História da construção do PCCTAE
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- Jerónimo Estrada Miranda
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1 Comissão Interna de Supervisão da Carreira /UFRGS Seminário sobre o PCCTAE -Módulo I maio de 2016 História da construção do PCCTAE Tônia Cunha Duarte da Silva Psicóloga aposentada UFRGS
2 História da carreira dos TAE Universidades brasileiras organizadas em autarquias e fundações, trabalhadores com vínculos trabalhistas diferentes: celetistas e estatutários Antes de 1985 o controle era centralizado no DASP Departamento Administrativo do Serviço Público. A partir de PCSBV- Plano de Cargos e Salários, Benefícios e Vantagens Isonomia Fundações, Autarquias seguiam controladas pelo DASP. Em grande greve da FASUBRA conquista a unificação da gestão dos cargos e carreira num plano único que incluiu também os servidores das Escolas Técnicas Federais da época Plano Único de Classificação e Retribuição de Cargos e Empregos o PUCRCE.
3 História da carreira dos TAE PUCRCE- Plano Único de Classificação e Retribuição de Cargos e Empregos. LEI N.º /87. DECRETO Nº /87. PORTARIA N.º 475/E/ cargos hierarquizados em três grupos Apoio, Intermediário e Superior. Cada um desses grupos se sub-dividia, segundo a complexidade dos cargos ( critérios de escolaridade,experiência, risco, responsabilidade e esforço), em subgrupos. Eram 13 sub-grupos : seis no grupo de apoio, quatro no Intermediário e três no superior. No PUCRCE inicial, o piso do grupo de apoio era de 3 salários mínimos, o do intermediário 5,9 salários mínimos e o do nível superior 9,6.
4 História da carreira dos TAE Desenvolvimento no PUCRCE Progressão por tempo - a cada 4 anos, um padrão Progressão por desempenho - a cada 2 anos, um padrão. Isso totalizava 3 progressões a cada 4 anos. Progressão por cursos de treinamento e de educação formal - num limite de 3 progressões dentro do mesmo cargo. Em algumas IFE existiam 5 progressões. Ascensão Funcional mudança de cargo mediante concurso interno ( até a promulgação da CF de 1988) e Ao ocupar o novo cargo, os servidores tinham direito a mais 2 progressões por capacitação
5 História da carreira dos TAE PUCRCE e a Constituição de 1988 Constituição acabou com o concurso interno. Qualquer acesso a cargo público passa a ser obrigatoriamente via concurso público (Art. 37, II), quando antes era exigido que apenas o primeiro acesso assim o fosse. O acesso a cargo sem ser via concurso público é definido como provimento derivado e considerado inconstitucional. Obrigatoriedade de que o regime de trabalho fosse único para todos os servidores- ou celetista ou estatutário, ou chegou-se ainda a debater outro que viesse a ser criado, mas igual para todos. Além disso a CF definiu a existência de Planos de Carreira para os servidores do serviço público. Começa a democratização em IFE com alguns processos paritários.
6 História da carreira dos TAE RJU e Diretrizes de Planos de Carreira A partir de 1989, com o envio pelo Governo dos projetos de RJU e de DPC ao Congresso, foi realizada a discussão sobre Regime Jurídico Único ( celetista ou estatutário) e sobre as Diretrizes de Planos de Carreira. Defendemos o regime estatutário mas com previsão de negociação coletiva. No início foi aprovado no parlamento mas foi derrubado no STF. Em 1990 entra em vigência a Lei Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos Federais RJU, vigente até hoje embora com muitas alterações e perdas de direitos. Passamos a ser todos estatutários, fim do FGTS
7 História da carreira dos TAE Carreirão e Carreira Atividade Finalística Em 1991 debateu-se muito sobre modelos de carreira se uma carreira só para os servidores públicos federais- o chamado carreirão- ou carreiras por atividade finalística- como a nossa. Governo apresenta uma proposta de Diretrizes de Planos de Carreira e o Fórum Nacional de Entidades dos Servidores Públicos Federais trabalhava com a idéia de carreirão. FASUBRA debate Carreira por atividade finalística e na esteira do debate sobre projeto de Universidade e Autonomia, estabelece a posição de propor um novo plano de carreira que se constitua em instrumento capaz de forçar um planejamento estratégico incluindo trabalhadores e público usuário.
8 História da carreira dos TAE Carreirão e Carreira Atividade Finalística Citação de boletim da época: Um Plano de Carreira que se preocupe com o aspecto qualitativo de desenvolvimento profissional tanto na ótica do Servidor como na ótica da Instituição...Temos que discutir e definir afinal se somos todos profissionais da educação e propor uma carreira que, pela qualificação profissional, permita um desenvolvimento dinâmico dentro desse mesmo fazer, um progredir dentro das especialidades da educação e o acompanhamento do desenvolvimento da própria instituição
9 História da carreira dos TAE Desconstrução estrutura do PUCRCE Por volta de 1992 até 1994, o PUCRCE sofre várias alterações em sua estrutura hierárquica e tabela de remunerações : extinguiram-se os sub-grupos nos grupos de apoio, intermediário e superior até que restaram apenas os grupos; vários cargos foram retirados do grupo/nível de apoio e reclassificados no grupo/nível intermediário por decisão do poder executivo. Entre eles os de cozinheiro, porteiro, recepcionista, contínuo, operador de máquina copiadora. A classificação de cargos e estrutura original do PUCRCE foram desconstruídas. Seguem medidas como alterações de tabela e de step criada a GAE- Gratificação de Atividade Executiva
10 História da carreira dos TAE Projeto de Carreira do Cargo de Técnicoadministrativo em Educação Reflexões sobre o projeto de universidade da FASUBRA e do papel do servidor público e da visão de Estado prestador de serviço que garantem direitos nas áreas sociais, constituem a nossa concepção de carreira. Aprovada em 1994 em Congresso, a posição da categoria é de que a carreira: Seja organizada por atividade finalística educação; Constitua-se em instrumento estratégico de gestão democrática, de mudança cultural nas Instituições e de formação do trabalhador em Educação, Toma o cidadão usuário como sujeito central do fazer universitário.
11 Projeto de Carreira do Cargo de Técnicoadministrativo em Educação Elementos conceituais Macro-cargo único - técnico-administrativo em educação, Especialidades correspondentes as atividades profissionais dos cargos do PUCRCE, podendo ser atualizadas; Hierarquização das especialidades em 5 classes (de A a E), segundo conceito que considera além do critério da escolaridade os da experiência, responsabilidade, risco e esforço físico; Especialidades distribuídas em dez ambientes organizacionais, que servem à politica de capacitação e desenvolvimento: administrativo, infraestrutura, ciências humanas, jurídicas e sociais, ciências biológicas, ciências extas e da natureza, ciências da saúde, agropecuário, informação,artes, comunicação e difusão e marítimo, fluvial e lacustre. Mudança de especialidade e ambiente mediante progressão funcional - processo de capacitação, que seleciona o pessoal internamente, configurando uma carreira de sistema misto com vagas para seleção interna e vagas para ingresso via concurso público;
12 Projeto de Carreira do Cargo de Técnicoadministrativo em Educação Elementos Conceituais step constante de 5% entre os padrões salariais linearidade na estrutura hierárquica expressando valorização social do trabalho e igualdade de tratamento para todas as classes, matriz salarial única de 39 padrões com diferença de dois padrões salariais entre uma classe e a seguinte, mesmo número de padrões salariais 16 - para desenvolvimento para cada classe, mesmo número de níveis de capacitação 4- em cada classe com diferença de um padrão entre eles, mesmo número e percentuais de incentivo à qualificação para os cargos integrantes de cada classe (10%,15% e 20%); conforme o servidor vá adquirindo nível de formação além do exigido para o cargo
13 Projeto de Carreira do Cargo de Técnicoadministrativo em Educação Desenvolvimento Progressão por capacitação e por mérito; baseado em capacitação e avaliação com viés institucional e de democratização das relações de trabalho, avanços por desempenho de um padrão a cada dois anos, e três padrões por capacitação. Progressão funcional - mudança de especialidade e ambiente mediante processo de capacitação, Incentivo por mérito e permanência devido ao servidor que chegue ao final de tabela, não se aposente e obtenha mérito na avaliação de desempenho. Corresponde a um padrão e incorpora na aposentadoria.
14 Padrões de Vencimento por Classe e Nível de Capacitação Matriz Salarial Única Ní v.de C apac. I II III IV I II III IV I II III IV I II III IV I II III IV
15 História da carreira dos TAE Rehierarquização 1995 a 2002, negativa dos Governos de debater carreira, não encaminhamento das DPC, desconstrução do PUCRCE, levam ao debate da rehierarquização dos cargos. Rehierarquização - retomada parcial da hierarquia do PUCRCE, organizando-os em 5 classes ( ao invés dos 13 sub-grupos) e de uma tabela que resgatasse o valor dos salários e o step constante. PUCRCE já estava com step s variando de 0, 1 a 19 %, penalizando muito pessoal de nível de apoio. Servidores tinham complementação de salário mínimo. Pisos x salário mínimo: Nível de Apoio - 0,41, Nivel Intermediário - 0,77 e Nível Superior - 1,36. Gratificação de atividade executiva a GAE- representava 160% da remuneração são extintos e colocados em extinção 56 cargos do PUCRCE. A terceirização acelera e traz junto o desvio de função dentro da Instituições. Chega-se ao final desse período sem conseguir negociar a rehierarquização.
16 17 PADRÕES 16 PADRÕES 15 PADRÕES 15 PADRÕES 17 PADRÕES 17 PADRÕES 16 PADRÕES 15 PADRÕES História da Carreira dos TAE Rehierarquização ESTRUTURA SALARIAL DO PUCRCE NÍVEL DEAPOIO - NA NÍVEL MÉDIO NÍVEL SUPERI ESTRUTURA SUB- SUB- VENC. STEP GRUPOS VENC. STEP GRUPOS VENC. STEP CLASSE PADRÃO III 586,83 4, ,24 4, ,39 6,88 ESPECIAL II 558,92 1,91 999,79 4, ,75 7,01 I 548,45 1,60 958,03 4, ,37 1,51 VI 539,81 0,55 918,07 4, ,85 2,98 V 536,85 0,55 879,82 4, ,63 2,96 C IV 533,89 0,56 843,26 4, ,86 2,96 III 530,93 0,56 808,21 4, ,32 2,96 II 527,97 0,56 774,58 4, ,92 2,96 I 525,01 0,57 742,50 4, ,71 2,96 VI 522,05 0,57 711,69 4, ,58 2,96 V 519,09 0,57 682,30 4, ,54 2,96 B IV 516,13 0,58 654,13 4, ,55 2,95 III 513,17 0,58 627,11 4, ,58 2,95 II 510,21 0,58 601,27 4, ,60 2,95 I 507,25 0,59 576,55 4, ,60 2,94 V 504,29 0,59 552,92 2, ,58 2,95 IV 501,33 0,59 540,92 1, ,36 19,25 A III 498,37 0,60 533,89 1,02 858,13 2,95 II 495,41 0,60 528,51 1,03 833,54 2,95 I 492,45 523,13 809,64 REL. PISO-TETO 1, ,6% 1, ,4% 2, ,34% STEP MÉDIO 0,93% 3,70% 4,09% Fonte: Departamento de Pessoal da UFPel - Base: fev/2002
17 História da carreira dos TAE A incorporação da GAE/ PCU o Governo tenta terminar com a GAE e introduzir uma gratificação de desempenho produtivista. Modelo de avaliação com um percentual fixo de número de servidores com a pontuação e retribuição máxima e a curva da avaliação forçosamente jogava outro percentual para avaliação mais baixa. A avaliação era sujeita ao recurso financeiro disponível ou planejado e tinha que se encaixar naquele montante. Tratamento diferenciado ativos e aposentados, que receberiam percentual menor de gratificação do que os ativos. Histórica greve de 2001 rejeita a gratificação de desempenho, como incorpora a GAE e mantém a paridade entre ativos e aposentados.
18 História da carreira dos TAE A incorporação da GAE/ PCU Acordo com o MEC GT S pontos históricos: rehierarquização, concurso público estatutário, capacitação, hospitais universitários, autonomia/financiamento e plano nacional de educação. Grupos trataram dos quatro primeiros temas. Na mesa estiveram a FASUBRA, o MEC, o SINASEFE e a ANDIFES. Prazo de 180 dias para projeto de lei que tratasse da rehierarquização correção das distorções da matriz hierárquica salarial. Passos que tornassem viável a implantação de nosso projeto de carreira: Anteprojeto de Criação do Cargo Único - projeto de carreira histórico sem a parte de desenvolvimento Governo não encaminhou o mesmo ao Congresso, descumprindo o acordo.
19 Avanços e Impasses na Negociação da Carreira 2003 a 2005 Final de 2002/2003, posse do Governo Lula, apresentação das propostas de carreira e de Universidade e retomada da negociação. Debate instalou-se em abril/maio de 2003 em meio ao debate prioritário da Reforma da Previdência. Comissão Interinstitucional para analisar o PCU Mec, do Ministério do Planejamento (MP), da Andifes, da Casa Civil e nossa (FASUBRA e SINASEFE). Dificuldades de atuação do Mec e da Andifes. Diálogo estabeleceu-se na Secretaria de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Secretário Luiz Fernando Silva disposto a tomar nosso projeto como possível referência para a discussão de Diretrizes de Planos de Carreira. Resistências no Governo também se expressaram através da Casa Civil, no próprio Mec e também no Planejamento.
20 Avanços e Impasses na Negociação da Carreira 2003 a 2005 Principais resistências apontadas 2003 Questão conceitual um único macro-cargo e a figura da progressão funcional mudança de especialidades a alegada inconstitucionalidade abrigava a visão sobre carreira predominante no Governo a de carreira por cargo num sistema aberto, com ingresso por concurso público unicamente Repercussão financeira, resistência ao custo do projeto orientou toda a negociação. Governo protela por um tempo o relatório final, e promete um Plano de Carreira ainda no ano de 2003, o que não é cumprido.
21 Avanços e Impasses na Negociação da Carreira 2003 a 2005 Mudança de interlocução no Planejamento Luiz Fernando Silva, da SRH/Planejamento- saiu de cena. Aparece na mesa, concretamente, a proposta de renúncia a que as ações judiciais repercutissem sobre a nova tabela. A categoria rejeitou isto. Acordo rebaixado ao final de uma greve cujo eixo era a questão da previdência. Conseguimos garantir os recursos previstos para 2003 e 2004 em forma de gratificação que deveria constituir-se em antecipação de carreira. Na última Plenária de 2003 definiu-se retomar a luta pela carreira no início do 1º semestre, como parte de debate sobre a Reforma Universitária.
22 Avanços e Impasses na Negociação da Carreira 2003 a 2005 SPF s- eixo de correção das distorções junto ao de reposição das perdas e definição de data-base para maio, para todas as carreiras do serviço público federal. Governo - política de gratificações a carreiras com os menores salários PUCRCE, PCC (Condsef), Previdência e Saúde e também o ANDES. Mas contemplou outras categorias com reestruturação de carreiras e gratificações Banco Central, Pol. Fed., Ciência e Tecnologia, Gestores. GT - Gratificação Temporária (Acordo da greve de 2003): 15 %, em 3 etapas : 5% em 12/03, 5% em 11/04 e 5% em 12/04 GEAT (antecipação de carreira ) em Maio de 2004: NA R$130,00; NI R$180,00; NS R$265,00. Ganhos salariais - Dezembro de 2003 a dezembro de 2004 NA de 38,30 % a 42,55% NI de 33,40 % a 50,56% NS - de 31,42% a 48,88%
23 Avanços e Impasses na Negociação da Carreira 2003 a 2005 Impusemos um Termo de Compromisso que resgatou o debate sobre o Plano de Cargo Único (2001), referenciado no relatório da Comissão Interinstitucional. Relatório reafirmava os dois problemas principais na ótica do Governo: as inconstitucionalidades e o custo. Soluções apontadas: alterações e/ou regulamentação constitucionais e decisão política de priorizar nossa carreira, com liberação de recurso orçamentário e financeiro. Governo aceita o prazo de 15 de junho de 2004 para envio ao Congresso da lei das gratificações e do projeto de lei de Carreira. Comissão nomeada e integrada por Mec, Fasubra e Sinasefe, sob a presidência do Mec e acompanhada pelo MP, com atuação efetiva no debate.
24 Avanços e Impasses na Negociação da Carreira 2003 a 2005 Mudanças de posição/ tensionamentos internos na Bancada do Governo sobre trabalharmos ou não com o conceito de macro-cargo um, dois ou três. Chegou a ser apresentada como proposta pelo Secretário de Recursos Humanos do MP a proposta de dois (ou três) macro-cargos. Idéia de progressão funcional entre especialidades ou cargos esteve sempre descartada e remetida às Diretrizes de Planos de Carreira. Governo pede dias de prazo para resolver divergências internas e retorna com a proposta de trabalhar com a racionalização dos cargos do PUCRCE. Recomeço do diálogo sobre o cenário 2 aprovado na FASUBRA especialidades como cargos, sem mudança de cargo. Mantidos conceitos de classe e níveis de capacitação, e a estrutura de 39 padrões, com step constante e matriz salarial única, garantida a linearidade. Como piso, reivindicamos a incorporação das gratificações do NA no atual piso o que totalizou os R$ 701,98 aprovados.
25 Avanços e Impasses na Negociação da Carreira 2003 a 2005 Debates políticos conceituais principais ser ou não carreira, chamarmos ou não de carreira, macro-cargo ou micro-cargo, conceitos de carreira, classe, promoção ou progressão, atribuições gerais dos cargos, correlação direta e indireta da capacitação com o cargo e/ou ambiente, constar ou não no projeto de carreira a questão do dimensionamento de pessoal e critérios de alocação de vagas, critério de enquadramento e terceirização.
26 Avanços e Impasses na Negociação da Carreira 2003 a 2005 Outros embates mais relacionados a repercussão financeira : incentivos, aproveitamento de capacitação já realizada, aproveitamento de disciplinas e de segundos cursos de graduação e pósgraduação, interstício para mudança de nível de capacitação, relação entre piso e step,.
27 Avanços e Impasses na Negociação da Carreira 2003 a 2005 Greve de 2004 Dia 15 de junho chegou e o termo não foi cumprido nem quanto as gratificações e nem quanto ao projeto de lei. Greve, com operações centradas no MEC e caravanas em BSB, fomos recebidos pelo então Ministro Tarso Genro. Interlocução principal passa a ser o Mec, temas dos debates se repetem mas a discussão fluiu e algumas questões conceituais foram absorvidas com mais facilidade. Dentro do Governo, a comunicação foi mais efetiva e chegamos a um produto quase final de texto que contém avanços e impasses.
28 Avaliação PCCTAE Avanços Estrutura conquistada 5 classes com 4 níveis de capacitação, 16 padrões de vencimento em cada um, constituindo uma única malha salarial com 39 padrões, assemelhada à do PCU e carreira histórica Piso com valor aproximado a três salários mínimos (R$701,98 x R$780,00) valor percentual de step constante de 3, 23%, apesar de aquém do reivindicado. Absorção das gratificações; Novo ganho para parcela significativa da categoria; de 31% a 116% Reconhecimento como Profissionais de Educação nas atribuições gerais dos Cargos pesquisa e extensão. Criação da CNSC, composta paritariamente, e das CIS - totalmente eleitas e com papel de acompanhamento e fiscalização da implementação da Carreira nas IFE
29 AvaliaçãoPCCTAE Avanços Mantém princípios e conceitos históricos, como os de classe, ambiente, critérios de desenvolvimento. PDIC e Programas: Plano de desenvolvimento, retomada da possibilidade de progressão. No PUCRCE tínhamos 70% da categoria no último padrão da tabela. Conceito de classe classe é o elemento que efetiva a hierarquização dos cargos, levando em conta critérios outros que não só a escolaridade. É o reconhecimento jurídico-formal de que a experiência, a responsabilidade, o risco e esforço físico, pesam na definição do valor do trabalho. reconhecimento da capacitação e da avaliação de desempenho, integrada à avaliação institucional, como critérios de desenvolvimento na carreira. Caracterização na lei da avaliação como processo pedagógico e participativo que deve envolver os coletivos de trabalho no planejamento, avaliando também as chefias segundo objetivos e metas pactuados. inclusão da garantia de programas de capacitação que contemplem formação geral e específica e a educação formal, a qual corresponderá incentivo financeiro quando exceder a formação que o cargo exige
30 Avaliação PCCTAE Avanços Reconhecimento de que a capacitação do pessoal da classe E pode se dar em ações planejadas pela Instituição que não necessariamente a pós-graduação. Posições iniciais do Governo só queriam reconhecer o pós-graduação como capaz de capacitar o técnico-administrativo da classe E Reconhecimento das capacitações já certificadas e averbadas, desde que obedeçam aos critérios do Plano de Carreira e do Plano de Desenvolvimento Institucional, Governo não queria considerar as ações de capacitação já averbadas para enquadramento no nível de capacitação. Forma e percentuais dos Incentivos à qualificação aceitos. Houve resistência ao incentivo à qualificação em iguais percentuais para os cargos do nível A, Enquadramento/ mudança de nível de capacitação, manterá a posição relativa já alcançada pelo servidor na escala de padrões de seu nível de capacitação anterior. Ou seja, seremos enquadrados por nível na diagonal, mantendo o caminho já percorrido por avaliação.
31 Avaliação PCCTAE Avanços consideração do ambiente organizacional para definir o que é área com correlação direta ou indireta. A princípio, o Governo queria considerar a correlação só com o cargo ocupado e não com a área de atuação. inclusão do dimensionamento de pessoal e definição de critérios de alocação de vagas no projeto de Lei,como parte integrante do Plano de Desenvolvimento Institucional e dos integrantes do Plano de Carreira critério de enquadramento: enquadramento no padrão de vencimento do Nível de Classificação/Classe por tempo de serviço público federal e enquadramento no nível de capacitação.
32 Avaliação PCCTAE Limites Carreira por micro-cargos. Rejeição do macro-cargo único. Ao máximo que o Governo consegue chegar é à idéia de dois macro-cargos, separando necessariamente as atribuições que exigem formação de nível superior das demais. Desenvolvimento Limitado Falta Progressão Funcional (Ascensão Funcional). Rejeição ao Incentivo de estímulo ao mérito e permanência Terceirização - Recuperação dos cargos em extinção negada. Prazo de 12 meses para debate e avaliação política sobre o tema Tabela Salarial Piso e Step menores do que o pretendido, resultando na parcela complementar - VBC e teto baixo; Política de contingenciamento de gastos para cumprir política econômica pauta sempre a negociação. VBC- Vencimento Básico Complementar : quando o enquadramento por tempo de serviço público federal resultar em padrão de vencimento de valor inferior ao de dez/04 (vencimento básico + GT e GEAT), a diferença será paga como parcela complementar. O governo queria pagar como vantagem pessoal. Em março de 2005/enquadramento, quem ficou com VBC não teve aumento,em Janeiro de 2006, com o step de 3,6%, quem continuou com VBC, não teve aumento. Até hoje se reivindica a não absorção.
33 Avaliação PCCTAE Limites Incentivo à qualificação - manteve o "até, que depois foi resolvido e teve alterado o seu formato em Não reconheceu capacitação anterior ao ingresso, o que depois foi reconhecido e considerado, sem que se pudesse somar carga horária do que não fosse ação modular. Posteriormente foi alterado com a possibilidade de soma de carga horária de cursos de no mínimo 20 horas para os ativos Manutenção no texto da jornada de 40 horas semanais, que foi retirado na lei promulgada. O não estabelecimento de prazo no texto da Lei para a etapa de enquadramento por NC e do Incentivo à Qualificação, que foi efetivado em Racionalização de cargos limitada, que segue até hoje sendo assim considerada pelo Governo. Depois da implantação foram apontados os problemas no enquadramento de aposentados, e o reposicionamento passa a ser pauta de reivindicação e até hoje não foi resolvido.
34 Repercussão Salarial Dezembro de 2002 a Março de 2015
35 PUCRCE ao PCCTAE Variação percentual piso e teto NC1 dez/02 dez/10 % NA Classe A Variação R$ 492,45 inicial R$ 1.034,59 Inicial 110,09 R$ 586,82 final R$ 1.758,63 final 199,69 NM Classe D Variação R$ 523,13 Inicial R$ 1.821,94 Inicial 248,28 R$ 1.043,24 final R$ 3.096,95 final 196,86 NS Classe E Variação R$ 809,64 Inicial R$ 2.989,33 Inicial 269,22 R$ 1.735,39 final R$ 5.081,25 final 192,80
36 Reestruturação da Tabela Piso: R$ 1.034,59 R$ 1.086,32 R$ 1.140,64 R$ 1.197,67 Atual Variação Classe VENC. BAS. VENC. BAS. VENC. BAS. VENC. BAS. atual/2015 inicial/final P1 R$ 1.034,59 R$ 1.086,32 R$ 1.140,64 R$ 1.197,67 15,76% A1-I P2 R$ 1.071,84 R$ 1.125,43 R$ 1.182,84 R$ 1.243,18 15,99% P3 R$ 1.110,42 R$ 1.165,94 R$ 1.226,60 R$ 1.290,42 16,21% P4 R$ 1.150,40 R$ 1.207,92 R$ 1.271,99 R$ 1.339,46 16,43% P5 R$ 1.191,81 R$ 1.251,40 R$ 1.319,05 R$ 1.390,35 16,66% P6 R$ 1.234,72 R$ 1.296,45 R$ 1.367,86 R$ 1.443,19 16,88% B1-I P7 R$ 1.279,17 R$ 1.343,12 R$ 1.418,47 R$ 1.498,03 17,11% P8 R$ 1.325,22 R$ 1.391,48 R$ 1.470,95 R$ 1.554,95 17,34% P9 R$ 1.372,92 R$ 1.441,57 R$ 1.525,38 R$ 1.614,04 17,56% P10 R$ 1.422,35 R$ 1.493,47 R$ 1.581,81 R$ 1.675,38 17,79% P11 R$ 1.473,55 R$ 1.547,23 R$ 1.640,34 R$ 1.739,04 18,02% C1-I P12 R$ 1.526,60 R$ 1.602,93 R$ 1.701,03 R$ 1.805,12 18,24% P13 R$ 1.581,56 R$ 1.660,64 R$ 1.763,97 R$ 1.873,72 18,47% P14 R$ 1.638,49 R$ 1.720,42 R$ 1.829,24 R$ 1.944,92 18,70% P15 R$ 1.697,48 R$ 1.782,35 R$ 1.896,92 R$ 2.018,83 18,93% P16 R$ 1.758,59 R$ 1.846,52 R$ 1.967,11 R$ 2.095,54 19,16% P17 R$ 1.821,90 R$ 1.912,99 R$ 2.039,89 R$ 2.175,17 19,39% D1-I
37 Reestruturação da Tabela P18 R$ 1.887,49 R$ 1.981,86 R$ 2.115,37 R$ 2.257,83 19,62% P19 R$ 1.955,44 R$ 2.053,21 R$ 2.193,64 R$ 2.343,63 19,85% A16-IV P20 R$ 2.025,83 R$ 2.127,12 R$ 2.274,80 R$ 2.432,69 20,08% P21 R$ 2.098,76 R$ 2.203,70 R$ 2.358,97 R$ 2.525,13 20,32% P22 R$ 2.174,32 R$ 2.283,03 R$ 2.446,25 R$ 2.621,08 20,55% P23 R$ 2.252,59 R$ 2.365,22 R$ 2.536,76 R$ 2.720,68 20,78% P24 R$ 2.333,69 R$ 2.450,37 R$ 2.630,62 R$ 2.824,07 21,01% B16-IV P25 R$ 2.417,70 R$ 2.538,58 R$ 2.727,95 R$ 2.931,38 21,25% P26 R$ 2.504,74 R$ 2.629,97 R$ 2.828,89 R$ 3.042,78 21,48% P27 R$ 2.594,91 R$ 2.724,65 R$ 2.933,56 R$ 3.158,40 21,72% P28 R$ 2.688,32 R$ 2.822,74 R$ 3.042,10 R$ 3.278,42 21,95% P29 R$ 2.785,10 R$ 2.924,36 R$ 3.154,66 R$ 3.403,00 22,19% C16-IV P30 R$ 2.885,37 R$ 3.029,64 R$ 3.271,38 R$ 3.532,31 22,42% P31 R$ 2.989,24 R$ 3.138,70 R$ 3.392,42 R$ 3.666,54 22,66% E1-I P32 R$ 3.096,85 R$ 3.251,70 R$ 3.517,94 R$ 3.805,87 22,89% P33 R$ 3.208,34 R$ 3.368,76 R$ 3.648,10 R$ 3.950,49 23,13% P34 R$ 3.323,84 R$ 3.490,03 R$ 3.783,08 R$ 4.100,61 23,37% P35 R$ 3.443,50 R$ 3.615,67 R$ 3.923,06 R$ 4.256,44 23,61% D16-IV P36 R$ 3.567,46 R$ 3.745,84 R$ 4.068,21 R$ 4.418,18 23,85% P37 R$ 3.695,89 R$ 3.880,69 R$ 4.218,73 R$ 4.586,07 24,09% P38 R$ 3.828,95 R$ 4.020,39 R$ 4.374,83 R$ 4.760,34 24,33% P39 R$ 3.966,79 R$ 4.165,13 R$ 4.536,70 R$ 4.941,24 24,57% P40 R$ 4.109,59 R$ 4.315,07 R$ 4.704,55 R$ 5.129,00 24,81% P41 R$ 4.257,54 R$ 4.470,41 R$ 4.878,62 R$ 5.323,91 25,05% P42 R$ 4.410,81 R$ 4.631,35 R$ 5.059,13 R$ 5.526,21 25,29% P43 R$ 4.569,60 R$ 4.798,08 R$ 5.246,32 R$ 5.736,21 25,53% P44 R$ 4.734,10 R$ 4.970,81 R$ 5.440,43 R$ 5.954,19 25,77% P45 R$ 4.904,53 R$ 5.149,76 R$ 5.641,73 R$ 6.180,44 26,01% P46 R$ 5.081,09 R$ 5.335,15 R$ 5.850,47 R$ 6.415,30 26,26% P47 R$ 5.264,01 R$ 5.527,21 R$ 6.066,94 R$ 6.659,08 26,50% P48 R$ 5.453,52 R$ 5.726,19 R$ 6.291,42 R$ 6.912,13 26,75% P49 R$ 5.649,85 R$ 5.932,34 R$ 6.524,20 R$ 7.174,79 26,99% E16-IV
38 Desafios atuais Regulamentações e efetivação da Racionalização plena, que pode ser por dentro de uma nova carreira Piso e Teto, Step constante, VBC houve avanço de piso e salarial em geral e do step - 3,8%, Revisão da extensão da tabela e piso/step. Retomada ou não da linearidade no desenho estrutural da tabela, no incentivo à qualificação, quanto ao step, que, por posição do Governo, deixou de ser necessariamente constante. Correção de Desvio de função. Fim da Terceirização, com resgate das atividades permanentes das IFE na descrição dos cargos. Plano de Desenvolvimento - Modelo de alocação e dimensionamento, ainda pendente. Acompanhamento da Capacitação e Avaliação. Implementação do PNQP Reposicionamento dos Aposentados e isonomia em relação aos incentivos por qualificação e somatório de carga horária de cursos dos ativos. 30 horas como regime de trabalho para todos. Luta contra o modelo de Fundações Públicas de direito privado EBSRH para os HUS. Carreira de fato macro-cargo único ou outro formato dois, três,por ambiente, e ascensão funcional/progressão funcional - alteração constitucional. Uma nova carreira que atenda ao novo perfil e as diferentes regras da previdências
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