Segurança e Equipamentos
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- Maria Laura Bastos Barros
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1 - MANUAIS NOO NORMA DE ORIENTAÇÃO OPERACIONAL TRABALHO EM ALTURA - NR 35 Segurança e Equipamentos Ajudando A Salvar Vidas
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3 O trava-quedas PRINCÍPIOS GERAIS DE TRABALHO EM ALTURA O sistema de travamento de quedas tem por objetivo prevenir os riscos aliados à queda : - bater contra um obstáculo ou o solo, - uma força choque muito elevada, - a suspensão inerte: agravamento do estado da pessoa. Reduzir a distância necessária ao travamento da queda É necessário prever a zona livre desimpedida necessária. Esta distância desimpedida é o espaço livre necessário sob o utilizador para que não encontre nenhum obstáculo durante uma queda (ver esquema). Observações: as longes, ou os absorvedores de energia, não devem exceder os 2 m de comprimento, a altura de queda deve sempre ser reduzida ao mínimo. o cálculo da zona livre desimpedida varia em função do sistema empregue : longe, absorvedor de energia, dispositivo móvel, trava-quedas retrátil Absorver a energia da queda para limitar os esforços transmitidos ao corpo humano Durante uma queda, o trabalhador não deve em caso algum ser sujeito a uma força superior a 6 kn. Dois meios são possíveis : assegurar-se que as longes se mantém constantemente fixas aos pontos de ancoragem, acima do nível da cabeça, de forma a minimizar a altura de queda e as forças choque geradas pela queda, se não é possível limitar a queda, então um amortecedor de impactos deve estar previsto. Os EPI (equipamento de proteção individual) com amortecedor de impactos mais frequentes são os absorvedores de energia. Manter a vítima numa posição adaptada para limitar os efeitos da suspensão inerte Quando há uma queda, o sistema de travamento de quedas é concebido para minimizar o efeito da gravidade sobre o corpo humano (reduzir a força choque, evitar ou desacelerar o impacto contra o obstáculo). Apesar disso, as consequências de uma queda são muitas vezes graves. A suspensão inerte num cinto, qualquer que seja o modelo, pode despolitizar perturbações fisiológicas graves. Estas perturbações não ocorrem durante uma suspensão prolongada com uma pessoa consciente, já que este modifica em permanência os pontos de apoio no seu cinto. Conclusão: As equipes devem ser formadas, treinadas e autônomas para prestar socorro a um trabalhador inconsciente ou incapaz de se auto-socorrer. A restrição Técnica que visa impedir o trabalhador evoluir em zonas que apresentem um risco de queda (princípio da trela): longe + cinto de posicionamento no trabalho (o comprimento da longe é escolhido de forma a impedir o trabalhador a entrar numa zona de queda). Dominar as técnicas TÉCNICAS DE TRABALHO Para uma segurança e uma ótima eficácia, o trabalho em altura requer um máximo de rigor assim como uma excelente técnica. A aquisição dessas competências deve ser assegurada através de uma formação específica e um treino regular adaptado a cada nível de intervenção. Os meios de proteção Na maioria dos casos, os dispositivos de proteção coletiva devem sempre ser utilizados à priori. Contudo, o emprego de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) é autorizado em alguns casos precisos: a utilização de dispositivos de acesso externo não é possível (plataforma, bailei, etc), a instalação de proteções coletivas é tecnicamente impossível, o uso de EPI permite diminuir o risco, as operações a realizar são pontuais e de curta duração. 3
4 Dar segurança às intervenções A utilização dos EPI nos sistemas de trabalho em altura e resgate deve imperativamente responder a certo número de regras elementares: uma seleção rigorosa e montagem segura de pontos de ancoragem: a qualidade das ancoragens é primordial para a segurança. A repartição dos esforços e a montagem dos aparelhos são essenciais. As ancoragens duplicadas ou triplicadas para cada sistema asseguram um nível de segurança otimizado, em particular para o resgate e tirolesas, uma organização adequada do posto de trabalho: as instalações colocadas para trabalhar em altura, ou para prestar socorro, devem ser simples, ordenadas corretamente e devem sistematicamente ser controladas antes da sua utilização. Esta última operação será tanto mais rápida e eficaz quanto mais simples e ordenadas as montagens forem, a presença de um dispositivo de contra-segurança: quando tal é possível, os sistemas de resgate devem estar associados a um dispositivo de contrasegurança independente, de modo a garantir simultaneamente a segurança das vítimas e dos socorristas (salvo no caso da auto-evacuação), um plano de evacuação das pessoas: em situação de trabalho, um plano de evacuação deve estar previsto para permitir às equipas de se auto-evacuar ou de se fazer evacuar em caso de acidente. Os EPI são concebidos inicialmente para não ser utilizados senão por uma pessoa de cada vez. Quando estes equipamentos são utilizados para evacuar duas pessoas simultaneamente, estes equipamentos não estão autorizados a não ser em situações excepcionais: descida acompanhada, descida ou içagem de maca, etc. Nestas configurações: - a utilização dos equipamentos não está nem certificada, nem coberta pela diretiva sobre a proteção individual contra as quedas em altura, - os equipamentos são solicitados no limite das suas capacidades. 4
5 SUSTENTABILIDADE Executar serviços em altura está entre as atividades mais presentes no dia - a - dia das empresas. Mesmo assim, as quedas são a Segunda maior causa de mortes no trabalho. Nos últimos nº recolhidos no Brasil, nos mostra mais próximos a realidade, de 1,300 acidentes de trabalho 400 é acidentes de trabalhadores na área da construção civil, ou seja trabalho em altura sem segurança. 5
6 ONDE ENCONTRAMOS: - CONSTRUÇÃO CIVIL - CAMPO PETROQUÍMICO - ALIMENTÍCIO - METALURGIA - TRANSPORTE - AGRICULTURA -TELECOMUNICAÇÃO ATIVIDADES DESENVOLVIDAS: - MANUTENÇÃO PREDIAL EM GERAL - SERVIÇOS DE TELEFONIA - MANUTENÇÃO INDUSTRIAL - CARGA E DESCARGA - EQUIPE DE ASSESSORIA EM SEGURANÇA - EQUIPES DE RESGATE CARACTERÍSTICAS DO PROFISSIONAL DE ALTURA: - MEDO DE ALTURA - SAÚDE - RACIOCÍNIO - EXPERIÊNCIA NA ATIVIDADE EXERCIDA - RESPEITA A ALTURA 6
7 Objetivo : Procedimentos de segurança na realização de trabalhos em altura, conforme exigências do MTE, para evitar quedas de nível causadas basicamente pelos seguintes motivos: Queda de telhados por baixa resistência mecânica, Tábuas mal posicionadas; Escorregamento em telhados úmidos, molhados ou com acentuada inclinação; Súbito do funcionário Intoxicação decorrente de gases, vapores ou poeiras no telhado; Calçados inadequados e ou impregnados de óleo ou graxa; Inadequado içamento de cargas e transporte ; Escadas de acesso sem a devida proteção; Falta de sinalização e isolamento no piso inferior. Planejamento do trabalho Todo serviço realizado em altura exige um rigoroso planejamento, devendo necessariamente ser verificado os seguintes itens: Tipo de telha, seu estado e resistência; Materiais e equipamentos necessários à realização dos trabalhos; Definição de trajeto sobre o telhado visando deslocamento racional, distante de rede elétrica ou áreas sujeitas a gases, vapores e poeiras;. Sinalização e isolamento da área prevista para içamento e movimentação de materiais. Necessidade de montagem de passarelas, escadas, guarda-corpos ou estruturas sobre o telhado para facilitar manutenção de telhas, calhas, clarabóias, chaminés, lanternins, etc. Definição dos locais para instalação de cabo-guia para possibilitar uso do cinturão de segurança conforme exigência do Ministério do Trabalho; Controle médico e qualificação técnica dos trabalhadores para serviços nessa área de alto risco; Condições climáticas satisfatórias para liberar trabalho em telhado, visto que é proibido com chuva ou vento; Programar desligamento de forno ou outro equipamento do qual haja emanação de gases e estão sob o telhado em obras; Orientar os trabalhadores e proibir qualquer tipo de carga concentrada sobre as telhas, visto que é o motivo principal de graves acidentes. 7
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9 Para a execução do trabalho em telhados é importante considerar alguns aspectos A) PROIBIR CARGA CONCENTRADA As telhas de fibrocimento, alumínio ou barro não foram projetadas para suportar cargas concentradas. Seus fabricantes advertem para não pisar ou caminhar diretamente sobre elas. Considerando que a maior parte dos acidentes em telhados ocorrem por rompimento mecânico de seus componentes, motivados por concentração excessiva de pessoas ou materiais num mesmo ponto, recomendamos: 9
10 Ao utilizar escada portátil, subir uma pessoa de cada vez; seu comprimento não pode ser superior a 7 metros (NR e 5.6); A escada fixa, tipo marinheiro, com 6 metros ou mais de altura, deve ser provida de gaiola protetora (NR ). Para cada lance de 9 metros deve existir um patamar intermediário de descanso (NR ); Nunca pisar, apoiar passarelas metálicas ou tábuas sobre telhas translúcidas flexíveis. Elas não foram projetadas para suportar pesos; Nunca permitir concentrar mais de uma pessoa num mesmo ponto do telhado ou mesma telha; O beiral do telhado não suporta peso de pessoas ou cargas; Todo material usado deve remover após conclusão do serviço; Escadas de acesso aos telhados Devem ser equipadas com linhas de segurança para uso de trava-quedas. Nas escadas é possível fazer instalação de uma linha de vida. 10
11 O Ministério do Trabalho exige que nos telhados sejam instaladas linhas de segurança (NR 18.18). Geralmente, são constituídas de cabo de aço(linha de vida fixa) ou de cabo sintético (linha de vida móvel)deve ser instalada por profissional treinado e capacitado, para movimentação do sistema de proteção contra queda. Montagem de andaimes. O trabalho de montagem de andaimes possui características peculiares, pois em geral, os pontos de ancoragem são o próprio andaime, o que requer uma especial atenção a cada movimento, pois o trabalhador só deverá se conectar a pontos que já estejam corretamente posicionados e travados. 11
12 Anterior a montagem devemos nos informar sobre a característica do andaime, e a forma correta para a montagem do mesmo. A área deverá ser isolada a fim de evitarmos a queda de materiais e o içamento das peças deverá ser feito com auxilio de equipamentos especiais para este fim. A movimentação com talabartes 12
13 Talabartes de posicionamento Ponto de ancoragem Ponto destinado a suportar carga de pessoas para a conexão de cordas flexíveis ou cabo de aço de trabalho corda flexível de segurança, trava-quedas retrateis ou talabartes simples, duplos e de posicionamento, podendo ser definitivo ou temporário. Ex: parafusos e porcas-olhais, caixas de foso de elevador em blocos de torre, vigas, características geológicas naturais. 13
14 Posicionamento de trabalho Técnica que permite a um profissional trabalhar suspenso ou suportado mediante equipamentos de proteção individual, de forma a impedir sua queda ou movimentação involuntária, onde existe o risco de queda de determinada altura. Resgate - Capacidade da equipe de profissional de acesso por corda, adquirida através do treinamento, para sair de situações de emergência ou adversas por conta própria sem intervenções externas. Zona de exclusão Zona estabelecida para excluir o publico de uma de risco e do equipamento de acesso por corda, ou para excluir os profissionais de uma área perigosa que não esteja convenientemente protegida.obs: ninguém deve ser autorizado a entrar na zona de exclusão, a menos que esteja conectado a uma corda de vida ou ponto de ancoragem, ao final de cada turno de trabalho, equipamentos como cordas, ferramentas e componentes devem ser removidos ou acondicionados no local onde estão instalados de forma que não comprometam a integridade deles.. Técnicas de Nós Os nos são utilizados para unir os diferentes elementos que compõem os sistemas do acesso por corda, Eles diminuem a resistência da corda e cada um possui uma aplicação especifica. Um que se comporta bem submetido a cargas estáticas pode escorregar, transformar-se ou vir a desfazer-se quando submetido a movimentos ou pressões variadas (carga dinâmica). É importante conhecer suas características para aplicá-las adequadamente a cada circunstancia. Qualquer nó deve ser adequado ao uso a que será aplicado, ser resistente, seguro, fácil de realizar e desfazer, deve possuir estética e forma definida, sem cordas torcidas ou sobreposta. Características de um bom nó: Fácil de fazer. Fácil de desfazer. Seguro. 14
15 Vejamos agora os principais nós utilizados. Meia volta do fiel ou UIAA - Sua ação é liberar ou travar qualquer ponta da corda, um excelente recurso para fornecer segurança ou descer pela própria corda, caso o operador perca o equipamento principal de apoio, é sempre confeccionado sobre um mosquetão de grande dimensão, pois necessita de espaço útil para agir. Tem como inconveniente o aquecimento seguido de desgaste da capa das cordas. Oito simples - Considerado o nó mais versátil de todos. Principal nó de ancoragem reduz 30% à resistência das cordas. Pode ser confeccionado de três maneiras diferentes: para encordamento, direcionado e de união. Oito guiado - É um nó muito seguro por ser resistente e absorver impactos de maneira eficiente. Utilizado para conexão da corda diretamente na cadeirinha do socorrista ou para fixar cordas nos pontos de ancoragem. Tem perda de resistência de 30%. Oito duplo com alça - Utilizado para conectar em pontos de ancoragem, bem como equipamentos que serão içados. Uma variação deste nó é o nó sete, tem perda de resistência de 30 %. Oito de união de corda - Trata-se do mesmo nó explicado anteriormente, porem este é confeccionado invertendo o sentido de uma das cordas. É um nó bastante usado seguro para unir cordas de mesmo diâmetro, muito usado para fechar anéis de cordelete, tem perda de resistência de 30%. Prusik - Nó confeccionado em um cordelete, usado como trava-quedas. Nó Borboleta alpina - Nós amortecedores destinado a limitar e reduzir a força de choque de uma possível queda, nos sistemas das cordas de trabalho, utilizado também para confecção de linha de vida estática. 15
16 Nó volta do fiel - Utilizado para ascensão ou descenção de materiais. Equipamento de Resgate ID (individual descensor). Fabricado pela Petzl. Este equipamento é o mais pratico e seguro equipamento de movimentação de corda inventado. Possui um sistema de bloqueio instantâneo ao momento em que o operador tira a mão da alavanca ele bloqueia. Em outra situação em que o operador puxa demasiadamente a alavanca ele bloqueia. Dois modelos deste equipamento são oferecidos no mercado um apenas para a atribuição de um único resgatista e outro com capacidade de transportar até duas pessoas ao mesmo tempo. Acender de punho (jumar). Blocante de mão, para ascensão em corda fixa ou tracionamento de cordas. Este blocante foi projetado para utilização em cordas tipo capa e alma (kernmantle), de 8 a 13 mm. Seu engenhoso mecanismo de gatilho permite que seja conectada ou desconectada a corda utilizando apenas uma das mãos. É construída em liga de alumínio especial que lhe proporciona alta resistência e baixo peso. Seu mordente em aço cromo possui um desenho especialmente desenvolvido para proporcionar uma eficiente retenção na corda em uma direção, e um suave deslizamento em sentido oposto. Seu punho de desenho ergonômico para maior comodidade e eficiência no momento de tração. Trava quedas para corda. Desenvolvido para ser a opção mais segura de trava queda. Possui trava de abertura do came para mantê-lo travado ou solto durante o trabalho. Trava queda para corda é a solução para eventuais dificuldades no trabalho quando não há linha de vida em cabo de aço. Mais econômico por ser um sistema de segurança provisório, pode ser instalado diversas situações. Sua finalidade é neutralizar a queda em qualquer tipo de movimentação vertical. Este equipamento deve ser utilizado exclusivamente em cordas estáticas de 12.5 mm de diâmetro. Deve ser colocado na corda por uma de suas pontas. Carga de ruptura: 22 KN. 16
17 Mosquetão oval de aço. É sem duvida o mais usado em operação de resgate. Tem suas vantagens como, por exemplo: adapta-se principalmente em nós pequenos, tem resistência para 22 KN, seu corpo é confeccionado de uma liga de aço com banho de inox e sua rosca/ trava confeccionada de alumínio. As desvantagens se restringem ao peso por ser confeccionado de aço, gerando um desconforto em transporte de longo recurso. Mosquetão HMS. Mosuetão HMS ( Halb Mastwurf Sicherung). Para segurança de meia volta do fiel, com parede reta e trava de rosca convencional. Construído em liga de alumino ou aço, com resistência de 22 KN á 50 KN. Indicado como mosquetão central de uma parada ou mosquetão do freio. Polias. Confeccionada com material de duro alumínio ou aço inoxidável, tem como características leves e compactas, duplas ou simples, foram projetadas para confeccionar um sistema de vantagem mecânica, em desvios e transporte em tirolesas. 17
18 Fitas de ancoragem. Confeccionadas em poliamida material de resistência a abrasividade. Tem a finalidade de fornecer ponto de fixação para ancoragem conectada em uma estrutura. Foi projetada para ser utilizada em trabalhos que exigem muita tensão. Cordas estáticas. As cordas estáticas são as indicadas para trabalho em técnicas verticais, além de seguir um padrão criterioso e inconfundível com as demais cordas existentes no mercado. Características de uma corda estáticas: sua alongação em forma tencionada deverá permanecer entre 3% a 6% de elasticidade; a matéria prima deverá ser de um material resistente à abrasão, de preferência por corda de nylon ou poliéster; sua confecção será composta por capa externa e alma que poderá ser nos seguintes padrões: as fibras todas unidas com uma leve torção, fibra divididas em grupo separados em quatro almas torcidas individualmente ou tramadas individualmente. Resistência: a corda devera ter sempre uma carga de ruptura varias vezes maiores que a carga que ira suportar. Esta relação entre resistência e carga e é conhecida como fator de segurança. Se a resistência da corda. Exemplo nos EUA se recomenda um fator de segurança bem mais conservador, de 15:1. Ou seja, que para uma carga de 226k a corda devera ter uma resistência de 3.402k. A resistência de uma corda é medida como carga de ruptura. A carga mínima de ruptura de uma corda esta baseada em provas realizadas em cordas novas, na medida em que uma corda for usada, sua resistência diminui e também diminuirá sua carga de trabalho. 18
19 NOTA: Cabe ainda reforçar e lembrar que todo o equipamento utilizado em técnicas vertical seja ela no trabalho, no esporte ou e um operação de resgate, para tais fins devera trazer gravado no corpo do equipamento ou no interior do equipamento como é o caso das cordas, a marca do fabricante, força de resistência, laboratório de teste ou certificações como: CA, CE, NFPA e UIAA. A resistência de carga dos equipamentos geralmente os importados trazem as classificações de resistência transformada em KN (Kilo Newton) ou em dan (deca Newton). Vejam a seguir como funcionam estas unidades e suas equivalências: 1N (NEWTON) = 0, 102 Kg 1daN (DECA NEWTON) = 1, 02 kg 1KN (KILO NEWTON) = 102 KG Capacete É um dos equipamentos de proteção indispensável para o montanhista, pois protege das quedas das pedras que se desprendem das paredes. Cinto de resgate O cinto tipo pára-quedista é o equipamento mais indicado para o socorrista efetuar resgate vertical, ele oferece uma estrutura que envolve desde a cintura até a caixa torácica do socorrista, o que lhe proporciona segurança, anatomia e conforto. Cinto para trabalhos em espaço confinado cinto resgatista 19
20 Talabarte duplo de ancoragem Equipamento composto de dois talabartes, ligados a um dispositivo chamado absorvedor de energia. Contendo um conector em cada extremidade que serve para fixar o talabarte em uma estrutura. Em sua extremidade a um mosquetão para conectar o talabarte ao cinco de segurança. 20
21 BIBLIOGRAFIA Portaria 3214, de 08 de Junho de ABNT - Associação Brasileira De Normas Técnicas. NBR Acesso Por Corda Procedimento Para Aplicação Do Método. NR 18 Condições de Trabalho em Construção. NR 34 Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção e Reparação Naval NR 35 Trabalho em Altura. LifeSpan Treinamentos Norma de Orientação Operacional 2013 NOO nº 015 Trabalho em Altura NR 35 Segurança e Equipamentos 21
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