REDES DE PETRI APLICADAS A AUTOMAÇÃO
|
|
|
- Maria Júlia Cabreira Barreiro
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 1 Disciplina: Laboratório de Automação Curso de Automação Industrial 4º Semestre NOAS DE AULA REDES DE ERI ALICADAS A AUOMAÇÃO 1. Conceituação Uma Rede de etri é uma quíntupla (,, A, W, m) onde : número de posições 2 número de transições A número de arcos orientados (p t ; t p) W peso dos arcos orientados m marcações (fichas) iniciais Em Rs são utilizados os seguintes símbolos: - osição / Lugar - ransição - Arco Orientado Adota-se também escrever no interior do círculo representativo de cada posição o número de suas fichas, ou um ponto para cada ficha, quando em número reduzido destas.
2 2 Exemplo: Seja uma R definida conforme a quíntupla Q=(,, A, W, m) onde : = 1,2 = 1 = 1,1,1,2 =1,1 =2 ;1,2=1 =1,1 ou seja, m(p1)=1 ; m(p2) =1 Desenhar a Rede de etri. - ré-sets e ós-sets Os conceitos de pré-sets e pós-sets são fundamentais no estudo das Redes de etri. ré-set de uma transição t: = /, Ou seja, o pré-set de t é o conjunto das posições a partir das quais existe arco para a transição t. Exemplo: O pré-set de 1 é p1, p2 e p3
3 3 ós-set de uma transição t: = /, Ou seja, o pós set de t é o conjunto das posições em para as quais existe arco oriundo da transição t. Exemplo: O pós-set de t é p1 e p2 Analogamente, define-se o pré-set e o pós-set de uma posição: ré-set de p: = /, Exemplo: ós-set de p: = /, Exemplo: 1 1 2
4 4 - Exercícios 1 - Construa os gráficos das Rs seguintes: a) = 1,2,3,4,5,6,7,8,9 = 1,2,3,4,5,6,7 =1 =1 A = Conjunto de arcos definidos pela tabela ransição ré-set ós-set ; ; ; ;
5 5 b) = 1,2,3,4,5,6,7,8,9 = 1,2,3,4,5,6,7,8 =1 =11 A = Conjunto de arcos definidos pela tabela ransição ré-set ós-set ; 2 ; ; ;
6 6 osições: 2 erminal Bancário (Caixa Eletrônico) 1 Espera de Serviço : Insira o Cartão 2 Digite a Senha 3 Menu de Serviços 4 eríodo do extrato Saldo Extrato Saque 5 Valor do Saque 6 rocessando / Entrega do serviço ransições: Entrada do Usuário 1 Inserção do cartão 2 Digitação da Senha 3 Digitar Operação Saldo 4 Digitar Operação Extrato 5 Digitar Operação eríodo do Extrato 6 Digitar Operação Saque 7 Digitar Operação Valor do Saque 8 Fim de Operação abela de ré-sets e ós-sets ransições ré-set ós-set
7 7 Rede de etri Equivalente: 2. Execução das Redes de etri Chama-se execução das Rs a movimentação das marcas (fichas) pela rede de acordo com certas regras. Ocorre em duas fases: habilitação e disparo de uma transição Uma transição tj ϵ numa R é habilitada por uma marcação (ficha) m se ocorre que, para todo $, $ & $, ' (, isto é : )ú+,-.+ /,/1 + $ /,-.+ $ /,/ ' Uma transição é disparada por meio de duas operações: a) Remoção das fichas das posições do pré-set. (tantas fichas quanto for o peso do arco orientado correspondente) b) Depósito das fichas em cada uma das posições do pós-set. (de tantas fichas quanto for o peso do arco correspondente) Exemplo:
8 8 - Número total de fichas O número total de fichas na R pode mudar durante sua execução. Exemplos: Conflito Quando várias transições estão habilitadas simultaneamente, a execução deve ser feita uma a uma. Usualmente, a ordem de execução em que se escolhe executar as transições altera o resultado final porque, ao se removerem fichas das posições de entrada de uma transição executada, desabilita-se outra transição que já estava habilitada. Isto caracteriza um conflito do tipo confusão. Exemplo:
9 9 Exercício: ara a R abaixo com as seguintes condições iniciais m=(121), verificar se há ou não conflito do tipo confusão. (SIMULAR) Um modelo com conflito confusão deve ser aperfeiçoado: a) Revendo-se a modelagem do sistema físico: é possível que haja fenômenos temporais no processo real que garantem uma determinada sequência de eventos que ainda não foi incorporada no modelo. b) Modificando o sistema real e seu modelo por meio de: a. Adição de controladores que incorporem prioridades baseadas em razões físicas / econômicas; b. Em certos casos, apenas colocando mais recursos (fichas) nos estoques (posições). 3. ransições-fonte, ransições-sumidouro e Self-Loops - ransições-fonte: Estão por definição, sempre habilitadas: disparam sempre que se tornar necessário ou interessante para análise do desempenho da R. Em geral, quando o início provém de peças de estoques ou recursos adotam-se marcas iniciais nas posições; quando o início provém de ações externas por parte de outros sistemas ou de operadores adotam-se transições-fonte.
10 1 Exemplo: - ransições-sumidouro: São transições que não tem pós-set; ao dispararem removem fichas das posições de entrada, mas não fornecem fichas a nenhuma posição. Utilizadas para modelar a saída de produtos. Exemplo: m1 m3 m2 - Self-Loops: São malhas fechadas formadas por dois arcos, uma posição e uma transição. Um selfloop, é R em que pertence ao pré-set e ao pós-set de t. Graficamente correspondem a arcos bidimensionais. Exemplo: 1 1
11 11 4. Alguns sistemas a eventos e suas Redes de etri Na automação industrial adota-se o seguinte: a) osições pi representam recursos disponíveis no sistema (máquinas, transportadores, peças, programas) ou então estados de recursos (máquina ligada / desligada, máquina com defeito). b) ransições tj representam ações e movimentos de materiais ou peças, ou então mudanças de estados dos recursos. c) Marcas (fichas) numa posição indicam quantidades disponíveis no momento, ou então o estado / 1 de um recurso. d) Arcos direcionados indicam precedência / movimento. e) esos dos arcos w representam quantidades fixas associadas às condições de habilitação ou de execução das transições Quando modelar-se apenas processos lógicos, sem envolver quantidades, as Rs tem no máximo uma ficha em cada posição, e os arcos tem peso 1; chamam-se Redes de Condições/Eventos. Na modelagem de sistemas produtivos, as quantidades de produtos, de máquinas e de operadores são fundamentais. Nada mais natural que usar os números de marcas nas posições para exprimir as quantidades. Resultam nas Redes de Recursos / ransições. Exemplo 1 Concorrência de peças em linha de produção: Dois tipos de peças são feitos em duas células / linhas separadas; a montagem final de um subconjunto só pode ocorrer quando existem peças de ambos os tipos nos estoques p3 e p
12 12 Exemplo 2 Recursos Compartilhados: Uma correia transportadora disponível é representada por marca na posição p4 da R da figura. A correia participa de ambas as linha de produção (p1, p2, p3) e (p5, p6, p7). Ocorrendo a marcação da figura, tanto t1 quanto t2 estão habilitadas, e o disparo de uma inabilita a outra. em-se um conflito tipo confusão Exemplo 3 Retomando o problema do Caixa Eletrônico visto anteriormente: O Sistema opera adequadamente? Existe conflito? Caso haja algum erro de operação ou conflito como resolvê-los?
13 13 Exercícios: 1 Um processo de produção e inspeção com retrabalho é apresentado a seguir: M A Q B R ode-se representa-lo por uma R (,,A,W,m) adotando-se os conjuntos: = 2,,34,35,64,65,7,8,9 e =/,//,1,1,,1/,.,, N = número de peças; A = peças a processar; QL = Sistema disponível; QO = Sistema ocupado; ML = Máquina livre; MO = Máquina ocupada (operando ou aguardando teste da peça produzida); B = eças aprovadas; R = eças rejeitadas a retrabalhar; S = eça de saída. ta = peça chega; taa = peça é aceita sistema disponível; ts = serviço começa; tsr = serviço termina peça rejeitada; tsa = serviço termina peça aprovada; td = peça sai da sessão; tr = peça retorna para o retrabalho.
14 14 ransição ré-set ós-set ta N A taa A ; QL QO ts QO ; ML MO ; QL tsr MO R tsa MO B td B S ; ML tr R ; QL ML ; QO Desenhe, simule e analise a Rede de etri do processo. Existe algum conflito?? Se sim, de que tipo? O que deve ser feito para solucioná-lo?
15 15 Um sistema pneumático / hidráulico constituído por um atuador controlado por uma válvula direcional e acionado pelo pulso de um botão, pode ser representado pela R mostrada abaixo: L A+ D 1 2 A A1 4 3 A- Na R temos a posição recuada (inicial) do atuador representada pelo sensor A acionado. Ao acionar o botão (ficha em L) a transição 1 é validada e dispara fazendo com que o atuador avance (posição A+). A seguir a transição 2 dispara e faz com que acione o sensor A1 que por sua vez irá validar e disparar a transição 3 e fazer com que haja o recuo do atuador (posição A-) e, novamente acionando o sensor A. O próximo ciclo ocorre ao acionar-se novamente o botão (osição L).
16 16 2 ransferência de matéria prima entre esteiras transportadoras. A sequência de operações dos cilindros é A+ B+ A- B- onde nas posições recuadas e avançadas são colocadas sensores NA com os tags A, A1, B, B1. a) Fazer a Rede de etri equivalente; b) Fazer o diagrama Ladder baseado na R.
17 17 3 rocesso de marcação de peças A sequência de operação dos cilindros é A+ B+ B- A- onde nas posições recuadas e avançadas são colocados sensores NA com os tags A, A1, B, B1. a) Fazer a Rede de etri equivalente; b) Fazer o diagrama Ladder baseado na R.
18 18 4 rocesso de dobra de chapa A sequência de operações dos cilindros é A+ B+ C+ B- C- A- onde nas posições recuadas e avançadas são colocados sensores NA com os tags E1, E2, E3, E4, E5, E6. a) Fazer a Rede de etri equivalente; b) Fazer o diagrama Ladder baseado na R.
19 19 5 rocesso de dobra e corte A sequência de operações dos cilindros é A+ B+ B- C+ C- A- onde nas posições recuadas e avançadas são colocados sensores NA com os tags A, A1, B, B1, C, C1. a) Fazer a Rede de etri equivalente; b) Fazer o diagrama Ladder baseado na R.
20 2 6 rocesso de Enchimento A sequência de operações dos cilindros é A+ B+ C- C+ A- B- onde nas posições recuadas e avançadas são colocados sensores NA com os tags A, A1, B, B1, C, C1. a) Fazer a Rede de etri equivalente; b) Fazer o diagrama Ladder baseado na R.
21 21 7 rocesso de Furação A sequência de operações dos cilindros é A+ C+ B+ A- M+ M- B- C- onde nas posições recuadas e avançadas são colocados sensores NA com os tags A, A1, B, B1, C, C1, M, M1. a) Fazer a Rede de etri equivalente; b) Fazer o diagrama Ladder baseado na R.
Redes de Petri. Marcação e seu comportamento dinâmico. Marcação
Redes de Petri A rede de Petri, técnica de modelagem original de onde derivou mais tarde o SFC, foi introduzida em 962 por Carl Adam Petri. Consiste de uma ferramenta gráfica e matemática extremamente
Conceitos Básicos de Automação. Prof. Jeferson L. Curzel 2019/01
Conceitos Básicos de Automação Prof. Jeferson L. Curzel 2019/01 Exemplo Motivador Furação manual: operador usava os olhos, o tato e a contração dos músculos avaliava a evolução do furo na madeira, decidindo
Universidade Federal de Minas Gerais Escola de Engenharia Departamento de Engenharia Eletrônica Laboratório de Informática Industrial
Universidade Federal de Minas Gerais Escola de Engenharia Departamento de Engenharia Eletrônica Laboratório de Informática Industrial 9ª AULA - PROGRAMAÇÃO SOB A NORMA IEC 61131-3 (II): LINGUAGEM SFC Objetivos:
TECNOLOGIA EDUCACIONAL
TECNOLOGIA EDUCACIONAL CONJUNTO PARA ESTUDO DE CONTROLADORES LÓGICOS PROGRAMÁVEIS E IHM Características Gerais Composto por hardware, software e sistema de aprendizagem tecnológica de sistemas automatizados
Método Cascata Elétrica
Método Cascata Elétrica - Teoria e Prática - ADEMIR BASSANESI ANTÔNIO CARLOS LOPES 1.0 APRESENTAÇÃO Dentro da automação industrial de sistemas discretos, o sequenciamento de movimentos de atuadores e o
AUC1. Circuitos Eletrohidráulicos e Eletropneumáticos. Parte IV 14/02/2015 1
AUC1 Circuitos Eletrohidráulicos e Eletropneumáticos Parte IV 14/02/2015 1 14/02/2015 2 Os diagramas pneumáticos de funcionamento são utilizados para representar as sequências funcionais, de comandos mecânicos,
Considere um carro que se pode movimentar entre as posições A e B.
Lista de Exercícios Adicionais Assunto: Minicurso Conceitos básicos da linguagem Grafcet Professor: Cleiton Rodrigues Mendes¹ Questão 1: (Fonte: e-grafcet) Considere um carro que se pode movimentar entre
Automação e o uso de Computadores - Software Fluidsim. Atuadores Peneumáticos. Módulo 1. Prof. Corradi -
Automação e o uso de Computadores - Software Fluidsim Módulo 1 Atuadores Peneumáticos Prof. Corradi - www.corradi.junior.nom.br 1 Eletropneumática SOFTWARE FluidSim 3.6 FESTO Programa informático para
CLP - Linguagens de Programação
Curso: Técnico Subsequente em Petróleo e Gás Disciplina: CLP CLP - Linguagens de Programação Listas de Instruções Prof. Ms. Andouglas Gonçalves da Silva Júnior [email protected] Listas de Instruções
INF1013 MODELAGEM DE SOFTWARE
INF1013 MODELAGEM DE SOFTWARE Departamento de Informática Ivan Mathias Filho [email protected] Programa Capítulo 5 Sistemas Reativos Definição Sistemas Reativos Exemplos Máquinas de Estados 1 Programa
Dispositivo de Selagem de Doce de Leite HI. Profª Danielle Casillo
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO CURSO: CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Automação e Controle Dispositivo de Selagem de Doce de Leite HI Profª Danielle Casillo Estudo de Caso: Dispositivo de Selagem de Doce
ELETROPNEUMÁTICA. Juliano Matias Phoenix Contact
ELETROPNEUMÁTICA Juliano Matias Phoenix Contact Na área de Automação Industrial, um dos segmentos mais utilizados até hoje é sem dúvida o da Pneumática, pois esta possui características de velocidade e
CLIENTE: Alpes Programação Industrial
www.alpespi.com CLIENTE: Alpes Programação Industrial PROJETO: APInjet Número do projeto: 01 Revisão: R02 Data: 29/10/2012 qualquer fim, que não o previamente acordado, sem autorização da mesma. 1 SUMÁRIO
CONTROLE DE PROCESSOS INDUSTRIAIS. PROGRAMAÇÃO LÓGICA DE CLP s COM LADDER E FSM
CONTROLE DE PROCESSOS INDUSTRIAIS PROGRAMAÇÃO LÓGICA DE CLP s COM LADDER E FSM 1. INTRODUÇÃO Este documento se propõe a demostrar uma técnica para programação em CLP (Controladores lógicos programáveis)
EXPERIÊNCIA N O 1 ACINAMENTO DE UMA LÂMPADA POR UMA CHAVE
I EXPERIÊNCIA N O 1 ACINAMENTO DE UMA LÂMPADA POR UMA CHAVE Ligar e desligar uma lâmpada através de uma única chave pulsante. Toda vez que a chave for pressionada a lâmpada deve mudar de estado, mantendo
Válvula direcional vias posições acionamento e retorno normalmente.
1) Os elementos constituintes de um sistema pneumático ou hidráulico são divididos em três grupos conhecidos por (1) Sistemas de Comando, (2) Comandos de Potência e (3) Atuadores. Classifique de acordo
1 Circuitos Pneumáticos
1 Circuitos Pneumáticos Os circuitos pneumáticos são divididos em várias partes distintas e, em cada uma destas divisões, elementos pneumáticos específicos estão posicionados. Estes elementos estão agrupados
Redes de Petri. Prof. Juan Moises Mauricio Villanueva
Redes de Petri Prof. Juan Moises Mauricio Villanueva [email protected] Redes de Petri Publicado em 1962, por Carl Adam Petri Uma rede de Petri (RP) pode ser interpretada como um grafo direcionado
PLANEJAMENTO DO SUPERVISÓRIO SISTEMA DE CAPTAÇÃO E TRATAMENTO DE ÁGUA
PLANEJAMENTO DO SUPERVISÓRIO SISTEMA DE CAPTAÇÃO E TRATAMENTO DE ÁGUA 1. ENTENDIMENTO: CAPTAÇÃO / TRATAMENTO DE ÁGUA Descrição do Sistema de Automação e do Processo Captação: O sistema inicial é composto
Fundamentos de Automação. Atuadores e Elementos Finais de Controle
Ministério da educação - MEC Secretaria de Educação Profissional e Técnica SETEC Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Campus Rio Grande Fundamentos de Automação Atuadores
3ª. Lista de Exercícios de Automação Faça a ligação no PLC e a programação em Ladder e em blocos lógicos (FDB).
3ª. Lista de Exercícios de Automação Faça a ligação no PLC e a programação em Ladder e em blocos lógicos (FDB). 1) A máquina é uma seletora de peças e sua programação funciona da seguinte forma: Ao pressionar
Kit Injetora Horizontal v1.0 (Firmware v1.0) Firmware de injetora para sistema simples de acionamento e controle das válvulas.
Manual do usuário - Kit Injetora Horizontal - Firmware v1.0 CLP PIC 40 4EA Expansão PE Teclado TS 4x4 Display LCD ADP Kit Injetora Horizontal v1.0 (Firmware v1.0) Firmware de injetora para sistema simples
Problemas para Automação Industrial. Série 4: Modelação usando o diagrama funcional GRAFCET. Programação de autómatos
Problemas para Automação Industrial Série 4: Modelação usando o diagrama funcional GRAFCET. Programação de autómatos Nota prévia: Estes problemas têm como principal objectivo dar a possibilidade ao aluno
Lista de Exercícios 1
Conceitos envolvidos: a) Contadores e Temporizadores b) Interface serial RS2322 c) Interrupções Lista de Exercícios 1 1. Fazer um contador hexadecimal que coloque o valor de contagem na porta P1 em intervalos
CADERNO DE. - Engenharia de Controle e Automação - Sistema Hidráulicos e Pneumáticos EXERCÍCIOS - ELETROPNEUMÁTICA
CADERNO DE EXERCÍCIOS - ELETROPNEUMÁTICA -.. 4.. A B C D. 4..... 4..... 4. Faculdade Anhanguera Sorocaba Engenharia de Controle e Automação Prof. Nelsão Nome Série/Turma/Período Registro Acadêmico 0 -PROF.
MÉTODO PARA PROJETO DE SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO ELETROPNEUMÁTICA COM PROGRAMAS PARALELOS E SELEÇÃO ENTRE SEQÜÊNCIAS
MÉTODO PARA PROJETO DE SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO ELETROPNEUMÁTICA COM PROGRAMAS PARALELOS E SELEÇÃO ENTRE SEQÜÊNCIAS Pedro Luís Andrighetto UNIJUÍ Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande
COMANDOS INTUITIVOS BÁSICOS
1. INTRODUÇÃO COMANDOS INTUITIVOS BÁSICOS Os circuitos pneumáticos e eletropneumáticos cujas ações são simples (avanço e retorno de um atuador com algumas poucas condições), são chamados de comandos intuitivos,
1ª LISTA DE EXERCÍCIOS DE MIC - RESOLUÇÃO
MIITÉRIO DA EDUCAÇÃO ECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFIIOAL E TECOLÓGICA ITITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊCIA E TECOLOGIA DE ATA CATARIA CAMPU JOIVILLE DEPARTAMETO DO DEEVOLVIMETO DO EIO COORDEAÇÃO ACADÊMICA 1ª
Automação Industrial Parte 8
Automação Industrial Parte 8 Prof. Ms. Getúlio Teruo Tateoki http://www.getulio.eng.br/meusalunos/autind.html -Vamos supor que seja necessário determinar a função lógica interna de um sistema desconhecido.
Escola de Engenharia de São Carlos - Engenharia Elétrica Disciplina: SEL 0430 Laboratório de Automação Profs. Dennis Brandão 1º Semestre/2017
Escola de Engenharia de São Carlos - Engenharia Elétrica Disciplina: SEL 0430 Laboratório de Automação Profs. Dennis Brandão 1º Semestre/2017 Roteiro do 1º Experimento: Pneumática Aula 1 1. Desenhe no
Figura Seqüência linear. a) b) c) Figura Erros de sintaxe: a) Falta transição, b) e c) Transições subseqüentes.
4.3.3 ESTRUTURA SEQÜENCIAL Figura 4.20 - Seqüência linear. a) b) c) Figura 4.21 - Erros de sintaxe: a) Falta transição, b) e c) Transições subseqüentes. Exemplo de Estrutura com Seqüência Linear Um equipamento
de Controladores Lógicos Programáveis
Gílson Maekawa Kanashiro Reconstituição de Projetos de Controladores Lógicos Programáveis Uma abordagem para conversão da linguagem Ladder para Gráficos de Funções Seqüenciais Design Recovery for Relay
Universidade Federal do Rio Grande do Norte Departamento de Engenharia de Computação e Automação Automação Pneumática
Universidade Federal do Rio Grande do Norte Departamento de Engenharia de Computação e Automação Automação Pneumática Heitor Medeiros Florencio Tecnologias de Automação Ótima força Elétrica Hidráulica
Questões de Provas Antigas (P2)
Questões de Provas Antigas (P2) CNC (1-15) ROBÓTICA (16-18) TECNOLOGIA DE GRUPO (19-23) CNC Questão 1 (P2 214.1 B1) Explique em poucas palavras como um software de CAM poderia ser usado para aproveitar
PROJETOS INDIVIDUAIS P/ LÓGICA SEQUENCIAL
PROJETOS INDIVIDUAIS P/ LÓGICA SEQUENCIAL Conteúdo PROJETO_PI07: Máquina de Imprimir Cartazes... 2 PROJETO_PI09: Trilhos com Seleção de Caminhos... 3 PROJETO_PI11: Esteira de Transporte Bidirecional...
Clovis Alvarenga-Netto
Escola Politécnica da USP Departamento de Engenharia de Produção Materiais e processos de produção IV Maio/2009 Prof. Clovis Alvarenga Netto Aula 10 Planejamento, programação e controle da produção e estoques
Automatização de um Sistema Eletropneumático de Amassar Latas, Utilizado Mecanismos Mecânicos e Lógica de CLP
Automatização de um Sistema Eletropneumático de Amassar Latas, Utilizado Mecanismos Mecânicos e Lógica de CLP Andrécia Pereira da Costa¹, André Pereira da Costa 2, Romualdo Figueiredo de Sousa³ ¹Graduanda
Lista de Exercícios 2
Conceitos envolvidos: a) Contadores e Temporizadores b) Interface serial RS232 c) Interrupções Lista de Exercícios 2 1. Fazer um contador hexadecimal que coloque o valor de contagem na porta P1 em intervalos
Circuitos Pneumáticos
www.iesa.com.br 1 Circuitos Pneumáticos Exemplos: 1) Comando de um cilindro de ação simples ) Comando de um cilindro de ação dupla 3) Comando indireto de um cilindro de ação simples 4) Comando indireto
Redes de Petri. 1 Introdução. José de Oliveira Guimarães DC-UFSCar
Redes de Petri José de Oliveira Guimarães DC-UFSCar [email protected] 1 Introdução Uma rede de petri (RP) é uma quádrupla (P, T, F, M 0 ) onde P é um conjunto de lugares, T um conjunto de transições, F
AULA 9 - IMPLEMENTAÇÕES POR EQUAÇÃO DE ESTADOS E DE SAÍDA DOS MODELOS DE MEALY E DE MOORE 1 BIT POR ESTADO. pág. 342 a 346.
AULA 9 - IMPLEMENTAÇÕES POR EQUAÇÃO DE ESTADOS E DE SAÍDA DOS MODELOS DE MEALY E DE MOORE 1 BIT POR ESTADO. pág. 342 a 346. 1.) Introdução: Quando o número de variáveis em um problema passa de 05 variáveis,
Fundamentos de Automação. TAG de Instrumentos
Ministério da educação - MEC Secretaria de Educação Profissional e Técnica SETEC Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Campus Rio Grande Fundamentos de Automação TAG de
Entregar e apresentar dia 26/05. Portão Automático (Ítalo)
Portão Automático (Ítalo) Por intermédio de uma única botoeira podem-se realizar a abertura e o fechamento total do portão, além de interromper tais movimentos a qualquer instante. Acoplado mecanicamente
Mapeamento de memória e conexões do Controlador CP-WSMIO2DI2DO
Comércio e Manutenção de Produtos Eletrônicos Manual CP-WS1 Mapeamento de memória e conexões do Controlador CP-WSMIO2DI2DO PROXSYS Versão 1.3 Abril -2015 Controlador Industrial CP-WS1 1- Configurações
IMPLEMENTAÇÃO DE CONTROLE SUPERVISÓRIO MODULAR LOCAL EM UMA CÉLULA DE MANUFATURA DIDÁTICA
IMPLEMENTAÇÃO DE CONTROLE SUPERVISÓRIO MODULAR LOCAL EM UMA CÉLULA DE MANUFATURA DIDÁTICA Jeferson Luiz Curzel 1 André Bittencourt Leal 2 1 Centro Federal de Educação Tecnológica de Santa Catarina Cefet-SC
Figura Elementos de um Grafcet.
Figura 4.1 - (a) fluxograma, (b) variáveis de estado, (c) rede de Petri, (d) diagrama trajeto-passo. Figura 4.2 - Exemplo de Grafcet. Figura 4.3 - Elementos de um Grafcet. Figura 4.4 - Representação de
O Grafcet e a programação de lógica seqüencial em CLPs
O Grafcet e a programação de lógica seqüencial em CLPs 1) Introdução Em problemas nos quais as ações de comando são seqüenciais ou então tempo dependentes, a modelagem lógica, representada unicamente com
Manual de operação da interface homem máquina.
Manual de operação da interface homem máquina. 1.1 CLP com IHM incorporada GPM-18T. Descrição técnica. 1.2 Detalhamento das telas de operação do CLP. Teclado numérico-usado para ajustar os valores numéricos
WebSIGOM gerência de vales transportes pela Internet
WebSIGOM gerência de vales transportes pela Internet NOTA: Procedimentos de utilização pela empresa cliente 1. Ao acessar a página do WebSIGOM, através do Internet Explorer, preencha o campo Login. 2.
Exercícios Repetição
Curso de Engenharia de Controle e Automação Disciplina: Informática para a Automação Professor: Marcelo Cendron Exercícios Repetição 1.1 8.3 Exercícios 1. Faça um programa utilizando o comando while, que
SIMBOLOGIA PNEUMÁT ICA
1 SIMBOLOGIA PNEUMÁT ICA Neste item apresentaremos o resumo dos símbolos usuais empregados em diagramas pneumáticos e hidráulicos. A Tabela 1 apresenta alguns símbolos para os atuadores, conforme a norma
Sequential Function Charts
equential Function Charts Apesar da programação de CLPs ter sido realizada intuitivamente por muitos anos, existem algumas razões para a consideração de métodos formais quando se programa aplicações complexas:
Introdução à Automação Industrial
Faculdade Fucapi Pós-graduação em Engenharia de Automação Industrial Introdução à Automação Industrial Parte 5, M.Sc. Doutorando em Informática (UFAM) Mestre em Engenharia Elétrica (UFAM) Engenheiro de
Modelagem e implementação de sistemas seqüenciais utilizando o método passo a passo
Modelagem e implementação de sistemas seqüenciais utilizando o método passo a passo Prof. Agnelo Denis Vieira versão: outubro 2005 Prof. Agnelo Denis Vieira - PUC P 1. As perspectivas de representação
Simulação Usando Rede de Petri Software PIPE
LSA Laboratório de Sistemas de Automação www.pmrlsa.poli.usp.br Simulação Usando Rede de Petri Software PIPE PMR 5023 - Modelagem e Análise de Sistemas de Automação Escola Politécnica da Universidade de
AVC Sistema de abertura e controle de altura do arco
Manual do Usuário AVC Sistema de abertura e controle de altura do arco Atenção. O operador deve ler todo o manual de instruções antes de utilizar o equipamento pela primeira vez. Sumário 1 Introdução:...
Eletro-pneumática. Aula 6. Prof. Dr. Emílio Carlos Nelli Silva Prof. Dr. Rafael Traldi Moura
Eletro-pneumática Aula 6 Prof. Dr. Emílio Carlos Nelli Silva Prof. Dr. Rafael Traldi Moura Introdução Comando é executado por um circuito elétrico do tipo Controlador Lógico Programável (CLP) ou através
Eletro-pneumática. Aulas 8 e 9. Prof. Dr. Emílio Carlos Nelli Silva Prof. Dr. Rafael Traldi Moura
Eletro-pneumática Aulas 8 e 9 Prof. Dr. Emílio Carlos Nelli Silva Prof. Dr. Rafael Traldi Moura Introdução Comando é executado por um circuito elétrico do tipo Controlador Lógico Programável (CLP) ou através
Manual Descritivo Serviços Atividades Produtos 2018
Manual Descritivo 0 Serviços Atividades Produtos 2018 Sumário Serviços ofertados e executados:... 3 Especificação de instalação elétrica industrial... 3 Diagramação e desenhos técnicos da instalação elétrica
AlmeGA SistemPro ALMEGA SISTEMPRO MONTAGEM E COMERCIO DE EQUIPAMENTOS DE PRODUÇÃO PARA USINAGEM LTDA. ME.
CILINDROS HIDRÁULICOS DE FLANGE TRIANGULAR HASTE GIRATÓRIA SERIE 6000 1 ESPECIFICAÇÕES Os cilindros hidráulicos foram desenvolvidos com a finalidade de ajudar no projeto e fabricação de dispositivos de
Tópicos da Aula. Alguns Diagramas UML. Diagramas Principais. Diagramas de Interação: Sequência e Colaboração. Tipos de Diagramas de Interação
Engenharia de Software Aula 10 Tópicos da Aula Diagramas de Interação: Sequência e Colaboração Eduardo Figueiredo http://www.dcc.ufmg.br/~figueiredo [email protected] 09 Abril 2012 Alguns Diagramas UML
EME610 - Sistemas Hidropneumáticos Pneumática 3
UNIFEI EME60 - Sistemas Hidropneumáticos Pneumática 3 Circuito 5: avanço manual, retorno automático e controle de velocidade ula 0 Prof. José Hamilton Chaves Gorgulho Júnior Circuito 6: avanço manual,
Os circuitos seqüenciais podem ser classificados em três tipos:
1 Circuitos Combinacionais: São circuitos cuja saída depende apenas dos valores das entradas. Circuitos Sequenciais: São circuitos cuja saída depende tanto do valor atual das entradas quanto do valor anterior
Sistemas Hidropneumáticos I Hidráulica 05
Válvula de contrabalanço UNIFEI Sistemas Hidropneumáticos I Hidráulica 05 CRG EE-26/EE610 ula 05 28-09-2009 Prof. José Hamilton Chaves Gorgulho Júnior Posição central Carga parada Válvula de contrabalanço
Projeto Integrador II. Princípios de Análise e Projeto de Sistemas com UML (livro de Eduardo Bezerra)
Princípios de Análise e Projeto de Sistemas com UML (livro de Eduardo Bezerra) Prof. Arliones Hoeller Prof. Eraldo Silveira e Silva [email protected] [email protected] 1 Cap.4 Modelagem de
ELETRÔNICA DIGITAL II
ELETRÔNICA DIGITAL II Parte 2 Latch, Flip-Flop e Contadores Prof.: Michael Latch e Flip-Flop DESAFIO : Projetar um contador de até 99 para contar o número de veículos que entram em um estacionamento; 2
Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico
Plano de Trabalho Docente 2016 Ensino Técnico Plano de Curso nº 95 aprovado pela portaria Cetec nº 38 de 30/10/2009 Etec Paulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Controle e Processos
Trabalho Parcial 1º Bimestre Informática Industrial. 10 de agosto de 2016
Trabalho Parcial 1º Bimestre 10 de agosto de 2016 Professor: Diego Silva Cardoso Instalações Elétricas em Baixa Tensão 1 of 10 1. Situação Proposta - Escopo Abaixo as entregas previstas: - Realizar o Mapeamento
GUIA DE OPERAÇÃO VELOX 1.6
GUIA DE OPERAÇÃO VELOX 1.6 INDICE GUIA DE OPERAÇÃO VELOX 1.6 4 1. FUNÇÕES DE OPERAÇÃO: 5 2. FUNÇÕES DE SEGURANÇA: 5 3. FUNÇÕES DE MANUTENÇÃO: 5 4. MODO DE OPERAÇÃO: 6 5. MODO MANUTENÇÃO: 7 6. EMERGÊNCIA
Introdução... 3 Características... 3 Fios e conectores... 4 Diagramas de Instalação... 6 Controlador + Trava magnética... 6
Manual NTCP007 1 ÍNDICE 1) Introdução... 3 2) Características... 3 3) Fios e conectores... 4 4) Diagramas de Instalação... 6 a) Controlador + Trava magnética... 6 b) Controlador + Trava Bolt... 8 c) Controlador
MPS-Modular Production System. MANUAL DE OPERAÇÃO Estação de Armazenagem. MPS Documentação Técnica. Estação de armazenagem. Vista superior da estação
MANUAL DE OPERAÇÃO Estação de Armazenagem MPS Documentação Técnica Estação de armazenagem Vista superior da estação Detalhe do terminal de válvulas CPV e módulo de entradas 2 Descrição da Estação Essa
SISTEMA FLEXÍVEL DE TREINAMENTO EM LINHAS DE PRODUÇÃO AUTOMATIZADAS (8 ESTAÇÕES)
SISTEMA FLEXÍVEL DE TREINAMENTO EM LINHAS DE PRODUÇÃO AUTOMATIZADAS (8 ESTAÇÕES) MODELO: EE0034 DESCRIÇÃO: Este dispositivo é constituído por múltiplas estações de trabalho que podem ser utilizadas de
Centro Federal de Educação Tecnológica do ES CEFET-ES Unidade Descentralizada da Serra - Eletro Hidro Pneumática - Prof. Fabricio Bertholi Dias
1. Método Sistemático O caminho mais simples para a construção de qualquer comando e de forma segura, consiste em desconectar o sinal quando este não é mais necessário, o que significa a anulação após
COMPOSIÇÃO DO SISTEMA DE ALARME R15 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
O Sistema de Segurança LOOK OUT para motocicletas (modelo R-15) que você adquiriu é o que há de mais avançado no mercado, unindo a tecnologia dos modernos micro controladores à experiência de nossos técnicos
Arranjo Físico (Layout) Arranjo Físico 1
Arranjo Físico (Layout) Arranjo Físico 1 Projeto do Arranjo Físico (Layout) Projetar um arranjo físico é decidir onde colocar todas as instalações, máquinas, equipamentos e pessoal de produção. O arranjo
Flip-Flop. Uma das coisa importantes que se pode fazer com portas booleanas é criar memória.
Uma das coisa importantes que se pode fazer com portas booleanas é criar memória. Se as portas forem dispostas corretamente, elas vão selembrar do valor de entrada. A memória é baseada num conceito de
Desvios Condicionais. Curso: Técnico em Informática Disciplina: Algoritmos Prof. Abrahão Lopes
1 Desvios Condicionais Curso: Técnico em Informática Disciplina: Algoritmos Prof. Abrahão Lopes [email protected] Conteúdo Desvio simples (SE) Desvio composto (SE/ SENÃO) Desvios encadeados Operadores
Manual de Operação MA500
1 Manual de Operação MA500 Sumário Fixação do Equipamento e Diagramas...3 Diagrama Esquemático...4 Conexões...5 Cadastramentos...6 Alterar Senha do Administrador...6 Realizando Acesso utilizando a senha
27/08/2013. Aula 05 Análise Estruturada de Sistemas
Aula 05 Análise Estruturada de Sistemas A maior parte do trabalho do analista de sistema está baseada na construção de modelagem dos sistemas, ou seja, representar de forma gráfica aquilo que o usuário
Simulação Usando Rede de Petri Software PIPE
LSA Laboratório de Sistemas de Automação www.pmrlsa.poli.usp.br Simulação Usando Rede de Petri Software PIPE PMR3305 - Sistemas a Eventos Discretos Escola Politécnica da Universidade de São Paulo Departamento
EXPERIÊNCIA 4 ELETRO PNEUMÁTICA. PMR 3407 Sistemas Fluidomecânicos PARTE I
ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia Mecatrônica e de Sistemas Mecânicos EXPERIÊNCIA 4 PMR 3407 Sistemas Fluidomecânicos 2 o Semestre 2017 ELETRO PNEUMÁTICA O objetivo
Máquinas automáticas para produção de escadas e escadotes
Máquinas automáticas para produção de escadas e escadotes Fornecemos soluções para: Dobragem / Furação / Puncionamento / Rebitagem / Montagem Small Stepladder Aluminium Stepladder Extension Ladder Ladder
