CIRCULAR CONJUNTA Nº 1/DGAP/DGO/98

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1 G A B I N E T E D O S E C R E T Á R I O D E E S T A D O D A A D M I N I S T R A Ç Ã O P Ú B L I C A E D A M O D E R N I Z A Ç Ã O A D M I N I S T R A T I V A E G A B I N E T E D O S E C R E T Á R I O D E E S T A D O DO ORÇAMENTO CIRCULAR CONJUNTA Nº 1/DGAP/DGO/98 ASSUNTO REVISÃO DO ACTUAL REGIME DE CARREIRAS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E DAS RESPECTIVAS ESCALAS INDICIÁRIAS (REGIME GERAL) Na sequência do Acordo Salarial para 1996 e Compromissos de Médio e Longo Prazo, celebrado com as três organizações sindicais mais representativas dos trabalhadores da Administração Pública, concluiu-se, finalmente, a revisão do regime geral de carreiras. Com esta revisão pretendeu-se introduzir mais justiça relativa no sistema retributivo vigente, dando-lhe mais coerência e equidade, e melhorar as condições de acesso no percurso da carreira dos funcionários, potenciando as virtualidades ainda oferecidas por aquele sistema. Apesar de limitadas quanto ao seu objectivo, as alterações levadas a cabo foram significativas e exigiram a assunção de pesadas repercussões orçamentais. As alterações aqui anunciadas, estão consubstanciadas em diploma a publicar brevemente, com efeitos remuneratórios reportados a 1 de Janeiro de Dada a complexidade deste normativo, achou-se por bem transmitir, através desta circular, um conjunto de instruções que facilitem a interpretação e aplicação do diploma. Uma vez que aquele só será publicado em data próxima do final do ano, e havendo necessidade de se proceder ao pagamento dos retroactivos no mês de Janeiro de 1999, solicita-se a todos os dirigentes dos serviços e organismos da Administração Pública que, desde já, diligenciem no sentido de procederem aos preparativos necessários ao cumprimento deste objectivo. :

2 2 I ASPECTOS GERAIS 1. As transições decorrentes da aplicação do diploma em causa operam-se para a carreira e categoria detidas em 1/1/98 (nº 1 do art. 20º), excepto no caso das seguintes carreiras: Técnico-profissionais níveis 3 e 4 (cfr. nº 2 do art. 20º) Oficial administrativo (cfr. nº 3 do art. 20º) Auxiliar técnico administrativo (cfr. art. 19º) Operário semiqualificado (cfr. nº 4 do art. 20º) Operário não qualificado (cfr. nº 5 do art. 20º) 2. Em regra, o escalão de transição é aquele a que corresponde índice remuneratório igual ou, na falta de coincidência, imediatamente superior (cfr. nº 6 do art. 20º, bem como as tabelas práticas em anexo). Esta regra comporta as seguintes excepções: Os técnicos de 2ª classe, posicionados nos escalões 3 e 4, transitam para os escalões 2 e 3, respectivamente (cfr. nº 6 do art. 21º). Os chefes de secção posicionados - no 1º e 2º escalões, transitam para o 1º escalão - no 3º escalão, transitam para o 2º escalão - no 4º escalão, transitam para o 3º escalão - no 5º escalão, transitam para o 4º escalão - no 6º escalão, transitam para o 5º escalão (cfr. nº 7 do art. 21º). 3. Todos os funcionários são formalmente integrados, com efeitos reportados a 1/1/98, nos escalões resultantes das regras de transição, independentemente das condicionantes remuneratórias previstas no nº 2 do art. 34º (cfr., ainda, o nº 5 da mesma disposição legal).

3 3 4. Relativamente à contagem de tempo de serviço para efeitos de progressão, observam-se as seguintes regras (cfr. nº 3 do art. 23º): a) O tempo de permanência no índice de origem releva para efeitos de progressão se o impulso salarial resultante da transição for igual ou inferior a 10 pontos indiciários; b) A contagem da antiguidade para progressão inicia-se em 1/1/98 se o impulso salarial resultante da transição for superior a 10 pontos indiciários. 5. Não podendo durante o ano de 1998 resultar da transição acréscimos salariais superiores a 15 pontos, os funcionários que obtenham aumentos mais elevados são pagos, durante aquele mesmo ano, por um índice intercalar correspondente ao índice detido em 31/12/97, acrescido de 15 pontos (cfr. nº 2 do art. 34º). A partir de 1/1/99 receberão pela totalidade do novo índice em que estão já formalmente integrados desde 1/1/ Relativamente aos funcionários que se aposentem ou tenham aposentado durante o ano de 1998, o cálculo da respectiva pensão de aposentação não sofre qualquer condicionante, baseando-se no índice efectivo resultante da transição (cfr. n º 6 do art. 34º). 7. Os lugares de chefe de repartição serão progressivamente extintos à medida que as leis orgânicas dos serviços operem a reorganização da área administrativa, sendo os respectivos titulares reclassificados na categoria de técnico superior de 1ª classe, caso sejam licenciados, ou de técnico especialista, se não o forem, e, neste último caso, ainda que não sejam detentores das habilitações exigíveis. Contudo, os chefes de repartição que se encontrem providos em lugares dirigentes consideram-se reclassificados como referido, independentemente da reorganização supra citada (cfr. n os 1 e 5 do art. 18º).

4 4 8. Manter-se-ão em vigor os concursos cujos avisos de abertura tenham sido publicados até à data da publicação do regime de revisão de carreiras, sendo os candidatos neles aprovados integrados no escalão da categoria para o qual hajam transitado os funcionários já detentores dessa categoria, posicionados no mesmo escalão (cfr. art. 30º). II ASPECTOS ESPECÍFICOS 1. Os actuais técnicos-adjuntos especialistas, primeiros oficiais e encarregados do pessoal operário não qualificado que seriam integrados, de acordo com a regra geral de transição, em índice igual àquele para que transitariam se não tivessem sido promovidos àquelas mesmas categorias, serão integrados no índice imediatamente superior (cfr. nº 1 do art. 21º). Exemplo: Um primeiro oficial posicionado no escalão 5, índice 260, transita em 1/1/98 para o escalão 5, índice 260 da nova escala, não beneficiando de qualquer impulso. Contudo, se não tivesse sido promovido a primeiro oficial, enquanto segundo oficial no escalão 6, índice 250, também transitaria para o índice 260. Por essa razão o primeiro oficial em causa deve ser efectivamente integrado no escalão 6, índice 280, da nova escala. Por força do limite de 15 pontos estabelecido pelo nº 2, do art. 34º, fica, todavia, a receber pelo índice 275 até 31/12/ Aplica-se igual procedimento aos funcionários promovidos em 1997 que, se não o tivessem sido, obteriam, pela combinação das regras de transição e progressão, um índice superior ao que resulta das regras gerais de transição para a nova escala salarial (cfr. nº 3 do art. 21º).

5 5 Exemplo: Um assessor posicionado no escalão 4, índice 680, e promovido em 1997 a assessor principal, escalão 1, índice 700, transitaria, na nova escala, em 1/1/98, para o escalão 1, índice 710. Caso não tivesse sido promovido, mas somente progredido, entretanto, para o escalão 5, índice 720, por ter completado o módulo de tempo necessário até 31/12/97, seria posicionado, por força das regras de transição, no escalão 4, da categoria de assessor, índice 730. Assim sendo, transitará efectivamente para o escalão 2, índice 770, da categoria de assessor principal, ficando, no entanto, a receber pelo índice 715 até 31/12/ Serão igualmente colocados no escalão imediatamente superior os funcionários que, tendo sido promovidos em 1997, seriam posicionados, de acordo com as regras de transição, em escalão a que corresponda índice igual ou inferior ao atribuído a outros funcionários do mesmo organismo com a mesma categoria e escalão, que não tenham sido promovidos, ou só o tenham vindo a ser durante o ano de 1998 (cfr. nº 4 do art. 21º). Exemplo 1: Num mesmo organismo, enquanto um oficial administrativo principal, escalão 4, índice 280, transita para assistente administrativo especialista, escalão 3, índice 285, um primeiro oficial, escalão 6, índice 270, da anterior escala salarial, após ter transitado para assistente administrativo principal, escalão 6, índice 280, e em resultado de uma futura promoção para a categoria de assistente administrativo especialista será posicionado no escalão 4, índice 305. Deste modo, o funcionário entretanto promovido para a mesma categoria para que transitou o oficial administrativo principal, fica posicionado 20 pontos acima deste.

6 6 Assim, o funcionário que em 1/1/98 já detinha a categoria de oficial administrativo principal resultante de promoção ocorrida em 1997, transita para a categoria de assistente administrativo especialista, escalão 4, índice 305. Exemplo 2: Um operário da carreira de operário qualificado, escalão 6, índice 180, promovido em 1997 a operário principal e consequentemente posicionado no escalão 3, índice 190, da anterior escala indiciária, transita, como operário principal qualificado, para o escalão 1, índice 195, da nova escala. Outro trabalhador em condições semelhantes, que, após ter transitado para a mesma categoria, escalão 6, índice 190, tiver sido promovido apenas durante o ano de 1998, ficará posicionado na nova escala como operário qualificado principal, escalão 2, índice 205, o que corresponderia a mais 10 pontos do que o seu colega com mais antiguidade na categoria. Assim, o funcionário que em 1/1/98 já detinha a categoria de operário principal qualificado transita para a mesma categoria, escalão 2, índice 205. Exemplo 3: Um técnico auxiliar de 1ª classe, escalão 5, índice 240, promovido, em 1997, à categoria de técnico auxiliar principal, escalão 4, índice 250, permaneceu, após a transição, no índice 250, correspondente ao escalão 3 da categoria de técnico-profissional principal. Outro técnico auxiliar de 1ª classe no mesmo escalão e índice que tenha transitado para a categoria de técnico-profissional de 1ª classe, escalão 4, índice 245, ao ser promovido, após 1/1/98, à categoria de técnico-profissional principal, ficará posicionado no escalão 4, índice 265, beneficiando assim de mais 15 pontos.

7 7 Por isso, o funcionário que em 1/1/98 já detinha a categoria de técnico auxiliar principal, transita para categoria de técnico-profissional principal, escalão 4, índice Os funcionários actualmente detentores das seguintes categorias e escalões (escala antiga): técnico adjunto especialista de 1ª classe, 4º escalão; técnico adjunto especialista, 1º escalão; técnico auxiliar principal, 2º, 3º e 4º escalões; técnico auxiliar de 1ª classe, 3º e 4º escalões; técnico auxiliar de 2ª classe, 2º e 3º escalões; primeiro oficial, 5º escalão; terceiro oficial, 2º e 3º escalões, beneficiam de uma redução de um ano na antiguidade necessária para a primeira progressão que ocorrer após 1/1/98, relevando, para tal progressão, o tempo de permanência no escalão e índices de origem (cfr. nº 8 do art. 21º) Os actuais operários semiqualificados e os serventes e auxiliares de limpeza posicionados em 1/1/98 nos escalões 2º a 8º, inclusive, da escala antiga, bem como os operários não qualificados posicionados na mesma data e escala nos escalões 2º a 7º, inclusive, beneficiam de uma redução de dois anos na antiguidade necessária para a primeira progressão ocorrida após aquela data, relevando, para tal progressão, o tempo de permanência no escalão e índices de origem (cfr. nº 9 do art. 21º). Exemplo: Um operário não qualificado posicionado em 1/1/98 no escalão 3, índice 135, e com uma antiguidade no mesmo escalão de 2 anos, transitaria, na mesma data, para a categoria de operário semiqualificado, escalão 2, índice 135, não beneficiando de qualquer impulso. Contudo, porque tem direito a uma redução de 2 anos no tempo necessário para progressão na sua categoria (normalmente 4 anos), transita efectivamente para o escalão 3, índice 145,

8 8 reiniciando-se, na data desta transição, a contagem de tempo para a progressão seguinte. 5. Os funcionários que, a partir de 1/1/98, inclusive, tenham progredido ou mudado de categoria com referência à escala anterior, transitam para a nova escala de acordo com a categoria e escalão detidos naquela data, podendo no entanto ser reposicionados de acordo com as regras que lhes forem aplicáveis (cfr. art. 22º). Exemplo 1 (progressão): Um técnico superior de 1ª classe posicionado em 1/1/98 no escalão 4, índice 485, que tenha progredido, em 1998, para o escalão 5, índice 510, transita com efeitos a 1/1/98 para o escalão 3, índice 500, da nova escala, sendo contudo reposicionado no escalão 4, índice 545, a partir da data da referida progressão, apesar de ficar a receber pelo índice 525 até 31/12/98. Exemplo 2 (promoção): Um técnico superior de 1ª classe posicionado em 1/1/98 no escalão 4, índice 485, transita na mesma data para o escalão 3, índice 500. Porém, se o mesmo técnico superior houvesse sido promovido a técnico superior principal em 1998, escalão 1, índice 500, deveria ser reposicionado a partir da data da promoção no índice 510, correspondente ao escalão 1 da categoria de promoção na nova escala. Estes casos constituem naturalmente uma excepção à regra enunciada supra no ponto I, 4. b), de que é a partir de 1/1/98 que se inicia a contagem da antiguidade para efeitos de progressão posterior à transição, quando o impulso salarial dela resultante for superior a 15 pontos valendo aqui antes a regra geral constante do art. 19º, nº 2, do Decreto-Lei nº 353-A/89, de 16/10 (contagem a partir da data do reposicionamento).

9 9 6. Se pela anterior escala os funcionários alcançassem, por progressão, um índice superior ao resultante da nova escala, numa primeira e segunda progressão, auferirão pelo índice da escala antiga até completarem o tempo necessário para progressão subsequente àquelas (cfr. art. 33º). Exemplo: Um terceiro oficial, posicionado no escalão 3, índice 200, progrediria, na anterior escala, para o escalão 4, índice 215, e, posteriormente, para o escalão 5, índice 225. A partir de 1/1/98 transita para o escalão 2, índice 200, não beneficiando de qualquer impulso. Uma vez que o índice para o qual progride no novo escalão (210) é inferior àquele para que progrediria na anterior escala (215), é pago por este último desde a data da progressão. Numa segunda progressão, o mesmo terceiro oficial teria direito, na anterior escala, ao índice 225, superior ao da nova escala (220), devendo, portanto, receber pelo índice 225 até nova progressão. 7. Aqueles funcionários que, em 1998, e pela anterior escala, alcançassem, por progressão, um índice superior ao índice intercalar resultante da aplicação do nº 2 do art. 34º, têm direito a auferir, entre a data da mesma progressão e 31/12/98, a remuneração correspondente ao índice da escala antiga para o qual teriam progredido (cfr. nº 4 do art. 34º). Exemplo: Um assessor principal, escalão 2, índice 720, transita, em 1/1/98, para o escalão 2, índice 770, recebendo no entanto pelo índice 735 até 31/12/98. Se todavia tivesse direito a progredir, em 1998, para o escalão 3, índice 760, da anterior escala, entre a data da progressão e 31/12/98 teria direito a receber pelo índice 760, mantendo-se a sua integração formal no índice 770 desde 1/1/98.

10 10 III PROCESSAMENTO INFORMÁTICO 1- INSTRUÇÕES GENÉRICAS 1.1 O processamento dos retroactivos decorrentes do diploma de revisão das carreiras de regime geral deverá ser autónomo, em folha adicional. 1.2 Os abonos deverão corresponder apenas aos retroactivos de Janeiro a Dezembro de 1998, com as correcções a que haja lugar, em consequência das alterações que tenham ocorrido ao longo do ano na situação dos funcionários. 1.3 Os descontos obrigatórios serão calculados automaticamente. 2- SERVIÇOS COM PROCESSAMENTO DE VENCIMENTOS ATRAVÉS DO INSTITUTO DE INFORMÁTICA DO M.F. - INFOGEP/VAP - QUER SE ENCONTREM OU NÃO NA RAFE 2.1 Para o processamento dos retroactivos que sejam devidos, o Instituto de Informática utilizará o ficheiro que serviu de base ao processamento das folhas de vencimentos do mês de Dezembro. Para o efeito serão enviadas aos serviços listagens acompanhadas das novas tabelas das carreiras de regime geral e respectivos códigos, bem como os índices intercalares e os definitivos, de acordo com as regras constantes do diploma em causa. 2.2 As listagens devidamente preenchidas pelos Serviços, com eliminação dos funcionários não abrangidos por esta medida legislativa, devem ser remetidas às respectivas Delegações de Contabilidade da Direcção-Geral do Orçamento até 14 de Dezembro.

11 SERVIÇOS INSERIDOS NA RAFE COM PROCESSAMENTO DE VENCIMENTOS ATRAVÉS DO SISTEMA DE RECURSOS HUMANOS (SRH) 3.1 Será instalado nos organismos software (écran) para recolha, por funcionário, dos novos índices para o ano de 1999, assim como dos de transição (que vigoram durante o ano de 1998). 3.2 O cálculo dos retroactivos de todos os abonos e descontos (à excepção dos abonos e descontos de valor fixo) será feito automaticamente através da opção processamento de retroactivos, já existente no menu do SRH, e seguirá as regras já vigentes para o mesmo processamento. 3.3 O processamento dos retroactivos em causa será efectuado em folha individualizada. IV - PROCESSAMENTO MANUAL 1. No mês de Dezembro deverão ser enviadas às Delegações de Contabilidade da Direcção-Geral do Orçamento as requisições de fundos adicionais, com os montantes considerados absolutamente necessários para o pagamento dos retroactivos dos abonos supra citados. 2. Nas folhas a processar por este sistema deverá observar-se, na parte aplicável, o que se estabelece em relação ao processamento informático. V ANEXOS A presente circular é integrada pelos seguintes anexos, em número de quinze: 1. Novas escalas salariais 2. Tabelas práticas de transição 2.1 Pessoal técnico superior

12 Pessoal técnico 2.3 Pessoal técnico-profissional Pessoal técnico-profissional (cont.) 2.4 Pessoal administrativo Pessoal administrativo (cont.) 2.5 Pessoal operário qualificado Pessoal operário qualificado (cont.) 2.6 Pessoal operário semiqualificado 2.7 Pessoal auxiliar Pessoal auxiliar (cont.) Pessoal auxiliar (cont.) Pessoal auxiliar (cont.) Vencimentos. 4 de Dezembro de O SECRETÁRIO DE ESTADO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E DA MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA, O SECRETÁRIO DE ESTADO DO ORÇAMENTO, (Fausto Correia) (João Carlos Silva)

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