Diversidade Biológica e Filogenia
|
|
|
- Sara Duarte Prado
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Panorama histórico da classificação dos seres vivos e os grandes grupos dentro da proposta atual de classificação1 Sônia Godoy Bueno Carvalho Lopes Fanly Fungyi Chow Ho Daniel Lahr Paula Turrini 1.1 Introdução 1.2 A primeira fase da história da classificação: o mundo macroscópico 1.3 A segunda fase da história da classificação: do microscópio de luz até as ideias de evolução das espécies 1.4 A terceira fase da história da classificação: do microscópio eletrônico ao sistema de cinco Reinos 1.5 A quarta fase da história da classificação: biologia molecular e a proposta atual que será adotada na disciplina 1.6 Conclusão Referências Licenciatura em Ciências USP/ Univesp
2 Licenciatura em Ciências USP/Univesp Módulo Introdução Conhecer e entender a diversidade de vida sempre foi e ainda é um desafio enfrentado pelos pesquisadores, e a história da classificação dos seres vivos é um reflexo dessa complexa tarefa. Antes de analisarmos essa história, vamos primeiramente fazer a distinção entre alguns termos que, apesar de semelhantes, possuem significados bastante distintos. Um sistema de classificação tem por objetivo separar objetos em grupos, seguindo um parâmetro arbitrariamente estabelecido. O parâmetro utilizado na antiguidade, por exemplo, era o de movimento: se o organismo não se move, é planta; se o organismo se move, é animal (Figura 1.1). Nesse tipo de sistema de classificação, não se considera a evolução. Um sistema de classificação não tem como objetivo desvendar a história evolutiva de um grupo de organismos, uma vez que nem precisa reconhecer que houve evolução! O objetivo de um sistema de classificação é simplesmente separar os organismos em grupos distintos para facilitar seu estudo. Esta organização se dá em geral a partir de parâmetros um tanto quanto arbitrários. É por isso que vemos, durante a história da biologia, diversas mudanças em relação à classificação dos organismos, pois conforme nova informação é descoberta, novos parâmetros são utilizados para a classificação. Figura 1.1: Um sistema de classificação simples pode funcionar a partir de um único parâmetro. Neste exemplo, como os golfinhos têm a capacidade de movimentação, são classificados como animais. Sabemos hoje, no entanto, que a evolução atuou na diversificação dos organismos e que todos os organismos vivos estão relacionados entre si. Dessa maneira, uma fundamental e fascinante área de estudo da biologia procura desvendar como os organismos estão relacionados e em quais tempos as separações de linhagens ocorreram. Esta área de estudo é a sistemática filogenética. Como tenta desvendar eventos históricos que já ocorreram, o produto do estudo da sistemática são reconstruções filogenéticas, em geral representadas na forma de uma árvore filogenética. A representação em forma de árvore é um tanto quanto fácil de compreender, pois estamos bastante acostumados a ver árvores genealógicas de famílias. O conceito de árvore filogenética
3 18 Licenciatura em Ciências USP/Univesp Módulo 3 é bastante semelhante, no entanto, a escala é em tempos muito maiores milhares, dezenas de milhares e, em alguns casos, milhões de anos. Adicionalmente, existem algumas convenções quanto à representação gráfica em árvores filogenéticas que iremos detalhar em outras aulas. Ao tentar elucidar as relações evolutivas entre os grupos de organismos, as árvores resultantes podem ser utilizadas para gerar classificações que refletem os fenômenos evolutivos, classificações essas chamadas naturais, pois buscam refletir a organização natural das linhagens de organismos. A utilização de reconstruções filogenéticas para a construção de classificações é atualmente o método mais aceito. Porém, ao longo do tempo, muitos pesquisadores propuseram classificações artificiais, ou seja, classificações que não refletem padrões evolutivos, mas se baseiam em outros tipos de parâmetros arbitrários. Isso pode parecer a princípio um contrassenso, mas o argumento utilizado pelos proponentes de sistemas não naturais é que o objetivo primordial de uma classificação é ser útil ao ser humano. Nesse caso, uma classificação deve separar organismos de maneira a facilitar seu estudo. Segundo os proponentes desse tipo de classificação, ao seguir o padrão evolutivo, a classificação se tornaria, por vezes, demasiado complicada ou até mesmo contraintuitiva. Essa visão é pouco favorecida pela grande maioria dos pesquisadores, mas tem ganhado força nas últimas décadas. Agora é com você: Antes de começarmos nosso estudo, realize a atividade 1 online. 1.2 A primeira fase da história da classificação: o mundo macroscópico A primeira fase da classificação dos seres vivos começou na Antiguidade, com o filósofo grego Aristóteles ( a.c.), autor dos registros escritos mais antigos conhecidos sobre esse assunto e que datam do século 4 a.c. Nessa época, os naturalistas tinham ao seu dispor apenas os seres que conseguiam distinguir a olho nu, pois não havia microscópios e o universo conhecido dos seres vivos era formado apenas pelos seres macroscópicos. Por meio de suas observações, Aristóteles reconheceu características comuns entre certos organismos e concluiu que todos os seres vivos poderiam ser organizados em uma escala ou hierarquia, desde características mais 1 Panorama histórico da classificação dos seres vivos e os grandes grupos dentro da proposta atual de classificação
4 Licenciatura em Ciências USP/Univesp Módulo 3 19 simples até as mais complexas. Reconheceu a dicotomia entre dois grandes grupos: o das plantas, seres que não se movem, e o dos animais, que se movem. Ele dedicou atenção especial ao estudo dos animais, publicando o Historia animalium (História dos animais), e descreveu cerca de 500 tipos diferentes de animais que ele chamava de espécie. Agrupava espécies em categorias como Aves e Mamíferos. Foi o primeiro a dividir os animais em vertebrados e invertebrados e já na época considerava baleia e morcego como mamíferos. Propôs os fundamentos para a organização da biologia em morfologia, sistemática, fisiologia, embriologia e etologia. Estudos mais detalhados das plantas na época foram feitos por um discípulo de Aristóteles, o filósofo Teofrasto ( a.c.), que publicou dois importantes tratados em Botânica: Historia plantarum (História das plantas) e De causis plantarum (Sobre as causas das plantas). Teofrasto classificava os cerca de 500 tipos de plantas conhecidas com base no modo de crescimento (árvores, arbustos, subarbustos e ervas), presença ou não de espinhos e cultivo ou não pelo ser humano. Estudou as ervas medicinais, os tipos de madeira e seus usos. Essa primeira fase de classificação dos seres vivos em plantas e animais estendeu-se até mesmo depois da descoberta do microscópio de luz, quando um novo universo de seres vivos foi desvendado: os seres microscópicos. No entanto, o estudo desses micro-organismos acabou gerando a necessidade de novas classificações. 1.3 A segunda fase da história da classificação: do microscópio de luz até as ideias de evolução das espécies Essa fase começou por volta de 1665 e estendeu-se até cerca de 1940, portanto, por um período muito mais curto do que a primeira, que durou vários séculos. Apesar de curta, houve um grande avanço no estudo dos seres vivos. Em 1665, o cientista inglês Robert Hooke descreveu a célula a partir de cortes finos de cortiça observados ao microscópio de luz, mas foi com os trabalhos do holandês Antonie van Leeuwenhoek que o estudo dos micro-organismos teve um grande salto. Leeuwenhoek produzia seus próprios microscópios, tanto as lentes como as partes de metal. Ele incansavelmente polia pequenas esferas de vidro por dias a fio, até atingirem o balanço perfeito
5 20 Licenciatura em Ciências USP/Univesp Módulo 3 entre aumento e claridade, de maneira que conseguia atingir aumentos de até 300 vezes, muito além dos aumentos produzidos pelas principais companhias de lentes da época. Atualmente, seria o equivalente, por exemplo, a produzir a sua própria câmera digital com resolução de 50 megapixels! Leeuwenhoek fazia observações com amostras do dia a dia, como raspas de placa dos seus próprios dentes, gotas d água de chuva, vinagre etc. O mundo microscópico que encontrou era desconhecido da comunidade científica. Após fazer muitas observações, descrições e desenhos minuciosos, Leeuwenhoek (que não falava inglês) enviou uma carta com suas descobertas para a Sociedade Real de Figura 1.3: Uma das ilustrações feitas por Leeuwenhoek, descrevendo alguns dos organismos que havia observado. Note que, neste caso, todos se referem à bactérias e não a unicelulares eucariontes. Figura 1.2: Ilustração de modelo de microscópio desenvolvido por Leeuwenhoek, e modo de utilização do microscópio. Londres, que inicialmente não acreditou em seus relatos. A Sociedade enviou um cientista à Delft, na Holanda, para a residência de Leeuwenhoek, para comprovar que os organismos descritos por ele realmente existiam. Após a confirmação pelo enviado, a Sociedade resolveu publicar, em 1676, os animálculos de Leeuwenhoek para serem vistos pelo mundo todo. Hoje se sabe que entre os organismos descritos por Leeuwenhoek havia tanto bactérias como unicelulares eucariontes, referidos na época como animálculos, pois podiam se movimentar, ou infusoria, pois encontravam-se somente em meios líquidos. Em pouco tempo, milhares de cientistas e microscopistas amadores passaram a observar amostras em seus microscópios à procura desses intrigantes micro-organismos, o que levou à descrição de enorme variedade deles. Com a descrição de diversos tipos de micro-organismos e o aumento dos conhecimentos sobre os seres macroscópicos, surge o problema de como classificar a diversidade de espécies que estava sendo desvendada. O naturalista que trouxe as maiores contribuições nesse período, na sistematização do conhecimento sobre as espécies, foi o botânico, zoólogo e médico sueco Carolus Linnaeus ( ). Sua obra mais famosa, Systema Naturae (Sistema Natural), foi publicada pela primeira vez em 1735, com apenas 10 páginas, refletindo o conhecimento da época e substituindo as desajeitadas descrições usadas anteriormente por descrições concisas, simples e ordenadas. Essa obra teve várias edições, sendo a mais importante delas a décima edição, composta por dois 1 Panorama histórico da classificação dos seres vivos e os grandes grupos dentro da proposta atual de classificação
6 Licenciatura em Ciências USP/Univesp Módulo 3 21 volumes, o primeiro publicado em 1758 e o segundo em As edições da obra de Lineu podem ser encontradas na internet ( mode/1up para a primeira edição e mode/1up para a décima edição). Lineu acreditava que os organismos eram criados por uma divindade com sua forma definitiva e que o número dos diferentes tipos de organismos era constante desde a criação do mundo. Esse era o pensamento criacionista que predominava na época em função da grande influência da Igreja em todos os setores da sociedade, inclusive nas ciências. O criacionismo está especificado na Bíblia pelo Livro da Gênesis. Segundo essa interpretação, os seres vivos são imutáveis, ou seja, não mudam ao longo do tempo, o que ficou conhecido como fixismo. Lineu agrupou todos os seres vivos em dois reinos: o Reino Animal e o Reino Vegetal. Além desses, considerava o Reino Mineral para os seres inanimados. Um aspecto interessante, que indica historicamente a falta de interesse nos micro-organismos, é que o próprio Lineu tinha uma visão bastante reducionista com relação aos animálculos. Ele reconheceu apenas um gênero (Volvox) com duas espécies na décima e última edição de seu Systema Naturae, para representar todas as linhagens de micro-organismos eucariontes conhecidas até então. Essa abordagem estava em desacordo com a diversidade, sendo descrita por outros pesquisadores contemporâneos à Lineu. Otto Friedrich Muller, por exemplo, em seu extensivo Animalcula Infusoria Fluviatilia et Marina, descreveu dezenas de gêneros e centenas de espécies, alguns ainda hoje válidos, como por exemplo, o gênero Paramecium. Nessa segunda fase da história da classificação, muitas propostas de classificação surgiram, mas o sistema de dois reinos de Lineu foi mantido por muito tempo. Nesse sistema, as plantas eram caracterizadas pela presença de parede celular, pela fotossíntese e por serem sésseis, possuindo estruturas de fixação ao substrato, geralmente, filamentosas e reconhecidas como raízes ou semelhantes. Os animais eram caracterizados pelo fato de conseguirem se locomover em busca de abrigo, de alimento ou para fugir de predadores, por não fazerem fotossíntese e não possuírem parede celular. Nessa época, bactérias eram consideradas plantas por possuírem parede celular, os fungos eram considerados plantas por possuírem parede celular e apresentarem estruturas semelhantes a raízes. Algas macroscópicas e microscópicas também estavam incluídas nas plantas. Os considerados unicelulares eucariontes heterótrofos com capacidade de se deslocar eram considerados animais e classificados como protozoários.
7 22 Licenciatura em Ciências USP/Univesp Módulo 3 Com os avanços nos estudos dos seres vivos, essa interpretação dicotômica da diversidade passou a ser questionada. Além disso, a partir de 1858, quando dois pesquisadores ingleses, Charles Darwin ( ) e Alfred Russel Wallace ( ), divulgaram suas ideias sobre evolução por seleção natural, aceitas até hoje, iniciou-se uma mudança na maneira de interpretar a diversidade biológica. Darwin publicou em 1859 o mais importante livro da história da Biologia: Sobre a origem das espécies por meio da seleção natural, que teve várias edições. Assim, a evolução passou a ganhar espaço na comunidade científica e é hoje o principal enfoque nos estudos biológicos. Desde então, as concepções evolutivas foram incorporadas na classificação dos seres vivos. Ao serem classificadas, as semelhanças morfológicas e estruturais passaram a ser complementadas com informações sobre as relações de parentesco evolutivo entre os grupos e a se construir filogenias ou filogênese dos diferentes grupos de seres vivos. Portanto, novos sistemas de classificação foram propostos procurando estabelecer as principais linhas de evolução desses grupos. Essas classificações são conhecidas por sistemas naturais, pois ordenam naturalmente os organismos, visando compreender as relações de parentesco evolutivo entre eles. Um exemplo dessa nova forma de pensamento pode ser analisada quando se considera seres como as euglenas. Elas são unicelulares eucariontes e possuem características tanto de plantas quanto de animais. Elas fazem fotossíntese, não possuem parede celular e deslocam-se no meio. Pelo sistema de dois Reinos, seriam consideradas plantas pois fazem fotossíntese Figura 1.4: Euglena e Peranema. Estes dois gêneros de organismos são parentes muito próximos, no entanto, o esquema tradicional de classificação em protozoários e algas os colocaria em Reinos distintos! e seriam consideradas animais pelo critério da Locomoção. Além disso, essa divisão arbitrária em plantas e animais acaba colocando em grupos distintos organismos que estão filogeneticamente muito próximos. Um bom exemplo é, novamente, a Euglena, que é um gênero próximo de outro, a Peranema. Ao contrário da Euglena que é clorofila, Peranema é heterotrófica. Assim, seria considerada um animal unicelular dentro do grupo dos protozoários, e a Euglena, uma alga dentro do grupo das plantas, pois é autotrófica. Considerando essas e outras dificuldades, várias classificações surgiram. Dentre elas, destacam-se a de John Hogg, em 1860, que introduziu o Reino Protoctista para esses organismos que não eram nem plantas nem animais, e a do naturalista Ernst Haeckel, em 1866, que 1 Panorama histórico da classificação dos seres vivos e os grandes grupos dentro da proposta atual de classificação
8 Licenciatura em Ciências USP/Univesp Módulo 3 23 introduziu o Reino Protista (Figura 1.5). Haeckel era um grande defensor da Teoria Evolutiva de Charles Darwin e teve grande projeção na comunidade científica da época, ele usou uma árvore para representar seu sistema de classificação, como mostra a Figura 1.5. Dentro de protista colocou seres unicelulares, inclusive as bactérias que nomeou de Monera, e outros organismos multicelulares, como as esponjas. Mais tarde, em 1894 e 1904, Haeckel restringiu o termo protista apenas aos organismos unicelulares, incluindo moneras. Figura 1.5: Árvore proposta por Ernst Haeckel em 1866, com os três reinos: Planta, Animal e Protista. Mesmo tendo sido um avanço para a época, o sistema de dois reinos ainda era o mais empregado.
9 24 Licenciatura em Ciências USP/Univesp Módulo A terceira fase da história da classificação: do microscópio eletrônico ao sistema de cinco Reinos Em 1932 surgiu o microscópio eletrônico, propiciando estudos mais detalhados da morfologia celular. Esses estudos trouxeram reflexos na sistemática, com novas propostas para se entender a evolução dos seres vivos e, com isso, novas classificações e reinos. Uma das classificações que teve influência na época foi a de Herbert Copeland, que em 1936 propôs um sistema de classificação em quatro reinos (Figura 1.6), retirando Monera de dentro dos protistas por serem procariontes, e resgatando o termo Protoctista de Hogg para eucariontes unicelulares ou multicelulares sem tecidos verdadeiros. Seus reinos eram: Reino Mychota ou Monera: bactérias e cianobactérias; Reino Protoctista: unicelulares eucariontes, multicelulares como algas e fungos; Reino Plantae: multicelulares fotossintetizantes com tecidos; Reino Animalia: multicelulares heterótrofos com tecidos. Figura 1.6: Classificação dos seres vivos em quatro reinos proposta por Herbert Copeland em Ele separou os procariontes dos eucariontes, estabelecendo para os primeiros o Reino Monera. Os eucariontes foram separados pela unicelularidade ou multicelularidade, presença de tecidos no corpo. Esse sistema começou a quebrar a preferência pelo sistema de dois reinos. 1 Panorama histórico da classificação dos seres vivos e os grandes grupos dentro da proposta atual de classificação
10 Licenciatura em Ciências USP/Univesp Módulo 3 25 Essa proposta foi posteriormente substituída, a partir de 1959, pelo sistema de cinco reinos de Robert Whittaker (Figura 1.7), estabelecendo os seguintes reinos: Reino Monera: procariontes representados pelas bactérias e cianobactérias; Reino Protista: unicelulares eucariontes; Reino Plantae: multicelulares eucariontes que fazem fotossíntese ( algas e plantas terrestres); Reino Fungi: eucariontes multicelulares heterótrofos que absorvem nutrientes do meio, possuem parede celular de quitina; Reino Animalia: eucariontes multicelulares heterótrofos que ingerem alimento do meio. Figura 1.7: Sistema de classificação em cinco reinos proposta por Robert Whittaker em Ele considerava o tipo celular, mantendo os procariontes em Monera, e mudou a classificação dos eucariontes para quatro reinos com base na condição unicelular ou multicelular e, dentre os multicelulares, no tipo de nutrição (fotossíntese, absorção ou ingestão). Apesar de proposto em 1959, esse sistema só ganhou força mais tarde, na década de 1980, quando muitos outros avanços já haviam sido feitos na classificação. Embora bem aceita, a proposta de Whittaker passou por inúmeras revisões em função da deficiência de critérios para a reconstrução filogenética. Os avanços metodológicos para interpretar a filogenia dos seres vivos começaram a surgir a partir da década de 1950 com a divulgação dos trabalhos de Willi Hennig, um entomólogo alemão. Surgiu nessa época uma nova escola de classificação, a escola filogenética ou cladística. Aprimoraram-se os critérios para a reconstrução filogenética e estabeleceu-se uma metodologia para testar hipóteses de filogenia, ausentes até então.
11 26 Licenciatura em Ciências USP/Univesp Módulo 3 A sistemática filogenética será abordada no tema Noções básicas de Sistemática Filogenética desta disciplina. Agora é com você: Participe do fórum atividade online A quarta fase da história da classificação: biologia molecular e a proposta atual que será adotada na disciplina A partir de 1970 até os dias de hoje, as propostas de classificação estão mais relacionadas com os avanços da biologia molecular, o aprimoramento dos estudos com microscopia eletrônica e com a maior aceitação e desenvolvimento da sistemática filogenética. Os seres vivos possuem DNA, RNA e proteínas. Organismos muito próximos apresentam similaridade maior entre essas moléculas. Lynn Margulis é uma das pesquisadoras mais importantes nessa fase, ela pautou-se em dados moleculares e ultraestruturais, e apoiou-se na Teoria da Endossimbiose de origem da célula eucariótica para propor algumas mudanças no sistema Figura 1.8: Esquema simplificado mostrando o processo de endossimbiose que deu origem às organelas mitocôndrias e depois cloroplastos. de cinco reinos. A Teoria da Endossimbiose de origem e evolução da célula eucariótica foi discutida de forma mais completa na disciplina História da vida na Terra e está resumidamente representada e explicada na Figura 1.8 a seguir. Além da origem de mitocôndrias e cloroplastos por endossimbiose, Margulis propõe a origem de flagelos como sendo por endossimbiose com bactérias espiroquetas. Atualmente, há dados que confirmam a origem de mitocôndrias e de cloroplastos por endossimbiose, mas não há dados que confirmem a origem de flagelos por esse processo. 1 Panorama histórico da classificação dos seres vivos e os grandes grupos dentro da proposta atual de classificação
12 Licenciatura em Ciências USP/Univesp Módulo 3 27 A árvore filogenética proposta por Margulis em parceria com Karlene Schwartz foi publicada pela primeira vez em 1982 (Figura 1.9). Nessa proposta, as autoras resgataram o termo protoctista para agrupar algas eucariontes uni e multicelulares, além de eucariontes unicelulares heterótrofos. Mantiveram o Reino Monera, subdividindo-o em dois sub-reinos: Eubacteria e Archaea. No reino das plantas consideraram apenas as plantas terrestres, e mantiveram o reino dos fungos e dos animais. Figura 1.9: Sistema de cinco reinos proposto por Margulis & Schwartz inicialmente, em Os processos de endossimbiose estão representados por setas tracejadas.
13 28 Licenciatura em Ciências USP/Univesp Módulo 3 O resgate do termo protoctista não foi bem aceito na comunidade científica e foi substituído por protista. Assim, os dois termos, apesar de serem considerados de forma distinta por Margulis & Schwartz, são considerados sinônimos e com uso preferencial para protista. Porém, ambos estão incorretos do ponto de vista filogenético. O mais correto atualmente para esses organismos é simplesmente o termo descritivo micro-organismos eucariontes. As propostas de classificação em cinco reinos tanto de Whittaker quanto de Margulis & Schwartz coexistiram na preferência de muitos autores desde a década de 1980 até muito recentemente, mesmo com os avanços que passaremos a descrever. Ao mesmo tempo em que a proposta de classificação de Margulis & Schwartz foi feita, surgiu outra elaborada por Carl Woese em Ele foi um dos pioneiros nos estudos de filogenia molecular, usando inicialmente comparações entre as moléculas de RNA que formam os ribossomos. Seus dados evidenciaram que os eucariontes são muito próximos entre si, mas que os procariontes formam dois grupos distintos. Assim, estabeleceu uma categoria taxonômica superior a Reino, o Domínio, e considerou que todos os eucariontes podem ser reunidos em um único domínio, que chamou Eucarya. No caso dos procariontes, as diferenças são tantas que dois domínios foram estabelecidos: o Domínio Archaea e o Domínio Bacteria. O termo Archaea significa antigo e foi usado para reunir procariontes que habitam apenas ambientes extremos. Esses organismos, chamados extremófilos, ocorrem em ambientes com temperaturas muito elevadas ou ricos em metano ou enxofre, onde outros grupos de organismos não conseguem sobreviver. Como esses ambientes se assemelham ao que se supõe terem sido os ambientes da Terra primitiva, pensou-se que esses procariontes tivessem sido os primeiros seres vivos na Terra. Hoje se sabe, no entanto, que há Archaea em ambientes não extremos e que provavelmente surgiram mais tarde na evolução dos procariontes, sendo o Domínio Bactéria o primeiro a surgir. Além disso, há hoje registros de bactérias em alguns desses ambientes extremos. Com base na proposta de Woese, o Reino Monera deixa de existir, embora o termo possa ser usado como coletivo para procariontes. Dentro de Eucarya há enorme diversificação dos seres vivos que não cabe nos tradicionais reinos já descritos. O Reino Protista também deixa de existir, embora o termo possa ser usado como coletivo para todos os eucariontes unicelulares e até mesmo para algas multicelulares. A definição do Reino Fungi também difere entre os cientistas. Alguns consideram nesse reino formas que possuem flagelos em 1 Panorama histórico da classificação dos seres vivos e os grandes grupos dentro da proposta atual de classificação
14 Licenciatura em Ciências USP/Univesp Módulo 3 29 seus ciclos de vida (chamados fungos flagelados), enquanto outros consideram esses organismos em um reino distinto ou no Reino Protista. A grande explosão na área da sistemática molecular veio acompanhada por novas metodologias de análises, trazendo profundas mudanças nas propostas de classificação, sendo essa área hoje uma das mais dinâmicas da Biologia. É muito frequente, em função disso, que propostas de classificação sejam conflitantes. Trata-se de uma área que está em pleno processo de construção e reconstrução. Discordâncias são comuns e isso será sentido em todas as disciplinas desse curso para todos os grupos de seres vivos. A representação da filogenia proposta por Woese (Figura 1.10) é feita por meio de diagrama de ramos, chamado cladograma. Entenderemos melhor como ele é construído e interpretado no tema Noções básicas de Sistemática Filogenética da disciplina. Figura 1.10: Sistema de classificação proposto por Carl Woese. O Domínio Archaea seria mais próximo evolutivamente do Domínio Eucarya do que do Domínio Bacteria. Dentre o Domínio Eucarya estão os reinos dos fungos, das plantas, dos animais e vários outros grupos independentes. Esses grupos independentes foram tratados no sistema de Whittaker como Reino Protista, e no de Margulis & Schwartz como Reino Protoctista. Com o passar dos anos, no entanto, vários estudos analisando maior número de caracteres, especialmente moleculares, têm reforçado a proposta de classificação de Woese em três domínios, sendo essa uma das mais adotadas atualmente. Levando-se em conta o atual status da classificação dos seres vivos e as evidências que sustentam a classificação em três domínios, a classificação de Woese será adotada nesta e nas demais disciplinas desse curso. Assim, usaremos o termo monera como coletivo e entre aspas para todos os procariontes que serão tratados em dois domínios: Bacteria e Archaea.
15 30 Licenciatura em Ciências USP/Univesp Módulo 3 Da mesma forma, adotaremos protista como coletivo e entre aspas para nos referirmos a todos os eucariontes uni e multicelulares sem tecidos verdadeiros. É importante destacar que o uso desses termos entre aspas significa que não são categorias taxonômicas, apenas servem para fazer referência a um coletivo de seres vivos diversos e sem parentesco filogenético. Para o caso dos eucariontes, vamos adotar uma das classificações que tem sido bem aceita, proposta inicialmente por Sandra L. Baldauf, em 2003, e posteriormente modificada por ela em conjunto com outros pesquisadores em 2007 (Figura 1.11). Essa proposta será analisada com mais detalhes no tema Noções básicas de Sistemática Filogenética, quando passaremos a falar dos eucariontes unicelulares. Figura 1.11: Esquema de filogenia dos principais grupos do Domínio Eukarya. / Fonte: Modificado de Fehling; Stoecker; Baldauf, Os vírus não estão incluídos nessas propostas de classificação e serão analisados nessa disciplina ao final do estudo dos grupos celulares. Agora é com você: Analise a árvore filogenética mostrada na Figura 1.11 e, a seguir, realize a atividade online 3, 4, e 5. 1 Panorama histórico da classificação dos seres vivos e os grandes grupos dentro da proposta atual de classificação
16 Licenciatura em Ciências USP/Univesp Módulo Conclusão A história da classificação dos seres vivos é longa, tendo início no século 4 a.c. com Aristóteles. Até os dias de hoje há grande discussão sobre as hipóteses de classificação, procurando entender as relações evolutivas entre os diferentes grupos de seres vivos. A diversidade biológica está em pleno processo de expansão do conhecimento. Novas espécies têm sido descritas a cada dia, com ênfase nos unicelulares. Novas metodologias de estudo relacionadas ao uso da biologia molecular e da microscopia têm revelado um universo enorme de seres vivos, cada vez mais difíceis de serem encaixados em um sistema rígido de classificação. Isso explica as diferentes propostas na tentativa de acomodar todos os organismos conhecidos e permitir prever onde novos organismos que começam a ser descritos possam ser encaixados. Vamos adotar uma das mais recentes e bem aceitas propostas de classificação em três domínios, Archaea, Bacteria e Eucarya, e dentre os Eucarya consideraremos sete grandes grupos: Opistocontes, Amebozoa, Rhizaria, Archaeplastida, Alveolados, Extramenópilas e Discristados, além de outro grupo dentro de Excavados, que inclui formas amitocondriadas. Referências Baldauf, S. L. The deep roots of Eukaryotes. Science, n. 300, p Baldauf, S. L. et al. The Tree of Life. In: Cracraft, J. L.; Donoghue, M. J. (Eds.) Assembly the Tree of Life. Oxford: Oxford University Press, p Bellorin, A.; Oliveira, M.C. Plastid origin: A driving force for the evolution of algae. In: Sharma, A.K.; Sharma, A. (Eds.) Plant Genome Biodiversity and Evolution, vol. 2, part. B, Enfield: Science Publishers, p Campbell, N.A. et. al. Biologia. 8 ed. Porto Alegre: Artmed, Cracraft, J.; Donoghue, M.J. (editores) Assembly the Tree of Life. Oxford: Oxford University Press, Fehling, J.; Stoecker, D. K.; Baldauf, S. L. Photosynthesis and the eukaryote tree of life. In: Falkowski, P. G.; Knoll, A. H. (Eds). Evolution of primary producers in the sea. New York: Academic Press, 2007.
17 32 Licenciatura em Ciências USP/Univesp Módulo 3 Katz, L. A.; Bhattacharya, D. Genomics and Evolution of Microbial Eukaryotes. Oxford: Oxford University Press, Great Britain, Margulis, L; Schwartz, K.V. Cinco Reinos: Um guia ilustrado dos Filos da Vida na Terra. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, Matioli, S.R. Biologia Molecular e Evolução. Ribeirão Preto: Holos, Raven, P.H.; Evert R.F.; Eichhorn S.E. Biologia Vegetal. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, Sadava, D. et al. Vida: A ciência da Biologia. v. 2. Porto Alegre: Artmed, Panorama histórico da classificação dos seres vivos e os grandes grupos dentro da proposta atual de classificação
Diversidade da Vida na Terra
Diversidade da Vida na Terra BIZ5774-1/1 Princípios de Evolução Molecular Aplicados à Reconstrução Filogenética Giulia Magri Ribeiro José Eduardo Serrano Villavicencio Roteiro Introdução Estudo de caso
Texto Base: Aula 11 Evolução dos eucariontes e estudo dos Amebozoa e Rhizaria
Texto Base: Aula 11 Evolução dos eucariontes e estudo dos Amebozoa e Rhizaria Sônia Lopes 1. Procariontes na árvore da vida No final da década de 1970, o pesquisador Carl Woese foi um dos pioneiros nos
- Classificou os seres vivos em dois reinos: - Reino Animalia e Reino Plantæ. - Esta classificação manteve-se inalterada por vários séculos.
Aristóteles Antiguidade Clássica - Classificou os seres vivos em dois reinos: - Reino Animalia e Reino Plantæ. - Esta classificação manteve-se inalterada por vários séculos. Lineu Sec. XVIII Lineu reforçou
Sistemática tica dos seres vivos. Evolução dos sistemas de classificação:
Evolução dos sistemas de classificação: Definição de conceitos: Taxonomia: área da Biologia que trata da classificação, da identificação e da atribuição de nomes aos grupos de seres vivos. Nomenclatura:
Devido à abundância e à diversidade de seres vivos, foi necessário ordená-los e organizá-los. Foi necessário criar um sistema de classificação.
Devido à abundância e à diversidade de seres vivos, foi necessário ordená-los e organizá-los. Foi necessário criar um sistema de classificação. A ciência que classifica os seres vivos chama-se taxonomia.
Evolução biológica e Sistemática dos seres vivos
Biologia e Geologia 11º ano Unidade 7 Evolução biológica e Sistemática dos seres vivos 2016 Sistemas de Classificação Classificação dos Seres Vivos Sistemática Estuda os seres vivos e as suas relações
Complexo educacional FMU Curso de Ciências Biológicas. Zoologia de invertebrados I. Classificação biológica
Complexo educacional FMU Curso de Ciências Biológicas Zoologia de invertebrados I Classificação biológica Prof: Biólogo Luiz A.B. Mello Lula 2º semestre 2011 1. Classificação Classificar = agrupar em classes.
Classificação dos seres vivos. Professor: André Resende de Senna
Classificação dos seres vivos Professor: André Resende de Senna Taxonomia ( taxis = ordem / nomo = lei ) Sistemática ou Classificação Biológica Conceito: É a parte da Biologia que identifica, nomeia e
Panorama histórico da classificação dos seres vivos e os grandes grupos dentro da proposta atual de classificação
Panorama histórico da classificação dos seres vivos e os grandes grupos dentro da proposta atual de classificação 1 TÓPICO Sônia Godoy Bueno Carvalho Lopes Fanly Fungyi Chow Ho 1.1 Introdução 1.2 A primeira
Eliane Cristina M. da Silva Giovana Godinho da Silva Giovani Benenito de Góes Ivan Vieira de Lemos Ramiéri Moraes
Professor: Fernando Santiago dos Santos Eliane Cristina M. da Silva Giovana Godinho da Silva Giovani Benenito de Góes Ivan Vieira de Lemos Ramiéri Moraes As primeiras classificações não eram mais que catálogos
Taxonomia e Sistemática
Taxonomia e Sistemática Sistemas de classificação Os sistemas de classificação dos seres vivos podem ser divididos basicamente em: artificial e natural. Sistema artificial baseava-se em apenas um caráter
TAXONOMIA. Sistemática Taxonomia (ciência da descoberta) Filogenia (relações evolutivas entre os seres vivos).
TAXONOMIA A sistemática é considerada uma ciência que tem por objetivo inventariar e descrever a biodiversidade, também busca compreender as relações filogenéticas entre os diferentes seres vivos. TAXONOMIA
Escola: Nome: Turma: N.º: Data: / / FICHA DE TRABALHO 1. latim práticas racional. Lineu reino espécie. animais Aristóteles plantas
Conteúdo: Classificação dos Seres Vivos FICHA DE TRABALHO 1 latim práticas racional Lineu reino espécie animais Aristóteles plantas As primeiras classificações dos seres vivos basearam-se na utilidade
Os Reinos. Reino Monera
A biodiversidade do planeta Terra é muito grande. Os cientistas estimam que haja de 5 a 30 milhões de espécies diferentes, mas apenas cerca de 1,5 milhão foram descritas, estudadas e classificadas. A classificação
ORGANIZAÇÃO DOS SERES VIVOS
ORGANIZAÇÃO DOS SERES VIVOS MÓDULO 1 ORGANIZAÇÃO DOS SERES VIVOS ORGANIZAÇÃO DOS SERES VIVOS Seres vivos são muito diversos e complexos, e tentar estudar tudo de uma vez pode dar uma baita dor de cabeça.
CassifiCação CladístiCa
CassifiCação CladístiCa ( SiStemática Filogenética ) Prof. Milton Taxonomia Dos Reinos Aristóteles ( 340 Ac ) Vida Animal Vida Vegetal Aérea Terrestre Aquática Carl Linée ( Lineu ) ( 1747 ) Criacionista
Que critérios se usam nos sistemas de classificação dos seres vivos?
Os Reinos da Vida Que critérios se usam nos sistemas de classificação dos seres vivos? Todos os sistemas de classificação têm subjacentes uma série de critérios. Entre os critérios usados temos: - critérios
CLASSIFICAÇÃO DOS SERES VIVOS
CLASSIFICAÇÃO DOS SERES VIVOS CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA Designa o modo como os biólogos agrupam e categorizam as espécies de seres vivos, extintas e atuais. Estes agrupamentos foram alterados múltiplas
Ciências Naturais 8. o ano de escolaridade
Ciências Naturais 8. o ano de escolaridade SUBDOMÍNIO Sistema Terra: da célula à biodiversidade OBJETIVO: 3. Compreender a célula como a unidade básica da biodiversidade existente na Terra Qual é a unidade
CLASSIFICAÇÃO DOS SERES VIVOS
CLASSIFICAÇÃO DOS SERES VIVOS Sistemática inventariar, descrever e classificar a biodiversidade, e estabelecer as relações de parentesco entre as espécies. Taxonomia descrição e classificação das espécies.
CLASSIFICAÇÃO DOS SERES VIVOS TAXONOMIA
CLASSIFICAÇÃO DOS SERES VIVOS TAXONOMIA CLASSIFICAR Dividir em grupos ou classes que possuam características parecidas. Determinar a classe de alguma coisa dentro de determinado grupo ou conjunto. Ordenar.
Classificação dos Seres Vivos
Classificação dos Seres Vivos Uma obra em eterna construção Dois reinos ou mais? A evolução da classificação dos seres vivos Plantae Animalia Plantae Fungi Animalia Metazoa Protista Metaphyta Protista
Taxonomia e Sistemática
DISCIPLINA: Biologia II DATA: 22/02/2017 Taxonomia e Sistemática 01 - Um estudante de biologia anotou em uma tabela algumas características de quatro espécies vegetais: A partir desses dados, pode-se dizer
Reinos COMO CLASSIFICAR OS SERES VIVOS?
COMO CLASSIFICAR OS SERES VIVOS? COMPLEXIDADE CELULAR Ser unicelular: organismo formado por uma única célula. Bactérias e protistas são unicelulares, apesar de muitas vezes formarem colônias - no entanto,
LFN-321 Microbiologia (teórica) Prof. Nelson S. Massola Jr.
LFN-321 Microbiologia (teórica) Prof. Nelson S. Massola Jr. Depto. Fitopatologia e Nematologia E-mail: [email protected] LFN-321 Microbiologia (Teórica) Prof. Nelson S. Massola Jr. Controle de freqüência:
André Fioravante Guerra Filogenia e Taxonomia dos Organismos e Microrganismos Valença, 1ª Edição, 2016, 9p. Disponível em:
André Fioravante Guerra Filogenia e Taxonomia dos Organismos e Microrganismos Valença, 1ª Edição, 2016, 9p. Disponível em: www.microbiologia-de-alimentos.com çã FILOGENIA SEGUNDO ARISTO TELES, 350 a.c.
Biologia. volume único 3.ª edição. Armênio Uzunian Ernesto Birner
Biologia volume único 3.ª edição Armênio Uzunian Ernesto Birner Uma obra em eterna construção Dois reinos ou mais? A evolução da classificação dos seres vivos Plantae Animalia Plantae Fungi Animalia Protista
SISTEMÁTICA DOS SERES VIVOS
SISTEMÁTICA DOS SERES VIVOS SISTEMAS DE CLASSIFICAÇÃO Ciências da Classificação SISTEMÁTICA Trata da Identificação, Nomenclatura e Classificação dos seres vivos, tendo em conta as suas características
Atividade 1 Seres Vivos
Atividade 1 Seres Vivos Coletar seres vivos encontrados em casa, na rua ou na escola. Colocar dentro de um pote de vidro fechado. Entregar dia: 31/03/2016 Atividade 2 Classificação dos alunos do 7º Criaremos
OS REINOS DA VIDA Cinco Reinos, um guia ilustrado dos filos da vida na Terra
OS REINOS DA VIDA Adaptado pela Profa. Dra. Sônia Lopes com base em trechos do livro Cinco Reinos, um guia ilustrado dos filos da vida na Terra, de Lynn Margulis & Karlene V. Schwartz, 2001, Guanabara
Revisão - Biologia Genética
Profº Leonardo Eduardo Ferreira Fozdo Iguaçu, 28 de Outubro, 2017. Revisão - Biologia Genética Embriologia, Classificação e Sistemática Filogenética. Sistemática inventariar, descrever e classificar a
a) heterótrofos anaeróbicos autótrofos heterótrofos aeróbicos. b) heterótrofos anaeróbicos heterótrofos aeróbicos autótrofos.
EXERCÍCIO 1. PUCRIO - De acordo com a Hipótese Endossimbionte, as células dos animais e plantas superiores se originaram de microrganismos que entraram em simbiose obrigatória com seres unicelulares primitivos.
Aula 1 Conceitos em Biologia Origem da Vida
Aula 1 Conceitos em Biologia Origem da Vida Cinco Reinos Animalia Cinco Reinos Plantae Cinco Reinos Fungi Cinco Reinos Protista Cinco Reinos Monera Características/ reino MONERA PROTOCTISTA FUNGI PLANTAE
Contexto e histórico. Árvores filogenéticas. Leitura de Cladograma. Construção de cladograma
Contexto e histórico Árvores filogenéticas Leitura de Cladograma Construção de cladograma Classificação biológica A taxonomia diz respeito às regras de nomenclatura, tais como: dar nomes às espécies, gêneros
1. Identificar a sistemática como a ciência da classificação e um ciência em evolução
1. Identificar a sistemática como a ciência da classificação e um ciência em evolução Sistemática é a ciência responsável pela classificação dos seres vivos, uma vez que esta estuda as relações entre os
Ecologia e Modelagem Ambiental para a conservação da Biodiversidade
Ecologia e Modelagem Ambiental para a conservação da Biodiversidade SISTEMÁTICA FILOGENÉTICA, BOTÂNICA E CONSERVAÇÃO 1. NOÇÕES BÁSICAS DE SISTEMÁTICA FILOGENÉTICA 2. Índice de Diversidade Filogenética
Microbiologia Florestal. Iane Barroncas Gomes Engenheira Florestal, M.Sc.
Microbiologia Florestal Iane Barroncas Gomes Engenheira Florestal, M.Sc. Carga horária 60 h Estudo da microbiologia como ciência e as áreas de aplicação O controle de microrganismos EMENTA Estudo dos microrganismos:
CLASSIFICAÇÃO DOS SERES VIVOS 1
CLASSIFICAÇÃO DOS SERES VIVOS 1 A sistemática é a ciência dedicada a inventariar e descrever a biodiversidade e compreender as relações filogenéticas entre os organismos. Inclui a taxonomia (ciência da
LFN-321 Microbiologia
LFN-321 Microbiologia (teórica) Depto. Fitopatologia e Nematologia E-mail: [email protected] LFN 321 Microbiologia teórica DATA ASSUNTO 27, 28/2 Introdução ao curso. Histórico da microbiologia. 06, 07/3
Aula 5 Sistemática Filogenética no ensino de Zoologia na educação básica
Aula 5 Sistemática Filogenética no ensino na educação básica Prof.ª Rosana Louro Ferreira Silva 1 Retomando aspectos importantes sobre classificação dos seres vivos Taxonomia - ciência da descoberta, descrição
CONSULTAR. Classificação dos microrganismos 18/6/2013 CLASSIFICAÇÃO DOS MICRORGANISMOS. Antes da existência dos microrganismos ser conhecida
CONSULTAR UNIDADE ACADÊMICA DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS CURSO DE GRADUAÇÃO EM AGRONOMIA DISCIPLINA: MICROBIOLOGIA AMBIENTAL PROFESSORA: Adriana Silva Lima CLASSIFICAÇÃO DOS MICRORGANISMOS Microbiologia Tortora,
Noções básicas de sistemática e nomenclatura Botânica
Disciplina: BI62A - Biologia 2 CAMPUS LONDRINA Curso de Graduação em Engenharia Ambiental Noções básicas de sistemática e nomenclatura Botânica Profa. Dra. Patrícia C. Lobo Faria http://paginapessoal.utfpr.edu.br/patricialobo
A célula como unidade básica da biodiversidade
C1 A célula como unidade básica da biodiversidade Diversidade de vida Mamíferos Lontra Raposa Golfinho Aves Abelharuco Flamingo Peneireiro Répteis Sardão Plantas Carvalho Borboleta Insetos Peixes Tubarão
Microscopia, técnicas de coloração, manuseio de culturas, semeadura, morfologia e fisiologias de bactérias e fungos, esterilização e desinfecção,
Microscopia, técnicas de coloração, manuseio de culturas, semeadura, morfologia e fisiologias de bactérias e fungos, esterilização e desinfecção, isolamento e identificação de bactérias. REFERÊNCIAS BÁSICAS
Biologia. volume único 3.ª edição. Armênio Uzunian Ernesto Birner
Biologia volume único 3.ª edição Armênio Uzunian Ernesto Birner Uma obra em eterna construção A evolução da classificação dos seres vivos Plantae Animalia Plantae Fungi Animalia Protista Metazoa Protista
TAXONOMIA ZOOLÓGICA. Fernanda Jacobus de Moraes 2º Semestre Zoologia Geral
TAXONOMIA ZOOLÓGICA Fernanda Jacobus de Moraes 2º Semestre Zoologia Geral Classificação dos seres vivos Reinos: Animal e Vegetal; Bactéria: organismo unicelular, desprovido de envoltório nuclear e de estruturas
naturalista viajante
Para que organizar? Ordenar o conhecimento sobre os seres vivos. Espécies eram fixas e imutáveis -> conhecer a obra divina da criação depois de estabelecida uma ordem (século XVIII). Muitas vezes o critério
Classificação dos Seres Vivos. Leonardo Rodrigues EEEFM GRAÇA ARANHA
Classificação dos Seres Vivos. Leonardo Rodrigues EEEFM GRAÇA ARANHA Classificação dos Seres Vivos. Biodiversidade conjunto de todas as espécies de seres vivos. número de espécies não é fixo. varia ao
identificar características da espécie humana comuns aos demais seres vivos;
Roteiro de Ação 2 Duração prevista: 100 minutos Roteiro de Ação Assunto: Evolução Objetivos: identificar características da espécie humana comuns aos demais seres vivos; compreender que a presença dessas
Profa. Jéssica 7º anos CCAT Capítulo 05
Profa. Jéssica 7º anos CCAT Capítulo 05 Classificar para organizar - Uma parte importante do estudo da Biologia consiste em perceber e entender diferenças e semelhanças entre os seres vivos, para, então,
Biologia (LOT2045) 14/03/2016. Tópicos. Origem da Vida. Bibliografia Atualizada. Curso: Engenharia Ambiental
Universidade de São Paulo Escola de Engenharia de Lorena Departamento de Biotecnologia Curso: Engenharia Ambiental Biologia (LOT2045) Prof: Tatiane da Franca Silva [email protected] Tópicos Origem
UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Decanato Acadêmico
Unidade Universitária: CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE Curso: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Núcleo Temático:DIVERSIDADE BIOLÓGICA Disciplina: Botânica II (Criptógamas) Professor(es): Daniela Sampaio Jurandyr
BIOLOGIA. Moléculas, células e tecidos. Uma visão geral da célula. Professor: Alex Santos
BIOLOGIA Moléculas, células e tecidos Professor: Alex Santos Tópicos em abordagem: I Introdução a citologia II Diferenças entre procariontes e eucariontes III Classificação das células IV Importância das
Sistema de Classificação de Whittaker modificado. Aula nº52 e e 16 Fev 09 Prof. Ana Reis
Sistema de Classificação de Whittaker modificado Aula nº52 e 54 11 e 16 Fev 09 Prof. Ana Reis Há mais de 24 séculos, os seres vivos foram classificados por Aristóteles e por Teofrasto, um discípulo seu,
Aula 4 Sistemática Filogenética no ensino de Zoologia
Aula 4 Sistemática Filogenética no ensino Prof.ª Rosana Louro Ferreira Silva 1 Retomando aspectos importantes sobre classificação dos seres vivos Taxonomia - ciência da descoberta, descrição e classificação
Biologia Vegetal. Capt. I - Introdução Maria Amélia Martins-Loução
Biologia Vegetal Capt. I - Introdução Capítulo I - Introdução As plantas e a biologia vegetal As plantas nos actuais sistemas de classificação A evolução dos sistemas de classificação A teoria da evolução
Para nossa conveniência, esta aula mistura as seguintes aulas do nosso material de revisão:
Aula Mix Para nossa conveniência, esta aula mistura as seguintes aulas do nosso material de revisão: Sistemática e classificação biológica: caderno 2, pgs 8 a 13; Desenvolvimento dos animais: caderno complementar.
Profa. Carmen Saramago
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE INSTITUTO BIOMÉDICO DEPARTAMENTO DE MICROBIOLOGIA E PARASITOLOGIA INTRODUÇÃO À MICROBIOLOGIA Profa. Carmen Saramago
Hamanda Biologia Boas Vindas Paz na escola
Hamanda Biologia Boas Vindas Paz na escola Acolhida: nossas boas vindas! Apresentações Quem somos? Nosso Conteúdo O que Faremos? A Biologia do 2º ano Atividades e comunicação Como Faremos? 2 3 Hamanda
Sistemática dos seres vivos
Sistemática dos seres vivos O mundo vivo é constituído por uma enorme variedade de organismos. Para estudar e compreender tamanha variedade, idd foi necessário agrupar os organismos de acordo com as suas
Biologia. ( ) centríolo (A) 2, 1, 3, 5, 6, 4. ( ) retículo endoplasmático (B) 2, 1, 3, 5, 4, 6. ( ) complexo de Golgi (C) 1, 6, 5, 3, 2, 4
Biologia 21. Associe os números das estruturas celulares assinaladas no desenho com os respectivos nomes da coluna abaixo do desenho. A seguir, assinale a opção em que a seqüência coincida com o que foi
Universidade Estadual do Rio Grande do Sul Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental Biologia Aplicada Aula 10
Universidade Estadual do Rio Grande do Sul Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental Biologia Aplicada Aula 10 Professor Antônio Ruas 1. Créditos: 60 2. Carga horária semanal: 4 3. Semestre: 1 4.
Ordenar o mundo natural incrivelmente complexo. Facilitar o estudo dos organismos, ordenando-os em grupos de acordo com certos critérios
Ordenar o mundo natural incrivelmente complexo Facilitar o estudo dos organismos, ordenando-os em grupos de acordo com certos critérios Profª Denise Mello do Prado Biologia www.e-conhecimento.com.br Os
Disciplina de Biologia Celular. Profª Larissa dos Santos
Universidade Salgado de Oliveira Disciplina de Biologia Celular Organização Geral e Evolução das Células Profª Larissa dos Santos Evolução do conceito celular 1663 célula seria pequena cela (físico inglês
DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR
DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Nome: Biologia Curso: Técnico em Meio Ambiente Integrado ao Ensino Médio Série: 1 Ano Carga Horária: 67 h (80 aulas) Docente Responsável: John Paul Albuquerque Caldas EMENTA
Nível II (7º ano) CIÊNCIAS Sistema de Recuperação RECUPERAÇÃO PERIÓDICA 1º e 2º períodos
Nível II (7º ano) CIÊNCIAS Sistema de Recuperação RECUPERAÇÃO PERIÓDICA 1º e 2º períodos - 2012 Orientações de Estudos Para os estudos de recuperação espera-se que algumas tarefas sejam cumpridas. Antes
Biologia e Ciências Naturais. Prof. Paulo Henrique Mueller.
Prof. Paulo Henrique Mueller CITOLOGIA Kytos = célula / Logus = estudo;ciência Citologia é o campo da Biologia que estuda a célula. A célula é a menor unidade estrutural básica do ser vivo. É a unidade
Sitemática. Dannubia Bastos
Sitemática aula 01 Dannubia Bastos Sistemática Estuda a biodiversidade Variações existentes entre os seres vivos Objetivos Descrever a biodiversidades em catálogos Batizar com nomes científicos (padronização)
Ordenar o mundo natural incrivelmente complexo Facilitar o estudo dos organismos, ordenandoos em grupos de acordo com certos critérios
Profª Denise Mello do Prado Biologia www.e-conhecimento.com.br Ordenar o mundo natural incrivelmente complexo Facilitar o estudo dos organismos, ordenandoos em grupos de acordo com certos critérios Os
BIODIVERSIDADE E CLASSIFICAÇÃO
BIODIVERSIDADE E CLASSIFICAÇÃO Professora: Fernanda Quintas M. de Toledo Biodiversidade Conjunto de todas as espécies de seres vivos que vivem numa determinada região O número n de espécies NÃO é fixo:
CITOLOGIA. A área da Biologia que estuda a célula, no que diz respeito à sua estrutura e funcionamento. Kytos (célula) + Logos (estudo)
Professora Priscila F Binatto Biologia - Maio/2015 CITOLOGIA A área da Biologia que estuda a célula, no que diz respeito à sua estrutura e funcionamento. Kytos (célula) + Logos (estudo) As células são
Biologia Prof.Marcelo Brito
Biologia Taxionomia e Sistemática Taxionomia:é a parte da Biologia que estuda a classificação dos seres vivos. Sistemática:é o ramo da Biologia que estuda a biodiversidade ou diversidade biológica,isto
APÊNDICE. Ciências. Moleculares. Ciências Moleculares. e Celulares
APÊNDICE UNIDADE 1 Ciências Moleculares Ciências e Celulares Moleculares Apêndice Gabaritos comentados com resposta-padrão Ciências Moleculares e Celulares: UNIDADE 1 1. RESPOSTA: Célula é a unidade fundamental
BIOLOGIA. Professora Fernanda Santos
BIOLOGIA Professora Fernanda Santos Introdução a Biologia Estudo da vida Introdução a Biologia Introdução a Biologia Todos os seres vivos são constituídos de células menos os vírus! Unicelulares Pluricelulares
Professora Priscila F Binatto Biologia
Professora Priscila F Binatto Biologia CITOLOGIA A área da Biologia que estuda a célula, no que diz respeito à sua estrutura (morfologia) e funcionamento (fisiologia). As células são as unidades funcionais
BIOLOGIA. Origem e Evolução da Vida. Evolução Biológica. Prof. Daniele Duó
BIOLOGIA Origem e Evolução da Vida https://www.qconcursos.com Prof. Daniele Duó O conhecimento evolutivo busca explicar como a enorme diversidade da vida surgiu na Terra e como mudou ao longo do tempo.
O que é um ser vivo? Teoria Celular: seres vivos definidos como possuindo células
O que é um ser vivo? Definição de Ser Vivo Teoria Celular: seres vivos definidos como possuindo células http://www.aquaflux.com.br/arquivos_site/imagens_art igos/20111122018336040225.jpg http://1.bp.blogspot.com/-
Prof. Anderson Moreira
Taxonomia e Sistemática Prof. Anderson Moreira Taxonomia e Sistemática Taxonomia (taxis = arranjo, ordem; nomos = lei): ramo da biologia destinada a nomenclatura e descrição dos seres vivos. Sistemática:
EVOLUÇÃO no princípio. pio éramos um...
EVOLUÇÃO no princípio Como surgiu o universo? E o planeta Terra? Quando apareceu a vida? 4,5 biliões de anos Bola de fogo Muitos vulcões Cinzas Poeiras Tectónica de placas Ano 2009 Planeta Azul: a Terra...
Sistemática e biogeografia
Sistemática e biogeografia Prof. Dr. Fernando Santiago dos Santos [email protected] www.fernandosantiago.com.br (13) 8822-5365 Aula 3 Escolas gradista (evolutiva), fenética (numérica) e cladista (filogenética)
1. Considere a seguinte afirmação A simbiose está na base do surgimento das células eucarióticas.
Escola Prof. Reynaldo dos Santos Vila Franca de Xira Biologia e Geologia - 11º ano Teste de Avaliação Biologia: Tema 7 (Evolução e Classificação dos Seres Vivos) Em todas as questões de escolha múltipla,
CLASSIFICAÇÃO DOS SERES VIVOS
CLASSIFICAÇÃO DOS SERES VIVOS Figura 1 Animais no planeta Fonte: Andy Vinnikov/Shutterstock.com CONTEÚDOS Sistemas de Classificação dos Seres Vivos Sistema Binominal de Classificação Classificação e Parentesco
Cada indivíduo provém dos seus progenitores que, por sua vez, provieram de outros progenitores, e o processo repete-se através dos tempos, de geração
Cada indivíduo provém dos seus progenitores que, por sua vez, provieram de outros progenitores, e o processo repete-se através dos tempos, de geração em geração. Neste regresso ao passado somos conduzidos,
Disciplina: Citologia e Embriologia. Profª Dra. Adriana Soeiro de F. Silva J. Ayres
Disciplina: Citologia e Embriologia Profª Dra. Adriana Soeiro de F. Silva J. Ayres [email protected] . EMENTA UNIDADE I Aspectos gerais da estrutura celular Microscopias Métodos empregados no estudo
Terra um planeta com Vida
Condições que permitiram o aparecimento da Vida na Terra O aparecimento da Vida resultou das características particulares da Terra. Formação da Terra há cerca de 4600 M.a. Formação de uma atmosfera primitiva.
A classificação biológica. Professor: Paulo
A classificação biológica Professor: Paulo - 2012 Quantas espécies existem? Quantas espécies por descobrir? Taxonomia e Sistemática Ciências que se ocupam da classificação dos seres vivos, formando grupos
Biologia e Geologia - 11º ano - Teste de Avaliação a) b) c) d) e) f) g) 1.2. A. B. C. D. E.
Escola Prof. Reynaldo dos Santos Vila Franca de Xira Biologia e Geologia - 11º ano - Teste de Avaliação Tema 7 Biologia: Evolução e Classificação dos seres vivos 1. A figura ao lado ilustra uma possível
Origem da vida. Os primeiros seres vivos
Origem da vida Os primeiros seres vivos 1ª ideias sobre o aparecimento dos seres vivos CRIACIONISMO (Design inteligente) Nesta corrente de estudiosos acreditava-se que a vida foi criada por uma força divina.
Células. Capitulos 1 e 2: Fundamentos da Biologia Celular- Alberts- 2ª edição
Células Capitulos 1 e 2: Fundamentos da Biologia Celular- Alberts- 2ª edição O que é uma célula? Pequenas unidades envolvidas por membranas e preenchidas por uma solução aquosa contendo agentes químicos,
Profª Denise Mello do Prado Biologia Classificação de Canis familiaris (cão doméstico)
Avaliação e Entrega do Trabalho: 3ºE e 3ºF 11/04/2016 3ºTA 13/04/2016 3ºTB 12/04/2016 Trabalho Individual, duplas ou trios Fazer um vídeo sobre um dos temas trabalhados no bimestre todos do grupo devem
Manual do Professor. um jogo de senha. Cibele C. Berto Maria Ligia C. Carvalhal Constant Pires, F.C. Constant Pires, F.C. Deneno, R.C. Berto, C.C.
Cara com a Cara célula um jogo de senha Manual do Professor Autores: Ilustração: Cibele C. Berto Maria Ligia C. Carvalhal Constant Pires, F.C. Constant Pires, F.C. Deneno, R.C. Berto, C.C. Diagramação:
BIOLOGIA 1ª SÉRIE 7-BIOLOGIA
BIOLOGIA 1ª SÉRIE 7-BIOLOGIA Série 1ª SÉRIE Área de Conhecimento Ciências da natureza e suas tecnologias Carga Horária Anual DIURNO: 73h OBJETIVO: Conhecer a estrutura e o funcionamento das células. Analisar
Prof. Marcelo Langer. Curso de Biologia. Aula 47 Citologia
Prof. Marcelo Langer Curso de Biologia Aula 47 Citologia PROCARIONTES Todos são classificados dentro do Reino Monera ser vivo com núcleo primitivo e unicelulares. Não formam tecidos e nem órgãos. Formados
DIVERSIDADE NA BIOSFERA
Escola Secundária de Lousada Biologia - Geologia (10º ano) DIVERSIDADE NA BIOSFERA A Biosfera A Biosfera Mesmo nas condições ambientais mais adversas (elevadíssimos ou reduzidos valores de temperatura,
9º ano 1º período / 2016 Equipe Biologia
9º ano 1º período / 2016 Equipe Biologia Combinados Cuidado com os atrasos. Evite manusear o celular em sala de aula. Faça suas tarefas e traga seu material em todas as aulas. Registre. Faça seus registros
PROVA DE CIÊNCIAS 1 o TRIMESTRE DE 2015
PROVA DE CIÊNCIAS 1 o TRIMESTRE DE 2015 PROF. BRUNO NOME Nº 7º ANO A prova deve ser feita com caneta azul ou preta. É terminantemente proibido o uso de corretor. Respostas com corretor serão anuladas.
Universidade Estadual do Rio Grande do Sul Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental Componente curricular: Microbiologia Aula 1
Universidade Estadual do Rio Grande do Sul Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental Componente curricular: Microbiologia Aula 1 Professor Antônio Ruas 1. Créditos: 60 2. Carga horária semanal:
