MANUAL DE CONTROLO GRUPO ANI

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1 Condicionalidade Animal Identificação e Registo -CNDIDE Prémio por Vaca em Aleitamento - PVA Prémio por Vaca Leiteira - PVL Identificação e Registo de Bovinos SNI CAMPANHA 2015

2 Índice 1 - OBJETIVO IDENTIFICAÇÃO E REGISTO DE ANIMAIS IDENTIFICAÇÃO E REGISTO DE BOVINOS Meios de Identificação Individual Marcas Auriculares Passaporte Registo de Existências e Deslocações (RED-BV) Documentos de Comunicação à Base de Dados Declaração de Nascimento - Ocorrências Declaração de queda de brinco Modelo idigital Declaração de mortes sem recolha SIRCA, Autoconsumos, Desaparecimentos, Abate Imediato Modelo idigital Mortes recolhidas pelo SIRCA Declaração de deslocações Mod. 253/DGV Deslocações em explorações com restrições sanitárias Guia de trânsito para Abate Imediato Guia de Trânsito para explorações ou Centro de Agrupamento Guia Sanitária de trânsito para exploração ou centro de agrupamento Base de dados informatizada (SNIRA) Nascimentos Movimentos Mortes IDENTIFICAÇÃO E REGISTO DE OVINOS E CAPRINOS Meios de identificação individual Base de dados informatizada - SNIRA Documentos de comunicação à base de dados SNIRA Documentos de circulação Documentos de comunicação de ocorrências IDENTIFICAÇÃO E REGISTO DE SUÍNOS Base de dados informatizada - SNIRA Meios de Identificação Registo de Existências e Deslocações RED-SN Documentos de Circulação PRÉMIO POR VACA EM ALEITAMENTO (PVA) CONCESSÃO DO PRÉMIO e ELEGIBILIDADE AO PRÉMIO Animais elegíveis Período de retenção obrigatório Alteração dos locais de retenção e substituição do efetivo Modo de candidatura PRÉMIO POR VACA LEITEIRA (PVL) CONCESSÃO DO PRÉMIO e ELEGIBILIDADE AO PRÉMIO Animais elegíveis Período de retenção obrigatório Alteração dos locais de retenção e substituição do efetivo Modo de candidatura BASE DE CÁLCULO PARA APURAMENTO DO PRÉMIO (PVA e PVL) SANÇÕES ADMINISTRATIVAS RELATIVAS A ANIMAIS DECLARADOS (PVA e PVL)

3 Incumprimento deliberado Exceção à aplicação das sanções administrativas em caso de circunstâncias naturais SISTEMA NACIONAL DE IDENTIFICAÇÃO E REGISTO DE BOVINOS (SNI) OBJETIVOS INDICADORES DE CONTROLO Características de cada animal Marcas auriculares Passaporte Registo de existências e deslocações de bovinos Comunicações à Base de Dados REQUISITOS LEGAIS DE GESTÃO (CNDIDE) INTERVENIENTES INDICADORES PARA O CONTROLO DOS RLG 6,7 E 8 DE IDENTIFICAÇÃO E REGISTO ANIMAL RLG6 identificação e registo de suínos RLG7 identificação e registo de bovinos RLG8 identificação e registo de ovinos e caprinos PENALIZAÇÕES PROCEDIMENTOS FINAIS PROCEDIMENTOS A ADOPTAR NO DECURSO DA AÇÃO DE CONTROLO VERIFICAÇÃO DO LOCAL DE RETENÇÃO CONTROLO DE PVA E PVL VERIFICAÇÃO DO EFETIVO PRESENTE NA EXPLORAÇÃO Controlo de PVA, PVL e SNI Controlo de CNDIDE Bovinos Ovinos e Caprinos Suínos VERIFICAÇÃO DOCUMENTAL Documentos a verificar no controlo de PVA, PVL e SNI Documentos a verificar no controlo de CNDIDE Bovinos Ovinos e Caprinos Suínos CONSTITUIÇÃO DO RELATÓRIO DE CONTROLO ANI Capa do Relatório ANI Relatório de controlo de PVA e PVL Relatório de controlo de CNDIDE Relatório de controlo de SNI PREENCHIMENTO DO RELATÓRIO DE CONTROLO ANI Preenchimento do quadro Identificação das parcelas que integram a exploração PVA;PVL Preenchimento do quadro Mapa de Registo de Existências e Deslocações de Ovinos e Caprinos/Suínos/Bovinos - CNDIDE Preenchimento do quadro Irregularidade do RED Suínos Mod. 250/DGV Preenchimento do quadro Ovinos e/ou caprinos com IDE presentes na exploração - CNDIDE Preenchimento do quadro Ovinos e/ou Caprinos convencionais presentes - CNDIDE Preenchimento do quadro Marcas Auriculares dos Animais Reidentificados - CNDIDE

4 Preenchimento do quadro Atualização das Ocorrências de Ovinos/Caprinos - CNDIDE Preenchimento do quadro Ovinos e/ou Caprinos sem Identificação Individual Presentes na Exploração - CNDIDE Preenchimento do quadro Bovinos Presentes na exploração à data da emissão PVA, PVL, CNDIDE E SNI Especificidade do controlo CNDIDE e SNI Especificidade do controlo SNI Totalizador Código W Preenchimento do totalizador SNIRA Totalizador ANI Preenchimento do quadro Comunicação de movimentos de bovinos à BDD PVL, PVA, CNDIDE E SNI Especificidade do controlo PVA e PVL Especificidade do controlo SNI Preenchimento do quadro Comunicação de queda de brincos PVA, PVL, CNDIDE E SNI Preenchimento do quadro dados controlados/incorreções detetadas PVL, PVA, CNDIDE E SNI ESPECIFICIDADES DO CONTROLO SNI E CNDIDE Comunicações ao SNIRA na sequência da ação de controlo Procedimentos de verificação no local de indicadores do sistema de Alertas Precoces - CNDIDE LEGISLAÇÃO APLICÁVEL ANEXO

5 1 - OBJETIVO O presente manual de controlo estabelece os procedimentos a adotar numa ação de controlo no local do Grupo ANI, o qual engloba o controlo do Prémio por Vaca em Aleitamento (PVA), Prémio por Vaca Leiteira PVL), Condicionalidade Animal Identificação e Registo RLG 6,7 e 8, e Identificação e Registo de Bovinos (SNI), para a campanha de Como complemento do presente manual existe, na plataforma e-learning do portal do IFAP ( no curso 1- ANI 2015, uma pasta RECURSOS com a Legislação Comunitária e Nacional aplicável. 2 - IDENTIFICAÇÃO E REGISTO DE ANIMAIS Apresentam-se, em seguida, as regras do Sistema de Informação e Registo de Animais: Bovinos, Ovinos, Caprinos e Suínos. O Sistema de Identificação e Registo de Animais inclui os seguintes elementos: Meios de Identificação Individual Registo de Existências e Deslocações (RED) Documentos de Circulação Base de Dados Informatizada (SNIRA) IDENTIFICAÇÃO E REGISTO DE BOVINOS Meios de Identificação Individual Marcas Auriculares Todos os bovinos de uma exploração, nascidos após 31 de dezembro de 1997, devem ser identificados por uma marca auricular oficial aplicada em cada orelha com o mesmo número de identificação, num prazo que não pode exceder os 20 dias após o nascimento e, em qualquer caso, antes de deixar a exploração em que nasceram. 4

6 Fig.1 Bovino identificado com 2 marcas auriculares Os bovinos de uma exploração, nascidos antes de 31 de dezembro de 1997, podem encontrar-se identificados por uma marca auricular oficial aplicada apenas numa das orelhas. Fig.2 Bovinos identificados com 1 marca auricular As marcas auriculares contêm: o Escudo Nacional a Sigla da Autoridade Nacional competente o respetivo código do país PT o nº de identificação do animal Fig.3 Marca auricular 5

7 As marcas auriculares devem ser legíveis á distância, os dados devem ser inscritos de forma indelével e as marcas não podem ser reutilizadas. Estrutura do código de Identificação Animal (SIA): Fig.4 Descrição da estrutura do nº SIA Os bovinos provenientes de outro Estado Membro devem manter a sua marca auricular de origem. Os bovinos provenientes de um país terceiro (fora da comunidade Europeia) e que permaneçam em território comunitário devem ser reidentificados na exploração de destino com duas marcas auriculares conforme o estabelecido para os animais nascidos na exploração, no prazo de 20 dias a contar da realização do controlo veterinário no posto de inspeção fronteiriço e, em qualquer caso, antes de deixarem a exploração Passaporte O passaporte tem que acompanhar o bovino durante toda a sua vida, isto é, os animais só podem circular acompanhados do seu passaporte. A atualização deste, no que se refere aos movimentos do animal, é da responsabilidade do seu detentor. Todos os averbamentos, incluindo os sanitários, são da responsabilidade dos serviços oficiais ou entidades protocoladas para o efeito. O passaporte de cada bovino é emitido pela entidade responsável, num prazo de 14 dias a contar da notificação do seu nascimento. 6

8 Mod. 241-B/DGV Passaportes manuscritos: Boletim Sanitário do Bovino (Mod.227/DSSA) e Mod. 241/DGV 7

9 No caso de bovinos provenientes de países comunitários, o passaporte que acompanha o animal no momento da entrada deve, à sua chegada, ser entregue à autoridade competente do Estado-membro e deve ser emitido novo passaporte, no prazo de 14 dias a contar da data da comunicação da entrada na exploração. Para bovinos importados de países terceiros, o passaporte tem que ser emitido num prazo de 14 dias a contar da notificação da sua identificação, devendo, nesses casos, o passaporte que acompanha o animal à sua chegada, ser entregue à autoridade competente, que o devolverá ao País de origem do animal Registo de Existências e Deslocações (RED-BV) Todos os detentores de animais de espécie bovina, com exceção dos transportadores, devem manter um Registo de Existências e Deslocações de Bovinos RED-BV (Mod. 243/DGV ou 160/DGV), permanentemente atualizado, onde se identifiquem claramente os animais presentes à data e os que tenham detido na sua exploração. A atualização corrente da informação constante no RED-BV é da responsabilidade do detentor, que o tem que disponibilizar sempre que solicitado pelos serviços oficiais. O modelo adotado poderá ser substituído por um documento emitido por meio informático, mas desde que contenha informação e configuração gráfica equivalentes e esteja previamente autorizado pelos serviços oficiais. O RED deverá ser mantido na exploração por um período mínimo de 3 anos independentemente de se constatar que, à data do controlo, o detentor já não possua animais. 8

10 Mod. 243/DGV Documentos de Comunicação à Base de Dados Em 2015 a comunicação de quedas de brinco, mortes não recolhidas pelo SIRCA e Autoconsumo, Desaparecimento e Abates imediato, passaram a ser obrigatórias via plataforma idigital. No entanto, as comunicações de nascimento continuam a poder ser efetuadas via 255B/DGV, modelo em papel ou via idigital. Os modelos em vigor na campanha de 2015 são: Nascimentos - Modelo 255B/DGV Modelo on-line para Comunicações via plataforma idigital e Modelo em papel com entrega nos postos SNIRB Quedas de Brinco - Modelo 255B/DGV Modelo em papel com entrega nos postos SNIRB, para ocorrências anteriores a 01/03/ Modelo 1260/DGAV Modelo para comunicações via plataforma idigital, para ocorrências a partir de 01/03/2015. Mortes não recolhidas pelo SIRCA, Desaparecimentos, Autoconsumos, Abate Imediato - Modelo 1248/DGAV Comunicações via plataforma idigital Mortes recolhidas pelo SIRCA - Modelo 376/B-DGV Declaração de deslocação - Modelo 253/DGV 9

11 Declaração de deslocação em explorações com restrições sanitárias - Modelo 249/DGV Guia de trânsito para abate imediato - Modelo 251/DGV - Guia de trânsito para exploração ou centro de agrupamento - Modelo 250/DGV - Guia de sanitária de trânsito para exploração ou centro de agrupamento Declaração de Nascimento - Ocorrências Modelo nº 255-B/DGV - Modelo utilizado para comunicação de: Nascimentos* Quedas de Brinco- até dia 01/03/2015 (*) A partir de julho de 2012 passou a ser possível registar os nascimentos através da plataforma idigital do SNIRA. Mod. 255-B/DGV 10

12 Declaração de queda de brinco Modelo idigital Modelo nº 1260/DGAV - Modelo utilizado para comunicação de queda de brinco via plataforma idigital, em vigor a partir de 01/03/2015. Mod. 1260/DGAV 11

13 Declaração de mortes sem recolha SIRCA, Autoconsumos, Desaparecimentos, Abate Imediato Modelo idigital Modelo nº 1248/DGAV Modelo utilizado para comunicação de Mortes na exploração sem recolha SIRCA, Autoconsumo, Desaparecimento e Abates imediato via plataforma idigital Mod. 1248/DGAV Mortes recolhidas pelo SIRCA Modelo nº 376/B-DGV Modelo utilizado para comunicação de mortes recolhidas pelo SIRCA. Ficha de Recolha/Guia de Acompanhamento de subprodutos de origem animal cadáveres 12

14 Mod. 376/B-DGV Declaração de deslocações Mod. 253/DGV Modelo nº 253/DGV Modelo utilizado para comunicação de: Saídas da exploração para: Portugal UE Países terceiros Entradas na exploração de: Portugal UE Países terceiros 13

15 Mod.253/DGV Deslocações em explorações com restrições sanitárias Nas explorações com restrições sanitárias ou quando a autoridade sanitária o determine, os animais em trânsito têm que se fazer acompanhar de um dos seguintes modelos: 14

16 Guia de trânsito para Abate Imediato MOD. 249/DGV 15

17 Guia de Trânsito para explorações ou Centro de Agrupamento MOD. 251/DGV 16

18 Guia Sanitária de trânsito para exploração ou centro de agrupamento MOD. 250/DGV Base de dados informatizada (SNIRA) Os detentores de explorações, antes do início de atividade, são obrigados a proceder ao registo dos seus animais no Sistema Nacional de Informação e Registo Animal (SNIRA). Os detentores de bovinos são obrigados a comunicar à entidade competente, todas as movimentações para a exploração e a partir desta. Os detentores de bovinos são ainda obrigados a comunicar à base de dados informatizada, todos os nascimentos, mortes e desaparecimentos, bem como as quedas das marcas auriculares e as datas dessas ocorrências. 17

19 Nascimentos As comunicações de nascimentos de bovinos devem ser efetuadas no prazo de 4 dias úteis a partir da data da aposição das marcas auriculares Movimentos As comunicações de movimentos devem ser efetuadas no prazo de 4 dias úteis ou o seu registo na base de dados ser assegurado no prazo de 7 dias úteis. Para os bovinos provenientes dos Açores, aos 4 dias úteis para a comunicação da entrada dos animais na exploração deverão ser somados 4 dias corridos, os usuais para a realização da viagem Mortes Os detentores de animais da espécie bovina são obrigados a comunicar ao SNIRA a morte de qualquer animal ocorrida na exploração, no centro de agrupamento ou no transporte para outra exploração no prazo máximo de 12 horas a contar da ocorrência, para que seja promovida de imediato a recolha do cadáver. A recolha dos cadáveres de animais é efetuada no âmbito do Sistema de Recolha de Cadáveres de Animais Mortos na Exploração (SIRCA), a qual é desencadeada pela comunicação telefónica, do detentor do animal morto, para os Centros de Atendimento Telefónico - CAT SIRCA. Caso o animal seja recolhido, o detentor deve registar no Livro de Registo de Existências e Deslocações (RED) da Exploração a data da ocorrência, a qual poderá ser complementada com a referência SIRCA constante da Ficha de Recolha/Guia de Acompanhamento de subprodutos de origem animal cadáveres (Mod. 376/B- DGV). A referência SIRCA é constituída por uma letra e seis números (letra M para bovinos). No ato de recolha do cadáver, o detentor deve assinar o Mod. 376/B-DGV e solicitar uma via da mesma, a qual deverá ser arquivada como justificativo da morte e da recolha do cadáver. Sempre que o cadáver seja recolhido ao abrigo do SIRCA, o detentor não necessita de efetuar a comunicação num Posto do SNIRB, uma vez que a mesma é automaticamente realizada pelo sistema. Sempre que o cadáver não seja recolhido ao abrigo do SIRCA, o detentor deve efetuar a comunicação da morte do animal através da plataforma idigital SNIRA (Mod.1248/DGAV). 18

20 IDENTIFICAÇÃO E REGISTO DE OVINOS E CAPRINOS Meios de identificação individual Todos os ovinos e caprinos de uma exploração devem ser identificados num prazo que não pode exceder os 6 meses após o nascimento, podendo ir até aos 9 meses, no caso de animais criados em regime extensivo ou ao ar livre. No entanto, independentemente da sua idade, um animal não pode sair da exploração sem apresentar qualquer tipo de identificação. Os ovinos e caprinos destinados ao abate antes dos 12 meses de idade e que não se destinem a trocas comerciais intracomunitárias ou com países terceiros, podem ser identificados apenas com uma marca auricular onde conste o código de 2 letras do país (PT) e o código da exploração de nascimento (marca de exploração). Fig.5 Cria identificada com marca auricular com marca de exploração de origem. Os animais nascidos antes de 9 de julho de 2005, poderão ostentar somente uma marca auricular oficial salmão ou verde (animais vacinados). Os animais nascidos no período compreendido entre o dia 9 de julho de 2005 e o dia 31 de dezembro de 2009 (arranque da identificação eletrónica) têm de estar identificados por 2 meios de identificação, que consistem em duas marcas auriculares oficiais com o mesmo código, aprovadas pela DGV de cor salmão ou verde (animais vacinados). 19

21 Fig.6 Caprinos nascidos antes de identificados com marcas auriculares com nº de identificação individual (Nº SIA). Exemplo de marca auricular convencional (parte macho e parte fêmea) Animais nascidos após 31 de dezembro de 2009 e identificados pela primeira vez após o arranque da identificação eletrónica, deverão possuir dois meios de identificação: a) Uma marca auricular oficial com código SIA, aprovadas pela DGAV, de cor salmão ou verde (animais vacinados). Encontrando-se em vigor os seguintes modelos: i) Parte macho de cor salmão e parte fêmea de cor amarela ii) iii) iv) Parte macho de cor verde e parte fêmea de cor amarela animais vacinados; Parte macho de cor salmão e parte fêmea de cor vermelha marca auricular de substituição/provisória; Parte macho de cor verde e parte fêmea de cor vermelha marca auricular de substituição/provisória de animais vacinados; v) Parte macho e parte fêmea de cor amarela sempre que é usada como par do brinco eletrónico b) Um identificador eletrónico (IDE) - bolo reticular ou brinco eletrónico. As combinações em que estes dois meios de identificação são utilizados são as seguintes: 1 Marca Auricular oficial (i; ii; iii ou iv) pavilhão auricular esquerdo + Bolo Reticular pavilhão auricular direito 1 Marca Auricular oficial (v) pavilhão auricular direito + Brinco Eletrónico pavilhão auricular esquerdo A colocação das marcas auriculares oficiais num ou noutro pavilhão auricular deve-se a razões operacionais. 20

22 Fig. 7 Kits de identificação eletrónica. Da esquerda para a direita: kit de identificação para animais não vacinados; kit para animais vacinados e kit com brinco eletrónico. Quando se aplicam os diferentes meios de identificação: 1. Brinco convencional amarelo e salmão ou verde + Bolo reticular - Animais identificados pela primeira vez após o arranque da identificação eletrónica (IE); 2. Brinco convencional amarelo + brinco eletrónico amarelo - Animais muito jovens destinados a trocas intra comunitárias ou para países terceiros ou Adultos de pequeno porte; 3. Brinco de substituição - Quando um animal perde o brinco convencional pertencente a um kit eletrónico, será aplicado um brinco de substituição, com ambas as partes de cor vermelha ou, com parte fêmea vermelha e parte macho salmão ou verde (animais vacinados) no pavilhão auricular esquerdo com código diferente do original; 4. Identificação Provisória - Para efeitos de identificação provisória, nas intervenções sanitárias em que ainda não é possível aplicar o bolo reticular, serão aplicados os denominados meios de identificação provisórios, compostos por ambas as partes vermelhas ou parte fêmea vermelha e parte macho salmão ou verde (animais vacinados), no pavilhão auricular direito. 21

23 Fig. 8 Marcas auriculares de substituição/identificação Provisória para animais não vacinados e vacinados, respetivamente Base de dados informatizada - SNIRA Os detentores de explorações, antes do início de atividade, são obrigados a proceder ao seu registo no SNIRA. Os detentores de ovinos e caprinos são obrigados a comunicar à entidade competente todas as movimentações para a exploração e a partir desta. Os detentores de ovinos e caprinos são ainda obrigados a comunicar à base de dados informatizada, em janeiro de cada ano, as suas existências reportadas a 31 de dezembro do ano anterior Declaração Anual de Existências (Mod. 657/DGV). Os detentores de animais da espécie ovina e caprina são obrigados a comunicar ao Sistema de Recolha de Cadáveres de Animais Mortos na Exploração (SIRCA) a morte de qualquer animal ocorrida na exploração, no centro de agrupamento ou no transporte para outra exploração, no prazo máximo de doze horas a contar da ocorrência, para que seja promovida de imediato a recolha do cadáver. A recolha dos cadáveres de animais é efetuada no âmbito do SIRCA, a qual é desencadeada pela comunicação telefónica, do detentor do animal morto, para os Centros de Atendimento Telefónico - CAT SIRCA. A referência SIRCA é constituída por uma letra e seis números (letra P para ovinos/caprinos). No ato de recolha do cadáver, o detentor deve assinar o Mod.376/B-DGV e solicitar uma via da mesma, a qual deverá ser arquivada como justificativo da morte e da recolha do cadáver. 22

24 Fig. 9 Mod. 376/B-DGV Ficha de Recolha/Guia de Acompanhamento de subprodutos de origem animal cadáveres Documentos de comunicação à base de dados SNIRA Os detentores devem proceder ao Recenseamento Inicial de Ovinos e Caprinos (RIOC) antes da sua primeira movimentação, através do Mod. 1087/DGAV. A realização do RIOC não substitui a obrigação regulamentar do detentor realizar a Declaração de Existências de ovinos e caprinos através do Mod. 657/DGV. O recenseamento inicial aplica-se a cada marca de exploração da espécie ovina/caprina registada no SNIRA, devendo o detentor declarar todos os ovinos e caprinos com identificação individual (IDE ou marcas auriculares convencionais), presentes na exploração. Os detentores de ovinos e caprinos devem comunicar à base de dados do SNIRA, através da plataforma idigital, todas as movimentações de ovinos e caprinos, bem como todos os desaparecimentos/furtos, mortes ocorridas na exploração (quando os respetivos cadáveres não são recolhidos pelo sistema de recolha de cadáveres de animais mortos na exploração - SIRCA), identificações, reidentificações e autoconsumos. As comunicações anteriormente referidas devem ser efetuadas no prazo de 4 dias úteis a contar das respetivas ocorrências ou assegurado o seu registo na base de dados no prazo de 7 dias úteis após a ocorrência. 23

25 Fig. 10 Mod. 1087/DGAV Recenseamento Inicial Ovinos/Caprinos 24

26 Fig. 11 Mod. 657/DGAV Declaração de Existências de Ovinos/Caprinos Documentos de circulação O detentor de ovinos e caprinos têm a possibilidade de emitir os seguintes tipos de guias: Guias fechadas: Guias totalmente preenchidas on-line, com a informação do detentor de origem, de destino, animais a movimentar, data e hora de saída e transportador; Guias abertas: Guias preenchidas apenas com os dados da exploração de origem, não sendo ainda conhecidos o número de animais a movimentar, o detentor de destino, transportador, data/horas de entrada e saída. À semelhança do que acontece com os bovinos, um movimento de ovinos e caprinos só é considerado válido quando os detentores de origem e de destino procederem à respetiva comunicação à BD SNIRA. 25

27 Fig. 12 Mod. 659/DGAV Guia de circulação para Abate Imediato. Fig. 13 Mod. 659/DGAV Guia de circulação para Abate Imediato. 26

28 Fig. 14 Mod. 658/DGAV Guia de Circulação para exploração/centro de agrupamento/entreposto. Fig. 15 Mod. 660/DGAV Guia sanitária de circulação para exploração/ centro de agrupamento/ entreposto/outro. 27

29 Documentos de comunicação de ocorrências De acordo com o Despacho nº 1877/2014, de 6 de Fevereiro, é obrigatória a comunicação à base de dados SNIRA das seguintes ocorrências: a) Desaparecimentos e mortes em que não tenha ocorrido a recolha do cadáver pelo SIRCA; b) Identificações ou reidentificações eletrónicas. Fig. 19 Mod. 1157/DGV Guia de comunicação de mortes e desaparecimentos. 28

30 Fig. 20 Mod. 1158/DGV Guia de comunicação de identificações provisórias e de reidentificações IDENTIFICAÇÃO E REGISTO DE SUÍNOS Base de dados informatizada - SNIRA Os detentores de explorações são obrigados a proceder ao seu registo no SNIRA. Além do seu registo na base de dados SNIRA, os Suinicultores estão obrigados a efetuar a Declaração das Existências de Suínos, três vezes por ano, em abril, em agosto e em dezembro, declarando o número e a classe de animais que possuem, através da base de dados SNIRA idigital Meios de Identificação Os animais de espécie suína devem ser marcados com a Marca de Exploração da origem. A marcação dos suínos deve ser legível, efetuada no pavilhão auricular direito, o mais cedo possível, pelo menos até ao desmame e, em qualquer caso, antes do suíno sair da exploração de nascimento. Nenhum animal da espécie suína pode sair de uma exploração ou de um centro de agrupamento sem estar marcado com a identificação dessas instalações (Marca de Exploração). 29

31 A marcação dos suínos pode ser efetuada por tatuagem ou marca auricular, podendo ser acrescida de aposição de marca no dorso ou anca ou de identificação eletrónica. Fig. 21 Suínos identificados com a marca de Exploração de nascimento Registo de Existências e Deslocações RED-SN O Registo de Existências e Deslocações de Suínos RED (Mod. 259/DGV), é um documento oficial que tem como objetivo registar dados referentes ao número de suínos diariamente presentes na exploração, reportado a cada mês e os dados referentes à movimentação de suínos de e para a exploração. O preenchimento é feito por exploração e é da competência do suinicultor. O fornecimento dos impressos é efetuado pelos serviços oficiais. As fontes de preenchimento são as guias de trânsito para abate imediato (Mod. 249/DGV), guia de trânsito para exploração/centro de agrupamento (Mod. 251/DGV), guia sanitária de trânsito para exploração/centro de agrupamento (Mod. 250/DGV) e certificado sanitário, já apresentados no ponto Os duplicados dos Mod. 251/DGV e Mod. 250/DGV poderão não existir na exploração, quando não houver protocolo para a delegação de emissão de guias pelo suinicultor ou médico veterinário responsável. 30

32 Fig. 22 Mod. 259/DGV Registo de Existências e Deslocações de Suínos (RED-SN) Documentos de Circulação A circulação de animais da espécie suína é acompanhada por documentação sanitária obrigatória, utilizandose os mesmos modelos de formulários da espécie bovina: Mod. 249/DGV, Mod. 251/DGV e Mod. 250/DGV. 31

33 Fig. 23 Mod. 249/DGV Guia de Trânsito para Abate Imediato. 32

34 Fig. 24 Mod. 251/DGV Guia de Trânsito para exploração ou Centro de Agrupamento. Explorações sem restrições sanitárias 33

35 Fig. 25 Mod. 250/DGV Guia Sanitária de Trânsito para exploração ou Centro de Agrupamento. Explorações com restrições sanitárias. 34

36 3 - PRÉMIO POR VACA EM ALEITAMENTO (PVA) Este Prémio tem como objetivo assegurar a manutenção de um efetivo reprodutor de vacas de orientação carne que permita manter um nível de produção específico e evitar situações disruptivas no sector que conduzam ao abandono da atividade. O prémio é atribuído anualmente em função do efetivo pecuário elegível detido na exploração durante o período de retenção e o valor por animal elegível é de 120 Euros CONCESSÃO DO PRÉMIO e ELEGIBILIDADE AO PRÉMIO O prémio por vaca em aleitamento é concedido ao agricultor em função do efetivo das vacas em aleitamento elegíveis, registadas no Sistema Nacional de Informação e Registo Animal (SNIRA), e que permaneçam na exploração durante o período de retenção. Importa ter presente as seguintes definições: vaca - fêmea bovina que já tenha parido pelo menos uma vez. novilha - fêmea bovina com idade superior a 8 meses que ainda não tenha parido Animais elegíveis São elegíveis ao prémio as vacas em aleitamento que reúnam as seguintes condições: Tenham parido nos últimos 18 meses; Sejam de raça de orientação carne, ou resultante de um cruzamento com uma dessas raças e que faça parte de uma manada destinada à criação de vitelos para produção de carne (4 Meses), ou seja, a alimentação dos vitelos é com base no leite materno; Não pertençam a nenhuma raça indicada no anexo I do Despacho Normativo nº 14/2014 (raças de orientação Leite ); Estejam devidamente identificadas e registadas em conformidade com o regime de Identificação e Registo de Bovinos, disposto no artigo 3º do Reg. (CE) nº 1760/2000 de 17 de julho, que inclui os seguintes elementos: Marcas Auriculares que identificam individualmente os animais Base de dados informatizada (BDD SNIRA) Passaporte Registos individuais mantidos em cada exploração (RED) São elegíveis ao prémio as novilhas, num máximo de 20% das vacas em aleitamento elegíveis ao prémio, com exceção das explorações com efetivos entre 2 e 5 animais elegíveis, em que apenas 1 dos animais pode ser novilha. 35

37 Alerta-se para o facto de as vacas e as novilhas de raças leiteiras não serem elegíveis para o prémio por vaca em aleitamento, mesmo que tenham sido cobertas ou inseminadas por touros de raças produtoras de carne Período de retenção obrigatório O período de retenção dos animais elegíveis para o prémio, nos locais declarados para o efeito, constitui um compromisso obrigatório a respeitar pelos produtores. O Período de Retenção tem a duração de 6 meses consecutivos, com início a 1 de fevereiro de 2015 e fim a 31 de julho de Terminado o período de retenção obrigatório, os produtores poderão dar livre prática aos seus animais Alteração dos locais de retenção e substituição do efetivo A alteração dos locais declarados para a retenção dos animais, bem como a substituição do efetivo elegível, deve ser efetuada através das notificações obrigatórias à base de dados SNIRA, conforme o disposto no artigo 11º do DN nº 14/2014. A declaração de todas as parcelas agrícolas da exploração, deve ser formalizada no Pedido Único, conforme o nº 1 do artigo 72º do Reg. (UE) nº 1306/2013, de 17 de dezembro Modo de candidatura Na campanha de 2015, os produtores que pretendam beneficiar do Prémio PVA devem apresentar a declaração de intenção de candidatura seguindo os seguintes procedimentos: nos casos em que se trate de uma primeira candidatura, o preenchimento do formulário especifico disponibilizado no site do IFAP, entre o dia 3 de novembro e o dia 31 de dezembro de 2014 nos restantes casos, no Pedido Único da campanha anterior, ou seja de 2014 Para ambos os procedimentos, o proponente a este regime de ajuda, deve posteriormente submeter o PU de 2015 por forma a completar a sua candidatura. 36

38 4 - PRÉMIO POR VACA LEITEIRA (PVL) Este Prémio tem como objetivo assegurar um aprovisionamento estável à indústria local de transformação e evitar situações disruptivas no setor que conduzam ao abandono da atividade. O prémio é atribuído anualmente em função do efetivo pecuário elegível detido na exploração durante o período de retenção e o valor por animal elegível é de 82 Euros CONCESSÃO DO PRÉMIO e ELEGIBILIDADE AO PRÉMIO O prémio por vaca leiteira é concedido ao agricultor em função do efetivo das vacas leiteiras elegíveis, registadas no Sistema Nacional de Informação e Registo Animal (SNIRA), e que permaneçam na exploração durante o período de retenção. Importa ter presente as seguintes definições: vaca - fêmea bovina que já tenha parido pelo menos uma vez. novilha - fêmea bovina com idade superior a 8 meses que ainda não tenha parido Animais elegíveis São elegíveis ao prémio as vacas leiteiras que reúnam as seguintes condições: Tenham parido nos últimos 16 meses; Pertençam a uma das raças indicadas no anexo I do Despacho Normativo nº 14/2014 (raças de orientação leite ) ou resultantes de um cruzamento com uma dessas raças; Estejam devidamente identificadas e registadas em conformidade com o regime de Identificação e Registo de Bovinos, disposto no artigo 3º do Reg. (CE) nº 1760/2000 de 17 de julho, que inclui os seguintes elementos: Marcas Auriculares que identificam individualmente os animais Base de dados informatizada (BDD SNIRA) Passaporte Registos individuais mantidos em cada exploração (RED) São elegíveis ao prémio as novilhas, num máximo de 20% das vacas leiteiras elegíveis ao prémio, com exceção das explorações com efetivos entre 2 e 5 animais elegíveis, em que apenas 1 dos animais pode ser novilha. Acrescenta-se a lista de raças leiteiras não elegíveis para prémio, conforme consta no Anexo I do despacho Normativo nº 14/2014): Angler Rotvieh (Angeln), Red Dansk Maelkerace (RMD) 37

39 Ayreshire Armoricaine Bretonne Pie Noire Fries-Hollandsd (FH), Française Frisonne Pie Noire (FFPN), Friesian-Holstein, Holstein, Black and White Friesian, Red and White Friesian, Frisona Española, Frisona Italiana, Zwartbonten van Belgie/Pie Noire de Belgique, Sortbroget Dansk Maelkerace (SDM), Deutsche Schwarzbunte; Schwarzbunte Milchrasse (SMR) Groninger Blaarkop Guernsey Jersey Malkeborthorn Reggiana Valdostana Nera Itasuomenkarja Lansisuomenkarja Pohjoissuomenkarja Período de retenção obrigatório O período de retenção dos animais elegíveis para o prémio, nos locais declarados para o efeito, constitui um compromisso obrigatório a respeitar pelos produtores. O Período de Retenção tem a duração de 6 meses consecutivos, com início a 1 de fevereiro de 2015 e fim a 31 de julho de Terminado o período de retenção obrigatório, os produtores poderão dar livre prática aos seus animais Alteração dos locais de retenção e substituição do efetivo A alteração dos locais declarados para a retenção dos animais, bem como a substituição do efetivo elegível, deve ser efetuada através das notificações obrigatórias à base de dados SNIRA, conforme o disposto no artigo 11º do DN nº 14/2014. A declaração de todas as parcelas agrícolas da exploração, deve ser formalizada no Pedido Único, conforme o nº 1 do artigo 72º do Reg. (UE) nº 1306/2013, de 17 de dezembro Modo de candidatura Na campanha de 2015, os produtores que pretendam beneficiar do Prémio PVL devem apresentar a declaração de intenção de candidatura seguindo os seguintes procedimentos: 38

40 nos casos em que se trate de uma primeira candidatura, o preenchimento do formulário especifico disponibilizado no site do IFAP, entre o dia 3 de novembro e o dia 31 de dezembro de 2014 nos restantes casos, no Pedido Único da campanha anterior, ou seja de 2014 Para ambos os procedimentos, o proponente a este regime de ajuda, deve posteriormente submeter o PU de 2015 por forma a completar a sua candidatura BASE DE CÁLCULO PARA APURAMENTO DO PRÉMIO (PVA e PVL) Se o nº de animais, declarado ao prémio num pedido, exceder o nº de animais determinado quando do controlo administrativo ou controlo no local, a ajuda é calculada com base no nº de animais determinado. Os animais só serão considerados determinados se estiverem identificados no pedido de ajuda. Os animais identificados podem ser substituídos sem perda do direito ao prémio, desde que o beneficiário não tenha sido informado pela autoridade competente de que o pedido não cumpre com o estipulado e não lhe tenha sido notificada a intenção da autoridade proceder a uma verificação no local. Um bovino presente na exploração que tenha perdido uma das duas marcas auriculares será considerado como determinado, se estiver clara e individualmente identificado pelos outros elementos de identificação (passaporte, base de dados e RED-BV). Quando um só bovino presente na exploração tiver perdido as duas marcas auriculares, o animal é considerado determinado se puder ser identificado pelo Registo (RED-BV), pelo passaporte do animal, pela base de dados ou por outros meios estabelecidos no REG (CE) nº 1760/2000 e desde que o detentor apresente prova de que já tomou medidas para regularizar a situação, antes do anúncio da verificação no local. Sempre que as irregularidades detetadas estejam relacionadas com inscrições incorretas no registo de existências e deslocações, ou nos passaportes os animais em causa, só serão considerados não verificados se tais erros forem detetados em, pelo menos, dois controlos num período de 24 meses. Em todos os outros casos, os animais em causa serão considerados não verificados logo depois da primeira deteção de irregularidades SANÇÕES ADMINISTRATIVAS RELATIVAS A ANIMAIS DECLARADOS (PVA e PVL) Sempre que seja constatada uma diferença entre o nº de animais declarados (D) e o nº de animais determinados (V), e os casos de incumprimento não digam respeito a mais de 3 animais, o montante total da ajuda a que o beneficiário teria direito, é reduzido da % fixada no nº 3 do artigo 31º do Reg. (CE) nº 640/2014. A percentagem é obtida pelo resultado da divisão ente o nº de animais em incumprimento (D-V), e o nº de animais determinados (V): 39

41 [(D-V)/V] Se os casos de incumprimento, disserem respeito a mais de 3 animais, o montante da ajuda a que o beneficiário tenha direito, é reduzido: Da percentagem fixada no nº 3 do artigo 31º do Reg. (CE) nº 640/2014, se a mesma não for superior a 10%. [(D-V)/V] - Do dobro da % fixada no nº 3 do artigo 31º do Reg. (CE) nº 640/2014, se a mesma for superior a 10%, mas inferior ou igual a 20%. 2x [(D-V)/V] - Se a % fixada no nº 3 do artigo 31º do Reg. (CE) nº 640/2014, for superior a 20%, o beneficiário perderá o direito à ajuda a que tenha direito. Penalização total (100%) Se a % fixada no nº 3 do artigo 31º do Reg. (CE) nº 640/2014, for superior a 50%, o beneficiário perderá o direito à ajuda a que teria direito e ainda será aplicada uma sanção adicional, no montante correspondente à diferença entre o nº de animais declarados e o nº de animais determinados. Se esse montante não puder ser totalmente deduzido nos 3 anos seguintes ao ano em que a diferença seja detetada, o saldo é anulado. Quadro resumo das penalizações a aplicar Incumprimento Penalização 3 animais 10 % * [(D-V)/V] > 10% e 20 % * 2x[(D-V)/V] > 20 % e 50 % * Penalização total(100%) > 50 % * Além de não receber o prémio no próprio ano, ainda será aplicada uma sanção adicional, no montante correspondente à diferença entre o nº de animais declarados e o nº de animais determinados. * Incumprimento em mais de 3 animais Incumprimento deliberado Se a diferença detetada resultar de um incumprimento deliberado, a ajuda a que o produtor teria direito no regime de ajudas em causa será indeferido naquele ano. 40

42 Exceção à aplicação das sanções administrativas em caso de circunstâncias naturais As sanções administrativas não se aplicam se um beneficiário não puder cumprir com os critérios de elegibilidade, compromissos ou outras obrigações devido a circunstâncias naturais que afetem a manada e tenha comunicado o facto às entidades competentes por escrito no prazo de 10 dias após ter detetado a diminuição do nº de animais. Entende-se por circunstâncias naturais a morte de animais na sequência de doença e a morte de animais na sequência de acidentes não imputáveis ao beneficiário. 5 - SISTEMA NACIONAL DE IDENTIFICAÇÃO E REGISTO DE BOVINOS (SNI) O Decreto-lei n.º 142/2006 que aprova o Regulamento de Identificação, Registo e Circulação de Animais refere no seu artigo 22º, relativo a Controlos, que a DGAV elabora o Plano Nacional de Controlos das Explorações e Centros de Agrupamento, podendo as respetivas ações de controlo ser executadas por outra entidade, sob sua coordenação e supervisão. Por sua vez a obrigatoriedade da execução dos controlos às explorações de bovinos no âmbito do sistema Nacional de Identificação e Registo decorre dos Regulamentos (CE) N.os 1760/2000 do Parlamento Europeu e do Conselho e 1082/2003 da Comissão OBJETIVOS As inspeções têm como objetivo controlar todos os aspetos relativos à identificação, registo e circulação de animais nomeadamente: Marcas auriculares; Passaportes; Livro de registo da exploração; Toda documentação relacionada com as comunicações à Base de Dados. O n.º de Explorações a controlar deve ser igual ou superior a 3 % das explorações registadas no território nacional. A marcação das explorações, a partir de 2011, é efetuada pelo IFAP sob supervisão da DGAV, de acordo com critérios de análise de risco a estabelecer anualmente. Os controlos decorrerão, em geral, sem aviso prévio e abrangerão todos os animais da exploração. Nas inspeções em que existe aviso prévio este não deverá ser superior a 48 horas. 41

43 INDICADORES DE CONTROLO Características de cada animal Verificar in loco o Sexo, Raça e Idade dos animais a controlar, comparando-os com os dados registados no relatório de controlo Marcas auriculares Verificar in loco: a) A existência de 2 marcas auriculares oficiais de cor salmão, uma em cada orelha, com o mesmo código de identificação. b) Ausência de fraude na sua aplicação. c) Se existem em todos os bovinos com mais de 20 dias de idade e, em qualquer caso, antes de estes deixarem a exploração de nascimento. d) Nos bovinos provenientes de outro Estado Membro a manutenção da sua marca auricular de origem; e) Nos bovinos provenientes de países terceiros a existência das 2 marcas auriculares oficiais num prazo de 20 dias a contar da realização dos controlos veterinários previstos na Portaria n.º 574/93, de 4 de junho. A situação antes referida não se aplica se a exploração de destino for o matadouro e se o animal for abatido no prazo de 20 dias após os controlos antes referidos Passaporte Verificar: a) O prazo de emissão do passaporte: 14 dias a partir da data da comunicação do nascimento do animal; 14 dias a partir da sua identificação tratando-se de bovinos importados de países terceiros; 14 dias a partir da data de notificação da sua entrada tratando-se de bovinos provenientes da União Europeia. b) A atualização do passaporte nomeadamente marca da exploração, assinatura e data de entrada. c) Os passaportes dos bovinos mortos na exploração devem acompanhar o cadáver aquando da recolha ou ser entregues na altura da declaração de morte do bovino caso não tenha havido recolha. d) Os passaportes relativos a bovinos importados ou provenientes do Mercado Comunitário devem ser devolvidos à autoridade competente Registo de existências e deslocações de bovinos Verificar: a) O preenchimento da identificação do bovino, nomeadamente a data de nascimento, sexo, raça e o n.º de identificação da mãe. 42

44 b) O preenchimento das entradas para os animais provenientes de outras explorações nomeadamente: o n.º da declaração de deslocações, a marca de exploração/centro de agrupamento de origem, a data de entrada. Para os animais adquiridos no Estrangeiro deverá encontrar-se registado o País de Origem na coluna destinada à Exploração. O nascimento não é considerado como entrada, como tal, apenas deverão ser preenchidos os campos relativos ao nº SIA da mãe e data de nascimento. Não deverão ser preenchidos os campos: Nº da declaração de deslocações, Marca de Exploração/Centro de Agrupamento de origem e a data de entrada. Contudo se os referidos campos se encontrarem preenchidos, não deverá ser considerado como irregularidade c) O correto preenchimento das saídas para outra exploração ou para abate, designadamente o nº do modelo 253/DGV, a marca de exploração ou o nome/código do matadouro de destino e a data da saída. Nos animais com destino ao Estrangeiro, deverá encontrar-se o País de destino na coluna marca de exploração. d) No caso das mortes na exploração, só a data é obrigatória. Contudo, nesta coluna, poderá ser preenchido igualmente o nº da referencia SIRCA (M..) ou o nº do modelo 255/DGV de comunicação da morte (sem recolha), ou do desaparecimento/roubo se for o caso Comunicações à Base de Dados A comunicação das mortes não recolhidas pelo SIRCA, Autoconsumo, Desaparecimento e Abates imediatos, passaram a ser efetuadas obrigatoriamente via plataforma idigital através do modelo 1248/DGAV. Esta obrigatoriedade estende-se também às quedas de brinco através do modelo 1260/DGAV. Nas comunicações efetuadas via plataforma idigital, o detentor não é obrigado a ter na sua posse o documento de suporte em papel, pelo que a verificação/confirmação da comunicação destas situações deverá ser efetuada por consulta à plataforma idigital SNIRA. a) No modelo 253/DGV (Declaração de deslocações), verificar: i. A existência das referidas declarações relativamente a cada uma das ocorrências constatadas no livro de registo e deslocações de bovinos. ii. O correto preenchimento das declarações relativamente aos diversos campos: Saídas, Portugal, País Comunitário, País Terceiro; Entradas, Portugal, País Comunitário, País Terceiro; Documento n.º, data de emissão; Origem, nome do detentor, número de contribuinte, data de saída, marca de exploração; Destino, nome do detentor/matadouro; Transportador, nome, matrícula de viatura, n.º de contribuinte, n.º de aprovação, Números de identificação dos bovinos; Total de animais; Assinatura do detentor de origem, assinatura do detentor de destino. 43

45 b) No modelo 255-B/DGAV) Nascimentos e quedas de brinco (para quedas de brinco com ocorrência anterior a 01/03/2015)- verificar a existência das referidas declarações relativamente a cada uma das ocorrências. O correto preenchimento das declarações relativamente aos diversos campos: Identificação do detentor, nome, n.º de contribuinte, marca de exploração, morada de exploração. i. Nascimentos, n.º de identificação do bovino, data de nascimento, sexo, raça, n.º identificação da mãe, n.º de identificação do pai (facultativo), tipo de animal; ii. Quedas de brincos, n.º de identificação do bovino, data, 1 brinco, 2 brincos; data e assinatura do detentor. A partir de 2015, é obrigatória a Comunicação à base de dados das quedas de brinco, Autoconsumo, Desaparecimento, Abates imediato e mortes não recolhidas pelo SIRCA dos bovinos, através da plataforma idigital SNIRA. Nestes casos, o detentor não tem que possuir documento de suporte, pelo que a verificação do mesmo apenas pode ser efetuada por consulta ao idigital no menu- SNIRA. 6 - REQUISITOS LEGAIS DE GESTÃO (CNDIDE) O desrespeito pelas normas básicas da condicionalidade poderá ter implicações nos pagamentos das Ajudas Diretas, da Manutenção da Atividade Agrícola em Zonas Desfavorecidas, dos apoios ao Agroambiente e clima, Agricultura biológica, Pagamentos a título da Rede natura 2000 e da Diretiva Quadro da água, bem como nos pagamentos ao abrigo dos Programas de Apoio para Reestruturação e Reconversão da Vinha e colheita em verde. A condicionalidade engloba duas vertentes: Requisitos Legais de Gestão (RLG) e Boas Condições Agrícolas e Ambientais (BCAA). Os Requisitos Legais de Gestão referem-se ao cumprimento de normativos comunitários, entretanto transpostos para a legislação nacional, nos domínios: Ambiente, alterações climáticas e boas condições agrícolas das terras Saúde pública, saúde animal e fitossanidade Bem-estar dos animais As ações de controlo objeto de análise neste Manual têm por finalidade assegurar a verificação eficaz do cumprimento da legislação aplicável no âmbito da Condicionalidade, nomeadamente das condições específicas dos RLG 6, 7 e 8 - Domínio Saúde Pública, Saúde Animal e Fitossanidade Identificação e Registo Animal através da verificação de um conjunto de indicadores publicados no Despacho Normativo nº 6/ INTERVENIENTES No controlo da condicionalidade animal intervêm diversas entidades, que em seguida se enumeram: 44

46 o Organismos Especializados de Controlo (OEC), nomeadamente as Direções Regionais de Agricultura e Pescas (DRAP), responsáveis pela coordenação, realização e resultados do controlo da condicionalidade por verificação no local. o Entidade Nacional Responsável (ENR), com competências técnicas ao nível da transposição dos diplomas comunitários e responsável pela regulamentação das matérias que abrangem a condicionalidade, no Domínio Saúde Pública, Saúde Animal e Fitossanidade Identificação e Registo Animal, Direção Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV); o o Gabinete de Planeamento e Politicas (GPP), responsável pela análise e aprovação dos indicadores propostos pelas diversas entidades envolvidas e pela elaboração das correspondentes grelhas ponderadas de verificações a constar no relatório de controlo; Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas, I.P. (IFAP), responsável pela divulgação da amostra de controlo e aplicação do sistema de reduções e exclusões aos pagamentos a efetuar INDICADORES PARA O CONTROLO DOS RLG 6,7 E 8 DE IDENTIFICAÇÃO E REGISTO ANIMAL RLG6 identificação e registo de suínos (Diretiva n.º 2008/71/CEE e Decreto-Lei nº 142/2006) Indicador 1 MAPA DE REGISTO DE EXISTÊNCIAS E DESLOCAÇÕES DE SUÍNOS (RED-SN) Indicador Existência de RED-SN Indicador 1.2 O RED-SN encontra-se corretamente preenchido Indicador 2 BASE DE DADOS Indicador Detentor e exploração registados na base de dados SNIRA Indicador 3 MARCAÇÃO DE SUÍNOS Indicador 3.1 Existência de processo de infração por irregularidades na marcação dos suínos ao abandonarem a exploração de nascimento e origem RLG7 identificação e registo de bovinos (Regulamento (CE) n.º 1760/2000, Regulamento (CE) n.º 911/2004 e Decreto-Lei nº 142/2006) Indicador 1 MAPA DE REGISTO DE EXISTÊNCIAS E DESLOCAÇÕES DE BOVINOS (RED-BV) Indicador Existência de RED-BV Indicador O RED-BV encontra-se corretamente preenchido Indicador 2 BASE DE DADOS Indicador Detentor e exploração registados na base de dados SNIRA Indicador Comunicação à base de dados efetuada dentro do prazo Indicador 3 IDENTIFICAÇÃO DE BOVINOS Indicador 3.1 Os bovinos presentes na exploração apresentam-se devidamente identificados 45

47 Indicador 4 PASSAPORTE Indicador O passaporte dos bovinos presentes na exploração encontram-se devidamente averbados RLG8 identificação e registo de ovinos e caprinos (Regulamento (CE) n.º 21/2004 e Decreto-Lei nº 142/2006) Indicador 1 BASE DE DADOS Indicador Detentor e exploração registados na base de dados SNIRA Indicador 1.2 Comunicação à base de dados Indicador 2 IDENTIFICAÇÃO DE OVINOS E CAPRINOS Indicador Os ovinos e caprinos presentes na exploração apresentam-se devidamente identificados conforme o previsto no Reg. (CE) nº 21/2004 do Conselho de 17 de Dezembro de PENALIZAÇÕES Atendendo a que os indicadores inerentes a cada Diretiva/Regulamento se caracterizam pela sua diversidade, pelo seu grau de importância e pela maior ou menor dificuldade da sua implementação, o seu incumprimento será avaliado, através da atribuição de uma pontuação, definida no artº 38º do Reg. (UE) nº 640/2014 da Comissão, de 11 de março, segundo a: Extensão para a sua determinação deve ter-se em conta, nomeadamente, se o incumprimento é de grande alcance ou se se circunscreve à exploração; Gravidade depende, nomeadamente, da importância das suas consequências, atendendo aos objetivos do requisito ou norma em causa; Permanência depende, nomeadamente, do período durante o qual dura o efeito ou do potencial para pôr termo a esse efeito através de meios razoáveis. Entende-se ainda por incumprimento reiterado, o incumprimento do mesmo requisito ou norma, no âmbito da Condicionalidade, determinado mais do que uma vez num período de três anos consecutivos, desde que o produtor tenha sido informado de um incumprimento anterior e, se for caso disso, tenha tido a possibilidade de tomar medidas necessárias para pôr termo a esse incumprimento anterior. Esta situação poderá conduzir ao agravamento da taxa de penalização da condicionalidade aplicada, ou mesmo à exclusão das ajudas dependentes dos cumprimento das regras da condicionalidade, caso se verifiquem subsequentes reiterações. A determinação da percentagem de redução é efetuada com base na Metodologia de Atribuição da Redução a Aplicar aos Pagamentos no âmbito da Condicionalidade que se constitui como um mecanismo de cálculo por pontuações. Apresenta-se a seguir a grelha de pontuação aplicável aos RLG 6, 7 e 8 (DN nº6/2015): 46

48 DOMÍNIO SAÚDE PÚBLICA, SAÚDE ANIMAL E FITOSSANIDADE ANO

49 PROCEDIMENTOS FINAIS Os relatórios de controlo e os elementos eventualmente apresentados, pelos produtores ou representantes legais, deverão ser posteriormente analisados. Quando o controlo for dado por concluído, a DRAP deverá proceder à recolha informática do mesmo e disponibilizar ao IFAP a documentação relativa aos processos (relatórios de controlos, documentos gráficos, cópia da correspondência enviada aos produtores, respostas enviadas pelos produtores, e qualquer outra documentação considerada relevante e que tenha fundamentado o resultado final do controlo), conforme previsto no ponto 4. do artº 72º do Reg. (UE) nº 809/2014 da Comissão. Em casos graves de incumprimento deverá ser notificada a Autoridade Competente para atuação imediata. Desde a campanha de 2013 que o IFAP assegura o cumprimento do disposto no 1º parágrafo do ponto 3 do artigo 72º do Reg. (UE) Nº 809/2014 da Comissão, notificando o requerente dos incumprimentos detetados no âmbito da condicionalidade. 7 - PROCEDIMENTOS A ADOPTAR NO DECURSO DA AÇÃO DE CONTROLO Neste Módulo serão abordadas as etapas e procedimentos que fazem parte da ação de controlo de modo a serem realizados corretamente os controlos aos: Requisitos de elegibilidade aplicáveis no âmbito do Prémio por Vaca em Aleitamento (PVA) Requisitos de elegibilidade aplicáveis no âmbito do Prémio por Vaca Leiteira (PVL) Indicadores estabelecidos, pelo DN nº 6/2015, para os RLG 6, 7 e 8 de Identificação e Registo de Animais do Domínio Saúde Pública, Saúde Animal e fitossanidade (CNDIDE) Regime de identificação e registo de bovinos, em conformidade com o disposto no Decreto-Lei nº 142/2006. Controlo efetuado ao abrigo do Reg. (CE) nº1082/2003 (SNI) Na campanha de 2015, à semelhança do procedimento implementado desde 2011, o controlo do efetivo bovino no âmbito do controlo de PVA, PVL, CNDIDE e SNI será realizado em simultâneo. Relativamente aos procedimentos formais remete-se para a leitura do Manual de Procedimentos Transversais Verificação no local, uma vez que são adotados os mesmos procedimentos para todas as ações de controlo no local. 48

50 VERIFICAÇÃO DO LOCAL DE RETENÇÃO CONTROLO DE PVA E PVL Compete à equipa de controlo, através dos documentos gráficos disponibilizados (saídas gráficas e miniortos), verificar se o efetivo pecuário se encontra numa das parcelas identificadas no IE do beneficiário, desde que o controlo no local se realize dentro do Período de Retenção Obrigatório. Quando o efetivo pecuário se encontra numa parcela não identificada no IE do beneficiário, a equipa de controlo deve, sempre que possível, delimitar, na documentação gráfica disponível (saídas gráficas e miniortos), a parcela onde os animais se encontravam à data de controlo, por forma a permitir em gabinete identificar com recurso ao isip a referida parcela. Caso não seja possível delimitar a parcela na documentação gráfica disponível, a equipa de controlo deve solicitar ao beneficiário cópia do documento P3 correspondente VERIFICAÇÃO DO EFETIVO PRESENTE NA EXPLORAÇÃO Controlo de PVA, PVL e SNI Deverá ser assegurada a verificação da identificação individual, sexo, raça e classe etária de cada animal da espécie bovina presente na exploração à data de controlo. Para o efeito o efetivo deve ser confinado (preferencialmente através de uma manga), por forma a possibilitar aos técnicos de controlo a correta observação dos 2 pavilhões auriculares de cada animal, bem como as restantes verificações. 49

51 Controlo de CNDIDE Bovinos Deverão ser adotados os procedimentos descritos para o controlo de PVA, PVL e SNI Ovinos e Caprinos Todos os animais com mais de 6 meses ou 9 meses (animais criados ao ar livre) presentes na exploração, à data do controlo, devem ser verificados. Deverá ser assegurada a verificação da identificação individual, sexo, raça e classe etária de cada animal. Para o efeito e, sempre que na exploração existam meios que tal possibilitem, o efetivo deve ser confinado por forma a possibilitar aos técnicos de controlo a correta observação dos 2 pavilhões auriculares de cada animal, a leitura da identificação eletrónica e as restantes verificações. À semelhança do procedimento adotado na verificação da identificação individual dos animais identificados apenas através de marcas auriculares convencionais, todos os animais identificados eletronicamente (bolus ruminal ou brinco eletrónico), presentes na exploração à data de controlo, devem ser lidos com o leitor (bastão ou leitor fixo). Também deve ser lido e registado o Nº SIA patente nas Marcas Auriculares que cada animal ostentar. O ficheiro da leitura dos identificadores eletrónicos deve ser submetido no idigital, na opção Upload de Documentos de Suporte. 50

52 Com a implementação da identificação eletrónica (IDE) é obrigatória a verificação da coerência da identificação individual dos pequenos ruminantes (comparação do código de identificação individual constante da marca auricular convencional com o código de identificação individual do identificador eletrónico). Nos animais identificados com brinco eletrónico deve ser registado o nº de identificação existente na marca auricular convencional aposta no pavilhão auricular direito e o correspondente número de identificação do brinco eletrónico (pavilhão auricular esquerdo) para validação dos dados comunicados à BD SNIRA. 51

53 Suínos Todos os animais presentes na exploração, à data do controlo, devem ser contabilizados independentemente da sua idade VERIFICAÇÃO DOCUMENTAL Além da contabilização e verificação do efetivo presente na exploração, os técnicos de controlo deverão verificar toda a documentação inerente à identificação e registo dos animais presentes na exploração à data do controlo no local. Todos os documentos verificados devem ser carimbados, rubricados e datados pelo(s) técnico(s) de controlo. Sempre que se observem irregularidades/incumprimentos relacionados com a documentação verificada, é obrigatório obter registos fotográficos dos documentos que suportam as referidas irregularidades. Devem ainda ser fotografados todos os documentos que justifiquem as observações registadas no relatório de controlo, tidas como pertinentes pela equipa de controlo. A validação da documentação verificada deve ser efetuada da seguinte forma: RED Nos modelos 160, 243 (ambos para bovinos), existe um espaço reservado para o efeito, devendo o técnico de controlo registar a data da verificação do documento, bem como uma observação que permita identificar em que âmbito foi realizado a ação de controlo. A validação do documento só estará completa com a rubrica do técnico e carimbo da Entidade de Controlo. No modelo 259 (suínos) não existe espaço próprio para a validação do registo. Neste caso, a validação deve ser efetuada numa zona do rosto da folha de registo onde seja possível registar a data, observação a identificar o controlo efetuado, rúbrica do técnico e carimbo. 52

54 Mod. 243/DGV Documentos de circulação (Mod.249/DGV, 250/DGV, 251/DGV, 658/DGAV, 659/DGAV, 660/DGAV ) e de comunicação à base de dados (Mod. 253/DGV e 255-B/DGV, 1157/DGAV e 1158/DGAV), Guia de Acompanhamento de sub-produtos de origem animal cadáveres (Mod.376-B/DGV) ou listagem SIRCA e faturas/certificados veterinários A validação destes documentos deve ser efetuada no verso de cada documento, ou seja, no verso de cada um dos documentos verificados deve ser registada a data da verificação, observação a identificar o controlo efetuado, rúbrica do técnico e carimbo. Excluem-se desta obrigação, a validação dos passaportes (Mod.241/DGV e 241-B/DGV) e os boletins sanitários dos bovinos (Mod.227/DSSA). Relativamente aos documentos de comunicação à BD SNIRA de pequenos ruminantes, os mesmos só devem ser validados, caso o beneficiário os tenha em suporte físico. Se o beneficiário tiver optado por ser ele próprio, através da sua chave de acesso à BD SNIRA (idigital) a efetuar as comunicações à base de dados, o mesmo não é obrigado a possuir o comprovativo, em papel, da referida comunicação. A obrigatoriedade da existência de documento em suporte físico só existe para o caso das guias abertas durante os 7 dias após a ocorrência do movimento. 53

55 Todos os documentos que forem fotografados ou fotocopiados devem ser submetidos no Sistema Central através da opção Upload de Documentos de Suporte do idigital. Para o efeito, os ficheiros a submeter deverão ter a extensão jpg ou pdf (caso dos documentos digitalizados) e não devem ter um tamanho superior a 1Mb. Os documentos que forem fotocopiados deverão ser digitalizados antes de serem submetidos no Sistema. Chama-se a atenção para o modo como os documentos de suporte são fotografados. O objetivo de tal procedimento é obter uma cópia perfeitamente legível do documento analisado, pelo que, as fotografias devem ser legíveis, focadas e abranger a totalidade do documento analisado. Além disso, não devem incluir o numerador, uma vez que, a sua inclusão faz com que a superfície afeta ao documento a fotografar seja reduzida, o que conduz à redução da legibilidade da cópia do documento. Os documentos devem ser fotografados na sua totalidade e não apenas excertos Documentos a verificar no controlo de PVA, PVL e SNI Passaportes dos Bovinos (Mod. 241 ou 241-B/DGV) e boletins sanitários (Mod. 227/DSSA). RED-BV (Mod. 243/DGV ou 160/DGV ou em formato digital autorizado). No caso do RED-BV se encontrar em formato digital, o detentor é obrigado a facultar o referido registo em suporte de papel para a verificação. Documentos de circulação: Declaração de Deslocações (Mod. 253/DGV) e Guias de trânsito para abate imediato (Mod. 249/DGV), Guias Sanitárias ou Guias de Trânsito para exploração ou centro de agrupamento (Mod. 250, 251/DGV). Declarações de Nascimento e Queda de Brincos (Mod. 255-B/DGV), em vigor até à publicação do novo modelo de comunicação via plataforma idigital. Mortes não recolhidas pelo SIRCA e Desaparecimento (Mod. 1248/DGAV), caso existam em papel ou confirmação por consulta ao SNIRA idigital. 54

56 Ficha de Recolha/Guia de Acompanhamento de subprodutos de origem animal - Cadáveres (SIRCA Mod. 376B/DGV) (Comprovativos de recolha de cadáveres pelo SIRCA - Sistema de Recolha de Cadáveres de Animais Mortos na Exploração). Relativamente aos passaportes, os técnicos de controlo deverão confirmar se o detentor possui a totalidade dos passaportes do efetivo bovino existente na exploração, à data de controlo, ou documento que justifique a sua inexistência. Deverão ainda verificar se o averbamento dos passaportes (data de entrada, marca de exploração, e assinatura no campo Detenção e Movimentos do passaporte) se encontra atualizado. A não assinatura pelo detentor dos passaportes de bovinos, nascidos na exploração a controlo, que não foram objeto de qualquer deslocação não deve ser considerada incumprimento, bem como a ausência de averbamento da exploração onde o bovino se encontra na altura da emissão do passaporte. Os técnicos de controlo deverão analisar o RED-BV, de forma a atestarem que o mesmo se encontra devidamente preenchido e atualizado. Para tal deverão verificar se todos os animais presentes na exploração se encontram corretamente registados no RED-BV, e se a documentação de circulação, de comunicação à bdd do SNIRA, comprovativos SIRCA e participações de desaparecimento foram devidamente registadas e se se encontram na posse do detentor Documentos a verificar no controlo de CNDIDE Bovinos Deverão ser efetuadas todas as verificações descritas no controlo de PVA, PVL e SNI Ovinos e Caprinos Documentos de circulação: Guias de trânsito para abate imediato (Mod. 659/DGAV), Guias Sanitárias ou Guias de Circulação para exploração ou centro de agrupamento (Mod. 660 ou 658/DGAV). Declaração Anual de Existências (Mod. 657/DGV), Registo de Entidades/Detentores; Registo de Exploração/Estabelecimento, Associação de Entidades; Registo de Parcelário, Marcas de Exploração e Núcleos de Produção (Mod.666/DGV) ou Documento de Suporte à Declaração de Existências de Ovinos e Caprinos (Mod. 704/DGV). Certificados Veterinários. Ficha de Recolha/Guia de Acompanhamento de subprodutos de origem animal - cadáveres (Mod.376/B-DGV) (Comprovativos de recolha de cadáveres pelo SIRCA - Sistema de Recolha de Cadáveres de Animais Mortos na Exploração). 55

57 Considerando que a comunicação das ocorrências é realizada via SNIRA-iDigital, os detentores são dispensados da apresentação do documento comprovativo, devendo a verificação da existência de tais comunicações ser feita através de consulta do SNIRA, caso não exista documento comprovativo no ato de controlo Suínos RED-SN (Mod. 259/DGV). Documentos de circulação: Guias de trânsito para abate imediato (Mod. 249/DGV), Guias Sanitárias ou Guias de Trânsito para exploração ou centro de agrupamento (Mod. 250, 251/DGV) quando houver protocolos de delegação de emissão destas pelos responsáveis sanitários ou suinicultores, respetivamente. Declaração das Existências de Suínos (DES). Os suinicultores estão obrigados a declarar três vezes por ano, em abril, em agosto e em dezembro, o número e a classe de animais que possuem através da base de dados SNIRA-iDigital. Assim, os detentores deverão ser dispensados da apresentação do documento comprovativo, devendo a verificação da existência de DES ser feita através de consulta do SNIRA, caso não exista documento comprovativo no ato de controlo. Os técnicos de controlo deverão analisar o RED (Mod. 259/DGV), de forma a atestarem que o mesmo se encontra devidamente preenchido e atualizado. Para tal deverão verificar se o total de animais presentes na exploração se encontra devidamente registado no campo Nº de suínos presentes daquele impresso, e se a documentação de circulação foi devidamente registada CONSTITUIÇÃO DO RELATÓRIO DE CONTROLO ANI Conforme referido anteriormente, o relatório ANI engloba o controlo de PVA, PVL, CNDIDE e SNI. Em seguida far-se-á a descrição da constituição do relatório para cada um dos controlos referidos, bem como o modo de efetuar o seu preenchimento Capa do Relatório ANI Parte comum a todos os relatórios de controlo, onde se encontra indicada toda a informação do requerente, bem como as ajudas selecionadas a controlo. 56

58 Relatório de controlo de PVA e PVL O relatório de controlo de PVA e de PVL é constituído pelos seguintes quadros: Identificação das parcelas que integram a exploração Quadro onde são listadas todas as parcelas que se encontram no IE do beneficiário selecionado para controlo. Bovinos Presentes Quadro que lista todos os bovinos que se encontram presentes, à data de emissão, na base de dados SNIRA, em marcas de exploração associadas ao beneficiário selecionado para controlo. 57

59 Comunicação de Movimentos de Bovinos à BDD Quadro emitido sem dados listados, que se destina ao registo das comunicações à base de dados ocorridas após a emissão da ficha de controlo (entradas e saídas), bem como ao registo das comunicações verificadas que não coincidam com as pré-listadas no quadro Bovinos Presentes. Comunicação de Queda de Brincos de Bovinos à BDD Neste quadro deverão ser registadas as comunicações de queda de brinco à BDD via Mod. 255-B/DGV ou Mod 1260/DGAV correspondentes aos animais que, à data de controlo, ostentam apenas uma marca auricular ou zero marcas auriculares, desde que o detentor tenha comunicado a queda do brinco. Dados controlados/incorreções detetadas Neste quadro deverão ser registados todos os elementos necessários para retificar os dados inseridos incorretamente na base de dados SNIRA, nomeadamente a raça, data de nascimento, identificação da mãe, referência do modelo, data da comunicação e data da ocorrência. 58

60 Relatório de controlo de CNDIDE Os quadros que constituem o relatório de controlo com marcação CNDIDE são os seguintes: Mapa de Registo de Existências e Deslocações de Ovinos e Caprinos/Suínos/Bovinos Neste quadro são listadas todas as marcas de exploração ativas na base de dados SNIRA, pertencentes ao detentor selecionado para controlo, as marcas de exploração desativadas durante o ano de 2015 ou as declaradas no Pedido Único (PU 2015), sendo que para cada uma delas é obrigatória a existência de RED. Este quadro será o suporte da verificação do RLG6 (Suínos) e RLG7 (Bovinos). Irregularidades do RED Suínos Mod. 250/DGV Neste quadro devem ser registadas todas as incorreções de preenchimento do RED-SN. Este quadro será suporte da verificação do RLG6 (Suínos). Quadro de Ovinos e ou Caprinos com IDE presentes na exploração CNDIDE Neste quadro serão listados todos os animais presentes na exploração à data da emissão do relatório de controlo, 59

61 identificados com identificadores eletrónicos (IDE), desde que o beneficiário tenha efetuado o Recenseamento Inicial de Ovinos e Caprinos (RIOC) do seu efetivo, para todas as marcas de exploração ativas no SNIRA e pertencentes ao beneficiário selecionado para controlo. Este quadro será suporte da verificação do RLG8 (Ovinos e Caprinos). Quadro de Ovinos e ou Caprinos Convencionais presentes na exploração - CNDIDE Neste quadro serão listados todos os animais presentes na exploração à data da emissão do relatório de controlo, identificados com marcas auriculares convencionais desde que o beneficiário tenha efetuado o Recenseamento Inicial de Ovinos e Caprinos (RIOC) do seu efetivo, para todas as marcas de exploração ativas no SNIRA e pertencentes ao beneficiário selecionado para controlo. Este quadro será suporte da verificação do RLG8 (Ovinos e Caprinos). Marcas auriculares dos animais reidentificados - CNDIDE Neste quadro deverão ser registados os animais reidentificados com marcas auriculares após a emissão do controlo. Associado aos códigos D no campo Código de identificação individual 1 (Nº SIA). Ovinos e/ou Caprinos sem identificação individual presentes na exploração - CNDIDE- Neste quadro deverão ser registados por espécie e classe etária, os animais sem qualquer meio de identificação oficial, animais com marca auricular de exploração, presentes na exploração à data do 60

62 controlo no local. Devem ainda ser registados os animais que se encontram estabulados permanentemente. Atualização das ocorrências de Ovinos /Caprinos - CNDIDE- Neste quadro devem ser registados os animais cujo último movimento comunicado à BD SNIRA é diferente do listado no Quadro de Ovinos e ou Caprinos com IDE Presentes na exploração CNDIDE Para além dos quadros específicos, o relatório de controlo CNDIDE inclui também os quadros seguintes, que são comuns ao controlo PVA, PVL e SNI: Bovinos Presentes na exploração à data da emissão Comunicação de Movimentos de Bovinos à BDD Comunicação de Queda de Brincos à BDD Dados Controlados/Incorreções Detetadas Relatório de controlo de SNI O relatório de controlo de SNI é constituído pelos seguintes quadros: Marcas de Exploração de Bovinos Ativas na BDD SNIRA Quadro meramente informativo, emitido apenas nos processos marcados para controlo no âmbito de SNI, onde são listados os dados referentes à localização das Marcas de Exploração ativas no SNIRA, à data de emissão, bem como o contacto 61

63 registado na referida base de dados. Este quadro permite ter acesso a dados do detentor/exploração que por vezes não constam na base de dados dos IB s (Identificação do Beneficiário) do IFAP. Totalizador SNI Quadro emitido nos processos marcados para controlo no âmbito de SNI e é usado para registo dos que já deviam estar identificados individualmente e que não ostentam qualquer meio de identificação alternativo (brinco da casa, tatuagem, ferro, etc) ou a animais jovens que aguardam a sua identificação. Bovinos presentes na exploração à data de emissão Comunicação de Movimentos de bovinos à BDD Comunicação de Queda de Brincos à BDD Dados controlados/incorreções detetadas PREENCHIMENTO DO RELATÓRIO DE CONTROLO ANI O correto preenchimento dos relatórios (e consequente carregamento informático na base informática do registo do controlo) permite a correta apreciação estatística dos resultados do controlo, nomeadamente no seguinte: Natureza (gravidade) das irregularidades, permitindo aos Órgãos Competentes tomar medidas atempadas, quer em termos de gestão, quer em termos de critérios de seleção das amostras; Confirmar ou alterar os critérios de risco associados à seleção das amostras de controlo; Dirigir as amostras de controlo para outras regiões/critérios; Alargar oportunamente as amostras nesse mesmo ano; Controlar a evolução das situações irregulares; Todos os campos de recolha de controlo são de preenchimento obrigatório, o que determina que não possam existir no relatório campos em branco, vazios. Campos de recolha para os quais não existam valores a atribuir deverão ser preenchidos com o valor 0 (zero), no caso de serem campos numéricos, ou trancados, se forem campos de texto. No preenchimento dos relatórios em papel, nos campos numéricos, em 62

64 alternativa ao valor 0 (zero) poder-se-á trancar também os campos para os quais não existem valores a registar. A primeira página do relatório de controlo ANI apresenta apenas dados informativos (dados referentes à identificação e contactos do beneficiário, ajudas a que o beneficiário se candidatou e quais foram selecionadas para controlo), à exceção do campo Controlo Induzido, campo esse onde a equipa de controlo assinalará a indução do controlo para uma determinada ajuda ou condicionalidade Preenchimento do quadro Identificação das parcelas que integram a exploração PVA;PVL Quadro emitido apenas nos processos marcados para controlo no âmbito de PVA e PVL. No campo Local onde foram CTRL os bovinos, deverá ser indicada qual ou quais as parcelas onde foi observado o efetivo pecuário, preenchendo o respetivo campo com (Sim). Quando a parcela correspondente ao local de retenção não se encontra registada no Quadro Identificação das parcelas que integram a exploração deverá ser inserido um registo novo, sendo de preenchimento obrigatório os campos Nº Seq., Nº Parcelário e Local onde foram CTRL os bovinos. No ficheiro de recolha existe uma ferramenta (botão Local a N ) que irá permitir ao técnico de controlo preencher todos os campos do Local onde foram CTRL os bovinos a Não, eliminando dessa forma os campos vazios do ficheiro a submeter no sistema. O preenchimento do quadro Identificação das parcelas que integram a exploração deverá iniciar-se sempre pelo preenchimento automático do campo Local onde foram CTRL os bovinos a Não através do botão Local a N e posteriormente, o técnico deverá alterar para Sim (manualmente) as parcelas onde foram observados os bovinos. 63

65 Preenchimento do quadro Mapa de Registo de Existências e Deslocações de Ovinos e Caprinos/Suínos/Bovinos - CNDIDE O quadro Mapa de Registo de Existências e Deslocações de Ovinos e Caprinos/Suínos/Bovinos é constituído pelos seguintes campos: Espécie Campo pré-preenchido com a espécie associada à marca de exploração listada, (B) bovinos, (O) ovinos, (C) Caprinos e (S) - suínos; Marca de exploração A coluna Decl encontra-se pré-preenchida com a marca de exploração existente na base de dados do SNIRA associada a cada espécie pecuária, sendo necessário registar a marca controlada na coluna Ctrl. Detentor e Exploração Registados no SNIRA Este campo é o suporte da verificação do indicador 2.1 do RLG 6 (Suínos), RLG 7 (Bovinos) e indicador 1.1. do RLG (Ovinos e Caprinos), estabelecidos no DN nº 6/2015. Decl Este campo é pré-preenchido com os valores (A), (D), (E) e (N), os quais classificam as marcas de exploração listadas neste quadro: (A) Marca de exploração ativa no SNIRA, à data de emissão da ficha de controlo. No caso de marcas de exploração associadas às espécies ovina ou caprina, significa que a respetiva marca se encontra ativa e que foi realizada a Declaração de Existências; 64

66 (D) Marca de exploração desativada durante o ano civil da campanha a controlo; (E) Apenas para as marcas de exploração associadas às espécies ovina e caprina e, significa que a marca se encontra ativa na base de dados do SNIRA, mas até à data de emissão, não foi realizada a Declaração de Existências; (N) Marca de exploração declarada no PU mas não registada no SNIRA. Quando a marca listada apresenta, na coluna Decl, o valor (A), a coluna Ctrl deve ser preenchida com os seguintes valores: C) Conforme, quando o detentor possui ou não ovinos, caprinos, bovinos ou suínos no ato do controlo, e documentalmente confirma-se que registou a marca de exploração na base de dados do SNIRA; (I) Irregular, quando a situação acima referida não é documentalmente comprovada; (J) - Justificado, quando o detentor não possui ovinos, caprinos, bovinos ou suínos no ato do controlo e comprova documentalmente que deu baixa de atividade, mas continua com marca ativa no SNIRA. Quando a marca listada apresenta, na coluna Decl, o valor (D), a coluna Ctrl deve ser preenchida com os seguintes valores: (C) Conforme, quando o detentor no ato do controlo não possui ovinos, caprinos, bovinos ou suínos na marca de exploração desativada; (N) Não Conforme, quando existem animais na marca de exploração desativada sem ter pedido de reativação dessa mesma marca (código penalizante); (J) - Justificado, quando o detentor possui ovinos, caprinos, bovinos ou suínos na marca de exploração desativada, mas exibe documentação comprovativa do pedido de reativação. 65

67 Quando a marca listada apresenta, na coluna Decl, o valor (E), a coluna Ctrl deve ser preenchida com os seguintes valores: (N) Não Conforme, se o detentor possui ovinos e caprinos e efetivamente não realizou a Declaração Anual de Existências (código penalizante); (J) Justificado, se o detentor possui ovinos e caprinos, mas possui documento que justifica a comunicação da Declaração de Existências à base de dados SNIRA. Quando a marca listada apresenta, na coluna Decl, o valor (N), a coluna Ctrl deve ser preenchida com os seguintes valores: (N) Não Conforme, se o detentor possui ovinos, caprinos, bovinos ou suínos numa marca de exploração que não faz parte da base de dados (código penalizante); (J) Justificado, se o detentor possui ovinos, caprinos, bovinos ou suínos numa marca de exploração que não faz parte da base de dados mas possui documento que justifica a comunicação à base de dados. Nos casos em que a marca de exploração controlada não se encontra pré-listada, o campo Decl deverá ser trancado e o campo Ctrl deve ser preenchido com os seguintes valores: (N) Não Conforme, quando o detentor possui ovinos, caprinos, bovinos ou suínos na marca de exploração não listada sem ter providenciado, com comprovação documental, o seu registo na base de dados (código penalizante); (J) Justificado, quando o detentor possui ovinos, caprinos, bovinos ou suínos na marca de exploração não listada, mas comprova documentalmente ter providenciado o seu registo na base de dados. 66

68 Existência de RED Campo de recolha, relativo à existência de RED no ano civil a que se reporta o controlo, o qual deve ser preenchido com os valores (S), (N) e (J). Este campo é o suporte da verificação do indicador 1.1. do RLG 6 (Suínos) e RLG 7 (Bovinos), estabelecidos no DN nº 6/2015. (S) Sim, se o detentor possuir livro, folhas ou aplicação informática (RED-BV ou RED Suínos previamente autorizados); (N) Não, se o detentor não possuir livro, folhas ou aplicação informática; (J) Justificado, nos casos em que detentor alegue, devidamente suportado com um documento de participação a uma autoridade competente (DGAV, DSVR, OPP, GNR), que o livro/folhas/aplicação informática teve algum problema e que já solicitou a resolução do mesmo. O código J também se aplica nas explorações em que o detentor não possua RED para o ano civil a controlo e se comprove que o mesmo não possui ou não possuiu, no referido ano, animais da espécie correspondente à Marca de Exploração listada. A utilização da aplicação informática, no caso do RED-BV ou RED-SN, tem de estar devidamente autorizada pelos Serviços Veterinários da Região. N.º de Suínos presentes na exploração Campo de recolha, no qual deve ser indicado o número de suínos que estão presentes na exploração, no dia do controlo. Este campo é suporte da verificação do indicador 1.2. do RLG 6 (Suínos) estabelecido no DN nº 6/2015. N.º Suínos registados no RED-SN Campo de recolha, no qual deve ser transcrito o número de suínos registados no RED (Mod. 259/DGV), no dia do controlo. Este campo é suporte da verificação do indicador 1.2. do RLG 6 (Suínos) estabelecido no DN nº 6/2015. Exemplo de preenchimento do quadro Mapa de Registo de Existências e Deslocações de Ovinos e Caprinos/Suínos/Bovinos, para uma exploração cujo detentor tem uma marca de exploração ativa para a espécie bovina, devidamente registada no SNIRA, possuindo RED-BV para a mesma, confirmando-se simultaneamente a desativação da marca de exploração para a espécie suína. 67

69 Preenchimento do quadro Irregularidade do RED Suínos Mod. 250/DGV Este quadro só deverá ser preenchido quando, no decurso da verificação documental, se verificarem incorreções no preenchimento/atualização do RED-SN. Este quadro é suporte da verificação do indicador 1.2. do RLG 6 (Suínos) estabelecido no DN nº 6/2015 Neste quadro são de preenchimento obrigatório os seguintes campos: Tipo de Ocorrência Neste campo o técnico de controlo deve identificar o tipo de ocorrência que se encontra em incumprimento: Entrada ou Saída. Marca de Exploração Neste campo o técnico de controlo deve registar a Marca de Exploração correspondente ao RED-SN onde foi verificada a incorreção. 68

70 Registada no RED (S/N) Campo destinado a indicar se a ocorrência registada no campo anterior se encontra registada ou não no RED-SN e identificar o tipo de incumprimento, podendo assumir os seguintes valores: (S) Ocorrência registada no RED-SN sem incorreções; (N) Ocorrência não registada no RED-SN ou registada com incorreções (sendo obrigatório indicar o campo incorretamente preenchido). Documento de Suporte (S/N) Neste campo, o técnico de controlo deve indicar se foi apresentado documento de suporte ou não para a ocorrência assinalada. Este campo poderá assumir os seguintes valores: (S) Existe documento de suporte da ocorrência assinalada. Só aplicável quando o campo Registado no RED = (N); (N) Não existe documento de suporte da ocorrência assinalada. Nº Guia Circulação/Outro Neste campo, deverá ser registado o nº da referência do documento de suporte quando este é apresentado ou quando esta se encontra registada no do RED-SN. Nº de Animais Irregulares Neste campo, o técnico de controlo deve indicar o nº de animais afetado pelo incumprimento assinalado, ou seja, deverá indicar o nº de animais associados a uma ocorrência não registada, incorretamente registada ou registada sem documento de suporte. Nº de Animais registado no RED Neste campo, o técnico de controlo deve indicar o nº de animais que se encontra registado no RED-SN, na data correspondente à ocorrência irregular. Nos casos em que não foi efetuado o registo de uma ocorrência, deverá ser considerado o registo na data anterior à referida ocorrência. Incorreções no RED-SN Os campos do quadro Incorreções no Registo do RED-SN deverão ser preenchidos de acordo com as incorreções detetadas no decurso da análise documental do RED-SN. Sempre que se verifique uma incorreção no registo é obrigatório identificar qual o campo do RED-SN que apresenta a incorreção, para tal basta assinalar com um (X) o campo ou campos em questão Preenchimento do quadro Ovinos e/ou caprinos com IDE presentes na exploração - CNDIDE Neste quadro serão listados todos os animais da espécie ovina e ou caprina identificados eletronicamente que, à data de emissão da ficha de controlo, se encontrem presentes em marcas de exploração, associadas ao NIF do requerente selecionado para controlo, desde que o mesmo tenha efetuado o Recenseamento Inicial de Ovinos e Caprinos (RIOC). 69

71 Os dados recolhidos no quadro Ovinos e/ou Caprinos com IDE Presentes na Exploração permitirão verificar o cumprimento dos indicadores 1.2. e 2.1. do RLG8, conforme publicado no DN nº 6/2015. Descrição do quadro Ovinos e/ou Caprinos com IDE Presentes na Exploração : O campo N.º Seq. é um campo pré-preenchido e destina-se a enumerar os animais listados no relatório de controlo. O campo Código IDE é um campo pré-preenchido com os códigos de identificação eletrónica dos ovinos e/ou caprinos que se encontram registados na BD SNIRA idigital. O campo Código de identificação individual 1 (SIA) BD SNIRA é um campo de prépreenchimento. Será listado com os códigos de identificação individual (Nº SIA da Marca Auricular1) dos ovinos e/ou caprinos que se encontram registados na BD SNIRA do idigital. O campo Código de identificação individual 2 (SIA) BD SNIRA é um campo de prépreenchimento. Será listado com os códigos de identificação individual (Nº SIA da Marca Auricular 2) dos ovinos e/ou caprinos, correspondentes à 2ª Marca auricular que, caso exista, se encontra registados na BD SNIRA. Os campos Código de identificação individual 1 (SIA) CTRL e Código de identificação individual 2 (SIA) CTRL é um campo de recolha a preencher pelo técnico de controlo e pode assumir os seguintes valores: (I) - Nº SIA verificado igual ao registado na BD SNIRA; (D) - Nº SIA verificado diferente do Nº SIA registado na BD SNIRA (obrigatório o registo do novo Nº SIA no quadro "Marcas Auriculares dos Animais Reidentificados"; (N) - Não existe. O campo Reidentificado é de pré-preenchimento e indica se os códigos de identificação individual listados pertencem a um ovino/caprino que foi reidentificado no SNIRA. 70

72 Este campo pode assumir os seguintes valores consoante o animal listado tenha sido reidentificado ou não e, no caso de ter sido reidentificado, o tipo de reidentificação ocorrida: (N) Animal não reidentificado (L) Animal em que o identificador eletrónico foi substituído por questões de legibilidade; (M) - Animal em que a marca auricular de um animal com IDE foi substituída; (I) Animal que se encontrava identificado convencionalmente e que foi reidentificado com IDE. Os campos Espécie, Raça BD SNIRA, Sexo BD SNIRA, Data de Nascimento BD SNIRA, Data de Identificação BD SNIRA e Marca de Exploração Decl. são pré-preenchidos com dados constantes no idigital SNIRA: O campo Espécie assumirá os valores (O) ovinos e (C) caprinos. O campo Raça BD SNIRA é pré-preenchido com um código de 3 dígitos, identificativo da raça, o qual terá correspondência com os valores constantes na tabela a disponibilizar no relatório de controlo com os códigos e descritivos das raças. O campo Raça ctrl é de recolha pelo operador e assumirá os valores O ou C, sempre que o campo Estado do Animal seja codificado com os códigos O, C ou N. O campo Sexo BD SNIRA, é pré- preenchido com base na informação existente no SNIRA. O campo Sexo ctrl, é de recolha pelo operador e assumirá os valores M ou F, sempre que o campo Estado do Animal seja codificado com os códigos O, C ou N. O campo Data de Nascimento BD SNIRA será pré-preenchido com as datas de nascimento, de cada animal listado, comunicadas à BD pelo beneficiário ou detentor que possuía o animal à data do seu registo na base de dados. O campo Data de Identificação BD SNIRA será pré-preenchido com as datas de identificação, de cada animal listado, comunicadas à BD pelo beneficiário ou detentor que possuía o animal à data do seu registo na base de dados. Nota: Os campos Espécie, Data de Nascimento e Data de Identificação, nos registos novos, deverão ser também preenchidos pelo técnico de controlo, no caso da espécie, pela visualização in loco, e nos campos Datas de Nascimento e Data de identificação, sempre que exista informação nos documentos verificados em campo (ex: folhas de campo da OPP/certificados veterinários), por forma a que os mesmos possam ser contabilizados em conformidade com a espécie e classe etária. O campo Modelo é pré-preenchido, correspondente ao modelo da DGAV com o qual foi efetuada a comunicação à BDD. O campo pode assumir os valores: Correspondente ao modelo 658/DGAV - Guia de Circulação para exploração/centro de agrupamento/entreposto; Guia sanitária de circulação para exploração; 71

73 RIOC Recenseamento Inicial de Ovinos e Caprinos; FICH - Comunicação da identificação eletrónica (por ficheiro); Correspondente ao modelo 1158/DGAV - comunicação de Reidentificação de animais; Correspondente ao modelo 1236/DGAV- Declaração de movimentos externaimportação de animais; Correspondente ao modelo 1237/DGAV- Declaração de movimentos externaexportação de animais. O campo Nº Guia de Circulação/Outro é de pré-preenchimento e destina-se a identificar o nº de referência do modelo correspondente ao último movimento comunicado à BDD SNIRA do animal listado da espécie ovina/caprina presente na exploração. O campo Data da ocorrência é de pré-preenchimento e indica a data em que ocorreu o último movimento ou ocorrência que conduziu ao registo na BDD SNIRA do animal listado. O campo Marca de Exploração - Decl é de pré-preenchimento e destina-se a identificar a marca de exploração onde cada animal listado se encontra. O campo Marca de Exploração Ctrl é de preenchimento pelo operador e destina-se a indicar a marca de exploração onde cada animal foi verificado. O campo Estado do animal é de preenchimento obrigatório, e poderá assumir os seguintes valores: K - Animal determinado; O - O animal verificado é um ovino e está registado na base de dados como caprino; C - O animal verificado é um caprino e está registado na base de dados como ovino; P - Presente com incorreções; A - Animal ausente no controlo físico; F - Controlado fêmea e registado na BDD como macho; M - Controlado macho e registado na BDD como fêmea; N - Animal novo, verificado na ação de controlo e que não consta na ficha de controlo; E Erro de identificação; R Animal reidentificado eletronicamente; W Animal não verificado fisicamente - animal que por circunstâncias alheias ao produtor não foi possível imobilizar para verificação. Este campo poderá ser preenchido de 2 formas diferentes: - A 1ª a ser efetuada automaticamente com recurso ao botão importar TXT ; - A 2ª a ser efetuada manualmente pelo técnico. 72

74 O botão importar TXT, permite ao técnico de controlo transferir os Nºs de IDE lidos com o leitor, no decurso do controlo in loco e, compara-los com os Nº IDE`s listados no relatório de controlo, sendo possível, dessa forma atualizar o campo Estado do animal com K, caso o Nº IDE lido conste na listagem do relatório de controlo. Os IDE`s que se encontrem pré-listados no relatório de controlo e que não constem do ficheiro TXT, e que se verifique através do brinco convencional que estão presentes, o respetivo campo Estado do animal será automaticamente preenchido com o código A- ausente, podendo o mesmo ser alterado manualmente. Esta situação será permitida pelo facto de existir uma percentagem mínima de IDE`s que não se conseguem ler através do leitor, devido à localização do identificador que por vezes inviabiliza a sua leitura. O campo Estado do Animal de todos os animais que se encontrem listados no quadro Ovinos e/ou Caprinos com IDE presentes na Exploração e que não foram verificados no decurso do controlo in loco, deverá ser preenchido com o valor A, manualmente pelo técnico de controlo. Todos os Nº IDE`s que constem no ficheiro TXT e que não se encontrem listados no quadro Ovinos e/ou Caprinos com IDE presentes na Exploração, serão adicionados automaticamente no referido quadro como novos registos, cuja numeração sequencial iniciará por até ao N. Nestes registos o campo Estado do Animal será automaticamente preenchido com N. O campo Marcas Auriculares é de recolha obrigatória pelo técnico e pode assumir os seguintes valores: (E) - Identificado eletronicamente com IDE e 1/2 Marcas Auriculares convencionais - sempre que em campo se constate que o animal possui para além do bolus ruminal ou brinco eletrónico, 1 ou 2 marcas auriculares convencionais. (J) IDE+0 Marcas Auriculares convencionais - sempre que se verifique que o animal se encontra identificado apenas por dispositivo eletrónico (bolus ruminal ou brinco eletrónico) e não possui nenhuma marca auricular convencional. Estes animais consideram-se em: - Situação regular (mas identificação em risco) desde que o nº de animais nesta situação < 1% do efetivo controlado (até 10 animais controlados apenas com um meio de identificação); - Situação irregular para os animais nascidos depois de 31/12/2009 desde que o nº de animais nesta situação seja > 1% do efetivo controlado. O campo BDD SNIRA é de recolha obrigatória e pode assumir os seguintes valores: 73

75 (S) Sem incorreções na base de dados. Confirma-se o último movimento registado na BDD SNIRA; (N) Quando a entrada ou saída do animal não foi comunicada à BDD SNIRA; (Z) - Último movimento comunicado à BDD SNIRA diferente do listado; Sempre que este código seja aplicado, o Nº SIA respetivo deve ser registado no quadro Atualização das Ocorrências de Ovinos/Caprinos - CNDIDE; (J) Comunicação Justificada, código a aplicar quando se verifique que o detentor possui o documento de circulação (entradas e saídas), e que o mesmo ainda não foi comunicado à BDD por se encontrar dentro dos 4 dias uteis regulamentares para o fazer( exemplo das guias abertas). Este código também se aplica nas identificações, reidentificações, mortes sem recolha SIRCA e desaparecimentos/furtos, sempre que estas tenham ocorrido nos 4 dias úteis anteriores à data de controlo. O registo das mesmas deverá ser assegurado à Base de dados do SNIRA através da plataforma do idigital no prazo de 7 dias uteis a contar das respetivas ocorrências. O campo Animal Estabulado é de preenchimento obrigatório, exceto para os valores do campo Estado do Animal = A, E, R ou W, em que o campo deve estar bloqueado. Este campo pode assumir os seguintes valores: (S) Animal estabulado permanentemente; (N) Animal criado ao ar livre. O campo Novo Nº Seq, é de preenchimento obrigatório para os animais cujo campo estado do animal foi codificado com os códigos E e R. Para os mesmos deverá ser acrescentado no mesmo quadro um novo registo correspondente aos animais com a codificação referida. Para os novos registos inseridos neste quadro Ovinos e/ou Caprinos com IDE Presentes na Exploração são de preenchimento obrigatório os seguintes campos: Nº Seq., Código IDE, Código de Identificação Individual 1 (SIA), Espécie, Sexo Ctrl, Raça Ctrl, Data de Nascimento BD SNIRA, Data de Identificação BD SNIRA, Modelo (quando o campo BDD SNIRA=S), Nº de documento na posse do produtor, Data da Ocorrência, Marca Exploração Ctrl, Marcas Auriculares, BD SNIRA e Animal Estabulado, utilizando os códigos que se adequam à realidade observada. O campo estado do animal será de preenchimento automático, sempre que sejam acrescentados novos registos, e o campo só pode assumir o código N. Procedimento a adotar para comparação dos Nº IDE listados com a leitura dos animais verificados em campo e preenchimento do campo Estado do Animal do quadro Ovinos e/ou Caprinos com IDE Presentes na Exploração 74

76 1. Após transformação do ficheiro, obtido na leitura dos animais, num ficheiro txt, a verificação e registo dos Nº IDE verificados em campo, ocorre através do recurso ao botão Importar TXT, o qual se encontra associado ao quadro Ovinos e/ou Caprinos com IDE Presentes na Exploração. 2. O botão Importa TXT compara os Nº IDE s verificados com os que se encontram pré-listados no relatório e atualiza simultaneamente o campo Estado do animal do quadro em análise. Todos os animais com IDE verificados, sem correspondência ou par no quadro do relatório de controlo (animais novos na exploração), serão acrescentados automaticamente, no referido quadro e o campo Estado do Animal preenchido a N. 3. Os restantes campos deverão ser preenchidos pelo técnico de controlo. Podem ser preenchidos campo a campo ou com recurso à ferramenta de preenchimento que se encontra no final do quadro. Para facilitar a tarefa de carregamento do relatório de controlo, existe no final do quadro Ovinos e/ou Caprinos com IDE Presentes na Exploração CNDIDE, uma ferramenta que permite o preenchimento automático dos campos: Código de identificação individual 1(SIA) Ctrl, Código de identificação individual 75

77 2(SIA) Ctrl, Marca de exploração ctrl, Espécie, Raça, Sexo, Modelo, Estado do Animal, Marcas Auriculares, BDD SNIRA e Animal Estabulado Preenchimento do quadro Ovinos e/ou Caprinos convencionais presentes - CNDIDE Neste quadro serão listados todos os animais da espécie ovina e ou caprina identificados convencionalmente que, à data de emissão da ficha de controlo, se encontrem presentes em marcas de exploração, associadas ao NIF do requerente selecionado para controlo, desde que o mesmo tenha efetuado o Recenseamento Inicial de Ovinos e Caprinos (RIOC). O campo Código de identificação individual 1 (SIA) BD SNIRA é um campo de pré-preenchimento. Será listado com os códigos de identificação individual (Nº SIA da Marca Auricular1) dos ovinos e/ou caprinos que se encontram registados na BD SNIRA do idigital. O campo Código de identificação individual 2 (SIA) BD SNIRA é um campo de pré-preenchimento. Será listado com os códigos de identificação individual (Nº SIA da Marca Auricular 2) dos ovinos e/ou caprinos, correspondentes à 2ª Marca auricular que caso exista, se encontra registados na BD SNIRA. Os campos Código de identificação individual 1 (SIA) CTRL e/ou Código de identificação individual 2 (SIA) CTRL são campos de recolha a preencher pelo técnico de controlo e pode assumir os seguintes valores: (I) - Nº SIA verificado igual ao registado na BD SNIRA; (D) - Nº SIA verificado diferente do Nº SIA registado na BD SNIRA (obrigatório o registo do novo Nº SIA no quadro "Marcas Auriculares dos Animais IDE com Reidentificação"; (N) - Não existe. Os campos Espécie, Raça BD SNIRA, Sexo BD SNIRA, Data de Nascimento BD SNIRA e Marca de exploração Decl são pré-preenchidos com dados constantes no idigital SNIRA. 76

78 O campo Espécie assumirá os valores (O) ovinos e (C) caprinos. Este campo será de recolha obrigatória, apenas para os novos registos, onde se deve registar a espécie do animal verificado em campo, que poderá assumir os seguintes valores (O) ovinos e (C) caprinos. O campo Raça é pré-preenchido com um código de 3 dígitos, identificativo da raça, o qual terá correspondência com os valores constantes na tabela a disponibilizar no relatório de controlo com os códigos e descritivos das raças. O campo Raça ctrl é um campo de recolha com um código de 3 dígitos, identificativo da raça, o qual terá correspondência com os valores constantes na tabela a disponibilizar no relatório de controlo com os códigos e descritivos das raças. Deverá ser preenchido quando o campo Estado do animal tiver sido codificado com os códigos O, C ou N. Para os restantes códigos o campo deverá ser truncado. O campo Modelo é pré-preenchido, correspondente ao modelo da DGAV com o qual foi efetuada a comunicação à BDD. O campo pode assumir os valores: Correspondente ao modelo 658/DGAV - Guia de Circulação para exploração/centro de agrupamento/entreposto; Guia sanitária de circulação para exploração; RIOC Recenseamento Inicial de Ovinos e Caprinos; FICH - Comunicação da identificação eletrónica (por ficheiro); Correspondente ao modelo 1158/DGAV - comunicação de Reidentificação de animais Correspondente ao modelo 1236/DGAV- Declaração de movimentos externa- Importação de animais Correspondente ao modelo 1237/DGAV- Declaração de movimentos externa- Exportação de animais. O campo Nº Guia de Circulação/Outro, é de pré-preenchimento e destina-se a identificar o nº de referência do modelo correspondente ao último movimento comunicado à bdd SNIRA do animal listado da espécie ovina/caprina presente na exploração. O campo Data da ocorrência é um de pré-preenchimento e indica a data em que ocorreu o último movimento ou ocorrência que conduziu ao registo na base de dados SNIRA do animal listado, que se encontra presente na exploração. O campo Marca de Exploração Ctrl, é de preenchimento pelo operador e destina-se a indicar a marca de exploração onde cada animal foi verificado. O campo Estado do animal é de preenchimento obrigatório, e poderá assumir os seguintes valores: K - Animal determinado; O - O animal verificado é um ovino e está registado na base de dados como caprino; 77

79 C - O animal verificado é um caprino e está registado na base de dados como ovino; P - Presente com incorreções; A - Animal ausente no controlo físico; F - Controlado fêmea e registado na BDD como macho; M - Controlado macho e registado na BDD como fêmea; N - Animal novo, verificado na ação de controlo e que não consta na ficha de controlo; R Animal reidentificado eletronicamente; W Animal não verificado fisicamente- animal que por circunstâncias alheias ao produtor não foi possível imobilizar o animal para verificação. O campo Marcas Auriculares é de recolha obrigatória pelo técnico e pode assumir os seguintes valores: 2-2 marcas auriculares convencionais; 1-1 marca auricular convencional; P animal identificado apenas com brinco provisório. O campo BDD SNIRA é de recolha obrigatória e pode assumir os seguintes valores: S Sem incorreções na base de dados. Confirma-se o último movimento registado na BD SNIRA; N Quando a entrada ou saída do animal não foi comunicada à BD SNIRA; Z - Último movimento comunicado à BDD SNIRA diferente do listado; Sempre que este código seja aplicado, o Nº SIA respetivo deve ser registado no quadro Atualização das Ocorrências de Ovinos/Caprinos. J Comunicação Justificada, código a aplicar quando se verifique que o detentor possui o documento de circulação (entradas e saídas), e que o mesmo ainda não foi comunicado à BDD por se encontrar dentro dos 4 dias uteis regulamentares para o fazer (exemplo das guias abertas). Este código também se aplica nas identificações, reidentificações, mortes sem recolha SIRCA e desaparecimentos/furtos, sempre que estas tenham ocorrido nos 4 dias úteis anteriores à data de controlo. O registo das mesmas deverá ser assegurado à Base de dados do SNIRA através da plataforma do Idigital no prazo de 7 dias uteis a contar das respetivas ocorrências. O campo Animal Estabulado é de preenchimento obrigatório, exceto para os valores do campo Estado do Animal = A, R ou W, em que o campo deve estar bloqueado. Este campo pode assumir os seguintes valores: S Animal permanentemente estabulado; N Animal criado ao ar livre. O campo Novo Seq é de preenchimento obrigatório para os animais cujo campo estado do animal foi codificado com o código R. Para os mesmos deverá ser acrescentado no mesmo quadro um novo registo correspondente aos animais com a codificação referida. 78

80 Para os novos registos inseridos neste quadro, são de preenchimento obrigatório os seguintes campos: Nº Seq., Código Identificação 1, Espécie, Sexo Ctrl, Raça Ctrl, Modelo ( quando o campo BDD SNIRA=S) Nº de documento na posse do produtor, Data da Ocorrência, Marca Exploração Ctrl, Marcas Auriculares, BD SNIRA e Animal Estabulado, utilizando os códigos que se adequam à realidade observada. O campo estado do animal será de preenchimento automático, sempre que sejam acrescentados novos registos, e o campo só pode assumir o código N. Para facilitar a tarefa de carregamento do relatório de controlo, também no final do quadro Ovinos e/ou Caprinos convencionais Presentes CNDIDE, existe uma ferramenta que permite o preenchimento automático dos campos: Código de identificação individual 1(SIA) Ctrl, Código de identificação individual 2(SIA) Ctrl, Marca de exploração ctrl, Espécie, Raça, Sexo, Modelo, Estado do Animal, Marcas Auriculares, BDD SNIRA e Animal Estabulado Preenchimento do quadro Marcas Auriculares dos Animais Reidentificados - CNDIDE Este quadro só deve ser preenchido, quando, no decurso, da ação de controlo se verificar que os animais listados originalmente nos quadros Ovinos e/ou Caprinos com IDE Presentes na Exploração e Ovinos e/ou Caprinos Convencionais Presentes na Exploração, foram sujeitos a uma reidentificação/alteração do Nº SIA, ou seja, sempre que, nos campos Código de identificação individual 1 (SIA) CTRL e/ou Código de identificação individual 2 (SIA) CTRL, do quadros anteriormente referidos for registado o valor D (Nº SIA diferente do comunicado à BD SNIRA), o novo Nº SIA deve ser registado no quadro Marcas Auriculares dos Animais IDE com Reidentificação. O quadro Marcas Auriculares dos Animais Reidentificados é constituído pelos seguintes campos: O campo Nº Seq. é de recolha e destina-se a numerar sequencialmente, de 1 a n, os códigos IDE que serão inseridos, através do botão Carregar Quadro. O campo Código IDE será preenchido automaticamente através do botão Carregar Quadro, com os códigos de identificação eletrónica que se encontram associados ao valor D, dos Código de 79

81 identificação individual 1 (SIA) CTRL ou Código de identificação individual 2 (SIA) CTRL, do Quadro Ovinos e/ou Caprinos com IDE Presentes na Exploração. O campo Código de identificação individual 1 é de preenchimento obrigatório caso, o IDE importado esteja associado ao valor D no campo Código de identificação individual 1 (SIA) CTRL do Quadro Ovinos e/ou Caprinos com IDE Presentes na Exploração. Se não se verificar esta condição o campo deverá ficar vazio. O campo Código de identificação individual 2 é de preenchimento obrigatório caso, o IDE importado esteja associado ao valor D no campo Código de identificação individual 2 (SIA) CTRL do Quadro Ovinos e/ou Caprinos com IDE Presentes na Exploração. Se não se verificar esta condição o campo deverá ficar vazio Preenchimento do quadro Atualização das Ocorrências de Ovinos/Caprinos - CNDIDE O quadro Atualização das ocorrências de ovinos/caprinos com IDE será utilizado para registo de todas as comunicações verificadas no decurso da ação de controlo, referentes aos animais listados no quadro Ovinos e/ou Caprinos com IDE Presentes, que sejam diferentes do último movimento comunicado à base de dados SNIRA, que se encontra pré-listado no quadro Ovinos e/ou Caprinos com IDE Presentes, ou seja, as comunicações assinaladas com código (Z) no campo BDD SNIRA, do quadro Atualização das ocorrências de ovinos/caprinos. O quadro Atualização das Ocorrências de Ovinos e/ou Caprinos é constituído pelos seguintes campos: O campo Nº Seq. destina-se a numerar sequencialmente, de a n, os registos referentes às comunicações introduzidas (numeração automática). O campo Código IDE deve ser preenchido com os códigos de identificação individual dos ovinos e/ou caprinos que se encontram codificados com o valor Z no campo BD SNIRA do quadro Ovinos e/ou Caprinos com IDE Presentes. Os campos Código de identificação individual 1 (SIA) e Código de identificação individual 2 (SIA), devem ser preenchidos com os códigos de identificação individual dos animais que se encontram identificados com o Nº IDE registado no campo Código IDE. No campo Marca de Exploração deverá ser registada a marca de exploração onde o animal se encontra. 80

82 O campo Tipo de Ocorrência destina-se a identificar se o tipo de ocorrência registada corresponde a uma entrada de animais na exploração, saída de animais da exploração, Identificação, Abate imediato, Mortes (cadáver recolhido ou não pelo SIRCA), desaparecimento ou Reidentificação. Este campo é de preenchimento obrigatório e pode assumir os seguintes valores: (E) Entrada; (S) Saída; (I) Identificação; (A) Abate Imediato; (M) Morte; (D) - Desaparecimento; (C) Autoconsumo; (R) Reidentificação. O campo Comunicado à BDD é de preenchimento obrigatório. Este campo pode assumir os seguintes valores: (S) Ocorrência foi comunicada à BD SNIRA; (N) Ocorrência não foi comunicada à BD SNIRA. Sempre que este campo assumir o valor N, os restantes campos do quadro Atualização das Ocorrências de Ovinos/Caprinos não deverão ser preenchidos, ficando o campo truncado. No caso do campo Comunicado à BD assumir o valor S, os restantes campos do quadro Atualização das Ocorrências de Ovinos/Caprinos deverão ser preenchidos. O campo Modelo corresponde ao modelo da DGAV com o qual foi efetuada a comunicação à BDD. O seu preenchimento é obrigatório se o campo Comunicado à BD = S e pode assumir os seguintes valores: 658 e 660 (Entrada ou Saída); 659 (Abate imediato); 1157 (Morte sem recolha de cadáver, Desaparecimento/Furto ou Autoconsumo); 1158 (Reidentificação de animais); 376 (Morte com recolha de cadáver). O campo Nº Guia de Circulação/Outro deve ser preenchido com o nº da guia verificada e correspondente à última comunicação efetuada à BD SNIRA do animal registado. O nº da guia verificada é constituído por uma combinação de algarismos, em que os dígitos iniciais correspondem à 81

83 numeração do documento, gerado pela base de dados, e o último dígito corresponde à versão do referido documento. Os dois conjuntos de dígitos encontram-se separados por um ponto, exemplo: A Recolha deste campo é obrigatória se o campo Comunicado à BD = S. O campo Data da Ocorrência e Data de Comunicação são de preenchimento obrigatório se o campo Comunicado à BD = S; O quadro Atualização das ocorrências de ovinos/caprinos é de preenchimento obrigatório, sempre que existam animais codificados com o valor Z no campo BD SNIRA do quadro Ovinos e/ou Caprinos com IDE Presentes na Exploração Preenchimento do quadro Ovinos e/ou Caprinos sem Identificação Individual Presentes na Exploração - CNDIDE Quadro emitido por Marca de Exploração (caso o beneficiário possua animais identificados convencionalmente em diferentes Marcas de Exploração), no qual são registados por espécie, classe etária e sexo o nº de animais identificados convencionalmente que se encontram presentes na exploração, à data de controlo. 82

84 Neste quadro serão registados por espécie, sexo e classe etária o Número de Animais Presentes na exploração à data do controlo, que não apresentem qualquer tipo de identificação individual (convencional ou eletrónica). No campo 0 Marcas Auriculares deverá ser registado o nº de animais, presentes na exploração, que não apresentem nem marcas auriculares convencionais, nem identificadores eletrónicos; No campo 1 marca Auricular com Marca de Expl. deverá ser registado o nº de animais, presentes na exploração, que apresentem marcas auriculares convencionais com a identificação da Marca de Exploração de origem; No campo Permanentemente Estabulados deverá ser registado o nº de animais, presentes na exploração, que se encontram permanentemente estabulados. Sempre que no decurso do controlo no local se verifique que não existem animais na exploração sem identificação individual, este quadro deve ser trancado (na ficha em papel) e na recolha dos resultados de controlo todos os campos devem ser preenchidos com 0 (zero). Neste caso não se preenche o campo Marca de Exploração. Se no decurso do controlo in loco se verificar que existem animais na exploração sem identificação individual, o campo Marca de Exploração deverá ser preenchido e os campos 0 Marcas Auriculares, 1 marca Auricular com Marca de Expl. e Permanentemente Estabulados deverão ser preenchidos de acordo com a realidade observada. Sempre que se verificar que os animais sem identificação individual se encontram distribuídos por mais do que uma Marca de Exploração, existe a possibilidade de gerar, no pdf, através do botão Adicionar, tantos quadros quantas as Marcas de Exploração onde se observaram animais sem identificação individual. Caso seja necessário eliminar algum dos quadros gerado, basta selecionar o botão Remover. Na ficha em papel deverão ser anexados tantos quadros quantas as Marcas de Exploração em que se observaram animais sem identificação individual. Os quadros a anexar à ficha de controlo encontram-se disponíveis na opção Download de Documentos Auxiliares do idigital Preenchimento do quadro Bovinos Presentes na exploração à data da emissão PVA, PVL, CNDIDE E SNI Neste quadro serão listados todos os animais presentes na exploração a controlo, à data da emissão do relatório de controlo. Os dados registados neste quadro permitirão verificar os incumprimentos dos indicadores 1.2, 3.1 e 4.1, do RLG7 publicados no DN nº 6/2015. A listagem dos animais será efetuada de acordo com a marca de exploração e por ordem crescente de nº SIA. 83

85 O quadro Bovinos Presentes na exploração à data de emissão é constituído pelos seguintes campos: Nº Seq. Número sequencial atribuído automaticamente por animal; Código de Identificação Individual (SIA) Nº atribuído ao bovino e que se encontra refletido no passaporte e nas marcas auriculares que o animal ostenta; Chk Check digit, elemento da estrutura SIA, ou seja, é o dígito de controlo que faz parte integrante do código de identificação individual do animal; Reidentificado Campo pré-preenchido que assume o valor (S) quando o animal foi reidentificado, ou seja, ao qual foi atribuído novo código de identificação individual e, que assume o valor (N) quando o animal não foi reidentificado; Raça Campo pré-preenchido com o código identificativo da raça do animal listado. Tabela com os códigos das raças anexa à ficha de controlo; Sexo Campo pré-preenchido que assume o valor (M) quando o animal está registado no SNIRA como macho e assume o valor (F) quando o animal está registado no SNIRA como fêmea; Data de nascimento - Campo pré-preenchido com a data de nascimento do animal que se encontra registada no SNIRA; Nº de Identificação da Mãe (SIA) As colunas Declarado, Chk e Reidentificado são pré-preenchidos com a informação constante no SNIRA, sendo que os campos Declarado, Chk e Reidentificado são pré-preenchidos conforme anteriormente descrito; Modelo do Último Movimento Campo pré-listado com a identificação do Modelo DGV (Guia de transporte ou declaração de nascimento) correspondente à última comunicação à 84

86 base de dados SNIRA, exceto nas comunicações via SNIRA-iDigital, recenseamentos e recenseamentos especiais efetuados pelas Direções de Serviço de Alimentação e Veterinária Regionais (DSAVR). Referência do Último Movimento - Campo pré-listado com a identificação da referência do Modelo DGV (Guia de transporte ou declaração de nascimento) correspondente à última comunicação à base de dados SNIRA, exceto nas comunicações via SNIRA-iDigital. Data do Último Movimento - Campo pré-listado com a indicação da data do último movimento à base de dados SNIRA, exceto nas comunicações via SNIRA-iDigital, recenseamentos e recenseamentos especiais, efetuados pelas Direções de Serviço de Alimentação e Veterinária Regionais (DSAVR). Marca de exploração Decl Campo pré-preenchido com a marca de exploração que se encontra associada ao bovino listado; Ctrl Confirmar e registar a marca de exploração associada a cada animal com recurso ao RED-BV, ou aos documentos de comunicação à Base de Dados. Estado do animal Este campo é um campo de controlo/recolha, o qual codifica exclusivamente ocorrências de controlo físico. Códigos a utilizar: K Animal determinado implica que o animal cumpre com todos os requisitos de identificação e registo e, foi assegurada a comunicação à base de dados SNIRA. Este código obriga ao preenchimento apenas do campo Animal Estabulado ; P Animal presente com incorreções Preenchimento obrigatório dos campos Marca de Exploração Ctrl, Marcas Auriculares, Passaporte, RED e B.D. Identificação (SNIRA) ; A Animal ausente Não preencher os campos Marca de Exploração Ctrl, Marcas Auriculares e Passaporte. Apenas preencher, além deste campo, o campo RED e o campo B.D. Identificação (SNIRA) ; F Fêmea Quando o animal listado, na base de dados está registado como macho e, no controlo físico, constata-se que é uma fêmea, Preenchimento obrigatório dos campos Marca de Exploração Ctrl, Marcas Auriculares, Passaporte, RED e B.D. Identificação (SNIRA). O campo Período de Retenção, nestes casos, poderá assumir os valores (S), (N) ou (J); M Macho Quando o animal listado, na base de dados está registado como fêmea e, no controlo físico, constata-se que é um macho; Preenchimento obrigatório dos campos Marca de Exploração Ctrl, Marcas Auriculares, Passaporte, RED e B.D. Identificação (SNIRA) ; 85

87 N Novo - Animal identificado em controlo ou Nascido na Exploração Este código é o que se deve preencher no caso de animais acrescentados no campo "Código de Identificação Individual (SIA)"; Deverão ser preenchidos os restantes campos de recolha. Para os bovinos acrescentados ao quadro Bovinos Presentes, a numeração a inserir no campo Nº Seq. deverá iniciar-se no nº (ficha em papel); E Erro de identificação/ Substituído. Aplicar o código (E), não preencher os restantes campos de controlo em relação a este registo e inscrever o Código de identificação individual (SIA) correto numa nova linha, procedendo ao preenchimento dos restantes campos de recolha do quadro de acordo com as instruções especificados para os animais com Tipo de Registo (N); L Raça de aptidão leiteira A aplicar quando está listada uma raça de carne e se verifica ser de raça leiteira. Preenchimento obrigatório dos campos Marca de Exploração Ctrl, Marcas Auriculares, Passaporte, RED e B.D. Identificação (SNIRA) ; C- Raça de aptidão carne - A aplicar quando está listada uma raça de leite e se verifica ser de raça carne. Preenchimento obrigatório dos campos Marca de Exploração Ctrl, Marcas Auriculares, Passaporte, RED e B.D. Identificação (SNIRA) ; W - Animal não verificado fisicamente (animal que à data de controlo, por circunstâncias alheias ao detentor não é possível imobilizar para verificação). Marcas auriculares - O controlador através do controlo físico, deve verificar as marcas auriculares confrontando-as com o código de identificação inscrito na ficha de controlo. Os códigos a aplicar às Marcas Auriculares são: 2 Bovino com duas marcas auriculares com código individual. Em conformidade com as determinações regulamentares do regime de identificação e registo Situação regular; 1 Bovinos com uma marca auricular com código individual (para animais nascidos após o dia 31/12/1997). Gera incumprimento se nº de animais nesta situação > 1% do efetivo controlado (a partir de 4 animais só com 1 Marca Auricular); P - Uma Marca Auricular com comunicação de queda de brinco para a segunda marca auricular. Não gera incumprimento; 0 Bovino sem marcas auriculares com código individual. Sempre que um animal não seja portador de qualquer marca auricular oficial e sem que o detentor tenha providenciado a sua substituição através do modelo 255-B/DGV Gera incumprimento; 86

88 J Justificado; Bovino sem marcas auriculares, com um pedido de substituição Mod. 255-B/DGV (comunicações em papel) ou Mod (comunicações via idigital SNIRA), se nascido antes de 01/01/1998. Bovino sem marcas auriculares e dois pedidos de substituição Mod. 255-B/DGV (comunicações em papel) ou Mod (comunicações via idigital SNIRA), ou apenas um pedido se não decorreu ainda o prazo para pedir a 2ª marca (2 dias); Passaporte O controlador deve verificar para cada bovino presente na exploração, a existência de passaporte e o correto averbamento do mesmo, relativamente à Data de Entrada; Marca de Exploração e assinatura sempre que a exploração não seja a de nascimento ou da emissão do passaporte (neste último caso não é necessário averbamento). Os códigos a aplicar ao passaporte são: (S) Existência de passaporte averbado; (N) Inexistência de passaporte por razões imputáveis ao detentor; (I) - Passaporte não averbado; (J) Situação justificada Inexistência de passaporte devidamente justificada, nomeadamente nos seguintes casos: ausência do passaporte por motivos sanitários; roubo ou perda do documento. As explorações com notificação de sequestro sanitário estão abrangidas por este código. RED O controlador deverá verificar se todos os campos relativos à situação do animal na exploração designadamente, Nº de SIA, Raça, Sexo, SIA da Mãe, Data de Nascimento, e ainda, Data de Entrada, Documento de Entrada, Marca da Exploração de Origem, Data de Saída, Documento de Saída, Marca da Exploração ou Matadouro de Destino e Data da Morte, se encontram refletidos no RED. Os campos não aplicáveis à situação do animal não devem ser preenchido. Os códigos a aplicar são: (S) Registado no RED-BV sem incorreções Todos os campos sem qualquer incorreção no RED-BV (Mod. 243/DGV, 160/DGV ou em formato digital autorizado); (N) Inexistente no RED-BV Animal não registado no RED-BV ou com incorreções. (Exemplo de campos no RED-BV não atualizados ou com incorreções, SIA errado, datas erradas, nº de guias errado, marcas de exploração erradas, etc.). Ter em atenção que as ocorrências nascimento e morte não têm, no RED-BV, espaço próprio para o registo da referência do respetivo documento de suporte, pelo que a ausência do referido registo nunca deve ser considerado incumprimento. (R) Incumprimento menor regularizado Este código aplica-se quando se verifica que o incumprimento menor detetado no decurso da ação de controlo se encontra regularizado. 87

89 (J) Situação justificada. Este código aplica-se aos casos não imputáveis ao produtor devidamente comprovados com suporte documental para: A ausência de RED-BV devido a furto, em que deverá existir uma participação GNR/Policia); Nº de identificação de Mães reidentificadas não presentes na exploração; Raças diferentes das registadas na Base de Dados e no Passaporte por motivo de não inscrição do bovino no Livro Genealógico; Sexo do animal diferente do registado no passaporte e no RED. No caso do campo RED assumir o valor (N), e caso o N signifique incorrecção no registo, o técnico de controlo deverá identificar no campo Incorreções no RED qual o campo do RED- BV no qual se constatou a existência de incorreção, Para tal basta assinalar com um (X) o campo ou campos em questão. É obrigatório também identificar o livro de registo onde se observou a incorreção através do registo do nº de série do livro no campo correspondente, bem como registar o nº sequencial no RED que corresponde ao registo do animal em causa. BDD SNIRA - O controlo da fiabilidade dos dados e das notificações à base de dados nacional SNIRA, no que respeita às deslocações, independentemente dos destinos, aos nascimentos, mortes e desaparecimentos são requisitos regulamentados de controlo no âmbito do regime de identificação e registo consagrados, igualmente, na legislação nacional Decreto lei nº 142/2006. Os códigos a aplicar no campo BDD SNIRA são: (S) Sem incorreções Notificação de entrada ou de nascimento verificada sem incorreções, segundo análise documental dos modelos DGV correspondentes; (D) Pedido de desativação Verificado o pedido de desativação de determinado bovino pode ser um ofício / carta do detentor para as autoridades competentes em matéria sanitária (os pedidos de desativação com data igual ou posterior à data do controlo não devem ser considerados); (N) Sem notificação de entrada ou de nascimento Em incumprimento. O detentor não notificou à Base de Dados SNIRA o movimento do animal, nem apresentou o respetivo documento; (C) Modelos de entrada, saída, declaração de nascimento, morte ou desaparecimento com incorreções Sempre que sejam detetadas incorreções nos modelos de notificação à BD SNIRA. Por exemplo, código de identificação individual do bovino controlado, não tem correspondência com o inscrito no modelo de nascimento ou de entrada na exploração; (Z) - Último movimento comunicado à BD SNIRA diferente do listado; (T) Não aplicável (novos registos); 88

90 (J) - Justificado - Aplicável nas situações de falta de Guias de de comunicação à BDD SNIRA por situações não imputáveis ao requerente, como por exemplo, roubo desde que o mesmo apresente documento de participação da ocorrência às autoridades oficiais, e ainda para os casos em que o detentor já não tenha na sua posse os respetivos duplicados/triplicados/quadruplicados das guias de comunicação, justificáveis ao abrigo do disposto no ponto 3 do Artigo 5º, Decreto-Lei nº 142/2006; (E) - comunicação à base de dados do SNIRA efetuada eletronicamente (nascimentos). Animal Estabulado O controlador deve verificar para cada bovino presente na exploração, se este se encontra estabulado ou não. Este campo é de preenchimento obrigatório, exceto para os animais codificados com os estados (A), (E) e (W) e pode assumir os seguintes valores: (S) Animal estabulado permanentemente; (N) Animal em pastoreio (criado ao ar livre) É obrigatório o registo no relatório de controlo de todos os animais pertencentes ao detentor, presentes na exploração à data do controlo, que não se encontrem pré-listados no referido relatório. Os referidos animais serão registados no final do quadro dos Bovinos Presentes e terão numeração sequencial a partir do seq 90001, até ao 9000+N) Os campos de preenchimento obrigatório são: Código Identificação Individual (SIA), Chk, Raça, Sexo, Data de Nascimento, Marca Exploração Ctrl, Estado do Animal, Marcas Auriculares, Passaporte, RED, Modelo do Último Movimento, Referência do Último Movimento, Data do Último Movimento, BD Identificação (SNIRA) e Animal Estabulado, utilizando os códigos que se adequam à realidade observada Especificidade do controlo CNDIDE e SNI No controlo de CNDIDE e, para o campo Estado do Animal, só serão utilizados os valores: (K), (P), (A), (F), (M), (N), (E) e (W) Especificidade do controlo SNI Nos casos, em que o detentor selecionado para controlo não possuir animais registados na base de dados, à data de emissão da ficha de controlo, o quadro Bovinos Presentes será emitido sem dados, ou seja, em branco. Nestes casos os técnicos de controlo poder-se-ão deparar com 3 situações no decurso do controlo in loco: i. À data do controlo, o detentor possui bovinos, os quais entraram na exploração numa data posterior à emissão da ficha de controlo; 89

91 ii. À data do controlo, o detentor continua sem ter bovinos na exploração, mas informa que é sua intenção manter a marca de exploração ativa; iii. À data do controlo, o detentor não tem bovinos e afirma que não pretende voltar a adquirir bovinos. Para cada uma das situações expostas anteriormente, deverão ser adotados os seguintes procedimentos: Situação i - Todos os animais presentes na exploração, à data do controlo no local, deverão ser verificados relativamente aos requisitos de identificação e registo de bovinos e, deverão ser registados no quadro Bovinos Presentes. Para o efeito os técnicos de controlo deverão utilizar um quadro Bovinos Presentes em branco a anexar ao relatório de controlo. Situação ii - Os técnicos de controlo deverão trancar todos os campos dos quadros Bovinos Presentes, Comunicação de Movimentos à BDD e Dados controlados/incorreções detetadas (na ficha em papel). Na última página da ficha de controlo Confirmação da Ação de Verificação no Local, no campo referente às observações dos técnicos de controlo deverá ser registada a seguinte observação: Situação iii - Os técnicos de controlo deverão trancar todos os campos dos quadros referidos no ponto ii. Na última página da ficha de controlo Confirmação da Ação de Verificação no Local, no campo referente às observações dos técnicos de controlo deverá ser registada a seguinte observação: Totalizador Código W De acordo com as recomendações efetuadas pela DG AGRI, na sequência da auditoria NAC/2012/005/PT, que decorreu de 18 a 22 de junho de 2012, que desde a campanha de 2013, existem no relatório ANI, dois totalizadores que informam o beneficiário do nº de bovinos que não foram verificados individualmente, por não ter sido possível a sua imobilização (animais que se encontram em áreas de baldio e não é possível reunir em tempo útil, animais que o detentor desconhece o seu paradeiro ou animais que não foi possível reunir por estarem demasiado stressados ). Um dos campos corresponde ao nº total de bovinos codificado com o valor (W) no campo Estado do Animal, do quadro Bovinos Presentes e o outro campo corresponde ao nº total de bovinos fêmea codificados com o mesmo valor. 90

92 No decurso da ação de controlo, sempre que surgirem situações que impossibilitem a verificação individual de bovinos (W) o beneficiário deverá ser informado que, os animais em questão serão considerados irregulares para efeito do cálculo do apuramento das Ajudas PVA ou PVL Preenchimento do totalizador SNIRA Após o preenchimento do quadro Bovinos Presentes, os técnicos deverão preencher o quadro dos animais não identificados ou não identificáveis por marca de exploração controlada. Para tal basta registar, nos campos Animais não identificáveis e Vitelos sem identificação, o nº de animais que se enquadra em cada uma das referidas situações. Se não existirem, à data de controlo, animais nestas duas situações, os referidos campos devem ser preenchidos a zero. Sempre que forem controladas marcas de exploração que não se encontravam ativas à data de emissão do relatório de controlo, as mesmas devem ser acrescentadas neste quadro e os respetivos campos preenchidos a zero ou com o valor de animais sem identificação observado Totalizador ANI Este quadro irá aparecer apenas após a submissão do pdf do relatório de controlo no idigital e após sua integração no sistema central. Este quadro engloba 2 subquadros: - Totalizador ECE - Somatório de todos os bovinos presentes na exploração à data do controlo por espécie classe etária e se os mesmos se encontravam em pastoreio ou estabulados. 91

93 - Totalizador Anomalias - Somatório de todos os bovinos com irregularidades passíveis de gerar penalização no prémio PVA e PVL Preenchimento do quadro Comunicação de movimentos de bovinos à BDD PVL, PVA, CNDIDE E SNI No quadro Comunicação de Movimentos de Bovinos à BDD, para as marcações CNDIDE, apenas serão listados, à data de emissão, os movimentos de bovinos cuja comunicação à base de dados tenha sido realizada fora de prazo (mais de 4 dias após a ocorrência ou não confirmadas pelo detentor de destino) e movimentos com comunicação dentro do prazo (verificação do indicador 2.2, da área 3). O quadro Comunicação de Movimentos à BDD é constituído pelos seguintes campos: Nº Seq. Campo pré-preenchido com número sequencial atribuído automaticamente pela aplicação informática/base de Dados Central, por animal/movimento listado. Para os registos acrescentados neste quadro a numeração a inserir no campo Nº Seq. deverá iniciar-se no nº (ficha em papel). Código de Identificação Individual Serão listados os códigos de bovinos que apresentem registos de nascimentos, entradas, saídas, mortes (comunicadas através do Mod. 255-B/DGV) e desaparecimentos ocorridos durante o ano civil de 2013, classificados como efetuados fora de prazo + 20% da totalidade das comunicações realizadas em igual período. Chk Campo pré-preenchido com check digit, elemento da estrutura SIA, ou seja, é o digito de controlo que faz parte integrante do código de identificação individual do animal. 92

94 Marca de Exploração Campo pré-preenchido com a marca atribuída à exploração em controlo associada ao movimento listado. Tipo de Documento Campo pré-preenchido identificando o tipo de movimento a controlar: (E)- Entrada, (S) Saída, (N) Nascimento, (D) Desaparecimento e (M) Morte. Nº do Documento na posse do Produtor e Data da Comunicação Serão listados os Nºs de série dos documentos registados no SNIRA e respetivas datas de comunicação associadas aos cinco tipos de movimentos referidos no campo anterior. No caso de Comunicações registadas no SNIRA-iDigital, no campo destinado ao nº de série do documento de comunicação aparecerá a palavra on-line. Data de Aplicação do Brinco Caso o movimento listado diga respeito a um nascimento, este campo aparece pré-preenchido. Data de Saída/Entrada na Exploração/Nascimento/Desaparecimento/ Morte Campo prépreenchido com a data registada na base de dados SNIRA associada ao movimento listado (entrada, saída, nascimento, desaparecimento ou morte). Comunicação Fora de Prazo Campo pré-preenchido identificando se a comunicação foi realizada ou não dentro do prazo de 4 dias úteis: (N) comunicação efetuada dentro do prazo, (S) - fora de prazo ou (I) - irregular. Entende-se por comunicação irregular (I), todas as comunicações efetuadas à base de dados que não são confirmadas pela outra parte interveniente (detentor) no movimento, como por exemplo saídas da exploração que não são confirmadas pelo detentor da marca de exploração destino. Comunicação fora de prazo justificada Os controladores deverão, para os movimentos assinalados com (S) no campo anterior, verificar os modelos 253/DGV ou 255B/DGV e a data do carimbo do posto de atendimento que os rececionou; se estiver dentro dos 4 dias úteis, deve-se colocar (S) neste campo (justificado Sim); se confirmar que a comunicação está fora do prazo colocar (N) (justificado - Não). Nas comunicações efetuadas via idigital SNIRA, como não existe a obrigatoriedade de o detentor ter na sua posse o respetivo documento, este campo deverá ser preenchido com (E). Para os movimentos assinalados com (I), dever-se-á em primeiro lugar confirmar a existência da guia de comunicação à base de dados, por forma a despistar eventuais erros de recolha. Nestes casos (erros de recolha), o campo Comunicação fora de prazo justificada deverá ser preenchido com (S) e o campo RED com (J). Se se verificar que a guia listada no quadro Comunicação de Movimentos à BDD efetivamente existe, dever-se-á adotar o procedimento descrito para os movimentos associados ao indicador (S) na coluna Comunicação fora de prazo anteriormente descrito. 93

95 RED Neste campo deve-se confirmar com recurso aos modelos 253/DGV e 255-B/DGV, se os campos do RED-BV estão atualizados com a informação registada nas guias de comunicação, utilizando os códigos: (S) - Devidamente registado no RED; (N) - Não registado no RED ou registado com incorreções; (J) - Justificado não imputável ao produtor e devidamente justificado documentalmente. Sempre que seja aplicado o código N, o técnico de controlo caso seja relativo a incorreções detetadas no Registo deve identificar no campo Incorreções RED qual o campo do RED-BV que apresenta a incorreção. Para tal basta assinalar com um (X) o campo ou campos em questão. É obrigatório também identificar o livro de registo onde se observou a incorreção através do registo do nº de série do livro no campo correspondente, bem como registar o nº sequencial no RED que corresponde ao registo do animal em causa. BDD SNIRA Este campo deve ser preenchido com os seguintes códigos: S - Sem incorreções Modelos de entrada, saída, declaração de nascimento, morte ou desaparecimento sem incorreções. Código aplicado apenas aos movimentos listados; N - Sem notificação de entrada, saída, nascimentos, mortes ou desaparecimento Em incumprimento. O detentor não notificou à Base de Dados SNIRA o movimento do animal, nem apresentou o respetivo documento; C - Modelos de entrada, saída, declaração de nascimento, morte ou desaparecimento com incorreções Sempre que sejam detetadas incorreções nos modelos de notificação à base de dados SNIRA. Código aplicado apenas aos movimentos listados; T Não aplicável Código apenas aplicado aos registos acrescentados ao quadro Comunicação de Movimentos de Bovinos à BDD. Sempre que se verificar a existência de um incumprimento nos movimentos de bovinos previamente listados, deverá ser acrescentado um novo movimento na tabela. Nos registos acrescentados ao quadro Comunicação de Movimentos à BDD, são de preenchimento obrigatório os seguintes campos: Espécie, Nº Seq., Código Identificação Individual (SIA), Marca Exploração Ctrl, Tipo de Documento, Nº Documento na posse do Produtor, Data Saída/Entrada na Exploração, Nascimento/Desaparecimento/Morte, Comunicação Fora de Prazo Justificada, RED e BD (SNIRA), utilizando os códigos que se adequam à realidade observada. De igual modo sempre que, o campo BDD SNIRA, do quadro Bovinos Presentes, assumir o valor (Z - Último movimento comunicado à BDD SNIRA diferente do listado), os elementos do movimento verificado deverão ser registados no quadro Comunicação de Movimentos de Bovinos à BDD. 94

96 Especificidade do controlo PVA e PVL Este quadro será emitido sem quaisquer dados, na marcação PVA e PVL e será utilizado para registo de todas as comunicações verificadas no decurso da ação de controlo, referentes aos animais listados no quadro Bovinos Presentes, que sejam diferentes do último movimento comunicado à base de dados SNIRA, que se encontra pré-listado no quadro Bovinos Presentes, ou seja, as comunicações assinaladas com código (Z), no quadro Bovinos Presentes Especificidade do controlo SNI Nos relatórios com marcações exclusivas no âmbito do controlo SNI, este quadro será emitido sem quaisquer dados. Sempre que, à data de controlo, se verificar que: i. Ocorreram entradas de animais ou nascimentos posteriores à data de emissão na exploração a controlo, ou seja, houve o registo de animais novos ( Estado do Animal = N) no quadro Bovinos Presentes, ou ii. Ocorreram saídas, mortes ou desaparecimento dos animais listados, ou seja, animais classificados como ausentes no campo Estado do Animal. Os respetivos documentos de comunicação à base de dados (Mod. 255B/DGV ou Mod. 253/DGV) deverão ser registados no quadro Comunicação de Movimentos à BDD (quadro em branco a anexar ao relatório de controlo), criando-se para o efeito novos registos por guia/documento de comunicação e animal verificado. Nos novos registos são de preenchimento obrigatório os campos: Espécie, Nº Seq., Código Identificação Individual (SIA), Marca Exploração Ctrl, Tipo de Documento, Nº Documento na posse do Produtor, Data Saída/Entrada na Exploração, Nascimento/Desaparecimento/ Morte, Comunicação Fora de Prazo Justificada, RED e BD Identificação (SNIRA), utilizando os códigos que se adequam à realidade observada. À semelhança do descrito para os controlos PVA ou PVL, também nos controlos SNI, sempre que a última comunicação à base de dados SNIRA for diferente da que se encontra pré-listada no quadro Bovinos Presentes (código (Z) no campo BDD SNIRA), é obrigatório o registo do último movimento, verificado no decurso da ação de controlo, no quadro Comunicação de Movimentos à BDD Preenchimento do quadro Comunicação de queda de brincos PVA, PVL, CNDIDE E SNI Também recomendado pela DG AGRI é o procedimento de registar no quadro Comunicação de Queda de Brincos, todos os pedidos de brinco (Mod. 255-B/DGV e Mod 1260/DGAV) que correspondam aos códigos (P) e (J) atribuídos no campo Marcas Auriculares, do quadro Bovinos Presentes. 95

97 No quadro Comunicação de Queda de Brinco são de preenchimento obrigatório todos campos: Nº Seq. Este campo destina-se a numerar sequencialmente os registos referentes às correções da base de dados. O preenchimento do campo Nº Seq. é automático no pdf de recolha, bastando para o efeito selecionar o botão. A numeração inicia-se sempre no nº (90 001). Código de Identificação Individual (SIA) Neste campo deve ser inserido o nº SIA atribuído ao bovino, excluindo o digito de controlo, nº esse que se encontra refletido no passaporte e nas marcas auriculares que o animal ostenta nos pavilhões auriculares. Chk Neste campo deve ser inserido o dígito de controlo que faz parte integrante do nº SIA do animal que tem incorreções nos seus dados registados na base de dados SNIRA. Referência do Mod. Neste campo deve ser inserida a referência do Modelo de comunicação de queda de brinco observado, correspondente à comunicação da queda de brinco do animal identificado no campo Código de Identificação Individual (SIA). Nº do Mod. Neste campo deve ser inserido o nº do modelo correspondente à referência indicada no campo anterior. Em relação ao Mod. 1260/DGAV, e caso o detentor não possua a respetiva via na sua posse à data do controlo no local, deverão efetuar a consulta na plataforma idigital SNIRA, para verificar se o requerente já efetuou de facto a comunicação de queda de brinco, bem como as datas de ocorrência e de comunicação à BDD. Data da Comunicação da Ocorrência Neste campo deve ser registada a data em que o detentor efetuou a comunicação da queda do brinco à base de dados. Data da Queda do Brinco Neste campo deve ser registada a data constante do Modelo, correspondente à data da ocorrência comunicada à base de dados. Na ficha em papel, devem ser registados todos os elementos necessários para a retificação, na base de dados do SNIRA, das incorreções observadas no decurso da verificação documental. No ficheiro pdf, para facilitar o preenchimento do quadro Comunicação de queda de brinco, existe um botão, Carregar Quadro, o qual permite o preenchimento automático de todos os SIA s que no quadro Bovinos Presentes, apresentem o campo marcas Auriculares codificado com os valores (P) ou (J). De igual modo, existe um botão que permite apagar todos os registos que se encontrem inseridos no quadro Comunicação de queda de brinco. 96

98 Em alternativa, O utilizador pode optar por inserir, linha a linha, a identificação de cada animal com dados a corrigir na base de dados SNIRA, recorrendo ao botão para preencher o campo Nº Seq Preenchimento do quadro dados controlados/incorreções detetadas PVL, PVA, CNDIDE E SNI Todos os registos que apresentarem incorreções nas comunicações à base de dados SNIRA devem ser registados no quadro Dados Controlados/Incorreções Detetadas com a indicação dos valores corretos a considerar na base de dados SNIRA. Este procedimento não se aplica às incorreções relativas à declaração do sexo do animal verificado à base de dados, uma vez que, a sua leitura será efetuada diretamente a partir do quadro Bovinos Presentes. No quadro Dados Controlados/Incorreções Detetadas são de preenchimento obrigatório os seguintes campos: Nº Seq. Este campo destina-se a numerar sequencialmente os registos referentes às correções da base de dados. O preenchimento do campo Nº Seq. é automático no pdf de recolha, bastando para o efeito selecionar o botão. A numeração inicia-se sempre no nº (90 001). Código de Identificação Individual (SIA) Neste campo deve ser inserido o nº SIA atribuído ao bovino, excluindo o digito de controlo, nº esse que se encontra refletido no passaporte e nas marcas auriculares que o animal ostenta nos pavilhões auriculares; Chk Neste campo deve ser inserido o dígito de controlo que faz parte integrante do nº SIA do animal que tem incorreções nos seus dados registados na base de dados SNIRA. Na ficha em papel, devem ser registados todos os elementos necessários para a retificação, na base de dados do SNIRA, das incorreções observadas no decurso da verificação documental. No ficheiro pdf, o registo da identificação dos animais, no quadro Dados Controlados/Incorreções Detetadas, pode ser realizado de 2 formas distintas: 1. O utilizador insere, linha a linha, a identificação de cada animal com dados a corrigir na base de dados SNIRA, recorrendo ao botão para preencher o campo Nº Seq., ou 97

99 2. Através da ferramenta preenche-se a identificação dos animais com registos incorretos na base de dados SNIRA. Esta ferramenta insere automaticamente, no quadro em questão, a identificação dos animais que apresentem o valor (C) no campo BDD SNIRA. O preenchimento dos restantes campos do quadro Dados Controlados/Incorreções Detetadas deve ser realizado de acordo com as incorreções verificadas no decurso da verificação documental realizada. De acordo com as incorreções verificadas, no quadro Dados Controlados/Incorreções Detetadas deverão ser preenchidos os seguintes campos: Raça Campo a preencher quando se verifica que a raça registada na base de dados SNIRA não é correta (comparação dos registos do passaporte com o animal). O campo deve ser preenchido com o código de raça correspondente à raça observada, o qual se encontra na tabela de raças anexa ao relatório de controlo. Data de Nascimento Campo a preencher quando a data de nascimento comunicada à base de dados SNIRA não é a correta. Este campo deve ser preenchido no seguinte formato dd-mm-aaaa. Nº de Identificação da Mãe (SIA) Campos a preencher quando a identificação da mãe comunicada à base de dados SNIRA não é a correta. Mod. 253/DGV Campo a preencher quando se verifica que a referência ou a data registados na base de dados SNIRA da comunicação de uma entrada ou de uma saída estão incorretos: Referência Inserir a referência correta do Mod. 253/DGV, registando primeiro a letra em maiúsculas, seguida da sequência numérica; Data de Comunicação Inserir a data correta no formato dd-mm-aaaa; Data da ocorrência - Inserir a data correta no formato dd-mm-aaaa; Tipo de Ocorrência/Movimento Preencher com (E) se a comunicação for uma entrada e com (S) se a comunicação for uma saída. Mod. 255B/DGV Campo a preencher quando se verifica que a referência ou a data registados na base de dados SNIRA da comunicação de um nascimento, morte ou de um desaparecimento incorretos. Os campos Referência, Data de Comunicação e Data de Ocorrência devem ser preenchidos como descrito para Mod. 253/DGV. O campo Tipo de Documento deve ser preenchido com (N) se a comunicação for um nascimento, deve ser preenchido com (M) se for uma morte e com (D) se for um desaparecimento. 98

100 ESPECIFICIDADES DO CONTROLO SNI E CNDIDE Comunicações ao SNIRA na sequência da ação de controlo No âmbito do controlo de Identificação e Registo de Bovinos (SNI), os técnicos de controlo têm disponível, via idigital, formulários para que o detentor possa solicitar a desativação de animais à base dados SNIRA (Pedido de Desativação de Animais) ou solicitar o fim de atividade (Pedido de Fim de Atividade). Estes formulários deverão ser preenchidos pelo detentor, validados pelos técnicos de controlo e entregues nos Serviços Veterinários Regionais. Estes documentos só terão qualquer validade após rececionados pelos Serviços competentes. e com o descritivo Não existe RED/ME Além destes formulários, os técnicos de controlo têm ainda disponível, a Notificação SNIRB, a qual deve ser aplicada sempre que forem detetadas situações enquadráveis pelo disposto nos pontos 2, 3, 4 e 5, do art. 23º do Dec-Lei nº142/2006 de 27 de julho. Também esta notificação deverá ser entregue nos Serviços de Veterinária da respetiva Direção de Agricultura, para que esses Serviços desencadeiem os mecanismos adequados às incorreções detetadas Procedimentos de verificação no local de indicadores do sistema de Alertas Precoces - CNDIDE No controlo de CNDIDE e conforme o disposto no ponto 2 do artigo 99º do Regulamento (UE) 1306/2014, foi estabelecido um sistema de alerta precoce que se aplica aos incumprimentos que, pela sua menor gravidade, extensão e permanência, não devam, em casos justificados, conduzir a uma redução ou exclusão da totalidade do montante dos pagamentos enunciados no artigo 92.º do mesmo regulamento. Portugal estabeleceu que os seguintes indicadores se enquadrariam neste sistema: Indicador 1.2- O RED- SN encontra-se corretamente preenchido do RLG6 (Suínos) Indicador 1.2- O RED- BV encontra-se corretamente preenchido do RLG7 (Bovinos) Consequentemente, definem-se procedimentos específicos no controlo destes indicadores. O incumprimento de um destes indicadores (código N ) obriga: Às seguintes observações a efetuar pelos técnicos de controlo no campo reservado às observações na ficha de confirmação de verificação no local: Tomei conhecimento dos incumprimentos detetados no(s) indicador(es) Fui ainda informado que deverei proceder à regularização das mesmas, por forma a evitar possíveis reiterações nos indicadores da condicionalidade. o envio do modelo de ofício (Anexo) e cujo texto deverá ser adaptado à situação concreta de controlo. Este ofício está disponível no idigital, no form Documento auxiliares. 99

101 O referido ofício, com o nome OFICIO_ALERTA_PRECOCE_NIFAP, com extensão.docx, deverá ser submetido na opção Upload de Documentos de suporte antes da submissão do relatório de controlo. Cumpre salvaguardar que se for posto termo ao incumprimento das incoerências registadas no RED no ato de controlo (considerada uma medida corretiva imediata), então a codificação deverá ser S e não há obrigatoriedade de envio de oficio de Notificação de Alerta Precoce. 100

102 8 - LEGISLAÇÃO APLICÁVEL REG. (UE) nº 1306/2013 do Parlamento Europeu e do Conselho de 17 de dezembro relativo ao financiamento, à gestão e ao acompanhamento da Política Agrícola Comum REG. (UE) nº 640/2014 da Comissão de 11 de março que completa o Regulamento (EU) Nº 1306/2013 do Parlamento Europeu e do Conselho no que diz respeito ao sistema integrado de gestão e de controlo e às condições de recusa ou retirada de pagamentos, bem como às sanções administrativas aplicáveis aos pagamentos diretos, ao apoio ao desenvolvimento rural e à condicionalidade REG. (UE) nº 809/2014 da Comissão de 17 de julho que estabelece as normas de execução do Regulamento (EU) Nº 1306/2013 do Parlamento Europeu e do Conselho no que diz respeito ao sistema integrado de gestão e de controlo, às medidas de desenvolvimento rural e à condicionalidade Portaria nº 101/2015, de 2 de abril, que estabelece as regras nacionais de implementação do sistema de controlo da condicionalidade Portaria nº 86/2011 de 25 de fevereiro, que aprova o Regulamento Geral de Procedimentos de Acesso às Ajudas e aos Pagamentos a efetuar pelo IFAP Despacho Normativo nº 6/2015 de 20 de fevereiro, que publica a lista de indicadores relativos aos requisitos legais de gestão REG. (CE) Nº. 21/2004 de Estabelece um sistema de identificação e registo de ovinos e caprinos. (JO L p.08). Alterado por 1560/2007 de (JO L p.25). Alterado por 933/2008 de (JO L p.05). Alterado por 759/2009 de (JO L p.03). Decisão 2006/968/CE de Dá execução ao Reg. (CE) n.º 21/2004 no que diz respeito às orientações e aos procedimentos relativos à identificação electrónica dos ovinos e caprinos. (JO L p.41). Portaria n.º 86/2011 de Aprova o Regulamento Geral de Procedimentos de Acesso às Ajudas e aos Pagamentos a efetuar pelo IFAP. (DR 40 I p.1189). Despacho Nº. 9133/2005 de Cria a base de dados nacional informatizada e centralizada relativa ao efectivo ovino e caprino - SNIRA O/C. (DR 80 II p.6609). 101

103 Decreto-Lei n.º 142/2006 de Cria o Sistema Nacional de Informação e Registo Animal (SNIRA) e estabelece o regime jurídico dos centros de agrupamento, comerciantes e transportadores e as normas de funcionamento do sistema de recolha de cadáveres de animais mortos na exploração (SIRCA). (DR 144 I p.5357). Alterado por 316/2009 de (DR 210 I p.8245). Despacho n.º 4365/2011 de Aprova as normas específicas de utilização do sistema de identificação electrónica em ovinos e caprinos (DR 49 II p ). Despacho n.º 1877/2014 de Determina que os detentores de ovinos e caprinos devem comunicar à base de dados do SNIRA, todos os desaparecimentos, bem como as mortes ocorridas na sua exploração, quando os respetivos cadáveres não tenham sido recolhidos pelo SIRCA (DR 26 II p. 3661). Despacho normativo n.º 14/2014 de 29 de outubro de Estabelece as normas complementares de execução dos regimes de apoio associado «animais», previstos nos artigos 52.º a 55.º do Regulamento (UE) n.º 1307/2013, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 17 de dezembro de 2013, e nos artigos 51.º a 55.º do Regulamento Delegado (UE) n.º 639/2014 da Comissão, de 11 de março de REG (CE) nº 1760/2000 do Parlamento Europeu e do Conselho de 17 de Julho de 2000-Estabelece um regime de identificação e registo de bovinos e relativo à rotulagem da carne de bovino e dos produtos à base de carne de bovino, e que revoga o Regulamento (CE) n.º 820/97 do Conselho. 102

104 9 - ANEXO MINUTA DE OFÍCIO A ENVIAR AO PRODUTOR EM CASO DE ALERTA PRECOCE 103

105 FICHA TÉCNICA Título MANUAL DE CONTROLO DO GRUPO ANI Autor/Editor INSTITUTO DE FINANCIAMENTO DA AGRICULTURA E PESCAS, I.P. Rua Castilho, n.º Lisboa Tel Fax: [email protected] * Website: Conceção técnica Departamento de Controlo Unidade Operacional de Controlo Data de edição 16 de junho de

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