MEMÓRIA CACHE FELIPE G. TORRES
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- Sebastião Chaplin Lage
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1 MEMÓRIA CACHE FELIPE G. TORRES
2 MEMÓRIA CACHE O uso da memória cache visa obter velocidade de memória próxima das memórias mais rápidas que existem e, ao mesmo tempo, disponibilizar uma memória de grande capacidade ao preço de memórias semicondutoras mais baratas. Existe uma memória principal relativamente grande e lenta junto com a memória cache, menor e mais rápida. A memória cache contem uma cópia de partes da memória principal. Arquitetura de computadores 2
3 MEMÓRIA CACHE Quando o processador tenta ler uma palavra da memória, é feita uma verificação para determinar se a palavra está na cache. Se estiver, ela é entregue ao processador. Se não, um bloco da memória principal, consistindo em algum número fixo de palavras, é lido para a cache e depois a palavra é fornecida ao processador. Arquitetura de computadores 3
4 REVISÃO E CURIOSIDADES Arquitetura de computadores 4
5 ORGANIZAÇÃO DA MEMÓRIA CACHE Devido ao fenômeno de localidade de referência, quando um bloco de dados é levado para a cache para satisfazer uma única referência de memória, é provável que haja referências futuras a esse mesmo local da memória ou a outras palavras no mesmo bloco. Por isso existe o conceito de múltiplos níveis de cache. A cache L2 é mais lenta e normalmente maior que a cache L1, e a cache L3 é mais lenta e normalmente maior que a cache L2. Arquitetura de computadores 5
6 ORGANIZAÇÃO DA MEMÓRIA CACHE Arquitetura de computadores 6
7 ESTRUTURA DE MEMÓRIA CACHE / MEMÓRIA PRINCIPAL A memória principal consiste em ate 2 palavras endereçáveis, com cada palavra tendo um endereço distinto de bits. Para fins de mapeamento, essa memoria e considerada como sendo uma série de blocos de tamanho fixo com palavras cada. Existem M = 2n/K blocos na memória principal. A cache consiste em m blocos, chamados linhas. Cada linha contém K palavras, mais um tag de alguns bits. Arquitetura de computadores 7
8 ESTRUTURA DE MEMÓRIA CACHE / MEMÓRIA PRINCIPAL Arquitetura de computadores 8
9 OPERAÇÃO DE LEITURA DO CACHE Arquitetura de computadores 9
10 ORGANIZAÇÃO TÍPICA DA MEMÓRIA CACHE Arquitetura de computadores 10
11 TAMANHO DA MEMÓRIA CACHE EM PROCESSADORES Arquitetura de computadores 11
12 FUNÇÃO DE MAPEAMENTO Como existem menos linhas de cache do que blocos da memória principal, é necessário haver um algoritmo para mapear os blocos da memória principal às linhas de cache. A escolha da função de mapeamento dita como a cache é organizada. Três técnicas podem ser utilizadas: Direta Associativa Arquitetura de computadores 12
13 FUNÇÃO DE MAPEAMENTO DIRETO A técnica mais simples, conhecida como mapeamento direto, mapeia cada bloco da memória principal a apenas uma linha de cache possível. O mapeamento é expresso como: i = j % m, onde i = número da linha da cache j = número do bloco da memória principal m = número de linhas da cache Arquitetura de computadores 13
14 FUNÇÃO DE MAPEAMENTO DIRETO Arquitetura de computadores 14
15 FUNÇÃO DE MAPEAMENTO DIRETO Arquitetura de computadores 15
16 DESVANTAGENS DO MAPEAMENTO DIRETO A técnica de mapeamento direto é simples e pouco dispendiosa para se implementar. Sua principal desvantagem é que existe um local de cache fixo para cada bloco. Se um programa referenciar palavras repetidamente de dois blocos diferentes, mapeados para a mesma linha, então os blocos serão continuamente trocados na cache, e a razão de acerto será baixa (um fenômeno conhecido como thrashing). Arquitetura de computadores 16
17 FUNÇÃO DE MAPEAMENTO ASSOCIATIVA O mapeamento associativo compensa a desvantagem do mapeamento direto, permitindo que cada bloco da memória principal seja carregado em qualquer linha da cache. A lógica de controle da cache interpreta um endereço de memória simplesmente como um campo TAG e um campo Palavra. O campo Tag identifica o bloco da memória principal. Para determinar se um bloco está na cache, a lógica de controle da cache precisa comparar simultaneamente a tag de cada linha Arquitetura de computadores 17
18 FUNÇÃO DE MAPEAMENTO ASSOCIATIVA Arquitetura de computadores 18
19 FUNÇÃO DE MAPEAMENTO ASSOCIATIVA Arquitetura de computadores 19
20 FUNÇÃO DE MAPEAMENTO ASSOCIATIVA Com o mapeamento associativo, existe flexibilidade em relação a qual bloco substituir quando um novo bloco for lido para a cache. Os algoritmos de substituição, discutidos mais adiante nesta seção, são projetados para maximizar a razão de acerto. A principal desvantagem do mapeamento associativo é a complexidade do circuito necessário para comparar as tags de todas as linhas da cache em paralelo. Observe que nenhum campo no endereço corresponde ao número de linha, de modo que o número de linhas na cache não é determinado pelo formato do endereço. Arquitetura de computadores 20
21 COMPARAÇÃO ENTRE OS TRÊS MAPEAMENTOS DE CACHE Cache Main memory Arquitetura de computadores 21
22 ALGORITMOS DE SUBSTITUIÇÃO Uma vez que a cache estiver cheia, e um novo bloco for trazido para a cache, um dos blocos existentes precisa ser substituído. Para o mapeamento direto, existe apenas uma linha possível para qualquer bloco em particular e nenhuma escolha é possível. Para o mapeamento associativo é necessário que seja utilizado um algoritmo de substituição e precisa ser implementado em hardware. Provavelmente, o mais efi caz seja o usado menos recentemente (LRU, do inglês least recently used): substitua aquele bloco no conjunto que permaneceu na cache por mais tempo sem qualquer referência a ele. Arquitetura de computadores 22
23 ALGORITMOS LEAST RECENTLY USED (LRU) Arquitetura de computadores 23
24 POLÍTICA DE ESCRITA Quando um bloco que está residente na cache estiver para ser substituído, existem dois casos a considerar. Se o bloco antigo na cache não tiver sido alterado, então ele pode ser substituído por um novo bloco sem primeiro atualizar o bloco antigo. Se pelo menos uma operação de escrita tiver sido realizada em uma palavra nessa linha da cache, então a memória principal precisa ser atualizada escrevendo a linha de cache no bloco de memória antes de trazer o novo bloco. A técnica mais simples para essa tarefa é denominada write-through. Arquitetura de computadores 24
25 WRITE-THROUGH Usando essa técnica, todas as operações de escrita são feita na memória principal e também na cache, garantindo que a memória principal sempre seja válida. Qualquer outro módulo processador-cache pode monitorar o tráfego para a memória principal para manter a consistência dentro de sua própria cache. A principal desvantagem dessa técnica é que ela gera um tráfego de memória considerável e podendo vir a ser um gargalo. Arquitetura de computadores 25
26 WRITE-THROUGH Arquitetura de computadores 26
27 REFERÊNCIAS STALLINGS, William. Arquitetura e organização de computadores: projeto para o desempenho. 8 ed. São Paulo: Prentice Hall : Person Education, p. ISBN TANENBAUM, Andrew S. Organização estruturada de computadores. 5. ed São Paulo: Pearson Prentice Hall, p. ISBN Arquitetura de computadores 27
28 VÍDEOS MEMÓRIA CACHE: o que é? Vale a pena limpar o cache? [Disponível em Arquitetura de computadores 28
29 MEMÓRIA CACHE FELIPE G. TORRES
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