Sistemas Distribuídos Capítulo 8 - Aula 13
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- Daniela Bergler de Vieira
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1 Sistemas Distribuídos Capítulo 8 - Aula 13 Aula de hoje Aula Passada Exclusão Mútua Algoritmos de Eleição Tolerância a Falhas Conceitos básicos Modelos de falha Redundância Resiliência de Processo 1
2 Tolerância a Falhas - Falha total em sistemas não distribuídos x falha parcial em sistemas distribuídos Deve-se projetar o SD de modo tal que ele possa se recuperar automaticamente de falhas parciais sem afetar seriamente o desempenho global Em casos de falhas, o sistema distribuído deve continuar a funcionar de maneira aceitável enquanto estiver sendo recuperado Resumindo, o SD deve tolerar falhas e continuar a funcionar, mesmo na presença de falhas em seus componentes
3 Conceitos Básicos Existe uma forte relação entre ser tolerante a falhas e sistemas confiáveis Confiabilidade abrange uma série de requisitos úteis para sistemas distribuídos (Kopetz e Veríssimo, 1993): Disponibilidade Confiabilidade Segurança Capacidade de Manutenção
4 Disponibilidade Propriedade de um sistema estar pronto para ser usado imediatamente Probabilidade do sistema estar funcionando corretamente em qualquer momento determinado e estar disponível para executar suas funções em nome de seus usuários Alta Disponibilidade Mais provável de estar funcionando em dado instante de tempo
5 Confiabilidade Propriedade de um sistema poder funcionar continuamente sem falha É definida em termos de um intervalo de tempo em vez de um instante de tempo Alta confiabilidade Mais provável de continuar a funcionar sem interrupção durante um período de tempo relativamente longo Se um sistema ficar fora do ar por um milissegundo a cada hora, terá uma disponibilidade de mais de %, mas sua confiabilidade ainda será muito baixa.
6 Segurança Se um sistema deixar de funcionar corretamente durante um certo tempo, nada de catastrófico acontecerá Ex.: Sistemas de controle de processos usados em usinas de energia nuclear
7 Capacidade de Manutenção Facilidade com que um sistema que falhou possa ser consertado Sistemas de alta capacidade de manutenção também pode mostrar alto grau de disponibilidade, em especial se as falhas puderem ser detectadas e reparadas automaticamente
8 Tolerância a Falhas Construção de sistemas confiáveis está intimamente relacionada com controle de falhas. O nosso objetivo é estudar casos onde um sistema PODE prover serviços, mesmo na presença de falhas.
9 Tipos de Falhas Transiente Ocorre uma vez e depois desaparece Se a operação for repetida, a falha não acontecerá novamente Intermitente Ocorre e desaparece por sua própria vontade. Ex.: conector com problemas Difícil de diagnosticar Permanente: Continua a existir até que o componente faltoso seja substituído Exs: bugs de software, chips queimados
10 Modelos de Falhas Cristian (1991); Hadzilacos e Toueg (1993)
11 Mascaramento de Falha por Redundância Técnica para mascarar falhas Redundância de informação Bits extras são adicionados para permitir recuperação de bits deteriorados. Ex: FEC Redundância de tempo Uma ação é realizada e, então, se for preciso, ela é executada novamente. Ex: Transações podem ser repetidas, caso tenham sido abortadas Redundância física Componentes físicos replicados são usados. Ex: RAID
12 Estratégias de Tolerância a Falhas Resiliência de Processos Replicação de processos em grupos Grupos Simples ou Hierárquicos Comunicação Confiável Cliente-Servidor Falhas de Comunicação Canal de Comunicação pode exibir falhas por queda, por omissão, arbitrárias TCP(ponto-a-ponto); RPC Comunicação Confiável de Grupo Como implementar entrega confiável de mensagens a todos os processos? Comprometimento Distribuído Envolve a realização de uma operação por cada membro de um grupo de processos ou por absolutamente nenhum Exs: Entrega de msg.
13 Resiliência de Processos Idéia Básica: Organizar vários processos idênticos em um grupo Como conseguir o objetivo? Questões de Projeto Grupos Simples versus grupos Hierárquicos Associação a um grupo Mascaramento de falhas e replicação Acordo em sistemas com falha Detecção de falha
14 Resiliência de Processos Processos idênticos são organizados em grupos Quando uma mensagem é enviada a um grupo, TODOS os membros a recebem Se um processo do grupo falhar, espera-se que um outro se encarregue do tratamento da mensagem Grupos de processos são dinâmicos Grupos podem ser criados, processos podem se mover entre os grupos. Exemplo Um processo pode enviar uma mensagem a um grupo de servidores sem precisar saber quem eles são ou quantos existem
15 Resiliência de Processos Estrutura Grupo Simples dos Grupos Todos os processos são iguais Decisões são tomadas coletivamente Vantagens Não tem ponto de falha único Mesmo que um processo caia, o grupo continua a ofecer o serviço Desvantagem Tomada de decisão pode ser complicada, com necessidade de uma votação retardo
16 Resiliência de Processos Estrutura Grupo Hierárquico dos Grupos Existe um processo coordenador, os demais são denominados operários Sempre que uma requisição é gerada, é enviada ao coordenador O coordenador decide qual é o operário mais adequado para executá-la Vantagens Decisões são centralizadas Desvantagem Caso o coordenador falhe, o serviço falhará
17 Resiliência de Processos Estrutura dos Grupos
18 Resiliência de Processos Associação a Grupos Como criar e eliminar grupos? Como permitir que processos se juntem e saiam dos grupos? (1) Servidor de grupos (2) Gerenciamento distribuído
19 Resiliência de Processos Associação a Grupos Servidor de Grupos Todas as requisições são enviadas a este servidor Mantêm um banco de dados completo de todos os grupos e seus associados Método direto, eficiente Se o servidor de grupo cair, o gerenciamento deixa de existir Provavelmente, grupos deverão ser reconstituídos do zero
20 Resiliência de Processos Associação a Grupos Gerenciamento Distribuído Se existe multicast confiável, um processo pode enviar uma mensagem a todos os membros do grupo anunciando que deseja se juntar ao grupo Para sair de um grupo, o processo deveria mandar uma mensagem. No entanto, dificil de prever quedas! Entrar/Sair de um grupo devem ser síncronos com as mensagens enviadas/recebidas Distribuído ou Centralizado Como reconstruir o grupo?
21 Mascaramento de falhas e replicação Terminologia: quando um grupo de processos deseja mascar k falhas simultâneas, é classificado como um grupo k-tolerante a falha (k-fault tolerant) Problema: quão grande k precisa ser? (1)Falhas silenciosas Se k processos pararem sem propagar informações erradas, basta ter k+1 processos (2) Se os processos exibirem falhas e continuarem a enviar respostas erradas as requisições, é preciso um mínimo de 2k+1 processadores para conseguir k-tolerância
22 Mascaramento de falhas e replicação Na prática, é difícil imaginar circunstâncias em que poderíamos dizer com certeza que k processos podem falhar embora k+1 processos não possam falhar! Análise estatística!
23 Acordo em sistemas com falha Em muitos casos, um grupo de processos deve chegar ao acordo: eleger um coordenador, decidir a validação de uma transação, repartir tarefas entre operários e sincronização Problema: Casos em que os processos não podem ser considerados perfeitos
24 Acordo em sistemas com falha Objetivo: Todos os processos que não apresentam falhas devem chegar a um consenso sobre alguma questão, dentro de um número finito de etapas
25 Acordo em sistemas com falha Lamport et al (1982)
26 Acordo em sistemas com falha Lamport et al (1982) Premissa: Processos síncronos, mensagens unicast, ordenação preservada e o atraso de comunicação limitado Sistema: N processos e cada processo i fornece um valor v i aos demais Objetivo: Cada processo deve construir um vetor V de comprimento N tal que, se o processo i não for faltoso, V[i] = v i. Caso contrário, V[i] é indefinido
27 Acordo em sistemas com falha
28 Acordo em sistemas com falha Lamport et al (1982) Em um sistema com k processos faltosos, pode-se conseguir um acordo somente se estiverem presentes 2k+1 processos funcionando corretamente, para um total de 3k+1. Um acordo somente é possível se mais do que dois terços dos processos estiverem funcionando adequadamente.
29 Acordo em sistemas com falha
30 Acordo em sistemas com falha
31 Acordo em sistemas com falha
32 Acordo em sistemas com falha Chegar a um acordo é muito complicado! Fischer et al (1985) Provaram que, em um sistema distribuído no qual não se pode garantir que as mensagens sejam entregues dentro de um tempo conhecido e finito, nenhum acordo é possível, mesmo que só um processo seja faltoso Problema: Como distinguir se um processo caiu ou está muito lento?
33 Detecção de falhas Para ter sistemas tolerantes a falhas, devemos primeiramente detectar a falha propriamente dita! Processos enviam ativamente uns aos outros mensagens 'você está vivo?' Ou, esperam passivamente pela entrada de mensagens de processos diferentes Abordagem mais utilizada: pings
34 Detecção de falhas Essência: Falhas são detectadas através de mecanismos de timeouts Definir timeouts de maneira eficiente é muito difícil e depende da aplicação É difícil distinguir falhas dos processos das falhas da rede Possível Solução Considerar possíveis notificações de falhas entre os membros do sistema Gossiping
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