EQUIVALENTE ELÉCTRICO DO CALOR
|
|
|
- Bruna Assunção Caires
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 EQUIVALENTE ELÉCTRICO DO CALOR 1. Resumo Neste trabalho, considerando que qualquer tipo de energia se pode transformar noutro, coloca-se em evidência que o calor é uma forma de energia estabelecendo uma relação quantitativa entre a energia eléctrica e o calor. Além disso, estabelecida esta relação e cumprida a conservação da energia, pretende-se determinar a eficiência de uma lâmpada de incandescência. 2. Tópicos teóricos 2.1 O calor como transferência de energia térmica Até meados do século XIX as leis de conservação da energia pareciam confinadas à área da mecânica. Só nessa altura foi demonstrado que existiam outras formas de energia, nomeadamente a térmica, e que estas se podiam converter umas nas outras. É, pois, após se ter introduzido a ideia de energia térmica que o conceito de calor toma o significado que actualmente lhe é conferido que é, como se sabe, o de transferência de energia térmica devido ao contacto entre dois sistemas a temperaturas diferentes. Com este trabalho de laboratório pretende-se colocar em evidência a relação entre a energia térmica e a energia eléctrica. O objectivo é medir a energia eléctrica fornecida ao sistema (em joule) e, admitindo que esta é totalmente transformada em calor, medir o aumento da energia térmica (em caloria), estabelecendo, desta forma, a constante de proporcionalidade entre estas duas unidades. O sistema é um boião cheio de água que é tingida com tinta da Índia de modo a que não haja perdas de energia sob a forma de energia luminosa. A energia eléctrica é fornecida através de uma lâmpada de incandescência que é mergulhada na água. Como é do conhecimento geral, quando um determinado sistema recebe energia térmica podem ocorrer duas situações distintas: a temperatura do sistema aumenta ou o sistema muda de fase. Admitindo que apenas a primeira situação ocorre, a variação da energia térmica (ou calor - H) é proporcional ao produto da variação da temperatura ( T) pela massa do corpo (m), sendo a constante de proporcionalidade uma propriedade do corpo à qual se dá o nome de calor específico (c): H = c m T (1) Neste trabalho recorre-se a esta expressão para calcular a quantidade de calor que é transferida para a água. O calor específico da água encontra-se tabelado, c água =1 cal/g ºC, a massa de água e as temperaturas são medidas. 1
2 Embora o boião seja, durante a experiência, colocado dentro de um calorímetro, para minimizar as perdas de calor para o exterior, existem sempre perdas de energia térmica devido à absorção de calor por parte do próprio boião. Este problema pode ser resolvido ou conhecendo o calor específico do boião, ou conhecendo o seu equivalente em massa de água, que é, neste caso, 23 g. Esta informação permite corrigir os cálculos, melhorando significativamente o resultado final. Ou seja, em termos práticos, quando se calcula o calor recebido pela água, deve adicionar-se à sua massa o valor de 23 g, de modo a compensar o calor absorvido pelo boião. 2.2 Energia eléctrica Recorde-se que a expressão da energia eléctrica fornecida a uma lâmpada é dada por: E = V I t, (2) onde V é a diferença de potencial ou tensão aplicada aos terminais da lâmpada, I representa a intensidade de corrente que flui no filamento, e t é o tempo durante o qual a lâmpada se encontra acesa. Medindo V, I, e t, determina-se a energia eléctrica fornecida à lâmpada, E. A partir da equação 1, calcula-se a quantidade de calor absorvida pela massa de água no boião. Com estas medidas é, então, possível determinar o equivalente eléctrico do calor dado pela relação: E J e =, (3) H onde E e H são expressos em joule e em caloria, respectivamente. O valor teórico do equivalente eléctrico do calor é 4,186 J/cal. 2.3 Eficiência de uma lâmpada A eficiência luminosa da lâmpada é dada pela relação: E-E p η =, (4) E onde E é a energia fornecida à lâmpada e E p é a energia transformada noutras formas que não a luminosa (principalmente térmica). À diferença E - E p dá-se o nome de energia útil. Assim, usando a montagem já descrita, é possível determinar a eficiência da lâmpada de incandescência usada, desde que não se introduza a tinta da Índia na água, nem se coloque o boião no calorímetro. Neste caso, admite-se que a energia fornecida à lâmpada é transformada em calor e em energia luminosa. Se admitirmos que a energia térmica é toda transferida para a água e para o boião, então, através de um procedimento idêntico ao anteriormente descrito é possível calcular o seu valor (H) e a energia fornecida à lâmpada (E). Utilizando estas duas grandezas na expressão (4) obtém-se o rendimento da lâmpada 1 : E-H η = (5) E 1 Note que a unidade de energia deve ser a mesma para os termos energéticos presentes na equação (5). 2
3 3. Problemas propostos Pretende-se: 3.1. determinar o equivalente eléctrico do calor; 3.2. calcular a eficiência de uma lâmpada de incandescência. 4. Material 1 boião transparente com uma lâmpada de incandescência de 35 W na tampa; 1 calorímetro (recipiente de esferovite onde caiba o boião); tinta da Índia; fonte de tensão com saída máxima de 3 A a 12 V; 1 voltímetro; 1 amperímetro; 1 cronómetro; 1 termómetro; 1 balança; cabos de ligação; gelo picado. 5. Procedimento experimental Tenha o cuidado de anotar os erros de leitura de escala associados a todos os aparelhos de medida que usar. Cuidados a ter com o material: Não encher o boião de água acima da linha indicada. Esse procedimento implica uma diminuição significativa do tempo de vida da lâmpada. Acender a lâmpada apenas quando esta já estiver imersa na água. Ao alimentar a lâmpada não exceder os 13 V Cálculo do equivalente eléctrico do calor Meça a temperatura ambiente (T a ) Pese o boião (incluindo a tampa e a lâmpada) (m b ). 3
4 Retire a tampa do boião e encha-o de água fria até à linha indicada (lembre-se que não pode exceder essa linha). A água deve estar aproximadamente 10 ºC abaixo da temperatura ambiente, não sendo, no entanto, crítico o seu valor exacto. Em geral, é necessário utilizar um pouco de gelo picado para arrefecer a água Adicione cerca de 10 gotas de tinta da Índia na água, ou seja, o suficiente para que o filamento da lâmpada se torne pouco visível quando esta se encontra acesa Estabeleça a ligação através de cabos eléctricos entre a fonte de alimentação e o boião (fig. 1) Ligue o voltímetro e o amperímetro como é mostrado na figura 1, permitindo a medida simultânea da tensão e da corrente. Para obter melhores resultados ligue o voltímetro directamente aos terminais da tampa do boião. Coloque o boião no calorímetro Coloque o termómetro no orifício da tampa do boião. Ligue a fonte de tensão e ajuste-a rapidamente para 11.5 V (lembre-se que o valor não pode exceder 13 V). Ao fim de cerca de 30 s inicie a contagem do tempo no cronómetro e anote a temperatura da água (T i ). Vá agitando suavemente a água para uniformizar a sua temperatura Meça a corrente, I, e a tensão, V. Verifique que estes dois valores se mantêm idênticos durante toda a experiência. Se essa circunstância não ocorrer, utilize um valor médio destas duas grandezas nos seus cálculos De minuto a minuto meça a temperatura da água e registe esses dados na tabela I. Quando a temperatura da água (T) atingir um valor que cumpra 2 : T a - T I = T - T a desligue a fonte de alimentação Pese o boião com a água (m b+a ) 13 V Máx Voltímetro Fonte de Tensão Figura Cálculo da eficiência de uma lâmpada de incandescência Repita os passos da experiência anterior sem introduzir na água a tinta da Índia (ponto ) e sem colocar o boião no calorímetro (ponto 5.1.6). 2 Repare que, desta forma, contrabalança, numa certa medida, as trocas de calor do boião com o exterior. Uma vez que durante cerca de metade da experiência a temperatura da água no interior do boião é menor do que a temperatura ambiente e durante a outra metade a temperatura da água é maior do que a temperatura ambiente. 4
5 6. Análise dos resultados obtidos 6.1. Cálculo do equivalente eléctrico do calor Calcule a energia eléctrica fornecida à lâmpada (E equação (2), em joule) para cada instante (ver tabela I) Calcule as variações de temperatura, tomando como valor de referência a temperatura inicial Calcule o calor transferido para a água (H equação (1), em caloria) para cada instante, sem considerar o calor absorvido pelo boião (ver tabela I) Repita o cálculo da alínea anterior considerando o calor que foi absorvido pelo boião Construa dois gráficos de energia eléctrica fornecida à lâmpada em função do calor transferido para a água. Num deles considere a correcção devida ao calor absorvido pelo boião e no outro não Ajuste duas rectas a cada um dos gráficos da alínea anterior e calcule o equivalente eléctrico do calor (J e equação (3) em joule/caloria) para as duas situações. Comente os resultados Critique os resultados considerando os efeitos de: 1) a água com a tinta não ser completamente opaca à luz; 2) existirem sempre trocas de calor do boião com exterior. 6.2 Cálculo da eficiência de uma lâmpada de incandescência Calcule a energia eléctrica total fornecida à lâmpada (E equação (2), em joule), para cada instante (ver tabela II) Calcule as variações de temperatura, tomando como valor de referência a temperatura inicial Calcule o calor transferido para a água (H equação (1), em joule), para cada instante, sem considerar o calor absorvido pelo boião (ver tabela II) Repita o cálculo da alínea anterior considerando o calor que foi absorvido pelo boião Determine a energia útil, para cada um dos casos Construa dois gráficos de energia eléctrica útil em função da energia total fornecida à lâmpada. Num deles considere a correcção devida ao calor absorvido pelo boião e no outro não Ajuste duas rectas a cada um dos gráficos da alínea anterior. Calcule a eficiência da lâmpada (η - equação (5)) para as duas situações dos pontos e Comente os resultados. 5
6 Critique os resultados considerando os efeitos de: 1) a água não ser completamente transparente à luz; 2) nem toda a radiação infra-vermelha ser absorvida pela água; 3) não ser utilizado o calorímetro. 6
O EQUIVALENTE ELÉTRICO DO CALOR
O EQUIVALENTE ELÉTRICO DO CALOR Material Utilizado: Parte B - Equivalente Elétrico do Calor - um aparato para a determinação do equivalente elétrico do calor (PASCO TD-8552), composto de uma jarra com
DETERMINAÇÃO DO CALOR ESPECÍFICO DO COBRE (Cu), DO CHUMBO (Pb), E DO VIDRO UTILIZANDO UM CALORÍMETRO
DETERMINAÇÃO DO CALOR ESPECÍFICO DO COBRE (Cu), DO CHUMBO (Pb), E DO VIDRO UTILIZANDO UM CALORÍMETRO 1. TEORIA A quantidade de calor Q que é absorvida ou libertada quando um corpo é aquecido ou arrefecido
Determinação dos calores específicos do Cobre (Cu), Chumbo (Pb), e vidro utilizando um calorímetro
Determinação dos calores específicos do Cobre (Cu), Chumbo (Pb), e vidro utilizando um calorímetro TEORIA A quantidade de calor Q que é absorvida ou libertada, quando um corpo é aquecido ou arrefecido,
Roteiro 28 Determinação do calor específico de uma substância
OBJETIVO Roteiro 28 Determinação do calor específico de uma substância Este roteiro sugere dois procedimentos para a determinação do calor específico de substâncias e como proceder para obter medidas confiáveis
EXPANSÃO TÉRMICA DE LÍQUIDOS
Protocolos das Aulas Práticas 25 / 26 EXPANSÃO TÉRMICA DE LÍQUIDOS. Resumo Num primeiro momento, calibra-se um picnómetro em volume, com água destilada. Em seguida, estuda-se a expansão térmica volúmica
Determinação dos calores específicos do cobre (Cu), chumbo (Pb) e vidro utilizando um calorímetro
Determinação dos calores específicos do cobre (Cu), chumbo (Pb) e vidro utilizando um calorímetro TEORIA A quantidade de calor Q que é absorvida ou libertada, quando um corpo é aquecido ou arrefecido,
Departamento de Matemática e Ciências Experimentais
Questões-problema Departamento de Matemática e Ciências Experimentais Física e Química A 10.º Ano Atividade Prático-Laboratorial APL 1.3 Física Assunto: Capacidade térmica mássica - Porque é que no Verão
Calorimetria (Unesp 92) Considere as seguintes afirmações incompletas:
1. (Fuvest 93) Um recipiente de vidro de 500 g e calor específico 0,20 cal/g C contém 500 g de água cujo calor específico é 1,0 cal/g C. O sistema encontra-se isolado e em equilíbrio térmico. Quando recebe
ESCOLA SECUNDÁRIA 2/3 LIMA DE FREITAS 10.º ANO FÍSICA E QUÍMICA A 2010/2011 NOME: Nº: TURMA:
ESCOLA SECUNDÁRIA 2/3 LIMA DE FREITAS 0.º ANO FÍSICA E QUÍMICA A 200/20 NOME: Nº: TURMA: AVALIAÇÃO: Prof.. A energia eléctrica pode ser produzida em centrais termoeléctricas. Nessa produção há perdas de
Determinação dos calores específicos de cobre (Cu), chumbo (Pb) e vidro utilizando um calorímetro
Determinação dos calores específicos de cobre (Cu), chumbo (Pb) e vidro utilizando um calorímetro TEORIA A quantidade de calor Q que é absorvida ou libertada quando um corpo é aquecido ou arrefecido é
A máquina cíclica de Stirling
A máquina cíclica de Stirling TEORIA A máquina de Stirling (Fig. 1) é uma máquina cíclica a ar quente, com a qual vamos investigar experimentalmente o ciclo de Stirling, e demonstrar o funcionamento de
5.º Teste de Física e Química A 10.º A Abril minutos /
5.º Teste de Física e Química A 10.º A Abril 2013 90 minutos / Nome: n.º Classificação Professor.. GRUPO I As seis questões deste grupo são todas de escolha múltipla. Para cada uma delas são indicadas
Química 12º Ano. Unidade 2 Combustíveis, Energia e Ambiente. Actividades de Projecto Laboratorial. Janeiro Jorge R. Frade, Ana Teresa Paiva
Calibração e utilização de um sensor de temperatura Química 12º Ano Unidade 2 Combustíveis, Energia e Ambiente Actividades de Projecto Laboratorial Janeiro 2006 Jorge R. Frade, Ana Teresa Paiva Dep. Eng.
Departamento de Matemática e Ciências Experimentais
Departamento de Matemática e Ciências Experimentais Física e Química A 10.º Ano Atividade Prático-Laboratorial AL 2.1 Física Assunto: Características de uma pilha Objetivo geral Determinar as características
Termodinâmica. Lucy V. C. Assali
Termodinâmica Calor Física II 2016 - IO Calor Final do século XVIII: duas hipóteses alternativas 1) Fluido indestrutível (calórico) que preencheria os poros dos corpos, escoando-se de um corpo mais quente
UFSC Departamento de Química QMC 5119 Introdução ao Laboratório de Química
UFSC Departamento de Química QMC 5119 Introdução ao Laboratório de Química 2015.1 1 EXPERIÊNCIA N 0 3: DETERMINAÇÃO DO CALOR DE REAÇÃO E CALOR DE SOLIDIFICAÇÃO 1. Introdução As transformações químicas
O que você deve saber sobre
O que você deve saber sobre Quando um corpo recebe calor, dois efeitos distintos podem ocorrer: se receber calor sensível, sua temperatura aumenta e o corpo não sofre mudança de fase; se receber calor
Experiência 9 Transferência de Calor
Roteiro de Física Experimental II 39 Experiência 9 Transferência de Calor OBJETIVO O objetivo desta aula é estudar os processos de transferência de calor entre dois corpos, na situação em que nenhum deles
A máquina cíclica de Stirling
A máquina cíclica de Stirling TEORIA A máquina de Stirling (Fig. 1) é uma máquina cíclica a ar quente, com a qual vamos investigar experimentalmente o ciclo de Stirling, e demonstrar o funcionamento de
Trabalho nº 3: Determinação de calores específicos Disciplina Física, 1 o semestre 2015/2016. Regras básicas
Regras básicas 1) Os alunos devem chegar ao laboratório com cópia impressa do relatório, já tendo lido o guia e o relatório e percebido o objectivo e o conceito da medição. No início da aula terá lugar
DETERMINAÇÃO DO CALOR ESPECÍFICO DO ALUMÍNIO
DETERMINAÇÃO DO CALOR ESPECÍFICO DO ALUMÍNIO INTRODUÇÃO Equação de resfriamento de Newton Quando dois objetos, com temperaturas diferentes, são colocados em contato térmico, há transferência de calor do
1. Objectivos Verificação experimental de uma relação exponencial entre duas grandezas físicas. Fazer avaliações numéricas.
Ciências Experimentais P9: Carga e descarga do condensador 1. Objectivos Verificação experimental de uma relação exponencial entre duas grandezas físicas. Fazer avaliações numéricas. 2. Introdução O condensador
FÍSICA EXPERIMENTAL III
FÍSICA EXPERIMENTAL III EXPERIÊNCIA 2 CURVAS CARACTERÍSTICAS DE RESISTORES 1. OBJETIVOS 1.1. Objetivo Geral Familiarizar os acadêmicos com o uso de resistores ôhmicos e não ôhmicos. 1.2. Objetivos Específicos
6.1 Relatório 1 74 CAPÍTULO 6. PRÉ-RELATÓRIOS E RELATÓRIOS. Nome 1: Assinatura 1: Nome 2: Assinatura 2: Nome 3: Assinatura 3: Turma:
74 CAPÍTULO 6. PRÉ-RELATÓRIOS E RELATÓRIOS 6.1 Relatório 1 Nome 1: Assinatura 1: Nome 2: Assinatura 2: Nome 3: Assinatura 3: Turma: Procedimento I: Lei de Ohm Q1 (0,5 ponto) Monte o circuito indicado na
5º Teste de Física e Química A 10.º A Abr minutos /
5º Teste de Física e Química A 10.º A Abr. 2013 90 minutos / Nome: n.º Classificação Professor E.E. GRUPO I As seis questões deste grupo são todas de escolha múltipla. Para cada uma delas são indicadas
Relatório: Experimento 1
Relatório: Experimento 1 Nome 1: Assinatura 1: Nome 2: Assinatura 2: Nome 3: Assinatura 3: Nome 4: Assinatura 4: Turma: Procedimento I: Lei de Ohm Q1 (0,5 ponto) Monte o circuito indicado na Figura 1.11
5 Produção de energia eléctrica
Universidade Nova de Lisboa, Faculdade de Ciências e Tecnologia Departamento de Física Electromagnetismo e Física Moderna 5 Produção de energia eléctrica A indução electromagnética Exemplificar um método
1ª sessão de preparação para a EUSO2010. Características eléctricas de saída de um painel fotovoltaico
FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA 1ª sessão de preparação para a EUSO2010 Características eléctricas de saída de um painel fotovoltaico 1 OBJECTIVO Determinação e interpretação
Experimento Prático N o 4
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS Departamento de Engenharia Área de Eletricidade Experimento Prático N o Eletricidade para Engenharia Lei de Ohm e Potência Elétrica L A B O R A T Ó R I O D E E L E T R I
Laboratório de Física I. Experiência 5 Calorimetria, ajuste da reta e propagação de erros. 11 de dezembro de 2015
4310256 Laboratório de Física I Experiência 5 Calorimetria, ajuste da reta e propagação de erros 1 o semestre de 2016 11 de dezembro de 2015 5. Calorimetria, ajuste da reta e propagação de erros Introdução
Unidade Curricular: Física Aplicada
Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas Unidade Curricular: Física Aplicada Aulas Laboratoriais Trabalho laboratorial n.º 3 (1.ª parte) Viscosidade de Líquidos DETERMINAÇÃO DO COEFICIENTE DE VISCOSIDADE
SINAIS E SISTEMAS MECATRÓNICOS
SINAIS E SISTEMAS MECATRÓNICOS Laboratório #1: Introdução à utilização de aparelhos de medida e geração de sinal: multímetro, osciloscópio e gerador de sinais Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica
Departamento de Física da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa T2 FÍSICA EXPERIMENTAL I /08 FORÇA GRAVÍTICA
Departamento de Física da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa T2 FÍSICA EXPERIMENTAL I - 2007/08 1. Objectivo FORÇA GRAVÍTICA Comparar a precisão de diferentes processos de medida; Linearizar
Sistemas termodinâmicos
Sistemas termodinâmicos Transferências de energia sob a forma de calor Prof. Luís C. Perna MECANISMOS DE TRANSFERÊNCIA DE CALOR Entre sistemas a temperaturas diferentes a energia transfere-se do sistema
Medição de Tensões e Correntes Eléctricas. Leis de Ohm e de Kirchoff
Medição de Tensões e Correntes Eléctricas. Leis de Ohm e de Kirchoff. Objectivo: Aprender a medir tensões e correntes eléctricas com um oscioscopio e um multímetro digital. Conceito de resistência intema
EXPERIÊNCIA 2: LEI DE OHM
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RORAIMA CAMPUS BOA VISTA CURSO TÉCNICO EM ELETROTÉCNICA DISCIPLINA: ELETRICIDADE BÁSICA EQUIPE: TURMA: 14311 EXPERIÊNCIA 2: LEI DE OHM 1. OBJETIVOS:
As seguintes considerações devem ser feitas inicialmente ou ao longo do trabalho:
EXPERIÊNCIA 1: Pesa-espíritos EXEMPLO DE RESOLUÇÃO: Esquema da montagem: H 0 h 0 M As seguintes considerações devem ser feitas inicialmente ou ao longo do trabalho: M = massa do tubo + massa adicionada
Figura 1. Representação dos componentes de um calorímetro.
Experiência 3: DETERMINAÇÃO DO CALOR DE REAÇÃO 1. Objetivos Ao final desta aula experimental espera-se que o aluno seja capaz de: - Compreender o funcionamento de um calorímetro. - Comparar o calor liberado
Elementos de Termodinâmica
TERMODINÂMICA ESCALAS DE TEMPERATURA Estuda as relações entre grandezas como a temperatura, a pressão, o volume, o calor e a energia interna Reparar na necessidade de definir uma escala de temperaturas
Experimento: Circuitos Elétricos
Experimento: Circuitos Elétricos 3ª série Mesa Laboratório de Física Prof. Reinaldo / Marcos / Monaliza Data / / Objetivos Observar o funcionamento dos circuitos elétricos em série e em paralelo, fazendo
defi departamento de física
defi departamento de física Laboratórios de Física www.defi.isep.ipp.pt Estudo de um Amperímetro Instituto Superior de Engenharia do Porto- Departamento de Física Rua Dr. António Bernardino de Almeida,
FÍSICA EXPERIMENTAL III
FÍSICA EXPERIMENTAL III EXPERIÊNCIA 4 DIODOS 1. OBJETIVOS 1.1. Objetivo Geral Familiarizar os acadêmicos com diodos semicondutores. 1.2. Objetivos Específicos a) Apresentar aos acadêmicos circuitos elétricos
Olimpíadas de Física Seleção para as provas internacionais. Prova Experimental B
SOCIEDADE PORTUGUESA DE FÍSICA Olimpíadas de Física 015 Seleção para as provas internacionais Prova Experimental B 16/maio/015 Olimpíadas de Física 015 Seleção para as provas internacionais Prova Experimental
Termo-Estatística Licenciatura: 22ª Aula (05/06/2013) RADIAÇÃO TÉRMICA. (ver livro Física Quântica de Eisberg e Resnick)
ermo-estatística Licenciatura: ª Aula (5/6/13) Prof. Alvaro Vannucci RADIAÇÃO ÉRMICA (ver livro Física Quântica de Eisberg e Resnick) Experimentalmente observa-se que os corpos em geral e principalmente
Caracterização de uma Lâmpada
Caracterização de uma Lâmpada Laboratório de Eletricidade e Magnetismo Introdução Resistores não-lineares são dispositivos que não seguem a lei de Ohm quando submetidos a uma tensão ou corrente. Quando
Estudo experimental da radiação térmica
Estudo experimental da radiação térmica A - Introdução à Radiação Térmica 1. Equipamento Necessário: - de radiação, cubo de radiação térmica; - Milivoltímetro; - Vidro de janela; - Ohmímetro 2. Procedimento
Aprendizagens Essenciais e Metas Curriculares na Física 10. ano
Aprendizagens Essenciais e Metas Curriculares na Física 10. ano Apresenta-se em seguida uma tabela que visa permitir uma fácil consulta e comparação das Aprendizagens Essenciais com as Metas Curriculares.
Experiência 3: DETERMINAÇÃO DE CALOR DE REAÇÃO E DE CALOR DE SOLIDIFICAÇÃO
Experiência 3: DETERMINAÇÃO DE CALOR DE REAÇÃO E DE CALOR DE SOLIDIFICAÇÃO 1. Objetivos Ao final desta aula experimental espera-se que o aluno seja capaz de: - Compreender o funcionamento de um calorímetro.
Termodinâmica Ano Lectivo 2004/05. Trabalho Prático COMPRESSÃO ADIABÁTICA DE GASES
Trabalho Prático COMPRESSÃO ADIABÁTICA DE GASES ( ) ( Objectivo Mostrar que P e ) = P T = T ; determinar o valor de e medir o trabalho realizado para comprimir adiabaticamente um gás.. Introdução Quando
Trabalho N.º 1 Leis de Kirchhoff. Medição de Correntes e Tensões.
ANÁLISE DE CIRCUITOS LABORATÓRIO Ano Lectivo 20 / 20 Curso Grupo Classif. Rubrica Trabalho N.º 1 Leis de Kirchhoff. Medição de Correntes e Tensões. Plano de Trabalhos e Relatório: 1. Estudo teórico - prático
FÍSICA - 2 o ANO MÓDULO 20 POTÊNCIA E ENERGIA ELÉTRICA REVISÃO
FÍSICA - 2 o ANO MÓDULO 20 POTÊNCIA E ENERGIA ELÉTRICA REVISÃO Como pode cair no enem Não havendo aumento no preço do kwh nem nos impostos embutidos, você deverá pagar sua próxima conta de luz em torno
m = n M ρ = m V V = n V m Agrupamento de Escolas de Alcácer do Sal Escola Secundária de Alcácer do Sal
Agrupamento de Escolas de Alcácer do Sal Escola Secundária de Alcácer do Sal Ano Letivo 2017/2018 Física e Química A 10º ano Teste de Avaliação 6A 11/06/2018 Duração: 90 minutos Tabela de Constantes 23
FORÇA ELECTROMOTRIZ INDUZIDA
Departamento de Física da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa Electromagnetismo A 2009/2010 FORÇA ELECTROMOTRIZ INDUZIDA Neste trabalho é induzida uma força electromotriz num circuito condutor
- Trabalho Laboratorial nº4 - - Transformadores -
- Trabalho Laboratorial nº4 - DEMGi 2º S - 07/08 - Transformadores - 1. Objectivos No final deste trabalho laboratorial, deverá compreender e comentar de forma eficiente os objectivos relatados em seguida.
FÍSICA QUANTIDADE DE CALOR CALORIMETRIA. Prof. Rangel M. Nunes
1 FÍSICA QUANTIDADE DE CALOR CALORIMETRIA 2 CONTEÚDOS: Quantidade de calor; Unidades de calor; Calor específico; Calor sensível e calor latente; Mudanças de estado físico; 3 Conceito de Calor Vimos que
Grupo I. Duração da Prova: 90 minutos 10/12/13
PROVA ESCRITA DE FÍSICA E QUÍMICA A Duração da Prova: 90 minutos 10/12/13 Leia as questões com atenção antes de começar a responder. Grupo I 1. Para determinar a capacidade térmica mássica do alumínio,
LABORATÓRIO DE ELETROTÉCNICA GERAL EXPERIÊNCIA - LÂMPADAS ELÉTRICAS Código: LAM
LABORATÓRIO DE ELETROTÉCNICA GERAL EXPERIÊNCIA - LÂMPADAS ELÉTRICAS Código: LAM RELATÓRIO - Grupo:......... Professor:...Data:... Objetivo:......... 1. Lâmpada Fluorescente NOTA. 1.1 - Reator indutivo
Medição de Tensões e Correntes Eléctricas. Leis de Ohm e de Kirchhoff
Ano lectivo: 2010 2011 Medição de Tensões e Correntes Eléctricas. Leis de Ohm e de Kirchhoff 1. OBJECTIVO Aprender a utilizar um osciloscópio e um multímetro digital. Medição de grandezas AC e DC. Conceito
Objetivo: Determinar a eficiência de um transformador didático. 1. Procedimento Experimental e Materiais Utilizados
Eficiência de Transformadores Universidade Tecnológica Federal do Paraná - Curitiba Departamento Acadêmico de Física Física Experimental Eletricidade Prof. Ricardo Canute Kamikawachi Objetivo: Determinar
Radiação de corpo negro, f.e.m. termoelétrica, dependência da resistência com a temperatura.
1 Roteiro elaborado com base na documentação que acompanha o conjunto por: Máximo F. da Silveira Instituto de Física - UFRJ Tópicos Relacionados Radiação de corpo negro, f.e.m. termoelétrica, dependência
Ensaio 1: Medições Monofásicas Utilizando...
Ensaio 1: Medições Monofásicas Utilizando... Ensaio 1: Medições Monofásicas Utilizando Lâmpadas 2 1. Objetivos Os objetivos desse ensaio são: a) Aprender a utilizar os equipamentos de medição: voltímetro,
Escola Secundária. tensão = número de divisões na escala vertical tensão/divisão. tensão = 4,2 10 mv = 42 mv
Grupo de Trabalho: Classificação Professor Numa empresa de telecomunicações investigam-se materiais e métodos inovadores para a comunicação. O sistema de segurança da empresa é bastante rígido. A empresa
Electromagnetismo e Física Moderna. Conhecer um método para a determinação da capacidade eléctrica
Universidade Nova de Lisboa, Faculdade de Ciências e Tecnologia Departamento de Física 1 Compreender o que é um condensador eléctrico Electromagnetismo e Física Moderna Capacidade e condensadores Conhecer
Escola Básica e Secundária Gonçalves Zarco Física e Química A, 10º ano. Ano lectivo 2008/2009
Escola Básica e Secundária Gonçalves Zarco Física e Química A, º ano Ano lectivo 2008/2009 Correcção do Teste de Avaliação Sumativa (7/5/2009) Nome: Nº de Aluno: Turma: Classificação: Professor: Formulário
Observação: É possível realizar o experimento com apenas um multímetro, entretanto, recomenda-se um multímetro por grupo de alunos.
Lista de Materiais 1 multímetro. 4 pilhas de 1,5V. 2 resistores com resistências da mesma ordem de grandeza. Exemplo: R1 = 270 Ω e R2 = 560 Ω. Lâmpada com soquete com bulbo esférico (6,0V-500 ma). Resistor
Estudo da variação da resistência de um condutor com a temperatura
Faculdade de Ciências e Tecnologias da Universidade de Coimbra Departamento de Física Estudo da variação da resistência de um condutor com a temperatura Mestrado Integrado em Engenharia Física Laboratórios
. Medição de tensões contínuas (DC) : Volt [V]. Medição de tensões alternas (AC)
Medição de Tensões e de Correntes Eléctricas. Leis de Ohm e de Kirchoff 1. Objectivo: Aprender a medir tensões e correntes eléctricas com um osci1oscópio e um multímetro digital. Conceito de resistência
EXPERIMENTO 2: ASSOCIAÇÃO DE RESISTORES E A LEI DE OHM
EXPERIMENTO 2: ASSOCIAÇÃO DE RESISTORES E A LEI DE OHM 2.1 OBJETIVOS Ler o valor nominal de cada resistor através do código de cores. Medir as resistências equivalentes das associações Verificar o comportamento
Olimpíadas de Física Seleção para as provas internacionais. Prova Experimental B
SOCIEDADE PORTUGUESA DE FÍSICA Olimpíadas de Física 2014 Seleção para as provas internacionais Prova Experimental B 24/Maio/2014 Olimpíadas de Física 2014 Seleção para as provas internacionais Prova Experimental
Aula 9 CONSERVAÇÃO DE ENERGIA II CALOR ESPECÍFICO DE SUBSTÂNCIA SÓLIDA. Menilton Menezes
Aula 9 CONSERVAÇÃO DE ENERGIA II CALOR ESPECÍFICO DE SUBSTÂNCIA SÓLIDA META Aplicar o princípio das trocas de calor nos processos de transferência de energia. OBJETIVOS Ao final desta aula, o aluno deverá:
Física II. Laboratório 1 Instrumentação electrónica
Física II Laboratório 1 Instrumentação electrónica OBJECTIVO Utilizar instrumentos electrónicos: osciloscópios, geradores de sinais, fontes de corrente e tensão, multímetros. 1. INTRODUÇÃO Com o multímetro
UFSC Departamento de Química QMC 5119 Introdução ao Laboratório de Química 2011/1
1 UFSC Departamento de Química QMC 5119 Introdução ao Laboratório de Química 2011/1 Prof. Marcos Aires de Brito Prof. Fábio Peres Gonçalves Prof. José Carlos Gesser Experiência N 0 3: determinação do calor
LEIS DOS GASES IDEAIS
1. Resumo geral LEIS DOS GASES IDEAIS Neste trabalho pretende-se verificar experimentalmente, em condições de baixa densidade (gás ideal) que: a pressão é inversamente proporcional ao volume num processo
ELECTROTECNIA TEÓRICA MEEC IST
ELECTROTECNIA TEÓRICA MEEC IST º Semestre 07/8 º TRABALHO LABORATORIAL DETERMINAÇÃO EXPERIMENTAL DA MATRIZ DE COEFICIENTES DE CAPACIDADE DE UM SISTEMA DE N+ CONDUTORES (VIA ANALOGIA REO-ELÉCTRICA) Prof.
Atividades experimentais Temperatura e Calor
Atividades experimentais Temperatura e Calor Os conceitos de temperatura e calor são constantemente confundidos, contudo, apresentam grandes diferenças. A proposta abaixo consiste em um roteiro para a
Estrutura da Matéria II. Lei de Stefan-Boltzmann
Universidade do Estado do Rio de Janeiro Instituto de Física Departamento de Física Nuclear e Altas Energias Estrutura da Matéria II Lei de Stefan-Boltzmann Versão 1.1 (2006) Carley Martins, Jorge Molina,
Olimpíadas de Física Selecção para as provas internacionais. Prova Experimental A
Prova Experimental A Sociedade Portuguesa de Física 26/Maio/2006 Prova Experimental A Ressoador de Helmholtz Duração da prova: 2h 1 Material régua de plástico craveira balão de vidro suporte para balão
CENTRO EDUCACIONAL SESC CIDADANIA
CENTRO EDUCACIONAL SESC CIDADANIA Professor: Vilson Mendes Lista de exercícios de Física I Lista 6 Associação de resistores ENSINO MÉDIO NOTA: Aluno (: Data SÉRIE/TURMA 3ª 1. Em cada um dos esquemas abaixo,
BC 0205 Fenômenos Térmicos
BC 0205 Fenômenos Térmicos Experimento 4 Roteiro Calorimetria parte 2 Professor: Data: / /2016 Turma: Turno: login Tidia: Nome: RA: Proposta Como continuação dos experimentos relacionados à calorimetria,
Na segunda parte desta experiência será realizada a medição da resistência interna de um voltímetro digital, na escala de 20V.
Introdução Na primeira parte desta experiência vamos rever as Leis de Kirchhoff e de Ohm e suas aplicações na previsão do funcionamento de circuitos resistivos lineares. O objetivo consiste em determinar
Instruções de montagem
6302 2460 03/2001 PT Para os técnicos especializados Instruções de montagem Dispositivo de controlo do retorno DN 25 Solar-Temperaturdifferenzregler Relais Netz Tmax Leia cuidadosamente antes da montagem
A) condensação do vapor de água dissolvido no ar ao encontrar uma superfície à temperatura mais baixa.
lista_1-conceitos_iniciais_em_termologia Questão 1 Os cálculos dos pesquisadores sugerem que a temperatura média dessa estrela é de T i = 2.700 C. Considere uma estrela como um corpo homogêneo de massa
Ensino Médio. Nota. Aluno(a): Nº. Série: 3ª Turma: Data: / /2018. Lista 6 Associação de resistores
Ensino Médio Professor: Vilson Mendes Disciplina: Física I Aluno(: Nº. Série: 3ª Turma: Data: / /2018 Lista 6 Associação de resistores N2 Nota 1. Em cada um dos esquemas abaixo, calcule a resistência equivalente
AULA 9. Determinação da entalpia de dissolução de sais. Laboratório de Química QUI OBJETIVOS. Compreender o conceito entalpia;
AULA 9 Determinação da entalpia de dissolução de sais OBJETIVOS Compreender o conceito entalpia; Determinar a capacidade calorífica de um calorímetro; Determinar a entalpia de dissolução de alguns sais.
Aula Prática: Determinação da resistência interna de uma bateria e uso de regressão linear para determinação da equação de uma reta
Aula Prática: Determinação da resistência interna de uma bateria e uso de regressão linear para determinação da equação de uma reta Introdução Observe o circuito representado na figura ao lado em que uma
ANÁLISE DE CIRCUITOS LABORATÓRIO
ANÁLISE DE CIRCUITOS LABORATÓRIO Ano Lectivo 20 / 20 Curso Grupo Classif. Rubrica Trabalho N.º 4 A Bobina Plano de Trabalhos e Relatório: 1. As bobinas nos circuitos em corrente alternada sinusoidal. A
Regras de Kirchoff dos circuitos eléctricos. Descarga de um condensador. Verificar experimentalmente as regras de Kirchoff para circuitos eléctricos.
Guião de Laboratório Física MEC FEUP DEF egras de Kirchoff dos circuitos eléctricos. Descarga de um condensador Objectivos: Uso de instrumentos de medida eléctricos. Verificar experimentalmente as regras
