Inteligência Artificial
|
|
|
- Simone Pereira Lima
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Inteligência Artificial Fabrício Enembreck PPGIA Programa de Pós-Graduação em Informática Aplicada 1 Definições de Inteligência Artificial estudo de como fazer os computadores realizarem coisas que, atualmente, as pessoas fazem melhor. Rich e Knight Quatro definições de Russel e Norvig: Sistemas que pensam como humanos Sistemas que pensam racionalmente Sistemas que agem como humanos Sistemas que agem racionalmente 2 1
2 Pensando Humanamente Pesquisar como pessoas pensam Empiricamente Baseando-se em psicologia cognitiva Modelos Comportamentais (observação) 0RGHORV&RJQLWLYRV (estímulos, crenças, metas, raciocínio, ações) Resolvedores gerais de problemas 3 Pensando Racionalmente Aristóteles: pensar racionalmente é um processo de raciocínio irrefutável. Aristóteles propôs os padrões de argumentos que representam raciocínios corretos. Esses 6LORJLVPRV fazem parte da /yjlfd. Sócrates é um homem. Todos os homens são mortais. Logo, Sócrates é mortal. 4 2
3 Agindo Humanamente Turing 1950: comportamento inteligente é a capacidade de alcançar a performance humana em todas as tarefas cognitivas, suficientes para enganar um interrogador Seis capacidades básicas de um computador inteligente: Processamento de linguagem natural Representação de conhecimento Raciocínio automatizado Aprendizagem de máquina Visão computacional Robótica 5 Agindo Racionalmente Um agente deve agir para alcançar sua meta Percepção e ação $JHQWHVUDFLRQDLV Inteligência pode ser um fenômeno social, não apenas um modelo de raciocínio intrínseco ao indivíduo 6 3
4 Um pouco de história (O início) McCulloch e Pitts (1943): Modelo de neurônios cerebrais e redes de neurônios para representar conectivos lógicos e o processo de aprendizagem Shannon e Turing (1950): Programas de xadrez para computadores de von Neumann Minsky e Edmonds (1951): Construíram a primeira rede neural para computador em Princetown (3000 válvulas para simular 40 neurônios) 7 Um pouco de história (cont.) John McCarthy (1955): Desenvolvimento da primeira linguagem funcional (LISP) para prova de teoremas. Convenceu Minsky e colegas a trabalhar em,qwholjrqfld$uwlilfldo. Workshop de Dartmouth (1956) reuniu pesquisadores em teoria dos autômatos, redes neurais e estudo da inteligência. Newell e Simon apresentaram um programa de raciocínio baseado em Lógica MIT, CMU, Stanford e IBM. 8 4
5 Um pouco de história (cont.) (Entusiasmo) Limitação da tecnologia Newell e Simon: Provador geral de teoremas para puzzles com estratégias de raciocínio Samuel (1952): Provador de teoremas para jogo de damas McCarthy (1958): Mudou-se para o MIT, criou o LISP, criou o time-sharing, criou o Advice Taker McCarthy (1963): Mudou-se para o MIT e aprimorou o Advice Taker com o método de resolução introduzido por Robinson Minsky e os micro-mundos 9 Um pouco de história (cont.) (Realismo) Apesar das aplicações potenciais, os sistemas inteligentes da época eram muito especializados e problemas muito pequenos Problema: Aplicações não utilizavam conhecimento, mas apenas substituições sintáticas (weak-methods) Weizenbaum 1965 ELIZA Teoria dos problemas NP-completos Friedberg (1959) Estudos sobre algoritmos genéticos Representações muito limitadas de comportamento inteligente (Minsky e redes neurais) 10 5
6 Um pouco de história (cont.) : Sistemas a base de conhecimento Suprir a necessidade de conhecimento para aplicações de domínios específicos Buchanan et al. (1969): DENDRAL Dada uma fórmula molecular + massas o sistema previa todas as fórmulas derivadas + massas quando a fórmula era bombardeada por um elétron usando um conjunto de regras Feigenbaum, Buchanan e Shortliffe (1972): 6LVWHPD (VSHFLDOLVWD MYCIN diagnóstico de infecções sanguíneas c/ WUDWDPHQWRGHLQFHUWH]DV 11 Um pouco de história (cont.) : Sistemas a base de conhecimento Duda et al. (1979): PROSPECTOR - Sistema especialista para descoberta de jazidas de chumbo Shank, Alberson, Riesbeck, Dyer: Conhecimento é necessário para se construir sistemas que compreendem linguagem natural Woods (1973): LUNAR Primeiro sistema de PLN que respondia questões sobre rochas trazidas da Lua Esquemas de representação de conhecimento: Prolog (1972), Frames (Minsky, 1975), Redes Semânticas (Woods), Grafos Conceituais (Shank), etc. 12 6
7 Um pouco de história (cont.) Primeiras aplicações comerciais ( ) Sistemas especialistas Sistemas de visão computacional O retorno de redes neurais ( ) Hoje em dia Reconhecimento de Padrões (voz, imagem,som) Raciocínio Incerto (Fuzzy, Probabilista) Processamento em Linguagem Natural Mineração e aquisição de conhecimento a partir de dados Inteligência Artificial Distribuída Agentes Inteligentes Programação Genética/Algoritmos Genéticos Redes de sensores/coordenação de entidades autônomas Tecnologias da Informação Pesquisa/Filtragem/Classificação Jogos Inteligentes, Resolução de Problemas e Busca 14 7
8 Problemas Difíceis Jogar Xadrez. Resolver Integrais Indefinidas. Prever o clima. Prever mudanças no estoque de uma loja Organizar uma linha de produção Acomodar objetos dentro de um espaço físico limitado Coordenação de entidades autônomas Encontrar a melhor rota para uma viagem 15 Como construir sistemas capazes de solucionar problemas Técnicas fracas (genéricas e sem conhecimento) Procurar a solução do problema exaustivamente Utilizar algum modelo natural que possa conduzir o processo de busca pela solução Têmpera simulada, Algoritmos Genéticos, etc. Técnicas fortes (específicas e com conhecimento) Heurísticas, métodos de raciocínio, raciocínio humano 16 8
9 Representação de Conhecimento 17 Representação de Conhecimento Conhecimento pode ser utilizado tanto na representação do problema quanto no aprimoramento das técnicas de resolução de problemas 18 9
10 Considerações sobre Representação de Conhecimento O conhecimento do mundo Real pode ser representado de várias formas Essas formas diferem no uso, expressividade e outras características Algumas formas de representação são as seguintes: Linguagens Lógicas de Programação Provadores de Teoremas Sistemas baseados em regra ou de produção Redes Semânticas Linguagens de representação de frames Bases de dados (relacionais, orientadas a objetos, etc.) Sistemas de raciocínio sobre restrições Lógicas de descrição (Modal, Fuzzy, Temporal, etc.) Redes bayesianas Raciocínio Evidencial 19 Lógica e IA Representando sentenças (conhecimento) no cálculo de predicados (Lógica de Predicados) ³7RGRVRVPHPEURVGDDVVRFLDomRYLYHPQDFLGDGH4XHPpSUHVLGHQWHGD VRFLHGDGHpPHPEURGD$VVRFLDomR6UD)DULDVpSUHVLGHQWHGD$VVRFLDomR /RJR6UD)DULDVYLYHQDFLGDGH x(membro(x) mora(x)) Premissa 1 x(presidente(x) membro(x)) Premissa 2 presidente(sra_farias) Premissa 3 mora(sra_farias) Conclusão &RPD/yJLFDSRGHPRVUHSUHVHQWDUHYDOLGDUVHQWHQoDV 20 10
11 Rede Semântica Mamífero DNR 100 VDOiULR DNR Pintor Artista DNR DNR DNR Compositor Ocupação Decompositor DNR DNR Impressionista DNR Cubista DNR Clássico Rap LVD João 21 Frames Madeira Branca material pernas Móvel um tipo de cor Cadeira é um Cadeira do João Rede de Semântica 4 Móvel ako valor : RAIZ material default: madeira pernas tipo: inteiro default: 4 Cadeira ako valor : Móvel cor default: branca Cadeira de João isa valor : Cadeira 22 11
12 Dependência Conceitual Onde p Eu ATRANS livro (XGHLXPOLYURSDUDRKRPHP indica a direção da dependência indica dependência entre ator e ação(act) S indica tempo conceitual (passado) $75$16 indica transferência de posse (ação) Rindica circunstância conceitual (Objeto) 5indica circunstância conceitual (Recipiente) (X e +RPHP são 33 s (produtores de ação) OLYUR é 3$ (modificador de ação) o R para de homem Eu 23 Aprendizado 24 12
13 O que é Aprendizado?...mudanças que tornam sistemas capazes de adaptar-se e realizar tarefas semelhantes de maneira mais eficiente [Simon] 25 Aprendizado Resolução de Problemas Representação de Conhecimento 26 13
14 Paradigmas de Aprendizagem Por Instância Simbólico Conexionista Genético 27 Planejamento 28 14
15 Planejamento Para muitos problemas, a noção de planejamento é a mesma de EXVFDSRUVROXomR Exemplo: 8-puzzle Outros domínios de problemas fazem clara distinção entre busca e planejamento: aqueles cujo universo não é previsível quando passos não podem ser desfeitos (não é possível backtracking). 29 Interação Humano-Computador e Processamento de Linguagem Natural 30 15
16 Modelo de Processamento Humano de Card! "# $ % & # ' ( $ % & )! "# $ % & # *# & + #, $,& % + # % &./% " 0 $ 1#,& % + # % & -% $ % &,& % + # % & 31 Arquitetura geral Task Model Tasks Tasks Templates Descriptions Phrase Terms Slots User Information Information Model Syntactic Analysis Syntactic Dialog Structure Act Question Semantic Analysis Semantic Structure Inference Engine Answer/Question User Actions Proposition/ Domain Information Model Query Inference (:o :s :v) Engine (Concepts) Dialog Model Knowledge (Ontology) Semantic Network 32 16
17 Explorando conhecimento com Linguagem Natural 1 User: Joe is a professor of Artificial Intelligence at UTC. 2 System: OK. 3 User: What does Joe do? 4 System: Joe is a professor of Artificial Intelligence at UTC. 5 User: What is Joe s profession? 6 System: Joe is a professor of Artificial Intelligence at UTC. 7 User: Where does Joe works? 8 System: At UTC 9 User: Is Joe a professor of Artificial Intelligence? 10 System: Yes 11 User: Is Joe a professor of artificial intelligence at UTC? 12 System: Yes 13 User: Is Joe a professor of artificial intelligence at PUC? 14 System: I don t know. None information about this. 15 User: What does Joe teaches? 16 System: Artificial Intelligence 33 Explorando conhecimento com Linguagem Natural(cont.) 1 User: Send a mail to Marco for me. 2 System: Who are the Carbon Copy receivers? 3 User: What is Leila s address? 4 System: The address of Leila is 25 rue de Paris. 5 System: Who are the Carbon Copy receivers? 6 User: none 7 System: What is the subject? 8 User: Ohh I m sorry I made mistake! 9 System: Who are the Carbon Copy receivers? 10 User: Mary s husband. 11 System: What is the subject? «34 17
18 Questões específicas 1 User: How can I create a vacuum cleaner? 2 System: Firstly, a switch is needed to physically alternate the polarities from the power supply so the motor runs in a clockwise or CCW direction. If you use a Remote control, it must be The production of an AC motor must 3 User: Why must I create an ac motor? 4 System: The production of an AC motor for a suction cleaner needs take into account a relative speed, high torque for turning a fan unit and the belt drive. 35 Introdução à IAD 36 18
19 No Início... Desde os anos 50, pesquisadores estão interessados em construir sistemas inteligentes Alguns pesquisadores como Erman e Lesser (1975), Hewitt (1977) e Smith (1979) apontaram para a necessidade de se fabricar entidades inteligentes distribuídas capazes de comunicar e resolver problemas que não podem ser facilmente resolvidos de forma centralizada 37 Divisão da IAD 5HVROXomRGLVWULEXtGDGHSUREOHPDV Ex.: O pfr UpVROXWLRQ proposta por Ferber (1995) Cooperation, Collaboration, Competition Satisfação distribuída de restrições, Relaxamento de restrições, Alocação de Tarefas, Planejamento Distribuído,... 6LVWHPDV0XOWL$JHQWHV (SMA) Mecanismos para a concepção de SMAs como : modelo de comportamento de agentes (autônomos, sociais, comunicantes), métodos de raciocínio (reativos, deliberativos), protocolos de interação (coordenação, cooperação, negociação), infra-estrutura de comunicação ou ainda métodos e ambientes de desenvolvimento 38 19
20 Agent A Module Raisonnement Module Comportement Module Communication Infra-estrutura de um SMA Langage de Contenu (FIPA SL, KIF) Agent B Module Raisonnement Module Comportement Module Communication Langage de com. d agents (FIPA ACL,KQML,XML) Protocole d Interaction (FIPA Query, Contract-net) Protocole de Communication/Transporte Protocole de Communication (HTTP, CORBA IIOP, SMTP) Protocole de Transporte (UDP, TCP) 39 O que é um agente? Agente Autônomo Autonome Communicant Comunicante Sociaux Social Em Par relação rapport ao le comportamento comportement Reativo Réactif Deliberativo Déliberatif Em Par relação rapport ao le raisonnement raciocínio Réactif Reativo Adaptativo Adaptatif Reativo Réactif Non-Adaptatif Não-Adaptativo Deliberativo Déliberatif Adaptativo Adaptatif Deliberativo Déliberatif Non-Adaptatif Não-Adaptativo Em Par relação rapporta L evolução évolution 40 20
21 Como construir um agente? Sensor Gatilho Crenças Planos Dados Mecanismo de Seleção de ações Ação Entrada Entrée du do Capteur Sensor Interpretador Saída da ação Objetivos Intenções Ações Arquitetura Geral de Agente Autônomo Arquitetura de Agente BDI Estado do Mundo Objetivos Entrada Planejador Planos Selecionador Plano Escolhido Executor Saída Arquitetura Geral de Agente Autônomo Deliberativo 41 Direções da IA Representar Conhecimento continua sendo um problema Comunicação Homem-Computador (voz, linguagem natural) Computadores/Sistemas Autônomos Serviços Inteligentes 42 21
Inteligência Artificial
Inteligência Artificial Fabrício Enembreck PPGIA Programa de Pós-Graduação em Informática Aplicada 1 Definições de Inteligência Artificial estudo de como fazer os computadores realizarem coisas que, atualmente,
IAC - Inteligência Artificial Aplicada a Controle
Introdução IAC - Inteligência Artificial Aplicada a Controle Prof. Dr. Alexandre da Silva Simões Homo sapiens: capacidades mentais de grande importância Como um punhado de matéria pode perceber, compreender,
INF 1771 Inteligência Artificial
Edirlei Soares de Lima INF 1771 Inteligência Artificial Aula 01 - Introdução O Que é Inteligência Artificial? [Winston, 1984]: "Inteligência artificial é o estudo das ideias que
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
Figura: Capa do Livro Russell, S., Norvig, P. Artificial Intelligence A Modern Approach, Pearson, 2009. Universidade Federal de Campina Grande Unidade Acadêmica de Sistemas e Computação Curso de Pós-Graduação
Inteligência Artificial. Josiane M. Pinheiro Ferreira Maio/2009
Inteligência Artificial Josiane M. Pinheiro Ferreira Maio/2009 Inteligência Artificial (IA) Estuda e tenta construir entidades inteligentes Durante milhares de anos procuramos entender como pensamos: Como
6. QUADRIMESTRE IDEAL 7. NÍVEL Graduação 8. Nº. MÁXIMO DE ALUNOS POR TURMA TEORIA: 60 LABORATÓRIO: 30
Universidade Federal do ABC Rua Santa Adélia, 166 - Bairro Bangu - Santo André - SP - Brasil CEP 09.210-170 - Telefone/Fax: +55 11 4996-3166 1. CÓDIGO E NOME DA DISCIPLINA MC5001 - SISTEMAS MULTIAGENTES
INSTITUTO DE PÓS GRADUAÇÃO ICPG GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
INSTITUTO DE PÓS GRADUAÇÃO ICPG GESTÃO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Prof. Msc. Saulo Popov Zambiasi ([email protected]) Informação - ICPG - Criciuma - SC 1 Conceitos de Inteligência e Inteligência Artificial.
Inteligência Artificial - IA. Agentes Inteligentes
Agentes Inteligentes 1 O que é pensar racionalmente? Segundo Aristóteles: pensar racionalmente é um processo de raciocínio irrefutável. Argumentos que resultam em conclusões corretas ao receberem premissas
INF 1771 Inteligência Artificial
INF 1771 Inteligência Artificial Aula 01 - Introdução Edirlei Soares de Lima O que é Inteligência Artificial? O que é Inteligência Artificial? Área de pesquisa que tem como objetivo
Introdução à Inteligência Artificial
Tópicos do curso Introdução à Inteligência Artificial André de Carvalho Marcílio Souto Renato Tinós PAE Sílvia Modonese Fundamentos 1 Fundamentos Busca Jogos Lógica Aprendizado de Máquina Redes Neurais
Inteligência Artificial. Conceitos Gerais
Inteligência Artificial Conceitos Gerais Inteligência Artificial - IA IA é um campo de estudo multidisciplinar e interdisciplinar, que se apóia no conhecimento e evolução de outras áreas do conhecimento.
Inteligência Artificial Introdução
Inteligência Artificial Introdução Professora Sheila Cáceres Introdução Que é Inteligência? Faculdade de entender, pensar, raciocinar e interpretar Teológica: dom divino que nos torna semelhantes ao Criador;
Inteligência Artificial
Inteligência Artificial Apresentação da disciplina Conceitos básicos Objetivos Apresentar uma visão geral da Inteligência Artificial, com ênfase na utilidade e aplicação das diferentes abordagens de solução
Introdução à Inteligência Artificial (Capítulo 1 - Russell) Inteligência Artificial. Professor: Rosalvo Ferreira de Oliveira Neto
Introdução à Inteligência Artificial (Capítulo 1 - Russell) Inteligência Artificial Professor: Rosalvo Ferreira de Oliveira Neto Estrutura 1. Definições 2. Áreas de Apoio para IA 3. Sub-Áreas da IA 4.
Inteligência Artificial
Inteligência Artificial Aula 01 - Introdução Tiago Alves de Oliveira 1 O que é Inteligência Artificial? Tiago Alves de Oliveira 2 O que é Inteligência Artificial? Área de pesquisa que tem como objetivo
Inteligência Artificial
Inteligência Artificial Professor: Jerônimo Pellegrini ([email protected]) Horário α: 2a (8 10), 4a (10 12) Sala: S 501 (bloco B) URL deste curso: http://aleph0.info/cursos/ia 2008 t2/ Formato
Inteligência Artificial Prof. Cláudio Luís Vieira Oliveira
Prof. Cláudio Luís Vieira Oliveira [email protected] Dave Bowman: Open the pod bay doors, HAL. HAL: I m sorry Dave, I m afraid I can t do that. (2001: Uma Odisséia no Espaço) 1 Área de pesquisa
Inteligência Artificial. Prof. Ilaim Costa Jr.
Inteligência Artificial Prof. Ilaim Costa Jr. 4) Ciência da Computação 4) Ciência da Computação Exemplos de Aplicação da IA Matemática: demonstração
Inteligência Artificial
Inteligência Artificial Prof. Kléber de Oliveira Andrade [email protected] O professor Kléber de Oliveira Andrade Doutorando em Engenharia Mecânica (EESC/USP) Mestrado em Engenharia Mecânica (EESC/USP)
Inteligência Artificial. Prof. Tiago A. E. Ferreira Aula 4 Tipos de Agentes Inteligentes Racionais e Ambientes
Inteligência Artificial Prof. Tiago A. E. Ferreira Aula 4 Tipos de Agentes Inteligentes Racionais e Ambientes 1 Um programa de IA pode ser visto como um Agente Racional Plano da aula Ambientes e arquiteturas
INTELIGÊNCIA COMPUTACIONAL
Rafael D. Ribeiro, M.Sc. [email protected] http://www.rafaeldiasribeiro.com.br A Inteligência Computacional (IC), denominada originalmente de Inteligência Artificial (IA), é uma das ciências
Introdução. Prof. Dr. Silvio do Lago Pereira. Departamento de Tecnologia da Informação Faculdade de Tecnologia de São Paulo
Introdução Prof. Dr. Silvio do Lago Pereira Departamento de Tecnologia da Informação Faculdade de Tecnologia de São Paulo O que é inteligência artificial? Para responder a esta questão, antes temos de
Inteligência Artificial
Universidade Federal de Campina Grande Unidade Acadêmica de Sistemas e Computação Curso de Pós-Graduação em Ciência da Computação Inteligência Artificial Representação do Conhecimento (Parte I) Prof. a
Introdução à Inteligência Artificial
Introdução à Inteligência Artificial O que é Inteligência? 1. Capacidade mental de raciocinar, planejar, resolver problemas, abstrair e compreender ideias e linguagens e aprender. 2. Manifestação de alta
Inteligência Artificial
Inteligência Artificial Aula 1 Introdução a Inteligência Artificial M.e Guylerme Velasco Definição Ciência que estuda o fenômeno da Inteligência Estudo da inteligência em computadores e através deles,
Inteligência Artificial. Prof. Tiago A. E. Ferreira Aula 2 Introdução a I.A.
Inteligência Artificial Prof. Tiago A. E. Ferreira Aula 2 Introdução a I.A. 1 Ciências do Artificial Ciências naturais objetivo: analisar e descrever a natureza (observação) mostrar que a complexidade
Arquitetura BDI. Benjamin Grando Moreira
Arquitetura BDI Benjamin Grando Moreira [email protected] Modelo BDI Bratman (1990). Baseia-se na noção de estados mentais para descrever o comportamento do agente. Validade questionada em relação a
Definições básicas e histórico Inteligência Artificial Análise e Desenvolvimento de Sistemas INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PROFESSOR FLÁVIO MURILO
Definições básicas e histórico Inteligência Artificial Análise e Desenvolvimento de Sistemas 1 Definição de inteligência in te li gên ci a (latim intelligentia, -ae, plural neutro de intelligens, -entis,
Inteligência Computacional para Jogos Eletrônicos
Inteligência Computacional para Jogos Eletrônicos Papéis da IA em Jogos Adversários Aliados Personagens de apoio NPC s (Non-player Character) Comentaristas Controle de câmera Geração de fases Nivelamento
Inteligência Artificial
Programa Inteligência Artificial Noel de Jesus Mendonça Lopes Introdução à inteligência artificial Introdução Agentes inteligentes Resolução de problemas Resolução de problemas através da procura Métodos
Mecanismos de Interrupção e de Exceção, Barramento, Redes e Sistemas Distribuídos. Sistemas Operacionais, Sistemas
Arquitetura de Computadores, Arquitetura de Computadores Organização de Computadores, Conjunto de Instruções, Sistemas Operacionais, Sistemas Operacionais, Sistemas Mecanismos de Interrupção e de Exceção,
Inteligência Artificial
Inteligência Artificial CTC15 Aula 1 CTC15 Aula 1 1 Motivação e orientações gerais Sumário O que é e para que serve IA Breve história e estado da arte Divisões em IA Bibliografia e organização do curso
Introdução à Inteligência Artificial INF01048 INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL. Sumário. O que é Inteligência Artificial?
I STITUTO DE I FORMÁTICA - UFRGS Bacharelado em Ciência da Computação INF01048 INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL Prof. Luis Otavio Alvares Introdução à Inteligência Artificial Enfoque: técnicas e não aspectos mais
Inteligência Computacional
Inteligência Computacional INTRODUÇÃO À INTELIGÊNCIA COMPUTACIONAL (ARTIFICIAL) Renato Dourado Maia Faculdade de Ciência e Tecnologia de Montes Claros Fundação Educacional Montes Claros Lembrando da Primeira
Protótipo de um Simulador de um Aspirador de Pó, Utilizando Algoritmo de Busca e Agentes Inteligentes, em Ambientes com Barreiras
Protótipo de um Simulador de um Aspirador de Pó, Utilizando Algoritmo de Busca e Agentes Inteligentes, em Ambientes com Barreiras Jussara Vieira Ramos ROTEIRO Objetivo Introdução: I.A. X Robótica Agentes
Paradigmas de Representação de Conhecimento
Universidade Federal do Espírito Santo Centro de Ciências Agrárias CCA UFES Departamento de Computação Paradigmas de Representação de Conhecimento Inteligência Artificial Site: http://jeiks.net E-mail:
Quais os limites da IA? Por quê? Luis Otavio Alvares Filipo Perotto. Inteligência no homem e na máquina
Fronteiras da IA Aspectos Filosóficos da IA Luis Otavio Alvares Filipo Perotto Quais os limites da IA? O que um computador poderá fazer? O que um computador não poderá fazer? Por quê? Fronteiras da IA
JADEX: A BDI REASONING ENGINE. Alexander Pokahr, Lars Braubach e Winfried Lamersdorf Springer US - Multi-Agent Programming 2005 pp.
JADEX: A BDI REASONING ENGINE Alexander Pokahr, Lars Braubach e Winfried Lamersdorf Springer US - Multi-Agent Programming 2005 pp. 149-174 Volume 15 Motivação Existem muitas plataformas para desenvolvimento
Sistemas Baseados em Conhecimento
Sistemas Baseados em Conhecimento Profa. Josiane M. P. Ferreira Baseado no capítulo 2 do livro Sistemas Inteligentes Fundamentos de Aplicações, organizadção: Solange Oliveira Rezende, ed. Manole, 2005.
Luis Otavio Alvares Filipo Perotto. Quais os limites da IA? Inteligência no homem e na máquina. Por quê? X
Questões sobre a entrevista de Marvin Minsky Discussão sobre IA Na sua opinião, o que caracteriza uma máquina inteligente? O que você entende por conhecimento de senso comum? Luis Otavio Alvares Filipo
Inteligência Artificial
Inteligência Artificial Prof. Dr. Sérgio Silva Profª. Josiane M. Pinheiro Baseado no Cap. 2 do livro de Stuart Russel e Peter Norving - Inteligência Artificial, 2 a ed. 1 O que é Inteligência Artificial?
Teste de Turing e Computação Quântica Curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PROFESSOR FLÁVIO MURILO
Teste de Turing e Computação Quântica Curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas 1 Teste de Turing Consiste em verificar a capacidade que uma máquina tem de se comportar como um ser humano por meio
AGENTES INTELIGENTES. Cedric Luiz de Carvalho
AGENTES INTELIGENTES 2/60 Introdução Envolvem estudos em várias áreas: Psicologia Sociologia Filosofia Ciência da Computação: Inteligência Artifical 3/60 Críticas Qualquer coisa que possa ser feita com
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL 1 INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL 2 Ramo da computação que procura permitir uma máquina simular comportamento inteligente, através de algoritmos e técnicas que simulem situações consideradas
Inteligência Artificial e suas Aplicações
Inteligência Artificial e suas Aplicações Marilza Antunes de Lemos [email protected] O que é Inteligência Artificial? IA é a ciência e engenharia de construir máquinas inteligentes, especialmente programas
Sistemas de Informação e Decisão. Douglas Farias Cordeiro
Sistemas de Informação e Decisão Douglas Farias Cordeiro Decisão Tomamos decisões a todo momento! O que é uma decisão? Uma decisão consiste na escolha de um modo de agir, entre diversas alternativas possíveis,
A Matemática como Serviço a Ciência da Computação. Prof. Dr. Carlos Eduardo de Barros Paes Coordenador do Curso de Ciência da Computação
A Matemática como Serviço a Ciência da Computação Prof. Dr. Carlos Eduardo de Barros Paes Coordenador do Curso de Ciência da Computação A Matemática e Ciência da Computação A Matemática faz parte do DNA
Inteligência Artificial IA
IA Prof. João Luís Garcia Rosa http://docentes.puc-campinas.edu.br/ceatec/joaoluis/ia.html [email protected] Faculdade de Engenharia de Computação PUC-Campinas 2004 Definições A (IA) pode ser
Introdução a Sistemas Inteligentes
Introdução a Sistemas Inteligentes Conceituação Prof. Ricardo J. G. B. Campello ICMC / USP Créditos Parte do material a seguir consiste de adaptações e extensões dos originais gentilmente cedidos pelo
Inteligência Artificial
Inteligência Artificial Uma Visão Geral Profa. Dra. Flavia Cristina Bernardini PURO UFF Tópicos O que é IA História da IA Inteligência e Aprendizado O que constitui inteligência? Exercício: O que vocês
Algoritmos Genéticos Fundamentos e Aplicações. Prof. Juan Moisés Mauricio Villanueva
Algoritmos Genéticos Fundamentos e Aplicações Prof. Juan Moisés Mauricio Villanueva [email protected] Conteúdo Introdução Inteligência Artificial (IA) Algoritmos Genéticos Aplicações de Algoritmos
Sistemas Especialistas. Prof. Msc. Jacson Rodrigues
Sistemas Especialistas Prof. Msc. Jacson Rodrigues Sistemas Especialistas Características: Sistema computacional; Destinado a representar o conhecimento de um ou mais especialistas humanos sobre um domínio
IA: Introdução. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI [email protected]
IA: Introdução Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI [email protected] Sumário O que é Inteligência Artificial? IA forte e IA fraca Métodos fortes e Métodos fracos De Aristóteles a Babbage Alan Turing e
Inteligência Computacional
Inteligência Computacional INTRODUÇÃO ÀS REDES NEURAIS ARTIFICIAIS Renato Dourado Maia Faculdade de Ciência e Tecnologia de Montes Claros Fundação Educacional Montes Claros Na Aula Passada... O que é uma
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Programa de TIDD
Disciplina: 2854 - Sistemas Inteligentes e Ambientes Virtuais Turma A Área de Concentração: Processos Cognitivos e Ambientes Digitais Linha de Pesquisa: Inteligência Coletiva e Ambientes Interativos Professor:
INTELIGÊNCIA COMPUTACIONAL EM AMBIENTES DE PROCESSAMENTO PARALELO. Lamartine N. F. Guimarães.
INTELIGÊNCIA COMPUTACIONAL EM AMBIENTES DE PROCESSAMENTO PARALELO Lamartine N. F. Guimarães. Roteiro Inteligência Computacional: Problemas. Os BEOWULFS do IEAv. Possibilidades de Paralelismo. Redes neurais:
Inteligência Artificial. Inteligência Artificial Faculdade de Ciencias 4º ano 1
Inteligência Artificial Inteligência Artificial Faculdade de Ciencias 4º ano 1 Objetivos Apresentar os conceitos básicos e fundamentais da AI; Estudar e compreender seus métodos, técnicas e aplicações;
Inteligência Artificial
Faculdade Ieducare 7º Semestre Sistemas de Informação Professor: Rhyan Ximenes 1 Objetivos de hoje: Agentes Inteligentes 2 Revisão: Barr & Feigenbaum (1981) IA é a parte da ciência da computação que se
Curso: Inteligência Artificial. Inteligência Artificial. Curso: Inteligência Artificial. Curso: Inteligência Artificial. Introdução 8/16/2010
Curso: Inteligência Artificial Inteligência Artificial Aula 1 Profª Bianca Zadrozny Página web: http://www.ic.uff.br/~bianca/ia-pos Material: Livro texto: Inteligência Artificial, Russell & Norvig, Editora
Lógica Proposicional. Prof. Dr. Silvio do Lago Pereira. Departamento de Tecnologia da Informação Faculdade de Tecnologia de São Paulo
Lógica Proposicional Prof. Dr. Silvio do Lago Pereira Departamento de Tecnologia da Informação aculdade de Tecnologia de São Paulo Motivação IA IA estuda estuda como como simular simular comportamento
Protótipo de um robô rastreador de objetos. Orientando: Emerson de Oliveira Orientador : Miguel Wisintainer
Protótipo de um robô rastreador de objetos Orientando: Emerson de Oliveira Orientador : Miguel Wisintainer Estrutura da apresentação Introdução Processamento e análise de imagens Redes neurais e reconhecimento
Conhecimento e Raciocínio Agente Lógicos Capítulo 7. Leliane Nunes de Barros
Conhecimento e Raciocínio Agente Lógicos Capítulo 7 Leliane Nunes de Barros [email protected] Agentes Lógicos Agentes que podem formar representações do mundo, usar um processo de inferência para derivar
Resumo. Como um agente busca de seqüência de ações para alcançar seus objetivos.
Resumo Inteligência Artificial Russel e Norvig Capítulos 3,4 e 5 Prof. MsC Ly Freitas UEG Resolução de problemas por meio de busca Como um agente busca de seqüência de ações para alcançar seus objetivos.
Capítulo 1 Informática Biomédica: Ciência e Prática. Edward H. Shortliffe e Marsden S. Blois. Apresentado por: Carmem Hara
Capítulo 1 Informática Biomédica: Ciência e Prática Edward H. Shortliffe e Marsden S. Blois Apresentado por: Carmem Hara Sumário 1) Registro eletrônico de pacientes 2) Impacto da Internet nos tratamentos
Introdução a Ciência da Computação. Prof. Andréa Iabrudi. 2012/1
Introdução a Ciência da Computação Prof. Andréa Iabrudi 2012/1 [email protected] 2 3 Quem sou eu no DECOM? Ensino: Disciplinas Inteligência Artificial (6º. Período) Atual: Projeto e Análise de
Sistemas de Informações Gerenciais. Unidade Didática 9: INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NOS NEGÓCIOS
Sistemas de Informações Gerenciais Unidade Didática 9: INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NOS NEGÓCIOS 1 Objetivos do Capítulo 9 Identificar como as redes neurais, lógica difusa, algoritmos genéticos, realidade virtual
Comparativo de Ferramentas para Sistemas Especialistas Aline Rassweiller de Souza
Comparativo de Ferramentas para Sistemas Especialistas Aline Rassweiller de Souza Prof. Roberto Heinzle Orientador Roteiro Introdução Sistemas Especialistas Aquisição/Representação do Conhecimento Ferramentas
O que é Realidade? 3 - Modelos Mentais (Johnson-Laird) Modelos mentais. Modelos mentais. Regra de ouro. Modelos mentais
O que é Realidade? 3 - Modelos Mentais (Johnson-Laird) A fenômenos B imagem de A (observações Estágio Curricular Supervisionado em Física II D causas? (nãoobserváveis) REALIDADE Leis, Teorias, Princípios
INF 1771 Inteligência Artificial
INF 1771 Inteligência Artificial Aula 01 Resolução de problemas por meio de Busca Edirlei Soares de Lima Introdução Agentes Autônomos: Entidades autônomas capazes de observar o ambiente
INTELIGÊNCIA ARTIFICAL: Conceitos, Aplicações e Linguagens
INTELIGÊNCIA ARTIFICAL: Conceitos, Aplicações e Linguagens André Felipe da Costa Alves Discente do curso de Engenharia da Computação Luiz Eduardo de Oliveira Pina Discente do curso de Engenharia da Computação
Fundamentos de Otimização e Inteligência Artificial
Capítulo 4 Fundamentos de Otimização e Inteligência Artificial Luiz Biondi Neto José Carlos Becceneri José Demisio Simões da Silva Eduardo Fávero Pacheco da Luz AntônioJosédaSilvaNeto 4.1 Conceitos Básicos
Inteligência Artificial e Mercado de Trabalho
Inteligência Artificial e Mercado de Trabalho Prof. Dr. Cesar Alexandre de Souza DA/FEA/USP [email protected] Escritório de Desenvolvimento de Carreiras 19/10/16 Agenda Inteligência Artificial (IA), Tecnologia
INSTITUTO FEDERAL CEARÁ - IFCE CAMPUS AVANÇADO DE ARACATI CURSO: BACHARELADO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO PROGRAMA DE UNIDADE DIDÁTICA PUD.
PROGRAMA DE UNIDADE DIDÁTICA PUD DISCIPLINA: INTRODUÇÃO A COMPUTAÇÃO Código: Carga Horária: 40h Número de Créditos: 2 Código pré-requisito: Semestre: Nível: EMENTA S1 Bacharelado PARTE A: 1) Introdução
Inteligência Ambiente Quarto nível» Quinto nível
Clique para editar os estilos Inteligência Ambiente José Machado Grupo de Inteligência Artificial Universidade do Minho Departamento de Informática 5/2007 as Admini Jornad Introdução Clique para editar
CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO MATRIZ CURRICULAR MATUTINO Fase N.
CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO MATRIZ CURRICULAR MATUTINO Fase N. Ordem Código COMPONENTE CURRICULAR Créditos Horas Prérequisitos 01 Introdução à informática 04 60 02 Matemática instrumental
Introdução à Redes Neurais. Prof. Matheus Giovanni Pires EXA 868 Inteligência Artificial Não-Simbólica B Universidade Estadual de Feira de Santana
Introdução à Redes Neurais Artificiais Prof. Matheus Giovanni Pires EXA 868 Inteligência Artificial Não-Simbólica B Universidade Estadual de Feira de Santana 2 Introdução Redes Neurais Artificiais (RNAs)
Programação Lógica. A Linguagem Prolog. Paulo Henrique Ribeiro Gabriel Faculdade de Computação Universidade Federal de Uberlândia
Programação Lógica A Linguagem Prolog Paulo Henrique Ribeiro Gabriel [email protected] Faculdade de Computação Universidade Federal de Uberlândia 21 de agosto de 2015 Paulo H. R. Gabriel (FACOM/UFU) Programação
Simulação de Futebol de Robôs
Departamento de Engenharia Elétrica Simulação de Futebol de Robôs Aluna: Bianca Burgos Maron Orientadora: Marley Vellasco Introdução A inteligência computacional e suas aplicações em robôs inteligentes
Linguagem com sintaxe e semântica precisas: lógica. Mecanismo de inferência: derivado da sintaxe e da
istemas de Apoio à Decisão Clínica, 09-1 1 Linguagem com sintaxe e semântica precisas: lógica. Mecanismo de inferência: derivado da sintaxe e da semântica. Importante: distinguir entre os fatos e sua representação
Inteligência Artificial. Prof. Tiago A. E. Ferreira Aula 5 Resolvendo Problemas
Inteligência Artificial Prof. Tiago A. E. Ferreira Aula 5 Resolvendo Problemas 1 Agente solucionador de problemas (guiado por objetivo) O agente reativo Escolhe suas ações com base apenas nas percepções
Robótica Móvel Inteligente: Aplicações da Inteligência Artificial nas Pesquisas em Robótica
! " # $% #'&()(& Robótica Móvel Inteligente: Aplicações da Inteligência Artificial nas Pesquisas em Robótica * +, -. - / 012 34 5 1 6 7 8 7 9 : 7 ;< = >? > 8 @ A B : 8 : B 7 8 @ C 9 D 0 E. F 0,. / 0, +
Agentes Inteligentes. Inteligência Artificial
Agentes Inteligentes (Capítulo 2 - Russell) Inteligência Artificial Professor: Rosalvo Ferreira de Oliveira Neto Estrutura 1. Definições 2. Ambiente de Tarefas 3. Exemplos de ambiente de Tarefas 4. Propriedades
Agentes Inteligentes. Módulo 02 27/02/2013. Inteligência Artificial. Profª Hemilis Joyse
Agentes Inteligentes Módulo 02 1 Agente É tudo que pode ser considerado capaz de perceber seu ambiente por meio de sensores e de agir sobre esse ambiente por intermédio de atuadores. 2 Agente Tabela parcial
