PROJETO DE SUBESTAÇÕES ABRIGADAS DIMENSIONAMENTO DOS COMPONENTES

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1 PROJETO DE SUBESTAÇÕES ABRGADAS DMENSONAMENTO DOS COMPONENTES Prof. Marcos Fergütz setembro/2016

2 NTRODUÇÃO PARA A ESPECFCAÇÃO DOS COMPONENTES DE UMA SUBESTAÇÃO O PROCEDMENTO SE MANTÉM SEMELHANTE AO REALZADO PARA SUBESTAÇÕES EXTERNAS, SENDO NECESSÁRO: - O LEVANTAMENTO DE DADOS DA CARGA NSTALADA; - O CÁLCULO DA DEMANDA DA NSTALAÇÃO, CARACTERZADA PELA ATVDADE FM; - O CÁLCULO DA CORRENTE DE CURTO-CRCUTO NA ENTRADA DA NSTALAÇÃO; O QUE DFERE UMA SUBESTAÇÃO DA OUTRA É O DMENSONAMENTO DA PROTEÇÃO, SENDO QUE NA SUBESTAÇÃO EXTERNA (DEMANDA ATÉ 300kVA), NO MÍNMO, A CELESC EXGE A NSTALAÇÃO DE CHAVES FUSÍVES (ELOS) E PROTEÇÃO DE BAXA ATRAVÉS DE DSJUNTOR. JÁ PARA SUBESTAÇÃO ABRGADA (DEMANDA SUPEROR A 300kVA), A NORMA N , ESTABELECE:

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5 DEFNÇÕES - CORRENTE NOMNAL N P 3xV DC N xfp PDC Demanda Contratada (em projeto utilizar VN Tensão Nominal FP Fator depotência (CELESC FP 0,92) a Provável Demanda) - CORRENTES DE CURTO-CRCUTO A concessionária fornece os valores referentes ao ponto de conexão, sob consulta prévia. - CORRENTE DE PARTDA DO RELÉ Menor valor de corrente para sensibilizar a atuação do relé PF PN 1,3 x 3 PF N ( ( PADRÃO CELESC PARA FASE PADRÃO PARA NEUTRO ENTRE 1/10 e ) 1/3 )

6 - CORRENTE ANS O ponto ANS é definido como o máximo valor de corrente que um transformador pode suportar durante um período de tempo definido sem se danificar, e pode ser determinado pela seguinte expressão: ANS 100x Z Na prática, pode-se seguir os valores especificados na tabela abaixo: % N Z% (Ω) Ponto ANS (A) Tempo máx. de duração (s) 4 25 x n x n ,6 x n ,3 x n 5

7 - CORRENTE DE MAGNETZAÇÃO A corrente de magnetização, ou corrente de rush, se refere ao valor que a corrente assume na partida de um transformador, sendo que a CELESC especifica, em termos de dimensionamento da proteção, que a corrente seja calculada da seguinte forma: M NRUSH 8x NTR, para um tempo de duração de 100ms(0,1s) Quando houver mais de um transformador na subestação, então, deve se calcular a corrente através da seguinte fórmula: M NRUSH 8x NMTR NTR, para um tempo deduraçãode100ms(0,1s) NMTR NTR CORRENTE NOMNAL DO MAOR TRANSFORMADOR CORRENTE NOMNAL DOS DEMAS TRANSFORMADORES

8 - ATUAÇÃO DO RELÉ A proteção instantânea do relé (função 50 e 50N): Para CELESC, no mínimo: A proteção temporizada do relé (função 51e 51N), pode atuar segundo curvas relacionando corrente x tempo ou, ainda, através do recurso de Corrente de Tempo Definido. Neste, a atuação do relé se dará através da programação de um tempo a ser contato à partir do instante em que o sistema atingir um valor de corrente préprogramado, determinado como corrente de partida (p). Com relação às curvas corrente x tempo, o relé pode funcionar de 3 formas distintas, conforme segue: região proteção temporizada 2 região proteção instantânea

9 - DFERENCAL DE TEMPO (DT) O diferencial de tempo (DT) está presente nas equações que geram as curvas de atuação dos relés, conforme mostrado na figura abaixo. Sua especificação é necessária para permitir que os componentes de proteção, que estejam encadeados em uma instalação, apresentem coordenação e seletividade, permitindo que para uma mesma relação L/p se possa esboçar curvas diferenciadas de atuação do relé. No exemplo apresentado foi fixado uma relação L/p=20. Assim, se terá diferentes tempos t de atuação do relé, para diferentes DT s. Criandose a possibilidade de proteções encadeadas dispararem com tempos diferentes para uma mesma corrente de disparo instantâneo.

10 - TRANSFORMADOR DE CORRENTE (TC) Para se fazer o ajuste da corrente de atuação de um relé de sobrecorrente indireto, é necessário, em primeiro lugar, a definição da relação do TC que irá alimentá-lo. A relação do TC (RTC) que alimenta um relé deve atender aos seguintes requisitos: A corrente nominal primária do TC deve ser maior do que a razão entre o curto-circuito máximo (no ponto da instalação) e o fator de sobrecorrente do TC (FS). NTC cc max FS FS=20, padrão CELESC A corrente nominal primária do TC deve ser maior do que a máxima corrente de carga a ser considerada, em geral a corrente nominal do transformador: NTC Nnst

11 ESPECFCAÇÃO DA CHAVE E ELO FUSÍVEL CURVAS CORRENTE x TEMPO PARA ELOS FUSÍVES TPO K Para especificar a chave e o elo fusível, utilizar para CELESC as Tabelas 01A (trafo a óleo) ou 01B (trafo a seco) da N ou, então, utilizar a corrente nominal do transformador, referida ao primário nptr : Curva de Fusão Curva de nterrupção ELO nptr

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13 Raciocínio semelhante se faz para a curva de NEUTRO

14 EXEMPLO Determinar o coordenograma para uma instalação com transformador de 500kVA e demanda contratada de 410kW. - CORRENTE NOMNAL N P 3xV DC N xfp 410 N 18, 65A 3x13,8 x0,92 - CORRENTES DE CURTO-CRCUTO PONTO 1 SECUNDÁRO, V. base=13,8kv Transformador 500kVA cc3øsimét cc3øassim cc1øsimét cc1ømin cc1øassim 418A 578A 447A 159A 617A - CORRENTE DE PARTDA DO RELÉ PF PN 1,3 x 3 PF N PF PN 1,3 x18,65 24,2 3 8,1A 24,2A

15 - CORRENTE ANS (trafo) 500 NTR 20, 9A 3x13,8 Considerando Z%=5% e tempo 3s. ANS 100x Z % NTR 100x NTR ANS 20x20,9 418, 4A 5 - CORRENTE DE MAGNETZAÇÃO (trafo) M NRUSH 8x NTR 8x20,9 167, 2A - ATUAÇÃO DO RELÉ A proteção instantânea do relé (função 50 e 50N):

16 A proteção temporizada do relé (função 51 e 51N): - Curva da Fase Extremamente nversa - Corrente de partida do Relé: Elo 25K Então,

17 Função 51N - Curva da Fase Normal nversa - Corrente de partida do Relé: Então, Especificações de TP s e TC s, vide material específico.

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