Relatório de Atividades
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- Ana Lívia Peralta Nunes
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1 P á g i n a Relatório de Atividades Fundação Comunidade da Graça Casa Abrigo 31/12/2016
2 P á g i n a 2 Sumário Relatório Anual de Atividades... 3 Apresentação da Fundação Comunidade da Graça... 3 Apresentação da Casa Abrigo... 3 Origem E Aplicação Do Recurso Financeiro... 4 Atividades Com As Usuárias... 5 Apresentação Do Tema Do Mês... 6 Atendimento Individualizado... 8 Atividades No Território... 9 Atividades Com Os Profissionais... 9 Parada Social Execução Orçamentária Recursos Financeiros Disponíveis no Final do Exercício... 13
3 P á g i n a 3 Relatório Anual de Atividades O relatório de atividades da Casa Abrigo 2016 traz um balanço com os resultados e realizações durante o ano. Os dados apresentados incluem a participação dos usuários, a aplicação dos recursos financeiros, a visibilidade, a divulgação e os demonstrativos financeiros. Em 2016, a Casa Abrigo atendeu 20 mulheres em situação de violência com seus/suas filhos (as) menores, tendo ao longo do ano 235 atividades abordando diversos temas. Esses resultados só foram e são possíveis com o estimulo e apoio de colaboradores e empresas que estiveram com a FCG durante esse ano e puderam participar do desenvolvimento de usuários e cidadãos e contribuir para a construção de uma sociedade mais justa e acessível para todos. Apresentação da Fundação Comunidade da Graça A Fundação Comunidade da Graça é uma organização sem fins lucrativos que desenvolve e executa projetos para melhorar a qualidade de vida de pessoas carentes ou com necessidades. Fundado em 1996, a FCG atua nas áreas de Desenvolvimento Social e Educação para pessoas em situação de vulnerabilidade social. Apresentação da Casa Abrigo A Casa Abrigo tem como objetivo atender mulheres em situação de risco de morte por decorrência da violência doméstica, bem como seus filhos menores, assegurando sua integridade física e moral, fortalecendo a auto estima, proporcionando que sejam amparadas em seus direitos, contribuindo para sua reestruturação e continuidade de suas vidas e lares.
4 P á g i n a 4 Trata-se de um local seguro e sigiloso no qual usuárias recebem suprimento para suas necessidades básicas, além de receber gratuitamente atendimento psicológico, médico e social, de acordo com as suas necessidades. O prazo de permanência será de 180 dias, podendo este prazo ser diminuído ou estendido conforme a situação de reestruturação da usuária e seus(as) filhos(as. Origem E Aplicação Do Recurso Financeiro Serviço é conveniado com Prefeitura de São Paulo através da Secretária Municipal de Assistência Desenvolvimento Social. RECURSOS HUMANOS Profissão Quantidade Carga Horária Semanal de cada profissional Vínculo com a entidade Agente Operacional 03 12/36 horas CLT Cozinheira horas CLT Gerente de Serviços horas CLT Orientador Socioeducativo 03 12/36 horas CLT Técnica/Assistente Social 01 12/36 horas CLT Psicóloga horas Voluntário
5 P á g i n a 5 Abrangência Territorial Prioritariamente o Município de São Paulo, podendo haver algumas exceções para o atendimento de mulheres moradoras de Municípios vizinhos. Forma De Acesso As mulheres chegam até o programa através de encaminhamentos realizados pela rede de serviços do Município: Delegacia de Defesa da Mulher, Núcleo de Defesa e Convivência da Mulher, Centro de Referência da Assistência Social ou por determinação Judicial. Monitoramento E Avaliação O monitoramento e avaliação se dá através das reuniões sistématicas da equipe na avaliação das ações e atividades desenvolvidas tendo como indicativo os objetivos e metodologia da proposta contendo: Avaliação com as usuárias; Relatório mensal de atividades; Reunião de Supervisão Técnica da SAS; Avaliação final entre Equipe do Centro de Acolhida, Fundação. CRAS e SAS Regional, Aricanduva/Formosa/Carrão. Descrição Da Execução Tendo Por Referência O Plano De Trabalho Atividades Com As Usuárias Planejamento Mensal: Elaboração das atividades desenvolvidas no mês com as usuárias e seus filhos. Objetivo: O Planejamento mensal tem como objetivo nortear as ações socioeducativas que serão desenvolvidas com as usuárias no decorrer do mês. Buscando por meio de um tema específico, trabalhar a autonomia, fortalecimento e a reinserção social das mulheres atendidas e seus filhos.
6 P á g i n a 6 Temas Trabalhados Oficinas de convivência familiar; Encerrando ciclos, iniciando etapas; Violência doméstica; Transformação; Mercado de trabalho; Educação dos filhos; Férias com arte; Saúde da mulher e doenças femininas; Cidadania: meus deveres e direitos; Dia internacional da não violência contra a mulher; Para um ano novo... Uma mente nova! Durante o ano de 2016: 235 atividades. Apresentação Do Tema Do Mês Atividade realizada com a confecção de um cartaz e a exposição do tema do mês a ser discutido, juntamente com as usuárias e seus filhos. Objetivo: Refletir sobre o conceito apresentado e traduzir de forma lúdica o tema proposto. Dinâmicas De Grupo Ferramenta utilizada para trabalhar a convivência e o tempo de vivência das usuárias no período de acolhimento. Objetivo: Possibilitar a troca de vivências, refletir e partilhar os aprendizados pessoais, possibilitando, autoconhecimento como ser único e social, exercício de escuta e acolhida do outro como ser diferente, confronto e avaliação da vida e da prática, tomada de decisão de modo consciente e crítico e construção coletiva do saber.
7 P á g i n a 7 Oficinas De Artesanato Atividade que busca desenvolver a sensibilidade, percepção, criatividade, autoestima, concentração e capacidade de transformação e fonte de renda para as usuárias. Objetivo: Propiciar às usuárias oportunidades de desenvolver habilidades artísticas. Pretende-se ainda proporcionar um ambiente acolhedor, contribuindo para o fortalecimento de vínculos familiares. Atividades Audiovisuais Ferramenta didática, que possibilita a interação das imagens, visando uma interpretação e a criação de novas mensagens e informações. Objetivo: Facilitar a boa ordenação da mensagem e possibilitar a profissional apresentar as informações de maneira coerente e destacar os tópicos mais relevantes para reflexão. Roda De Conversa A Roda de Conversa é um elemento muito importante no Planejamento nela as usuárias e a orientadora social interagem, se conhecem e desenvolvem habilidades da língua falada, portanto. Objetivo: Configura um espaço de partilha e confronto de idéias, possibilitando ao grupo como um todo e a cada mulher em particular, um maior conhecimento de si e do mundo. Proporciona em termos de exercício a responsabilidade individual e coletiva, o estabelecimento de metas, a tomada de decisões e a prática da democracia.
8 P á g i n a 8 Atendimento Individualizado Atendimento social propondo por meio do Plano Individual de Atendimento PIA algumas intervenções à usuária e seus filhos. Objetivo: Acolher as demandas, apresentadas pelas usuárias. Ter sua identidade, integridade e história de vida preservada. Viabilizar acesso a serviços e benefícios socioassistenciais, conforme necessidade apresentada. Estimular as usuárias a conhecer seus direitos e como acessá-los. Durante o ano de 2016: 129 atendimentos individuais. Reuniões De Convivência Trabalho com o grupo de mulheres, onde são abordados temas pertinentes aos desafios do período de acolhimento. Objetivo: Proporcionar espaço de discussão, críticas e sugestões para as conviventes refletirem sobre as dificuldades e facilidades da convivência durante o período de acolhimento. Passeios Atividades externas realizadas com todo o grupo, em praças, shopping centers, cinemas, teatros, parques, museus, etc. Objetivo: Desenvolver e/ou ampliar o universo cultural das usuárias, possibilitando momentos de descontração, lazer, socialização, reconstrução de projetos pessoais e aquisição de conhecimentos.
9 P á g i n a 9 Atividades No Território Articulação Intersetorial Desenvolver a articulação do conjunto das organizações governamentais, não governamentais, informais, líderes comunitários, profissionais, serviços, programas sociais do setor privado, priorizando o atendimento integral às necessidades dos segmentos mais vulneráveis socialmente. Objetivo: Articulação da rede socioassistencial com os serviços de outras políticas públicas. Apropriação dos equipamentos e recursos do território e seu fluxo para encaminhamento das usuárias. Participação De Reuniões Externas Participação mensal de reuniões e atividades conjuntas com a rede social local. Na região contamos com três grupos (redes) formados: Rede FOCAAR (Assistência Social), Rede por Microterritório (Saúde) e Fórum de Saúde Mental. Objetivo: Apropriação dos recursos do território, conhecendo as características da rede de serviços local. Conhecer as iniciativas de organização e mobilização social no território. Ter acesso à rede socioassistencial e a serviços de outras políticas públicas. Conhecer a situação de organização e mobilização comunitária no território, detectando seus potenciais individuais e coletivos. Atividades Com Os Profissionais Reunião De Equipe Encontro mensal de toda equipe. Objetivo: Discutir os casos atendidos na unidade, alinhar as intervenções buscando a melhoria na efetividade das ações, refletir sobre a proposta do Planejamento Mensal e comemorar os aniversariantes do mês.
10 P á g i n a 10 Parada Social Encontro dos colaboradores da entidade da área da Assistência Social. Objetivo: Permitir a troca de experiência e o aperfeiçoamento do trabalho desenvolvido, discutindo questões sobre o acesso ao serviço e as práticas dos profissionais. Temas Trabalhados durante o ano (2016): A arte de se Relacionar Atividades Externas Fórum de Proteção: Combate a Exploração de Crianças e Adolescentes; Passeio cultural = Visita a 24ª Bienal do Livro. O Cuidar Do Cuidador Cuidado técnico com o Orientador Socioeducativo, contemplar com espaço de escuta e ações que cuidem deste cuidador. Objetivo: Realização de grupos para atender as necessidades de cuidado da própria equipe para construção de um trabalho que seja coerente e sustentável. Melhorar a capacidade da equipe em trabalhar de forma compartilhada e acolhedora. Supervisão Técnica Encontro bimestral da supervisão técnica da entidade com os profissionais técnicos do serviço para avaliação e orientação do processo de trabalho. Objetivo: Oferecer suporte a equipe técnica, um espaço para compartilhar experiências e planejamento de ações.
11 P á g i n a 11 Reunião De Liderança Encontro mensal da equipe de supervisão Técnica da entidade com as lideranças (gerentes/diretoras) dos serviços conveniados. Objetivo: Discutir estratégias e técnicas para alcançar os resultados esperados. Desenvolver processo de treinamento que possibilita aos participantes informações e situações de aprendizagens, visando o desenvolvimento de competências e habilidades de liderança para uma melhor atuação nos serviços. Capacitações Propiciar maior integração entre os conceitos e diretrizes do SUAS e a prática dos Técnicos e Orientadores socioeducativos. Objetivo: Melhorar as habilidades do profissional no desempenho de suas funções; difusão dos conhecimentos das políticas públicas em situações concretas vivenciadas no desempenho da função.
12 P á g i n a 12 Execução Orçamentária Origem da Receita CASA ABRIGO Receitas Tipo de Receita Saldo Exercício Anterior ,54 Verbas Publicas Contra Partida Organização Total das Receitas Fundação Comunidade da Graça Contra Partida Financeira 0, , ,78 Fundação Comunidade da Graça Gratuidades Aplicadas 0, , ,92 Fundo de Reserva Resgates de Aplicações Financeiras ,14 0, ,14 Banco Bradesco S/a Receitas Financeiras 0, , ,94 PMSP - PNAE Verba Alimentação 0,00 0,00 0,00 Secretária Municipal da A. Social Verba Adicional 8.331,97 0, ,97 Secretária Municipal da A. Social Verba Mensal ,21 0, ,21 Grupo de Despesa Total Geral das Receitas , , ,96 Despesas Tipo de Despesas Verbas Publicas Contra Partida Organização Total das Receitas Instituição Bancaria Tarifas Bancarias 0, , ,24 Instituição Bancaria Juros e Encargos 0,00 0,00 0,00 Instituição Bancaria Aplicações Financeiras - Imposto de Renda 49,73 0,00 49,73 Recursos Humanos Folha de Pagamento e Encargos ,60 0, ,60 Recursos Humanos Férias, 13º e Rescisões ,14 0, ,14 Despesas Operacionais Alimentação ,77 0, ,77 Despesas Operacionais Material Pedagógico 1.810,34 0, ,34 Despesas Operacionais Material de Higiene 0,00 0,00 0,00 Despesas Operacionais Material de Limpeza 0,00 0,00 0,00 Despesas Operacionais Material de Escritório 0,00 0,00 0,00 Despesas Operacionais Concessionárias ,25 0, ,25 Despesas Operacionais Manutenção Predial 0,00 0,00 0,00 Despesas Operacionais Outras Despesas Operacionais ,19 0, ,19 Despesas Operacionais Aluguel ,32 0, ,32 Despesas Operacionais IPTU 2.982,40 0, ,40 Despesas Operacionais Verba Adicional ,39 0, ,39 Despesas Operacionais Verba PNAE 0,00 0,00 0,00 Fundação Comunidade da Graça Gratuidades Aplicadas 0, , ,92 Total Geral das Despesas , , ,29 Saldo Final para Aplicação no Próximo Exercício ,21
13 P á g i n a 13 Recursos Financeiros Disponíveis no Final do Exercício Saldo em Conta Corrente R$ 183,50 Saldo em Caixa R$ 90,22 Saldo em Fundo de Reserva R$ ,49 Saldo em Conta Poupança R$ 0,00 Total dos Recursos Disponíveis R$ ,21 Despesas Realizadas para Pagamentos no Próximo Exercício R$ ,10 Despesas com Recursos Humanos a Pagar R$ ,74 Verbas Alimentação a Utilizar R$ 0,00 Provisões Recursos Humanos R$ ,77 Total das Despesas a Pagar no Próximo Exercício R$ ,61 Total Liquido Disponível R$ R$ ,60
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