Conceitos básicos sobre aterramentos
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- Cristiana de Abreu Affonso
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1 Conceitos básicos sobre aterramentos (Estudo Técnico 2: Aterramento de cercas e currais.) José Osvaldo S. Paulino 1
2 Aspecto físico de aterramento industrial
3 PROGRAMA: Conceitos básicos sobre aterramento. Segurança pessoal. Aterramento de torres Proteção de cercas e currais contra raios. José Osvaldo S. Paulino 2
4 FINALIDADE DOS SISTEMAS DE ATERRAMENTO Segurança ou Proteção: partes metálicas não energizadas Limitar potenciais produzidos: Segurança dos seres vivos Proteção de equipamentos
5 Serviço ou Funcional: parte integrante dos circuitos Ponto neutro de transformadores 3 φ (Y) Neutro das redes de distribuição Eletrodo de retorno de circuitos elétricos CA (MRT) Eletrodo de retorno em sistemas CC Plano de terra de sistemas de comunicação Contra descargas eletrostáticas Contra interferência eletromagnética
6 DEFINIÇÕES Terra: Massa condutora de solo que envolve o eletrodo de aterramento Eletrodo de aterramento: elemento condutor metálico ou conjunto de elementos condutores interligados, em contato direto com a terra de modo a garantir ligação com o solo Condutor de ligação: condutor empregado para conectar o objeto a ser aterrado ao eletrodo de aterramento ou para efetuar a ligação de dois ou mais eletrodos
7 Eletrodos de aterramento isolados: eletrodos de aterramento suficientemente distantes uns dos outros para que a corrente máxinma susceptível de ser escoada por um deles não modifique sensivelmente o potencial do outro Eletrodos de aterramento interligados: eletrodos de aterramento que possuam ligação (intencional ou não) e que interagem eletricamente Sistema de aterramento: sistema formado por um ou mais eletrodos de aterramento, isolados ou não, visando atender necessidades funcionais ou de proteção
8 Terra remoto: massa condutora de solo distante o suficiente de qualquer eletrodo de aterramento para que seu potencial elétrico seja sempre igual a zero Elevação de potencial de terra (EPT): diferença de potencial entre o eletrodo de aterramento e o terra remoto quando por este eletrodo flui corrente para a terra, ou seja, é a tensão produzida no eletrodo de aterramento quando este dispersa corrente à terra em relação ao terra remoto Resistência equivalente de aterramento (Req): relação entre a elevação de potencial de terra de um eletrodo e a corrente por este injetada no solo
9 Aterramentos elétricos Porque os sistemas eletricos são aterrados? José Osvaldo S. Paulino 3
10 Aterramentos elétricos Controle de sobretensões. Segurança pessoal. Proteção contra descargas atmosféricas. José Osvaldo S. Paulino 4
11 Aterramentos elétricos Conceito de referencial: V José Osvaldo S. Paulino 5
12 Conceito de referencial V V José Osvaldo S. Paulino 6
13 Controle das sobretensões V FN V FF V FF = 3.V FN José Osvaldo S. Paulino 7
14 Controle das sobretensões V FN V FF V FF V FF José Osvaldo S. Paulino 8
15 Controle das sobretensões V FN V FF V FN I V FN José Osvaldo S. Paulino 9
16 Segurança Pessoal José Osvaldo S. Paulino 10
17 CHOQUE ELÉTRICO Corrente alternada (60 Hz). Tempo de circulação maior que três segundos. Corrente passando pelo: torax (pulmão e coração) ou pelo cérebro. José Osvaldo S. Paulino 11
18 CHOQUE ELÉTRICO 1 ma - Limiar de sensibilidade - Formigamento 5 a 15 ma - Contração muscular - Dor 15 a 25 ma - Contrações violentas - Impossibilidade de soltar o objeto (fio) - Morte aparente - Asfixia Respiração artificial ma - Morte aparente - Asfixia - Fibrilação ventricular Respiração artificial - Massagem cardíaca Maior que 80 ma - Desfibrilação elétrica. Corrente de ampères - Queimaduras e morte. José Osvaldo S. Paulino 12
19 Efeitos fisiológicos da corrente alternada (15Hz a 100Hz) - pessoas com mais de 50kg 0,1 a 0,5mA Leve percepção superficial 0,5 a 10mA Ligeira tetanização do braço 10 a 30mA Não perigosa se interrompida em menos de 5 segundos 30 a 500mA Paralisia estendida dos músculos do tórax, com sensação de falta de ar e tontura. Possibilidade de fibrilação ventricular se a descarga se mantiver por mais de 200 ms Acima de 500mA Parada cardíaca, salvo intervenção imediata de pessoal especializado.
20 Resistência do corpo humano Medida entre duas mãos. Mãos secas: R = 5000 Ω Mãos úmidas: R = 2500 Ω Mãos molhadas: R = 1000 Ω Mãos imersas na água: R = 500 Ω José Osvaldo S. Paulino 13
21 Proteção contra choques elétricos Contatos diretos contato com partes metálicas normalmente sob tensão (partes vivas) Contatos indiretos contato de pessoas ou animais com partes metálicas normalmente não energizadas (massas), mas que podem ficar energizadas devido a uma falha de isolamento.
22 Medidas de proteção Proteção Tipo de medida Sistema Tipo de pessoa Total Passiva Isolação das partes vivas sem possibilidade de remoção Comum Passiva Invólucros ou barreiras removíveis apenas com ferrramenta Comum Parcial Passiva Obstáculos removíveis sem ferramenta Advertida qualificada Passiva Distanciamento das partes vivas acessíveis Advertida qualificada Complem. Ativa Circuito protegido por dispositivo DR de alta sensibilidade Qualquer
23 Proteção contra contatos indiretos 1. Proteção por dupla isolação 2. Proteção por locais não condutores 3. Proteção por ligação equipotencial 4. Proteção por separação elétrica
24 CHOQUE ELÉTRICO Corrente perigosa : I = 20 ma V = R x I Mãos secas: V = 100 V Mãos úmidas: V = 50 V Mãos molhadas: V = 20 V Mãos imersas na água: V = 10 V José Osvaldo S. Paulino 14
25 Aterramento dos equipamentos elétricos. Fio terra Tomada de três pinos José Osvaldo S. Paulino 15
26 Aterramento dos equipamentos elétricos: curto-circuito para a carcaça. Curto circuito Terra Fase Neutro José Osvaldo S. Paulino 16
27 Equipamento sem fio terra. Carcaça do equipamento Resistência da lâmpada Fase Resistência da pessoa 127 V Neutro Aterramento do Neutro José Osvaldo S. Paulino 17
28 Equipamento sem fio terra. Resistência da pessoa Resistência da lâmpada I Fase Neutro 127 V José Osvaldo S. Paulino 18
29 Equipamento com fio terra. Carcaça do equipamento Resistência da lâmpada Fase Resistência da pessoa 127 V Fio terra Neutro Aterramento do Neutro José Osvaldo S. Paulino 19
30 Equipamento com fio terra. Resistência da pessoa I Resistência da lâmpada Fio terra Fase I Neutro 127 V José Osvaldo S. Paulino 20
31 Aterramento dos equipamentos elétricos: curto-circuito para a carcaça. Com o fio terra: A corrente do circuito aumenta muito e a proteção (disjuntor/fusível) irá desligar o circuito; A corrente que circula pelo corpo da pessoa é muito pequena porque ela ficou em paralelo com o fio terra. José Osvaldo S. Paulino 21
32 Aterramento dos equipamentos elétricos: curto-circuito para a carcaça. Sem o fio terra: A corrente do circuito não aumenta e a proteção (disjuntor/fusível) não irá desligar o circuito; A corrente que circula pelo corpo da pessoa pode ser elevada. José Osvaldo S. Paulino 22
33 Aterramento dos equipamentos elétricos A grande dúvida é: Em instalações que não tem tomada de três pinos, onde ligar o fio terra? José Osvaldo S. Paulino 23
34 Sistema de terra Eletrodo de aterramento condutor ou conjunto de condutores em contato elétrico com o solo Condutor de proteção (PE) massas, 3o. Pino das tomadas Condutor PEN proteção e neutro da rede de BT externa Terminal ou barra de aterramento principal (TAP) Resistência de aterramento total do TAP à terra Condutor de aterramento liga TAP ao eletrodo de terra Ligação equipotencial principal, suplementar, e isolada Condutor de equipotencialidade da ligação equipotencial Condutor de proteção principal liga PE ao TAP
35 Tensão de contato e de passo Tensão de contato - Tensão que uma pessoa possa ser submetida ao tocar simultaneamente, em um objeto sob tensão e em outro elemento que se encontra num potencial diferente Tensão de passo Parte da tensão de um eletrodo de aterramento à qual poderá ser submetida uma pessoa nas proximidades do eletrodo, cujos pés estejam separados pela distância equivalente a um passo Tensão limite (UL): 50 V (secc. rápido) 25 V (secc. lento)
36 Aterramento dos equipamentos elétricos. Neutro Fase Conector Resistência? Terra fio verde José Osvaldo S. Paulino 24
37 Aterramento dos equipamentos elétricos. Neutro Fase Terra Neutro Fase Neutro Fase Terra Terra José Osvaldo S. Paulino 25
38 Esquemas TN Ideais para instalações com subestação ou gerador próprio No esquema TN-C: há economia de um condutor utiliza o condutor PEN Somente pode ser usado quando S 10mm 2 em cobre e S 16mm 2 em alumínio que não utilizem cabos flexíveis Não se admite o uso de dispositivos DR Fase 220V Zero V Zero V 220V Rompimento do PEN 220V
39 Malhas de aterramento simples Hastes na vertical. Cabos na horizontal. José Osvaldo S. Paulino 26
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41 Materiais para aterramento
42 Haste de aterramento 2,4 e 3,0 m de comprimento. Cobreadas ou zincadas (galvanizadas) José Osvaldo S. Paulino 27
43 ELETRODOS ELEMENTARES Eletrodo Hemisférico na Superfície do Solo Eletrodo hemisférico metálico Superfície do solo
44 DENSIDADE DE CORRENTE NO SOLO I (A) J (A/m 2 ) U = 0 V (terra remoto) x (m)
45 I (A) Tensão medida na superfície do solo a partir do eletrodo U (V) EPT (V) U = 0 V (terra remoto) x (m)
46 I (A) Conceito de resistência de aterramento U (V) EPT (V) R ( Ω) = EPT ( V I( A) ) U = 0 V (terra remoto) x (m)
47 A superfície esférica Do ponto de vista matemático, a esfera no espaço R³ é confundida com o sólido geométrico (disco esférico) envolvido pela mesma, razão pela qual muitas pessoas calculam o volume da esfera. Na maioria dos livros elementares sobre Geometria, a esfera é tratada como se fosse um sólido, herança da Geometria Euclidiana.
48 A superfície esférica A esfera no espaço R³ é o conjunto de todos os pontos do espaço que estão localizados a uma mesma distância denominada raio de um ponto fixo chamado centro. Uma notação para a esfera com raio unitário centrada na origem de R³ é: S² = { (x,y,z) em R³: x² + y² + z² = 1 } Do ponto de vista prático, a esfera pode ser pensada como a película fina que envolve um sólido esférico. Em um limão esférico, a esfera poderia ser considerada a película verde (casca) que envolve a fruta.
49 A superfície esférica Quando indicamos o raio da esfera pela letra R e o centro da esfera pelo ponto (0,0,0), a equação da esfera é dada por: x² + y² + z² = R² A área total da Esfera é dada por: S esférico = 4 π R² Logo em um Eletrodo hemisférico tem-se: S hemisférico = 2 π R²
50 Esfera de influência de um Eletrodo Simples
51 Gradientes de Potencial
52 Determinação analítica da R aterramento : Ex.: Aterramento realizado por semi - esfera metálica de raio a. Considera - se o TERRA ideal como sendo uma casca semi - esférica metálica de raio b. U a b ρ = 1 σ i ρ Aplica - se U entre os eletrodos e verifica - se R aterramento entre a e b quando b tende a infinito.
53 Verifíca - se que i será radial e, do eletromagnetismo, podemos igualar a tensão U com a integral do campo elétrico, então: a a R b a I U R b a i dr r i dr J E dr U aterramento aterramento b a b a b a Se "b" π ρ π σ π σ π σ σ π σ = = = = = = = =
54 Tipos de Sistemas de Aterramento
55 Cabos enterrados 0,5 m L José Osvaldo S. Paulino 28
56 Malhas simples José Osvaldo S. Paulino 29
57 Parâmetros importantes da malha Resistência de aterramento. Equalização de potenciais. Impedância de aterramento. José Osvaldo S. Paulino 30
58 Medição da resistividade do solo Solo de uma camada R a ρ = 2. π. a. R José Osvaldo S. Paulino 31
59 Medidor Universal: + E - ~ I C 1 P 1 P U 2 C 2 b a a a
60 Método dos Quatro Eletrodos ou Método de Wenner
61 Método dos quatro eletrodos de Wenner 4πa r ρa = [ Ωm] 2a 2a ou ρ a 2πa r [ Ωm] a + 4b 4a + 4b
62 Método dos dois Pontos
63 Medição da resistividade do solo Solo de mais de uma camada: método gráfico a = 2, 4, 6, 8, 16, 32, 64 e 128 m. ρ 1 h 1 ρ 2 h 2 ρ 3 José Osvaldo S. Paulino 32
64 Medição da resistência de aterramento. A V 20 a 40 m 60 m José Osvaldo S. Paulino 33
65 Empregando telurímetro (terrômetro) Distância eletrodo-c 2 maior que 6D D-maior dimensão do eletrodo A V C 1 P 1 P 2 C 2 Terrômetro Corrente de medição de 5 ma até 40 ma R aterramento V R aterr = A. Ω Terra remoto x(m) Malha P1 P2 P P3 P4 C Zonas de influência dos eletrodos Malha e C
66 Medição da resistência de aterramento. (Ω) R 20 m 40 m 60 m José Osvaldo S. Paulino 34
67 Erro mais comum (medida desejada pelo cliente) distância entre o eletrodo medido e C, insuficiente R aterr. V R aterr = A. Ω Valor medido errado, menor do que o verdadeiro Terra remoto x(m) Malha P1 P2 P P3 P4 C Zonas de influência dos eletrodos Malha e C
68 Ex.: l 1 haste : haste : diâmetro da ) ( 4 ln. 2 6 d d l l R l D s h Ω = π ρ l Malha: = = Ω + = ) ( condutores ) ( ) ( 0, m L m area A L A R l D solo solo m ρ ρ
69 MTD-20KW Digital. De 3½ dígitos. Mede resistência de aterramento, tensões espúrias e resistividade específica do terreno pelo método de Wenner. Sistema automático de controle de corrente injetada no terreno. Alarme indicador de corrente insuficiente. Escala: 0-20/200/2.000/ Ω Exatidão: 1% do valor lido ±1% do fundo de escala. Resolução: 0,01 Ω Alimentação: 9 pilhas grandes Tamanho: 290 x 155 x 130mm Peso: 2,1kg (3,6kg)
70 EXEMPLO DE TELURÍMETRO COMERCIAL Limitações 3 terminais universal (4 terminais) Se a resistência (impedância) das conexões ou dos aterramentos for muito grande, apresenta indicação de OUT OF RANGE Pode sofrer interferências de correntes espúrias no solo
71 Empregando alicate de terra Cabos de conexão considerados com resistência desprezível Instrumento alicate de medição de resistência de aterramento R A Demais Aterramento aterramentos a medir R 1 interligados ao R n-1 R n aterramento a medir
72 Equação de definição da resistência de aterramento medida R A R M = R A 1 + R 1 + L+ 1 R n R n 1 erro do método de medição R M R A R 1 R n-1 R n resistência do aterramento medido resistência do aterramento em análise resistência do aterramento 1 (qualquer) resistência do aterramento n-1 (qualquer) resistência do aterramento n (qualquer)
73 EXEMPLO DE ALICATE DE ATERRAMENTO COMERCIAL Limitações Só pode ser aplicado em sistema multi-aterrados Se a resistência (impedância) das conexões ou dos aterramentos for muito grande, apresenta indicação de OUT OF RANGE
74 Cálculo do valor da resistência de aterramento. ρ L R = ρ L L 4 (ln. 2 π a 1).. 2a José Osvaldo S. Paulino 35
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77 Duas equações para a resistência de uma haste ρs 4l R = ln ( ) 4 2π. l d Ω R4( ρ) R5( ρ) 1000 ρs 4l R5 = loge 1 ( Ω) 2πl a ρ Diferença inferior a 6 %
78 Cálculo do valor da resistência de aterramento. L a N N K 2 1,16 3 1,19 4 1,36 8 1,68 a > L R eq = (R/N).K José Osvaldo S. Paulino 36
79 Resistência de aterramento de sistemas multi hastes R total = R haste x F / Número de hastes
80 Resistência de uma haste em solo estratificado em duas camadas R = ρ 2l 1 ln + 2 π l r n= 1 K n ln 2nh 2nh + l l K l r h = ρ2 ρ1 ρ + ρ 2 1 comprimento da haste raio geométrico da haste profundidade da primeira camada
81 Cálculo do valor da resistência de aterramento. S/2 2.L R 2 4 ρ 4 L 4 L S S S = (ln. + ln ) 4. π. L a S 2. L 16. L 512. L José Osvaldo S. Paulino 37
82 Cálculo do valor da resistência de aterramento. Anel: diâmetro do fio = d S/2 R ρ 8 D 4 D = 2 (ln. + ln. ) 2. π. D d S D José Osvaldo S. Paulino 38
83 Método Seletivo com uso de Alicate Amperímetro metro
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90 Aplicação dos métodos m a SPDA
91 Aplicação dos métodos m a SPDA
92 Aplicação dos métodos m a SPDA
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96 O uso dos Dispositivos DR Lei 8078/90, art. 39-VI11, art. 12, art. 14, e norma ABNT NBR 5410/97. RESPONSABILIDADE CIVIL Desde dezembro de 1997, é obrigatório no Brasil, em todas as instalações elétricas, o uso do dispositivo DR (diferencial residual) nos circuitos elétricos que atendam aos seguintes locais: banheiros, cozinhas, copas-cozinhas, lavanderias, áreas de serviço e áreas externas. O dispositivo DR é um interruptor automático que desliga correntes elétricas de pequena intensidade (da ordem de centésimos de ampère), que um disjuntor comum não consegue detectar, mas que podem ser fatais se percorrerem o corpo humano. Dessa forma, um completo sistema de aterramento, que proteja as pessoas de uma forma eficaz, deve conter, o dispositivo DR.
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