Superior Tribunal de Justiça
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- Ivan Cavalheiro Bernardes
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1 AgRg no RECURSO ESPECIAL Nº RS (2011/ ) RELATOR : MINISTRO JOÃO OTÁVIO DE NORONHA AGRAVANTE : AURA BASTOS FEHSE E OUTROS ADVOGADOS : FLÁVIO SARMENTO LEITE DO COUTO E SILVA E OUTRO(S) JOÃO GABRIEL SOARES GIL E OUTRO(S) AGRAVADO : JORGE LUIZ WABNER FEHSE ADVOGADOS : GILBERTO PACHECO PUPE MAURO GILBERTO WABNER PUPE E OUTRO(S) INTERES. : ROBERTO JOSÉ BASTOS FEHSE E OUTRO EMENTA PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO REGIMENTAL DECISÃO REFORMADA. MATÉRIA DE ENTENDIMENTO PACÍFICO NO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA. 1. Segundo o Código Civil de 1916, o prazo de prescrição para que o herdeiro não contemplado na partilha demande por sua nulidade é de 20 anos. 2. Agravo provido para se conhecer em parte do recurso especial e dar-lhe provimento. DECISÃO Trata-se de agravo regimental interposto contra decisão de seguintes termos: "Primeiramente, o recurso especial foi interposto com base na alínea a do permissivo constitucional, sob a assertiva de que houve vulneração do art. 535, II, do Código de Processo Civil porquanto os embargos opostos com o fim de esclarecimentos e prequestionamento foram rejeitados. Contudo, observo que o recorrente deixou de indicar, com clareza e precisão, as teses jurídicas a respeito das quais o Tribunal a quo, segundo seu entendimento, estava obrigado a emitir pronunciamento. Dessa forma, ficou comprometida a fundamentação do recurso, nos termos da Súmula n. 284/STF. No mais, cumpre ressaltar que o acórdão recorrido foi específico ao estabelecer as razões pelas quais entendeu que não há na espécie nenhum prazo que afete o direito do herdeiro alijado do processo de inventário, a parte que lhe cabe de quinhão hereditário, ou que impeça o exercício desse direito. Com efeito, a tese adotada no acórdão recorrido foi a de que o herdeiro necessário tem, diante dos demais herdeiros, o direito potestativo de receber a herança legítima, de forma que, tratando-se de tal espécie de direito, o prazo para anular a partilha é decadencial. Contudo, como prazo não está previsto em lei, no caso, não há previsão legal para fulminação do direito. Observe-se trecho do julgado: '[...] pelo direito de herança o filho/herdeiro tem os demais herdeiros em um verdadeiro estado de sujeição ao seu próprio direito de receber herança. [...] o direito à herança legítima é um direito potestativo do filho que é Documento: Despacho / Decisão - Site certificado - DJe: 01/06/2015 Página 1 de 5
2 herdeiro necessário, e não um direito de prestação. [...] Enfim, o direito do filho que é herdeiro necessário, de receber herança legítima, é um verdadeiro direito potestativo' (e-stj fl. 659). Conclui-se: 'Esse pedido, por ser embasado em direito potestativo, poderia estar sujeito apenas a prazo de decadência. E digo 'poderia estar' porque só há prazo de decadência quando a lei assim estabelece, de forma expressa. Mas não há tal prazo a definir até quando o herdeiro necessário excluído da partilha pode pedir a anulação, sob pena de extinção do seu direito. [...] Logo, o pedido de anulação de partilha feito por herdeiro excluído da partilha não está sujeito a nenhum prazo extintivo (seja de prescrição ou de decadência). E esse entendimento está de acordo com o que diz expressamente a lei, a respeito da inviabilidade das nulidades absolutas convalidarem com o tempo. Com efeito, a exclusão de herdeiro necessário do processo de inventário e da partilha nele representada, macula de forma absoluta a validade de tudo o que foi processado e decidido no inventário' (e-stj, fls. 667/668). Não obstante o acórdão recorrido ter adotado o entendimento de que o direito de herança do herdeiro necessário é potestativo e, por isso, estaria sujeito ao prazo decadencial, que, não se aplica à hipótese dos autos por falta de previsão, além de ser o tipo de nulidade absoluta que não se convalida com o tempo, o recurso especial não impugnou esse fundamento nuclear, limitando-se a sustentar que o prazo de prescrição para requerer nulidade de partilha já se findou, já que ultrapassados mais de 20 anos desde a abertura da sucessão. Assim, permanece incólume tal fundamento, suficiente à manutenção do julgado, porquanto não há uma linha nas razões do recurso especial que impugne a conclusão adotada. No acórdão, chegou-se a discutir sobre a data do prazo para pedir anulação, mas de forma sucessiva à tese de que é decadencial, e não prescricional. Por fim, registre-se que, para a interposição do apelo nobre com fundamento na alínea 'c' da norma autorizadora, é necessário o atendimento dos requisitos essenciais à comprovação do dissídio pretoriano, conforme prescrições dos arts. 541, parágrafo único, do CPC e 255 do RISTJ. Não basta a simples indicação do número dos precedentes; é necessário que o recorrente proceda ao confronto analítico com o acórdão recorrido, demonstrando a similitude fática entre os julgados, o que não foi atendido no presente caso. Portanto, não conheço do recurso quanto às apontadas violações legais, em razão dos óbices das Súmulas n. 283 e 284 do Supremo Tribunal Federal." Os agravantes impugnam a parte da decisão relativa ao não conhecimento do recurso Documento: Despacho / Decisão - Site certificado - DJe: 01/06/2015 Página 2 de 5
3 especial pela alínea c do permissivo constitucional. Sustenta que o cotejo analítico foi minudentemente feito, fato reconhecido, inclusive, pelo Tribunal a quo ao admitir o recurso especial. É o relatório. Afirma a parte que, com relação à alínea c do permissivo constitucional, seu recurso especial comporta conhecimento já que, ao contrário do que afirmado na decisão ora agravada, o cotejo analítico foi realizado. Têm razão os recorrentes, pelo que dou provimento ao agravo para conhecer do recurso especial pela alínea c, passando, pois, à sua análise. No acórdão recorrido, fez-se uma digressão sobre os fundamentos da sentença, que considerara prescrita a pretensão do recorrido porque ajuizou o presente feito, consistente em ação de anulação de partilha, mais de 20 anos após a abertura do inventário. Inclusive, reconheceu-se que a jurisprudência do STJ firmou-se no sentido de que o prazo prescricional para que se demande nulidade de partilha é de 20 anos. Observe-se: A sentença baseou-se no que tem-se dito ser a jurisprudência dominante inclusive no Superior Tribunal de Justiça no sentido de que o pedido de anulação de partilha estaria sujeito a prazo prescricional; que esse prazo seria de 20 anos; e que deveria correr a partir da data de abertura da sucessão (e-stj, fl. 658). Entendendo-se, porém, que a solução não passa pela prescrição, e sim pela decadência, nada obstante a falta de previsão legal de prazo nesse sentido, deu-se provimento à apelação, determinando-se o prosseguimento do feito. Em razão disso, no recurso especial, os recorrentes citam divergência de entendimento jurisprudencial com julgado do Tribunal de Minas Gerais no mesmo sentido da jurisprudência do STJ. Confira-se: "CIVIL. SUCESSÃO. PETIÇÃO DE HERANÇA. PRESCRIÇÃO VINTENÁRIA. OCORRÊNCIA. APELO DESPROVIDO. I A ação de petição de herança prescreve em 20 (vinte) anos, se a abertura da sucessão deu-se sob a égide do Código Civil de 1916 e mais da metade do referido prazo transcorreu sob a égide da vetusta Norma. Inteligência do art. 177 do antigo Diplomas Civil, c/c art do novel. II Recurso desprovido." Em verdade, esse é o entendimento adotado no âmbito do Superior Tribunal de Justiça e deve prevalecer. Vejam-se estes precedentes: "Direito civil e processual civil. Recurso especial. Ação de investigação de paternidade c/c petição de herança e anulação de partilha. Decadência. Prescrição. Anulação da paternidade constante do registro civil. Decorrência lógica e jurídica da eventual procedência do pedido de reconhecimento da nova paternidade. Citação do pai registral. Litisconsórcio passivo necessário. - Não se extingue o direito ao reconhecimento do estado de filiação exercido Documento: Despacho / Decisão - Site certificado - DJe: 01/06/2015 Página 3 de 5
4 com fundamento em falso registro. - Na petição de herança e anulação de partilha o prazo prescricional é de vinte anos, porque ainda na vigência do CC/16. - O cancelamento da paternidade constante do registro civil é decorrência lógica e jurídica da eventual procedência do pedido de reconhecimento da nova paternidade, o que torna dispensável o prévio ajuizamento de ação com tal finalidade. - Não se pode prescindir da citação daquele que figura como pai na certidão de nascimento do investigante para integrar a relação processual na condição de litisconsórcio passivo necessário. Recurso especial parcialmente conhecido e, nessa parte, provido." (REsp n /MG, relatora Ministra Nancy Andrighi, DJ de ) "PROCESSUAL CIVIL. INCLUSÃO. PÓLO PASSIVO. POSTERIOR. CITAÇÃO. POSSIBILIDADE. ILEGITIMIDADE PASSIVA AD CAUSAM. REEXAME DE PROVAS. SÚMULA 7-STJ. CIVIL. PARTILHA. NULIDADE. HERDEIRO PRETERIDO. PRESCRIÇÃO VINTENÁRIA. ADOÇÃO. CÓDIGO CIVIL. ÉPOCA ANTERIOR. ATUAL CONSTITUIÇÃO. MORTE. DE CUJUS. SUCESSÃO. ABERTURA. ÉPOCA POSTERIOR (1989). ADOTADO. FILHOS DO CASAMENTO. DISCRIMINAÇÃO. IMPOSSIBILIDADE. 1 - Não viola os arts. 264 e 294, ambos do CPC a inclusão no pólo passivo da demanda de maridos e esposas dos primitivos réus, posteriormente à citação destes, porquanto não efetivada nenhuma alteração na causa de pedir ou no pedido, restando incólume a estabilidade da causa. 2 - Segundo iterativos precedentes das Turmas especializadas em direito privado desta Corte a prescrição para anular partilha, onde preterido herdeiro necessário, é a vintenária. 3 - Aferir se há ilegitimidade passiva ad causam demanda revolvimento de aspectos fático-probatórios, vedados pela súmula 7-STJ. Precedentes do STJ. 4 - Ocorrida a morte da autora da herança em 1989, quando já em vigor o art. 227, 6º, da Constituição Federal, vedando qualquer tipo de discriminação entre os filhos havidos ou não do casamento, ou os adotivos, a recorrida, ainda que adotada em 1980, tem direito de concorrer aos bens deixados pela falecida, em igualdade de condições com os outros filhos, prevalecendo, nesse caso, os arts e 1577, ambos do Código Civil de Recurso especial não conhecido." (REsp n /SP, relator Ministro Fernando Gonçalves, DJ de 20/6/2005.) "NEGATÓRIA DE PATERNIDADE, CUMULADA COM INVESTIGAÇÃO E PETIÇÃO DE HERANÇA. DECADÊNCIA/PRESCRIÇÃO. - Não se extingue o direito de o filho investigar a paternidade e pleitear a alteração do registro de nascimento tido como falso, mesmo quando vencido integralmente, depois da maioridade, o prazo de quatro anos. Inaplicabilidade dos arts. 178, 9º, VI, e 362 do Código Civil de Precedentes do STJ. Recurso especial conhecido e provido." (REsp n /MG, relator Ministro Barros Monteiro, DJ de 13/6/2005.) Documento: Despacho / Decisão - Site certificado - DJe: 01/06/2015 Página 4 de 5
5 PARTILHA. ANULAÇÃO. PRESCRIÇÃO. HERDEIRO NÃO CONTEMPLADO. E DE VINTE ANOS O PRAZO DE PRESCRIÇÃO PARA QUE DEMANDE A NULIDADE DA PARTILHA O HERDEIRO QUE DELA NÃO PARTICIPOU." (REsp n /BA, relator Ministro Eduardo Ribeiro, DJ de 22/4/1997.) In casu, não há necessidade de aplicar as regras de transição do art do Código Civil de 2002, pois, quando o presente foi ajuizado, o prazo de 20 anos já havia transcorrido por inteiro. Encontra-se no acórdão recorrido a informação de que a sucessão se deu em 12 de julho de 1980 e que a presente demanda somente foi ajuizada em outubro de Ante o exposto, dou provimento ao agravo para conhecer em parte do recurso especial e, nessa parte, dar-lhe provimento com o fim de restabelecer a sentença. Publique-se. Brasília, 26 de maio de MINISTRO JOÃO OTÁVIO DE NORONHA Relator Documento: Despacho / Decisão - Site certificado - DJe: 01/06/2015 Página 5 de 5
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