PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA"

Transcrição

1 PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA Responsável Técnico: Romilda Alves Guerreiro Fonoaudióloga CRFª AM Dr. José Virgílio C. de Castro CRM 604- AM Médico do Trabalho. JAN- 2015

2 SÚMARIO 1. INTRODUÇÃO ETAPAS DO PROGRAMA Antecipação do risco: Identificação do agente: Avaliação quantitativa do agente: Controles Administrativos e de Engenharia: Equipamentos de Proteção Individual: Avaliação Audiométrica:... 8 Audiometria de referência Audiometria Periódica Educação e Treinamento: Arquivamento dos dados: Monitoramento contínuo: LIMITES DE TOLERÂNCIA: Norma Regulamentadora nº Norma de Higiene Ocupacional, nº 01: MONITORAMENTO DA EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL AO RUÍDO Quando Monitorar: Metodologia empregada: AÇÕES PARA A REDUÇÃO DO RUÍDO Medidas de controle de caráter de engenharia: Medidas de controle de caráter administrativo: Utilização de Equipamentos de Proteção Individual (EPI's): Escolha do protetor auricular: SELEÇÃO DE PROTETORES AUDITIVOS Causas de Mudanças Audiométricas TREINAMENTO AVALIAÇÃO DA EFICIÊNCIA DO PROGRAMA LEVANTAMENTO DAS AUDIOMETRIAS REALIZADAS CRONOGRAMA DE AÇÔES E MELHORIAS RELATORIO FINAL COM AUDIOMETRIAIS ALTERADAS DE COLABORADORES

3 DADOS DA EMPRESA Razão Social: Alfatec Indústria e Comércio LTDA C.N.P.J / Endereço: Av. Mandii - Distrito Industrial Cidade / Estado: Manaus - Amazonas Classificação Nacional de Atividade Econômica (CNAE): Atividade Principal: Fabricação de embalagens de material plástico Grau de Risco: 03 Nº. de Funcionários Previstos: 56 Horário de Trabalho Comercial: 07h30min às 17h18min (Seg. á Sexta) 2

4 1. INTRODUÇÃO Dentre os agentes nocivos à saúde, os mais frequentes no ambiente de trabalho, assim como no nosso dia a dia, é o ruído, que tem sido responsável por distúrbios auditivos temporários e permanentes e por comprometimento orgânicos diversos. O Programa de Conservação Auditiva visa garantir a integridade auditiva de seus funcionários, bem como de funcionários de empresas terceirizadas, que executem atividades em áreas onde exista potencial de gerar níveis de pressão sonora capazes de provocar danos ao sistema auditivo dos trabalhadores. A extensão e o grau do dano auditivo dependem da intensidade da pressão sonora, da duração da exposição, da frequência do ruído e da suscetibilidade do indivíduo. O programa de conservação auditiva () é um conjunto de medidas técnicas e administrativos que visa à proteção da saúde dos trabalhadores, para que os trabalhadores expostos ao ruído ocupacional não desenvolvam perda auditiva induzida por nível de pressão sonora elevada (PAINPSE). O principal objetivo de um na indústria é proteção da saúde do trabalhador, ou seja, prevenir que os trabalhadores expostos a níveis de ruído potencialmente altos desenvolvam perda auditiva induzida pelo ruído ocupacional (PAIRO). O ruído é um dos contaminantes, mais comum, encontrado facilmente tanto no nosso dia a dia como em grande parte dos processos industriais. O controle do ruído é, portanto, uma questão de considerável importância econômica e social e esta importância tem crescido progressivamente nos últimos anos. 3

5 A característica multidisciplinar do faz om que as habilidades, conhecimento e experiências de cada profissional envolvido no programa sejam aproveitados ao máximo, integrado aos trabalhadores expostos, aumentando consideravelmente as chances de sucesso. Cada vez mais uma ampla variedade de profissionais compartilha um interesse vital por este problema: técnicos, engenheiros, arquitetos, urbanistas, oficiais do governo, higienistas ocupacionais, médicos, fonoaudiólogos, entre outros. A maioria dos requisitos propostos neste documento para execução e administração de um programa de conservação auditiva está baseado nos requisitos das Normas Regulamentadoras do Ministério de Trabalho e Emprego, Norma de Higiene ocupacional (NHO-01) da Fundacentro, NBR Níveis de ruído de conforto acústico e instruções Normativas do INSS. 2. ETAPAS DO PROGRAMA 3.1. Antecipação do risco: Realizada nas fases de projeto e/ou modificação de lay-out das unidades industriais, a antecipação do risco visa o controle do agente antes de sua efetiva geração, permitindo soluções mais efetivas e de menor custo. Definir medidas técnicas e administrativas para salvaguardar a capacidade auditiva dos trabalhadores contra os efeitos potencializados da exposição excessiva do ruído nos locais de trabalho. 4

6 2.2 Identificação do agente: Todas as aéreas de trabalho devem ser monitoradas, realizada nas inspeções/auditorias nas unidades industriais, esta etapa visa identificar os setores e/ou atividades com potencial de gerar níveis de pressão sonora acima de 80dB (A). A caracterização do local de trabalho, da força de trabalho e do agente de risco é a base para a formação da exposição ocupacional. A medição dos níveis de pressão sonora visa mapear as aéreas ruidosas para a adoção de procedimentos de controle, buscando identificar, por exemplo: Áreas onde o ruído exceda 80dBs (A). Áreas com potencial para ruído de impacto. Maquinas e ferramentas onde o nível de ruído exceda 80dBs (A). Equipamentos com ruído contínuo acima de 80Db (A) próximos a posto fixos de trabalho e que contribuam para a exposição. Todos os funcionários da empresa podem identificar o agente, devendo comunicar este fato ao Setor de Segurança, Saúde e Meio Ambiente. 3.3 Avaliação quantitativa do agente: Seu objetivo é determinar quantitativamente o nível de pressão sonora nos diversos ambientes de trabalho, com objetivo de verificar a necessidade de adotar medidas de controle, e indicando as mais adequadas para cada caso. A avaliação quantitativa dos riscos é de responsabilidade da Gerência de Segurança, Saúde e Meio Ambiente. 5

7 3.4 Controles Administrativos e de Engenharia: Os controles administrativos e de engenharia do agente visam minimizar a emissão de níveis de pressão sonora, ou o tempo de exposição aos mesmos, até valores que assegurem tecnicamente a integridade do sistema auditivo dos trabalhadores envolvidos em atividades realizadas em áreas com potencial de emissão de ruído. Equipamentos de monitoração são ele os responsáveis pelo controle de medidas que avalia a dose do ruído, são: Dosímetros de ruído: é um equipamento portátil, leve, com microfone, que registra o nível equivalente e compara este com os critérios estabelecidos no programa. É usado para a medição da dose de ruído durante a jornada de trabalho, especialmente em ambientes onde o nível de ruído é variável e quando o trabalhador executa atividades em diferentes locais. Características básicas e/ou desejáveis: Faixa de medição de 50 a 120 db; Detector de nível de ruído continuo acima de 115dB; Detector de valores de pico para ruído de impacto; Calibrador de pressão sonora compatível com o equipamento de medição; Cronometro interno; Software para gráficos de históricos do tempo e distribuição estatísticas; Medidor de nível de pressão sonora: os medidores de nível de pressão sonora medem o ruído instantâneo e são utilizados para medições pontuais, mapeamentos e medição de ruído na fonte. Devem atender as especificações das Normas ANSI S e IEC 651 ou de futuras revisões e ter classificação mínima do tipo 2 (exatidão ± 1,0 db). 6

8 Medidor de frequência: equipamento utilizado na análise espectral do ruído, para verifica a intensidade existente em cada banda de frequência para níveis de ruído elevados é importante nos projetos de redução, para adoção de medidas de controle mais eficaz, bem como especificação do tipo de enclausuramento para as fontes de emissão e na seleção de protetores auditivos Equipamentos de Proteção Individual: Existem medidas eficazes para o controle do ruído e o Equipamento de Proteção Individual (EPI) é o mais utilizado na prevenção da Perda Auditiva Induzida por Ruído (PAIR), sendo que, uma vez instalada, a perda auditiva é irreversível. O uso de equipamentos de proteção auditiva individual para situações onde ocorra exposição ao ruído só é aceito na empresa como medida de controle quando comprovado tecnicamente que não existe nenhuma outra medida de engenharia ou administrativa capaz de assegurar a proteção do trabalhador. Os protetores auriculares poderão ser utilizados também como medida de controle complementar ou enquanto as medidas de engenharia estiverem sendo implantadas. O Equipamento de proteção individual é o meio mais eficaz de prevenção contra a perda auditiva induzida pelo ruído. Sendo o responsável pelo bom desempenho do trabalhador em seu ambiente de trabalho, preconizando medidas infalíveis tanto na adaptação como no manuseio do protetor auditivo. A seleção dos protetores auditivos pode ser realizada com base nos elementos da proteção efetiva, porém, deve ficar explícita a metodologia 7

9 utilizada pela empresa. É muito importante considerar os fatores relativos às características pessoais do trabalhador e das atividades por ele realizadas Avaliação Audiométrica: A avaliação audiométrica é o principal instrumento de medida e monitoramento auditivo dos empregados bem como da eficácia de seu Programa de Conservação Auditiva. Os exames audiométricos serão realizados: a. Nos exames admissionais de qualquer candidato, a qualquer função conforme indicado no Programa de Prevenção de Risco Ambientais - PPRA. (Audiometria de referência). b. Nos exames periódicos de trabalhadores expostos a ruído ocupacional independente da função, em telefonistas, motoristas de carro tanque e operadores de telemarketing. A periodicidade da realização será determinada pelo Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional - PCMSO. c. Naqueles empregados portadores de alterações audiológicas de qualquer etiologia, estando exercendo atividade laborativa em áreas com níveis de pressão sonora acima do limite de ação ou não. A periodicidade da realização será conforme determina a legislação, e/ou no máximo anualmente. d. Em todo empregado exposto a níveis de pressão sonora acima do limite de ação e/ou portadores de alterações audiológicas, quando de seu exame demissional. Todo empregado portador de alterações audiométricas de origem ocupacional ou não, será encaminhado para parecer especializado otológico, onde após todos os exames complementares necessários, se firmará, em laudo, diagnóstico claro e objetivo sobre a lesão, sua origem, seu prognóstico e acompanhamento, laudo este que norteará a emissão da "Comunicação de Acidente do Trabalho" (CAT). Evidenciada a perda auditiva neurossensorial por 8

10 exposição continuada a níveis elevados de pressão sonora de origem ocupacional e firmando o nexo causal para a atividade laborativa desenvolvida na empresa, deverá ser emitida "Comunicação de Acidente do Trabalho" (CAT), conforme determina a legislação vigente e nos moldes definidos pela legislação brasileira. Identificada PAIR de origem ocupacional no exame admissional, por parecer especializado, e desde que essa não impeça ou traga risco no desempenho da atividade ou agravamento da lesão, situação que deverá vir mencionada no parecer otológico, o candidato poderá ser considerado apto, observando-se a necessidade do Atestado de Saúde Ocupacional Demissional da empresa anterior mencionando o risco físico - ruído, da emissão de Comunicação de Acidente do Trabalho (CAT) e da notificação ao Sindicato de Classe, o INSS e/ou Ministério do Trabalho, da admissão de um portador de PAIR de origem ocupacional. Observação 1: O exame audiométrico obrigatoriamente deverá ser realizado de acordo com a legislação no que concerne a otoscopia prévia, repouso auditivo de 14 horas, freqüências testadas, ambiente acústico, aferição e calibração do aparelho e habilitação do profissional que realizar e assinar o exame. O resultado deve conter no mínimo os seguintes dados: a. Nome, idade e número do registro de identidade do trabalhador e assinatura do mesmo. b. Nome da empresa e função do trabalhador. c. Tempo de repouso auditivo cumprido para a realização do exame. d. Nome do fabricante, modelo e data da última calibração do audiômetro. e. Nome e número de registro do Conselho Regional e assinatura do profissional responsável pela execução da audiometria. 9

11 Audiometria de referência O objetivo dos exames audiométricos (admissionais) é determinar a capacidade auditiva de novos empregados no momento de sua admissão. É de conhecimento de todos que muitas pessoas em diferentes idades sofrem perda auditiva por uma variedade de razões. A menos que determinem a capacidade auditiva exata de novos empregados no momento de sua admissão, poderemos estar sujeitos a complicações médico-legais para a perda auditiva, que pode ter existido antes da admissão do funcionário. As audiometrias realizadas na admissão do funcionário devem ser comparadas. Audiometria Periódica O trabalhador com potencial de exposição deve repetir o exame audiométrico após 06 meses do início das suas atividades laborais, conforme NR7. Depois de cumprida essa etapa, a periodicidade segue de 06 em 06 meses ou anualmente, como determina o PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional) e no desligamento. Os resultados são comparados com a audiometria de referência para avaliar possíveis indícios de perda auditiva. Fallow up: teste da capacidade auditiva Audiometrias periódicas de acompanhamento são recomendadas para pessoas que trabalham em zonas onde o ruído ultrapassa os critérios de exposição. As mudanças ocorrem nas regiões de 6000, 4000 e 3000 Hz, respectivamente, estas alterações não influenciam na expressão e na comunicação, normalmente passam despercebidas. Audiometria de Mudança de Função Nos casos em que uma mudança função que possa implicar em modificação do perfil de exposição do nível de pressão sonora, passando de uma exposição abaixo do nível de ação para uma exposição acima deste ou vice-versa, deverá ser realizado exame audiométrico, 10

12 antes do início das atividades na nova função, para estabelecimento do audiograma de referência. Audiometria Demissional Deverá ser realizado exame audiométrico demissional nos trabalhadores cuja exposição ocupacional tenha sido acima do nível de ação. Serão considerados validos os exames realizados com 90 dias ou menos, depende do critério do médico do trabalho. AVALIAÇÃO DO AUDIOGRAMA Serão considerados dentro dos limites aceitáveis aqueles em que os limiares auditivos das várias frequências testadas estejam situados até 25decibeis. Desvios confirmados em comparação com o audiograma de referência, embora dentro da faixa de normalidade, deve ser comunicado à Higiene Ocupacional e à Segurança para reavaliação das medidas de conservação auditiva. A ocorrência ou progressão de perda auditiva, seja ela qual for a causa, o audiograma de referência para fins de acompanhamento futuro, passara a ser aqueles que evidenciou a perda mais recente. A ocorrência ou progressão da perda auditiva será diagnosticada de acordo com a NR7. Para a análise dos audiogramas, é feita a seguinte classificação: Normal: todos os limiares auditivos, bilateralmente, estavam menores e/ou iguais que 25 dbna. Normal com característica de PAIR: limiares auditivos normais com presença de entalhe em frequências agudas. PC - Perda Condutiva: vias aéreas alteradas com via óssea normal, sempre as frequências graves, com presença de queixas auditivas. 11

13 PAIR: exames que apresentaram via aéreas alteradas e via ósseas próximas e ou iguais. Todas as características da perda auditiva induzida por ruído. Perdas associadas: exames que não se enquadraram nas características acima, provavelmente devido a existência de outras alterações. Parâmetros do exame audiométrico. OD Kz 1Kz 2Kz 3Kz 4kZ 6Kz 8Kz VA O O O O O O O O VO X X X X X OE VA O O O O O O O O VO X X X X X No exame audiométrico, serão testadas as frequências de 500,1,2,3,4,6 e 8Hkz, pela via aérea. Havendo detecção de alteração na via aéreas (VA), serão testadas as frequências de 500,1,2,3 e 4HKz na via óssea (VO) Educação e Treinamento: O Programa de Conservação Auditiva é baseado na educação e no treinamento de seus funcionários, colaboradores e terceirizados, quanto aos corretos procedimentos que assegurem a integridade do sistema auditivo dos trabalhadores. O programa e para todos os trabalhadores com potencial de exposição ao ruído acima de 80 db (A) e para os membros da equipe multidisciplinar de forma que todos entendam o objetivo e como conduzir suas ações no programa. 12

14 Podem ser usados palestras informativas, posters, vídeos, folhetos, exposição de material e exercícios práticos. No programa de educação e treinamento é importante que os trabalhadores estejam informados sobre: O conteúdo do ; Os efeitos do ruído na audição; O nível de ruído que o trabalhador está exposto; As medidas de proteção adotadas; Como proteger a audição dentro e fora do trabalho; A importância do protetor auditivo; Locais em que o uso do protetor é obrigatório; Objetivo do exame audiométrico; A importância do treinamento da educação auditiva; O programa educacional deverá ser repetido anualmente para trabalhadores incluindo no. As informações fornecidas no programa deverão está atualizada e consistente com as mudanças nos dispositivos de proteção e nos processos de trabalho Arquivamento dos dados: O objetivo da manutenção dos registros é documentar de modo que os trabalhadores são protegidos em relação ao ruído. Todas as informações referentes ao Programa de Conservação Auditiva devem ser arquivadas por um período mínimo de 20 anos, e se constituem em um banco de dados para consulta e avaliação de seu desempenho, respeitando os limites éticos da confidencialidade médica. 13

15 Elas podem ser necessárias como provas em processos trabalhistas e indenizações e deverão estar disponíveis aos empregados interessados ou aos seus parentes legais, bem como autoridades competentes. Entre os registros importantes temos: Medição da exposição: procedimentos e dos resultados das monitorações pessoais (dosimetria). Monitoração de aérea (mapeamento ruído) e medições de equipamentos críticos. Medidas de controle: histórico da implantação das medidas de controle, recibo de entrega de protetores auditivos, bem como sua utilização e treinamento. Exames audiométricos: prontuários médicos dos trabalhadores contendo os resultados dos exames, audiometricos, laudos, e calibração audiometrica. 3.9.Monitoramento contínuo: O cumprimento do Programa de Conservação Auditiva é constantemente avaliado através de inspeções e auditorias de Segurança, Saúde e Meio Ambiente. 4. LIMITES DE TOLERÂNCIA: Tecnicamente entende-se por Limite de Tolerância a intensidade dos riscos físicos ou a concentração dos riscos químicos, sob os quais acredita-se que a maioria dos trabalhadores pode ficar exposta, sem sofrer efeitos à saúde, durante toda a sua vida laboral. 14

16 Conforme NR15, nenhum trabalhador deverá ser exposto a níveis de ruído igual ou superior a 85 db(a), para 8 horas de trabalho, que corresponderá a 100% de dose. Deve-se adotar o seguinte critério para avalição de exposição. Limites de tolerância 85dB(A); Incremento de duplicação de dose (q) 5dB(A); Nível limiar de integração (NLI) 80dB(A); O procedimento Técnico da Fundacentro NHO-01 adota os seguintes critérios para avaliação exposição: Limites de tolerância 85dB(A); Incremento de duplicação de dose (q) 3dB(A); Nível limiar de integração (NLI) 80dB (A); Embora a recomendação seja seguir os critérios da NR15, sempre que possível desse-se obter os resultados seguindo os dois critérios. Conforme segue tabela: Lavg db(a) Lavg db(a) Dose (%) TEMPO Q= 5 Q= 3 16h h h h h min min min

17 Nenhum trabalhador deverá ser exposto a níveis de ruído continuo acima de 115dB(A) se não estiver adequadamente protegido. Os Limites de Tolerância adotados pelo Programa de Conservação Auditiva baseiam-se nas Normas Regulamentadoras constantes da Portaria 3214 do Ministério do Trabalho, conforme descrito a seguir Norma Regulamentadora nº 15 A Norma Regulamentadora nº 15 estabelece os limites de tolerância para ruído contínuo ou intermitente e para ruído de impacto. Para ruído contínuo ou intermitente o Limite de Tolerância é definido de acordo com o Anexo nº 1 da referida NR. Para exposições ao ruído contínuo ou intermitente sem uso de proteção auricular, a dose diária máxima deve estar abaixo de 85 db(a), medidos no circuito de resposta lenta (slow), considerando a jornada de trabalho de 8 horas diárias. Com relação ao ruído de impacto, o Limite de Tolerância é definido de acordo com o da referida NR 15. Para exposição ao ruído de impacto, o limite de tolerância é igual a 130dB, medidos no circuito de resposta para impacto ou 120 db medido em circuito de resposta rápida (FAST) e circuito de compensação "C", valores acima destes indicadores oferecerão risco grave e iminente ao trabalhador Norma de Higiene Ocupacional, nº 01: A Norma de Higiene Ocupacional nº 01, estabelece o nível de ação de 80 db(a) para o agente ruído. Entende-se como nível de ação o valor acima do qual devem ser iniciadas ações preventivas de forma a minimizar a probabilidade de que as exposições a agentes ambientais ultrapassem os limites de exposição. 16

18 Tabela I: Exposições permitidas para ruído. NR 15 Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho e Emprego. Portaria 3214 NR15 Limites de Tolerância para Ruído Contínuo ou Intermitente10. Nível Ruído (dba) Máxima Exposição diária 85 8h 86 7h 87 6h 88 5h 89 4h.5min 90 4h 91 3h.5min 92 3h 93 2h.40min 94 2h.15min 95 2h 96 1h.45min 98 1h.15min 100 1h min min min min min min min 114 8min 115 7min 17

19 5. MONITORAMENTO DA EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL AO RUÍDO 5.1. Quando Monitorar: As atividades e/ou setores que apresentam potencial de gerar níveis de pressão sonora acima de 80 db(a) são monitoradas quanto a exposição ocupacional dos trabalhadores. Este monitoramento é realizado pelo Sesmt da empresa quando houver ou pessoas designadas por esta e registrado nos Levantamentos de Exposição Ocupacional - LEO's Metodologia empregada: O monitoramento de ruído pode ser realizado de três formas distintas, que são definidas pelo grupo de Segurança do Trabalho de acordo com o objetivo do monitoramento. Em geral, o mapeamento de níveis de pressão sonora é a primeira etapa de uma avaliação completa de ruído, sendo utilizado para quantificar os valores encontrados em uma determinada área. Com o resultado do mapeamento é possível determinar a necessidade de adoção de medidas de controle, bem como identificar as principais fontes de ruído do local avaliado. Para a realização do mapeamento de níveis de pressão sonora é utilizado um medidor de níveis de pressão sonora, tipo 2 (de acordo com a Norma IEC 651), operando na escala "A" e no circuito de resposta lenta (Slow). As avaliações de exposição ocupacional ao ruído são repetidas quando ocorrem modificações no processo produtivo ou em equipamentos ou ainda em mecanismos de controle de ruído que possam resultar em alterações nos níveis de pressão sonora no ambiente de trabalho. 18

20 6. AÇÕES PARA A REDUÇÃO DO RUÍDO 6.1.Medidas de controle de caráter de engenharia: Estas medidas visam minimizar a emissão de ruído na fonte geradora ou evitar sua disseminação no ambiente de trabalho. Como exemplo de métodos de controle de engenharia mais utilizados podem ser citados: Manutenção preventiva de equipamentos (Ex. lubrificação e troca de peças desgastadas); Utilização de silenciadores em "vents de descarga atmosférica; Isolamento de tubulações ruidosas com material absorvente acústico; Construção de barreiras em torno de equipamentos ruidosos; Utilização de bases anti-vibracionais em compressores; Automação de processos; Controle remoto de máquinas e equipamentos. 6.2.Medidas de controle de caráter administrativo: Estas medidas visam reduzir o tempo de exposição dos trabalhadores, e conseqüentemente, reduzir a dose de ruído recebida durante a jornada de trabalho. As mais utilizadas são: Diminuição do tempo de exposição durante a jornada de trabalho; Revezamento de trabalhadores entre ambientes, postos, funções ou atividades; Aumento do número e do tempo de duração das pausas durante a jornada de trabalho. 19

21 6. 3 Medidas de Proteção Individual (EPI's) Existem medidas eficazes para o controle do ruído e o Equipamento de Proteção Individual (EPI) é o mais utilizado na prevenção da Perda Auditiva Induzida por Ruído (PAIR), sendo que, uma vez instalada, a perda auditiva é irreversível. Na utilização do EPI, deve-se considerar, segundo a NR 9, as normas legais e administrativas que envolvem a seleção adequada, conforto, uso, higienização, manutenção, orientação e avaliação dessas medidas adotadas sobre os EPI, garantindo-se as condições de proteção originalmente estabelecidas pelos fabricantes. A seleção dos protetores auditivos pode ser realizada com base nos elementos da proteção efetiva, porém, deve ficar explícita a metodologia utilizada pela empresa. É muito importante considerar os fatores relativos às características pessoais do trabalhador e das atividades por ele realizadas. Independentemente do tipo e modelo, existem mais de (1000), e os protetores auriculares devem ser escolhidos de acordo com a atenuação de ruído necessária, o conforto ao usuário, ambiente de trabalho e custo. Porém, o melhor protetor auricular será aquele que o trabalhador melhor se adaptar Utilização de Equipamentos de Proteção Individual (EPI's): O uso de protetores auriculares é indicado como medida de controle em um dos seguintes casos: 20

22 Por intervalos restritos à execução de determinadas tarefas durante a jornada de trabalho; Medidas de engenharia para redução dos níveis de pressão sonora estão sendo adotadas; Como medida complementar às medidas de controle de engenharia e/ou administrativas adotadas; Quando for tecnicamente comprovada à impossibilidade de execução de medidas de controle de engenharia e/ou administrativas; Em qualquer dos casos citados a utilização de EPI's para controle de ruído deve atender todos as medidas de proteção Escolha do protetor auricular: O procedimento deve contemplar as considerações para a escolha do melhor protetor auditivo, como por exemplo, a dose de exposição ao agente e determinação da atenuação mínima desejável, tipo de ambiente onde será utilizado o protetor, outros contaminantes presentes, necessidade de compatibilidade com uso de outros EPI s, conforto proporcionado ao usuário, vedação no canal auditivo, tipo de trabalho executado, entre outros. Uma vez que existem muitos tipos diferentes de protetores, que podem ser utilizados em diversos ambientes de trabalho é desejável que se escolha o protetor auditivo mais adequado para cada caso. Para uma seleção objetiva observamos os seguintes requisitos: Identificação do risco; Efeitos do ruído a saúde; Tipos de protetor auditivo; O tempo de exposição ao ruído; 21

23 Atenuação mínima do protetor; Conforto e coaptação do protetor; Vedação adequada do canal auditivo; Como usar o protetor auditivo; Tipo de protetor auricular: Basicamente existem dois tipos de proteção auditiva individual: os protetores de inserção, também conhecidos como tipo de inserção plugue e os abafadores tipo concha. Cada protetor tem como função e mobilidade diferente uns dos outros, sendo importante a perfeita adaptação para cada orelha, que de forma geométrica e anatomicamente é de configuração diferenciada para cada indivíduo. Tipo Plugue - Protetores Auditivos de Inserção Pré Moldados São aqueles cujo formato é definido, por exemplo, três flanges ou protetores não roletáveis. Podem ser de diferentes materiais: borracha, silicone, PVC. As vantagens dos protetores auditivos pré-moldados são: diversos modelos, compatíveis com outros equipamentos, como capacetes, óculos, respiradores, reutilizáveis ou descartáveis, pequenos e facilmente transportados e guardados, relativamente confortáveis em ambiente quente, não restringem movimentos em áreas muito pequenas, podem ser utilizados por pessoas com cabelos longos, barba e cicatrizes, seminterferência na vedação. 22

24 Protetores Auditivos de Inserção Moldáveis conforme fig.01 e fig. 02. São divididos em três tipos: 1. Pré-Moldados (borracha, silicone, plástico, etc.); 2. Auto moldável (espuma plástica, algodão parafinado, fibra de vidro); 3. Moldável (tipo borracha de silicone), moldado individualmente no meato acústico externo do trabalhador. Em relação a vida útil dos protetores auditivos, segundo BRANDOLT, 2001, o protetor tipo pugle de inserção pode ser de até 6 meses, após esse período sua atenuação pode sofrer diferença de até 03db. Vantagens Fáceis de carregar; Não tóxico; Pré-moldados, em vários tamanhos; Superfície lisa, sem reentrâncias; 23

25 De fácil encaixe dentro do conduto; Custo inicial de implantação é baixo, Permitido a limpeza com água e sabão neutro; Permitem o uso de óculos e de qualquer outro EPI (capacete, protetor facial, máscara de solda etc.); Seu uso não é afetado pela temperatura ambiente Desvantagens Vida útil seja curta; Fáceis de perder e esquecer; Por não ser vistos, dificultam a fiscalização do uso; Dependendo do tipo, exige disponibilidade de vários tamanhos conforme o meato auditivo externo; Difíceis de manipular com luvas ou com mãos sujas; Podem causar lesão no conduto auditivo; Falta de higienização; Protetores Auditivos Tipo Concha- Abafadores Formado por um arco plástico ligado a duas conchas plásticas revestidas internamente por espuma, que ficam sobre as orelhas. Possuem as almofadas externas para ajuste confortável da concha ao rosto do usuário, ao redor da orelha. Podem ser do tipo acopláveis ao capacete, não apresentando, neste caso, a haste de interligação das conchas. As vantagens em relação ao uso dos protetores tipo concha são: único tamanho - serve para todos os tamanhos de cabeça, utilização simples / colocação rápida, pode ser utilizado mesmo por pessoas com infecções mínimas no canal auditivo, atenuação uniforme nas duas conchas, partes substituíveis, possuem várias peças de reposição, higiênicos podem ser 24

26 utilizados em canais auditivos doentes, desde que permitido pelo médico responsável. A vida útil de desse tipo de protetor é de até 1ano, referido ao cuidado, com a mesma variação de diferença de 03 db23. Protetores tipo concha. Os protetores tipo concha sendo estes formados por duas conchas atenuadoras de ruído, colocadas em torno dos ouvidos e interligadas através de um arco tensor ou acoplados ao capacete. 1. Devem possuir bordas revestidas de material macio para permitir um bom ajuste na região do ouvido. 2. A haste pode ficar posicionada sobre a cabeça, ou atrás da cabeça ou sob o queixo. 3. Possuem atenuação média de 20 a 40 db, concentrada nas frequências médio-altas. Esse tipo de protetor é inadequado para exposição contínua, onde o pressionamento da área circum auditiva apresenta grande desconforto, sendo provável a não utilização do protetor durante toda a jornada. 25

27 Vantagens Eliminam ajustes complexos de colocação, podendo ser colocados em qualquer pessoa; Pelo seu tamanho, podem ser visualizados à distância, permitindo tomar providências para realizar a comunicação oral; Pelo mesmo motivo, torna-se fácil a fiscalização do seu uso correto; Podem ser ajustados, mesmo utilizando-se luvas; São confortáveis em ambientes frios; No caso do uso de capacete ou protetor facial, devem ser acoplados pelo fabricante; Custo inicial de implantação é maior do que os intra-articulares, mas sua vida útil é longa e há peças de reposição; Fácil remoção, caso o usuário circule em áreas com frequentes variações do nível de pressão sonora; Recomendados para áreas não-limpas. Desvantagens Incomodo com o uso de óculos e com máscaras de soldador; Acarretam problemas de espaço em locais pequenos ou confinados; Muito desconfortáveis em ambientes quentes; Pelo peso do protetor também geram desconforto; Muitos trabalhadores não querem usar devido queixar-se de zumbido. Contra indicações ao uso de protetores auditivos Os contras indicações não são em grandes números, mais exigem uma avaliação médica criteriosa. Devido a presença de fatores clínicos são eles: 26

28 Malformação do meato acústico externo, tendo ou não a presença do pavilhão auricular. As otites, são as inflamações internas da orelha, que, de fato impedem o uso do protetor inta-auricular; A presença de existência de otorréia, secreção, e excesso de cerume no conduto. Entre outros impedimentos referidos pelo indivíduo que pode ser um indicativo de queixa como: presença de zumbido, sessão de orelha tapada, prurido e outras afecções. Protetores Auditivos Tipo Capa de Canal Protetor tipo capa de canal. São formados por uma haste plástica de alta resistência à deformação e rompimento, utilizadas abaixo do queixo ou atrás da cabeça, com plugues de espuma substituíveis em suas extremidades. Acomodam-se na entrada do canal auditivo, possuem formato definido, não entrando em contato com o canal auditivo do usuário. As vantagens dos protetores tipo capa de canal são: boa durabilidade dos plugues, plugues descartáveis, podem ser utilizados com a haste atrás da cabeça ou debaixo do queixo, podem ser usados com capacetes, óculos e outros equipamentos sem que reduza a atenuação e mantendo a eficiência da vedação. Possuem haste que pode ser regulada para não incomodar o usuário, ainda 27

29 oferecendo certa pressão dos plugues, mantendo a atenuação. Excelente opção para usos intermitentes. 7. SELEÇÃO DE PROTETORES AUDITIVOS A seleção dos protetores auditivos pode ser realizada com base nos elementos da proteção efetiva, porém, deve ficar explícita a metodologia utilizada pela empresa. É muito importante considerar os fatores relativos às características pessoais do trabalhador e das atividades por ele realizadas. Para uma seleção objetiva observamos os seguintes requisitos: Identificação do risco; Efeitos do ruído a saúde; Tipos de protetor auditivo; O tempo de exposição ao ruído; Atenuação mínima do protetor; Conforto e coaptação do protetor; Vedação adequada do canal auditivo; Como usar o protetor auditivo; A consideração mais crítica na seleção e uso de protetores auditivos é a habilidade em ajustar os protetores, a fim de proporcionarem uma vedação ao ruído de uma maneira confortável e que a vedação possa ser consistentemente mantida durante todas as exposições ao ruído. Outras considerações importantes incluem: capacidade de redução de ruídos do protetor auditivo (atenuação), a exposição diária ao ruído (uso diário), variações no nível de ruído (dose), preferências do usuário (conforto), necessidades de comunicação, perda auditiva (se houver), compatibilidade 28

30 com outros equipamentos de segurança, habilidades físicas, clima e outras condições de trabalho e requerimentos de troca, cuidado e uso. Como selecionar um bom protetor auditivos Portanto, a seleção do protetor auricular segue alguns requisitos por ser a solução mais simples e eficiente de atenuar do som e permitir a proteção do trabalhador contra os altos níveis de ruído e a perda auditiva. A maior importância para determinar a aceitação do trabalhador no uso do protetor com consistência são: Acreditar que o protetor previne a perda auditiva permanente; Estar de acordo que o protetor deva ser colocado corretamente; Usar o protetor com consciência; Saber sobre o desconforto do protetor, mas acreditar nos benefícios de usá-lo; Perceber a redução de ruído fornecida pelo protetor; Estar com prática de colocar e retirar o protetor com maneira fácil; Usar o protetor junto com outros equipamentos de EPI; Cuidar, guardar limpo, trocar se necessário o PA. É de responsabilidade das áreas de Segurança e Saúde/Médica a escolha pela proteção apropriada, em termos de atenuação mínima necessária, após a avaliação das exposições dos trabalhadores (dose de exposição). Porém, deverão ser consideradas as opiniões finais dos usuários em relação a alguns pontos muito importantes, que aumentarão as chances do uso correto e eficácia da proteção. Para que o protetor seja utilizado adequadamente, vários aspectos deverão ser observados, dependendo das condições de trabalho em cada área e do tipo de ruído existente. 29

31 Elementos da proteção efetiva Existe uma diferença entre os termos Eficiência dos protetores e sua Eficácia. A Eficiência de atenuação está relacionada à capacidade que os protetores têm de amenizar os ruídos externos, ou seja, poder de redução ou nível de redução do ruído. Esta medida de eficiência é realizada em laboratório, através de uma metodologia de ensaio conforme sugerido em uma norma. Atualmente, no Brasil, são seguidos os critérios da ANSI S12.6/1997 método B, cujo resultado é denominado NRRsf (nível de redução de ruído subject fit ), cujo resultado está explícito no certificado de aprovação (C.A.), emitido pelo Ministério do Trabalho. No entanto, a Eficácia do protetor depende de alguns fatores, que são os elementos da proteção efetiva. Na realização dos ensaios, pelo método subjetivo, de atenuação de ruídos de protetores auditivos busca-se avaliar a eficiência com relação ao tempo de uso dos protetores auditivos tipo concha e do tipo plugue. Conforme tabela abaixo: TABELA DE EPI E LINKS CA NRR-SF Protetor Auditivo, confeccionado em silicone grau farmacêutico, de alta durabilidade, consta de 3 ABAS curvas, tamanho Universal, disponível também nos tamanhos pequenos e grandes. Fornecido com cordão de Polipropileno ou Silicone Protetor Auditivo, confeccionado em silicone, tamanho único, com cordão de algodão, plástico ou silicone. Protetor auditivo, confeccionado em silicone grau farmacêutico, de alta durabilidade, 3 flanges retas, tamanho P, M E G. Fornecido com cordão de Polipropileno

32 Portanto, a seleção do protetor auditivo precisa ser realizada a partir de um trabalho individual, no qual sejam considerados todos os elementos da proteção efetiva, além das características pessoais do usuário (formato da cabeça e rosto, tamanho do conduto auditivo, tipo de atividade, compatibilidade com outros E.P.I. s), e conforto proporcionado ao usuário pelo protetor, lembrando que o aspecto conforto é extremamente subjetivo, ou seja, o protetor não deve incomodar quem o utiliza. O melhor desempenho dos protetores auditivos somente será alcançado com esforços direcionados para a correta seleção, colocação, vedação, entrega do EPI e substituição por novos. Pessoas capacitadas e interessadas devem ser selecionadas para conduzir esta fase do, proporcionando-as conhecimentos suficientes para realizarem um bom trabalho. Realizar seleção, juntamente com os trabalhadores, do protetor mais adequado e treiná-los no uso correto e cuidados com os protetores é muito mais complicado que distribuir óculos de segurança. Os protetores auditivos somente protegerão os trabalhadores se for absolutamente reforçada a necessidade do uso apropriado como uma condição mandatória. Para o ser efetivo, é preciso dar a mesma prioridade no uso dos protetores auditivos como no uso de qualquer outro equipamento de segurança. Colocação e Uso Corretos Em conseqüência do pouco conforto, pela falta de treinamento e motivação ao uso, os protetores auditivos muitas vezes são impropriamente inseridos (plugues) ou ajustados (tipo concha); e finalmente, a partir de algumas horas de utilização, eles ficam fora deposição - devido ao suor, movimentos da cabeça e/ou da boca (para falar, mascar ou bocejar). Por isso é 31

33 necessário que sejam retirados e recolocados, fora da área de riscos, após algumas horas de uso, ajustando-o novamente. O hábito de utilizar tipo concha com a haste atrás da nuca (com as conchas viradas na horizontal), junto com outros E.P.I. s, pode fazer com que o ajuste não fique adequado e haja vazamentos. Mesmo quando bem utilizadas, existe a deterioração dos protetores: os plugues podem alterar-se com o calor e suor; os protetores tipo concha podem se danificar ou a haste que une as conchas pode perder a pressão contra a cabeça. Ou mesmo as espumas externas ficarem ressecadas e prejudicarem o conforto e a vedação. Indivíduos podem modificar os protetores para obter melhor conforto. Estas técnicas incluem a dilatação da haste nos do tipo concha para reduzir a tensão, cortes nos plugues para utilizá-los em menor tamanho, modificação ou furos nos protetores de espuma para um melhor conforto. Por estas razões, um bom programa de treinamento é essencial e os usuários de protetores precisam estar convencidos de que os protetores somente oferecerão proteção adequada se a colocação, uso e manutenção também forem adequadas. Instruções para Colocação Antes de utilizar o produto, conforme exigência na NR. 6 da C.L.T., o usuário deve ser informado pelo empregador sobre a obrigatoriedade do uso e devidamente treinado para a correta utilização do mesmo. Protetor Tipo Inserção Moldável 1. Com as mãos limpas, rolete o protetor deslizando-o entre o seu polegar e os dois primeiros dedos, até que o protetor seja reduzido ao menor diâmetro possível e mantenha-o neste formato. 32

34 2. Passe a outra mão ao redor da cabeça e puxe o topo de sua orelha para abrir o canal auditivo. 3. Mantendo o canal auditivo aberto, leve a mão, que ainda está pressionando o protetor, em direção à orelha e insira o protetor no canal auditivo, o mais profundamente possível. 4. Mantenha a ponta do seu dedo pressionando a extremidade do protetor para dentro do canal auditivo por 10 segundos, para que o protetor se expanda e vede o canal auditivo. Protetor Tipo Inserção Pré-Moldado 1. Segure firmemente a haste do protetor auditivo por trás do maior flange. 2. Passe a outra mão por cima da cabeça e puxe o topo da relha para abrir o canal auditivo. 3. Insira completamente o protetor no canal auditivo, deixando a haste de fora, para permitir sua remoção. Protetor Tipo Concha 1. Para ajustar a pressão aplicada à cabeça movimente o cursor lateral do braço da haste para cima e para baixo, até que se obtenha um ajuste confortável 2. Retire com as mãos o máximo possível o excesso de cabelo que possa interferir no bom contato entre as almofadas dos protetores e a sua cabeça. Certifique-se de que a vedação entre as almofadas pretas externas da concha e a cabeça não tenha interferência de objetos, tais como hastes de óculos, brincos, a fim de se obter o melhor desempenho. 3. Com a haste do protetor sobre a cabeça, posicione as conchas de maneira a cobrir completamente as orelhas. 33

35 4. As conchas podem ser deslizadas na haste, para cima ou para baixo, mantendo a haste sobre a cabeça, para que se obtenha um ajuste firme e confortável. Tipo Concha Acoplado ao Capacete 1. Deslize a concha até a extremidade da ranhura da haste, para facilitar sua inserção no capacete. 2. Gire a parte que se encaixa ao capacete, alinhando-a a haste. 3. Pressione com o dedo a lâmina metálica para abrir a haste. 4. Introduza a parte que se encaixa ao capacete na fenda lateral do mesmo. 5. Para colocar as conchas em posição de descanso, coloque o dedo indicador sobre a lâmina metálica e pressione-a para dentro e, ao mesmo tempo, levante a concha. Protetor Tipo Capa de Canal 1. Segure a haste do protetor próximo ao plugue e puxe-a para fora 2. Direcione os plugues para a entrada do canal auditivo, movendo-os lentamente para cima e para baixo, até conseguir uma boa vedação. 3. Após encontrar a posição correta, pressione-os contra a orelha, para uma boa vedação. 4. Os plugues não devem ser inseridos no canal auditivo 5. As hastes podem ser utilizadas ou abaixo do queixo ou atrás da cabeça, na nuca. Quando utilizar o protetor auricular: Utiliza-se obrigatoriamente protetores auriculares sempre que o nível de pressão sonora no ambiente de trabalho ultrapassa 85 db(a). Para realização de tarefas, mesmo não-rotineiras, onde o nível de pressão sonora ultrapasse 34

36 100 db(a), é adotado o uso de protetores concha e plug combinados. O uso de protetores auriculares combinados é obrigatório também para todos os empregados portadores de alterações audiométricas. Treinamento: Os funcionários que utilizam protetores auriculares fazem parte do Programa de Conservação Auditiva e, consequentemente, devem estar treinados quanto aos procedimentos corretos de uso, guarda, higienização e selagem dos protetores auriculares. Já descritos acima. Entrega e substituição de protetores auriculares: A entrega e a substituição dos protetores auriculares são feitas mediante registro em ficha funcional individual contra recibo, que permanece em poder da chefia imediata do funcionário que recebeu o EPI. Os protetores auriculares são substituídos sempre que apresentam sinais de desgaste devido ao uso. Os protetores tipo plugue, modelo descartável, são trocados a cada jornada de trabalho. Higienização dos protetores auriculares: Todo protetor auricular não descartável utilizado deve ser higienizado após o uso. A higienização é realizada em água corrente utilizando-se sabão neutro. Assim como guarda-los de forma que os protetores sejam devidamente guardados em local seco, evitando ambientes com poeira e incidência direta de luz solar. Normalmente, são utilizados armários individuais de guarda de EPI's. Visitantes e prestadores de serviço 35

37 Para entrar em áreas com nível de pressão sonora acima de 80 db(a), os visitantes e prestadores de serviço devem seguir os mesmos procedimentos adotados por funcionários. Sinalização: Todas as áreas que apresentam nível de pressão sonora acima de 80dB(A) devem ser sinalizadas quanto a necessidade do uso de proteção auditiva. 8. Causas de Mudanças Audiométricas. Abaixo está uma lista dos principais fatores que tem sido considerado como influenciador nas questões de medição audiométricas. Nem todos esses fatores são motivo de preocupação no programa de conservação auditiva. A lista é apresentada para ilustrar o potencial de complexidade e chamando a atenção contra a tirar conclusões apressadas, na ausência de informações completas. Variáveis Físicas. Colocação dos fones de ouvido de maneira errada. Ambiente da audiometria ruidosa. Variáveis do equipamento, tais como: precisão, tipo de fone (almofadas), zumbido, e outros fatores. Variáveis Fisiológicas. A idade e o sexo. Condições patológicas do órgão auditivo. Outros assuntos de saúde. Falta do descanso do ouvido antes do teste. Zumbidos e outros ruídos. 36

38 Variáveis Psicológicas. Motivação do assunto: Momentânea flutuação de atenção. Atitude com relação o ensaio. Personalidade atribuída. Fatores intelectuais: A compreensão das instruções; Experiência na tomada de qualquer tipo de teste. Resposta às condições: Tipo de resposta exigida do assunto, isto é, botão pressionando, elevando dedo, resposta verbal. Variáveis do Método. Teste e técnicas utilizadas. Intervalo de tempo entre dois ensaios. Instruções aos temas. Ordem de apresentação das frequências. Há muitos fatores a serem considerados no estabelecimento de um programa de exames audiométricos. Na consideração desses fatores, temos de ter em mente a importância da validade dos testes, bem como as questões de custo e conveniência. Em relação a cada caso, a localização deve considerar as vantagens e/ou desvantagens de cada uma das empresas que executa os exames audiométricos na planta, hospital ou clínica, verificando instalações de teste aprovados, e que irá fornecer esses testes em condições controladas a um custo razoável. Os seguintes fatores devem ser considerados para fazer essa determinação: 37

39 1. Determinar a conveniência e a viabilidade de instalar a cabine audiométrica nas instalações da fábrica. 2. A cabine de exames audiométricos deve estar em uma sala muito tranqüila. Do ponto de vista prático, é quase impossível encontrar uma área em uma planta industrial que pode ser usada para realizar os exames sem instalar uma cabine a prova de som. 3. A sugestão para se certificar das condições de que os testes e serviços estão sendo realizados, é pedir bianualmente que o médico encarregado ateste seus trabalhos com um relatório escrito com os seguintes itens: Faça um relatório com a data da compra do equipamento para a realização das audiometrias, bem como a data da última calibração. Nome (s) dos técnicos ou fonoaudiólogos responsáveis pelos exames, com o grau de formação, treinamentos e formação complementar. Mudanças, adições ou alterações feitas na cabine audiométrica utilizada para realização dos exames. Os equipamentos necessários para o programa de audiometria Uma cabine e um audiômetro, satisfaz as necessidades básicas da audiometria para efeitos de som, conforme padronizado pela American National Standards Institute (ANSI). O audiômetro irá produzir sons discretos em determinadas freqüências designadas. Esses tons puros são gerados eletricamente por circuito oscilador. Os sons são produzidos para o ouvido do ouvinte como melodias. A freqüência é controlada através de um interruptor que permite a qualquer um padronizar as freqüências a serem selecionados na vontade do operador. A cabine deve ser acusticamente tradada e calibrada, sendo o exame realizado em local silencioso onde não haja interferência de ruídos externos. 38

40 9. TREINAMENTO Todos os funcionários que executam atividades em ambientes potencialmente ruidosos são treinados no Programa de Conservação Auditiva. Este Treinamento é registrado em ficha funcional individual, que permanece em poder da chefia imediata do funcionário que participou do treinamento. O conteúdo programático do treinamento contém, no mínimo, os seguintes tópicos: A. Introdução (O que é ruído). B. O aparelho auditivo (anatomia, fisiologia e doenças relacionadas ao aparelho auditivo); C. Os efeitos do ruído na audição D. Fatores que influenciam os efeitos do ruído E. Resultados das avaliações de ruído nas áreas e atividades realizadas pelos funcionários envolvidos nos treinamentos; F. As medidas de controle adotadas (coletivas e individuais); G. Os tipos de protetores auriculares e razões para o seu uso; H. Uso, selagem, higienização e guarda de protetores auriculares; I. Controle médico. 10. AVALIAÇÃO DA EFICIÊNCIA DO PROGRAMA A intenção final do é eliminar ou reduzir ao máximo os efeitos dos níveis elevados de pressão sonora do ambiente de trabalho, sobre a saúde do trabalhador e para que se julgue se o programa está sendo eficiente, é 39

41 necessário que seja realizada uma avaliação com periodicidade anual, avaliação esta feita através das respostas ao Check-List que segue: CHECK-LIST - PROGRAMA CONSERVAÇÃO AUDITIVA Medida Preventivas Foram adotadas medidas preventivas no período? ( ) Sim ( ) Não Em caso positivo, foram: ( ) Administrativas ( )De Engenharia Quais? (Informar quando foram implantadas) 1º e 2º Semestres, foram realizadas palestras preventivas de Proteção Auditiva com Inspeção em local de trabalho para reforço junto ao funcionário e estímulo ao uso Do EPI. Realização de controle de exames médicos periódicos. ( ) 6 em 06 meses ( ) 12 em 12 meses. Levantamento de Exposição Ocupacional/Ruído Informar a data do último LEO: Foi solicitado novo levantamento? ( )Sim ( ) Não Em caso positivo, informar o motivo ( ) Alteração no processo produtivo ( ) Alteração de Lay out ( ) Alteração em equipamentos ( ) Adoção de medidas de controle de ruído 40

42 Audiometrias Nº total de exames realizados no período: Nº por indicação: Pré-admissional ( ) Periódicos ( ) Demissional ( ) Nº de exames anormais no período: Nº de exames anormais por PAIRO: Nº de CAT s (Comunicação de Acidentes do Trabalho) por PAIRO no, período: *** As audiometrias realizadas foram conforme determina a legislação do? ( ) Sim ( ) Não Os funcionários portadores de alterações audiométricas foram encaminhados para parecer especializado em Otorrinolaringologia, conforme determina o? ( )Sim ( )Não Equipamentos de Proteção Individual Nº total de EPI s tipo concha distribuídos no período? Nº total de EPI s tipo plug distribuídos no período? Treinamentos Foram realizados treinamentos sobre Proteção Auditiva, no período? ( ) Sim ( ) Não Em caso positivo, quantos e quando? Quantos funcionários foram treinados no período? N o ( ) Os treinamentos foram devidamente registrados? ( ) Sim ( )Não 41

43 11. LEVANTAMENTO DAS AUDIOMETRIAS REALIZADAS Gráfico representa quantidades de colaboradores dentro dos padrões de normalidade e com alterações representadas como em mínimo grau de perda auditiva. No período do levantamento refere-se de 01/01/14 a 01/01/15. O controle de ruído ocupacional, segundo a padronização ISO. Outro objetivo das provas audiométricas são de verificar se o trabalhador apresenta: Mudança Temporária de Limiar (TTS - Temporary Threshold Shift); Mudança Permanente do Limiar (PTS - Permanent Treshold Shift). A mudança temporária do limiar (TTS) é definida como uma diminuição gradual da sensibilidade auditiva ocasionada por exposições contínuas a níveis de pressão sonora elevados. Constitui-se de uma alteração temporária, que se recupera após um período de repouso auditivo. A identificação desses fatores tem como colaboração a identificação de ouvidos mais suscetíveis à PTS, 42

44 contribuindo para a eficácia do programa através do controle daqueles trabalhadores que apresentam lesão, podendo com isso minimizar e/ou prevenir a PAIR. Em anexo, segue audiometrias relevantes para acompanhamento do programa de controle auditivo o. 12. CRONOGRAMA DE AÇÔES E MELHORIAS Em anexo RELATORIO FINAL COM AUDIOMETRIAIS ALTERADAS DE COLABORADORES. Em anexo

45 MODELO DE FICHA DE CONTROLE DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL MODELO 01. ORIENTAÇÃO PARA CONSERVAÇÃO AUDITIVA INDIVIDUAL A presente orientação tem por finalidade a proteção da integridade da saúde do trabalhador em contato com área/função de exposição a níveis de pressão sonora elevados, bem como a Conscientização do mesmo sobre a importância que sejam tomadas medidas de controle individuais. Nome: Sexo: Função Setor: Matrícula: RG: Data de Adm: O empregado acima descrito, nesta data, recebe a orientação que deverá utilizar o(s) PROTETOR (ES) AUDITIVO(S): ( ) Tipo CONCHA, Marca/Modelo. ( ) Tipo Plugue de Inserção, Marca/Modelo ( ) Associação dos protetores auditivos acima descritos. O empregado deverá seguir as orientações diariamente e fazer uso constante deste (s) protetor (es) auditivo (s) conforme orientações específicas de cada modelo, durante todo o tempo em que estiver exposto a ruído, colocando-o (s) sempre antes de entrar e retirando-o (s) apenas após sair de locais ruidosos. Fica o empregado ciente que de acordo com Norma Regulamentadora 6 7.1, aprovada pela portaria nº do Ministério do Trabalho, é sua obrigação com relação aos EPI s fornecidos pela empresa: 1. Usá-lo (s) apenas para finalidade que se destina, 2. Responsabilizar-se por sua guarda e proteção, 3. Comunicar à empregadora qualquer alteração que o torne impróprio para uso. Fica também estabelecido que de nenhuma maneira o empregado poderá estar em seu posto de trabalho sem o (s) protetor (es) auditivo (s) indicado (s) e que havendo qualquer queixa quanto ao seu uso, o mesmo deverá se encaminhar imediatamente para avaliação do SERVIÇO DE MEDICINA DO TRABALHO, para que seja avaliada a queixa e tomadas as devidas providências. O empregado só poderá se isentar temporariamente das orientações que deve seguir ou do uso do EPI indicado acima, caso haja Prescrição Clínico-Ocupacional do SERVIÇO DE MEDICINA DO TRABALHO que o justifique. Neste caso, o empregado deverá notificar seu líder direto e ao técnico de segurança de trabalho responsável, devendo portar em seu setor de trabalho a prescrição que o abone, durante o período previsto para trabalho sem o (s) protetor (es) auditivo (s). Empregado Médico do Trabalho / Fonoaudiólogo. Manaus,, de

46 Ficha de recebimento e Controle de Equipamentos de Proteção Individual (E.P.I.) MODELO 02. NOME DO FUNCIONÁRIO ALFA FUNÇÃO SEÇÃO UNIDADE DECLARO TER RECEBIDO O (S) MATERIAL (IS) RELACIONADO (S), PARA USO EXCLUSIVO NO DESEMPENHO DAS TAREFAS QUE ME FOREM ATRIBUÍDAS. DECLARO, ESTAR CIENTE DAS NORMAS DE UTILIZAÇÃO, LIMPEZA, CONSERVAÇÃO, GUARDA E REEMBOLSO, POR EXTRAVIO OU MAU USO DESSE (S) MATERIAL (IS). ASSINATURA DO FUNCIONÁRIO DATA DATA QUANT. DESCRIÇÃO DO E.P.I. ASSINATURA FEQ

47 MODELO DE FICHA DE ACOMPANHAMENTO PESSOAL AUDIOMETRIA TONAL- MODELO

48 RESPONSÁVEIS TÉCNICOS PELO PROGRAMA DE CONTROLE AUDITIVO () Romilda Alves Guerreiro CRFa AM Responsável Técnica do Setor de Fonoaudiologia Dr. José Virgílio C. de Castro Médico do Trabalho CRM 604 AM RESPONSÁVEL PELA EXECUÇÃO DO PROGRAMA DE CONTROLE AUDITIVO () MANAUS JANEIRO

49 ANEXO AUDIOMETRIAS

50

51

52

53

54

55

56

57

58

59

60 Serviço de Serviço Assessoria de Assessoria em Segurança em Segurança e Medicina e do Medicina do - PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA - INDUSTRIA E. CNPJ / ITENS Anexo - Cronograma de Melhorias CRONOGRAMA DE MELHORIAS 2015 JAN FEV MAR ABR MAIO JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ Data: 26/01/ Gestão de Controle coletivo: Audiometrias: Admissionais, Períodicos, Retorno ao trabalho, Demissionais. 2- Realizar medidas que previnam a liberação ou disseminação do agente físico RUÌDO no ambiente de trabalho, tal como: Enclausuramentos de máquinas em equipamentos de grande porte. 3- Gestão de Equipamentos de Proteção: Disponibilizar Equipamentos de Proteção Individual EPIs, adequados aos riscos( sugestões de protetores auditivos estarão em anexo a este ), assim como realizar inspeção diária, conforme NR 06. Apesentação de palestra pelo fonaoudiologo. JAN 4- Gestão de conhecimento: Treinamento dos trabalhadores sobre medidas de controle coletiva e uso de EPIs, para prevenção de Perdas Auditivas Ocupacionais. Tanto atraves de Campanhas quanto de programas de duraçao permanente. 5- Renovação do. Realizar avaliação anual do Programa de Conservação Auditivo. Obs: - Cabe a empresa informar as possíveis datas de implantação das melhorias sugeridas neste Cronograma de Ação e melhorias, e promover melhorias contínuas em seu processo, com objetivo: De preservação da saúde e integridade dos trabalhadores (NR 09 ítem 9.1.1) Programado Realizado Responsável Responsável pela empresa

61 RESPONSÁVEIS TÉCNICOS PELO PROGRAMA DE CONTROLE AUDITIVO () Romilda Alves Guerreiro CRFa AM Responsável Técnica do Setor de Fonoaudiologia Dr. José Virgílio C. de Castro Médico do Trabalho CRM 604 AM RESPONSÁVEL PELA EXECUÇÃO DO PROGRAMA DE CONTROLE AUDITIVO () MANAUS JANEIRO

3 Dados Técnicos Página 1 de 6 Protetor Auditivo Tipo Abafador Modelo 1435

3 Dados Técnicos Página 1 de 6 Protetor Auditivo Tipo Abafador Modelo 1435 3 Dados Técnicos Página 1 de 6 Protetor Auditivo Tipo Abafador Modelo 1435 C.A.: 7442 DESCRIÇÃO E APLICAÇÕES DO PRODUTO Protetor auditivo tipo circum-auricular constituído por 2 conchas em plástico ABS,

Leia mais

Externas: A principal norma brasileira que regulamenta os dispositivos sobre EPI é a NR 06, do MTE. Internas: Existe, na Panasonic, uma I.A.

Externas: A principal norma brasileira que regulamenta os dispositivos sobre EPI é a NR 06, do MTE. Internas: Existe, na Panasonic, uma I.A. Introdução Por que você está aqui? Legislação Modo de usar Conclusão Por que você está aqui? Em inspeções rotineiras de segurança, vários funcionários apresentaram dúvidas relativas aos EPI s utilizados

Leia mais

3 Dados Técnicos Página 1 de 6 Protetores Auditivos com Haste Modelo 1310

3 Dados Técnicos Página 1 de 6 Protetores Auditivos com Haste Modelo 1310 3 Dados Técnicos Página 1 de 6 Protetores Auditivos com Haste Modelo 1310 C.A.: 8670 DESCRIÇÃO E APLICAÇÕES DO PRODUTO Protetor auditivo do tipo capa de canal, de espuma com haste. A haste é confeccionada

Leia mais

Abafadores comodidade e melhor ajuste versatilidade conforto aceitação pelos usuários melhor melhor ajuste e proteção ajuste e proteção

Abafadores comodidade e melhor ajuste versatilidade conforto aceitação pelos usuários melhor melhor ajuste e proteção ajuste e proteção Proteção Auditiva Protetores Auditivos de Inserção 1100 Protetor Auditivo de Inserção de Espuma - moldável Nível de redução de ruído (NRR) de 29 db Superfície lisa, que evita acúmulo de poeiras higiênico

Leia mais

PROTETORES AUDITIVOS TIPO ABAFADOR H9A-02 E H9P3E-02

PROTETORES AUDITIVOS TIPO ABAFADOR H9A-02 E H9P3E-02 PROTETORES AUDITIVOS TIPO ABAFADOR E H9P3E-02 DESCRIÇÃO E APLICAÇÕES DO PRODUTO Protetores auditivos tipo circum-auriculares constituídos por: - 2 conchas em plástico ABS de cor azul, resistentes a choques

Leia mais

Protetor Tipo Concha c/ Haste Sobre a Cabeça. Protetor Tipo Concha c/ Haste Atrás da Cabeça

Protetor Tipo Concha c/ Haste Sobre a Cabeça. Protetor Tipo Concha c/ Haste Atrás da Cabeça PROTETORES AUDITIVOS TIPO ABAFADOR H7A, H7B E H7P3E DESCRIÇÃO E APLICAÇÕES DO PRODUTO Protetores auditivos tipo circum-auriculares constituídos por: - 2 conchas em plástico ABS de cor verde escura, resistentes

Leia mais

PROTETORES AUDITIVOS MODELOS 1260, 1270 E 1271 C.A. 9584

PROTETORES AUDITIVOS MODELOS 1260, 1270 E 1271 C.A. 9584 Página 1 de 5 3 PROTETORES AUDITIVOS MODELOS 1260, 1270 E 1271 C.A. 9584 Dados Técnicos Fevereiro/04 DESCRIÇÃO E APLICAÇÕES DO PRODUTO Protetor auditivo pré-moldado, do tipo inserção, no formato cônico

Leia mais

Procedimentos de avaliação audiológica conforme Portaria 19 de 09 de abril de 1998 do Ministério do Trabalho e Emprego.

Procedimentos de avaliação audiológica conforme Portaria 19 de 09 de abril de 1998 do Ministério do Trabalho e Emprego. PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA Procedimentos de avaliação audiológica conforme Portaria 19 de 09 de abril de 1998 do Ministério do Trabalho e Emprego. Diretrizes e Parâmetros Mínimos para Avaliação e

Leia mais

DDS - PAIR Perda Auditiva Induzida pelo Ruído

DDS - PAIR Perda Auditiva Induzida pelo Ruído DDS - PAIR Perda Auditiva Induzida pelo Ruído Perda auditiva induzida por ruído (PAIR) / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Brasília :

Leia mais

PROTETORES AUDITIVOS TIPO ABAFADOR H9A E H9P3E

PROTETORES AUDITIVOS TIPO ABAFADOR H9A E H9P3E PROTETORES AUDITIVOS TIPO ABAFADOR H9A E DESCRIÇÃO E APLICAÇÕES DO PRODUTO Protetores auditivos tipo circum-auriculares constituídos por: - 2 conchas em plástico ABS de cor amarela, resistentes a choques

Leia mais

PROTETORES AUDITIVOS TIPO ABAFADOR H6A, H6B, H6F E H6P3E

PROTETORES AUDITIVOS TIPO ABAFADOR H6A, H6B, H6F E H6P3E PROTETORES AUDITIVOS TIPO ABAFADOR H6A, H6B, H6F E H6P3E DESCRIÇÃO E APLICAÇÕES DO PRODUTO Protetores auditivos tipo circum-auriculares constituídos por: - 2 conchas em plástico ABS de cor bege, resistentes

Leia mais

PROTETORES AUDITIVOS TIPO ABAFADOR H10A, H10B E H10P3E

PROTETORES AUDITIVOS TIPO ABAFADOR H10A, H10B E H10P3E PROTETORES AUDITIVOS TIPO ABAFADOR H10A, H10B E H10P3E DESCRIÇÃO E APLICAÇÕES DO PRODUTO Protetores auditivos tipo circum-auriculares constituídos por: - 2 conchas em plástico ABS de cor preta e vermelha,

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES PROTETOR AURICULAR DE COPOLÍMERO CA

MANUAL DE INSTRUÇÕES PROTETOR AURICULAR DE COPOLÍMERO CA 2017 PROTEÇÃO E SAÚDE PARA OS OUVIDOS MANUAL DE INSTRUÇÕES PROTETOR AURICULAR DE COPOLÍMERO CA. 18.190 FREITAS EPI S E.V. DE FREITAS PROTETORES AUDITIVOS LTDA -ME 0 DESCRIÇÃO COMPLETA DO EPI Protetor auditivo

Leia mais

PROTETORES AUDITIVOS MODELOS POMP PMG C.A. 2271

PROTETORES AUDITIVOS MODELOS POMP PMG C.A. 2271 Página 1 de 5 PROTETORES AUDITIVOS MODELOS POMP PMG C.A. 2271 Dados Técnicos Março/08 DESCRIÇÃO E APLICAÇÕES DO PRODUTO Protetor auditivo do tipo inserção pré-moldado, confeccionado em silicone, no formato

Leia mais

Comunicadores Modelo 3M Peltor Headset (Ground Mechanics)

Comunicadores Modelo 3M Peltor Headset (Ground Mechanics) Comunicadores Modelo 3M Peltor Headset (Ground Mechanics) DESCRIÇÃO Protetores auditivos tipo circum-auriculares acopláveis a rádios comunicadores de aeronaves, constituídos por: - 1 par de conchas em

Leia mais

PROTETORES AUDITIVOS TIPO ABAFADOR PELTOR X

PROTETORES AUDITIVOS TIPO ABAFADOR PELTOR X PROTETORES AUDITIVOS TIPO ABAFADOR PELTOR X DESCRIÇÃO: Descrição dos Modelos: Modelos Haste A: X1A, X2A, X3A, X4A e X5A Modelos Acoplados ao Capacete: X1P3E, X2P3E, X3P3E, X4P3E e X5P3E Os abafadores 3M

Leia mais

FORMULÁRIO PARA APLICAÇÃO DO PROTOCOLO SALDANHA PARA AUDITORIA DO PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA

FORMULÁRIO PARA APLICAÇÃO DO PROTOCOLO SALDANHA PARA AUDITORIA DO PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA FORMULÁRIO PARA APLICAÇÃO DO PROTOCOLO SALDANHA PARA AUDITORIA DO PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA Autor: Odilon Machado de Saldanha Júnior Auditor(es): Empresa: Rua Fausto Alvim, 65 Calafate Belo Horizonte/MG

Leia mais

Comunicadores Modelo 3M Peltor Headset

Comunicadores Modelo 3M Peltor Headset Comunicadores Modelo 3M Peltor Headset DESCRIÇÃO Protetores auditivos tipo circum-auriculares acopláveis a rádios comunicadores, constituídos por: - 1 par de conchas em plástico ABS. - 1 par de almofadas

Leia mais

Perda de audição pode gerar indenização por acidente de trabalho. por Kendra Chihaya Qua, 11 de Janeiro de :44

Perda de audição pode gerar indenização por acidente de trabalho. por Kendra Chihaya Qua, 11 de Janeiro de :44 Além do benefício da previdência, o empregado pode requer uma indenização da empresa pelo dano à sua saúde, em razão dela não ter cumprido rigorosamente as normas de saúde e segurança do trabalho No Brasil

Leia mais

A Implantação de Programas de Prevenção de Saúde e Segurança do Trabalho. Engª Jane Belém e Drª Gilda Maria

A Implantação de Programas de Prevenção de Saúde e Segurança do Trabalho. Engª Jane Belém e Drª Gilda Maria A Implantação de Programas de Prevenção de Saúde e Segurança do Trabalho Engª Jane Belém e Drª Gilda Maria Agentes Físicos Conceito - São diversas formas de energia a que possam estar expostos os trabalhadores,

Leia mais

SEG72 - SEGURANÇA DO TRABALHO. Professor: Gleison Renan Inácio Tecnólogo Mecatônica

SEG72 - SEGURANÇA DO TRABALHO. Professor: Gleison Renan Inácio Tecnólogo Mecatônica SEG72 - SEGURANÇA DO TRABALHO Professor: Gleison Renan Inácio [email protected] Curso: Tecnólogo Mecatônica - Aula 02 NR 6 EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL NR 15 ATIVIDADES E OPERAÇÕES INSALUBRES

Leia mais

Comunicadores Modelo 3M Peltor Headset Intrinsecamente Seguro INMETRO: NCC X

Comunicadores Modelo 3M Peltor Headset Intrinsecamente Seguro INMETRO: NCC X Comunicadores Modelo 3M Peltor Headset Intrinsecamente Seguro INMETRO: NCC 12.0732X DESCRIÇÃO Protetores auditivos tipo circum-auriculares acopláveis a rádios comunicadores, constituídos por: - 1 par de

Leia mais

Programa de Redução do Ruído Ambiental e Proteção Auditiva

Programa de Redução do Ruído Ambiental e Proteção Auditiva 88 Capítulo 11 Programa de Redução do Ruído Ambiental e Proteção Auditiva Este capítulo tem como objetivo ser um guia técnico de análise dos problemas de ruído em um ambiente de trabalho, e as principais

Leia mais

FORMULÁRIO PARA APLICAÇÃO DO PROTOCOLO SALDANHA PARA AUDITORIA DO PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA

FORMULÁRIO PARA APLICAÇÃO DO PROTOCOLO SALDANHA PARA AUDITORIA DO PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA FORMULÁRIO PARA APLICAÇÃO DO PROTOCOLO SALDANHA PARA AUDITORIA DO PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA Autor: Odilon Machado de Saldanha Júnior Auditor(es): Empresa: Rua Fausto Alvim, 65 Calafate Belo Horizonte/MG

Leia mais

Riscos ambientais empresariais. 4.1 Programa de prevenção de acidentes (PPRA)

Riscos ambientais empresariais. 4.1 Programa de prevenção de acidentes (PPRA) Capítulo 4 Riscos ambientais empresariais Segundo o artigo 9.1.5 da Portaria n 25, de 29.12.94, do Secretário de Segurança e Saúde no Trabalho, considera-se riscos ambientais os agentes físicos, químicos

Leia mais

As projeções de dose devem levam em consideração o tempo de permanência dos clientes e a jornada de trabalho no local.

As projeções de dose devem levam em consideração o tempo de permanência dos clientes e a jornada de trabalho no local. APRESENTAÇÃO Este trabalho foi realizado em meados de 1996 quando na oportunidade realizou-se três medições em boates no Município do Rio de Janeiro. Tive como colaborador dos trabalhos o Engenheiro e

Leia mais

CATÁLOGO DE EPI S. Tel: (11) Rua Potengi, 1225 Jd. Rio das Pedras Cotia/SP

CATÁLOGO DE EPI S.  Tel: (11) Rua Potengi, 1225 Jd. Rio das Pedras Cotia/SP CATÁLOGO DE EPI S www.mssegmed.com.br Tel: (11) 2851-9391 ua Potengi, 1225 Jd. io das Pedras Cotia/SP Proteção Auditiva Kit Protetores de Inserção 4 Não acompanha capacete Não acompanha capacete Não acompanha

Leia mais

NR 7 PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL. 29 de dezembro de 1994

NR 7 PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL. 29 de dezembro de 1994 NR 7 PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL 29 de dezembro de 1994 Objetivo Estabelece a obrigatoriedade de elaboração e implementação, por parte de todos os empregadores e instituições que admitam

Leia mais

PEDROSA DISTRIBUIDORA LTDA

PEDROSA DISTRIBUIDORA LTDA PEDROSA DISTRIBUIDORA LTDA Elaboração: Reginaldo Beserra Alves Engº de Seg. do Trabalho CREA 5.907 D/PB Outubro / 2012 Manaus Amazonas 1 de 20 IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA Razão Social: PEDROSA DISTRIBUIDORA

Leia mais

ÍNDICE DE REVISÕES DESCRIÇÃO E/OU FOLHAS ATINGIDAS

ÍNDICE DE REVISÕES DESCRIÇÃO E/OU FOLHAS ATINGIDAS ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA CLIENTE: PROGRAMA: Nº: - ET-0000.00-434-980-PPM-028 : - - 1 SMES ÁREA: - - REV. ÍNDICE DE REVISÕES DESCRIÇÃO E/OU S ATINGIDAS 0 Especificação Inicial REV. 0 REV. A REV. B REV. C REV.

Leia mais

Tema - Programas de Saúde Ocupacional Obrigatórios

Tema - Programas de Saúde Ocupacional Obrigatórios Tema - Programas de Saúde Ocupacional Obrigatórios Curso Disciplina Tema Professora Enfermagem do Trabalho Atenção à Saúde do Trabalhador Programas de Saúde Ocupacional Obrigatórios Marcia Valeria Azevedo

Leia mais

Norma Regulamentadora 07. Matéria: Saúde e Segurança no Trabalho/Benefício e Assist. Social Professora: Debora Miceli Versão: 2.

Norma Regulamentadora 07. Matéria: Saúde e Segurança no Trabalho/Benefício e Assist. Social Professora: Debora Miceli Versão: 2. Norma Regulamentadora 07 Matéria: Saúde e Segurança no Trabalho/Benefício e Assist. Social Professora: Debora Miceli Versão: 2.0 - dez/15 Informação Este material foi elaborado com base na Norma Regulamentadora

Leia mais

SECRETARIA DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Portaria nº 19, de 9 de abril de 1998

SECRETARIA DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Portaria nº 19, de 9 de abril de 1998 1 SECRETARIA DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Portaria nº 19, de 9 de abril de 1998 O SECRETÁRIO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO, no uso de suas atribuições legais e considerando o disposto no artigo

Leia mais

Comunicadores Modelo 3M Peltor Headset Dependente de Ruído (Level Dependent) Tactical XP

Comunicadores Modelo 3M Peltor Headset Dependente de Ruído (Level Dependent) Tactical XP Comunicadores Modelo 3M Peltor Headset Dependente de Ruído (Level Dependent) Tactical XP DESCRIÇÃO Protetores auditivos tipo circum-auriculares acopláveis a rádios comunicadores e com atenuação dependente

Leia mais

PORTARIA APROVA O ANEXO 1 (VIBRAÇÃO) DA NR 9 E ALTERA O ANEXO 8 (VIBRAÇÃO) DA NR 15 Portaria MTE nº 1.297, de 13 de agosto de 2014

PORTARIA APROVA O ANEXO 1 (VIBRAÇÃO) DA NR 9 E ALTERA O ANEXO 8 (VIBRAÇÃO) DA NR 15 Portaria MTE nº 1.297, de 13 de agosto de 2014 Data do boletim informativo Volume 1, Edição 1 Di Informativo 23/2014 PORTARIA APROVA O ANEXO 1 (VIBRAÇÃO) DA NR 9 E ALTERA O ANEXO 8 (VIBRAÇÃO) DA NR 15 Portaria MTE nº 1.297, de 13 de agosto de 2014

Leia mais

NR 7 - PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL

NR 7 - PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL NR 7 - PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL Publicação D.O.U. Portaria GM n.º 3.214, de 08 de junho de 1978 06/07/78 Alterações/Atualizações D.O.U. Portaria SSMT n.º 12, de 06 de junho de 1983

Leia mais

Posicionamento Consultoria De Segmentos Norma Regulamentadora Nº 9 - Descrição das medidas de controles já existentes

Posicionamento Consultoria De Segmentos Norma Regulamentadora Nº 9 - Descrição das medidas de controles já existentes Norma Regulamentadora Nº 9 - Descrição das medidas de controles já existentes 04/04/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação...

Leia mais

PPF1. PFF: Peça Facial Filtrante, formato dobravel, sem válvula de exalação, também compatível com o uso simultâneo de outros EPI's.

PPF1. PFF: Peça Facial Filtrante, formato dobravel, sem válvula de exalação, também compatível com o uso simultâneo de outros EPI's. PPF1 Respirador Descartável PFF1 S/ Válvula CA 27.404 Código 1001 Utilização: Poeiras e Névoas Indicação: Proteção das vias respiratórias, podemos recomendar o respirador PFF1 para proteção contra poeiras

Leia mais

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL MANOEL GUEDES Escola Técnica Dr. Gualter Nunes Habilitação Profissional de Técnico em Farmácia. Prevenção e Segurança no Trabalho

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL MANOEL GUEDES Escola Técnica Dr. Gualter Nunes Habilitação Profissional de Técnico em Farmácia. Prevenção e Segurança no Trabalho EPC e EPI Medidas de Proteção EPI Equipamentos de Proteção Individual EPC Equipamentos de Proteção Coletiva 1 São aqueles que neutralizam a fonte do risco no lugar em que ele se manifesta. É todo dispositivo,

Leia mais

Parceria. Visite nossos sites!

Parceria. Visite nossos sites! Parceria http://www.as-solucoes.com.br http://www.allservice.com.br Visite nossos sites! Parceria AS x All Service Visando as alterações de mercado, verificamos a necessidade de muitos clientes que não

Leia mais

Instituto Superior de Tecnologia de Paracambi NR- 6 EPI. Curso:Tecnólogo em Gestão Ambiental Professora: Raquel Simas Pereira Teixeira

Instituto Superior de Tecnologia de Paracambi NR- 6 EPI. Curso:Tecnólogo em Gestão Ambiental Professora: Raquel Simas Pereira Teixeira Instituto Superior de Tecnologia de Paracambi NR- 6 EPI Curso:Tecnólogo em Gestão Ambiental Professora: Raquel Simas Pereira Teixeira NR-6: EPI De acordo com a NR-6 da Portaria nº 3214 de 8 de junho de

Leia mais

SEGURANÇA PARA TERCEIROS

SEGURANÇA PARA TERCEIROS 1 de 8 PROTOCOLO Data de Emissão: Histórico de revisão e Versões Data Versão/Revisões Descrição Autor 1.00 Proposta inicial J.S.C 1 Objetivo Este protocolo fixa os requisitos a serem observados quando

Leia mais

Faculdade de Ciências Humanas de Olinda. Acadêmica de Enfermagem: Laicy Albuquerque

Faculdade de Ciências Humanas de Olinda. Acadêmica de Enfermagem: Laicy Albuquerque Faculdade de Ciências Humanas de Olinda Acadêmica de Enfermagem: Laicy Albuquerque Perda Auditiva Induzida pelo Ruído - PAIR Hoje Iremos abordar um tema muito importante, o ruído ocupacional, ou seja o

Leia mais

Manual Emissão do PPP

Manual Emissão do PPP 1 Manual Emissão do PPP Empresa: Participante: Data: Os produtos da CGI Informática tem todos os direitos reservados. Os direitos autorais deste manual pertencem a empresa, que reserva-se o direito de

Leia mais

CURSO SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO. Pericia de Engenharia de Segurança

CURSO SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO. Pericia de Engenharia de Segurança CURSO SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO Pericia de Engenharia de Segurança Conteúdo programático Como emitir um relatório pericial? Como emitir um LTCAT? COMO EMITIR UM RELATÓRIO PERICIAL? Para emissão

Leia mais

LISTA DE EXERCÌCIOS 1

LISTA DE EXERCÌCIOS 1 Faculdade Anhanguera de Guarulhos Rua do Rosário, 300, Centro - Guarulhos SP. Data: / / 2014 Nota: Nome RA Assinatura Ergonomia e Segurança do Trabalho José Jorge Alcoforado Curso/Turma Disciplina Professor

Leia mais

NR 3 EMBARGO OU INTERDIÇÃO. Portaria de 08 de junho de 1978

NR 3 EMBARGO OU INTERDIÇÃO. Portaria de 08 de junho de 1978 NR 3 EMBARGO OU INTERDIÇÃO Portaria 3.214 de 08 de junho de 1978 A Norma Regulamentadora 3, cujo título é Embargo ou Interdição, estabelece as situações em que as empresas se sujeitam a sofrer paralisação

Leia mais

INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE

INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE INSALUBRIDADE E PERICULOSIDADE SUMÁRIO 1. Conceitos...3 2. Embasamento legal e agentes...4 3. Equipamentos de Proteção Individual...8 4. Normas Regulamentadoras...9 5. Sinopse...10 2 1. CONCEITOS ADICIONAL

Leia mais

(Semana Interna de Prevenção de Acidente de Trabalho) Treinamento: EPIs. (Equipamentos de Proteção Individual)

(Semana Interna de Prevenção de Acidente de Trabalho) Treinamento: EPIs. (Equipamentos de Proteção Individual) (Semana Interna de Prevenção de Acidente de Trabalho) Treinamento: EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) O que são EPIs? EPI é todo dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo trabalhador,

Leia mais

PCMSO - PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL. Prof.ª Rosana Abbud

PCMSO - PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL. Prof.ª Rosana Abbud PCMSO - PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL Prof.ª Rosana Abbud Do Objeto A NR 07estabelece a obrigatoriedade de elaboração e implementação, por parte de todos os empregadores e instituições

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES DO DECIBELÍMETRO MODELO DL-4020

MANUAL DE INSTRUÇÕES DO DECIBELÍMETRO MODELO DL-4020 MANUAL DE INSTRUÇÕES DO DECIBELÍMETRO MODELO DL-4020 Leia atentamente as instruções contidas neste manual antes de iniciar o uso do instrumento ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO...1 2. REGRAS DE SEGURANÇA...1 3. ESPECIFICAÇÕES...2

Leia mais

AVALIAÇÃO GLOBAL DO PPRA

AVALIAÇÃO GLOBAL DO PPRA AVALIAÇÃO GLOBAL DO VIGÊNCIA: NOVEMBRO DE 2015 à NOVEMBRO DE 2016. Empresa: P.M.F TRANSPORTES ESPECIAIS LTDA. Responsável Técnico: REGINALDO BESERRA ALVES Engº Segurança no Trabalho CREA 5907-D/ PB Avaliação

Leia mais

SEG72 - SEGURANÇA DO TRABALHO. Professor: Gleison Renan Inácio Curso: Tecnólogo Mecatrônica

SEG72 - SEGURANÇA DO TRABALHO. Professor: Gleison Renan Inácio Curso: Tecnólogo Mecatrônica SEG72 - SEGURANÇA DO TRABALHO Professor: Gleison Renan Inácio [email protected] Curso: Tecnólogo Mecatrônica NR-4 - SERVIÇOS - Aula ESPECIALIZADOS 02 EM ENGENHARIA DE SEGURANÇA E EM MEDICINA DO

Leia mais

AVALIAÇÃO DO RUÍDO NO SETOR DE MANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃO DA FEIS

AVALIAÇÃO DO RUÍDO NO SETOR DE MANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃO DA FEIS AVALIAÇÃO DO RUÍDO NO SETOR DE MANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃO DA FEIS 1. INTRODUÇÃO O presente trabalho foi realizado visando apurar níveis de ruídos no Setor de Manutenção e Conservação da FEIS. As queixas

Leia mais

Não Conformidade, Ação Corretiva e Ação Preventiva

Não Conformidade, Ação Corretiva e Ação Preventiva 1. HISTÓRICO DE REVISÕES Revisão: 02 Página 1 de 6 DATA REVISÃO RESUMO DE ALTERAÇÕES 20/08/2013 00 Emissão inicial 21/08/2014 01 03/12/2015 02 Definição mais clara da sistemática de tratativa de cargas

Leia mais

PPRA: Equívocos Comuns na Elaboração

PPRA: Equívocos Comuns na Elaboração XXXI Jornada Paranaense de Saúde Ocupacional, IV Congresso Paranaense de Medicina do Trabalho II Encontro Iberoamericano II Simpósio Paranaense de Higiene Ocupacional PPRA: Equívocos Comuns na Elaboração

Leia mais

Informação para impressão e dobras Folha A5 - Frente Pág. 4

Informação para impressão e dobras Folha A5 - Frente Pág. 4 INSTRUÇÕES PARA IMPRESSÃO GRÁFICA - Esse guia quando aberto possui o formato A5 (210 x 148mm) - Possui 4 paginas de informação no formato A6 (105 x 148mm) - Após a impressão fazer duas dobras: ( 1 horizontal

Leia mais

ERGONOMIA e Saúde do Trabalhador nos Ambientes de Atenção à Saúde

ERGONOMIA e Saúde do Trabalhador nos Ambientes de Atenção à Saúde Curso: Gestão Hospitalar Disciplina: Arquitetura Hospitalar ERGONOMIA e Saúde do Trabalhador nos Ambientes de Atenção à Saúde Professora Ma. Tainá Menezes Belém/PA 2016 ERGONOMIA: Estudo entre homem e

Leia mais

CALIBRADOR DE NÍVEL SONORO MSL-1326

CALIBRADOR DE NÍVEL SONORO MSL-1326 CALIBRADOR DE NÍVEL SONORO MSL-1326 MANUAL DE INSTRUÇÕES ÍNDICE 1. INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA... 02 1.1 Condições Ambientais... 02 1.2 Simbolos de Segurança... 02 2. DESCRIÇÃO... 02 2.1 Características...

Leia mais

Informativos. EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL- EPIs

Informativos. EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL- EPIs Informativos EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL- EPIs São todos os dispositivos de uso individual destinados a proteger a integridade física e saúde do trabalhador Obrigações da Empresa quanto aos EPIs:

Leia mais

Quem Somos A AS Soluções Empresa certificada ISO 9001:2008.

Quem Somos A AS Soluções Empresa certificada ISO 9001:2008. (11)2020-8066 1 Quem Somos A AS Soluções é uma empresa prevencionista distribuidora de EPIs para Indústrias, Construção Civil, Usinas, Hospitais e todas as empresas que buscam preservar a saúde do seu

Leia mais

COMO ESCREVER UM MANUAL DE INSTRUÇÕES CONFORME A NR 12:

COMO ESCREVER UM MANUAL DE INSTRUÇÕES CONFORME A NR 12: COMO ESCREVER UM MANUAL DE INSTRUÇÕES CONFORME A NR 12: Com a publicação do texto revisado da Norma Regulamentadora 12, em Dezembro de 2010 pela Portaria SIT 197 do Ministério do Trabalho e Emprego, surgiram

Leia mais

HIGIENE E SEGURANÇA NO TRABALHO

HIGIENE E SEGURANÇA NO TRABALHO Higiene e Segurança no Trabalho Capítulo IV EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (NR-6), D.Sc. 1/29 Equipamento de Proteção Individual (EPI) 6.1 Para os fins de aplicação desta Norma Regulamentadora NR,

Leia mais

Origem das informações para emissão do PPP.

Origem das informações para emissão do PPP. Origem das informações para emissão do PPP. I Seção de dados administrativos. 1 CNPJ Dados da empresa SIGAMAT 2 - Nome Empresarial Dados da empresa SIGAMAT 3 CNAE Dados da empresa SIGAMAT 4 Nome do Trabalhador

Leia mais

Programa obrigatório em qualquer empresa que possua funcionários regidos pela CLT, independente da quantidade. Deve ser coordenado por Médico com

Programa obrigatório em qualquer empresa que possua funcionários regidos pela CLT, independente da quantidade. Deve ser coordenado por Médico com Saúde e Segurança no Trabalho Gestão de Segurança na Construção Civil e Seus Pontos Positivos PCMSO Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional O que é? Programa obrigatório em qualquer empresa que

Leia mais

Professor: Joaquim Estevam de Araújo Neto Fone: (95) Protegido pela Lei nº 9.610/98 - Lei de Direitos Autorais

Professor: Joaquim Estevam de Araújo Neto Fone: (95) Protegido pela Lei nº 9.610/98 - Lei de Direitos Autorais Professor: Joaquim Estevam de Araújo Neto Fone: (95) 99112-3636 - [email protected] Protegido pela Lei nº 9.610/98 - Lei de Direitos Autorais 1 DA SEGURANÇA E DA MEDICINA DO TRABALHO Art. 156 - Compete

Leia mais

NBR 10151/00 Avaliação de ruídos em áreas habitadas visando o conforto da comunidade

NBR 10151/00 Avaliação de ruídos em áreas habitadas visando o conforto da comunidade http://smmaspbh.vilabol.uol.com.br/10151.htm NBR 10151/00 Avaliação de ruídos em áreas habitadas visando o conforto da comunidade JUN 2000 NBR 10151 Acústica - Avaliação do ruído em áreas habitadas, visando

Leia mais

EXMO SR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA 1ª VARA DO TRABALHO DE CIDADE LINDA SC

EXMO SR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA 1ª VARA DO TRABALHO DE CIDADE LINDA SC EXMO SR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA 1ª VARA DO TRABALHO DE CIDADE LINDA SC RTOrd 0012345-67.2014.5.12.0009 Autor: Pedro Pedreiro Réu: B.F. Prestadora de Serviços LAUDO PERICIAL IDENTIFICAÇÃO I EMPRESA B.F.

Leia mais

OS DESAFIOS PARA A ELABORAÇÃO DO PPP E DO CONSTRUÇÃO

OS DESAFIOS PARA A ELABORAÇÃO DO PPP E DO CONSTRUÇÃO OS DESAFIOS PARA A ELABORAÇÃO DO PPP E DO LTCAT NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO P P P (PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO) E LTCAT (LAUDO TÉCNICO DE CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO) PPP E LTCAT FUNDAMENTAÇÃO

Leia mais

RUÍDO. Engº Marcelo Fontanella Webster

RUÍDO. Engº Marcelo Fontanella Webster RUÍDO Engº Marcelo Fontanella Webster DEFINIÇÕES: SOM - Fenômeno acústico que consiste na propagação de ondas sonoras produzidas por um corpo que vibra em meio material elástico. (especialmente o ar) RUÍDO

Leia mais

Normas. Proteção da cabeça:

Normas. Proteção da cabeça: Normas Proteção da cabeça: Norma EN397 - Capacetes de proteção para a indústria A norma EN 397, que diz respeito aos capacetes de proteção para a indústria, exige em termos de marcação as indicações seguintes:

Leia mais

Pilar: Empresa (Rotina)

Pilar: Empresa (Rotina) Resolução RDC nº 275, de 21 de outubro de 2002. ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária Pilar: Empresa (Rotina) 1. EDIFICAÇÃO E INSTALAÇÕES 1.10 INSTALAÇÕES SANITÁRIAS E VESTIÁRIOS PARA OS MANIPULADORES:

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DA DISTRIBUIÇÃO

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DA DISTRIBUIÇÃO EMD -.001 1/8 Fotos meramente ilustrativas, para aquisição EMD -.001 2/8 NTD CÓDIGO CEB-D DESCRIÇÃO 4.17 E 4.12 1 OBJETIVO 12095161 121162 Detetor de tensão por contato para baixa tensão BT para utilização

Leia mais

Manual de Instruções. Máquina de Costura Galoneira Industrial SM-500-5Z SM-500-Z SM-500 W500

Manual de Instruções. Máquina de Costura Galoneira Industrial SM-500-5Z SM-500-Z SM-500 W500 Manual de Instruções Máquina de Costura Galoneira Industrial Máquina de Costura Galoneira Industrial SM-500-5Z SM-500-Z SM-500 W500 1 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. A. LUBRIFICAÇÃO COM ÓLEO. B. LUBRIFICAÇÃO COM

Leia mais

Orientações Consultoria de Segmentos Obrigatoriedade de capacitação e autorização para trabalhos em altura e com eletricidade

Orientações Consultoria de Segmentos Obrigatoriedade de capacitação e autorização para trabalhos em altura e com eletricidade Orientações Consultoria de Segmentos trabalhos em altura e com eletricidade 08/05/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação... 3

Leia mais

CHECK-LIST TRABALHO EM ALTURA - NR 35

CHECK-LIST TRABALHO EM ALTURA - NR 35 CHECK-LIST TRABALHO EM ALTURA - NR 35 LOCAL: INSPETOR: RESPONSÁVEL PELO LOCAL: TELEFONES DE EMERGÊNCIA: DESCRIÇÃO DO SERVIÇO: DADOS DA INSPEÇÃO DATA: TELEFONE: TELEFONE: 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 Condições

Leia mais

PROCEDIMENTO DA QUALIDADE

PROCEDIMENTO DA QUALIDADE Pág.: 1 de 5 1. OBJETIVO Este procedimento tem por objetivo definir os critérios aplicáveis para calibração / verificação de equipamentos de medição utilizados na empresa, cujas medições impactam na qualidade

Leia mais

Segurança na Construção

Segurança na Construção UNIVERSIDADE DO ALGARVE ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA Segurança na Construção EPI Equipamentos de Protecção Individual EPI Equipamento de Protecção Individual (EPI) é a última barreira contra a lesão.

Leia mais

Qualidade, Meio Ambiente, Saúde e Segurança

Qualidade, Meio Ambiente, Saúde e Segurança Qualidade, Meio Ambiente, Saúde e Segurança Aula Norma NR 12 Eletromecânica Módulo 1 Professor: Sergio Luis Brockveld Junior Objetivo da aula Informar, formar e orientar Engenheiros e técnicos no que diz

Leia mais

Grupo MAHLE Brasil Data 01/08/08 Página 1/6 Nº Id. SSO Revisão 01

Grupo MAHLE Brasil Data 01/08/08 Página 1/6 Nº Id. SSO Revisão 01 Grupo MAHLE Brasil Data 01/08/08 Página 1/6 1. OBJETIVO 1.1 Assegurar que os trabalhos não rotineiros sejam executados com segurança. 1.2 Garantir a prévia coordenação / comunicação entre os empregados

Leia mais

ENGENHEIRO DE SEGURANÇA DO TRABALHO-Nível E Conhecimentos Específicos

ENGENHEIRO DE SEGURANÇA DO TRABALHO-Nível E Conhecimentos Específicos ENGENHEIRO DE SEGURANÇA DO TRABALHO-Nível E Conhecimentos Específicos Questão 21 A questão solicitada não se refere aos índices de frequência ou gravidade, mas sim às ações de vigilância da saúde do trabalhador.

Leia mais

MPT. Ministério Público do Trabalho RECONHECIMENTO, AVALIAÇÃO, PREVENÇÃO E CONTROLE DE RISCOS OCUPACIONAIS

MPT. Ministério Público do Trabalho RECONHECIMENTO, AVALIAÇÃO, PREVENÇÃO E CONTROLE DE RISCOS OCUPACIONAIS MPT Ministério Público do Trabalho RECONHECIMENTO, AVALIAÇÃO, PREVENÇÃO E CONTROLE DE RISCOS OCUPACIONAIS JULIANA BORTONCELLO FERREIRA Procuradora do Trabalho EXEMPLOS DE FATORES OCUPACIONAIS DE RISCO

Leia mais

Carlos Magno Pretti Dalapicola Membro da Câmara Técnica de Medicina - CFM

Carlos Magno Pretti Dalapicola Membro da Câmara Técnica de Medicina - CFM Carlos Magno Pretti Dalapicola Membro da Câmara Técnica de Medicina - CFM PCMSO NR 07 Exames ocupacionais - Admissional - Periódico - Retorno ao trabalho - Mudança de função - Demissional ASO ATESTADO

Leia mais

SÉRIE ISO SÉRIE ISO SÉRIE ISO GESTÃO AMBIENTAL E DA QUALIDADE GESTÃO AMBIENTAL E DA QUALIDADE SISTEMAS DE GESTÃO AMBIENTAL

SÉRIE ISO SÉRIE ISO SÉRIE ISO GESTÃO AMBIENTAL E DA QUALIDADE GESTÃO AMBIENTAL E DA QUALIDADE SISTEMAS DE GESTÃO AMBIENTAL 1993 - CRIAÇÃO DO COMITÊ TÉCNICO 207 (TC 207) DA ISO. NORMAS DA : ISO 14001 - SISTEMAS DE - ESPECIFICAÇÃO COM ORIENTAÇÃO PARA USO. ISO 14004 - SISTEMAS DE - DIRETRIZES GERAIS SOBRE PRINCÍPIOS, SISTEMAS

Leia mais

Baixa Pressão 5m.c.a Modelos: 15/20/25 Tubos

Baixa Pressão 5m.c.a Modelos: 15/20/25 Tubos Baixa Pressão 5m.c.a Modelos: 15/20/25 Tubos Página2 SUMÁRIO INFORMAÇÕES SOBRE O PRODUTO Coletor a Vácuo... 3 Indicações de segurança Cuidados especiais Principais vantagens do sistema solar a vácuo Especificações

Leia mais

EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. Autor: Nicolau Bello -

EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. Autor: Nicolau Bello - EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL Denominação dada a um equipamento ou conjunto de equipamentos, destinados a dar garantia a integridade física do trabalhador, através da redução do grau de exposição.

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO PARA MESA DE PASSADORIA THEOBOARD 03 CONFORME NORMAS DA NR-12

MANUAL DE INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO PARA MESA DE PASSADORIA THEOBOARD 03 CONFORME NORMAS DA NR-12 MANUAL DE INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO PARA MESA DE PASSADORIA THEOBOARD 03 CONFORME NORMAS DA NR-12 SINAIS DE ATENÇÃO! Atenção! Alta Voltagem 230/240V Atenção! Superfície quente! Vapor quente ou líquido. Atenção!

Leia mais

DL 441/91. Este diploma indica qual a prioridade da protecção colectiva sobre a individual:

DL 441/91. Este diploma indica qual a prioridade da protecção colectiva sobre a individual: UNIVERSIDADE DO ALGARVE INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA Segurança na Construção EPI Equipamentos de Protecção Individual DL 441/91 Este diploma indica qual a prioridade da protecção colectiva sobre a

Leia mais

01 - DADOS GERAIS DA EMPRESA 02 - NÚMERO DE TRABALHADORES (AS) DA EMPRESA. 03 EPI s EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL

01 - DADOS GERAIS DA EMPRESA 02 - NÚMERO DE TRABALHADORES (AS) DA EMPRESA. 03 EPI s EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL STICM DE - Avenida Mauro Mori, n.º 323, Centro - Goioerê/PR - CEP. 87.360-000 01 - DADOS GERAIS DA EMPRESA NOME: CNPJ: ENDEREÇO: MUNICÍPIO: CEP: FONE / FAX: PROPRIETÁRIO: ENCARREGADO: 02 - NÚMERO DE TRABALHADORES

Leia mais

Características Clínicas e Diagnóstico Diferencial das Perdas Auditivas Induzidas pelo Ruído

Características Clínicas e Diagnóstico Diferencial das Perdas Auditivas Induzidas pelo Ruído Características Clínicas e Diagnóstico Diferencial das Perdas Auditivas Induzidas pelo Ruído Perdas Auditivas por Exposição a Níveis Elevados de Pressão Sonora (NPSE) Relacionadas ao Trabalho Jorge da

Leia mais

RELATÓRIO DE AUDITORIA

RELATÓRIO DE AUDITORIA DATA DA AUDITORIA: 24 de abril 2015 AUDITOR: Carlos César Fiocchi Farmacêutico RG:15.726.026-4 CRF-SP: 14093 EMPRESA: Razão Social: Mader Comercial Importadora Química e Farmacêutica Ltda Nome Fantasia:

Leia mais

Curso de Especialização em Energias Renováveis 2017

Curso de Especialização em Energias Renováveis 2017 Curso de Especialização em Energias Renováveis 2017 Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional Profº Luiz Amilton Pepplow Departamento Acadêmico de Eletrotécnica - DAELT PCMSO Portaria n 3214 de

Leia mais

EQUIPAMENTOS E FERRAMENTAS DE TRABALHO (escolha, uso, conservação, verificação, ensaios).

EQUIPAMENTOS E FERRAMENTAS DE TRABALHO (escolha, uso, conservação, verificação, ensaios). EQUIPAMENTOS E FERRAMENTAS DE TRABALHO (escolha, uso, conservação, verificação, ensaios). 10.2 - MEDIDAS DE CONTROLE 10.2.4 Os estabelecimentos com carga instalada superior a 75 kw devem constituir e manter

Leia mais

ML-1600 SECADOR DE PAREDE

ML-1600 SECADOR DE PAREDE ML-1600 SECADOR DE PAREDE Antes de utilizar pela primeira vez o produto, leia as recomendações e instruções de uso. Delas dependem o perfeito funcionamento do produto e sua segurança, assim como a de terceiros.

Leia mais

PROPOSTA NR 10 SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS EM ELETRICIDADE

PROPOSTA NR 10 SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS EM ELETRICIDADE PROPOSTA NR 10 SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS EM ELETRICIDADE Texto base apresentado pelo MTE como proposta de atualização da Regulamentação Normativa atual em segurança e saúde no trabalho com atividades

Leia mais

Respiradores Reutilizáveis Honeywell

Respiradores Reutilizáveis Honeywell Início Conheça Opções Série 7600 Respiradores Reutilizáveis Honeywell P R O T E Ç Ã O R E S P I R AT Ó R I A Série 6500 OPTI-FIT Séries 7700/5500 Informações para realizar pedidos Conheça Opções Série

Leia mais