Instalações Elétricas Prediais
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- Zaira Garrau Cunha
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1 Abril de 2010
2 Sumário
3 Tópicos Sumário Corrente Elétrica Fundamentos da proteção 1 Contra Choques Elétricos A Corrente Elétrica no Corpo Humano Fundamentos da proteção contra choques elétricos. 2 Eletrodos de Componentes do aterramento de proteção e equipontencialização 3 Esquemas da NBR 5410
4 Perigo da corrente Elétrica Corrente Elétrica Fundamentos da proteção É bastante conhecido, pela população em geral, que a corrente elétrica causa efeitos no corpo humano ou melhor em seres vivos. As pesquisas sobre o assunto começaram em 1930, com os estudo pioneiros de H. Freiberger e L. P. Ferris, com o objetivo de avaliar o grau de periculosidade da corrente elétrica. Os estudo foram realizados em animais, seres humanos e cadáveres. O documento oficial sobre o assunto é a série IEC Effects of current on human beings and livestock, composto por cinco publicações
5 Perigo da corrente Elétrica Corrente Elétrica Fundamentos da proteção É bastante conhecido, pela população em geral, que a corrente elétrica causa efeitos no corpo humano ou melhor em seres vivos. As pesquisas sobre o assunto começaram em 1930, com os estudo pioneiros de H. Freiberger e L. P. Ferris, com o objetivo de avaliar o grau de periculosidade da corrente elétrica. Os estudo foram realizados em animais, seres humanos e cadáveres. O documento oficial sobre o assunto é a série IEC Effects of current on human beings and livestock, composto por cinco publicações
6 Perigo da corrente Elétrica Corrente Elétrica Fundamentos da proteção É bastante conhecido, pela população em geral, que a corrente elétrica causa efeitos no corpo humano ou melhor em seres vivos. As pesquisas sobre o assunto começaram em 1930, com os estudo pioneiros de H. Freiberger e L. P. Ferris, com o objetivo de avaliar o grau de periculosidade da corrente elétrica. Os estudo foram realizados em animais, seres humanos e cadáveres. O documento oficial sobre o assunto é a série IEC Effects of current on human beings and livestock, composto por cinco publicações
7 Perigo da corrente Elétrica Corrente Elétrica Fundamentos da proteção É bastante conhecido, pela população em geral, que a corrente elétrica causa efeitos no corpo humano ou melhor em seres vivos. As pesquisas sobre o assunto começaram em 1930, com os estudo pioneiros de H. Freiberger e L. P. Ferris, com o objetivo de avaliar o grau de periculosidade da corrente elétrica. Os estudo foram realizados em animais, seres humanos e cadáveres. O documento oficial sobre o assunto é a série IEC Effects of current on human beings and livestock, composto por cinco publicações
8 Perigo da corrente Elétrica Corrente Elétrica Fundamentos da proteção Qualquer atividade biológica é estimulada ou controlada por impulsos de correte elétrica. Se a corrente fisiológica se soma a outra corrente de origem externa, ocorrerá alterações das funções vitais normais do organismo. Os principais efeitos da corrente elétrica no corpo humanos são: Tetanização Limite de Largar Queimaduras Fibrilação ventricular
9 Perigo da corrente Elétrica Corrente Elétrica Fundamentos da proteção Qualquer atividade biológica é estimulada ou controlada por impulsos de correte elétrica. Se a corrente fisiológica se soma a outra corrente de origem externa, ocorrerá alterações das funções vitais normais do organismo. Os principais efeitos da corrente elétrica no corpo humanos são: Tetanização Limite de Largar Queimaduras Fibrilação ventricular
10 Perigo da corrente Elétrica Corrente Elétrica Fundamentos da proteção Qualquer atividade biológica é estimulada ou controlada por impulsos de correte elétrica. Se a corrente fisiológica se soma a outra corrente de origem externa, ocorrerá alterações das funções vitais normais do organismo. Os principais efeitos da corrente elétrica no corpo humanos são: Tetanização Limite de Largar Queimaduras Fibrilação ventricular
11 Perigo da corrente Elétrica Corrente Elétrica Fundamentos da proteção Tetanização A tetanização é um fenomeno decorrente da contração muscular produzida por uma corrente elétrica. Contração tetânica são contrações repetidas do músculo oriundas de diversos estímulos simultâneos, de modo progressivo. A contração completa ocorre quando os estimulos ultrapassam um certo limite e permanece nesse estado até que os estímulos. As frequências usuais de 50 e 60 Hz são suficientes para produzir uma tentanização completa, dependendo do valor da corrente elétrica. Valores elevados de corrente podem levar uma pessoa a uma explosão muscular, causando movimentos involuntários e/ou arremessando a uma certa distância.
12 Perigo da corrente Elétrica Corrente Elétrica Fundamentos da proteção Tetanização A tetanização é um fenomeno decorrente da contração muscular produzida por uma corrente elétrica. Contração tetânica são contrações repetidas do músculo oriundas de diversos estímulos simultâneos, de modo progressivo. A contração completa ocorre quando os estimulos ultrapassam um certo limite e permanece nesse estado até que os estímulos. As frequências usuais de 50 e 60 Hz são suficientes para produzir uma tentanização completa, dependendo do valor da corrente elétrica. Valores elevados de corrente podem levar uma pessoa a uma explosão muscular, causando movimentos involuntários e/ou arremessando a uma certa distância.
13 Perigo da corrente Elétrica Corrente Elétrica Fundamentos da proteção Tetanização A tetanização é um fenomeno decorrente da contração muscular produzida por uma corrente elétrica. Contração tetânica são contrações repetidas do músculo oriundas de diversos estímulos simultâneos, de modo progressivo. A contração completa ocorre quando os estimulos ultrapassam um certo limite e permanece nesse estado até que os estímulos. As frequências usuais de 50 e 60 Hz são suficientes para produzir uma tentanização completa, dependendo do valor da corrente elétrica. Valores elevados de corrente podem levar uma pessoa a uma explosão muscular, causando movimentos involuntários e/ou arremessando a uma certa distância.
14 Perigo da corrente Elétrica Corrente Elétrica Fundamentos da proteção Tetanização A tetanização é um fenomeno decorrente da contração muscular produzida por uma corrente elétrica. Contração tetânica são contrações repetidas do músculo oriundas de diversos estímulos simultâneos, de modo progressivo. A contração completa ocorre quando os estimulos ultrapassam um certo limite e permanece nesse estado até que os estímulos. As frequências usuais de 50 e 60 Hz são suficientes para produzir uma tentanização completa, dependendo do valor da corrente elétrica. Valores elevados de corrente podem levar uma pessoa a uma explosão muscular, causando movimentos involuntários e/ou arremessando a uma certa distância.
15 Perigo da corrente Elétrica Corrente Elétrica Fundamentos da proteção Tetanização A tetanização é um fenomeno decorrente da contração muscular produzida por uma corrente elétrica. Contração tetânica são contrações repetidas do músculo oriundas de diversos estímulos simultâneos, de modo progressivo. A contração completa ocorre quando os estimulos ultrapassam um certo limite e permanece nesse estado até que os estímulos. As frequências usuais de 50 e 60 Hz são suficientes para produzir uma tentanização completa, dependendo do valor da corrente elétrica. Valores elevados de corrente podem levar uma pessoa a uma explosão muscular, causando movimentos involuntários e/ou arremessando a uma certa distância.
16 Perigo da corrente Elétrica Corrente Elétrica Fundamentos da proteção Limite de largar Limite de Largar é o valor máximo de corrente que uma pessoa pode suportar ao segurar um condutor energizado. Correntes abaixo do Limite de Largar não impedem que uma pessoa largue um objeto energizado. Correntes inferiores ao limite largar embora não provoquem alterações graves no organismo, podem dar origem a contrações violentas causando quedas e ferimentos. Correntes superiores ao limite de largas, mas com pouca intensidade, podem causar uma parada respiratória
17 Perigo da corrente Elétrica Corrente Elétrica Fundamentos da proteção Limite de largar Limite de Largar é o valor máximo de corrente que uma pessoa pode suportar ao segurar um condutor energizado. Correntes abaixo do Limite de Largar não impedem que uma pessoa largue um objeto energizado. Correntes inferiores ao limite largar embora não provoquem alterações graves no organismo, podem dar origem a contrações violentas causando quedas e ferimentos. Correntes superiores ao limite de largas, mas com pouca intensidade, podem causar uma parada respiratória
18 Perigo da corrente Elétrica Corrente Elétrica Fundamentos da proteção Limite de largar Limite de Largar é o valor máximo de corrente que uma pessoa pode suportar ao segurar um condutor energizado. Correntes abaixo do Limite de Largar não impedem que uma pessoa largue um objeto energizado. Correntes inferiores ao limite largar embora não provoquem alterações graves no organismo, podem dar origem a contrações violentas causando quedas e ferimentos. Correntes superiores ao limite de largas, mas com pouca intensidade, podem causar uma parada respiratória
19 Perigo da corrente Elétrica Corrente Elétrica Fundamentos da proteção Limite de largar Limite de Largar é o valor máximo de corrente que uma pessoa pode suportar ao segurar um condutor energizado. Correntes abaixo do Limite de Largar não impedem que uma pessoa largue um objeto energizado. Correntes inferiores ao limite largar embora não provoquem alterações graves no organismo, podem dar origem a contrações violentas causando quedas e ferimentos. Correntes superiores ao limite de largas, mas com pouca intensidade, podem causar uma parada respiratória
20 Perigo da corrente Elétrica Corrente Elétrica Fundamentos da proteção Queimaduras A queimadura no corpo humano provocada pela passagem de corrente elétrica é causada pelo efeito Joule. Os pontos críticos são os de entrada e de saída da corrente, uma vez que: A pele apresenta elevada resistência em frente à baixaresistência dos tecidos internos. À resistência de contato entre a pele e as partes sob tensão soma-se a resistência da pele. A densidade de corrente á alta nos pontos de entrada e de saída da corrente, principalmente se as áreas contato forem pequenas. Em altas tensões, em que há o predomínio dos efeito térmicos, o calor produz a destruição de tecidos superficiais e profundos, bem como o rompimento de artérias e destruição dos centros nervosos.
21 Perigo da corrente Elétrica Corrente Elétrica Fundamentos da proteção Queimaduras A queimadura no corpo humano provocada pela passagem de corrente elétrica é causada pelo efeito Joule. Os pontos críticos são os de entrada e de saída da corrente, uma vez que: A pele apresenta elevada resistência em frente à baixaresistência dos tecidos internos. À resistência de contato entre a pele e as partes sob tensão soma-se a resistência da pele. A densidade de corrente á alta nos pontos de entrada e de saída da corrente, principalmente se as áreas contato forem pequenas. Em altas tensões, em que há o predomínio dos efeito térmicos, o calor produz a destruição de tecidos superficiais e profundos, bem como o rompimento de artérias e destruição dos centros nervosos.
22 Perigo da corrente Elétrica Corrente Elétrica Fundamentos da proteção Queimaduras A queimadura no corpo humano provocada pela passagem de corrente elétrica é causada pelo efeito Joule. Os pontos críticos são os de entrada e de saída da corrente, uma vez que: A pele apresenta elevada resistência em frente à baixaresistência dos tecidos internos. À resistência de contato entre a pele e as partes sob tensão soma-se a resistência da pele. A densidade de corrente á alta nos pontos de entrada e de saída da corrente, principalmente se as áreas contato forem pequenas. Em altas tensões, em que há o predomínio dos efeito térmicos, o calor produz a destruição de tecidos superficiais e profundos, bem como o rompimento de artérias e destruição dos centros nervosos.
23 Perigo da corrente Elétrica Corrente Elétrica Fundamentos da proteção Queimaduras A queimadura no corpo humano provocada pela passagem de corrente elétrica é causada pelo efeito Joule. Os pontos críticos são os de entrada e de saída da corrente, uma vez que: A pele apresenta elevada resistência em frente à baixaresistência dos tecidos internos. À resistência de contato entre a pele e as partes sob tensão soma-se a resistência da pele. A densidade de corrente á alta nos pontos de entrada e de saída da corrente, principalmente se as áreas contato forem pequenas. Em altas tensões, em que há o predomínio dos efeito térmicos, o calor produz a destruição de tecidos superficiais e profundos, bem como o rompimento de artérias e destruição dos centros nervosos.
24 Perigo da corrente Elétrica Corrente Elétrica Fundamentos da proteção Queimaduras A queimadura no corpo humano provocada pela passagem de corrente elétrica é causada pelo efeito Joule. Os pontos críticos são os de entrada e de saída da corrente, uma vez que: A pele apresenta elevada resistência em frente à baixaresistência dos tecidos internos. À resistência de contato entre a pele e as partes sob tensão soma-se a resistência da pele. A densidade de corrente á alta nos pontos de entrada e de saída da corrente, principalmente se as áreas contato forem pequenas. Em altas tensões, em que há o predomínio dos efeito térmicos, o calor produz a destruição de tecidos superficiais e profundos, bem como o rompimento de artérias e destruição dos centros nervosos.
25 Perigo da corrente Elétrica Corrente Elétrica Fundamentos da proteção Queimaduras A queimadura no corpo humano provocada pela passagem de corrente elétrica é causada pelo efeito Joule. Os pontos críticos são os de entrada e de saída da corrente, uma vez que: A pele apresenta elevada resistência em frente à baixaresistência dos tecidos internos. À resistência de contato entre a pele e as partes sob tensão soma-se a resistência da pele. A densidade de corrente á alta nos pontos de entrada e de saída da corrente, principalmente se as áreas contato forem pequenas. Em altas tensões, em que há o predomínio dos efeito térmicos, o calor produz a destruição de tecidos superficiais e profundos, bem como o rompimento de artérias e destruição dos centros nervosos.
26 Perigo da corrente Elétrica Corrente Elétrica Fundamentos da proteção Fibrilação ventricular Fibrilação ventricular é o efeito mais grave causado pela corrente elétrica. É bastante complicado determinar experimentalmente o valor de corrente que provoca a fibrilação ventricular, devido: Impossibilidade de realizar experimentos em seres humanos. Divisão da corrente dentro do corpo humano. As condições orgânicas são distintas os seres humanos.
27 Perigo da corrente Elétrica Corrente Elétrica Fundamentos da proteção Fibrilação ventricular Fibrilação ventricular é o efeito mais grave causado pela corrente elétrica. É bastante complicado determinar experimentalmente o valor de corrente que provoca a fibrilação ventricular, devido: Impossibilidade de realizar experimentos em seres humanos. Divisão da corrente dentro do corpo humano. As condições orgânicas são distintas os seres humanos.
28 Perigo da corrente Elétrica Corrente Elétrica Fundamentos da proteção Fibrilação ventricular Fibrilação ventricular é o efeito mais grave causado pela corrente elétrica. É bastante complicado determinar experimentalmente o valor de corrente que provoca a fibrilação ventricular, devido: Impossibilidade de realizar experimentos em seres humanos. Divisão da corrente dentro do corpo humano. As condições orgânicas são distintas os seres humanos.
29 Perigo da corrente Elétrica Corrente Elétrica Fundamentos da proteção Fibrilação ventricular Fibrilação ventricular é o efeito mais grave causado pela corrente elétrica. É bastante complicado determinar experimentalmente o valor de corrente que provoca a fibrilação ventricular, devido: Impossibilidade de realizar experimentos em seres humanos. Divisão da corrente dentro do corpo humano. As condições orgânicas são distintas os seres humanos.
30 Perigo da corrente Elétrica Corrente Elétrica Fundamentos da proteção Fibrilação ventricular Fibrilação ventricular é o efeito mais grave causado pela corrente elétrica. É bastante complicado determinar experimentalmente o valor de corrente que provoca a fibrilação ventricular, devido: Impossibilidade de realizar experimentos em seres humanos. Divisão da corrente dentro do corpo humano. As condições orgânicas são distintas os seres humanos.
31 Perigo da corrente Elétrica Corrente Elétrica Fundamentos da proteção zonas de efeito A publicação IEC/TS define cinco zonas de efeitos: 1 Zona 1: não produz efeito. 2 Zona 2: produz efeitos fisiopatológicos sem perigo. 3 Zona 3: Ainda, sem risco de fibrilação. 4 Zona 4: Pode haver fibrilação ventricular. 5 Zona 5:Há perigo efetivo da ocorrência de fibrilação ventricular
32 Perigo da corrente Elétrica Corrente Elétrica Fundamentos da proteção zonas de efeito A publicação IEC/TS define cinco zonas de efeitos: 1 Zona 1: não produz efeito. 2 Zona 2: produz efeitos fisiopatológicos sem perigo. 3 Zona 3: Ainda, sem risco de fibrilação. 4 Zona 4: Pode haver fibrilação ventricular. 5 Zona 5:Há perigo efetivo da ocorrência de fibrilação ventricular
33 Perigo da corrente Elétrica Corrente Elétrica Fundamentos da proteção zonas de efeito A publicação IEC/TS define cinco zonas de efeitos: 1 Zona 1: não produz efeito. 2 Zona 2: produz efeitos fisiopatológicos sem perigo. 3 Zona 3: Ainda, sem risco de fibrilação. 4 Zona 4: Pode haver fibrilação ventricular. 5 Zona 5:Há perigo efetivo da ocorrência de fibrilação ventricular
34 Perigo da corrente Elétrica Corrente Elétrica Fundamentos da proteção zonas de efeito A publicação IEC/TS define cinco zonas de efeitos: 1 Zona 1: não produz efeito. 2 Zona 2: produz efeitos fisiopatológicos sem perigo. 3 Zona 3: Ainda, sem risco de fibrilação. 4 Zona 4: Pode haver fibrilação ventricular. 5 Zona 5:Há perigo efetivo da ocorrência de fibrilação ventricular
35 Perigo da corrente Elétrica Corrente Elétrica Fundamentos da proteção zonas de efeito A publicação IEC/TS define cinco zonas de efeitos: 1 Zona 1: não produz efeito. 2 Zona 2: produz efeitos fisiopatológicos sem perigo. 3 Zona 3: Ainda, sem risco de fibrilação. 4 Zona 4: Pode haver fibrilação ventricular. 5 Zona 5:Há perigo efetivo da ocorrência de fibrilação ventricular
36 Perigo da corrente Elétrica Corrente Elétrica Fundamentos da proteção
37 Tópicos Sumário Corrente Elétrica Fundamentos da proteção 1 Contra Choques Elétricos A Corrente Elétrica no Corpo Humano Fundamentos da proteção contra choques elétricos. 2 Eletrodos de Componentes do aterramento de proteção e equipontencialização 3 Esquemas da NBR 5410
38 contatos direto e indiretos Corrente Elétrica Fundamentos da proteção Contato direto é aquele quando há o toque direto no elemento energizado, devidos ao desconhecimento, negligência ou imprudência das pessoas, por isso são mais raros. Contato indireto ocorre quando se toca numa massa sob tensão, estes por sua vez são mais frequentes. O Princípio fundamental de proteção contra choques elétricos da NBR 5420/2004 indica que as partes vivas perigosas não devem ser acessíveis, a fim de evitar o contato direto, e que as massas acessíveis não devem oferecer perigo, seja em condições normais ou de falha.
39 contatos direto e indiretos Corrente Elétrica Fundamentos da proteção Contato direto é aquele quando há o toque direto no elemento energizado, devidos ao desconhecimento, negligência ou imprudência das pessoas, por isso são mais raros. Contato indireto ocorre quando se toca numa massa sob tensão, estes por sua vez são mais frequentes. O Princípio fundamental de proteção contra choques elétricos da NBR 5420/2004 indica que as partes vivas perigosas não devem ser acessíveis, a fim de evitar o contato direto, e que as massas acessíveis não devem oferecer perigo, seja em condições normais ou de falha.
40 contatos direto e indiretos Corrente Elétrica Fundamentos da proteção Contato direto é aquele quando há o toque direto no elemento energizado, devidos ao desconhecimento, negligência ou imprudência das pessoas, por isso são mais raros. Contato indireto ocorre quando se toca numa massa sob tensão, estes por sua vez são mais frequentes. O Princípio fundamental de proteção contra choques elétricos da NBR 5420/2004 indica que as partes vivas perigosas não devem ser acessíveis, a fim de evitar o contato direto, e que as massas acessíveis não devem oferecer perigo, seja em condições normais ou de falha.
41 Básica Sumário Corrente Elétrica Fundamentos da proteção A proteção básica (contra contatos diretos) é garantida pela: Isolação das partes vivas. Barreiras ou invólucros de proeção. Obstáculos. Colocação fora do alcance das pessoas. Dispositivo de proteção residual-diferencial. Limitação de tensão
42 Básica Sumário Corrente Elétrica Fundamentos da proteção A proteção básica (contra contatos diretos) é garantida pela: Isolação das partes vivas. Barreiras ou invólucros de proeção. Obstáculos. Colocação fora do alcance das pessoas. Dispositivo de proteção residual-diferencial. Limitação de tensão
43 Básica Sumário Corrente Elétrica Fundamentos da proteção A proteção básica (contra contatos diretos) é garantida pela: Isolação das partes vivas. Barreiras ou invólucros de proeção. Obstáculos. Colocação fora do alcance das pessoas. Dispositivo de proteção residual-diferencial. Limitação de tensão
44 Básica Sumário Corrente Elétrica Fundamentos da proteção A proteção básica (contra contatos diretos) é garantida pela: Isolação das partes vivas. Barreiras ou invólucros de proeção. Obstáculos. Colocação fora do alcance das pessoas. Dispositivo de proteção residual-diferencial. Limitação de tensão
45 Básica Sumário Corrente Elétrica Fundamentos da proteção A proteção básica (contra contatos diretos) é garantida pela: Isolação das partes vivas. Barreiras ou invólucros de proeção. Obstáculos. Colocação fora do alcance das pessoas. Dispositivo de proteção residual-diferencial. Limitação de tensão
46 Básica Sumário Corrente Elétrica Fundamentos da proteção A proteção básica (contra contatos diretos) é garantida pela: Isolação das partes vivas. Barreiras ou invólucros de proeção. Obstáculos. Colocação fora do alcance das pessoas. Dispositivo de proteção residual-diferencial. Limitação de tensão
47 Básica Sumário Corrente Elétrica Fundamentos da proteção A proteção básica (contra contatos diretos) é garantida pela: Isolação das partes vivas. Barreiras ou invólucros de proeção. Obstáculos. Colocação fora do alcance das pessoas. Dispositivo de proteção residual-diferencial. Limitação de tensão
48 Supletiva Sumário Corrente Elétrica Fundamentos da proteção A proteção supletiva (contra contatos indiretos) é garantida pela adoção de medidas de: equipotencialização. seccionamento automático da alimentação. isolação suplementar. separação elétrica. Pode se omitir proteção supletiva em: suportes metálicos de isoladores, se não estiverem dentro da zona de alcance normal. postes de concretos reforçados com aço, cujo reforço não é acessível. Massas que não possam ser agarradas ou que não possam estabelecer contato significativo (parafusos, pinos), desde que a ligação à proteção seja difícil.
49 Supletiva Sumário Corrente Elétrica Fundamentos da proteção A proteção supletiva (contra contatos indiretos) é garantida pela adoção de medidas de: equipotencialização. seccionamento automático da alimentação. isolação suplementar. separação elétrica. Pode se omitir proteção supletiva em: suportes metálicos de isoladores, se não estiverem dentro da zona de alcance normal. postes de concretos reforçados com aço, cujo reforço não é acessível. Massas que não possam ser agarradas ou que não possam estabelecer contato significativo (parafusos, pinos), desde que a ligação à proteção seja difícil.
50 Supletiva Sumário Corrente Elétrica Fundamentos da proteção A proteção supletiva (contra contatos indiretos) é garantida pela adoção de medidas de: equipotencialização. seccionamento automático da alimentação. isolação suplementar. separação elétrica. Pode se omitir proteção supletiva em: suportes metálicos de isoladores, se não estiverem dentro da zona de alcance normal. postes de concretos reforçados com aço, cujo reforço não é acessível. Massas que não possam ser agarradas ou que não possam estabelecer contato significativo (parafusos, pinos), desde que a ligação à proteção seja difícil.
51 Supletiva Sumário Corrente Elétrica Fundamentos da proteção A proteção supletiva (contra contatos indiretos) é garantida pela adoção de medidas de: equipotencialização. seccionamento automático da alimentação. isolação suplementar. separação elétrica. Pode se omitir proteção supletiva em: suportes metálicos de isoladores, se não estiverem dentro da zona de alcance normal. postes de concretos reforçados com aço, cujo reforço não é acessível. Massas que não possam ser agarradas ou que não possam estabelecer contato significativo (parafusos, pinos), desde que a ligação à proteção seja difícil.
52 Supletiva Sumário Corrente Elétrica Fundamentos da proteção A proteção supletiva (contra contatos indiretos) é garantida pela adoção de medidas de: equipotencialização. seccionamento automático da alimentação. isolação suplementar. separação elétrica. Pode se omitir proteção supletiva em: suportes metálicos de isoladores, se não estiverem dentro da zona de alcance normal. postes de concretos reforçados com aço, cujo reforço não é acessível. Massas que não possam ser agarradas ou que não possam estabelecer contato significativo (parafusos, pinos), desde que a ligação à proteção seja difícil.
53 Supletiva Sumário Corrente Elétrica Fundamentos da proteção A proteção supletiva (contra contatos indiretos) é garantida pela adoção de medidas de: equipotencialização. seccionamento automático da alimentação. isolação suplementar. separação elétrica. Pode se omitir proteção supletiva em: suportes metálicos de isoladores, se não estiverem dentro da zona de alcance normal. postes de concretos reforçados com aço, cujo reforço não é acessível. Massas que não possam ser agarradas ou que não possam estabelecer contato significativo (parafusos, pinos), desde que a ligação à proteção seja difícil.
54 Supletiva Sumário Corrente Elétrica Fundamentos da proteção A proteção supletiva (contra contatos indiretos) é garantida pela adoção de medidas de: equipotencialização. seccionamento automático da alimentação. isolação suplementar. separação elétrica. Pode se omitir proteção supletiva em: suportes metálicos de isoladores, se não estiverem dentro da zona de alcance normal. postes de concretos reforçados com aço, cujo reforço não é acessível. Massas que não possam ser agarradas ou que não possam estabelecer contato significativo (parafusos, pinos), desde que a ligação à proteção seja difícil.
55 Supletiva Sumário Corrente Elétrica Fundamentos da proteção A proteção supletiva (contra contatos indiretos) é garantida pela adoção de medidas de: equipotencialização. seccionamento automático da alimentação. isolação suplementar. separação elétrica. Pode se omitir proteção supletiva em: suportes metálicos de isoladores, se não estiverem dentro da zona de alcance normal. postes de concretos reforçados com aço, cujo reforço não é acessível. Massas que não possam ser agarradas ou que não possam estabelecer contato significativo (parafusos, pinos), desde que a ligação à proteção seja difícil.
56 Supletiva Sumário Corrente Elétrica Fundamentos da proteção A proteção supletiva (contra contatos indiretos) é garantida pela adoção de medidas de: equipotencialização. seccionamento automático da alimentação. isolação suplementar. separação elétrica. Pode se omitir proteção supletiva em: suportes metálicos de isoladores, se não estiverem dentro da zona de alcance normal. postes de concretos reforçados com aço, cujo reforço não é acessível. Massas que não possam ser agarradas ou que não possam estabelecer contato significativo (parafusos, pinos), desde que a ligação à proteção seja difícil.
57 Proteções Ativa e Passiva Corrente Elétrica Fundamentos da proteção A NBR 5410/2004 estabelece métodos de proteção contra contatos diretos e/ou indiretos, que são divididos em grupos: 1 Passiva: consiste em limitar a corrente que pode atravessar o corpo humano ou em impedir o acesso de pessoas as partes vivas. Não levam em conta a interrupção de circuitos. 2 Ativa: consiste na utilização de métodos e dispositivos que proporcionam o seccionamento automático de um circuito, sempre que houver faltas que possam trazer perigo para o operador ou usuário. As medidas de proteçao por seccionamento não dependem da qualidade da instalação. Deve ocorrer quando houver uma falta para terra, impedindo que essa situação cause perigo para as pessoas.
58 Proteções Ativa e Passiva Corrente Elétrica Fundamentos da proteção A NBR 5410/2004 estabelece métodos de proteção contra contatos diretos e/ou indiretos, que são divididos em grupos: 1 Passiva: consiste em limitar a corrente que pode atravessar o corpo humano ou em impedir o acesso de pessoas as partes vivas. Não levam em conta a interrupção de circuitos. 2 Ativa: consiste na utilização de métodos e dispositivos que proporcionam o seccionamento automático de um circuito, sempre que houver faltas que possam trazer perigo para o operador ou usuário. As medidas de proteçao por seccionamento não dependem da qualidade da instalação. Deve ocorrer quando houver uma falta para terra, impedindo que essa situação cause perigo para as pessoas.
59 Proteções Ativa e Passiva Corrente Elétrica Fundamentos da proteção A NBR 5410/2004 estabelece métodos de proteção contra contatos diretos e/ou indiretos, que são divididos em grupos: 1 Passiva: consiste em limitar a corrente que pode atravessar o corpo humano ou em impedir o acesso de pessoas as partes vivas. Não levam em conta a interrupção de circuitos. 2 Ativa: consiste na utilização de métodos e dispositivos que proporcionam o seccionamento automático de um circuito, sempre que houver faltas que possam trazer perigo para o operador ou usuário. As medidas de proteçao por seccionamento não dependem da qualidade da instalação. Deve ocorrer quando houver uma falta para terra, impedindo que essa situação cause perigo para as pessoas.
60 Proteções Ativa e Passiva Corrente Elétrica Fundamentos da proteção A NBR 5410/2004 estabelece métodos de proteção contra contatos diretos e/ou indiretos, que são divididos em grupos: 1 Passiva: consiste em limitar a corrente que pode atravessar o corpo humano ou em impedir o acesso de pessoas as partes vivas. Não levam em conta a interrupção de circuitos. 2 Ativa: consiste na utilização de métodos e dispositivos que proporcionam o seccionamento automático de um circuito, sempre que houver faltas que possam trazer perigo para o operador ou usuário. As medidas de proteçao por seccionamento não dependem da qualidade da instalação. Deve ocorrer quando houver uma falta para terra, impedindo que essa situação cause perigo para as pessoas.
61 Corrente Elétrica Fundamentos da proteção
62 influências externas Corrente Elétrica Fundamentos da proteção A seleção das medidas de proteção deve levar em consideração (influências externas): Competências das pessoas (BA). Resistência elétrica do corpo humano (BB). Contato das pessoas com o potencial da terra (BC). As medidas de proteção são empregadas para três situações distintas: Situação 1: Encontrada em locais residênciais, comerciais e industrias (parte de deposito, locais de produção, etc.) Situação 2: Encontrada em áreas externas (jardins, canteiros de obras, campings, volume 1 de banheiros, etc). Situação 3: Encontrada principalmente no volume 0 de banheiros e piscinas.
63 influências externas Corrente Elétrica Fundamentos da proteção A seleção das medidas de proteção deve levar em consideração (influências externas): Competências das pessoas (BA). Resistência elétrica do corpo humano (BB). Contato das pessoas com o potencial da terra (BC). As medidas de proteção são empregadas para três situações distintas: Situação 1: Encontrada em locais residênciais, comerciais e industrias (parte de deposito, locais de produção, etc.) Situação 2: Encontrada em áreas externas (jardins, canteiros de obras, campings, volume 1 de banheiros, etc). Situação 3: Encontrada principalmente no volume 0 de banheiros e piscinas.
64 influências externas Corrente Elétrica Fundamentos da proteção A seleção das medidas de proteção deve levar em consideração (influências externas): Competências das pessoas (BA). Resistência elétrica do corpo humano (BB). Contato das pessoas com o potencial da terra (BC). As medidas de proteção são empregadas para três situações distintas: Situação 1: Encontrada em locais residênciais, comerciais e industrias (parte de deposito, locais de produção, etc.) Situação 2: Encontrada em áreas externas (jardins, canteiros de obras, campings, volume 1 de banheiros, etc). Situação 3: Encontrada principalmente no volume 0 de banheiros e piscinas.
65 influências externas Corrente Elétrica Fundamentos da proteção A seleção das medidas de proteção deve levar em consideração (influências externas): Competências das pessoas (BA). Resistência elétrica do corpo humano (BB). Contato das pessoas com o potencial da terra (BC). As medidas de proteção são empregadas para três situações distintas: Situação 1: Encontrada em locais residênciais, comerciais e industrias (parte de deposito, locais de produção, etc.) Situação 2: Encontrada em áreas externas (jardins, canteiros de obras, campings, volume 1 de banheiros, etc). Situação 3: Encontrada principalmente no volume 0 de banheiros e piscinas.
66 influências externas Corrente Elétrica Fundamentos da proteção A seleção das medidas de proteção deve levar em consideração (influências externas): Competências das pessoas (BA). Resistência elétrica do corpo humano (BB). Contato das pessoas com o potencial da terra (BC). As medidas de proteção são empregadas para três situações distintas: Situação 1: Encontrada em locais residênciais, comerciais e industrias (parte de deposito, locais de produção, etc.) Situação 2: Encontrada em áreas externas (jardins, canteiros de obras, campings, volume 1 de banheiros, etc). Situação 3: Encontrada principalmente no volume 0 de banheiros e piscinas.
67 influências externas Corrente Elétrica Fundamentos da proteção A seleção das medidas de proteção deve levar em consideração (influências externas): Competências das pessoas (BA). Resistência elétrica do corpo humano (BB). Contato das pessoas com o potencial da terra (BC). As medidas de proteção são empregadas para três situações distintas: Situação 1: Encontrada em locais residênciais, comerciais e industrias (parte de deposito, locais de produção, etc.) Situação 2: Encontrada em áreas externas (jardins, canteiros de obras, campings, volume 1 de banheiros, etc). Situação 3: Encontrada principalmente no volume 0 de banheiros e piscinas.
68 influências externas Corrente Elétrica Fundamentos da proteção A seleção das medidas de proteção deve levar em consideração (influências externas): Competências das pessoas (BA). Resistência elétrica do corpo humano (BB). Contato das pessoas com o potencial da terra (BC). As medidas de proteção são empregadas para três situações distintas: Situação 1: Encontrada em locais residênciais, comerciais e industrias (parte de deposito, locais de produção, etc.) Situação 2: Encontrada em áreas externas (jardins, canteiros de obras, campings, volume 1 de banheiros, etc). Situação 3: Encontrada principalmente no volume 0 de banheiros e piscinas.
69 influências externas Corrente Elétrica Fundamentos da proteção A seleção das medidas de proteção deve levar em consideração (influências externas): Competências das pessoas (BA). Resistência elétrica do corpo humano (BB). Contato das pessoas com o potencial da terra (BC). As medidas de proteção são empregadas para três situações distintas: Situação 1: Encontrada em locais residênciais, comerciais e industrias (parte de deposito, locais de produção, etc.) Situação 2: Encontrada em áreas externas (jardins, canteiros de obras, campings, volume 1 de banheiros, etc). Situação 3: Encontrada principalmente no volume 0 de banheiros e piscinas.
70 Corrente Elétrica Fundamentos da proteção
71 Corrente Elétrica Fundamentos da proteção Tensão de contato limite Valor mais alto de tensão permitido de ocorrer no caso de falta de impedância desprezível. Natureza da corrente situação 1 Situação 2 Situação 3 Alternada, Hz Contínua Tabela: Valores de tensão de contato limite
72 Tópicos Sumário Eletrodos de Componentes do aterramento 1 Contra Choques Elétricos A Corrente Elétrica no Corpo Humano Fundamentos da proteção contra choques elétricos. 2 Eletrodos de Componentes do aterramento de proteção e equipontencialização 3 Esquemas da NBR 5410
73 Eletrodos de Componentes do aterramento Para o correto funcionamento dos sistemas de proteção é necessário o efetivo emprego do aterramento e da equipotencialização. : Ligação elétrica intencional e de baixa impedância com a terra (solo). Ligação equipotencial: ligação elétrica que coloca massas e elementos condutores praticamente no mesmo potencial. Elementos constituíntes do aterramento: 1 Solo: considerado como condutor por onde a corrente se dispersa. 2 Eletrodo de aterramento: Um condutor ou conjunto deles que faz a ligação da instalação com o solo. 3 Condutor de proteção: Fios ou cabos que ligam as massas ou BEP ao eletrodoto de aterramento.
74 Eletrodos de Componentes do aterramento Para o correto funcionamento dos sistemas de proteção é necessário o efetivo emprego do aterramento e da equipotencialização. : Ligação elétrica intencional e de baixa impedância com a terra (solo). Ligação equipotencial: ligação elétrica que coloca massas e elementos condutores praticamente no mesmo potencial. Elementos constituíntes do aterramento: 1 Solo: considerado como condutor por onde a corrente se dispersa. 2 Eletrodo de aterramento: Um condutor ou conjunto deles que faz a ligação da instalação com o solo. 3 Condutor de proteção: Fios ou cabos que ligam as massas ou BEP ao eletrodoto de aterramento.
75 Eletrodos de Componentes do aterramento Para o correto funcionamento dos sistemas de proteção é necessário o efetivo emprego do aterramento e da equipotencialização. : Ligação elétrica intencional e de baixa impedância com a terra (solo). Ligação equipotencial: ligação elétrica que coloca massas e elementos condutores praticamente no mesmo potencial. Elementos constituíntes do aterramento: 1 Solo: considerado como condutor por onde a corrente se dispersa. 2 Eletrodo de aterramento: Um condutor ou conjunto deles que faz a ligação da instalação com o solo. 3 Condutor de proteção: Fios ou cabos que ligam as massas ou BEP ao eletrodoto de aterramento.
76 Eletrodos de Componentes do aterramento Para o correto funcionamento dos sistemas de proteção é necessário o efetivo emprego do aterramento e da equipotencialização. : Ligação elétrica intencional e de baixa impedância com a terra (solo). Ligação equipotencial: ligação elétrica que coloca massas e elementos condutores praticamente no mesmo potencial. Elementos constituíntes do aterramento: 1 Solo: considerado como condutor por onde a corrente se dispersa. 2 Eletrodo de aterramento: Um condutor ou conjunto deles que faz a ligação da instalação com o solo. 3 Condutor de proteção: Fios ou cabos que ligam as massas ou BEP ao eletrodoto de aterramento.
77 Eletrodos de Componentes do aterramento Para o correto funcionamento dos sistemas de proteção é necessário o efetivo emprego do aterramento e da equipotencialização. : Ligação elétrica intencional e de baixa impedância com a terra (solo). Ligação equipotencial: ligação elétrica que coloca massas e elementos condutores praticamente no mesmo potencial. Elementos constituíntes do aterramento: 1 Solo: considerado como condutor por onde a corrente se dispersa. 2 Eletrodo de aterramento: Um condutor ou conjunto deles que faz a ligação da instalação com o solo. 3 Condutor de proteção: Fios ou cabos que ligam as massas ou BEP ao eletrodoto de aterramento.
78 Eletrodos de Componentes do aterramento Para o correto funcionamento dos sistemas de proteção é necessário o efetivo emprego do aterramento e da equipotencialização. : Ligação elétrica intencional e de baixa impedância com a terra (solo). Ligação equipotencial: ligação elétrica que coloca massas e elementos condutores praticamente no mesmo potencial. Elementos constituíntes do aterramento: 1 Solo: considerado como condutor por onde a corrente se dispersa. 2 Eletrodo de aterramento: Um condutor ou conjunto deles que faz a ligação da instalação com o solo. 3 Condutor de proteção: Fios ou cabos que ligam as massas ou BEP ao eletrodoto de aterramento.
79 Eletrodos de Componentes do aterramento Para o correto funcionamento dos sistemas de proteção é necessário o efetivo emprego do aterramento e da equipotencialização. : Ligação elétrica intencional e de baixa impedância com a terra (solo). Ligação equipotencial: ligação elétrica que coloca massas e elementos condutores praticamente no mesmo potencial. Elementos constituíntes do aterramento: 1 Solo: considerado como condutor por onde a corrente se dispersa. 2 Eletrodo de aterramento: Um condutor ou conjunto deles que faz a ligação da instalação com o solo. 3 Condutor de proteção: Fios ou cabos que ligam as massas ou BEP ao eletrodoto de aterramento.
80 Tipos de Eletrodos de Componentes do aterramento O aterramento é classificado segundo a forma de instalação e a forma de uso. Direto Ligação à terra feita utilzando apenas condutores. Indireto Ligação à terra feita utilizando resistores ou reatores. Funcional Tipo de aterramento necessário para o funcionamento correto da instalação elétrica. Tipo de aterramento necessário para evitar danos causados por falhas na instalação elétrica, visando a proteção contra contatos indiretos.
81 Eletrodos de Componentes do aterramento
82 Eletrodos de Eletrodos de Componentes do aterramento Um Eletrodo de ao ser percorrido por uma corrente I assumirá um potencial U T, em relação a um ponto distante de potencial zero. Assim define-se a resistência de aterramento como: R T = U T I U T é maior próximo a haste, diminuindo a medida que se afasta-se da mesma.
83 Eletrodos de Eletrodos de Componentes do aterramento Um Eletrodo de ao ser percorrido por uma corrente I assumirá um potencial U T, em relação a um ponto distante de potencial zero. Assim define-se a resistência de aterramento como: R T = U T I U T é maior próximo a haste, diminuindo a medida que se afasta-se da mesma.
84 Eletrodos de Componentes do aterramento
85 Eletrodos de Componentes do aterramento Eletrodos de aterramento Independentes
86 Eletrodos de Componentes do aterramento Tensões de Passo, de falta e de contato 1 Tensão de passo: (U P ) é definida como parte da tensão de um sistema de aterramento à qual pode ser submetida uma pessoa como os pés separados pela distância equivalente de um passo (considera-se 1,0 m).
87 Eletrodos de Componentes do aterramento Tensões de Passo, de falta e de contato 2 Tensão de Falta: (U F ) é a tensão que aparece entre uma massa e a haste de aterramento de referência. 3 tensão de contato: (U B ) é a tensão que pode aparecer entre duas partes ao mesmo tempo acessíveis, quando há falha de isolamento.
88 Tópicos Sumário Eletrodos de Componentes do aterramento 1 Contra Choques Elétricos A Corrente Elétrica no Corpo Humano Fundamentos da proteção contra choques elétricos. 2 Eletrodos de Componentes do aterramento de proteção e equipontencialização 3 Esquemas da NBR 5410
89 Eletrodos Independentes Eletrodos de Componentes do aterramento Define-se que eletrodos estão eletricamente independente, quando um deles é percorrido pela corrente máxima prevista e não gera uma variação de tensão nos demais maior que 50 V.
90 Eletrodos Independentes Eletrodos de Componentes do aterramento
91 Eletrodos Independentes Eletrodos de Componentes do aterramento Na prática, em geral, a distância de 5 vezes maior que a da maior dimensão do sistema de aterramento é necessária para se ter eletrodos independentes.
92 Eletrodos de Componentes do aterramento
93 Eletrodos de Componentes do aterramento
94
95 Sumário Eletrodos de Componentes do aterramento
96 Eletrodos de Componentes do aterramento em Armaduras de Estruturas de Concreto A utilização das ferragens de fundação de edificações como elementos naturais para o aterramento de instalações de baixa tensão e de sistemas de proteção de estruturas e edificçaões contra descargas atmosféricas diretas vem a ser uma técnica recomendada pelas normas NBR 5410/2004, 5419/2005 e de outros países.
97 Eletrodos de Componentes do aterramento em Armaduras de Estruturas de Concreto O uso da armaduras do concreto armado da edificação como elementos naturais do sistema de aterramento e de proteção contra descargas atmosféricas permite uma melhor distribuição da corrente do raio entre as colunas, com a consequente redução dos campos magnéticos no interior da estrutura, beneficiando, também, a equalização dos potenciais.
98 Eletrodos de Componentes do aterramento em Armaduras de Estruturas de Concreto Aspectos polêmicos O concreto é poroso e o processo de corrosão das ferragens, na maiorias das obras, começa a se manifestar com poucos anos de vida. O recobrimento dos pilares, em algumas ocasiões, não consegue proteger a ferragem contra os agentes agressivos. A norma de concreto armado não exige nenhum tipo de amarração entre as ferragens de pilares/pilares e pilares/lajes, ficando a critério do armador que está executando tal serviço. A tecnologia de estruturas e fundações civis tem sofrido muitas inovações, e é comum encontrar blocos de fundação sem ferragens e sem vigas baldrame. As estruturas de concreto protendido ou com cabos engraxados não possuem obrigatoriamente continuidade elétrica.
99 Eletrodos de Componentes do aterramento em Armaduras de Estruturas de Concreto Aspectos polêmicos O concreto é poroso e o processo de corrosão das ferragens, na maiorias das obras, começa a se manifestar com poucos anos de vida. O recobrimento dos pilares, em algumas ocasiões, não consegue proteger a ferragem contra os agentes agressivos. A norma de concreto armado não exige nenhum tipo de amarração entre as ferragens de pilares/pilares e pilares/lajes, ficando a critério do armador que está executando tal serviço. A tecnologia de estruturas e fundações civis tem sofrido muitas inovações, e é comum encontrar blocos de fundação sem ferragens e sem vigas baldrame. As estruturas de concreto protendido ou com cabos engraxados não possuem obrigatoriamente continuidade elétrica.
100 Eletrodos de Componentes do aterramento em Armaduras de Estruturas de Concreto Aspectos polêmicos O concreto é poroso e o processo de corrosão das ferragens, na maiorias das obras, começa a se manifestar com poucos anos de vida. O recobrimento dos pilares, em algumas ocasiões, não consegue proteger a ferragem contra os agentes agressivos. A norma de concreto armado não exige nenhum tipo de amarração entre as ferragens de pilares/pilares e pilares/lajes, ficando a critério do armador que está executando tal serviço. A tecnologia de estruturas e fundações civis tem sofrido muitas inovações, e é comum encontrar blocos de fundação sem ferragens e sem vigas baldrame. As estruturas de concreto protendido ou com cabos engraxados não possuem obrigatoriamente continuidade elétrica.
101 Eletrodos de Componentes do aterramento em Armaduras de Estruturas de Concreto Aspectos polêmicos O concreto é poroso e o processo de corrosão das ferragens, na maiorias das obras, começa a se manifestar com poucos anos de vida. O recobrimento dos pilares, em algumas ocasiões, não consegue proteger a ferragem contra os agentes agressivos. A norma de concreto armado não exige nenhum tipo de amarração entre as ferragens de pilares/pilares e pilares/lajes, ficando a critério do armador que está executando tal serviço. A tecnologia de estruturas e fundações civis tem sofrido muitas inovações, e é comum encontrar blocos de fundação sem ferragens e sem vigas baldrame. As estruturas de concreto protendido ou com cabos engraxados não possuem obrigatoriamente continuidade elétrica.
102 Eletrodos de Componentes do aterramento em Armaduras de Estruturas de Concreto Aspectos polêmicos O concreto é poroso e o processo de corrosão das ferragens, na maiorias das obras, começa a se manifestar com poucos anos de vida. O recobrimento dos pilares, em algumas ocasiões, não consegue proteger a ferragem contra os agentes agressivos. A norma de concreto armado não exige nenhum tipo de amarração entre as ferragens de pilares/pilares e pilares/lajes, ficando a critério do armador que está executando tal serviço. A tecnologia de estruturas e fundações civis tem sofrido muitas inovações, e é comum encontrar blocos de fundação sem ferragens e sem vigas baldrame. As estruturas de concreto protendido ou com cabos engraxados não possuem obrigatoriamente continuidade elétrica.
103 Testes de Continuidade Eletrodos de Componentes do aterramento Testes de continuidade deverão ser realizados nas estruturas novas ou nas edificações já existentes. Boa continuidade das ferrangens vem a ser valores de resistência abaixo de 1 Ω (idealmente < 0, 1 Ω).
104 Testes de Continuidade Eletrodos de Componentes do aterramento Testes de continuidade deverão ser realizados nas estruturas novas ou nas edificações já existentes. Boa continuidade das ferrangens vem a ser valores de resistência abaixo de 1 Ω (idealmente < 0, 1 Ω).
105 Tópicos Sumário Eletrodos de Componentes do aterramento 1 Contra Choques Elétricos A Corrente Elétrica no Corpo Humano Fundamentos da proteção contra choques elétricos. 2 Eletrodos de Componentes do aterramento de proteção e equipontencialização 3 Esquemas da NBR 5410
106 Eletrodos de Componentes do aterramento Componentes do aterramento de proteção e equipotencialização As medidas de proteção contra choques elétricos, de acordo com a NBR5410, obrigatórias em qualquer tipo de edificação, baseiam-se na equipotencialidade das massas e dos elementos condutores estranhos à instalação. O Barramento de equipotencialização principal (BEP) é o coração do sistema, geralmente é na forma de barra. O condutor de aterramento liga o BEP ao eletrodo de aterramento. O(s) condutor(es) de equipotencialidade(s) principal(is) liga(m) ao barramento de equipotencialização principal as canalizações metálicas de água, gás, aquecimento, ar-condicionado, cabos de telecomunicação. Os condutores de descida de pára-raios devem ser ligados diretamente aos eletrodos de aterramento. Os condutores de proteção principais são os condutores de proteção que estão diretamente ligados ao barramento de equipotencialização principal.
107 Eletrodos de Componentes do aterramento Componentes do aterramento de proteção e equipotencialização As medidas de proteção contra choques elétricos, de acordo com a NBR5410, obrigatórias em qualquer tipo de edificação, baseiam-se na equipotencialidade das massas e dos elementos condutores estranhos à instalação. O Barramento de equipotencialização principal (BEP) é o coração do sistema, geralmente é na forma de barra. O condutor de aterramento liga o BEP ao eletrodo de aterramento. O(s) condutor(es) de equipotencialidade(s) principal(is) liga(m) ao barramento de equipotencialização principal as canalizações metálicas de água, gás, aquecimento, ar-condicionado, cabos de telecomunicação. Os condutores de descida de pára-raios devem ser ligados diretamente aos eletrodos de aterramento. Os condutores de proteção principais são os condutores de proteção que estão diretamente ligados ao barramento de equipotencialização principal.
108 Eletrodos de Componentes do aterramento Componentes do aterramento de proteção e equipotencialização As medidas de proteção contra choques elétricos, de acordo com a NBR5410, obrigatórias em qualquer tipo de edificação, baseiam-se na equipotencialidade das massas e dos elementos condutores estranhos à instalação. O Barramento de equipotencialização principal (BEP) é o coração do sistema, geralmente é na forma de barra. O condutor de aterramento liga o BEP ao eletrodo de aterramento. O(s) condutor(es) de equipotencialidade(s) principal(is) liga(m) ao barramento de equipotencialização principal as canalizações metálicas de água, gás, aquecimento, ar-condicionado, cabos de telecomunicação. Os condutores de descida de pára-raios devem ser ligados diretamente aos eletrodos de aterramento. Os condutores de proteção principais são os condutores de proteção que estão diretamente ligados ao barramento de equipotencialização principal.
109 Eletrodos de Componentes do aterramento Componentes do aterramento de proteção e equipotencialização As medidas de proteção contra choques elétricos, de acordo com a NBR5410, obrigatórias em qualquer tipo de edificação, baseiam-se na equipotencialidade das massas e dos elementos condutores estranhos à instalação. O Barramento de equipotencialização principal (BEP) é o coração do sistema, geralmente é na forma de barra. O condutor de aterramento liga o BEP ao eletrodo de aterramento. O(s) condutor(es) de equipotencialidade(s) principal(is) liga(m) ao barramento de equipotencialização principal as canalizações metálicas de água, gás, aquecimento, ar-condicionado, cabos de telecomunicação. Os condutores de descida de pára-raios devem ser ligados diretamente aos eletrodos de aterramento. Os condutores de proteção principais são os condutores de proteção que estão diretamente ligados ao barramento de equipotencialização principal.
110 Eletrodos de Componentes do aterramento Componentes do aterramento de proteção e equipotencialização As medidas de proteção contra choques elétricos, de acordo com a NBR5410, obrigatórias em qualquer tipo de edificação, baseiam-se na equipotencialidade das massas e dos elementos condutores estranhos à instalação. O Barramento de equipotencialização principal (BEP) é o coração do sistema, geralmente é na forma de barra. O condutor de aterramento liga o BEP ao eletrodo de aterramento. O(s) condutor(es) de equipotencialidade(s) principal(is) liga(m) ao barramento de equipotencialização principal as canalizações metálicas de água, gás, aquecimento, ar-condicionado, cabos de telecomunicação. Os condutores de descida de pára-raios devem ser ligados diretamente aos eletrodos de aterramento. Os condutores de proteção principais são os condutores de proteção que estão diretamente ligados ao barramento de equipotencialização principal.
111 Eletrodos de Componentes do aterramento
112 Eletrodos de Componentes do aterramento
113 Eletrodos de Componentes do aterramento
114 Resistência de Eletrodos de Componentes do aterramento A resistência de aterramento inclui: Resistência do condutor de aterramento, resistência do eletrodo de aterramento e resistências das conexões respectivas. Resistência de contato entre o eletrodo e o meio circundante (solo). Resistência do solo que circunda o eletrodo.
115 Resistência de Eletrodos de Componentes do aterramento A resistência de aterramento inclui: Resistência do condutor de aterramento, resistência do eletrodo de aterramento e resistências das conexões respectivas. Resistência de contato entre o eletrodo e o meio circundante (solo). Resistência do solo que circunda o eletrodo.
116 Resistência de Eletrodos de Componentes do aterramento A resistência de aterramento inclui: Resistência do condutor de aterramento, resistência do eletrodo de aterramento e resistências das conexões respectivas. Resistência de contato entre o eletrodo e o meio circundante (solo). Resistência do solo que circunda o eletrodo.
117 Resistência de Eletrodos de Componentes do aterramento A resistência de aterramento inclui: Resistência do condutor de aterramento, resistência do eletrodo de aterramento e resistências das conexões respectivas. Resistência de contato entre o eletrodo e o meio circundante (solo). Resistência do solo que circunda o eletrodo.
118 Tópicos Sumário Esquemas da NBR Contra Choques Elétricos A Corrente Elétrica no Corpo Humano Fundamentos da proteção contra choques elétricos. 2 Eletrodos de Componentes do aterramento de proteção e equipontencialização 3 Esquemas da NBR 5410
119 Esquemas da NBR 5410 Os aterramentos devem assegurar, de modo eficaz, as necessidades de segurança e de funcionamento de uma instalação elétrica, constituindo-se em um dos pontos mais importantes de seu projeto e de sua montagem. de proteção Limitar o potencial entre massas, entre massas e elementos condutores estranhos à instalação, e entre os dois e a terra, a um valor seguro sob condições normais e anormais de funcionamento. Proporcionar às correntes de falta um caminho de retorno para tera de baixa impedância, de modo que o dispositivo de proteção possa atuar adequadamente Funcional Definição e estabilização da tensão da instalação em relação à terra durante o funcionamento. Limitação de sobretensões devidas a manobras, descargas atmosféricas e contatos acidentais com linhas de tensão mais elevada.á Retorno ao sistema elétrico da corrente de curto-circuito monofásica ou bifásica à terra.
120 Esquemas da NBR 5410 Os aterramentos devem assegurar, de modo eficaz, as necessidades de segurança e de funcionamento de uma instalação elétrica, constituindo-se em um dos pontos mais importantes de seu projeto e de sua montagem. de proteção Limitar o potencial entre massas, entre massas e elementos condutores estranhos à instalação, e entre os dois e a terra, a um valor seguro sob condições normais e anormais de funcionamento. Proporcionar às correntes de falta um caminho de retorno para tera de baixa impedância, de modo que o dispositivo de proteção possa atuar adequadamente Funcional Definição e estabilização da tensão da instalação em relação à terra durante o funcionamento. Limitação de sobretensões devidas a manobras, descargas atmosféricas e contatos acidentais com linhas de tensão mais elevada.á Retorno ao sistema elétrico da corrente de curto-circuito monofásica ou bifásica à terra.
121 Esquemas da NBR 5410 Os aterramentos devem assegurar, de modo eficaz, as necessidades de segurança e de funcionamento de uma instalação elétrica, constituindo-se em um dos pontos mais importantes de seu projeto e de sua montagem. de proteção Limitar o potencial entre massas, entre massas e elementos condutores estranhos à instalação, e entre os dois e a terra, a um valor seguro sob condições normais e anormais de funcionamento. Proporcionar às correntes de falta um caminho de retorno para tera de baixa impedância, de modo que o dispositivo de proteção possa atuar adequadamente Funcional Definição e estabilização da tensão da instalação em relação à terra durante o funcionamento. Limitação de sobretensões devidas a manobras, descargas atmosféricas e contatos acidentais com linhas de tensão mais elevada.á Retorno ao sistema elétrico da corrente de curto-circuito monofásica ou bifásica à terra.
122 Tópicos Sumário Esquemas da NBR Contra Choques Elétricos A Corrente Elétrica no Corpo Humano Fundamentos da proteção contra choques elétricos. 2 Eletrodos de Componentes do aterramento de proteção e equipontencialização 3 Esquemas da NBR 5410
123 Esquemas da NBR 5410 Esquemas de aterrmento definidos na NBR 5410 De acordo com a Norma 5410, há três esquemas de aterramento básicos, classificados em função do aterramento da fonte de alimentação da instalação e das massas. A designação é feita através de letras: 1 a letra: indica a situação da alimentação em relação à terra. T: um ponto diretamente aterrado. I: nenhum ponto aterrado ou aterrado por meio de impedância razoável. 2 a letra: indica as características do aterramento de massa. T: massas diretamente aterradas, independentemente do eventual aterramento da alimentação. N: massas sem um aterramento próprio no local, mas que utilizam o aterramento da fonte de alimentação por meio de um condutor separado (PE) ou condutor neutro (PEN). I: massas isoladas, ou seja, não aterradas.
124 Esquemas da NBR 5410 Esquemas de aterrmento definidos na NBR 5410 De acordo com a Norma 5410, há três esquemas de aterramento básicos, classificados em função do aterramento da fonte de alimentação da instalação e das massas. A designação é feita através de letras: 1 a letra: indica a situação da alimentação em relação à terra. T: um ponto diretamente aterrado. I: nenhum ponto aterrado ou aterrado por meio de impedância razoável. 2 a letra: indica as características do aterramento de massa. T: massas diretamente aterradas, independentemente do eventual aterramento da alimentação. N: massas sem um aterramento próprio no local, mas que utilizam o aterramento da fonte de alimentação por meio de um condutor separado (PE) ou condutor neutro (PEN). I: massas isoladas, ou seja, não aterradas.
125 Esquemas da NBR 5410 Esquemas de aterrmento definidos na NBR 5410 De acordo com a Norma 5410, há três esquemas de aterramento básicos, classificados em função do aterramento da fonte de alimentação da instalação e das massas. A designação é feita através de letras: 1 a letra: indica a situação da alimentação em relação à terra. T: um ponto diretamente aterrado. I: nenhum ponto aterrado ou aterrado por meio de impedância razoável. 2 a letra: indica as características do aterramento de massa. T: massas diretamente aterradas, independentemente do eventual aterramento da alimentação. N: massas sem um aterramento próprio no local, mas que utilizam o aterramento da fonte de alimentação por meio de um condutor separado (PE) ou condutor neutro (PEN). I: massas isoladas, ou seja, não aterradas.
126 Esquemas da NBR 5410 Esquemas de aterrmento definidos na NBR 5410 De acordo com a Norma 5410, há três esquemas de aterramento básicos, classificados em função do aterramento da fonte de alimentação da instalação e das massas. A designação é feita através de letras: 1 a letra: indica a situação da alimentação em relação à terra. T: um ponto diretamente aterrado. I: nenhum ponto aterrado ou aterrado por meio de impedância razoável. 2 a letra: indica as características do aterramento de massa. T: massas diretamente aterradas, independentemente do eventual aterramento da alimentação. N: massas sem um aterramento próprio no local, mas que utilizam o aterramento da fonte de alimentação por meio de um condutor separado (PE) ou condutor neutro (PEN). I: massas isoladas, ou seja, não aterradas.
127 Esquemas da NBR 5410 Esquemas de aterrmento definidos na NBR 5410 De acordo com a Norma 5410, há três esquemas de aterramento básicos, classificados em função do aterramento da fonte de alimentação da instalação e das massas. A designação é feita através de letras: 1 a letra: indica a situação da alimentação em relação à terra. T: um ponto diretamente aterrado. I: nenhum ponto aterrado ou aterrado por meio de impedância razoável. 2 a letra: indica as características do aterramento de massa. T: massas diretamente aterradas, independentemente do eventual aterramento da alimentação. N: massas sem um aterramento próprio no local, mas que utilizam o aterramento da fonte de alimentação por meio de um condutor separado (PE) ou condutor neutro (PEN). I: massas isoladas, ou seja, não aterradas.
128 Esquemas da NBR 5410 Esquemas de aterrmento definidos na NBR 5410 De acordo com a Norma 5410, há três esquemas de aterramento básicos, classificados em função do aterramento da fonte de alimentação da instalação e das massas. A designação é feita através de letras: 1 a letra: indica a situação da alimentação em relação à terra. T: um ponto diretamente aterrado. I: nenhum ponto aterrado ou aterrado por meio de impedância razoável. 2 a letra: indica as características do aterramento de massa. T: massas diretamente aterradas, independentemente do eventual aterramento da alimentação. N: massas sem um aterramento próprio no local, mas que utilizam o aterramento da fonte de alimentação por meio de um condutor separado (PE) ou condutor neutro (PEN). I: massas isoladas, ou seja, não aterradas.
129 Esquemas da NBR 5410 Esquemas de aterrmento definidos na NBR 5410 De acordo com a Norma 5410, há três esquemas de aterramento básicos, classificados em função do aterramento da fonte de alimentação da instalação e das massas. A designação é feita através de letras: 1 a letra: indica a situação da alimentação em relação à terra. T: um ponto diretamente aterrado. I: nenhum ponto aterrado ou aterrado por meio de impedância razoável. 2 a letra: indica as características do aterramento de massa. T: massas diretamente aterradas, independentemente do eventual aterramento da alimentação. N: massas sem um aterramento próprio no local, mas que utilizam o aterramento da fonte de alimentação por meio de um condutor separado (PE) ou condutor neutro (PEN). I: massas isoladas, ou seja, não aterradas.
130 Esquemas da NBR 5410 Esquemas de aterrmento definidos na NBR 5410 De acordo com a Norma 5410, há três esquemas de aterramento básicos, classificados em função do aterramento da fonte de alimentação da instalação e das massas. A designação é feita através de letras: 1 a letra: indica a situação da alimentação em relação à terra. T: um ponto diretamente aterrado. I: nenhum ponto aterrado ou aterrado por meio de impedância razoável. 2 a letra: indica as características do aterramento de massa. T: massas diretamente aterradas, independentemente do eventual aterramento da alimentação. N: massas sem um aterramento próprio no local, mas que utilizam o aterramento da fonte de alimentação por meio de um condutor separado (PE) ou condutor neutro (PEN). I: massas isoladas, ou seja, não aterradas.
131 Esquemas da NBR 5410 Esquemas de aterrmento definidos na NBR 5410 De acordo com a Norma 5410, há três esquemas de aterramento básicos, classificados em função do aterramento da fonte de alimentação da instalação e das massas. A designação é feita através de letras: 1 a letra: indica a situação da alimentação em relação à terra. T: um ponto diretamente aterrado. I: nenhum ponto aterrado ou aterrado por meio de impedância razoável. 2 a letra: indica as características do aterramento de massa. T: massas diretamente aterradas, independentemente do eventual aterramento da alimentação. N: massas sem um aterramento próprio no local, mas que utilizam o aterramento da fonte de alimentação por meio de um condutor separado (PE) ou condutor neutro (PEN). I: massas isoladas, ou seja, não aterradas.
132 Esquema TT Sumário Esquemas da NBR 5410 O ponto da alimentação está aterrado em um eletrodo independente e as massas em outro(s) eletrodo(s) independente(s). A corrente de falta é dada por: U FN I curto-circuito = R M + R F Se o aterramento não for bom, a proteção pode não atuar ou demorar muito para atuar, colocando em risco a segurança humana.
133 Esquema TT Sumário Esquemas da NBR 5410 O ponto da alimentação está aterrado em um eletrodo independente e as massas em outro(s) eletrodo(s) independente(s). A corrente de falta é dada por: U FN I curto-circuito = R M + R F Se o aterramento não for bom, a proteção pode não atuar ou demorar muito para atuar, colocando em risco a segurança humana.
134 Esquema TT Sumário Esquemas da NBR 5410 O ponto da alimentação está aterrado em um eletrodo independente e as massas em outro(s) eletrodo(s) independente(s). A corrente de falta é dada por: U FN I curto-circuito = R M + R F Se o aterramento não for bom, a proteção pode não atuar ou demorar muito para atuar, colocando em risco a segurança humana.
135 Esquema TN Sumário Esquemas da NBR 5410 Um ponto da alimentação geralmente neutro é diretamente aterrado e as massas dos equipamentos elétricos são ligadas a esse ponto por um condutor metálico. Este esquema é subdividido em dois tipos: TN-S quando as funções de neutro e proteção forem feitas por condutores distintos (N e PE). TN-C quando essas funções forem asseguradas pelo mesmo condutor (PEN). pode se ainda encontrar um sistema misto, TN-C-S.
136 Esquema TN Sumário Esquemas da NBR 5410 Um ponto da alimentação geralmente neutro é diretamente aterrado e as massas dos equipamentos elétricos são ligadas a esse ponto por um condutor metálico. Este esquema é subdividido em dois tipos: TN-S quando as funções de neutro e proteção forem feitas por condutores distintos (N e PE). TN-C quando essas funções forem asseguradas pelo mesmo condutor (PEN). pode se ainda encontrar um sistema misto, TN-C-S.
137 Esquema TN Sumário Esquemas da NBR 5410 Um ponto da alimentação geralmente neutro é diretamente aterrado e as massas dos equipamentos elétricos são ligadas a esse ponto por um condutor metálico. Este esquema é subdividido em dois tipos: TN-S quando as funções de neutro e proteção forem feitas por condutores distintos (N e PE). TN-C quando essas funções forem asseguradas pelo mesmo condutor (PEN). pode se ainda encontrar um sistema misto, TN-C-S.
138 Esquema TN Sumário Esquemas da NBR 5410 Um ponto da alimentação geralmente neutro é diretamente aterrado e as massas dos equipamentos elétricos são ligadas a esse ponto por um condutor metálico. Este esquema é subdividido em dois tipos: TN-S quando as funções de neutro e proteção forem feitas por condutores distintos (N e PE). TN-C quando essas funções forem asseguradas pelo mesmo condutor (PEN). pode se ainda encontrar um sistema misto, TN-C-S.
139 Esquema TN Sumário Esquemas da NBR 5410 Um ponto da alimentação geralmente neutro é diretamente aterrado e as massas dos equipamentos elétricos são ligadas a esse ponto por um condutor metálico. Este esquema é subdividido em dois tipos: TN-S quando as funções de neutro e proteção forem feitas por condutores distintos (N e PE). TN-C quando essas funções forem asseguradas pelo mesmo condutor (PEN). pode se ainda encontrar um sistema misto, TN-C-S.
140 Esquema TN-S Sumário Esquemas da NBR 5410
141 Esquema TN-C Sumário Esquemas da NBR 5410
142 Esquema IT Sumário Esquemas da NBR 5410 Não há nenhum ponto da alimentação diretamente aterrado; ele é isolado da terra ou aterrado por uma impedância (Z) de valor elevado. A corrente de falta fase-massa não possui, em geral, intensidade suficiente para fazer a proteção atuar, mas pode representar um perigo para as pessoas que tocarem a massa energizada. Na ocorrência da primeira falta, há apenas um sinalização para a equipe de manutenção, na ocorrência de uma segunda falta.
143 Esquema IT Sumário Esquemas da NBR 5410 Não há nenhum ponto da alimentação diretamente aterrado; ele é isolado da terra ou aterrado por uma impedância (Z) de valor elevado. A corrente de falta fase-massa não possui, em geral, intensidade suficiente para fazer a proteção atuar, mas pode representar um perigo para as pessoas que tocarem a massa energizada. Na ocorrência da primeira falta, há apenas um sinalização para a equipe de manutenção, na ocorrência de uma segunda falta.
144 Esquema IT Sumário Esquemas da NBR 5410 Não há nenhum ponto da alimentação diretamente aterrado; ele é isolado da terra ou aterrado por uma impedância (Z) de valor elevado. A corrente de falta fase-massa não possui, em geral, intensidade suficiente para fazer a proteção atuar, mas pode representar um perigo para as pessoas que tocarem a massa energizada. Na ocorrência da primeira falta, há apenas um sinalização para a equipe de manutenção, na ocorrência de uma segunda falta.
145 Esquemas da NBR 5410
146 Esquemas da NBR 5410 Interligação dos aterramentos de baixa tensão e SPDA O eletroduto de aterramento de uma edificação deve ser usado conjuntamente pelos sistemas de baixa tensão e de proteção contra descargas atmosféricas (NBR 5419). O mastro metálico da antena deve ser conectado ao condutor de descida do SPDA, por meio de exotérmica ou bracadeira com dois parafusos M8. Cabos de cobre de 16 mm 2 ou alumínio de 25 mm 2. Revestir a conexão com material emborrachado. Se não houver SPDA, deve ser instalado um condutor de descida exclusivo para o aterramento da antena com seção mínima de 16 mm 2 em cobre, ligado ao eletrodo de aterramento.
147 Esquemas da NBR 5410 Interligação dos aterramentos de baixa tensão e SPDA O eletroduto de aterramento de uma edificação deve ser usado conjuntamente pelos sistemas de baixa tensão e de proteção contra descargas atmosféricas (NBR 5419). O mastro metálico da antena deve ser conectado ao condutor de descida do SPDA, por meio de exotérmica ou bracadeira com dois parafusos M8. Cabos de cobre de 16 mm 2 ou alumínio de 25 mm 2. Revestir a conexão com material emborrachado. Se não houver SPDA, deve ser instalado um condutor de descida exclusivo para o aterramento da antena com seção mínima de 16 mm 2 em cobre, ligado ao eletrodo de aterramento.
148 Esquemas da NBR 5410 Interligação dos aterramentos de baixa tensão e SPDA O eletroduto de aterramento de uma edificação deve ser usado conjuntamente pelos sistemas de baixa tensão e de proteção contra descargas atmosféricas (NBR 5419). O mastro metálico da antena deve ser conectado ao condutor de descida do SPDA, por meio de exotérmica ou bracadeira com dois parafusos M8. Cabos de cobre de 16 mm 2 ou alumínio de 25 mm 2. Revestir a conexão com material emborrachado. Se não houver SPDA, deve ser instalado um condutor de descida exclusivo para o aterramento da antena com seção mínima de 16 mm 2 em cobre, ligado ao eletrodo de aterramento.
149 Esquemas da NBR 5410 Interligação dos aterramentos de baixa tensão e SPDA O eletroduto de aterramento de uma edificação deve ser usado conjuntamente pelos sistemas de baixa tensão e de proteção contra descargas atmosféricas (NBR 5419). O mastro metálico da antena deve ser conectado ao condutor de descida do SPDA, por meio de exotérmica ou bracadeira com dois parafusos M8. Cabos de cobre de 16 mm 2 ou alumínio de 25 mm 2. Revestir a conexão com material emborrachado. Se não houver SPDA, deve ser instalado um condutor de descida exclusivo para o aterramento da antena com seção mínima de 16 mm 2 em cobre, ligado ao eletrodo de aterramento.
150 Esquemas da NBR 5410 Interligação dos aterramentos de baixa tensão e SPDA O eletroduto de aterramento de uma edificação deve ser usado conjuntamente pelos sistemas de baixa tensão e de proteção contra descargas atmosféricas (NBR 5419). O mastro metálico da antena deve ser conectado ao condutor de descida do SPDA, por meio de exotérmica ou bracadeira com dois parafusos M8. Cabos de cobre de 16 mm 2 ou alumínio de 25 mm 2. Revestir a conexão com material emborrachado. Se não houver SPDA, deve ser instalado um condutor de descida exclusivo para o aterramento da antena com seção mínima de 16 mm 2 em cobre, ligado ao eletrodo de aterramento.
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