Capítulo 88 Pequenas barragens de terra
|
|
|
- Benedita Castilhos Brandt
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Capítulo 88 Pequenas barragens de terra 88-1
2 Capítulo 88- Pequenas barragens de terra 88.1 Introdução O nosso objetivo é fornecer algumas informações simples sobre pequenas barragens de terra, não esquecendo que deverá ser consultados especialistas no assunto quando da construção. A grande vantagem da barragem de terra é que a mesma não é exigente nem nas fundações nem nos materiais conforme Costa, Ela molda-se a quase todas as fundações e, com modernas técnicas de mecânica dos solos e terraplenagens, aceita uma enorme variedade de solos. Existem barragens de terra com mais de 3km de extensão e com mais de 200m de altura. Ainda segundo Costa, 2001 a grande vantagem das barragens de terra sobre as outras, é que podem ser construídas sobre qualquer tipo de fundação. São relativamente baratas e não exigem pessoal muito especializado Tipos de barragens de terra Há 3 tipos de barragens de terra: 1. Barragem de aterro homogêneo 2. Barragem zonada 3. Barragem com núcleo Barragem de aterro homogêneo É a mais comum onde é utilizado um único tipo de solo. Os taludes a montante e a jusante devem ter inclinações adequadas conforme o tipo de solo. Deve ser construído um dreno vertical ou inclinado de areia selecionada de granulometria adequada ao tipo de solo utilizado, ou por brita confinada em geotextil. Deve ter ainda um dreno ou tapete horizontal de areia selecionada ou brita confinada em geotêxtil. Constroi-se também o cut-off que é a parte do aterro que se insere na fundação. Quando a qualidade do solo é boa não se faz o cut-off. O talude de montante deve ser protegido com enrocamente (riprap) ou laje armada ou tapete asfáltico. De acordo com o fetch, que o comprimento maior da superfície da água da barragem e no qual incide o vento. Conforme o comprimento do fetch temos a espessura mínima em cm do riprap no talude de montante conforme Tabela (88.1). 88-2
3 88.4 Barragem com núcleo São barragens com núcleo de concreto ou solo argiloso, sendo pouco usada. Tabela Espessura do enrocamento sobre talude 3:1 Fetch Espessura mínima do riprap (km) (cm) <1, >10 90 Fonte: Costa, 2001 Crista da barragem Largura do coroamento c Fórmula de Preece c= 1,1 x H 0,5 +1 H=altura máxima da barragem (m) Coroamento mínimo= 4,00m (DNOCS) Mínimo: 3,00 Portugal c= H/5 +3m Taludes Conforme Matos et al, 2003 in Morano 2006 a altura da barragem depende do tipo de material; Tabela Taludes a montante e a jusante conforme a altura da barragem e tipo de solo Tipo de material Talude Barragem até 5m Barragem de 5,1m de altura a 10m de altura Solos argilosos Montante 2:1 2,75:1 Jusante 1,75:1 2,25:1 Solos areno argilosos/ argilosos Montante Jusante 2,25:1 2:1 Os taludes usuais conforme Figura (88.1) são: Talude a montante: 3:1 Talude a jusante: 2: :1 2,25:1
4 Figura 88.1-Seção transversal típica de uma barragem de terra Folga: 0,5m a 1,0m Tomada de água: Descarregador de fundo: diâmetro mínimo de 0,80m conforme DAEE, 2005 Folga Para evitar o over-topping é aconselhado as seguintes distâncias. Tabela Folga para evitar over-topping conforme o comprimento do Fetch Fetch Normal Mínima (km) (m) (m) <1,5 1,2 0,90 2,0 1,5 1,2 4,0 1,8 1,5 8,0 2,4 1,8 16,0 3,0 2,1 Fonte: Costa, Barragens Zonadas Quando não existem solos apropriados, em quantidade suficiente, o que sucede com muita freqüência, recorre-se ao tipo zonado que não é mais do que o aproveitamento dos solos mais fracos para aterros estabilizadores e do melhor solo para o núcleo central, conforme Costa,
5 88.5 Volume do prisma trapezoidal Conforme Geórgia, 2001 ou Akan e Paine, 2001 o volume prismático trapezoidal é dado pela equação: V= L.W. D + (L+W) Z.D2 + 4/3.Z2. D3 Sendo: V= volume do prisma trapezoidal (m3); L= comprimento da base (m); W= largura da base (m); D= profundidade do reservatório (m) e Z= razão horizontal/vertical. Normalmente 3H:1V Exemplo 88.1 Dados: Largura= W= 20m, Comprimento= L=60m, Profundidade= D=3m e Z=3. Achar o volume. V= L.W. D + (L+W) Z.D2 + 4/3. Z2. D3 V= 20 x 60 x 3 + (20+60) x 3 x /3 x 32 x 33 V= 6.084m3 Figura Reservatório com seções transversais e longitudinais trapezoidal Fonte: Washington, Linha freática A linha freática ou linha de saturação conforme Morano, 2006 limita duas regiões do corpo da barragem de terra, aquela que tem água infiltrada e aquela que não tem. A linha superior da Figura (88.3) é a linha freática. A importância da linha freática é obter a vazão de infiltração ao longo da barragem de terra no corpo da barragem em metro cúbico por dia por metro de barragem. Se o terreno sob a barragem de terra for permeável é possível estimar a perda de água por dia por metro. 88-5
6 Figura Infiltração da água no corpo de barragem homogênea. A linha freática e a linha superior no corpo da barragem Há duas soluções, sendo a primeira construir um filtro horizontal de areia que é posicionado no terço final do aterro e usado areia média lavada conforme Morano, Este filtro horizontal conforme Figura (88.4) é também chamado de tapete drenante ou colchão drenante e tem a função de baixar a linha freática, evitando o seu aparecimento na face do talude a jusante e desse modo, encaminhar as águas percolantes para a base do aterro e daí para o dreno de pé conforme Morano, Figura Barragem de terra com filtro horizontal Fonte: Gupta, 2008 A segunda opção é traçar a linha freática que é uma parábola conforme pesquisas de Casagrande, com objetivo de se obter dados para o cálculo da vazão de infiltração no corpo da barragem conforme Figura (88.5). 88-6
7 Figura Barragem de terra com linha freática parabólica Fonte: Gupta, Infiltração no talude de jusante O objetivo de se obter a linha freática é para calcular a vazão de infiltração no talude de jusante: Q= ( Kv. Kh) 0,5 x a x Lx [sen (α)] 2 Q= K x a x [sen (α)] 2 Sendo: Q= vazão de infiltração (m3/s/m) ou em (m3/dia/m) Kv= permeabilidade vertical do solo da barragem (m/s) Kh= permeabilidade horizontal do solo da barragem (m/s) K= (Kv x Kh) 0,5 α= ângulo do talude de jusante em graus L= comprimento da barragem (m). Adotado L=1m a= {yo / [1- cos (α)] } x ( 0,5 + α/ 360º) yo= ( H2 + d2) 0,5 d H= altura da barragem de terra (m) yo= altura conforme Figura (88.5) d= largura da crista da barragem (m) Exemplo Gupta, 2008 Dada uma barragem de terra anisotrópica conforme Figura (88.6) com largura do topo de 9,0m e coeficiente de permeabilidade horizontal de Kh=0, m/s e permeabilidade vertical Kv=0, m/s. Altura da barragem de 30m, altura do nível de água H=27m. Comprimento do cateto referente a encosta de jusante igual a 20,73m (69,1ft). Calcular a vazão em m3/dia por metro de barragem de água infiltrada no maciço. 88-7
8 Figura 88.6-Barragem de terra anisotropica O ângulo α formado no talude de jusante é calculado por: tan α= Altura/cateto = 30/ 20,73= 1,45. Portanto, α= 55,35٥ Permeabilidade equivalente K K= (Kv x Kh) 0,5 K= (0, x 0, ) 0,5 = 0, m/s Redução da escala Nas distâncias horizontais temos que dividir por 0,58 para transformar a barragem anisotropica em isotropica. Nas distancias verticais não há mudançlas. (Kv/Kh) 0,5= (0, /0, ) 0,5= 0,58 CB= H/ tan (α) = 27/tan (55,35) = 18,7m AB= 0,3 X CB AB= 0,3 X 18,7= 5,6m CA= 0,7 x CB= 0,7 x 18,7= 13,1m 88-8
9 d= (20, ,73+5,22)- 13,1= 33,58m yo= ( H2 + d2) 0,5 d yo= ( ,582) 0,5 33,58= 43,09-33,58= 9,51m a= {yo / [1- cos (α)] } x ( 0,5 + α/ 360º) a= {9,51 / [1- cos (55,35)] } x ( 0,5 + 55,35/ 360º) = 14,4m Q= K x a x [sen (α)] 2 Q= 0, x 14,4 x [sen (55,35)] 2 Q= 0,000016m3/s/m= 1,38 m3/dia/m Portanto, infiltrará pelo talude de jusante 1,34m3/dia por metro da barragem e como temos comprimento total de L=159,00 teremos: Q= 1,34 x 159= 213m3/dia de infiltração no talude de jusante 88-9
10 88.9 Estimativa de Infiltração sob a barragem Gupta, 2008 calcula a infiltração sob a barragem quando o solo é permeável e devemos verificar se não surge o problema de piping, isto é, que a infiltração seja tão grande que faça escorregar o pé da barragem fazendo desmonte da estrutura. Segundo Gupta, 2008 a relação empírica L/H deve ser calculada, onde L é o comprimento da barragem e H a altura da mesma. A razão L/H deve ser mantida suficientemente grande, sendo adotado 4 para pedregulhos e 18 para areia e silte para prevenir piping conforme Tersaghi, 1967 in Gupta, O cálculo é feito usando a equação de Darcy usando: i = H/L Sendo: i= gradiente H= altura da barragem (m) L= comprimento da barragem (m) P= profundidade da camada permeável (m) Q= Kv x P x i Sendo: Q= água infiltrada (m3/dia/metro de barragem) Exemplo 88.3 Mesmo exemplo anterior de Gupta, com L= 159m, nivel de água H=27m K=0,000003m/s e altura da camada permeável sob a barragem P=12m. Determinar a infiltração de água sob a barragem em todo o seu comprimento. Relação L/H= 159/27= 5,9 Equação de Darci Q= Kv x P x i Gradiente hidráulico i= H/L= 27m/ 159m=0,17 Q= Kv x P x i Q= 0, x 12 x0,17=0, m3/s /m Q=0,53m3/dia/m Como a barragem tem comprimento total de 159m teremos de água por infiltração sob a barragem de 0,53 x 159= 84m3/dia Resumo: Infiltração no talude de jusante= 213m3/dia Infiltração sob a barragem= 84m3/dia Total=297 m3/dia 88-10
11 88.10 Dimensionamento de filros Conforme Massad, 2010 o dimensionamento de filtros horizontais e hodrizontais conforme Figura (88.7) tem as seguintes equações: Para filtro horizontal: B = (2. Q. L/ Kfh) 0,5 Sendo: Q= vazão calculada pelo traçado das redes de fluxo L= comprimento (m) Kfh= coeficiente de permeabilidade da areia no filtro horizontal B= espssura do filtro horizontal (m) Para filtro vertical Como o fluxo é praticamente vertical, aplicando-se a Lei de Darcy temos: b= Q/kfv Sendo: Q= vazão calculada pelo traçado das redes de fluxo Kfv= coeficiente de permeabilidade da areia no filtro vertical b= espessura do filtro vertical (m) Figura Filtro vertical e horizontal Massad,
12 88.11 Custos das barragens Massad, 2010 apresenta custos comparativos entre barragem de terra homogênea,m enrocamento, aterro hidráulico e concreto massa. Verifica-se que a barragem em terra homogenea é 5 vezes mais barata que a barragem de concreto conforme Tabela (88.4). Tabela Custos relativos de alguns tipo s de barragens levando em conta só os materiais e seus volumes. Fonte: Massad, Piping Massad, 2010 afirma que a agua sempre procura o caminho mais facil e este é o piping. A água vai passando e carreando os solidos promovendo um fluxo continuo até o colapso da barragem. Conforme Massad, 2010 as argilas são em geral menos suscetiveis ao piping. O criterio de filtro de Tersaghi estabelece as seguintes condições a serem satisfeitas pelo filtro e pelo solo: D15 (filtro)/ D85 (solo) < 4 ou 5 Para garantir a proteção contra o piping, confome Massad, 2010: D15 (filtro)/ D15 (solo) > 4 ou
13 88.13 Bibliografia e livros consultados -COSTA, TEIXEIRA e LANÇA, RUI. Barragens. Escola Superior de Tecnologia Universidade de Algarve, Portugal, 28 de fevereiro de GUPTA, RAM S. Hydrology and hydraulic systems. 3a ed. USA,896 paginas, ano KAPLAN, EDUARDO. Pequenas barragens para abastecimento de água no municipio de Caxias do Sul, RS. Porto Alegre, junho, MASSAD, FAIÇAL. Obras de terra- curso básico de geotecnia. 2ª ed. Oficina de Textos, 216 páginas, 2010, ISBN MORANO, JOSE ROBERTO. Pequenas barragens de terra. Metodologia para projetos e obras. Edição Codasp, páginas. -NEW YORK STATE DEPARTMENT OF ENVIRONMENTAL CONVERVATION; Guidelines for design of dams. Janeiro, REGULAMENTO DE SEGURANÇA DE BARRAGENS. Capitulo I, Diário da República, 198 de 15 de outubro de Portugal
Capítulo 88 Pequenas barragens de terra
Capítulo 88 Pequenas barragens de terra 88-1 Capítulo 88- Pequenas barragens de terra 88.1 Introdução O nosso objetivo é fornecer algumas informações simples sobre pequenas barragens de terra, não esquecendo
Capítulo 88 Pequenas barragens de terra
Capítulo 88 Pequenas barragens de terra 88-1 Capítulo 88- Pequenas barragens de terra 88.1 Introdução A grande vantagem da barragem de terra é que a mesma não é exigente nem nas fundações nem nos materiais
BARRAGENS DE TERRA E DE ENROCAMENTO AULA 2. Prof. Romero César Gomes - Departamento de Engenharia Civil /UFOP
BARRAGENS DE TERRA E DE ENROCAMENTO AULA 2 Prof. Romero César Gomes - Departamento de Engenharia Civil /UFOP Fluxo Não Confinado: a linha de fluxo superior (linha freática) não é conhecida previamente;
Capítulo 81 Torre de captação de água e descarregador de fundo de seção circular
Capítulo 81 Torre de captação de água e descarregador de fundo de seção circular 81-1 SUMÁRIO Ordem Assunto Capítulo 81- Torre de captação de água e descarregador de fundo 81.1 Introdução 81.2 Torre de
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS DE SINOP FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGIAS CURSO DE ENGENHARIA CIVIL GEOTECNIA III
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS DE SINOP FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGIAS CURSO DE ENGENHARIA CIVIL GEOTECNIA III Aula 08 Barragens Elementos de uma barragem Eng. Civil Augusto Romanini
CURSO DE CAPACITAÇÃO EM ESTRUTURAS DE BARRAGENS: TERRA, ENROCAMENTO E REJEITOS
CURSO DE CAPACITAÇÃO EM ESTRUTURAS DE BARRAGENS: TERRA, ENROCAMENTO E REJEITOS Critérios de projeto de barragens de terra e enrocamento PROFESSOR: Dr. Sidnei Helder Cardoso Teixeira Curitiba, 24 de Março
CURSO DE CAPACITAÇÃO EM ESTRUTURAS DE BARRAGENS: TERRA, ENROCAMENTO E REJEITOS
CURSO DE CAPACITAÇÃO EM ESTRUTURAS DE BARRAGENS: TERRA, ENROCAMENTO E REJEITOS Critérios de projeto de barragens de terra e enrocamento PROFESSOR: Dr. Sidnei Helder Cardoso Teixeira Elementos principais
Capítulo 81 Torre de captação de água e descarregador de fundo de seção circular 81-1
Capítulo 81 Torre de captação de água e descarregador de fundo de seção circular 81-1 SUMÁRIO Ordem 81.1 81.2 81.3 81.4 81.5 81.6 81.7 81.8 81.9 81.10 Assunto Capítulo 81- Torre de captação de água e descarregador
Capítulo 96 Aqüíferos isotrópico e não isotrópico
Capítulo 96 Aqüíferos isotrópico e não isotrópico 94-1 Capítulo 96- Aqüíferos isotrópico e não isotrópico 96.1 Introdução Um dos usos mais freqüentes em barragens impermeável é a aplicação da Lei de Darcy
Drenagem Subterrânea e Subsuperficialde Rodovias
Universidade Regional do Cariri URCA Pró Reitoria de Ensino de Graduação Coordenação da Construção Civil Disciplina: Estradas II Drenagem Subterrânea e Subsuperficialde Rodovias Renato de Oliveira Fernandes
Notas de aula prática de Mecânica dos Solos I (parte 14)
1 Notas de aula prática de Mecânica dos Solos I (parte 14) Helio Marcos Fernandes Viana Tema: Traçado da linha freática de uma barragem de terra a partir do traçado da parábola de ozeny; E teoria da seção
Capítulo 81 Torre de captação de água e descarregador de fundo de seção circular 81-1
Capítulo 81 Torre de captação de água e descarregador de fundo de seção circular 81-1 SUMÁRIO Ordem 81.1 81. 81.3 81.4 81.5 81.6 81.7 81.8 81.9 81.10 Assunto Capítulo 81- Torre de captação de água e descarregador
Capítulo 187 Uplift em canal de concreto
Capítulo 187 Uplift em canal de concreto Karl von Tersaghi é o pai da mecânica dos solos 187-1 187.1 Introdução O objetivo deste texto é verificar a força de levantamento (uplift) do fundo de um canal
Laboratório de Mecânica dos Solos. Primeiro Semestre de 2017
Laboratório de Mecânica dos Solos Primeiro Semestre de 2017 Aula 8 Permeabilidade 1. A água no solo Problemas práticos envolvendo percolação: Barragens: Vazões infiltradas, piping, dimensionamento de filtros
CURSO DE CAPACITAÇÃO EM ESTRUTURAS DE BARRAGENS: TERRA, ENROCAMENTO E REJEITOS. Sistemas de vedação e de drenagem interna
CURSO DE CAPACITAÇÃO EM ESTRUTURAS DE BARRAGENS: TERRA, ENROCAMENTO E REJEITOS Sistemas de vedação e de drenagem interna PROFESSOR: Dr. Sidnei Helder Cardoso Teixeira Curitiba 29 de Março de 2017 Sistemas
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS DE SINOP FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGIAS CURSO DE ENGENHARIA CIVIL GEOTECNIA I
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS DE SINOP FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGIAS CURSO DE ENGENHARIA CIVIL GEOTECNIA I Aula 08 Augusto Romanini Sinop - MT 2017/2 AULAS Aula 00 Apresentação
MECÂNICA DOS SOLOS E DAS ROCHAS Aula 01
CAMPUS BRASÍLIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL MECÂNICA DOS SOLOS E DAS ROCHAS Aula 01 REDE DE FLUXO 1 Conteúdo da Aula Apresentação da Disciplina (ementa, programa, regras...) Fluxo unidimensional (revisão)
Faculdade de Engenharia Departamento de Estruturas e Fundações. Lista de Exercicios
Lista de Exercicios 1. QUESTÕES TEÓRICAS 1) No que consiste a tecnica de equilíbrio limite para analise de estabilidade de massas de solo? Quais as hipóteses mais importantes assumidas? 2) Descreva suscintamente
Barragem de Terra Análise de Percolação em Estado Constante
Manual de engenharia No. 32 Atualização 3/2016 Barragem de Terra Análise de Percolação em Estado Constante Programa: MEF Percolação Arquivo: Demo_manual_32.gmk Introdução Este exemplo mostra aplicar o
Capítulo 187 Uplift em canal de concreto
Capítulo 187 Uplift em canal de concreto Karl von Tersaghi é o pai da mecânica dos solos 187-1 187.1 Introdução O objetivo deste texto é verificar a força de levantamento (uplift) do fundo de um canal
6. CONSIDERAÇÕES FINAIS
6. CONSIDERAÇÕES FINAIS Síntese dos principais aspectos a considerar no dimensionamento de barragens de solo e de solo-enrocamento: a) Estabilidade dos taludes b) Evitar galgamento (folga e cota do coroamento)
Curso de Manejo de águas pluviais Capitulo 71- Canais em rampas Engenheiro Plínio Tomaz 21 de dezembro de 2010
Capítulo 71 Canais em rampas 71-1 71.1 Introdução Os canais em rampas apresentam a peculiaridade da entrada de ar na água o que faz com que aumente a altura de água no canal necessitando dimensionar as
CURSO DE CAPACITAÇÃO EM ESTRUTURAS DE BARRAGENS: TERRA, ENROCAMENTO E REJEITOS. Análises de percolação
CURSO DE CAPACITAÇÃO EM ESTRUTURAS DE BARRAGENS: TERRA, ENROCAMENTO E REJEITOS Análises de percolação PROFESSOR: Dr. Sidnei Helder Cardoso Teixeira Curitiba, 07 de Abril de 2017 Análise de percolação Estimar
Capítulo 80. Efeito do vento em rios e lagos
1 Capítulo 80 Efeito do vento em rios e lagos Mapa das Isopletas de vendo. Velocidade básica (m/s) 80-1 2 SUMÁRIO Ordem Assunto 80.1 Introdução 80.2 Determinação da borda livre de um lago conforme Stevenson
Classificação das Barragens. Prof. Dr. João Luiz Armelin Prof. M.Sc. Ricardo Ferreira
Classificação das Barragens Prof. Dr. João Luiz Armelin Prof. M.Sc. Ricardo Ferreira 2/48 Classificação das Barragens A classificação das barragens pode ser feita em função dos seguintes condicionantes:
IV.11- TRANSIÇÕES. Apresenta-se na Figura IV.11.1 exemplo de transições na barragem de Porto Primavera.
TRANSIÇÕES IV.11- TRANSIÇÕES Para a mudança de um material mais fino, como a areia do dreno horizontal, para um material de granulometria maior, como pedras de mão, é necessário que seja feita uma transição
Capítulo 5 Percolação
PROLEM 5.1 Considere a Figura 5.1 que representa dois casos em que onde se provocou o escoamento de água no interior de um provete de areia (γ sat =20kN/m 3 e k=0.5 10-5 m/s) através da alteração da posição
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS DE SINOP FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGIAS CURSO DE ENGENHARIA CIVIL GEOTECNIA III
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS DE SINOP FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGIAS CURSO DE ENGENHARIA CIVIL GEOTECNIA III Aula 10 Barragens Pequena Barragem de Terra Pré - Projeto Eng. Civil
Em função de suas características de fabricação e matéria-prima poliéster, o Bidim possui as propriedades:
Geotêxtil Bidim Propriedades Em função de suas características de fabricação e matéria-prima poliéster, o Bidim possui as propriedades: Elevada permeabilidade: 10 a 200 vezes mais permeável do que outros
Capítulo 92 Curvas na vertical e horizontal e superelevação em curvas
Capítulo 92 Curvas na vertical e horizontal e superelevação em curvas Curvas na vertical e horizontal e superelevação em curvas 92-1 Capítulo 92- Curvas na vertical e horizontal e superelevação em curvas
Classificação das Barragens e UHE. Prof. M.Sc. Ricardo Ferreira
Classificação das Barragens e UHE Prof. M.Sc. Ricardo Ferreira Classificação das Barragens e UHE 2/50 A classificação das barragens pode ser feita em função dos seguintes condicionantes: Tipologia da estrutura
4 Fluxo na barragem de terra de Macusani - Peru
78 4 Fluxo na barragem de terra de Macusani - Peru 4.1. Introdução Neste capítulo são feitas previsões de fluxo permanente e transiente na barragem de terra Macusani (Peru) utilizando como ferramentas
Capítulo 80. Efeito do vento em rios e lagos
1 Capítulo 80 Efeito do vento em rios e lagos Fonte: http://www.ufrrj.br/institutos/it/de/acidentes/hid.htm 80-1 2 SUMÁRIO Ordem Assunto 80.1 Introdução 80.2 Determinação da borda livre de um lago conforme
EXERCÍCIOS PROPOSTOS
FLUXO UNIDIMENSIONAL EXERCÍCIOS PROPOSTOS QUESTÕES TEÓRICAS 1) Porque no líquido a carga total é constante. Nos solos acontece a mesma coisa? Por que? 2) As poro-pressões são calculadas multiplicando-se
Projeto de Usinas Hidrelétricas - Passo a Passo Cap. 6: Barragens
Projeto de Usinas Hidrelétricas - Passo a Passo Cap. 6: Barragens Aluno: Henrique Menin Russo 1 Agenda Introdução Barragens de Terra ou Aterro Barragens de Enrocamento 2 Introdução Uma barragem, açude
p γ Se imaginarmos um tubo piezométrico inserido no ponto em questão, a água subirá verticalmente numa altura igual à altura piezométrica.
3 - ESOMETOS EM MEIOS POROSOS Equação de ernoulli o caso de escoamentos em meios porosos, dado que a velocidade de percolação é muito pequena, despreza-se o termo v /g, altura cinemática da equação de
p γ Se imaginarmos um tubo piezométrico inserido no ponto em questão, a água subirá verticalmente numa altura igual à altura piezométrica.
3 - ESOMETOS EM MEIOS POROSOS Equação de ernoulli o caso de escoamentos em meios porosos, dado que a velocidade de percolação é muito pequena, despreza-se o termo v /g, altura cinemática da equação de
Capítulo 146 Vertedores de pequena barragem
Capítulo 146 Vertedores de pequena barragem 146-1 Capítulo 146- Vertedores de pequena barragem 146.1 Introdução Existem três tipos básicos de vertedores usados em pequenas barragens e são vertedores fixos:
PONTIFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS ESCOLA DE ENGENHARIA CURSOS DE ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTAL HIDROLOGIA APLICADA
PONTIFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS ESCOLA DE ENGENHARIA CURSOS DE ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTAL HIDROLOGIA APLICADA Água no solo Prof: Felipe Corrêa Condutividade Hidráulica em meio saturado APLICAÇÃO
Projeto de Aterros de Resíduos
Projeto de Aterros de Resíduos Normas NBR 10.157/87 Resíduos perigosos NBR 13896/97 Resíduos não perigosos NBR 15.113/04 Resíduos inertes e da construção civil Não há norma para critérios de projeto, construção
Capítulo 9 Orifício e vertedor e curva cota-volume Nunca podemos alcançar a verdade, só podemos conjecturar Karl Popper
Cálculos hidrológicos e hidráulicos 179 para obras municipais Capítulo 9 Orifício e vertedor e curva cota-volume Nunca podemos alcançar a verdade, só podemos conjecturar Karl Popper 9-179 Cálculos hidrológicos
Termos de Referência para elaboração de Projetos de Pequenos Barramentos
Termos de Referência para elaboração de Projetos de Pequenos Barramentos 1.0 Objeto Os serviços objeto do presente Termos de Referência dizem respeito à elaboração do Projeto Executivo de Pequenos Barramentos,
Capitulo 120. Infiltração com Green e Ampt, 1911
Capitulo 120 Infiltração com Green e Ampt, 1911 120-1 120. Infiltração com Green e Ampt, 1911 120.1 Introdução Objetivo é mostrar como funciona a equação de Green e Ampt, 1911 em um reservatório de infiltração
4 Análise Probabilística de Ruptura da Barragem de Curuá- Una para Diversos Níveis do Reservatório.
4 Análise Probabilística de Ruptura da Barragem de Curuá- Una para Diversos Níveis do Reservatório. Neste capítulo, será apresentado o estudo probabilístico de estabilidade da Barragem de Curuá-Una, para
Teste 1 de Vias de Comunicação II GUIA DE CORRECÇÃO
Teste 1 de Vias de Comunicação II GUIA DE CORRECÇÃO Curso: LECT Data: 14-09-2017 Turmas: C31 e C32 Duração: 110 min Nome do Docente: Prof. F. Leite/Engª B. Matsimbe Pontuação: 60 pts Parte Teórica 1. Diga
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS DE SINOP FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGIAS CURSO DE ENGENHARIA CIVIL GEOTECNIA III
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS DE SINOP FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGIAS CURSO DE ENGENHARIA CIVIL GEOTECNIA III Aula 01 Fluxo no Solo Introdução Eng. Civil Augusto Romanini (FACET
Hidráulica de Canais. Universidade Regional do Cariri URCA
Universidade Regional do Cariri URCA Pró Reitoria de Ensino de Graduação Coordenação da Construção Civil Disciplina: Hidráulica Aplicada Hidráulica de Canais Renato de Oliveira Fernandes Professor Assistente
Tensões geostáticas. 1) Determinar as tensões no solo devidas ao seu peso próprio dadas as condições apresentadas na figura abaixo:
Tensões geostáticas 1) Determinar as tensões no solo devidas ao seu peso próprio dadas as condições apresentadas na figura abaixo: SOLO1, γ s = 27 kn/m 3, n = 0,4, w = 15% SOLO1 SOLO2, γ s = 26,5 kn/m3
3 - ESCOAMENTOS EM MEIOS POROSOS
3.1 - Generalidades 3 - ESCOAMENTOS EM MEIOS POROSOS No caso de escoamentos em meios porosos, dado que a velocidade de percolação é muito pequena, despreza-se o termo v 2 /2g, altura cinemática da equação
PONTIFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CURSOS DE ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTAL HIDROLOGIA APLICADA.
PONTIFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CURSOS DE ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTAL HIDROLOGIA APLICADA Água no solo Prof: Dr. Felipe Corrêa V. dos Santos INFILTRAÇÃO DE ÁGUA NO
DRENAGEM DAS ÁGUAS DE INFILTRAÇÃO
DRENAGEM DAS ÁGUAS DE INFILTRAÇÃO Forma de umidade nos solos Drenagem através do pavimento. Dispositivos Controle do fluxo de infiltração Drenagem subterrânea. Dispositivos Dimensionamento do material
PONTIFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS ESCOLA DE ENGENHARIA FENÔMENOS DE TRANSPORTE: EXERCÍCIOS 1B. Prof. Dr. Felipe Corrêa V dos Santos
PONTIFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS ESCOLA DE ENGENHARIA FENÔMENOS DE TRANSPORTE: EXERCÍCIOS 1B Prof. Dr. Felipe Corrêa V dos Santos Goiânia, 2018 Exercícios de Hidrostática - Empuxo sobre Superfícies
Dissipador de energia Tipo IX rampa dentada
Dissipador de energia Tipo IX rampa dentada 49-1 Capítulo 108- Dissipador de energia tipo IX rampa dentada 108.1 Introdução O objetivo é o dimensionamento do dissipador Tipo IX do USBR denominado no Brasil
Universidade Tecnológica Federal do Paraná. CC54Z - Hidrologia. Infiltração e água no solo. Prof. Fernando Andrade Curitiba, 2014
Universidade Tecnológica Federal do Paraná CC54Z - Hidrologia Infiltração e água no solo Prof. Fernando Andrade Curitiba, 2014 Objetivos da aula Definir as grandezas características e a importância da
Capítulo 40 Balanço Hídrico em pequenas barragens
Capítulo 40 Balanço Hídrico em pequenas barragens 40-1 SUMÁRIO Ordem Assunto Página Capítulo 40 - Balanço Hídrico em pequenas barragens 40.1 Introdução 40.2 Conceito de sistema e limite 40.3 Lei da conservação
Aterros Sanitários 2
1 Aterros Sanitários 2 Estrutura 3 Métodos Construtivos Fatores a considerar para escolha do método construtivo apropriado: Topografia da área; Tipo de solo; Profundidade do lençol freático. 4 Métodos
MUROS DE ARRIMO. Tipos Drenagem Estabilidade Dimensionamento
MUROS DE ARRIMO Tipos Drenagem Estabilidade Dimensionamento DEFINIÇÃO Muros são estruturas corridas de contenção de parede vertical ou quase vertical, apoiadas em uma fundação rasa ou profunda. DEFINIÇÃO
ou lugar geométrico dos pontos da superfície da água no subsolo, submetidos à ação da pressão atmosférica.
PERMEABILIDADE NOS SOLOS 1 Capilaridade 1.1 Fenômenos Capilares Quando um tubo é colocado em contato com a superfície da água livre, forma-se uma superfície curva a partir do contato água-tubo. A curvatura
MOVIMENTO DE ÁGUA NOS SOLOS TRAÇADO DE REDES DE FLUXO
MOVIMENTO DE ÁGUA NOS SOLOS TRAÇADO DE REDES DE FLUXO 1 Movimento de Água nos Solos O estudo do fluxo de água em obras de engenharia é de grande importância: visa quantificar a vazão que percola no maciço;
DETERMINAÇÃO DA PERMEABILIDADE DO SOLO
DETERMINAÇÃO DA PERMEABILIDADE DO SOLO 1. Objetivo Determinar o coeficiente de permeabilidade à carga constante e à carga variável, com percolação de água através do solo em regime de escoamento laminar.
LABORATÓRIO de MECÂNICA dos SOLOS Permeabilidade do Solo SUMÁRIO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ UFPR SETOR DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE CONSTRUÇÃO CIVIL CURSO DE ENGENHARIA CIVIL LABORATÓRIO de MECÂNICA dos SOLOS Permeabilidade do Solo SUMÁRIO 1. Introdução 2. Conceito
Notas de aulas de Mecânica dos Solos I (parte 14)
1 Notas de aulas de Mecânica dos Solos I (parte 14) Helio Marcos Fernandes Viana Tema: Percolação e fluxo bidimensional Conteúdo da parte 14 1 Equação geral do fluxo bidimensional 2 Resolução da equação
Capítulo 45 Tempo de esvaziamento
Capítulo 45 Tempo de esvaziamento Cerca de 70% do corpo humano consiste de água. Tucci, 2002, Inundações urbanas na América do Sul. 45-1 SUMÁRIO Ordem Assunto Capítulo 45 - Tempo de esvaziamento 45.1 Introdução
TC MECÂNICA DOS SOLOS PERMEABILIDADE E FLUXO PARTE I
PERMEABILIDADE E FLUXO PARTE I ÁGUA NO SOLO - A água ocupa a maior parte ou a totalidade dos vazios do solo; - Quando submetida a diferença de potenciais, a água se desloca no seu interior; ÁGUA NO SOLO
MUROS DE ARRIMO. Tipos Drenagem Estabilidade Dimensionamento
MUROS DE ARRIMO Tipos Drenagem Estabilidade Dimensionamento DEFINIÇÃO Muros são estruturas corridas de contenção de parede vertical ou quase vertical, apoiadas em uma fundação rasa ou profunda. Podem ser
José Jorge Nader Maurício Abramento Pedro Wellngton (Com base em apresentações dos professores Waldemar Hachich, Fernando Marinho e Heloísa Gonçalves
José Jorge Nader Maurício Abramento Pedro Wellngton (Com base em apresentações dos professores Waldemar Hachich, Fernando Marinho e Heloísa Gonçalves (EPUSP-PEF) Barreiras artificiais construídas em determinadas
UTILIZAÇÃO DO GEOTÊXTIL BIDIM COMO FILTRO E ELEMENTO DE SEPARAÇÃO EM ESTRUTURAS DE GABIÃO NA BARRAGEM DO RIO CHICO
UTILIZAÇÃO DO GEOTÊXTIL BIDIM COMO FILTRO E ELEMENTO DE SEPARAÇÃO EM ESTRUTURAS DE GABIÃO NA BARRAGEM DO RIO CHICO Autor: Departamento Técnico - Atividade Bidim Colaboração: Eng. Belvio Douglas Pereira
CURSO DE CAPACITAÇÃO EM ESTRUTURAS DE BARRAGENS: TERRA, ENROCAMENTO E REJEITOS
CURSO DE CAPACITAÇÃO EM ESTRUTURAS DE BARRAGENS: TERRA, ENROCAMENTO E REJEITOS Tratamento de Fundações de Barragens em Rocha e Solos PROFESSOR: Dr. Sidnei Helder Cardoso Teixeira Curitiba, 22 de Março
Revisão das Condições de Segurança da Barragem de Curuá-Una (PA)
Revisão das Condições de Segurança da Barragem de Curuá-Una (PA) Alexandre Reis Saré Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro PUC-Rio, Rio de Janeiro, Brasil Laryssa Petry Ligocki Instituto de
5 Regime de Fluxo Programa Flow 3D
5 Regime de Fluxo O presente capítulo apresenta as simulações das condições de fluxo bidimensional no corpo e na fundação da barragem de Curuá-Una. As análises foram feitas com a utilização do programa
7 Hidrologia de Água Subterrânea
7 Hidrologia de Água Subterrânea Importância do estudo para engenharia: Aquífero = Fonte de água potável Tratamento da água subterrânea contaminada Propriedades do meio poroso e geologia da subsuperfície
2 A Barragem de Terra da Margem Esquerda de Itaipu
2 A Barragem de Terra da Margem Esquerda de Itaipu A Barragem de Terra da Margem Esquerda, BTME, está localizada em uma região de vale, do antigo rio Pomba-Quê. Ela tem início na estaca 122 + 47,17 e término
Instituto Superior Técnico Mestrado Integrado em Engenharia Civil Análise de Estruturas Geotécnicas, Setembro 2016
Instituto Superior Técnico Mestrado Integrado em Engenharia Civil Análise de Estruturas Geotécnicas, Setembro 2016 PROBLEMAS Parte 1 1. O elemento A do solo arenoso da Figura 1 está sujeito a uma tensão
R.T. Eng. Geotécnico Prof. Edgar Pereira Filho
ENSAIO DE PERMEABILIDADE IN SITU RESUMO Neste breve artigo apresentamos a metodologia executiva, do ensaio de permeabilidade in situ em furo de sondagem (Lefranc). São abordadas as recomendações da ABGE
AULA 10: A ÁGUA NO SOLO - PERCOLAÇÃO. Prof. Augusto Montor Mecânica dos Solos
AULA 10: A ÁGUA NO SOLO - PERCOLAÇÃO Prof. Augusto Montor Mecânica dos Solos 6.1 A ÁGUA NO SOLO A água, presente nos vazios do solo, quando submetida a diferenças de potenciais, desloca-se no seu interior.
Capítulo 31 Infiltração de água de chuva do telhado em trincheira
Capítulo 31 Infiltração de água de chuva do telhado em trincheira Na África do Sul, o plantio de Eucalyptus grandis numa microbacia experimental com vegetação original de savana, resultou, aos 5 anos de
INTRODUÇÃO vii 1 DETERMINAÇÃO DE CAUDAIS DE PONTA DE CHEIA EM PEQUENAS BACIAS HIDROGRÁFICAS 1 C L Á U D I A B R A N D ÃO RU I ROD R I G U E S
INTRODUÇÃO vii 1 DETERMINAÇÃO DE CAUDAIS DE PONTA DE CHEIA EM PEQUENAS BACIAS HIDROGRÁFICAS 1 C L Á U D I A B R A N D ÃO RU I ROD R I G U E S 1.1 Enquadramento................................ 3 1.2 Conceitos
Departamento de Engenharia Civil UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. ESTABILIDADE DE TALUDES E ENCOSTAS Aula 4. Prof: Leonardo Guimarães
Departamento de Engenharia Civil UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO ESTABILIDADE DE TALUDES E ENCOSTAS Aula 4 Prof: Leonardo Guimarães Método das Fatias das Análises de Estabilidade Método das Fatias das
Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental. Planejamento e Gestão de RSU Destino Final RSU Parte 2
Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental Planejamento e Gestão de RSU Destino Final RSU Parte 2 1 NBR8419 - APRESENTAÇÃO DE PROJETOS de AS de RSU Partes Constituintes Memorial Descritivo: Informações
ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ ESALQ/USP LEB 1440 HIDROLOGIA E DRENAGEM Prof. Fernando Campos Mendonça
Hidrologia e Drenagem Aula 2 1 ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ ESALQ/USP LEB 1440 HIDROLOGIA E DRENAGEM Prof. Fernando Campos Mendonça Aula 12 Drenagem Subterrânea (Continuação) 6. Localização
3 BARRAGEM DE CORUMBÁ I
3 BARRAGEM DE CORUMBÁ I 3.1. Características gerais Situada no rio Corumbá, distante cerca de 30 km da cidade de Caldas Novas (GO), a usina de Corumbá tem potência instalada de 375 MW, dividida em três
Capítulo 58 Escada hidráulica com reservatórios no patamar
1 Capítulo 58 Escada hidráulica com reservatórios no patamar 58-1 2 Capítulo 58-Escada hidráulica com reservatórios no patamar 58.1 Introdução Vamos exemplificar como dimensionar uma escada hidráulica
Permeabilidade e Fluxo Unidimensional em solos
e Fluxo Unidimensional em solos GEOTECNIA II SLIDES 0 Prof. MSc. Douglas M. A. Bittencourt [email protected] Propriedade do solo que indica a facilidade com que um fluido poderá passar através
Capítulo 7. Permeabilidade. Prof. MSc. Douglas M. A. Bittencourt GEOTECNIA I SLIDES 08.
Capítulo 7 Permeabilidade GEOTECNIA I SLIDES 08 Prof. MSc. Douglas M. A. Bittencourt [email protected] Propriedade do solo que indica a facilidade com que um fluido poderá passar através de
MUROS DE ARRIMO. Tipos Drenagem Estabilidade Dimensionamento
MUROS DE ARRIMO Tipos Drenagem Estabilidade Dimensionamento DEFINIÇÃO Muros são estruturas corridas de contenção de parede vertical ou quase vertical, apoiadas em uma fundação rasa ou profunda. DEFINIÇÃO
Unidade de Captação. João Karlos Locastro contato:
1 Unidade de Captação João Karlos Locastro contato: [email protected] 2 Vazão 3 Definição Conjunto de equipamentos e estruturas para retirada de água destinada ao abastecimento público. Abastecimento
Teoria do Adensamento
Teoria do Adensamento Tópicos complementares GEOTECNIA II SLIDES 09 Prof. MSc. Douglas M. A. Bittencourt [email protected] Ensaio de compressão edométrica Compressão de uma amostra de solo contida
A regulamentação da segurança das pequenas barragens. Situação actual
A regulamentação da segurança das pequenas barragens. Situação actual Emanuel Maranha das Neves A Engenharia dos Aproveitamentos Hidroagrícolas: actualidade e desafios futuros. LNEC, 13 15 de Outubro de
DESCARREGADORES COM SOLEIRA EM LABIRINTO Capacidade de vazão. l/w
DESCARREGADORES COM SOLEIRA EM LABIRINTO Capacidade de vazão µ W µ W = W Q 1,5 2gH l/w 1 DESCARREGADORES COM SOLEIRA EM LABIRINTO Definição esquemática (3 ciclos) W=nw w α a θ b H v 2 / 2g h p c Q = kθ
Cap. 7 ATERROS DE BARRAGENS
Cap. 7 ATERROS DE BARRAGENS 1 Lechago, Espanha 1. TIPOS DE BARRAGENS As barragens podem dividir-se em dois grandes grupos: Barragens homogéneas Barragens zonadas A escolha do tipo de barragem prende-se
