Estruturas de Dados Pilhas, Filas, Listas
|
|
|
- Miguel Palha Caetano
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Estruturas de Dados Pilhas, Filas, Listas Fabio Gagliardi Cozman Thiago Martins PMR3201 Escola Politécnica da Universidade de São Paulo Estruturas de Dados Pilhas, Filas, Listas
2 Introdução Estruturas de dados são objetos que armazenam dados de forma eficiente, oferecendo certos serviços para o usuário (ordenação eficiente dos dados, busca por meio de palavras chave, etc). Técnicas de programação orientada a objetos são úteis quando temos que codificar estruturas de dados. As estruturas básicas abordadas neste curso são: Pilhas, filas, listas ligadas. Árvores e árvores de busca. Hashtables (tabelas de dispersão). Grafos.
3 Abstração Uma estrutura de dados abstrai as características principais de uma atividade que envolve armazenamento de informações. Por exemplo, a estrutura de fila armazena dados de forma que o dado há mais tempo na estrutura é o primeiro a ser retirado.
4 Pilhas Uma pilha é uma estrutura de dados em que o acesso é restrito ao elemento mais recente na pilha. push(a) a push(b) b a pop() a
5 Pilhas: operações básicas As operações básicas realizadas com uma pilha são: push: inserir no topo; pop: retirar do topo; top: observar o topo. vazia?: Verifica se a pilha não contém elementos. Em uma pilha ideal, operações básicas devem ocorrer em O(1), independentemente do tamanho N da pilha (ou seja, em tempo constante).
6 Implementação de Pilha em Python Em Python, toda lista implementa as funções básicas de uma pilha. Mas e a complexidade das operações?
7 Implementação de Pilha em Python Seja a uma lista. push: Equivale a a.append(x) onde x é o elemento. pop: Equivale a a.pop() que retorna o último elemento inserido. Se a lista estiver vazia, uma exceção do tipo IndexError é lançada. top: Equivale a a[-1]. Se a lista estiver vazia, uma exceção do tipo IndexError é lançada. Vazia?: A expressão not a retorna verdadeiro se a pilha não contém elementos. De fato, toda conversão de lista em variável booleana produz True se há algum elemento na lista, False caso contrário.
8 Implementação de Pilha em Python Complexidade Como dito, em uma pilha ideal, as operações devem ser completadas em tempo constante O(1). lista em python são armazenadas em endereços contíguos de memória pré-alocados (reservados). Estes espaços tm uma capacidade de armazenamento finita que não pode ser excedida!
9 Implementação de Pilha em Python Complexidade O que acontece se uma operação append (durante um push, por exemplo), excede a capacidade pré-alocada? O runtime de Python reserva uma nova região de memória com capacidade adequada e copia os dados da lista antiga na nova região. Esta cópia tem complexidade O(N)!
10 Implementação de Pilha em Python Complexidade tttpush() a complexidade desta operação será sempre O(N). Complexidade amortizada: O valor médio de complexidade sobre uma sequência de operações: Se os tamanhos da região na memória crescem geometricamente, a probabilidade de um push produzir uma realocação cai exponencialmente. Assim, a complexidade amortizada de um push é constante.
11 Consistência de parênteses Considere o problema de verificar se existe um fechamento de parênteses para cada abertura em uma expressão algébrica com letras e símbolos +,,, /. Pode-se utilizar uma pilha: A + B (C/D + E) ( ()
12 Verificação de consistência de parênteses def v e r i f i c a _ c o n s i s t e n c i a ( entrada ) : p i l h a = [ ] t r y : for c in entrada : i f c in { (, [, { } : p i l h a. append ( c ) e l i f c== ) and p i l h a. pop ( )!= ( : raise ValueError ( " F a l t a algum fechamento " ) e l i f c== ] and p i l h a. pop ( )!= [ : raise ValueError ( " F a l t a algum fechamento " ) e l i f c== } and p i l h a. pop ( )!= { : raise ValueError ( " F a l t a algum fechamento " ) i f p i l h a : raise ValueError ( " F a l t a algum fechamento " ) except IndexError : raise ValueError ( " F a l t a alguma abertura " )
13 Avaliação de expressões Pilhas são muito usadas no processamento de linguagens, por exemplo em compiladores. Uma aplicação importante é a conversão e avaliação de expressões numéricas. Existem três tipos de notações para expressões numéricas: 1 infixa, onde operador entre operandos: (A + B); 2 pós-fixa, onde operador segue operandos: (AB+) (notação polonesa reversa); 3 pré-fixa, onde operador precede operandos: (+AB) (notação polonesa).
14 Notação pós-fixa A vantagem da notação pós-fixa é que ela dispensa parênteses. Infixa Pós-fixa A B C ABC A (B C) ABC A B C AB C (A B) C AB C A + D/(C D^E) ADCDE^ /+ (A + B)/(C D) AB + CD /
15 Avaliação de expressões Suponha que tenhamos uma expressão pós-fixa e desejemos obter o valor da expressão ( avaliar a expressão ). Fazemos isso passando pelos elementos da expressão, 1 empilhando cada operando; 2 processando cada operador: 1 retiramos dois operandos da pilha; 2 executamos a operação; 3 empilhamos o resultado. No final o resultado está no topo da pilha.
16 Exemplo: expressão 1; 2; 3;^; ; 4; 5; 6; ; +; 7; ; Operação Parcial Conteúdo da Pilha Insere 1 1 Insere 2 1; 2 Insere 3 1; 2; 3 Operador: 2 3 1; 8 Operador: Insere 4-7; 4 Insere 5-7; 4; 5 Insere 6-7; 4; 5; 6 Operador: 5*6-7; 4; 30 Operador: ; 34 Insere 7-7; 34; 7 Operador: 34*7-7; 238 Operador: (Resultado final)
17 Conversão para notação pós-fixa Considere que temos uma expressão em notação infixa. Para convertê-la a notação pós-fixa, usamos uma pilha. Devemos varrer a expressão infixa da esquerda para a direita, se encontramos um operando, o colocamos na saída; se encontramos um operador, o colocamos em uma pilha, desempilhando...
18 Exemplo A B C + D: Entrada Pilha Saída A A A B A B A B C A B C + + A B C D A B C D +
19 Conversão para notação pós-fixo: algoritmo Devemos varrer a expressão infixa da esquerda para a direita, se encontramos um operando, o colocamos na saída; se encontramos um operador, o colocamos em uma pilha, desempilhando e colocando na saída os operadores na pilha até encontrarmos um operador com precedência menor... Precedência: + e, seguida por e /, seguida por ^. Ao final, desempilhamos e colocamos na saída os operadores que restarem na pilha.
20 Exemplo A B C + D: Entrada Pilha Saída A A A B A B A B C A B C + + A B C D A B C D +
21 Parênteses Para lidar com parênteses, podemos criar uma nova pilha a cada abertura de parênteses, e operar nessa nova pilha até encontrar o fechamento correspondente (quando então envaziamos a pilha e retornamos à pilha anterior). Podemos fazer isso usando uma única pilha, simulando a abertura e fechamento de outras pilhas no seu interior...
22 Conversão para notação pós-fixo: algoritmo completo Devemos varrer a expressão infixa da esquerda para a direita, se encontramos um operando, o colocamos na saída; se encontramos um operador, o colocamos em uma pilha, desempilhando e colocando na saída os operadores na pilha até encontrarmos um operador com precedência menor ou uma abertura de parênteses; Precedência: + e, seguida por e /, seguida por ^. se encontramos uma abertura de parênteses, colocamos na pilha; se encontramos um fechamento de parênteses, desempilhamos e copiamos na saída os operadores na pilha, até a abertura de parênteses correspondente (que é desempilhada e descartada). Ao final, desempilhamos e colocamos na saída os operadores que restarem na pilha.
23 Exemplos A/(B + C) D ((A (B C)) + D) 1 2 ^ 3 ( ) 7
24 Avaliação de expressões em notação infixa Combinando os dois algoritmos anteriores, podemos fazer a avaliação de uma expressão em notação infixa usando duas pilhas (uma para operadores, outra para operandos). Exemplo: 1 2 ^ 3 ( ) 7 Entrada Pilha Operadores Pilha Operandos , 2 ^, ^ 1, 2 3, ^ 1, 2,
25 Filas Uma fila é uma estrutura em que o acesso é restrito ao elemento mais antigo. Operações básicas: enqueue: inserir na fila; dequeue: retirar da fila.
26 Arranjos circulares A implementação mais comum de uma fila é por arranjo circular. a b c d e vai sair... entrou...
27 Implementação de Fila (1) Fila baseada em sequência. class f i l a _ c i r c u l a r ( ) : def i n i t ( s e l f ) : s e l f. _dados = [ None] 10 s e l f. _ i n d i c e V a i S a i r = 0 s e l f. _indiceentrou=len ( s e l f. _dados) 1 s e l f. _tamanho = 0 def len ( s e l f ) : return s e l f. _tamanho
28 Implementação de Fila (2) def _incrementa ( s e l f, i n d i c e ) : i n d i c e += 1 i f i n d i c e == len ( s e l f. _dados ) : i n d i c e = 0 return i n d i c e def _duplique_seq ( s e l f ) : novo = [ None] 2 len ( s e l f. _dados ) for i in range ( s e l f. _tamanho ) : novo [ i ] = s e l f. _dados [ s e l f. _ i n d i c e V a i S a s e l f. _ i n d i c e V a i S a i r = s e l f. _incrementa ( s e l f. _dados = novo s e l f. _ i n d i c e V a i S a i r = 0 s e l f. _indiceentrou = s e l f. _tamanho 1;
29 Implementação de Fila (3) def enqueue ( s e l f, x ) : i f s e l f. _tamanho == len ( s e l f. _dados ) : s e l f. _duplique_seq ( ) s e l f. _indiceentrou = s e l f. _incrementa ( s e l f. _ s e l f. _dados [ s e l f. _indiceentrou ] = x s e l f. _tamanho += 1 def dequeue ( s e l f ) : i f s e l f. _tamanho == 0: raise IndexError ( " F i l a vazia " ) s e l f. _tamanho = 1 x = s e l f. _dados [ s e l f. _ i n d i c e V a i S a i r ] s e l f. _dados [ s e l f. _ i n d i c e V a i S a i r ] = None s e l f. _ i n d i c e V a i S a i r = s e l f. _incrementa ( s e l f. return x
30 Lista Ligada Uma alternativa a arranjos é a estrutura de lista ligada, na qual armazenamos dados em células interligadas. Nó 1 (dado 1) Nó 2 (dado 2) Nó 3 (dado 3)...
31 Lista Ligada Esse tipo de estrutura é muito flexível e pode acomodar inserção e retirada de dados de locais arbitrários. A vantagem desse tipo de estrutura é a flexibilidade permitida no uso da memória. A desvantagem é que alocar memória é uma tarefa demorada (mais lenta que acesso a arranjos).
32 Implementação de Lista Para definir uma lista ligada, precisamos primeiro definir o elemento armazenador (nó): class NoLL : def i n i t ( s e l f, x, proximo = None ) : s e l f. dado = x s e l f. proximo = proximo def i t e r ( s e l f ) : a = s e l f while a : y i e l d a. dado a = a. proximo
33 Inserção de nó Considere inserir dado x após Nó a. Nó a (dado 1) Nó b (dado 2)... No c = NoLL ( x, a. proximo ) a. proximo = c Alternativamente, a. proximo = NoLL ( x, a. proximo ) Nó a (dado 1) Nó c (dado x) Nó b (dado 2)...
34 Remoção de nó, visita a sequência de nós Remoção (do nó seguinte) ao nó a: i f a. proximo : a. proximo = a. proximo. proximo Nó a (dado 1) Nó c (dado x) Nó b (dado 2)... Para visitar todos os elementos de uma lista, de forma similar a um laço que percorre um arranjo: No p = l i s t a. p r i m e i r o while p :... p = p. proximo
35 Lista Duplamente Encadeada Uma estrutura interessante é o deque, composto por nós que apontam em duas direções: Nó a (dado 1) Nó b (dado 2) Nó c (dado 3) Com essa estrutura é possível percorrer os dados em ambos os sentidos.
36 Usos de listas A partir daí podemos implementar várias funcionalidades: 1 Pilhas; 2 Filas; 3 Vector: estrutura genérica de inserção/remoção em local arbitrário.
37 Implementação de Pilha usando Lista class P i l h a ( ) : def i n i t ( s e l f ) : s e l f. topo = None def push ( s e l f, x ) : n = NoLL ( x, s e l f. topo ) s e l f. topo = n def pop ( s e l f ) : i f s e l f. topo : a = s e l f. topo. dado s e l f. topo = s e l f. topo. proximo return a else : raise IndexError ( " pop em p i l h a vazia " )
38 Implementação de Fila usando Lista Ligada class F i l a ( ) : def i n i t ( s e l f ) : s e l f. saida = None s e l f. entrada = None def enqueue ( s e l f, x ) : i f s e l f. saida : s e l f. entrada. proximo = NoLL ( x ) s e l f. entrada = s e l f. entrada. proximo else : # F i l a vazia s e l f. entrada = NoLL ( x ) s e l f. saida = s e l f. entrada def dequeue ( s e l f ) : i f s e l f. saida : a = s e l f. saida. dado Fábio Cozman s e l ef Thiago. saida Martins = s e l f. saida. proximo
Estruturas de Dados Pilhas, Filas, Listas
PMR2300 Escola Politécnica da Universidade de São Paulo Introdução Estruturas de dados são objetos que armazenam dados de forma eficiente, oferecendo certos serviços para o usuário (ordenação eficiente
Árvores. Thiago Martins, Fabio Gagliardi Cozman. PMR2300 / PMR3201 Escola Politécnica da Universidade de São Paulo
PMR2300 / PMR3201 Escola Politécnica da Universidade de São Paulo Árvore: estrutura composta por nós e arestas entre nós. As arestas são direcionadas ( setas ) e: um nó (e apenas um) é a raiz; todo nó
Estruturas de Dados I
Estruturas de Dados I Rodrigo Porfírio da Silva Sacchi [email protected] 3410-2075 Aula 6: Listas Encadeadas e Alocação Dinâmica Listas Encadeadas e Alocação Dinâmica Alocação Seqüencial versus
Filas. Nesta aula veremos o ADT fila Em um computador existem muitas filas esperando pela impressora, acesso ao disco ou, num sistema timesharing,
Filas Nesta aula veremos o ADT fila Em um computador existem muitas filas esperando pela impressora, acesso ao disco ou, num sistema timesharing, pelo uso da CPU Algoritmos e Estruturas de Dados I José
Pilha. SCC-202 Algoritmos e Estruturas de Dados I. Lucas Antiqueira
Pilha SCC-202 Algoritmos e Estruturas de Dados I Lucas Antiqueira Pilha O que é? Para que serve? 2 Problema: chamada de sub-rotinas Rotina A 1 print A 2 call C 3 call B 4 call D 5 return Rotina B 1 call
Pilhas. ser acessada somente por uma de suas extremidades. pelo topo. S Uma pilha é uma estrutura linear de dados que pode
Pilhas e Filas Pilhas Uma pilha é uma estrutura linear de dados que pode ser acessada somente por uma de suas extremidades. Uma pilha é uma lista LIFO (do inglês last-in-first out) o último a entrar é
Aula 7 e 8 Filas e suas Aplicações. Prof. Leticia Winkler
Aula 7 e 8 Filas e suas Aplicações Prof. Leticia Winkler 1 Definição de Fila (Queue) São estruturas de dados do tipo FIFO (first-in first-out) - o primeiro elemento a ser inserido, será o primeiro a ser
Estruturas de Dados Encadeadas
CURSO: Ciência da Computação DATA: / / 2016 PERÍODO: 4 o. PROFESSOR: Andrey DISCIPLINA: Técnicas Alternativas de Programação AULA: 14 APRESENTAÇÃO Na aula de hoje vamos apresentar e discutir conceitos
CES-11. Pilhas Definição Operações Filas. Operações Deques. Definição. Operações
CES-11 Pilhas Definição Operações Filas Definição Operações Deques Definição Operações PILHAS, FILAS E DEQUES As listas lineares admitem inserção e eliminação em qualquer posição. Pilhas, filas e deques
Algoritmos e Estruturas de Dados II IEC013. TAD, Pilhas e Filas. Prof. César Melo
Algoritmos e Estruturas de Dados II IEC013 TAD, Pilhas e Filas Prof. César Melo TAD: Definição SE programa = definição de um tipo de dados + operação sobre dados desse tipo + restrições sobre dados e operações
Estruturas de Dados Pilhas, Filas e Deques
Estruturas de Dados Pilhas, Filas e Deques Prof. Eduardo Alchieri Estruturas de Dados Pilhas Pilhas Lista LIFO (Last In, First Out) Os elementos são colocados na estrutura (pilha) e retirados em ordem
Árvores. Prof. Byron Leite Prof. Tiago Massoni Prof. Fernando Buarque. Engenharia da Computação. Poli - UPE
Árvores Prof. Byron Leite Prof. Tiago Massoni Prof. Fernando Buarque Engenharia da Computação Poli - UPE Motivação Para entradas realmente grandes, o acesso linear de listas é proibitivo Estrutura de dados
Linguagem Python. Inteligência Artificial. Características de Python. Importando módulos. Módulos. Usando Python no modo interativo
Linguagem Python Inteligência Artificial Aula 7 Profª Bianca Zadrozny http://www.ic.uff.br/~bianca/ia Introdução Características de Python Rodando programas Módulos Tipos básicos Números e variáveis Strings
Variável. Expressões. Atribuição. Tipos básicos Declaração. Aritméticas Lógicas. Professor Leandro Augusto Frata Fernandes
Programação de Computadores III Aula 3 Professor Leandro Augusto Frata Fernandes [email protected] Material disponível em http://www.ic.uff.br/~laffernandes/teaching/2011.1/tcc-03.063 Roteiro da Aula
Pilhas. Algoritmos e Estruturas de Dados I. José Augusto Baranauskas Departamento de Física e Matemática FFCLRP-USP
Pilhas Algoritmos e Estruturas de Dados I Nesta aula veremos o ADT pilha Uma pilha é usada em muitas situações tais como avaliação de expressões aritméticas, chamada e retorno de procedimentos e funções
Listas Lineares Ordenadas
Listas Lineares Ordenadas Algoritmos e Estruturas de Dados I Nesta apresentação será apresentado o ADT lista linear ordenada Uma lista linear ordenada, ou simplesmente lista ordenada há uma ordem entre
Estruturas de Dados. Filas em que a prioridade de remoção não é cronológica. Maior prioridade não é do elemento que ingressou primeiro
Estruturas de Dados Filas de Prioridade Ricardo J. G. B. Campello Parte deste material é baseado em adaptações e extensões de slides disponíveis em http://ww3.datastructures.net (Goodrich & Tamassia).
Programação de Computadores:
Instituto de C Programação de Computadores: Introdução a Algoritmos (Parte II) Luis Martí Instituto de Computação Universidade ederal luminense [email protected] - http://lmarti.com Roteiro da Aula de Hoje
Lista de Figuras Figura 1 1: Figura 1 2: Figura 1 3: Figura 1 4: Figura 1 5: Figura 1 6: Figura 1 7: Figura 2 1: Figura 2 2: Figura 2 3: Figura 2 4:
Lista de Figuras Figura 1 1: Diagrama de Funcionamento do Laço while 34 Figura 1 2: Diagrama de Funcionamento do Laço do-while 35 Figura 1 3: Diagrama de Funcionamento do Laço for 36 Figura 1 4: Diagrama
Python: Listas. Claudio Esperança
Python: Listas Claudio Esperança Estruturas de dados Maneira de organizar dados de maneira a facilitar seu acesso Algumas formas são clássicas: Listas Arrays (vetores e matrizes) Tuplas (registros) Árvores
CAP Exame de Admissão 16/12/2013. Instruções Gerais (leia atentamente)
CAP 2014 Exame de Admissão 16/12/2013 Nome do Candidato: Identidade: Instruções Gerais (leia atentamente) O tempo total de duração do exame será de 2 horas. Você receberá uma Folha de Respostas junto com
Métodos Computacionais. Operadores, Expressões Aritméticas e Entrada/Saída de Dados
Métodos Computacionais Operadores, Expressões Aritméticas e Entrada/Saída de Dados Tópicos da Aula Hoje aprenderemos a escrever um programa em C que pode realizar cálculos Conceito de expressão Tipos de
Capítulo 7. Expressões e Sentenças de Atribuição
Capítulo 7 Expressões e Sentenças de Atribuição Introdução Expressões são os meios fundamentais de especificar computações em uma linguagem de programação Para entender a avaliação de expressões, é necessário
Pilhas e Filas. Prof. Walteno Martins Parreira Júnior.
Licenciatura em Computação Algoritmos e Estrutura de Dados Pilhas e Filas Prof. Walteno Martins Parreira Júnior www.waltenomartins.com.br [email protected] 2016 SUMÁRIO 1. PILHAS... 2 1.1. Introdução...
Linguagem Python. Processamento Estatístico da Linguagem Natural. Barra invertida em strings. Strings. Aspas triplas. Operações com Strings
Processamento Estatístico da Linguagem Natural Aula 7 Professora Bianca (Sala 302 Bloco E) [email protected] http://www.ic.uff.br/~bianca/peln/ Linguagem Python Introdução Características de Python Rodando
Algoritmos e Estruturas de Dados II IEC013
Algoritmos e Estruturas de Dados II IEC013 TAD, Pilhas e Filas Prof. César Melo Todos os créditos ao Prof. Leandro Galvão TAD: Definição SE programa = definição de um tipo de dados + operação sobre dados
AVALIAÇÃO DE CONHECIMENTO ESPECÍFICO
AVALIAÇÃO DE CONHECIMENTO ESPECÍFICO PROGRAMA DE PÓS- GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO 01. Toda arvore binária possui as seguintes propriedades: I. Todos os nós de uma sub- árvore direita são maiores
4. Listas, Pilhas, e Filas
4. Listas, Pilhas, e Filas Fernando Silva DCC-FCUP Estruturas de Dados Fernando Silva (DCC-FCUP) 4. Listas, Pilhas, e Filas Estruturas de Dados 1 / 49 Definição de Lista (1) Uma lista é uma sequência finita
Estruturas de Dados. Módulo 11 Pilhas. 9/8/2005 (c) Dept. Informática - PUC-Rio 1
Estruturas de Dados Módulo 11 Pilhas 9/8/2005 (c) Dept. Informática - PUC-Rio 1 Referências Waldemar Celes, Renato Cerqueira, José Lucas Rangel, Introdução a Estruturas de Dados, Editora Campus (2004)
SUMÁRIO. Fundamentos Árvores Binárias Árvores Binárias de Busca
ÁRVORES SUMÁRIO Fundamentos Árvores Binárias Árvores Binárias de Busca 2 ÁRVORES Utilizadas em muitas aplicações Modelam uma hierarquia entre elementos árvore genealógica Diagrama hierárquico de uma organização
Paradigmas de Programação
Tipos Abstractos de Dados (ADT) Estruturas construídas para armazenar determinados tipos de dados e que especificam operações que permitem a manipulação desses dados. Estudaremos duas das mais simples
Aula 3 Listas Lineares Sequenciais Ordenadas. prof Leticia Winkler
Aula 3 Listas Lineares Sequenciais Ordenadas prof Leticia Winkler 1 Listas Lineares Sequenciais Ordenadas Elementos da lista estão dispostos num vetor (contíguos na memória) e ordenado de acordo com alguma
Prof. Adriano Maranhão COMPILADORES
Prof. Adriano Maranhão COMPILADORES LINGUAGENS: INTERPRETADAS X COMPILADAS Resumo: Linguagem compilada: Se o método utilizado traduz todo o texto do programa, para só depois executar o programa, então
INTRODUÇÃO À LINGUAGEM C. Prof. Msc. Luis Filipe Alves Pereira 2015
INTRODUÇÃO À LINGUAGEM C Prof. Msc. Luis Filipe Alves Pereira 2015 INTRODUÇÃO À LINGUAGEM C 02/23 INTRODUÇÃO Criada em 1972 na AT&T Bell Labs É uma das linguagens mais populares. Existem poucas arquiteturas
Como construir um compilador utilizando ferramentas Java
Como construir um compilador utilizando ferramentas Java p. 1/3 Como construir um compilador utilizando ferramentas Java Aula 3 A linguagem X ++ Prof. Márcio Delamaro [email protected] Como construir
Estruturas de Dados Aulas 3 e 4: Uso da. 14/03/2011 e 16/03/2011
Estruturas de Dados Aulas 3 e 4: Uso da memória e Vetores 14/03/2011 e 16/03/2011 Uso da memória Existem 3 maneiras de reservar o espaço da memória: Variáveis globais (estáticas) Espaço existe enquanto
A Linguagem Lua Lua Puc-Rio
A Linguagem Lua Lua foi projetada e implementada por uma equipe no Tecgraf, o Grupo de Computação Gráfica da Puc-Rio (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro). 1 Exemplos de linguagens de scripts
INF1007: Programação 2 8 Listas Encadeadas. (c) Dept. Informática - PUC-Rio 1
INF1007: Programação 2 8 Listas Encadeadas (c) Dept. Informática - PUC-Rio 1 Tópicos Principais Motivação Listas encadeadas Implementações recursivas Listas de tipos estruturados (c) Dept. Informática
8. Árvores. Fernando Silva DCC-FCUP. Estruturas de Dados. Fernando Silva (DCC-FCUP) 8. Árvores Estruturas de Dados 1 / 38
8. Árvores Fernando Silva DCC-FCUP Estruturas de Dados Fernando Silva (DCC-FCUP) 8. Árvores Estruturas de Dados 1 / 38 Árvores - estruturas não lineares (1) Uma lista é um exemplo de uma estrutura de dados
8. Árvores. Fernando Silva. Estruturas de Dados DCC-FCUP. Fernando Silva (DCC-FCUP) 8. Árvores Estruturas de Dados 1 / 38
8. Árvores Fernando Silva DCC-FCUP Estruturas de Dados Fernando Silva (DCC-FCUP) 8. Árvores Estruturas de Dados 1 / 38 Árvores - estruturas não lineares (1) Uma lista é um exemplo de uma estrutura de dados
Introdução Métodos de Busca Parte 1
Introdução Métodos de Busca Parte 1 SCC-201 Introdução à Ciência da Computação II Rosane Minghim 2009 Importância em estudar busca Busca é uma tarefa muito comum em computação? Vários métodos e estruturas
Fila. Algoritmos e Estruturas de Dados I
Fila Algoritmos e Estruturas de Dados I Fila O que é? Para que serve? 2 Biblioteca Problema: automação de uma biblioteca Todos os livros devem ser cadastrados O sistema deve informar se um livro está disponível
Lista Encadeada (Linked List)
Lista Encadeada (Linked List) As listas ou listas encadeadas são a estrutura de dados mais simples concebível excetuando-se naturalmente os arrays. Listas encadeadas nada mais são que uma seqüência de
INF1010 Lista de Exercícios 2
INF00 Lista de Exercícios 2 Árvores. Construir algoritmo para dada uma árvore n-ária, transformá-la em uma árvore binária. 2. Qual a maior e menor quantidade de nós que podem existir em uma árvore binária
Filas Exemplo de Aplicação
Filas Exemplo de Aplicação Uma aplicação interessante para filas é a ordenação por distribuição, descrita a seguir. Seja uma lista l composta de n chaves, cada qual representada por um inteiro numa base
1. Listas sequenciais versus listas ligadas. Lista sequencial
Alocação Dinâmica Listas Ligadas 1. Listas sequenciais versus listas ligadas Lista sequencial Uma lista sequencial é um conjunto de elementos contíguos na memória. Um vetor é o melhor exemplo de lista
Listas de Prioridade. Fonte de consulta: Szwarcfiter, J.; Markezon, L. Estruturas de Dados e seus Algoritmos, 3a. ed. LTC.
Listas de Prioridade Fonte de consulta: Szwarcfiter, J.; Markezon, L. Estruturas de Dados e seus Algoritmos, 3a. ed. LTC. Capítulo 6 Prioridade } Algumas aplicações precisam recuperar rapidamente um dado
Aula de hoje. Listas. Sequências especiais. Introdução. Listas. Sequências. SCC Introdução à Programação para Engenharias
SCC 12 - Introdução à Programação para Engenharias Aula de hoje Introdução Sequências Classes e objetos Listas Listas Operações em listas Pilhas e filas Professor: André C. P. L. F. de Carvalho, ICMC-USP
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO CURSO: CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO. Prof.ª Danielle Casillo
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO CURSO: CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Prof.ª Danielle Casillo Diferencia-se das máquinas de Turing e Post principalmente pelo fato de possuir a memória de entrada separada
Variáveis primitivas e Controle de fluxo
Variáveis primitivas e Controle de fluxo Material baseado na apostila FJ-11: Java e Orientação a Objetos do curso Caelum, Ensino e Inovação, disponível para download em http://www.caelum.com.br/apostilas/
Árvores Binárias de Busca (ABB) 18/11
Árvores Binárias de Busca (ABB) 18/11 Definição Uma Árvore Binária de Busca possui as mesmas propriedades de uma AB, acrescida da seguintes propriedade: Para todo nó da árvore, se seu valor é X, então:
Árvores. Prof. César Melo DCC/ICE/UFAM
Árvores Prof. César Melo DCC/ICE/UFAM Introdução As estruturas anteriores são chamadas de unidimensionais (ou lineares) Exemplo são vetores e listas Não podem ser usadas como hierarquias. Exemplo: árvore
Como construir um compilador utilizando ferramentas Java
Como construir um compilador utilizando ferramentas Java p. 1/2 Como construir um compilador utilizando ferramentas Java Aula 1 - Introdução Prof. Márcio Delamaro [email protected] Como construir um
Compiladores e Computabilidade
Compiladores e Computabilidade Prof. Leandro C. Fernandes UNIP Universidade Paulista, 2013 GERAÇÃO DE CÓDIGO INTERMEDIÁRIO Geração de Código Intermediário Corresponde a 1ª etapa do processo de Síntese
Módulo 10 Listas Encadeadas
Estruturas de Dados Módulo 10 Listas Encadeadas 9/8/2005 (c) Dept. Informática - PUC-Rio 1 Referências Waldemar Celes, Renato Cerqueira, José Lucas Rangel, Introdução a Estruturas de Dados, Editora Campus
Pilhas Filas e Listas
Pilhas Filas e Listas Sumário Pilha: interface, aplicações e implementação Fila: interface, aplicações e implementação Lista Ligada: interface, aplicações e implementação Pilha Estrutura LIFO (last in,
Paradigmas de Linguagens
Paradigmas de Linguagens Aula 2: Tipos de dados Professora Sheila Cáceres Tipos de dados Dados são a matéria prima da computação junto com os programas. LPs precisam manipular dados. LPS utilizam os conceitos
TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS TURMA 2008/1 2 PERÍODO MÓDULO 3 AVALIAÇÃO MP2 DATA 2/10/2008 ESTRUTURAS DE DADOS 2008/2
TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS TURMA 2008/1 2 PERÍODO MÓDULO 3 AVALIAÇÃO MP2 DATA 2/10/2008 ESTRUTURAS DE DADOS 2008/2 Dados de identificação do Acadêmico: Nome: Login: CA: Cidade:
Lição 4 Fundamentos da programação
Lição 4 Fundamentos da programação Introdução à Programação I 1 Objetivos Ao final desta lição, o estudante será capaz de: Identificar as partes básicas de um programa em Java Reconhecer as diferenças
Análise e Síntese de Algoritmos. Revisão CLRS, Cap. 7-10
Análise e Síntese de Algoritmos Revisão CLRS, Cap. 7-10 Contexto Revisão Algoritmos e complexidade Notação Fundamentos: somatórios, recorrências, etc. Exemplos de algoritmos Ordenação Procura Selecção
Árvores Binárias. 16/11 Representação e Implementação: Encadeada Dinâmica O TAD
Árvores Binárias 16/11 Representação e Implementação: Encadeada Dinâmica O TAD ED AB, encadeada dinâmica Para qualquer árvore, cada nó é do tipo info esq dir typedef int elem; typedef struct arv *Arv;
Comandos em C (cont.)
Comandos em C (cont.) Operador ternário:? O operador condicional possui uma opção um pouco estranha. É o único operador C que opera sobre três expressões. Sua sintaxe geral possui a seguinte construção:
Teoria da Computação. Máquinas Universais Máquina com Pilhas
Máquinas Universais Máquina com Pilhas Cristiano Lehrer Introdução A Máquina com Pilhas diferencia-se das Máquinas de Turing e de Post principalmente pelo fato de possuir uma memória de entrada separada
Introdução a Programação
Introdução a Programação Prof. André Gustavo Duarte de Almeida [email protected] docente.ifrn.edu.br/andrealmeida Aula 02 Primeiro Programa Roteiro Primeiros Passos Variáveis Expressões Comandos
16/11/2015 Lista Tipo de dado Lista - Implementação Lista - Implementação Lista - Implementação 3
Listas, pilhas e filas Profa. Vânia de Oliveira Neves Slides baseados no material da Profa. Graça Nunes Listas Lista Lista Uma Lista Linear é uma coleção ordenada de componentes de um mesmo tipo. Ela é
Aula 2 Listas Lineares Sequenciais. prof Leticia Winkler
Aula 2 Listas Lineares Sequenciais prof Leticia Winkler 1 Conteúdo Revisão de Vetor Definição Declaração Acesso dos Elementos Inicialização dos Elementos Exemplo Vetor e Função Lista Linear Operações com
Tipos Abstractos de Dados (TADs) e Java
Tipos Abstractos de Dados (TADs) e Java Neste capítulo apresentamos a metodologia de desenvolvimento dos TADs em Java, introduzimos o conceito de estrutura linear e sua implementação utilizando a estrutura
Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul - Curso de Ciência da Computação Disciplina: Estruturas de Dados Profª. Raquel Marcia Müller
1 Listas Lineares Dentre as estruturas de dados não primitivas, as listas lineares são as de manipulação mais simples. Uma lista linear agrupa informações referentes a um conjunto de elementos que, de
Bacharelado em Ciência e Tecnologia Processamento da Informação. Equivalência Portugol Java. Linguagem Java
Linguagem Java Objetivos Compreender como desenvolver algoritmos básicos em JAVA Aprender como escrever programas na Linguagem JAVA baseando-se na Linguagem Portugol aprender as sintaxes equivalentes entre
Tratamento dos Erros de Sintaxe. Adriano Maranhão
Tratamento dos Erros de Sintaxe Adriano Maranhão Introdução Se um compilador tivesse que processar somente programas corretos, seu projeto e sua implementação seriam grandemente simplificados. Mas os programadores
Tabelas Hash. informação, a partir do conhecimento de sua chave. Hashing é uma maneira de organizar dados que:
Tabelas Hash Tabelas Hash O uso de listas ou árvores para organizar informações é interessante e produz bons resultados. Porem, em nenhuma dessas estruturas se obtém o acesso direto a alguma informação,
Introdução à Linguagem C++
Introdução à Linguagem C++ C++: Definição C++ C A Linguagem de Programação C++ pode ser definida como uma extensão da Linguagem C; Todo código de programação em Linguagem C pode a priori ser compilado
Programação de Computadores I Dados, Operadores e Expressões PROFESSORA CINTIA CAETANO
Programação de Computadores I Dados, Operadores e Expressões PROFESSORA CINTIA CAETANO Dados em Algoritmos Quando escrevemos nossos programas, trabalhamos com: Dados que nós fornecemos ao programa Dados
Microcontrolador Assembly UTFPR / DAELN Microcontroladores 1 Prof. Gabriel Kovalhuk
Assembly 8051 Num sistema microprocessado, geralmente, não existe um sistema operacional; O programa desenvolvido pelo programador deve cuidar tanto da lógica do programa, bem como da configuração e acesso
Hashing: conceitos. Hashing
Hashing: conceitos hashing é uma técnica conhecida como espalhamento, mapeamento ou randomização que tenta distribuir dados em posições aleatórias de uma tabela (array) associa cada objeto (de um determinado
Python - Variáveis e expressões
Python - e expressões Prof. Paulo H R Gabriel (com base no material do Prof. André Backes) Linguagem de Máquina Computador entende apenas pulsos elétricos Presença ou não de pulso 1 ou 0 Tudo no computador
Pilhas e Filas. Conteúdo. FEUP/LEEC Algoritmos e Estruturas de Dados 2001/2002. João Canas Ferreira
FEUP/LEEC Algoritmos e Estruturas de Dados 00/00 Pilhas e Filas João Canas Ferreira http://www.fe.up.pt/~jcf FEUP/LEEC,AED,00/00, v0. Pilhas e Filas # Conteúdo. Pilhas (a) Implementação baseada em listas
Algoritmos e Estrutura de Dados. Aula 01 Apresentação da Disciplina e Introdução aos Algoritmos Prof. Tiago A. E. Ferreira
Algoritmos e Estrutura de Dados Aula 01 Apresentação da Disciplina e Introdução aos Algoritmos Prof. Tiago A. E. Ferreira Ementa e Objetivos Ementa: Análise de Algoritmos: Notação O e Análise Assintótica.
Comando de Seleção em Java
Universidade Federal do ABC (UFABC) Disciplina: Processamento da Informação (BC-0505) Assunto: Comando de Seleção Comando de Seleção em Java Conteúdo 1. Introdução... 1 2. Comando de seleção... 2 3. Comandos
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE ITUIUTABA
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL DE ITUIUTABA ASSOCIADA À UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS CURSO DE SISTEMA DE INFORMAÇÃO PILHA E FILA Prof. Walteno Martins Parreira Júnior www.waltenomartins.com.br [email protected]
