediante decisão fundamentada, poderá condicionar a licenciamento dc atividades à prévia avaliação de impactos ambientais que comprove que não redundem cm ameaça adicional às espécies listadas neste Decreto. Art. 7 Compete à Secretaria do Meio Ambiente: I - estabelecer medidas urgentes para a conservação das espécies constantes dos Anexos deste Decreto, em especial as das categorias CP e EP, promovendo a articulação de ações com institutos de pesquisa, com universidades, com órgãos estadual e federal que tenham por objetivo a investigação cientifica c a execução de programas de pesquisa, dc proteção, de preservação e de conservação da biodiversidade; II - dar ampla publicidade às listas publicadas cm anexo, promovendo a sita divulgação junto às instituições afetas ao tema da conservação da natureza e à população em geral; III estimular a elaboração dc políticas integradas de controle c de fiscalização ambiental, incluindo as esferas municipal e federal, no sentido de monitorar e de coibir o tráfico e a extração ilegal dc espécies da flora nativa ameaçada; IV - enviar ao Centro Nacional de Conservação da Flora - CNCFIora a lista constante nos Anexos deste Decreto, para auxiliar nas futuras revisões da Lista Oficial dc Espécies Ameaçadas de Extinção da Flora Brasileira. Art. 8 Este Decreto entra cm vigor na data dc sua publicação, ficando revogado o Decreto n , dc 31 de dezembro de PAIÁCIO PIRATINI, em Porto Alegre. 19 de dezembro de TARSO GENRO GOVERNADOR DO ESTADO
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