MOVIMENTO TRADICIONALISTA GAÚCHO MTG/RS
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- Jorge Arruda Teves
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1 FICHA CADASTRAL PARA FILIAÇÃO PARTICIPAÇÃO PLENA PARTICIPAÇÃO PARCIAL PARTICIPAÇÃO ESPECIAL PARTICIPAÇÃO ATM ENTIDADE ESTUDANTIL NOME DA ENTIDADE REQUERENTE: REGIÃO: LEMA: CGC/CNPJ: FUNDADA EM: END. GALPÃO RUA/AV. Nº CEP: MUNICÍPIO: TELEFONE: END. CORRESP./CONTATO: RUA/AV. Nº CEP: TELEFONE: NOME DA ENTIDADE MANTENEDORA: REGIÃO: RAMO DA ATIVIDADE PRINCIPAL: FUNDADA EM: CGC/CNPJ CEP: MUNICÍPIO TELEFONE: END. CORRESP./CONTATO: RUA/AV. Nº CEP: TELEFONE: NOME DO PATRÃO: DATA NASC. CPF/CNPF: EST. CIVIL: TEL. RES.: CEL. END. RES: CEP: MUNICÍPIO: NOME RESPONSÁVEL NA MANTENEDORA: CPF/CNPF: TEL. RES.: CEL. END. RES: CEP: MUNICÍPIO:
2 ENTIDADE TEM SEDE FIXA?: S/N - A SEDE É PROPRIA? S/N - TOTAL DA ÁREA: m 2 GALPÃO ALUGADO? S/N S/COMODATO DE ANOS? S/N - EMPRESTADO? S/N DA EMPRESA MANTENEDORA? S/N - EM TERRENO PÚBLICO? S/N POSSUI PISTA DE LAÇO? S/N - PRÓPRIA? S/N - QUADRO DE LAÇADORES? S/N PIQUETE P/CAVALGADAS? S/N. PROMOVE RODEIOS CAMPEIROS? S/N POSSUI GRUPO DE TRUCO? S/N - DE TAVA? S/N - DE BOCHA? S/N NOME DO POSTERIRO DA INVERNADA CAMPEIRA: POSSUI BIBLIOTECA? S/N - POSSUI MUSEU? S/N POSSUI ARQUIVO HISTÓRICO? S/N POSSUI GRUPO DE PESQUISA? S/N POSSUI INVERNADA CULTURAL ORGANIZADA?.S/N NOME DO POSTEIRO DA INVERNADA CULTURAL: REALIZA CONCURSO DE PRENDAS? S/N REALIZA CONCURSO DE PEÕES? S/N Nº DE SÓCIOS TITULARES: Nº DE SÓCIOS DEPENDENTES: MENSALIDADE: R$ POSSUI GRUPO DE DANÇAS ADULTO? - JUVENIL? - MIRIM? - 3ª IDADE? - PROJEÇÃO FOLCLÓRICA? - OUTRO? QUAL? - POSSUI GRUPO MUSICAL? POSSUI CORAL? - GRUPO VOCAL? - CURSOS DE DANÇAS DE SALÃO? S/N CURSOS DE DANÇAS TRADICIONAIS? S/N CURSOS DE DECLAMAÇÃO? S/N PROMOVE RODEIOS ARTÍSTICOS? S/N QUANDO? NOME DO POSTEIRO DA INVERNADA ARTÍSTICA: POSSUI OUTRAS INVERNADAS? QUAIS? Mod. Benfatto/Ago/ , RS,... de Assinatura Nome do responsável Entidade Mantenedora Assinatura Nome do Patrão Assinatura Nome do (a) Coordenador (a) Regional
3 Processo de Filiação A filiação ao MTG será concedida à entidade interessada inicialmente de forma provisória e pelo prazo de doze meses, mediante requerimento de solicitação encaminhado ao Conselho Diretor através do Coordenador Regional da Região Tradicionalista em que estiver sediada, devidamente instruído com os documentos listados no Regulamento Geral. São os seguintes os grupos de entidades tradicionalistas: a) Entidades de Participação Plena (Centro de Tradições Gaúchas - CTG ou Departamento de Tradições Gaúchas - DTG). b) Entidades de Participação Parcial. c) Entidades Especiais. d) Entidades Associativas Tradicionalistas Municipais. A filiação nos grupos de Entidades Especiais, de Entidades Associativas Tradicionalistas Municipais e dos piquetes dependentes de entidade filiada estão dispensados de filiação provisória. As entidades de Participação Plena têm as seguintes características: a) possuem estatuto próprio e personalidade jurídica quando for CTG, ou regimento interno quando dependente de entidades que já possuam personalidade jurídica com características recreativas, sociais, escolares e ou estudantis, cívicas, culturais, entre outros; b) possuem um número mínimo de 80 (oitenta) associados titulares; c) possuem sede própria ou permanente para o desenvolvimento das atividades tradicionalistas a que se propõem; d) possuem, na sua estrutura organizacional, no mínimo, as invernadas cultural, artística e campeira, dentre outras que entenderem pertinentes. Para as entidades integrantes do grupo de Entidades de Participação Plena, se exigirá o seguinte: a) ata constitutiva ou de fundação da entidade; b) estatuto social devidamente registrado em Cartório; c) justificativa para o nome escolhido para a entidade; d) prova de personalidade jurídica própria ou da entidade mantenedora; e) prova de atividade, no mínimo, nas seguintes áreas de atuação tradicionalista: cultural, campeira e artística; f) relação da Patronagem em exercício, com cópia da ata da reunião de associados que a escolheu; g) prova de que possui quadro social organizado, com um mínimo de 80 (oitenta) associados devidamente cadastrados em livro próprio ou arquivos sociais; h) atestado de funcionamento efetivo, fornecido pela Prefeitura Municipal ou pelo Juiz de Direito da Comarca; i) prova de que possui local determinado e condizente para reuniões administrativas e compatíveis para o desenvolvimento de atividades sociais, mesmo que a título de locação, cessão ou comodato; j) compromisso formal de aceitação do ordenamento legal que sustenta o Movimento Tradicionalista Gaúcho, com destaque para a sua Carta de Princípios, definida no Art. 2º do Estatuto do MTG; k) parecer favorável do Coordenador Regional e de um Conselheiro do MTG; l) parecer favorável exarado no encontro regional de patrões; m) ficha cadastral devidamente preenchida; n) cheque nominal ao MTG, no valor da taxa de filiação, que será colocado em cobrança após a homologação do pedido de filiação exarada pelo Conselho Diretor. As entidades de Participação Parcial têm as seguintes características:
4 a) possuem estatuto próprio e personalidade jurídica quando for CTG, ou regimento interno quando dependente de entidades que já possuam personalidade jurídica com características recreativas, sociais, escolares e ou estudantis, cívicas, culturais, entre outras; b) possuem em sua estrutura organizacional, além da área cultural, mais uma área de atuação; c) possuem número mínimo de 40 (quarenta) associados titulares; d) participam e promovem eventos nas suas áreas de atuação e dos demais eventos de caráter cultural e esportivo; e) possuem organização própria para a sua participação nos eventos a que se destina, como acampamentos, cavalgadas, torneios de laço ou outras manifestações culturais gaúchas; f) não se enquadram na categoria de entidade tradicionalista plena por não preencherem todas as condições para tal. Para as entidades integrantes do grupo de Entidades de Participação Parcial, se exigirá o seguinte: a) ata constitutiva ou de fundação da entidade; b) estatuto social devidamente registrado em Cartório; c) justificativa para o nome escolhido para a entidade; d) prova de personalidade jurídica própria ou da entidade mantenedora; e) prova de atividades tradicionalistas na área cultural e em mais uma outra área; f) relação da patronagem em exercício, com cópia da ata de eleição de associados que a escolheu; g) relação dos associados, devendo conter, no mínimo, 40 (quarenta) titulares; h) atestado de funcionamento efetivo, fornecido pela Prefeitura Municipal ou pelo Juiz de Direito da Comarca; i) compromisso formal de aceitação do ordenamento legal que sustenta o Movimento Tradicionalista Gaúcho, com destaque para a sua Carta de Princípios, definida no Art. 2º do Estatuto do MTG; j) parecer favorável do Coordenador Regional e de um Conselheiro do MTG; k) parecer favorável exarado no encontro regional de patrões; l) ficha cadastral devidamente preenchida; m) cheque nominal ao MTG, no valor da taxa de filiação, que será colocado em cobrança após a homologação do pedido de filiação exarada pelo Conselho Diretor. As Entidades Especiais têm como característica: Dedicar-se a uma área da cultura ou do folclore gaúcho como participantes ou colaboradoras, possuem Estatuto próprio e personalidade jurídica e possuem um mínimo de 15 (quinze) sócios titulares. Para as entidades integrantes no grupo de Entidades Especiais se exigirá o seguinte: a) ata de fundação; b) estatuto social devidamente registrado em Cartório; c) justificativa para o nome escolhido para a entidade; d) prova de personalidade jurídica própria ou da entidade mantenedora; e) ata de eleição da diretoria em exercício; f) relação qualificada dos membros da patronagem; g) atestado de funcionamento efetivo fornecido pela Prefeitura Municipal ou pelo Juiz de Direito da Comarca; h) compromisso formal de aceitação do ordenamento legal que sustenta o Movimento Tradicionalista Gaúcho, com destaque para a sua Carta de Princípios, definida no Art. 2º do Estatuto do MTG; i) parecer favorável do Coordenador Regional e de um Conselheiro do MTG; j) ficha cadastral devidamente preenchida;
5 k) relação dos associados, devendo conter, no mínimo, 15 (quinze) titulares; l) cheque nominal ao MTG, no valor da taxa de filiação, que será colocado em cobrança após a homologação do pedido de filiação exarada pelo Conselho Diretor. As Entidades Associativas Tradicionalistas Municipais têm como característica: Congregar entidades tradicionalistas filiadas ao MTG de um determinado município para fins de organização local, e podem ser reconhecidas como órgãos auxiliares do MTG, sem, no entanto, como tal, fazer parte da sua estrutura organizacional. Para a filiação de Entidade Associativa Tradicionalista Municipal, se exigirá o seguinte: a) ata de fundação ou de constituição; b) Estatuto ou regimento interno de funcionamento; c) ata de eleição de diretoria referendada no Encontro Regional e com parecer favorável à filiação; d) relação qualificada dos membros da diretoria; e) compromisso de aceitação formal do ordenamento legal que sustenta o Movimento Tradicionalista Gaúcho, com destaque para a sua Carta de Princípios, definida no Art. 2º do Estatuto do MTG; f) parecer favorável do Coordenador Regional e de um Conselheiro do MTG; g) ficha cadastral devidamente preenchida. Entidades Dependentes Para as entidades dependentes de outras que já possuam personalidade jurídica com características recreativas, sociais, escolares e ou estudantis, cívicas culturais, entre outros, a ata de fundação, o estatuto social, a prova de personalidade jurídica e a ata de eleição da diretoria em exercício, serão substituídos pelos seguintes documentos: a) ata ou outro instrumento hábil da entidade mantenedora, que documente a criação do departamento e a fixação de seus objetivos; b) ato constitutivo da entidade e regulamento do departamento; c) prova de personalidade jurídica da entidade e autorização desta para que o departamento se filie ao MTG; d) ata da eleição ou designação dos dirigentes do CTG, nos termos do Estatuto da mantenedora. l) cheque nominal ao MTG, no valor da taxa de filiação, que será colocado em cobrança após a homologação do pedido de filiação exarada pelo Conselho Diretor. OBS.: Para as entidades dependentes, não se exigirá número mínimo de associados. Piquetes de Laçadores organizados junto aos departamentos campeiros das entidades Os Piquetes de Laçadores organizados junto aos departamentos campeiros de entidades de participação plena ou parcial, embora não constituam categoria especial de filiado, terão seu reconhecimento positivado pelo MTG mediante requerimento da sua entidade instruído com os seguintes documentos: a) ata ou outro instrumento hábil da entidade mantenedora, que documente a criação do Piquete de Laçadores e a fixação de seus objetivos; b) regimento do Piquete de Laçadores; c) autorização da entidade mantenedora para que o Piquete de Laçadores se vincule ao MTG; d) ata de eleição ou designação dos dirigentes do Piquete de Laçadores; e) ata de eleição ou designação dos dirigentes, nos termos do Estatuto;
6 f) parecer favorável do Coordenador Regional; g) ficha cadastral devidamente preenchida. l) Pagamento da taxa de filiação, após a homologação de reconhecimento do Piquete pela Diretoria do MTG. Observações: a) para a o pedido de filiação a entidade deve estar em pleno funcionamento e cumprindo o que determinam os seus Estatutos; b) o Estatuto deve estar em conformidade com os princípios e objetivos estabelecidos no Estatuto do MTG e no Regulamento; c) não ter entre os seus dirigentes pessoa que haja sido eliminada de outra entidade filiada, por incontinência, mau procedimento ou atentado ao decoro, comprovado por procedimento ético; d) não ter entre os seus dirigentes, pessoa que tenha sido responsável, na condição de Patrão, pela exclusão de entidade tradicionalista do quadro de filiados do MTG, por qualquer motivo transitado e julgado; e) não prejudicar o normal funcionamento de entidade filiada já existente na localidade.
7 FICHA CADASTRAL PARA PIQUETE DEPENDENDENTE NOME DO DEPARTAMENTO: LEMA: FUNDADO EM: RT: NOME DA ENTIDADE MANTENEDORA: CGC/CNPJ CEP: MUNICÍPIO: TELEFONE: END. CORRESP./CONTATO: RUA/AV. Nº CEP: TELEFONE: NOME DO CAPATAZ: TEL. RES.: NOME RESPONSÁVEL NA MANTENEDORA: TEL. RES.: TEL. CEL.: TEL. CEL.:..., RS,... de Assinatura do Capataz Assinatura do Responsável da Mantenedora Assinatura Coordenador Regional
8 PARECER DO COORDENADOR REGIONAL PARECER DEFINITIVO FINAL PERÍODO PROVISÓRIO Ao Ilmo. Presidente do Movimento Tradicionalista Gaúcho EU,, MEMBRO DO CONSELHO DIRETOR DO MTG, APÓS TRANSCORRIDO O PERÍODO DE FILIAÇÃO PROVISÓRIA DO AO MOVIMENTO TRADICIONALISTA GAÚCHO MTG, CONSTATEI O CUMPRIMENTO DOS EXERCÍCIOS DE SUAS ATIVIDADES TRADICIONALISTAS, DOS OBJETIVOS E FINALIDADES DO TRADICIONALISMO GAÚCHO E O SEU ORDENAMENTO LEGAL. DECLARO QUE SOU DE PARECER FAVORÁVEL A SUA FILIAÇÃO DEFINITIVA., de de. Nome do (a) Coordenador (a)
9 PARECER DO CONSELHEIRO DO MTG PARECER DEFINITIVO FINAL PERÍODO PROVISÓRIO Ao Ilmo. Presidente do Movimento Tradicionalista Gaúcho EU,, MEMBRO DO CONSELHO DIRETOR DO MTG, APÓS TRANSCORRIDO O PERÍODO DE FILIAÇÃO PROVISÓRIA DO AO MOVIMENTO TRADICIONALISTA GAÚCHO MTG, CONSTATEI O CUMPRIMENTO DOS EXERCÍCIOS DE SUAS ATIVIDADES TRADICIONALISTAS, DOS OBJETIVOS E FINALIDADES DO TRADICIONALISMO GAÚCHO E O SEU ORDENAMENTO LEGAL. DECLARO QUE SOU DE PARECER FAVORÁVEL A SUA FILIAÇÃO DEFINITIVA., de de. Nome do (a) Conselheiro (a)
10 JUSTIFICATIVA PARA O NOME DA ENTIDADE Ao Ilmo. Sr. PRESIDENTE DO MOVIMENTO TRADICIONALISTA GAÚCHO..., PATRÃO DO......, entidade tradicionalista que requer sua filiação ao MTG Movimento Tradicionalista Gaúcho, de acordo com o estabelecido em seu Estatuto Social e seu Regulamento Geral, declaro que o nome desta entidade foi escolhido pelas seguintes razões:., de de ASSINATURA DO (A) PATRÃO
11 PARECER DE ENCONTRO REGIONAL DE PATRÕES Ao Ilmo. Sr. PRESIDENTE DO MOVIMENTO TRADICIONALISTA GAÚCHO... COORDENADOR(A) DA REGIÃO TRADICIONALISTA/MTG, DECLARO QUE O PEDIDO DE FILIAÇÃO AO MTG DA ENTIDADE REQUERENTE, (NOME DA ENTIDADE), FOI SUBMETIDA À APRECIAÇÃO DAS DEMAIS ENTIDADES FILIADAS DESTA REGIÃO TRADICIONALISTA EM ENCONTRO REGIONAL DE PATRÕES REALIZADO NO (NOME DA ENTIDADE) NO MUNICÍPIO DE, EM (DATA) DE DE, E OBTEVE parecer favorável., de de ASSINATURA DO(A) COORDENADOR(A) REGIONAL
12 PARECER DO CONSELHEIRO DO MTG Ao Ilmo. Sr. PRESIDENTE DO MOVIMENTO TRADICIONALISTA GAÚCHO... MEMBRO DO CONSELHO DIRETOR DO MTG, APÓS CONFERIR OS DOCUMENTOS QUE INSTRUEM O PEDIDO DE FILIAÇÃO DO(A) AO MOVIMENTO TRADICIONALISTA GAÚCHO - MTG, APÓS ANALISAR OS DOCUMENTOS QUE INSTRUEM SEU PROCESSO DE FILIAÇÃO, CONCLUO QUE A ENTIDADE SOLICITANTE ESTÁ APTA A SER INCLUÍDA ENTRE ÀQUELAS QUE LHE SÃO FILIADAS. SOU DE parecer favorável À FILIAÇÃO., de de ASSINATURA DO(A) CONSELHEIRO(A) MTG
13 PARECER DO COORDENADOR REGIONAL Ao Ilmo. Sr. PRESIDENTE DO MOVIMENTO TRADICIONALISTA GAÚCHO... COORDENADOR(A) DA REGIÃO TRADICIONALISTA/MTG, APÓS CONFERIR OS DOCUMENTOS QUE INSTRUEM O PEDIDO DE FILIAÇÃO DO(A) AO MOVIMENTO TRADICIONALISTA GAÚCHO - MTG, DECLARO QUE AS INFORMAÇÕES PRESTADAS SÃO FIDEDIGNAS E QUE É DO INTERESSE DA REGIÃO TRADICIONALISTA A SUA INCLUSÃO ENTRE AS ENTIDADES FILIADAS PELO ACRÉSCIMO QUE TRARÁ AO DESENVOLVIMENTO DO TRADICIONALISMO GAÚCHO., PORTANTO, SOU DE parecer favorável À SUA APROVAÇÃO., de de ASSINATURA DO(A) COORDENADOR(A) REGIONAL
14 COMPROMISSO DE ACEITAÇÃO DE ORDENAMENTO LEGAL Ao Ilmo. Sr. PRESIDENTE DO MOVIMENTO TRADICIONALISTA GAÚCHO..., PATRÃO DO......, entidade tradicionalista gaúcha, requerendo sua filiação ao MTG Movimento Tradicionalista Gaúcho, integrando a sua Região Tradicionalista, no grupo de entidade de participação, vem formalmente declarar que esta entidade aceita e acata o Estatuto e o Regulamento Geral do MTG, os seus demais regulamentos, regimentos, diretrizes, normas, bem como as decisões legais emanadas das autoridades tradicionalistas competentes, comprometendo-se a cumprir e a fazer cumprir, em suas atividades os objetivos definidos na Carta de Princípios do Movimento Tradicionalista Gaúcho., de de ASSINATURA DO PATRÃO
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