REGULAMENTO INTERNO

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1 REGULAMENTO INTERNO

2 ÍNDÍCE Preâmbulo... 3 Artigo 1º Reuniões de Direção/Animação do Agrupamento Artigo 2º Frequência das Reuniões de Direcção... 4 Artigo 3º Conselho de Agrupamento... 4 Artigo 4º Horário e Local das Actividades... 5 Artigo 5º Participação na Eucaristia... 6 Artigo 6º Planos de Actividades das Secções... 6 Artigo 7º Relatórios de Actividades... 7 Artigo 8º Fichas de Matrícula... 7 Artigo 9º Actividades de Dirigentes e Responsáveis de Unidade... 8 Artigo 10º Bebidas Alcoólicas e Tabaco... 8 Artigo 11º Secretaria de Agrupamento Artigo 12º Material das Secções e do Agrupamento... 9 Artigo 13º Sede do Agrupamento Artigo 14º Insígnias de Progresso, Ligação, Noites de Campo, Competências e Especialidades Artigo 15º Espaços das Secções Covil Cabana Abrigo Albergue Artigo 16º Actividades Financeiras Artigo 17º Cotas de Agrupamento Artigo 18º Fichas de Saúde e Fotocópias de Cartões de Saúde Artigo 19º Apoios Financeiros Artigo 20º Formação de Dirigentes Artigo 21º Faltas Artigo 22º Acumulação de Faltas Artigo 23º Uniforme e Postura Artigo 24º Utilização de Tecnologias de Informação no Agrupamento Artigo 25º Alterações ao Regulamento Interno do Agrupamento Página 2 de 16

3 Preâmbulo O presente Regulamento Interno tem como finalidade dotar o Agrupamento 1156 Rio de Loba do Corpo Nacional de Escutas Escutismo Católico da Região de Viseu de um instrumento capaz de regular o seu normal funcionamento, bem como reunir um conjunto de normas que se encontravam enraizadas localmente sem suporte escrito, de acordo com os restantes actos normativos do CNE. Página 3 de 16

4 Artigo 1º Reuniões de Direção/Animação do Agrupamento 1156 a) As Reuniões de Direcção visam a decisão de toda a vida do Agrupamento 1156 b) Como é determinado no Regulamento Geral do CNE, nas Reuniões de Direcção participam todos os membros da Direcção do Agrupamento, a saber: Assistente de Agrupamento, Chefe de Agrupamento, Chefe de Agrupamento Adjunto, Secretário de Agrupamento, Tesoureiro de Agrupamento e o Chefe de Unidade de cada Secção em actividade no Agrupamento. c) Poderão participar nas Reuniões de Direcção, os respectivos elementos das Equipas de Animação, tendo estes um papel consultivo nas decisões da vida do Agrupamento Artigo 2º Frequência das Reuniões de Direcção a) Tanto quanto possível a Direcção deve reunir mensalmente sendo a sua função a regulamentada no Regulamento Geral do CNE. b) Fica estipulado que a Direcção reunirá no primeiro sábado de cada mês, após a Eucaristia. c) Em casos excepcionais esta frequência pode ser alterada, sendo esta decisão tomada na Reunião de Direcção anterior. Artigo 3º Conselho de Agrupamento a) O Conselho de Agrupamento é marcado e orientado de acordo com o Regulamento Geral do CNE. b) No Conselho de Agrupamento participam com voto deliberativo os Caminheiros e Dirigentes investidos e respectivos membros das Equipas de Animação (tendo estes, um papel consultivo). Página 4 de 16

5 Artigo 4º Horário e Local das Actividades a) As reuniões das Secções decorrerão aos Domingos de manhã das 9.00 horas às horas, na Sede do Agrupamento 1156, seguidas da participação de todo o efectivo do Agrupamento na Eucaristia que é realizada na Igreja Paroquial de Rio de Loba. b) Nos primeiros sábados de cada mês, os escuteiros do Agrupamento 1156, participarão na Eucaristia vespertina, assim no primeiro domingo da cada mês as reuniões de secções decorrerão na parte da manhã das 9.00 horas às horas, na Sede do Agrupamento c) Fica ao critério de cada Equipa de Animação a realização de actividades fora da sede (acampamentos, acantonamentos ou saídas de dia inteiro), desde que estejam previstas no plano anual da respectiva Secção, devendo igualmente ser informado o Chefe de Agrupamento do local dessas actividades, a data e duração das mesmas. d) A Direcção reserva- se ao direito de cancelar ou adiar a realização dessas actividades, se entender que existem motivos de força maior, sendo que a decisão poderá ser justificada à luz dos Princípios e Lei do Escutismo e ainda por opções estratégicas ao funcionamento do Agrupamento 1156 e dos seus objectivos anuais. e) É da responsabilidade de cada chefe de unidade, a entrega e recolha das autorizações para as atividades, quer de agrupamento, regionais, nacionais ou outras, fazendo chegar à direcção de agrupamento o impresso próprio para esse fim disponível no site do agrupamento. f) É da responsabilidade de ainda às Equipas de Animação decidirem da participação ou não da Unidade/Patrulhas/Equipas ou Elementos em Actividades Nacionais, Regionais ou Inter- Agrupamentos. g) A decisão de participação em actividades Internacionais será sempre avaliada pela Direcção do Agrupamento por proposta das Equipas de Animação. h) Qualquer elemento do Agrupamento 1156 que queira participar a nível individual em acções ou actividades a nível Nacional, Regional, Núcleo ou Inter- agrupamentos deve comunicar à Direcção de Agrupamento, através do seu Responsável de Unidade, para ser analisado e ter o respectivo aval, cabendo igualmente também à Direcção de Agrupamento analisar se todos os escuteiros merecem participar nas actividades desenvolvidas no Agrupamento ou de outro âmbito escutista. i) Qualquer participação de um membro do Agrupamento 1156 em actividades extra Agrupamento, sem a respectiva autorização por parte do seu Chefe de Unidade ou Chefe de Página 5 de 16

6 Agrupamento, na ausência do mesmo, será alvo de avaliação de conduta por parte do Conselho de Agrupamento, sendo aplicado igualmente o Regulamento de Justiça do CNE. j) A não comunicação desta intenção, implica a que o Agrupamento 1156, em caso de acidente, não assuma a responsabilidade do mesmo e que a Direcção do Agrupamento aplique o Regulamento de Justiça e Disciplina. k) Em caso do Escuteiro ser menor de idade é sempre comunicada a situação ao seu Encarregado de Educação. Artigo 5º Participação na Eucaristia a) O Agrupamento é membro do Corpo Nacional de Escutas e como tal Movimento da Igreja Católica Portuguesa. b) A Eucaristia vespertina dos primeiros Sábados é a denominada Eucaristia de Agrupamento, com responsabilidade de animação por parte do mesmo, pelo que é obrigatória a presença e participação de todos os membros do Agrupamento c) A não participação de um membro do Agrupamento nesta mesma Eucaristia contará como falta de presença, salvo nas situações previstas e devidamente justificadas junto da Direcção de Agrupamento e/ou das Equipas de Animação. d) A não presença na Eucaristia de Agrupamento, implicará esse mesmo elemento à não participação nas atividades desse fim de semana, salvo justificação e/ou autorização do chefe de unidade. Artigo 6º Planos de Actividades das Secções a) Cada Equipa de Animação é responsável por elaborar no início de cada ano Escutista o Plano de Actividades da sua Secção, que deverá ser entregue, até um mês depois da data de inicio das actividades do ano escutista, ao Chefe de Agrupamento ou em reunião de Direcção de Agrupamento. b) Este Plano de Actividades deve respeitar o Plano de Actividades do Agrupamento aprovado em Conselho de Agrupamento, bem como o tema anual do Agrupamento. Página 6 de 16

7 Artigo 7º Relatórios de Actividades a) Cada Equipa de Animação é responsável pela elaboração da Ficha de Actividade realizada pela sua Unidade. Nessa ficha devem constar os nomes dos participantes, o local da actividade e a data em que foi realizada, entre outros (ver anexo I). b) O objectivo da realização de uma Ficha de Actividade é dotar o Agrupamento de uma Base de Dados de Locais para actividades, que permita a qualquer membro das Equipas de Animação estar informado sobre o cada Secção fez, tirar ideias para actividades e/ou de locais para actividades. c) A Ficha de Actividade deve ser entregue à Direcção do Agrupamento, no máximo até ao início da actividade seguinte, sendo depois arquivada no dossier de cada Secção (em suporte informático). d) A Direcção do Agrupamento é responsável pela elaboração dos relatórios dos Acampamentos de Agrupamento sendo os mesmos posteriormente arquivados nos dossiers de todas as Secções. e) A Ficha de Actividade deve de ser igualmente entendida como um registo histórico da vida e existência do Agrupamento 1156, bem como testemunho do Escutismo em Rio de Loba. Artigo 8º Fichas de Matrícula a) Cada Equipa de Animação é responsável pelo preenchimento das Folhas de Matrícula de cada elemento, fazendo chegar as mesmas à direcção do Agrupamento. b) É da responsabilidade da direcção do Agrupamento o registo das Folhas de Matricula no SIIE (Sistema Integrado de Informação Escutista). c) É da responsabilidade de cada chefe de unidade ou equipa de animação manter atualizado no SIIE a vida escutista de cada elemento. d) A Folha de Matricula a ser entregue à direcção, deve- se fazer acompanhar pela fotocópia do BI (Bilhete de Identidade) ou do CC (Cartão de Cidadão). Página 7 de 16

8 Artigo 9º Actividades de Dirigentes e Responsáveis de Unidade a) No Plano Anual devem ser contempladas as actividades de Dirigentes, que são designadas por INDABAS. Nessa actividade participarão os elementos que fazem parte da Direcção e das Equipas de Animação. b) A realização dos INDABAS visam como objectivo principal preparar o ano escutista e elaborar o Plano de Acção Local do Agrupamento c) Relativamente ao INDABA Regional, é aconselhável participar todos os dirigentes do Agrupamento Artigo 10º Bebidas Alcoólicas e Tabaco a) É expressamente proibida o consumo de bebidas alcoólicas a Lobitos, Exploradores ou Pioneiros. b) Os Caminheiros e Dirigentes estão igualmente proibidos de consumir bebidas alcoólicas no horário normal das actividades e reuniões de Unidades. c) Excepções: a. É permitido o consumo social a Dirigentes e Caminheiros, durante as refeições e no decorrer de iniciativas do Agrupamento ou em representação do mesmo, onde não estejam presentes elementos das Secções, indicadas na alínea a) do presente artigo, atendendo e agindo sempre de acordo com o exigido na situação do momento. b. Nas actividades de Agrupamento em que é patente a confraternização com pais, demais responsáveis de educação e convidados, é igualmente permitido o consumo social de álcool, novamente atendendo e agindo sempre de acordo com o exigido na situação do momento. d) Qualquer omissão no presente artigo será sempre avaliada e decidida pela Direcção de Agrupamento. e) Em qualquer situação em que seja verificado um excesso e abuso no consumo de álcool, qualquer membro da Direcção ou responsável de Secção, deverá intervir no intuito de repor e manter o regular funcionamento do Agrupamento ou iniciativas que decorram na sede. f) É igualmente proibida a permanência na Sede de pessoas visivelmente embriagadas. g) Não serão permitidos ou admitidos comportamentos abusivos e claramente prejudiciais à imagem do Agrupamento e do Movimento, numa clara violação aos Princípios e Lei Escutista, dentro da sede ou em actividades onde os seus elementos se encontrem a participar. Página 8 de 16

9 h) Qualquer situação referida na alínea g) detectada deve ser participada à Direcção de Agrupamento, em que os envolvidos serão alvo de processo de averiguações e em última estancia à instauração de um processo disciplinar, à luz dos Princípios e Lei do Escutismo, de acordo com o Regulamento Disciplinar do CNE. i) Não é permitido a nenhum elemento do Agrupamento fumar em Actividades, na presença dos elementos que constituem as Secções, nomeadamente Lobitos, Exploradores, Pioneiros e Caminheiros. j) Nos casos onde sejam detectadas infracções por menores de idade, no consumo de álcool e tabaco, será sempre efectuada uma participação ao seu Encarregado de Educação, sobre o consumo verificado, pelo que o seu consenso ou autorização por parte do mesmo, não é razão para não ser cumprido o expresso no presente artigo ou à abertura de processo de averiguações no sentido de apurar comportamentos menos dignos da conduta Escutista. Artigo 11º Secretaria de Agrupamento 1156 a) A secretaria é um espaço restrito, onde só poderão permanecer os membros da Direcção e elementos das equipas de Animação que estejam a tratar de assuntos do Agrupamento. b) Os escuteiros e respectivos Encarregados de Educação só poderão permanecer o tempo necessário na Secretaria de Agrupamento, para tratar de assuntos relacionados com a vida do Agrupamento, não sendo este um espaço de permanência ou convívio. Artigo 12º Material das Secções e do Agrupamento a) O material do Agrupamento e das Secções é guardado todo no mesmo espaço designado por: Depósito de Material. b) O acesso a Lobitos, Exploradores e Pioneiros deve ser sempre acompanhado por um elemento da Chefia/animador da Unidade. c) Existe uma lista de todo o material do Agrupamento e da sua divisão pelas Secções. d) Algum material, por falta de espaço, poderá ficar nas salas de cada Secção. e) Cada Secção só pode levar para as actividades o material que lhe pertença e eventualmente algum do material do Agrupamento, desde que efectue um requerimento (Anexo II). Página 9 de 16

10 f) Em caso de necessidade de utilização de material de outra Secção, o Chefe de Unidade deve requerer junto ao Chefe de Unidade da outra Secção. g) Cada Equipa de Animação é responsável pelo material que levar para as actividades sendo que lhe cabe a tarefa de lhe ir dando manutenção. Tem ainda a responsabilidade de zelar para que não se danifique e perca material. h) À Direcção do Agrupamento cabe a elaboração da lista de material e a compra de novo material, sempre que solicitado por uma das Equipas de Animação, no entanto reserva- se o direito de optar ou não, em determinado momento pela compra desse mesmo material. Artigo 13º Sede do Agrupamento 1156 a) A sede do Agrupamento 1156 de Rio de Loba está disponível para nela serem realizadas actividades de âmbito Escutista, (encontros, reuniões, ateliers, etc ) de nível Nacional, Regional, Núcleo e outros, sendo necessária a sua solicitação antecipada. Estas iniciativas antes de serem marcadas devem ser comunicadas ao Chefe de Agrupamento ou aprovadas em Direcção de Agrupamento atempadamente, a fim de ver a agenda de Agrupamento, e possível agendamento. Artigo 14º Insígnias de Progresso, Ligação, Noites de Campo, Competências e Especialidades a) As insígnias de Progresso, Ligação, Noites de Campo, Competências e Especialidades, são entregues pelo Agrupamento aos elementos que as tenham conquistado. b) A sua aquisição compete à Direcção do Agrupamento e a sua entrega compete à Equipa de Animação da Secção respectiva. c) Deve ser observada alguma solenidade na entrega destas insígnias. Página 10 de 16

11 Artigo 15º Espaços das Secções Covil Cabana Abrigo Albergue a) Estando a sede dotada de infra- estruturas para todas as secções, as actividades de Domingo denominadas Reuniões de Secção, devem de ser efectuadas dentro dos espaços das mesmas. b) Todas as outras actividades, como por exemplo: jogos, pioneirismo, atelier, etc poderão ser efectuadas na área exterior da sede caso o tempo o permita ou no Salão Polivalente tendo em conta de não prejudicar o bom funcionamento das outras secções. c) A Sala de Reuniões de Dirigentes e elementos das Equipas de Animação, é para uso exclusivo dos mesmos, salvo raras excepções. Artigo 16º Actividades Financeiras a) Todas as campanhas financeiras do Agrupamento e das Unidades devem de estar previstas no Plano Anual do Agrupamento e das Unidades, para serem apreciadas em Reunião de Direcção, a fim de serem analisadas, definir prioridades e calendarização para não existirem sobreposições de iniciativas ou esgotamento do público- alvo. b) Não deve ser, em caso algum, promovida uma Campanha Financeira de Secção/Bando/Patrulha e Equipa, sem o respectivo conhecimento e respectiva autorização por parte da Direcção de Agrupamento, cabendo à mesma a autorização da sua realização ou não. Artigo 17º Cotas de Agrupamento a) Todos os associados têm de pagar cotas. b) O valor das mesmas e o prazo de pagamento é efectuado até ao dia 15 de Janeiro do ano de entrega dos censos. c) O valor e prazo referido em b), aplica- se a todos os elementos que já estavam inscritos no Agrupamento no ano anterior. Página 11 de 16

12 d) A falta de pagamento até à data indicada em b), implica a não inscrição nos censos, e não participação em actividades de Agrupamento/Regional/Nacional até regularização da sua situação irregular. e) No caso de em Conselho de Agrupamento não se ter definido um valor para as cotas desse ano, durante o mesmo vigoram os valores do ano anterior. f) Os elementos que não cumpram o prazo limite de pagamento das cotas terão de as pagar juntamente com uma multa de g) Em casos extremos podem ser impedidos de se inscreverem no ano Escutista. h) Excepções: 1 - Os elementos novos que entrarem para o Agrupamento ao longo do ano pagarão o mesmo valor estipulado para os outros elementos. No entanto estes elementos só poderão ser inscritos, depois de pagarem as cotas pelo que não podem participar em qualquer actividade sem que regularizem primeiro a sua situação (seguro escutista). 2 - Os Dirigentes e elementos das equipas de animação pagarão a assinatura da Flor- de- Lis sendo o restante valor das cotas referentes aos censos suportado pelo Agrupamento. Artigo 18º Fichas de Saúde e Fotocópias de Cartões de Saúde a) É obrigatório que todos os elementos tenham em dia a Ficha de Saúde, que tem um modelo próprio. b) A Ficha de Saúde deverá estar na posse do Chefe de Unidade juntamente com uma fotocópia do Bilhete de Identidade (Cédula Pessoal ou B.I. para os Lobitos) e do Cartão de Saúde. c) O não preenchimento desta Ficha de Saúde ou a não entrega destas fotocópias impede a participação de qualquer elemento em todas as actividades que se realizem fora da sede. d) Os Chefes de Unidade (ou alguém por eles nomeado em caso de ausência) são responsáveis pela presença destas Fichas de Saúde em todas as actividades que se realizem fora da sede bem, como das fotocópias dos cartões. Página 12 de 16

13 Artigo 19º Apoios Financeiros a) Jamais elemento algum deverá ser privado de ser Escuteiro ou de participar em actividades escutistas por motivos económicos. Assim, sempre que o Agrupamento se aperceber de uma situação desta natureza ou que ela seja colocada directamente à Direcção de Agrupamento ou Responsáveis de Unidade, tentar- se- á sempre ajudar o elemento em causa. Essa ajuda terá de ser avaliada caso a caso dependendo das situações e nunca de uma forma precipitada para serem evitados abusos. b) Cabe à Direcção do Agrupamento 1156 a análise de cada caso por indicação do Chefe de Unidade de cada Secção. Artigo 20º Formação de Dirigentes a) Uma vez que a Formação dos Dirigentes está directamente ligada à qualidade do Escutismo praticado no Agrupamento, o mesmo pagará sempre 50 % do valor e nalguns casos 100% de qualquer curso de formação para Dirigentes. b) Se por algum motivo o formando sair do Movimento num período de três anos após conclusão do mesmo, deverá haver um compromisso de honra (Anexo III), de o formando efectuar o pagamento efectuado pela sua formação e suportado pelo Agrupamento. c) Excepções: A Direcção de Agrupamento reserva- se no direito de avaliar cada caso. Artigo 21º Faltas Como Movimento voluntário mas com obrigações e deveres por todos, aceites na realização da sua Investidura como Escuteiros, a ausência propositada de Escuteiros às reuniões e actividades gerais de Agrupamento ou de Secção, é uma manifestação de desinteresse pelo trabalho desenvolvido por todo o efectivo do Agrupamento Não podem continuar uns a serem prejudicados em detrimento dos caprichos de quem vai e vem ao sabor de vontades e apetites. Página 13 de 16

14 Atendendo que ser Escuteiro é também sinónimo de assumir de responsabilidades e com um grande sentido de lealdade, para impedir abusos nas faltas cometidas pelos elementos, com o natural prejuízo dos trabalhos normais do Agrupamento 1156 e respectivas Unidades/Bandos/Patrulhas e Equipas, é implementado um regime de controlo de faltas da seguinte forma: a) Participação na Reunião da Unidade ao fim- de- semana: 1 - Quando um elemento das Unidades faltar a uma qualquer actividade de domingo terá obrigatoriamente de avisar o seu Chefe de Unidade, ou o Guia de Bando, Patrulha ou Equipa antecipadamente. 2 - No fim- de- semana seguinte de actividades terá de entregar uma justificação de falta por escrito onde conste o motivo da falta, a data da mesma e assinada pelo Encarregado de Educação no caso de ser menor de idade (Anexo IV). 3 - A não entrega da justificação no dia previsto equivale a uma falta injustificada. 4 Todas as justificações e faltas são registadas em documento próprio do Agrupamento 1156 e que fará parte integrante do arquivo da Unidade. 5 Poderá ser contemplada a existência de um registo electrónico de faltas de todo efectivo do Agrupamento b) Faltas a Acampamentos ou Acantonamentos ou actividades Escutistas em que o Escuteiro informe da sua presença: 1 - Os elementos que não puderem participar num Acampamento, Acantonamento ou saídas de um dia, terão de entregar até 8 dias antes, uma justificação assinada pelo seu Encarregado de Educação (Anexo V). 2 - Os elementos que não entregarem esta justificação obviamente serão tidos como participantes na actividade. 3 - Se um dos elementos que não entrega justificação (sendo contabilizado como participante), e caso a Actividade tenha exigido um pagamento adiantado dos seus participantes ou caso o Agrupamento/Secção tenha de ter adiantado qualquer valor para assegurar o lugar do elemento na participação da Actividade, serão adoptadas as seguintes situações: O elemento avisou durante os últimos 8 dias antes da actividade, da sua ausência: terá de pagar 50 % do valor dispendido pelo Agrupamento 1156/Secção na preparação e possíveis despesas da actividade originadas para garantir o seu lugar. Página 14 de 16

15 3.2 - O elemento não avisou que ia faltar: terá de pagar a totalidade do valor da Actividade dispendido pelo Agrupamento 1156/Secção na preparação e possíveis despesas da actividade originadas pelo garantir o seu lugar. 3.3 A Chefia da Actividade/Equipas de Animação reserva- se no direito de avaliar situações específicas. Artigo 22º Acumulação de Faltas a) Em relação às faltas dadas, são previstas três situações: 1 - Ter 3 faltas consecutivas injustificadas 2 - Ter 5 faltas injustificadas não consecutivas 3 - Ter 10 faltas justificadas ou não; b) Numa destas circunstâncias, qualquer elemento será impedido de participar em quaisquer actividades do Agrupamento c) Para alterar esta situação o Encarregado de Educação deverá obrigatoriamente de vir falar com a Equipa de Animação da Secção do seu educando, sendo alvo de uma apreciação em Conselho de Guias. d) A Direcção em casos extremos, poderá aplicar o Artigo n.º 59, n.º 1 do Regulamento de Justiça - Processo por falta de assiduidade e abandono de actividade - O Escuta que se retirar da prática regular de actividades escutistas, sem justificação, perde a qualidade de associado. Artigo 23º Uniforme e Postura a) Todos os elementos devem participar devidamente uniformizados nas respectivas actividades, incluindo reuniões semanais e Eucaristia, conforme o Regulamento de Uniformes do Corpo Nacional de Escutas, sob pena, de não participarem nas referidas actividades de Unidade. b) Só poderão participar se os Encarregados de Educação justificarem o motivo ao Chefe de Unidade ou Elementos da Equipa de Animação (Anexo VI) Página 15 de 16

16 Artigo 24º Utilização de Tecnologias de Informação no Agrupamento a) O Agrupamento possui um sítio na internet, o qual será gerido por um ou mais elementos designados pelo Chefe de Agrupamento, e que deverá ter sempre informação actualizada sobre o Agrupamento e as Secções, revelando- se um meio de comunicação fundamental na relação com os associados, pais e encarregados de educação. Os conteúdos das informações existentes são da responsabilidade do Chefe de Agrupamento e dos Chefes de Unidade. b) Exceptuando as reuniões realizadas (Conselhos de Agrupamento, Reuniões de Direcção e outras), em que o contacto é pessoal, assume- se o contacto via electrónica (e- mail) como o meio privilegiado para contacto entre os elementos da Direcção do Agrupamento e das Equipas de Animação. Artigo 25º Alterações ao Regulamento Interno do Agrupamento a) Qualquer alteração a este Regulamento terá de ser apresentada por escrito à Direcção do Agrupamento e assinada por um quarto mais um do total de Caminheiros e Dirigentes investidos do Agrupamento. b) A Direcção agendará esta alteração para discussão no próximo Conselho de Agrupamento. c) Se o próximo Conselho de Agrupamento não estiver previsto para os sessenta dias seguintes à entrega do pedido de alteração, os subscritores da alteração podem sugerir a convocação do Conselho de Agrupamento para uma data antecipada. a. No entanto essa decisão cabe por inteiro ao Chefe de Agrupamento, depois de ouvida a Direcção do Agrupamento. Caso o pedido de antecipação seja deferido o Conselho de Agrupamento pode ser convocado apenas pelos processos previstos no Regulamento Geral do CNE. Estatutos aprovados em Conselho de Agrupamento no dia de de Página 16 de 16

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