INTERAÇÃO GENÓTIPO x AMBIENTE EFEITO DO AMBIENTE
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- Luciana Gomes Neiva
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1 INTERAÇÃO GENÓTIPO x AMBIENTE EFEITO DO AMBIENTE
2 EFEITO DO AMBIENTE Mudança do fenótipo de um mesmo genótipo, devido à influência do ambiente Indivíduos com o mesmo genótipo apresentam fenótipos diferentes em ambientes diferentes F G + E O fenótipo observado é o resultado de um conjunto de potencialidades (genótipo) que está sob ação do ambiente
3 Onde o ambiente atua? Penetrância Porcentagem de indivíduos que expressam o fenótipo correspondente entre os indivíduos com um mesmo genótipo. Expressividade Variação no grau de expressão do fenótipo (mais forte em uns e mais fraco em outros).
4 Efeitos internos Idade, sexo; Cor da pelagem em gado Ayreshire; Produção de leite; Produção de ovos.
5 Efeitos externos Temperatura, nutrição, luz, umidade.
6 Rainha em abelhas, formigas e cupins
7 Gordura amarela em carneiros Y_ - Gordura branca com qualquer alimentação; yy - Gordura amarela se alimentado à pasto (não consegue degradar a xantofila da forragem verde); - Gordura branca se alimentado com ração e feno.
8 Interação genótipo x ambiente Comportamento diferencial dos genótipos em diversos ambientes Diferença do efeito do ambiente em cada genótipo F G + E + GE Animais Confinamento Pastagem degradada Efeito do ambiente Vaca 1 (Genótipo 1) 23,2 15,5 7,7 Vaca 2 (Genótipo 2) 13,3 5,6 7,7 Vaca 3 (Genótipo 3) 17,0 9,3 7,7
9 Genótipos Ambiente 1 (Confinamento) Ambiente 2 (Pastagem degradada) Efeito do ambiente Cabra 1 (Genótipo 1) 12,1 5,8 6,3 Cabra 2 (Genótipo 2) 7,3 2,6 4,7 Cabra 3 (Genótipo 3) 10,2 7,5 2,7
10 caráter caráter caráter caráter caráter
11 Avaliação das progênies Nas melhores condições ambientais? Principalmente alimentação? Estimativas mais seguras dos valores genéticos; Válida especialmente para caracteres de alta herdabilidade. Em condições limitadas de ambiente? Restrições alimentares? Seleção mais eficiente e compatível com o ambiente de exploração; Indicado para caracteres de baixa herdabilidade.
12 Questões: 1 A herdabilidade de um caráter é a mesma nos diversos ambientes? 2 A classificação dos animais com base nos seus valores genéticos é a mesma em todos os ambientes? 3 Para produção de leite o Brasil importa reprodutores ou sêmen de países de clima temperado (EUA e outros). O que é julgado superior lá também será aqui?
13 Caráter G1 G2 G3 G4 G5 G6 Caráter G1 G2 G3 G4 G5 G6 Caráter G1 G2 G3 G4 G5 G6
14 Análise da interação Correlação genética entre ambientes, no caso de estarem evolvidos dois ambientes. r = 1 Os mesmos grupos gênicos influenciam o caráter, da mesma maneira, nos dois ambientes. r 1 Grupos gênicos diferentes atuam em cada um dos ambientes.
15 Resultados HOURI NETO (1996) registros de lactação em NY lactações no Brasil (MG, ES, SP, PR, SC, RS). Período r = 0,6. 24% dos reprodutores apresentaram valores negativos nos EUA e positivo no Brasil. 6% dos reprodutores apresentaram comportamento inverso. Alteração na classificação.
16 Estimativas de herdabilidade (diagonal), e correlações genéticas de produção de leite de vacas holandesas no Brasil e EUA (COSTA et all (2000)). Brasil EUA BRASIL EUA Leite Gordura Leite Gordura Leite 0,25 0,79 0,85 0,55 Gordura 0,22 0,67 0,88 Leite 0,34 0,62 Gordura 0,35
17 Consequências do efeito do ambiente e da interação genótipo x ambiente O mesmo genótipo pode apresentar fenótipos diferentes; Genótipos diferentes podem apresentar fenótipos iguais; Programas de melhoramento localizados; Recomendações específicas de raças novas, antes de estudos mais detalhados; De nada vale genótipo superior em ambiente inadequado. Não adianta melhorar o ambiente se o genótipo não é adequado Ramalho et al., (1990)
18 DEFINIÇÃO E INTERPRETAÇÃO DA DEP - DIFERENÇA ESPERADA NA PROGÊNIE A Diferença Esperada na Progênie (DEP) é usada para comparar o mérito genético de animais para várias características e prediz a habilidade de transmissão genética de um animal avaliado como progenitor; Ela é expressa na unidade da caráter: kg para peso, cm para PE e meses para IPP, podendo ter sinal positivo ou negativo; É a predição do mérito genético dos gametas produzidos pelo indivíduo; É a mais acurada avaliação do valor aditivo dos animais para muitos caracteres.
19 Termos equivalentes: PTA Predict Transmiting Ability (Habilidade predita de transmissão) Tem o mesmo significado, mas é mais utilizado para bovino de leite. TA Transmiting Ability (Habilidade de transmissão Com o conhecimento da DEP (PTA, TA ou outros termos equivalentes) de todos os animais de uma população, a seleção se torna extremamente fácil e eficiente. É a mais acurada avaliação do valor aditivo dos animais para muitos caracteres.
20 Como estimar o valor genético aditivo? (Algumas expressões) Usar informações fenotípicas disponíveis: 1 Do próprio animal; 2 Dos ancestrais e colaterais; 3 Da progênie do animal; 4 Combinação de todas (o que leva ao BLUP). BLUP Best Linear Unbiased Prediction (Melhor Predição Linear não Viezada).
21 Com uma informação do próprio indivíduo: VGA = h 2 (P - µ) h 2 herdabilidade; P fenótipo do indivíduo; µ - média do grupo contemporâneo do rebanho. Com mais de uma observação do fenótipo: VGA = [nh 2 /(1+(n-1)r)] (P i - µ)/n h 2 herdabilidade; P i fenótipo do indivíduo em cada medição; µ - média do grupo contemporâneo do rebanho; n número de observações do fenótipo; r repetibilidade.
22 Com informação de parentes: VGA = Rh 2 (P - µ) R Parentesco entre o indivíduo informante e o indivíduo para o qual se deseja estimar VGA. Paifilho = 0,5; Meio irmão = 0,25; Irmão completo = 0,5; h 2 herdabilidade; P fenótipo do indivíduo; µ - média do grupo contemporâneo do rebanho.
23 Com várias informações em um parente: VGA = [Rnh 2 /(1+(n-1)r)] (P i - µ)/n Com teste de progênie: VGA = [2Nh 2 /(4+(N-1)r)] (P i - µ)/n N número de progênies do indivíduo. Informação de parentes permite calcular VGA em idade precoce, em caráter com expressão em apenas um sexo, etc... Existem outras expressões a partir de diferentes informações.
24 Quanto maior o número e diversidade de origem das informações, maior confiabilidade terá a estimativa. As informações estão disponíveis nas escriturações zootécnicas das granjas, fazendas e livros de registros genealógicos das associações de raças. Combinar tudo é muito complicado. Só é possível com os recursos de informática e métodos estatísticos (Método da Máxima Verossimilhança, Equações de modelos Mistos, etc...) USDA Avalia geneticamente diversos caracteres da raça holandesa (35 milhões de animais). Portanto é possível a obtenção rotineira e simultânea da DEP, PTA, etc...
25 A DEP para efeito maternal prediz a diferença esperada, por exemplo, em peso das progênies das filhas do animal avaliado (netas), devido às diferenças na habilidade maternal apresentada por elas. Considere um exemplo com o peso ao sobreano em gado de corte. Se a DEP (P450) para o touro A for de 10 kg e a DEP para o touro B de -5 kg, a diferença entre A e B será de 15 kg.
26 Isso significa que podemos esperar que a progênie do touro A produza, em média, 15 kg a mais em peso aos 450 dias que a do touro B, sob as mesmas condições de criação. Esse valor (15 kg) reflete a diferença no valor genético médio dos gametas produzidos pelos touros, pois o material genético dos pais é transmitido à sua descendência por meio dos seus gametas.
27 Identif. TOUROS N o de Progênies VALOR GENÉTICO DAS PROGÊNIES (kg) DEP (450 dias) Inferior Média Superior A ,1 2,3 22,2 43,8 B ,9-7,7 14,6 34,1 C 609 9,8-16,9 10,9 48,4 D 661 6,0-15,7 6,6 34,2 E 239-1,6-24,3-1,7 16,2 F 293-8,8-33,3-8,6 9,4 A variabilidade nos VG na progênie de um mesmo touro, é consequência da amostragem aleatória dos genes do touro (gametas) e do material genético herdado de suas mães.
28 Peso ao nascer (PN) Touros com DEP baixas ou (-); Peso a desmama (PD) Touros com DEPs + e altas; Ganho de peso ao sobreano (GPS) DEPs mais altas são as mais indicadas; Conformação, musculosidade e precocidade (MUSC) DEPs mais elevadas; Perímetro escrotal (PE) DEPs elevadas.
29 DEPs considerando vários caracteres PTAT PTA para tipo, medindo a habilidade do reprodutor em transmitir um tipo que reúne dados de proteína, gordura, tipos de úbere, compostos de úbere e pernas/pés, na proporção 3:1:1:0,65:0,35. MGT Mérito genético total para machos (PMGRN USP, ABCZ e empresas particulares) 0,15 para habilidade maternal (DEPMP 120); 0,20 para crescimento pré-desmama (DEPDP 120); 0,20 para crescimento pós-desmama (DEPDP 450); 0,125 para fertilidade (DEPPE 365); 0,125 para fertilidade (DEPPE 450).
30 MGT Mérito genético total para fêmeas (PMGRN USP, ABCZ e empresas particulares) 0,30 para habilidade maternal (DEPMP 120); 0,20 para crescimento pré-desmama (DEPDP 120); 0,25 para crescimento pós-desmama (DEPDP 365); 0,25 para crescimento pós-desmama (DEPDP 450); Índice CFM Agropecuária (USP) I CFM = 2PD + 4 GP sobcrceano + 2 MUSC + 2PE PD DEP para peso à desmama; GP sobcrceano - DEP p/ ganho de peso da desmama ao sobreano; MUSC DEP p/ escore visual de musculosidade ao sobreano; PE DEP para perímetro escrotal.
31 ACURÁCIA Correlação entre o valor estimado e o real; Mede a certeza ou segurança com que cada DEP é estimada, variando com o tipo e número de informações disponíveis de cada indivíduo; 0 Acurácia 1 Acurácia baixa Grande possibilidade da DEP se alterar com o incremento do número de informações; Acurácia alta O valor da DEP tem pouca probabilidade de ser alterado em avaliações futuras.
32 Para bovinos de corte: ACURÁCIA Acurácia 1 PEV 2 A Para bovinos de leite: Acurácia 1 PEV 2 A PEV Prediction Error Variance (Variância da predição do erro). É o elemento da diagonal do inverso da matriz Left Hand Side (LHS -1 ), relativo ao animal para o qual foi calculado o DEP; 2 A - variância aditiva para o caráter.
33 Uso da Acurácia Para determinar a proporção de descendentes do ndivíduo (número de fêmeas para acasalamento por exemplo); Portanto um animal de DEP alta e acurácia baixa não deve ser descartado totalmente;
Avaliação genética. Os pais não transmitem o seu genótipo aos descendentes e sim uma amostra aleatória de genes.
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