Programa Praia-Campo Sénior

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Programa Praia-Campo Sénior"

Transcrição

1 Proposta 378/2011 Anexo N3 Programa Praia-Campo Sénior NORMAS TÉCNICAS 2011 CML/DEPARTAMENTO DE ACÇÃO SOCIAL/EQUIPA DA ÁREA DO ENVELHECIMENTO E PESSOAS SENIORES

2 l. NORMAS TÉCNICAS CAPITULO I REGRAS GERAIS Artigo 1º Âmbito e Objectivos 1. As presentes Normas Regulamentares definem os princípios e as regras a que deve obedecer a execução do Programa Praia-Campo Sénior, promovido pela Câmara Municipal de Lisboa/Departamento de Acção Social (CML/DAS). 2. O Programa Praia-Campo Sénior (PPCS) tem como finalidade promover o Envelhecimento Activo e Saudável, contribuindo para a ocupação dos tempos livres, em momentos de convívio, lazer e confraternização na praia e no campo. Artigo 2º Grupo-alvo A população - alvo do Programa Praia-Campo Sénior são os munícipes com idade igual ou superior a 55 anos de idade. Artigo 3º Destinatários Para a organização deste Programa podem candidatar-se as Juntas de Freguesia da cidade de Lisboa. Artigo 4º Candidatura 1. A apresentação de cada candidatura deve ser efectuada em formulário próprio, disponibilizado pela CML/DAS, devendo ser assinado pela pessoa que na Junta de Freguesia tenha poder para o acto. 2. A candidatura deve ser entregue em mão própria, contra entrega de recibo, nas instalações do Departamento de Acção Social da CML, enviada por correio registado para a morada daquelas instalações, ou através de endereço electrónico [email protected], dentro do prazo que for definido no ofício de Aviso de Abertura de

3 Candidaturas que será acompanhado do Formulário de Candidatura, das presentes Normas Regulamentares, da Ficha de Inscrição e dos Elementos de Enquadramento. 3. O incumprimento do disposto nos números anteriores poderá dar lugar à exclusão da candidatura ao Programa Praia-Campo Sénior. Artigo 5º Informação Findo o prazo de apresentação de candidaturas, a CML/DAS procederá à respectiva análise, informando posteriormente às Juntas de Freguesia a aprovação ou não, das respectivas candidaturas. Artigo 6º Duração do Programa O PPCS realiza-se durante os meses de Junho a Setembro, com a duração de cinco dias úteis. Artigo 7º Actividades e Localização 1. A acção prevista nas presentes Normas Regulamentares, realizar-se-á nos seguintes termos: a) Período da manhã - o período da manhã decorrerá na praia, cuja selecção será definida pela Junta de Freguesia; Cabe à Junta de Freguesia assegurar que a praia seleccionada, contemple todas as condições de segurança, de forma a garantir o bom desenvolvimento do PPCS, com particular atenção aos seguintes recursos/condições: existência de WC, de Nadadores-salvadores e de Primeiros-socorros; boas condições de parqueamento e acessibilidades à praia; espaço disponível no areal e a qualidade da água. b) Período da tarde no período da tarde, serão realizadas actividades no campo e/ou visitas de âmbito cultural, as quais serão promovidas pelas Juntas de Freguesia, desde que estejam garantidas todas as condições de segurança. 2. A Programação das actividades referidas no número anterior, é da responsabilidade da Junta de Freguesia e deve ser disponibilizada à CML/DAS até 30 dias antes da realização da acção.

4 Artigo 8º Inscrição dos Participantes 1. A inscrição dos Participantes deverá ser efectuada nas Juntas de Freguesia das respectivas residências, em Ficha de Inscrição a fornecer pela CML/DAS. 2. A Junta de Freguesia deve remeter à CML/DAS cópia de todas as fichas de inscrição, a listagem de participantes e acompanhantes e ainda, os comprovativos da contratação dos seguros relativos a ambos, referidos no artigo 11º das presentes Normas. 3. No caso de se verificar desistência de algum participante já inscrito, poderá a Junta de Freguesia proceder à sua substituição, em conformidade com o disposto no n.º 1 do presente artigo, desde de que esta o faça até ao 2º dia do início do Programa e remeta à CML/DAS a nos seguros respectiva ficha de inscrição, bem como comprovativo de inscrição nos seguros, dentro do mesmo prazo. Artigo 9º Acção de Sensibilização/Informação 1. A CML, através do Departamento de Acção Social, é responsável pela promoção de uma Acção de Sensibilização/Informação, dirigida aos Acompanhantes do PROGRAMA PRAIA-CAMPO SÉNIOR. 2. Esta acção de sensibilização tem carácter obrigatório e decorrerá na semana anterior ao início do Programa. Artigo 10º Transporte A lotação máxima permitida por autocarro é de 50 lugares sentados. Artigo 11º Seguros 1. No âmbito da execução do Programa Praia Campo Sénior a Junta de Freguesia deve celebrar os seguintes contratos de seguro: seguro de acidentes pessoais e o de responsabilidade civil, de todos os participantes e acompanhantes, com os valores mínimos e âmbitos de cobertura fixados pelo Decreto-Lei 10/2009 de 12 de Janeiro, decreto que regulamenta as actividades desportivas.

5 2. A Junta de Freguesia deve remeter à CML/DAS, os comprovativos da(s) apólice(s) de seguro, acompanhado das condições gerais e particulares, bem como da listagem de participantes e acompanhantes segurados, até 30 dias antes da realização da acção. 3. O incumprimento do disposto nos números anteriores dá lugar à exclusão na participação no PPCS. 4. No decorrer do PPCS a Junta de Freguesia deve dar conhecimento escrito à CML/DAS de todas as participações de ocorrências efectuadas à seguradora. Artigo 12º Financiamento e Apoio 1. A CML/DAS garante o apoio financeiro às Juntas de Freguesia no âmbito do Programa Praia Campo Sénior através de Protocolo de Delegação de Competências, transferindo para estas uma verba calculada de acordo com os Elementos de Enquadramento previstos para o ano em curso. 2. O pagamento do financiamento referido no número 1 do presente artigo está condicionado à apresentação dos Relatórios previstos nos artigos 20º al) j e 21º al) e) deste documento. II CAPíTULO DIREITOS E DEVERES DOS PARTICIPANTES Artigo 13º Direitos dos Participantes Os Participantes do PROGRAMA PRAIA-CAMPO SÉNIOR têm o direito a: a) Participar independentemente da sua condição socio-económica; b) Uma refeição diária (almoço) adequada às suas necessidades; c) Participar no Programa em plena segurança; d) Participar em actividades de animação que promovam momentos de convívio e lazer, previamente definidos pela Junta de Freguesia e enquadrados pelos Acompanhantes; e) Ter acesso à programação da acção, nomeadamente, horários e actividades, bem como das consequências do incumprimento das regras previstas nas presentes Normas Regulamentares.

6 Artigo 14º Dia de Descanso O Participante poderá comunicar à organização, a ausência de um dia, para descanso. Artigo 15º Deveres dos Participantes Os Participantes do PROGRAMA PRAIA-CAMPO SÉNIOR têm o dever de: a) Cumprir as regras de funcionamento do Programa, sobre as quais foi previamente informado e esclarecido pela Junta de Freguesia onde efectuou a inscrição, de forma a não pôr em risco a saúde, bem-estar e segurança do próprio e/ou do Grupo; b) Integrar-se no Grupo e respeitar as orientações definidas para o bom funcionamento do mesmo. III CAPíTULO DIREITOS E DEVERES DOS ACOMPANHANTES Artigo 16º Direitos dos Acompanhantes Os Acompanhantes do PROGRAMA PRAIA-CAMPO SÉNIOR têm o direito a: a) Serem informados e esclarecidos pelas respectivas Juntas de Freguesia sobre as presentes Normas Regulamentares, bem como das consequências do seu incumprimento; b) Terem acesso às Fichas de Inscrição dos Participantes com toda a documentação anexa, garantindo a sua confidencialidade; c) Serem remunerados pelo seu trabalho, desde que devidamente executado. Artigo 17º Deveres dos Acompanhantes Os Acompanhantes do PROGRAMA PRAIA-CAMPO SÉNIOR têm o dever de: a) Frequentar obrigatoriamente a Acção de Sensibilização/Informação promovida pela CML/DAS;

7 b) Cumprir os horários estabelecidos; c) Registar diariamente o número de Participantes no PROGRAMA PRAIA-CAMPO SÉNIOR e as ocorrências extraordinárias, transmitindo-as à CML/DAS e à Junta de Freguesia respectiva; d) Elaborar em conjunto o Plano de Actividades da Junta de Freguesia do PROGRAMA PRAIA-CAMPO SÉNIOR, com supervisão do responsável pelo respectivo pelouro da Junta de Freguesia, se este assim o entender e garantir que o mesmo seja cumprido; e) Promover a animação do grupo, com actividades lúdicas e/ou recreativas, respeitando a vontade dos Participantes e eventuais limitações dos mesmos. IV CAPíTULO DIREITOS E DEVERES DA JUNTA DE FREGUESIA Artigo 18º Direitos das Juntas de Freguesia A Junta de Freguesia participante no PROGRAMA PRAIA-CAMPO SÉNIOR tem o direito a: a) Receber uma verba para a operacionalização do PROGRAMA PRAIA-CAMPO SÉNIOR, a qual será calculada de acordo com os Elementos de Enquadramento previstos para o ano em curso, mediante transferência a efectuar pela CML; b) Seleccionar e contratar as pessoas qualificadas para acompanhar os seniores nas actividades desenvolvidas no âmbito do presente Programa; c) Decidir sobre a localização das praias, data de realização da acção (de acordo com o art. 6º, das presentes Normas Regulamentares) e as actividades a realizar no âmbito do PPCS. Artigo 19º Deveres das Juntas de Freguesia A Junta de Freguesia participante no PROGRAMA PRAIA-CAMPO SÉNIOR tem o dever de: a) Promover a divulgação do PROGRAMA PRAIA-CAMPO SÉNIOR, bem como das respectivas Normas Regulamentares; b) Seleccionar e proceder à contratação de pessoas qualificadas, para acompanhar os seniores, embora esta qualificação não as dispense de participar na Acção de Sensibilização/Informação;

8 c) Garantir a presença de três acompanhantes, no máximo, para 47 Participantes por Freguesia; d) Proceder à contratualização dos seguros referidos no n.º1 do artigo 11º das presentes Normas; e) Definir o Plano de Actividades do PROGRAMA PRAIA-CAMPO SÉNIOR, de acordo com o n.º 2 do artigo 7º do presente documento; f) Garantir uma refeição diária (almoço) aos Participantes e Acompanhantes; g) Remunerar os Acompanhantes, conforme acordado com a CML/DAS; h) Solicitar aos Participantes os seguintes documentos: Ficha de Inscrição, devidamente preenchida e assinada; Fotocópia de Cartão de Eleitor; Fotocópia do Bilhete de Identidade; Fotocópia do Cartão de Utente do Serviço Nacional de Saúde; i) Remeter ao DAS, até 30 dias antes da realização da acção: Listagem nominal dos Participantes e Acompanhantes; Fichas de Inscrição devidamente preenchidas; Descrição do programa diário de actividades, com indicação da praia seleccionada; j) Disponibilizar ao participante o Livro de Reclamações da Junta de Freguesia para os efeitos previstos no artigo 15.º do presente documento; l) Remeter ao DAS, no prazo máximo de um mês após a realização do Programa, o Relatório de Avaliação, Relatório Financeiro, bem como outros documentos que venham a ser solicitados (designadamente questionários); m) Divulgar pelos meios mais adequados, que o PPCS decorre do Protocolo assinado entre a CML e a Junta de Freguesia atribuindo sempre idêntico destaque às duas entidades. V CAPíTULO DIREITOS E DEVERES DA CML/DEPARTAMENTO DE ACÇÃO SOCIAL Artigo 20º Direitos da CML/DAS No âmbito do PROGRAMA PRAIA-CAMPO SÉNIOR a CML/Departamento de Acção Social tem o direito a: a) Supervisionar o bom funcionamento do Programa, de acordo com o estipulado nas regras das presentes Normas Regulamentares;

9 b) Intervir nas situações que considere pertinentes para garantir o bom funcionamento do Programa em curso; c) Penalizar as infracções às regras de funcionamento do PROGRAMA PRAIA-CAMPO SÉNIOR. d) Ter diariamente registo e informação relativa ao PROGRAMA PRAIA-CAMPO SÉNIOR de forma a acompanhar e verificar o seu funcionamento; e) Receber Relatório de Avaliação do Programa elaborado pela Junta de Freguesia e Relatório Financeiro, no prazo de um mês, após o terminus do mesmo; f) Solicitar às Juntas de Freguesia os esclarecimentos que entender necessários, quer no momento da candidatura, quer no decorrer do PPCS. Artigo 21º Deveres da CML/DAS No âmbito do PROGRAMA PRAIA-CAMPO SÉNIOR a CML/Departamento de Acção Social tem o dever de: a) Assegurar e garantir o bom funcionamento do PROGRAMA PRAIA-CAMPO SÉNIOR, zelando pelo cumprimento das regras estipuladas no presente documento; b) Promover uma Acção de Sensibilização/Informação, dirigida aos Acompanhantes do PROGRAMA PRAIA-CAMPO SÉNIOR ; c) Adquirir e garantir o seguinte material de apoio: T-shirt s, panamás, sacos, chapéus-desol e protectores de solares; d) Transferir para as Juntas de Freguesia uma verba calculada de acordo com os Elementos de Enquadramento previstos para o ano em curso, para o fim previsto no artigo 12º do presente documento; e) Remeter às Juntas de Freguesia os elementos de avaliação que se considerem necessários para a elaboração do Relatório de Avaliação do Programa. VI CAPÍTULO Artigo 22º Disposições Finais As dúvidas suscitadas na execução das presentes Normas Regulamentares, serão esclarecidas por despacho do Senhor Vereador com competência delegada na área da Acção Social, na sequência de parecer a elaborar pelo Departamento de Acção Social.

10

União das Freguesias de Santo António dos Cavaleiros e Frielas. Regulamento Ocupação Tempos Livres

União das Freguesias de Santo António dos Cavaleiros e Frielas. Regulamento Ocupação Tempos Livres União das Freguesias de Santo António dos Cavaleiros e Frielas Regulamento Ocupação Tempos Livres Artigo 1.º Objectivos É objetivo do programa Ocupação Tempos Livres (OTL) proporcionar iniciativas exclusivamente

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DE CAMPOS DE FÉRIAS. Nota Justificativa

REGULAMENTO INTERNO DE CAMPOS DE FÉRIAS. Nota Justificativa REGULAMENTO INTERNO DE CAMPOS DE FÉRIAS Nota Justificativa A organização de campos de férias destinados a crianças e jovens é uma das atividades centrais da política do município da Moita na área da juventude

Leia mais

Regulamento 1. Objetivos 2. Destinatários Verão na ULisboa 3. Direitos e deveres dos participantes Verão na ULisboa Verão na ULisboa

Regulamento 1. Objetivos 2. Destinatários Verão na ULisboa 3. Direitos e deveres dos participantes Verão na ULisboa Verão na ULisboa Regulamento 1. Objetivos 1.1. O Verão na ULisboa é um programa de ocupação de tempos livres para estudantes do 3.º Ciclo e do Ensino Secundário, que pretende divulgar as atividades em curso nas diferentes

Leia mais

Avenida Luís Bívar, Lisboa, Portugal. Tel: Regulamento Geral. Formação

Avenida Luís Bívar, Lisboa, Portugal. Tel: Regulamento Geral. Formação Avenida Luís Bívar, 85 1050-143 Lisboa, Portugal Tel: +351 21 781 62 82 Regulamento Geral Formação Última revisão Fevereiro 2011 Índice Índice 2 Introdução 3 Inscrições e Condições de Acesso 3 Funcionamento

Leia mais

Regulamento 1. Objetivos 2. Destinatários Verão na ULisboa 3. Direitos e deveres dos participantes Verão na ULisboa Verão na ULisboa

Regulamento 1. Objetivos 2. Destinatários Verão na ULisboa 3. Direitos e deveres dos participantes Verão na ULisboa Verão na ULisboa Regulamento 1. Objetivos 1.1. O Verão na ULisboa é um programa de ocupação de tempos livres para estudantes do 3.º ciclo e do ensino secundário, que pretende divulgar as atividades em curso nas diferentes

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO CENTRO DE CONVÍVIO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

REGULAMENTO INTERNO CENTRO DE CONVÍVIO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS REGULAMENTO INTERNO CENTRO DE CONVÍVIO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS NORMA I Âmbito de Aplicação O Centro de Convívio da Associação Social, Recreativa, Cultural, Bem Fazer Vai Avante, I.P.S.S. Registada

Leia mais

SISTEMA DE INCENTIVOS À QUALIDADE DA EDUCAÇÃO (Despacho nº 23/ME/95)

SISTEMA DE INCENTIVOS À QUALIDADE DA EDUCAÇÃO (Despacho nº 23/ME/95) SISTEMA DE INCENTIVOS À QUALIDADE DA EDUCAÇÃO (Despacho nº 23/ME/95) - Organização de actividades de intercâmbio, entre as escolas, de projectos de inovação ou de investigação REGULAMENTO ESPECÍFICO -

Leia mais

+ Formação Profissional. Regulamento de Funcionamento da Actividade Formativa. Março a Sua empresa de Serviços

+ Formação Profissional. Regulamento de Funcionamento da Actividade Formativa. Março a Sua empresa de Serviços + Formação Profissional Regulamento de Funcionamento da Actividade Formativa Março 2015 a Sua empresa de Serviços Pág. 2 de 8 Desde já seja bem-vindo à K-MED XXI! Agradecemos a sua preferência e desejamos

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO DO CENTRO DE CONVÍVIO DA GRUTA DA ARCA D ÁGUA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. NORMA I Âmbito de aplicação

REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO DO CENTRO DE CONVÍVIO DA GRUTA DA ARCA D ÁGUA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. NORMA I Âmbito de aplicação REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO DO CENTRO DE CONVÍVIO DA GRUTA DA ARCA D ÁGUA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS NORMA I Âmbito de aplicação O Centro de Convívio designado por Centro de Convívio da Gruta

Leia mais

Município de Vila Nova de Poiares Natal em Atividade. MUNICÍPIO DE VILA NOVA DE POIARES CÂMARA MUNICIPAL DAG Desporto, Juventude e Associativismo

Município de Vila Nova de Poiares Natal em Atividade. MUNICÍPIO DE VILA NOVA DE POIARES CÂMARA MUNICIPAL DAG Desporto, Juventude e Associativismo MUNICÍPIO DE VILA NOVA DE POIARES CÂMARA MUNICIPAL DAG Desporto, Juventude e Associativismo NATAL EM ATIVIDADE NORMAS GERAIS DE FUNCIONAMENTO Nota introdutória A Câmara Municipal pretende desenvolver programas

Leia mais

Município de São Pedro do Sul. Regulamento de Acção Social Escolar 1º Ciclo do Ensino Básico e Transportes Escolares

Município de São Pedro do Sul. Regulamento de Acção Social Escolar 1º Ciclo do Ensino Básico e Transportes Escolares Município de São Pedro do Sul Regulamento de 1º Ciclo do Ensino Básico e Transportes Escolares O presente regulamento tem como objectivo regulamentar e uniformizar procedimentos para a atribuição de auxílios

Leia mais

Financiamento de Candidaturas. Regulamento

Financiamento de Candidaturas. Regulamento Financiamento de Candidaturas A Junta de Freguesia de Benfica (JFB), no âmbito da sua responsabilidade social e no âmbito da Comissão Social de Freguesia (CSF), irá apoiar financeiramente candidaturas

Leia mais

Município de Espinho. Câmara Municipal. Procedimento para atribuição, por sorteio, do direito de ocupação dos lugares do Setor A da Feira Semanal

Município de Espinho. Câmara Municipal. Procedimento para atribuição, por sorteio, do direito de ocupação dos lugares do Setor A da Feira Semanal Concorrentes 1- Podem candidatar-se ao sorteio as pessoas singulares ou colectivas que sejam portadoras do cartão do cartão de feirante ou do comprovativo do pedido de cartão de feirante ou ainda do título

Leia mais

Licenciamento de Agentes de Jogadores

Licenciamento de Agentes de Jogadores Preâmbulo Licenciamento de Agentes de Jogadores O licenciamento de Agentes de Jogadores e a respectiva actividade estão regulamentados pelo Regulamento aprovado pelo Comité Executivo da FIFA na sua sessão

Leia mais

M U N I C Í P I O D E O L I V E I R A D O H O S P I T A L. Normas Regulamentares do Programa Férias + Solidárias

M U N I C Í P I O D E O L I V E I R A D O H O S P I T A L. Normas Regulamentares do Programa Férias + Solidárias Normas Regulamentares do Programa Férias + Solidárias Proposta de Normas Regulamentares do Programa Férias + Solidárias Preâmbulo Cabendo às autarquias locais um papel importante na promoção dos tempos

Leia mais

Ação Social REGULAMENTO INTERNO DO PROGRAMA CAMPOS DE FÉRIAS. CAPÍTULO I Organização e Funcionamento

Ação Social REGULAMENTO INTERNO DO PROGRAMA CAMPOS DE FÉRIAS. CAPÍTULO I Organização e Funcionamento Campos de Férias Abertos para Crianças De acordo, com o Artigo 43.º, do Regulamento de Organização dos Serviços Municipais, Aviso n.º 1033- C/2007, publicado na II série do Diário da República, em 19 de

Leia mais

Regulamento Interno Campo de Iniciação à Canoagem C.F.C.

Regulamento Interno Campo de Iniciação à Canoagem C.F.C. Regulamento Interno Campo de Iniciação à Canoagem C.F.C. 2 Regulamento Interno do Campo de Iniciação à Canoagem O presente regulamento tem como objectivo dar a conhecer a todos os intervenientes e participantes

Leia mais

PROJETO DE REGULAMENTO PROGRAMA VIVER SOLIDÁRIO

PROJETO DE REGULAMENTO PROGRAMA VIVER SOLIDÁRIO PROJETO DE REGULAMENTO PROGRAMA VIVER SOLIDÁRIO PROGRAMA VIVER SOLIDÁRIO PROJETO DE REGULAMENTO 1.INTRODUÇÃO A prática regular e sistemática de atividades de animação gera significativas melhorias quer

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DO CARTÃO OEIRAS SÉNIOR 65+ Preâmbulo

REGULAMENTO MUNICIPAL DO CARTÃO OEIRAS SÉNIOR 65+ Preâmbulo REGULAMENTO MUNICIPAL DO CARTÃO OEIRAS SÉNIOR 65+ Preâmbulo Considerando que nas últimas décadas temos vindo a assistir ao aumento dos índices de envelhecimento e de dependência das pessoas idosas entre

Leia mais

BOLETIM MUNICIPAL CÂMARA MUNICIPAL DA AMADORA. Edição Especial 01 de julho de 2014 PROJETO DE REGULAMENTO DO PROGRAMA AMASÉNIOR LAZER

BOLETIM MUNICIPAL CÂMARA MUNICIPAL DA AMADORA. Edição Especial 01 de julho de 2014 PROJETO DE REGULAMENTO DO PROGRAMA AMASÉNIOR LAZER Edição Especial PROJETO DE REGULAMENTO DO PROGRAMA AMASÉNIOR LAZER (Deliberação da CMA de 21.05.2014) DISTRIBUIÇÃO GRATUITA APRECIAÇÃO PÚBLICA (Por um periodo de 30 dias úteis, a contar da data da publicação,

Leia mais

CONCURSO PARA ATRIBUIÇÃO, POR SORTEIO DO DIREITO DE OCUPAÇÃO DOS LUGARES VAGOS DO CAMPO DA FEIRA DO CADAVAL

CONCURSO PARA ATRIBUIÇÃO, POR SORTEIO DO DIREITO DE OCUPAÇÃO DOS LUGARES VAGOS DO CAMPO DA FEIRA DO CADAVAL MUNÍCIPIO DE CADAVAL CÂMARA MUNICIPAL CONCURSO PARA ATRIBUIÇÃO, POR SORTEIO DO DIREITO DE OCUPAÇÃO DOS LUGARES VAGOS DO CAMPO DA FEIRA DO CADAVAL PROGRAMA DE CONCURSO Secção I Disposições Gerais ARTIGO

Leia mais

Procedimento. P Venda ambulante no Concelho de Portimão LISTA DE ALTERAÇÕES. Descrição da alteração Páginas Edição Data

Procedimento. P Venda ambulante no Concelho de Portimão LISTA DE ALTERAÇÕES. Descrição da alteração Páginas Edição Data Pág. n.º 1/8 LISTA DE ALTERAÇÕES Descrição da alteração Páginas Edição Data ELABORADO VERIFICADO APROVADO Pág. n.º 2/8 1. OBJECTIVO: Descrever a forma como se processa, na Câmara Municipal de Portimão,

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE APOIO ÀS FREGUESIAS. Preâmbulo. A Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro, aprovou o regime jurídico das

REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE APOIO ÀS FREGUESIAS. Preâmbulo. A Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro, aprovou o regime jurídico das REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE APOIO ÀS FREGUESIAS Preâmbulo A Lei n.º 75/2013, de 12 de setembro, aprovou o regime jurídico das autarquias locais, o estatuto das entidades intermunicipais, o regime

Leia mais

Financiado pela AAC - Agência de Aviação Civil

Financiado pela AAC - Agência de Aviação Civil Concurso Financiado pela AAC - Agência de Aviação Civil Concurso Concurso para Apresentação de Propostas no âmbito de Selecção de um Fiscal Único Nº 02/2017 I. Entidade Contratante: Agencia de Aviação

Leia mais

União das Freguesias de Ramada e Caneças

União das Freguesias de Ramada e Caneças Capítulo I Âmbito e objetivos Artigo 1º - Âmbito ocupação de tempos livres A União das Freguesias de Ramada e Caneças organiza a iniciativa Idas à Praia/Campo, cujas atividades se realizam durante o dia,

Leia mais

REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE SUBSÍDIOS PELA FEUP AO ABRIGO DO PROGRAMA MOBILE. Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto

REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE SUBSÍDIOS PELA FEUP AO ABRIGO DO PROGRAMA MOBILE. Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE SUBSÍDIOS PELA FEUP AO ABRIGO DO PROGRAMA MOBILE Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Artigo 1º Âmbito O presente Regulamento visa definir as condições de acesso,

Leia mais

Escola de Futebol Os Afonsinhos Regulamento Interno

Escola de Futebol Os Afonsinhos Regulamento Interno Escola de Futebol Os Afonsinhos Regulamento Interno Índice Artigo 1º Entidade reguladora... 3 Artigo 2º Destinatários... 3 Artigo 4º Funcionamento... 3 Artigo 5º Comunicação com encarregados de educação...

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO CENTRO DE CONVÍVIO

REGULAMENTO INTERNO CENTRO DE CONVÍVIO REGULAMENTO INTERNO CENTRO DE CONVÍVIO CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1º Âmbito de aplicação O Centro de Convívio da Misericórdia de Machico é uma valência administrada pela Santa Casa da Misericórdia

Leia mais

S.R. DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA. Despacho Normativo n.º 38/2007 de 26 de Julho de 2007

S.R. DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA. Despacho Normativo n.º 38/2007 de 26 de Julho de 2007 S.R. DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA Despacho Normativo n.º 38/2007 de 26 de Julho de 2007 Considerando a necessidade de adaptação dos termos do programa ESTAGIAR às alterações no sistema de ensino introduzidas

Leia mais

SWELL -Training and Development, Lda. Regulamento da Formação Profissional

SWELL -Training and Development, Lda. Regulamento da Formação Profissional SWELL -Training and Development, Lda Regulamento da Formação Índice 1. Âmbito e Finalidade... 2 2. Política e Estratégia para a Atividade Formativa... 2 3. Processo Formativo... 2 3.1. Entidade formadora...

Leia mais

Regulamento Interno das Férias Desportivas do Estádio Universitário de Lisboa 2013

Regulamento Interno das Férias Desportivas do Estádio Universitário de Lisboa 2013 Regulamento Interno das Férias Desportivas do Estádio Universitário de Lisboa 2013 Regulamento Interno das Férias Desportivas O presente regulamento tem como objetivo dar a conhecer a todos os intervenientes

Leia mais

Ciclo e Regras do Programa BIP/ZIP Lisboa Parcerias Locais

Ciclo e Regras do Programa BIP/ZIP Lisboa Parcerias Locais 1. Objecto Ciclo e Regras do Programa BIP/ZIP Lisboa 2012 - Parcerias Locais O Programa BIP-ZIP Lisboa 2012 - Parcerias Locais, adiante designado por Programa, surge no seguimento do Programa BIP/ZIP Lisboa

Leia mais

Regulamento de implementação e funcionamento da Loja Social de Alenquer

Regulamento de implementação e funcionamento da Loja Social de Alenquer Regulamento de implementação e funcionamento da Loja Social de Alenquer Nota Justificativa Num contexto marcado por uma profunda crise sócio-económica, que origina o crescente aumento de situações de pobreza

Leia mais

Município de Fafe. Procedimento para atribuição, por sorteio, do direito de ocupação dos lugares da feira Semanal de Fafe. Programa de procedimento

Município de Fafe. Procedimento para atribuição, por sorteio, do direito de ocupação dos lugares da feira Semanal de Fafe. Programa de procedimento Procedimento para atribuição, por sorteio, do direito de ocupação dos lugares da feira Semanal de Fafe Programa de procedimento Secção I Disposições Gerais Artigo 1.º Objeto do Procedimento 1- O presente

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIOS NA COMISSÃO DO MERCADO DE CAPITAIS

REGULAMENTO DE ESTÁGIOS NA COMISSÃO DO MERCADO DE CAPITAIS REGULAMENTO DE ESTÁGIOS NA COMISSÃO DO MERCADO DE CAPITAIS ÍNDICE Artigo 1.º... 4 (Objecto)... 4 Artigo 2.º... 4 (Âmbito)... 4 Artigo 3.º... 4 (Definições)... 4 Artigo 4.º... 5 (Objectivos dos estágios)...

Leia mais

MUNICÍPIO DE VILA POUCA DE AGUIAR Regulamento do Programa de Ocupação Temporária de Jovens. Preâmbulo

MUNICÍPIO DE VILA POUCA DE AGUIAR Regulamento do Programa de Ocupação Temporária de Jovens. Preâmbulo MUNICÍPIO DE VILA POUCA DE AGUIAR Regulamento do Programa de Ocupação Temporária de Jovens Preâmbulo A criação de um programa de Ocupação Temporária dos Jovens do Concelho de Vila Pouca de Aguiar visa

Leia mais

FÉRIAS PÁSCOA SAF SERVIÇO DE APOIO À FAMÍLIA 7>17 ABR 2014

FÉRIAS PÁSCOA SAF SERVIÇO DE APOIO À FAMÍLIA 7>17 ABR 2014 ox FÉRIAS DA PÁSCOA SAF SERVIÇO DE APOIO À FAMÍLIA 7>17 ABR 2014 ESTE PROGRAMA VISA PERMITIR A OCUPAÇÃO DOS TEMPOS LIVRES DAS CRIANÇAS EM IDADE PRÉ-ESCOLAR E ESCOLAR DO 1º CICLO COM ATIVIDADES LÚDICAS,

Leia mais

Concurso para a Criação de Logótipo da Conferência de Ministros Responsáveis pela Juventude e pelo Desporto da CPLP. Regulamento

Concurso para a Criação de Logótipo da Conferência de Ministros Responsáveis pela Juventude e pelo Desporto da CPLP. Regulamento Anexo 2 Concurso para a Criação de Logótipo da Conferência de Ministros Responsáveis pela Juventude e pelo Desporto da CPLP Regulamento Os Ministros Responsáveis pelo Desporto da Comunidade dos Países

Leia mais

REGULAMENTO DE ELEIÇÃO DAS COMISSÕES DE CURSO DAS ESCOLAS DO IPB

REGULAMENTO DE ELEIÇÃO DAS COMISSÕES DE CURSO DAS ESCOLAS DO IPB REGULAMENTO DE ELEIÇÃO DAS COMISSÕES DE CURSO DAS ESCOLAS DO IPB SECÇÃO I DEFINIÇÕES Artigo 1.º Objecto O presente regulamento define as normas aplicáveis ao processo de eleição das Comissões de Curso

Leia mais

Unidade de Inserção na Vida Activa UNIVA. Unidade de Inserção na Vida Activa

Unidade de Inserção na Vida Activa UNIVA. Unidade de Inserção na Vida Activa Unidade de Inserção na Vida Activa TEN/PSI Elsa Casal 508 532 [email protected] Objectivo da Sessão Informar e clarificar sobre o enquadramento legal, a finalidade, os destinatários e os procedimentos

Leia mais

AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS

AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS EIXO PRIORITÁRIO III PREVENÇÃO, GESTÃO E MONITORIZAÇÃO DE RISCOS NATURAIS E TECNOLÓGICOS PREVENÇÃO E GESTÃO DE RISCOS CÓDIGO DO AVISO: POVT- 35-2010-35 14 de Junho

Leia mais