DATA STRUCTURES, AN ADVANCED APPROACH USING C
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- Lorenzo Aveiro Carrilho
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1 ESTRUTURS DE DDOS prof. lexandre César Muniz de Oliveira 1. Introdução 2. Pilhas 3. Filas 4. Listas 5.Árvores 6. Classificação 7. Busca 8. Grafos Sugestão bibliográfica: ESTRUTURS DE DDOS USNDO C aron M. Tenenbaum, et alli DT STRUCTURES, N DVNCED PPROCH USING C Jeffrey Esakov & Tom Weiss ESTRUTURS DE DDOS E LGORITMOS EM JV (2ED) Michael Godrich & Roberto Tamassia
2 ÁRVORES 1. Definição Estrutura de dados contendo um número finito de elementos que pode estar vazia ou particionanda em subconjuntos. O primeiro subconjunto contém um único elemento chamado raiz. Os outros subconjuntos são, em si mesmo árvores, chamados subárvores. Essa é uma definição recursive de árvore: Árvores raiz + Árvores raiz + Árvores EXEMPLOS: B C B D E F G H I C D E F G B C D E F G B C B C D E
3 2. Árvores Binárias Cada elemento está particionado em 3 subconjuntos distintos: Árvore : = [RIZ + <sub_árvore_esq> + <sub_árvore_dir>] [VZI] sub_árvore_esq := <Árvore> sub_árvore_dir := <Árvore> 3. Conceitos SUBIR NÍVEL 0 B C 1 D E F G H I J K L 2 3 DESCER NÍVEL M N 4 a) Pai e filho: é pai de B e C J é filho de F b) ncestral e descendente M é descendente de G B é ancestral de I c) Folha é um nó sem filhos d) Árvore estritamente binária: Árvore cujos nós não-folha tem dois filhos árvore do exemplo não é estritamente binária e) Nível e profundidade Nível 0 = raiz Profundidade é o maior nível encontrado em uma árvore f) Árvore completa: Árvore estritamente binária com folhas no mesmo nível árvore do exemplo, por não ser estritamente binária também não é completa
4 4. Operações sobre Árvores Binárias B Filho_Esq C Filho_Dir IRMÃOS ESQ (p) IRMO (p) COM DIR (p) GERR: EH_ESQ (p) PI (p) EH_DIR (p) ROTINS EH_ESQ (p) q = PI (p); if (q == NULL) return FLSE; if (ESQ (q) == p) return TRUE; return FLSE; IRMO (p) if (PI (p) == NULL) return FLSE; if (EH_ESQ (p)) return (DIR(PI(p))); else return (ESQ(PI(p))); Operações para criar um nó: CRI_RVORE (x) CRI_ESQUERD (p, x) CRI_NO (p, x) CRI_DIREIT (p, x)
5 5. Tipos de Percurso 9 Por ordem de visita 9 Por nível 5.1 Percurso por ordem de visita Operações básicas em árvores binárias Visitar um nó Percorrer subárvore à esquerda Percorrer subárvore à esquerda VISIT(no) PERCORRE(no_esq) PERCORRE(no_dir) ordem em que essas operações são efetuadas em cada nó define o tipo de percurso: Pré-ordem ou profundidade VED Em ordem ou simétrica EVD Pós-ordem ou largura EDV Percurso em Pré-ordem 1) Visita (no) 2) Se existe esq (no) percorre_pre (esq (no)) 3) Se existe dir (no) percorre_pre (dir (no)) Percurso em Ordem 1) Se existe esq (no) percorre_em (esq (no)) 2) Visita (no) 3) Se existe dir (no) percorre_em (dir (no)) Percurso em Pós-ordem 1) Se existe esq (no) percorre_pos (esq (no)) 2) Se existe dir (no) percorre_pos (dir (no)) 3) Visita (no)
6 B C D E F G H I Esquema gráfico de cada um dos percursos Pré-ordem (profundidade) : Ordem (simétrica): Pós-ordem (largura): B D G C E H I F D G B H E I C F G D B H I E F C 5.2 Percurso por nível 1) Visita a raiz (NÍVEL 0) 2) Visita todos os nós de NÍVEL 1 3) Visita todos os nós de NÍVEL 2... n) Visita todos os nós de NÍVEL (n 1)... insere (fila, raiz); enquanto (não vazia(fila)) no := remove (fila); visita (no); if (esq (no) existe) insere (fila, esq (no)); if (dir (no) existe) insere (fila, dir (no)); Obs.: aplicações com árvores, em geral, consiste em duas fases: - construir a árvore baseado em algum algoritmo - percorrer a árvore usando um tipo de percurso
7 6. Exemplo de aplicações 6.1 Ordenação Dada a sequência 14, 15, 4, 9, 7, 18, 3, 5, 16, 4, 20, 17, 9, 14, 5 CONSTRUÇÃO INTERTIV num := le_numero ( ); raiz := cria_arvore (num); Enquanto (há números na entrada) num := le_numero; p = q = free; enquanto (q NULL) e (num info (p)); p = q; if (num < info (p)) q := esq (p); else q := dir (p); if (num = info (p)) imprime_aviso (num); else if (num < info (p)) cria_esquerda(p, num) else cria_direita(p, num); CONSTRUÇÃO RECURSIV Num = Le_num ( ); Enquanto (há números na entrada) Insere_rvore (root, num); Num = Le_num ( ); Insere_rvore (raiz, x) Se (raiz == NULO) Cria_no (raiz, x); Senao Se ( x < info) Se (esq(raiz)!= NULO) Insere_rvore (esq, x) Senao Cria_no(esq(raiz), x); Senao Se (dir(raiz)!= NULO) Insere_rvore (dir(raiz), x) Senao Cria_no(dir(raiz), x); return;
8 6.2 Expressões ritméticas + (B C) * D ^ (E * F) PRÉ-ORDEM: +* BC^D*EF PÓS-ORDEM: BC DEF*^*+ + * ^ B C D * Obs.: folhas são operandos 6.3 Árvore de Jogos E F X O X O X O X O X O X O X O X X X X X X X X O X O X O O O X O X X X X O O X O X O X O O O X X X X O X X X X VITÓRI O O O O O O Livres O + Livres X
9 7 Implementação de Árvores Binárias Struct noarvore void * info; struct noarvore * esquerda; struct noarvore * direita; struct noarvore * pai; ; typedef struct noarvore *PTRNORV; # define info (p) ( (p) info) # define left (p) ( (p) esquerda) # define right (p) ( (p) direita) # define father (p) ( (p) pai) aloca_arvore ( ) libera_arvore (PTRNORV p) dmitindo-se os percursos por ordem de visita e percurso por nível (percurso de cima p/ baixo) é desnecessário o campo PI. IMPLEMENTÇÃO PTRNORV Cria_rvore (void * x) p = aloca_arvore ( ); if (p == NULL) return NULL; info (p) = x; left (p) = right (p) = NULL; return p; Cria_No (PTRNORV * raiz, void * x) if (*raiz!=null) return FLSE; /* já alocado * raiz = loca_rvore ( ); if (*raiz ==NULL) return FLSE; info (*raiz) = x; left (*raiz) = right (*raiz) = NULL; return TRUE; Cria_Esquerda (PTRNORV raiz, void * x) if (raiz == NULL) and left(raiz)!= NULL) return FLSE; left(raiz) = Cria_rvore (x); Cria_Direita (PTRNORV raiz, void * x);
10 IMPLEMENTÇÃO DE PERCURSO EM ÁRVORE BINÁRI O percurso por ordem de visita pode ser implementado de forma interativa: Enquanto (existir no_esquerdo) P = left (p); Visita (p); Enquanto (existir no_direito) Não vai funcionar: necessário salvar o contexto para se saber a última operação ou a próxima operação a ser realizada. SUGESTÃO: Usar uma pilha de ponteiros para nós de árvores, apontando para o próximo nó a ser seguido DESVNTGENS: lento (muitos PUSHs e POPs) complexo deselegante SUGESTÃO: Recursividade, pois para cada nó, as operações se repetem e chamadas recursivas, automaticamente, salvam o contexto. IMPLEMENTÇÃO DE PERCURSO EM ÁRVORE BINÁRI Pre_ordem (PTRNORV raiz) if (raiz!= NULL) Visita(raiz); Pre_ordem(left(raiz)); Pre_ordem(right(raiz)); Pos_ordem (PTRNORV raiz) if (raiz!= NULL) Pos_ordem(left(raiz)); Pos_ordem(right(raiz)); Visita(raiz); Em_ordem (PTRNORV raiz) if (raiz!= NULL) Em_ordem(left(raiz)); Visita(raiz); Em_ordem(right(raiz));
11 8 Árvores Binárias Encadeadas Usando elo pai Implementação Usando pilha de Percursos Rec Recursivo Usando fila B C D E F G H I struct noarvore void *info; struct noarvore *esquerdo; struct noarvore *direito; char flag; ponteiro à direita é ou não elo
12 9. Árvores Binárias Heterogêneas * Como distinguir operando de operador? Como armazenar diferentes tipos de dados no mesmo tipo de árvore? Struct noarvore unsigned utipo; union char chinfo; float flinfo; info; struct noarvore *esquerdo; struct noarvore *direito; #define operador(x) ( (x) utipo = = 1) #define operando(x) ( (x) utipo = = 0)
13 lgoritmo de valiação Float avaliarvore (PTRNORV raiz) float op1, op2, resp; char simb; if (operando(raiz)) return (info(raiz)); op1 := avaliarvore(esq(raiz)); op2 := avaliarvore(dir(raiz)); simb:= info(raiz); operacao(op1, simb, op2, &resp) ; return resp; lgoritmo de Construção 10. lgoritmo de Huffman Problema de compactação p/ transmissões Símbolo Código Mensagem: BCCD 00 B C 10 D 11 Comprimento: 14 bits Observando a freqüência em que aparecem os símbolos temos: = 3 B = 2 C = 1 D = (BD = 2) 0 (CBD = 4) 0 BCD = 7
14 TBEL COM CÓDIGOS DE TMNHO VRIÁVEL Símbolo Código Mensagem: BCCD 0 B C 10 D 111 Comprimento: 13 bits Como calcular a freqüência? Vantagens para grandes volumes Exemplo: = 15 B = 6 C = 7 D = 12 E = 25 F = 4 G = 6 H = 1 PSSOS : Ordenação (lista classificada por freqüência ) Geração de árvore de menor para maior freqüência Geração de tabela de código de tamanho variável lgoritmo de compactação
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