NOVOS LABORATÓRIOS ESCOLARES
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- Irene Valentina Diegues Teixeira
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1 [UTILIZAÇÃO E ORGANIZAÇÃO DOS NOVOS LABORATÓRIOS ESCOLARES ACÇÃO DE FORMAÇÃO Formador: Professor Vítor Duarte Teodoro Formanda: MariaAlexandra Esteves
2 Utilização e organização dos novos laboratórios escolares Acção de Formação Preparação e elaboração da documentação de um conjunto de actividades laboratoriais REPRODUÇÃO E MANIPULAÇÃO DA FERTILIDADE 12º Ano - Biologia 1º Parte T4 Em pequeno grupo 2ª Parte T3 Em grande grupo Escola Secundária/3 Ferreira de Castro Porto,
3 PROPOSTA DE CORRECÇÃO DE ACTIVIDADES LABORATORIAIS BIOLOGIA12º Ano - Reprodução e Manipulação da Fertilidade 1ª Parte - Actividade 1 Lista de material 0,5 M de solução de cloreto de potássio (KCL de 3.73g em 100ml de água destilada) Água do mar Ouriços-do-mar Seringa de 1-5 cc Agulha Pipetas Pasteur Goblés Provetas Lâminas e lamelas Placas de Petri Luvas Papel de limpeza MOC do procedimento/protocolo Coloca os ouriços nas tampas das placas de Petri com a face ventral (perístoma) voltada para cima Utiliza uma seringa e injecta 1 ml de KCl a 0,5M na zona membranosa do perístoma em vários pontos diametralmente opostos. Após a injecção, agita o animal suavemente para assegurar que o KCl se espalha pela cavidade perivisceral. Coloca os ouriços na placa de Petri com a face dorsal virada para cima. Aguarda o tempo necessário para que ocorra a emissão dos fluidos sexuais. As fêmeas emitirão fluidos sexuais de cor laranja e os machos fluidos de cor branca. Recolhe os oócitos colocando a fêmea sobre um goblé (de dimensões mais pequenas que o seu diâmetro) com 400 ml de água do mar durante 15 minutos. Recolhe o esperma do ouriço macho com uma pipeta Pasteur directamente dos gonóporos. Coloca 2 gotas do esperma recolhido numa proveta com 10 ml de água do mar. Esta solução diluída será o stock de fertilização. Coloca o restante esperma noutra proveta. Retira com uma pipeta Pasteur uma porção do líquido do goblé com os oócitos e realiza uma preparação extemporânea. Retira com outra pipeta Pasteur uma porção do esperma diluído e realiza uma preparação. Retira com outra pipeta Pasteur uma porção do esperma e realiza uma preparação extemporânea. Observa ao MOC o aspecto, número e movimentação dos oócitos e espermatozóides. Registos Morfologia e tamanho relativo Gâmetas masculinos Gâmetas femininos Quantidade relativa Grande Pequena Grau de mobilidade Os gâmetas masculinos, sem água do mar, não apresentam mobilidade. Basta juntar-se água do mar, para estes adquirirem a mobilidade, rodando a cauda em espiral. Imóveis Questão central: Como se diferenciam (morfologicamente e na mobilidade) os gâmetas masculinos e femininos do ouriço-do-mar? 3
4 Actividade 2 Lista de material Proveta com esperma diluído Goblé com oócitos em solução Pipetas Pasteur Provetas Lâminas e lamelas Placas de Petri Papel de limpeza MOC do procedimento/protocolo Descarta o sobrenadante do goblé com oócitos. Divide o conteúdo da proveta que contém o esperma diluído (stock de fertilização) por duas provetas. Retira com uma pipeta Pasteur uma porção do líquido do goblé com os oócitos junta-o a uma das proveta que contém o esperma diluído (stock de fertilização). Numa lâmina coloca uma gota deste líquido e cobre com uma lamela. Observa ao MOC e, utilizando a ampliação conveniente, procura observar o comportamento dos gâmetas e as modificações surgidas durante os 15 minutos seguintes. Da proveta onde se misturou inicialmente oócitos e esperma, retira um pouco de líquido e observa ao microscópio. Repete esta operação ao fim de 30 min, 1 hora, 2 horas, 20 horas, 2 dias e 5 dias. Regista as alterações que ocorrem no desenvolvimento dos embriões. Registos Tempo Registo das observações 5 min Formação da membrana de fertilização no ovo por expansão da membrana vitelínica. 30 min Início da 1ª clivagem 1 hora 2 células 2 horas 4 células 19 horas Mórula 21 horas Blástula 2 dias Gástrula 5 dias Larva Pluteus Discussão/Conclusão Fecundação - A fecundação é externa; Na altura da reprodução, as fêmeas libertam os oócitos e os machos os espermatozóides para a água do mar; Os óvulos produzem uma substância química que atrai os espermatozóides da mesma espécie; a cariogamia dá origem ao ovo; Desenvolvimento Embrionário - Inicia-se a partir do ovo e termina com a formação de uma larva pluteus; - O desenvolvimento embrionário é indirecto - corre a formação de uma larva que dará origem ao ouriçodo-mar na sua forma adulta; - Termina ao fim de um período de tempo muito curto, relacionado com a pequena quantidade de material de reserva existente no ovo; - Divide-se em três etapas principais: Segmentação; Gastrulação; Organogénese. Questão central Quais os principais fenómenos que ocorrem na fecundação e desenvolvimento do ouriço-do-mar? 4
5 Actividade 3 Lista de material Proveta com esperma diluído Goblé com oócitos em solução Pipetas Pasteur Provetas Lâminas e lamelas Placas de Petri Papel de limpeza MOC Cigarro Papel de filtro Funil Suporte universal Água do mar do procedimento/protocolo Desfaz um cigarro numa placa de Petri com água do mar. Prende um funil num suporte universal e no seu interior coloca papel de filtro. Coloca um goblé por baixo do fuunil. Verte o conteúdo da placa de Petri sobre o funil. Descarta o sobrenadante do goblé com oócitos. Junta o líquido com os oócitos ao goblé com água do mar e nicotina. Retira com uma pipeta Pasteur uma porção do líquido do goblé com os oócitos e nicotina, e junta-o a uma das provetas que contém o esperma diluído (stock de fertilização). Numa lâmina coloca uma gota deste líquido e cobre com uma lamela. Observa ao MOC e, utilizando a ampliação conveniente, procura observar o comportamento dos gâmetas e as modificações surgidas durante os 15 minutos seguintes. Da proveta onde se misturou inicialmente oócitos e esperma, retira um pouco de líquido e observa ao microscópio. Repete esta operação ao fim de 30 min, 1 hora, 2 horas, 20 horas, 2 dias e 5 dias. Regista as alterações que ocorrem no desenvolvimento dos embriões. Registos Sem nicotina Com niconina Fecundação/desenvolvimento embrionário Normal. A nicotina previne a reação granular cortical no oócito impedindo o bloqueio de uma possível polispermia que provoca uma divisão celular irregular e, consequentemente, a divisão do material genético de forma desigual pelas células, que acabam por não se desenvolverem até formar um embrião. Questão central De que forma a nicotina influencia a fecundação e desenvolvimento do ouriço-do-mar? 5
6 Metodologia para o debate e reflexão 2ª Parte Aliado ao trabalho laboratorial, surge ainda a possibilidade de exploração da História da Ciência, nomeadamente na actividade Fecundação e etapas de desenvolvimento na presença/ausência de nicotina já que o ouriço-do-mar constitui um dos primeiros organismos usados em experiências relativas à reprodução sexuada. O uso do ouriço-do-mar como modelo biológico para o desenvolvimento destas actividades propicia a exploração das potencialidades desse modelo ao longo dos vários anos, permitindo ao aluno a construção e o aprofundamento de conhecimentos de uma forma mais coerente. O recurso à história da ciência e a compreensão da evolução, já que foi um dos primeiros organismos usado em experiências de clonagem animal, por exemplo. É também um organismo usado em estudos superiores, em investigação, pelo que se denota um linha orientadora em termos de modelos de estudo no ensino básico e secundário e no ensino superior e comunidades científicas. O trabalho laboratorial surge assim, fundamentado na epistemologia da Biologia e inserido numa perspectiva construtivista, fomentando aprendizagens significativas na temática abordada. Debate para discussão das respostas às questões iniciais com projecção de fotografias e vídeos captados com a câmara digital do microscópio. Etapas de desenvolvimento embrionário do ouriço-do-mar Qual a diferença entre o homem e o ouriço-do-mar relativamente ao dimorfismo sexual e ao tipo de fecundação? O ser humano apresenta dimorfismo sexual, o que quer dizer que e possível distinguir homens e mulheres externamente. Isto não acontece com os ouriços só se distinguem os machos das fêmeas quando se extraem os gâmetas pela injecção de KCl ou quando se abre os animais e se observam as gónadas. A fecundação dos ouriços-do-mar é diferente da do Homem. No homem, a fecundação ocorre no interior do corpo da mulher é interna nos ouriços corre no mar é externa. A fecundação do ouriço-do-mar é externa, assim como todo o desenvolvimento embrionário. Na altura da reprodução, as fêmeas libertam os oócitos e os machos os espermatozóides para a água do mar. Os oócitos do ouriço-do-mar produzem uma substância química (a partir da camada gelatinosa que os rodeia) e é graças a este mensageiro químico que é possível, no mar, os espermatozóides encontrarem os oócitos certos. Quando o espermatozóide toca na geleia, liberta o conteúdo da vesícula acrossomal, provocando a degradação daquela camada gelatinosa, formando um tubo, através do qual vai viajar até ao centro do oócito. De salientar que nos ouriços há primeiro a reacção acrossómica e só depois ocorre o reconhecimento espécie-específico, ao contrário do que acontece nos humanos. Nos seres humanos não existem correntes de água e o volume do aparelho reprodutor feminino é relativamente limitado. Então, porque são necessários 200 milhões de espermatozóides para fecundar um oócito? Porque durante o trajecto, alguns morrem por serem mais fracos, outros perdem-se e muitos outros são mortos pelas células do sistema imunológico da mulher, cuja função é destruir qualquer corpo estranho existente em seu organismo. Trabalhando em conjunto, os espermatozóides (alguns já dentro da zona pelúcida) começam a segregar enzimas, cujo efeito é romper a membrana protectora do oócito, que se configura imensa: 85 mil vezes maior que eles. Após um árduo trabalho, apenas um espermatozóide penetra o óvulo (o processo de penetração leva cerca de 20 minutos) e neste exacto momento, uma contra-ordem eléctrica produz-se na membrana situada por baixo da zona pelúcida, que se fecha, impedindo a entrada de qualquer outro. Os que ficaram encravados na zona pelúcida ou na trompa, morrerão ao cabo de algumas horas. 6
7 Quais as semelhanças e diferenças entre os gâmetas do ouriço-do mar e os dos humanos? Os gâmetas são muito semelhantes tal como os espermatozóides dos ouriços-do-mar, os dos humanos também têm cabeça, peça intermédia, cauda e flagelo, movimentado-se rapidamente em direcção aos oócitos que são grandes e redondos. O acrossoma é muito maior nos espermatozóides humanos porque estes têm que ser capazes de atravessar a zona pelúcida utilizando as enzimas do acrossoma. Os oócitos humanos têm em torno de si a zona pelúcida (muito espessa), ao contrário dos oócitos dos ouriços que têm uma camada vitelina rodeada por uma camada gelatinosa responsável pela atracção do espermatozóide. No ouriço-do-mar: considera-se o oócito maduro a célula resultante da meiose; Nos humanos e restantes mamíferos: o oócito ovulado encontra-se parado na segunda metáfase da meiose os cromossomas encontram-se na placa equatorial à espera da fecundação. Depois desta ocorrer, é produzido um segundo glóbulo polar e o óvulo, acabando a meiose. Só depois o óvulo se junta ao espermatozóide. Quais as diferenças entre o desenvolvimento embrionário do ouriço-do-mar e o do homem? O desenvolvimento embrionário do ouriço-do-mar é indirecto: ocorre a formação de uma larva que dará origem ao ouriço-do-mar na sua forma adulta. Termina ao fim de um período de tempo muito curto, relacionado com a pequena quantidade de material de reserva existente no ovo. Em que medida poderá o ambiente interferir no ciclo celular? O período entre duas divisões mitóticas define o ciclo celular. Neste caso concreto, a nicotina permite a ocorrência de polispermia aquando a fecundação dos oócitos, verificando-se também, um ciclo celular irregular. Consequentemente a divisão do material genético ocorre de forma desigual pelas células, que acabam por não formarem um embrião. Qual a intervenção do Homem neste processo? O Homem é o principal responsável pelas alterações no ambiente. O cancro é um exemplo do resultado de alterações nesses processos, sobre o qual pode haver debate e reflexão. Que consequências para a saúde do indivíduo? Não havendo uma correlação cientificamente provada da influência directa da nicotina na formação do embrião humano, chama-se a atenção, contudo, para a possibilidade de isso acontecer, bem como para a certeza da influência indirecta da nicotina no desenvolvimento do embrião e do feto. Conceitos Espermatozóides Esperma Oócitos Gonocóricos Face aboral Dimorfismo sexual Meiose Fecundação Cariogamia Ovo ou zigoto Membrana de fertilização Polispermia Reacção acrossómica Mitose Segmentação Mórula Blástula Gástrula Gastrulação Organogénese Larva pluteus Gâmeta masculino constituído por uma cabeça, peça intermédia e cauda e Fluído que contem espermatozóides. Gâmeta feminino com cerca de 0,1 mm. Animais que possuem só um tipo de gónadas (masculinas, ou femininas) Face que contém o ânus e que normalmente está voltada para cima Existência, para a mesma espécie, de duas formas distintas (macho e fêmea). Processo de divisão celular através do qual uma célula tem o seu número de cromossomas reduzido para metade. Fusão das membranas dos dois gâmetas. Fusão da membrana dos pró-núcleos. Célula diplóide que se forma por cariogamia. Membrana que se forma logo após a entrada do espermatozóide por expansão da camada vitelina. Entrada de vários espermatozóides no oócito. Libertação dos conteúdos da vesícula acrossómica. Processo base do crescimento dos organismos e da regeneração de tecidos. Sucessivas divisões celulares que dividem o ovo em 2, 4, 8 blastómeros A partir de 64 células. A blastúla é formada por uma camada de células, a blastoderme e uma cavidade, o blastocélio. As células começam a adquirir uma certa organização destinguindo-se as células da endoderme, ectoderme e mesoderme Processo durante o qual os folhetos fundamentais se organizam dando origem ao estágio de gástrula. Fase que se segue à da gastrulação em que se inicia a diferenciação que conduz à formação de diferentes tecidos. Larva com simetria bilateral, de vida livre que nada e se alimenta por meio de cílios. Ao fim de sucessivas metamorfoses que ocorrem durante um mês origina um pequeno ouriço-do-mar. 7
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