REGULAMENTO INTERNO CANTINA SOCIAL
|
|
|
- Vergílio Prado Camilo
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 C E N T R O C U L T U R A L E S O C I A L D E S A N T O A D R I Ã O REGULAMENTO INTERNO CANTINA SOCIAL A P R O V A D O E M A S S E M B L E I A G E R A L E M ( A p ó s a s r e v i s õ e s e r e t i f i c a ç õ e s l e g a i s )
2 Índice Capítulo I Disposições gerais... 3 Artigo 1.º - Definição... 3 Artigo 2.º - Objetivos... 3 Artigo 3.º - Destinatários... 3 Capítulo II Candidatura e Admissão de utentes... 3 Artigo 4.º - Processo de Candidatura e Processo de admissão... 3 Artigo 5.º - Condições e Critérios de Admissão... 3 Capitulo III Número de utentes apoiadas. Lista de espera... 4 Artigo 7.º - Número de utentes apoiados... 4 Capítulo IV - Participação dos utentes no custo de cada refeição... 4 Artigo 7.º - Comparticipações... 4 Capítulo V Direitos e Deveres dos Utentes... 4 Artigo 8.º - Direitos dos Utentes... 4 Artigo 9.º - Deveres dos Utentes... 4 Capítulo VI Funcionamento e Horários... 5 Artigo 10.º - Funcionamento... 5 Capítulo VII Reclamações e Sugestões... 5 Artigo 12.º - Reclamações e Sugestões... 5 Capítulo VIII Alterações ao Regulamento. Outras disposições... 5 Artigo 13.º - Alterações ao Regulamento... 5 Artigo 14.º - Outras Disposições... 5 Capítulo IX Recursos Humanos... 5 Artigo 15.º - Recursos Humanos... 5
3 Capítulo I Disposições gerais Artigo 1.º - Definição A Cantina Social é uma resposta social, no âmbito da valência do GASE (Gabinete de Apoio Social de Emergência) do CCSSA, que presta o fornecimento gratuito de refeições a pessoas isoladas ou agregados familiares em situação de grave carência económica. A Cantina Social do CCSSA está localizada em Braga, na freguesia de S. José de S. Lázaro, na Rua do Centro Cultural de Santo Adrião, na sede da instituição. Artigo 2.º - Objetivos A Cantina Social do CCSSA tem como objetivos: - Garantir refeições diárias gratuitas a pessoas e/ou famílias que mais necessitam (idosos com baixos rendimentos, famílias em situação de desemprego, famílias com filhos a cargo, pessoas com deficiências e pessoas com dificuldade em ingressar no mercado de trabalho); - Contribuir para uma maior qualidade de vida dos utentes que recorrem a este serviço de apoio social, em situação de carência alimentar. Artigo 3.º - Destinatários Os destinatários ou público-alvo são todas as pessoas em situação de carência alimentar, com ausência ou insuficiência de rendimentos, das freguesias da cidade de Braga, ou limítrofes. Capítulo II Candidatura e Admissão de utentes Artigo 4.º - Processo de Candidatura e Processo de admissão 1. O utente requerente desta resposta social deverá ser encaminhado pelo Instituto de Segurança Social (ISS), Gabinetes de Ação Social, Gabinetes de Rendimento Social de Inserção, Câmara Municipal de Braga ou Juntas de Freguesia, em modelo próprio; 2. Efetuada esta primeira triagem o utente deverá comparecer a atendimento na sede do CCSSA, mediante agendamento com o Técnico responsável, realizando-se o diagnóstico social e económico do individuo ou família. 3. Posteriormente à análise e parecer do/a Técnico/a de Diagnóstico, a solicitação de apoio é encaminhada para a Direção Técnica. O Utente será informado telefonicamente da sua admissão ou colocação em Lista de Espera; 4. Aos candidatos em lista de espera será dado conhecimento das outras cantinas ativas, com protocolos com o ISS. 5. Após a decisão de admissão, o utente receberá um Cartão Refeição, com o seu nome, n.º de registo e número de refeições a que terá acesso (congruente com o número de elementos do seu agregado familiar). 6. Faz parte do processo de admissão a entrega de Fotocópias dos seguintes documentos: a) Bilhete de Identidade ou Passaporte, Contribuinte, Cartão Segurança Social, ou Cartão de Cidadão de cada elemento do agregado familiar; b) Última fatura relativa a despesas de gás, água, luz e telefone; c) Comprovativo de despesas com equipamentos sociais (e.g., Creche); d) Recibo da renda ou amortização da casa; e) Atestado de residência (com inclusão de todos os elementos do agregado familiar); f) Comprovativo de rendimentos; g) Comprovativo de inexistência de rendimentos. Artigo 5.º - Condições e Critérios de Admissão 1. São admitidos como utentes da Cantina Social as pessoas que estejam em situação de carência alimentar e insuficiência ou ausência de rendimentos, comprovada pela entidade encaminhadora. 2. A admissão para a Cantina Social obedece aos seguintes critérios de preferência, ordenados, segundo o grau de prioridade, numa ordem decrescente: a) Carência alimentar; 3
4 b) Fracos recursos económicos ou ausência destes; c) Idosos com baixo rendimento, famílias expostas ao fenómeno do desemprego, famílias com filhos a cargo, pessoas com deficiência e pessoas com dificuldades em ingressar no mercado de trabalho; d) Agregado Familiar numeroso; e) Residência próxima do CCSSA. Capitulo III Número de utentes apoiadas. Lista de espera Artigo 7.º - Número de utentes apoiados 1. A Cantina Social do CCSSA assegurará diariamente (inclusive domingos e feriados) 100 refeições. (Protocolo cláusula III); 2. O CCSSA poderá considerar e atender a mais solicitações permitindo assim uma maior abrangência e resposta a outras situações emergentes, selecionadas ao abrigo do Art. 5.º, enquanto as circunstâncias de vivência e partilha solidárias existirem. 3. Caso estejam a ser entregues as 100 refeições protocoladas, as novas admissões serão registadas, em Lista de Espera. 4. A instituição recorrerá à Lista de Espera para preenchimento de vagas. 5. Os restantes candidatos em Lista de Espera serão informados das outras Cantinas Sociais protocoladas existentes na cidade de Braga. Capítulo IV - Participação dos utentes no custo de cada refeição Artigo 7.º - Comparticipações A Direção do CCSSA decidiu pela não cobrança de qualquer importância pelas refeições fornecidas. Capítulo V Direitos e Deveres dos Utentes Artigo 8.º - Direitos dos Utentes Constituem Direitos do Utente: 1. Ser informado, no momento de integração na Resposta Social, dos seus direitos, deveres e das normas deste Regulamento, conforme consta no Protocolo de Prestação de Serviços. 2. Ser informado do modo de funcionamento da Cantina Social do CCSSA. 3. Ser tratado com consideração, respeito e reconhecimento da sua dignidade. 4. Ser respeitado na sua identidade pessoal e reserva de intimidade privada e familiar, bem como pelos seus usos e costumes, raça, religião ou crença, ideologia politica e partidária. 5. Usufruir do apoio adequado à sua situação. Artigo 9.º - Deveres dos Utentes Constituem Deveres do Utente: 1. Cumprir as normas presentes no Regulamento e as decisões da Direção do CCSSA sobre o funcionamento dos serviços. 2. Cumprir os horários estabelecidos no documento Normas de funcionamento e procedimentos da Cantina Social do CCSSA, sendo que um atraso na entrega dos cartões no gabinete do RSI superior a 60 minutos do prazo estabelecido sem justificação prévia poderá implicar a suspensão da refeição. 3. Trazer diariamente o material descrito no documento Normas de funcionamento e procedimentos da cantina social do CCSSA devidamente lavados e em bom estado de preservação. Caso os recipientes não se encontrem nas devidas condições de limpeza a Cantina Social reserva-se o direito de não fornecer a refeição por questões de saúde. 4. Informar os técnicos da Cantina Social sempre que aparecer no seu saco algum material que não lhe pertença ou, pelo contrário, sentir falta de qualquer material anteriormente entregue aos mesmos. 5. Comunicar atempadamente a impossibilidade de levantar a refeição. Será reavaliado podendo perder o apoio, o utente que falte cinco dias consecutivos ao levantamento das refeições, sem prévio aviso/justificação, assim como o 4
5 utente que falte dez dias intercalares, ao longo do mês, ao levantamento das refeições e não tenha prevenido e justificado aquelas faltas. A decisão pertence à Direção do CCSSA após a audição do/a Técnico/a de Diagnostico. 6. Após integrar a cantina social o CCSSA emitirá um cartão de utente gratuito. A emissão de uma 2ª via em caso de perda ou danificação terá um custo de 0,50 7. Manter atualizados todos os dados fornecidos, em particular os contactos e moradas, devendo comunicar qualquer alteração à sua situação familiar ou económica. 8. Dietas alimentares específicas apenas serão tidas em conta perante a apresentação de uma justificação médica para o efeito e quando a Cantina Social possuir meios para satisfazer essas necessidades nutricionais. 9. Manter uma conduta cívica na relação com outros utentes, funcionários e dirigentes do CCSSA. O incumprimento desta norma poderá levar à suspensão da refeição (temporário ou permanente), consoante a regularidade e/ou gravidade do ato cometido. 10. Manter as instalações, nomeadamente os espaços que mais utiliza, limpos e preservados. 11. Manter uma conduta ética e honesta, falsas declarações ou consciente omissão de elementos relevantes para o processo de prestação de serviços, poderá levar à exclusão do/ a utente. Capítulo VI Funcionamento e Horários Artigo 10.º - Funcionamento 1. A Cantina Social do CCSSA funciona na sede da Instituição, todos os dias da semana. 2. O horário: - De segunda a sexta-feira: a entrega de refeição para consumo no domicílio, ocorre em três horários distintos, 11h15-11h45; 14h30-15h15 e 15h45-16h45, sendo o horário definido para cada utente no momento de admissão na resposta social, podendo no entanto ocorrer reajustes atendendo às necessidades e especificidades de cada beneficiário. - Fim-de-semana e feriados: o horário é comum a todos os utentes, decorrendo entre as 11h30 e as 12h30. Capítulo VII Reclamações e Sugestões Artigo 12.º - Reclamações e Sugestões Os utentes têm direito a fazer reclamações e sugestões, por escrito, sobre qualquer situação que os afete diretamente, dirigidas à Direção do CCSSA. Capítulo VIII Alterações ao Regulamento. Outras disposições Artigo 13.º - Alterações ao Regulamento Este regulamento poderá ser alterado sempre que as circunstâncias assim o determinem, sendo necessária a aprovação em Assembleia Geral e obrigatória a informação de tais alterações a todos os utentes com trinta dias de antecedência, antes de produzir efeitos. Artigo 14.º - Outras Disposições 1. O CCSSA assegura ao utente, a confidencialidade de todas as informações facultadas, garantindo-lhe o direito de acesso e retificação das mesmas. O/a utente concorda que a informação prestada no decorrer de todos os processos possa ser partilhada com os colaboradores que lhes prestam serviços e com outras entidades que se mostrem relevantes para assegurar os serviços adequados. 2. Todos os casos omissos serão decididos pela Direção da instituição. Capítulo IX Recursos Humanos Artigo 15.º - Recursos Humanos 1. Os serviços da Cantina Social do CCSSA são assegurados, por Equipa Técnica e Auxiliares. 5
6 2. Será sempre permitido o voluntariado, pontual e livre, bem como a integração de Estágios. 6
SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE FERREIRA DO ZÊZERE CAPÍTULO I
CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Âmbito de aplicação O Centro de Convívio, é uma das Respostas Sociais da Santa Casa da Misericórdia de Ferreira do Zêzere, Instituição Privada de Direito Canónico com sede
CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS. Creche
Entre CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS Creche PRIMEIRO OUTORGANTE: Centro Social Rocha Barros, Instituição Particular de Solidariedade Social, pessoa colectiva n.º 501182560 com sede em Góis, devidamente
Regulamento Interno CANTINA SOCIAL
Regulamento Interno CANTINA SOCIAL Norma I Âmbito 1. A Cantina Social da Obra Diocesana de Promoção Social integra a Convenção da Rede Solidária de Cantinas Sociais, para o designado Programa de Emergência
CENTRO SOCIAL PAROQUIAL DE OEIRAS REGULAMENTO CENTRO DE DIA
CENTRO SOCIAL PAROQUIAL DE OEIRAS REGULAMENTO CENTRO DE DIA Artigo 1º Definição 1. O Centro Social Paroquial de Oeiras com sede na Igreja Matriz de Oeiras, é uma Instituição Particular de Solidariedade
CANTINA SOCIAL. Regulamento Interno de Funcionamento CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS
CANTINA SOCIAL Regulamento Interno de Funcionamento CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º (Identificação) 1. A Fundação CSSV Centro de Solidariedade Social de Valdozende, é uma Instituição Particular
CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS
CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS Entre PRIMEIRO OUTORGANTE:.., portador/a do C/C nº 13423892, contribuinte nº, residente em.., na qualidade de Encarregado de / Educação representante de.. SEGUNDO OUTORGANTE:
Ação Social NORMAS DE FUNCIONAMENTO DA LOJA SOLIDÁRIA MUNICÍPIO DE SOBRAL DE MONTE AGRAÇO
Ação Social NORMAS DE FUNCIONAMENTO DA LOJA SOLIDÁRIA MUNICÍPIO DE SOBRAL DE MONTE AGRAÇO Nota justificativa O Município de Sobral de Monte Agraço, no exercício das suas competências, deverá promover e/ou
REGULAMENTO INTERNO CENTRO DE CONVÍVIO
REGULAMENTO INTERNO CENTRO DE CONVÍVIO CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1º Âmbito de aplicação O Centro de Convívio da Misericórdia de Machico é uma valência administrada pela Santa Casa da Misericórdia
REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO GABINETE DE APOIO AO EMPREGO, ÀS EMPRESAS E AO EMPREENDEDORISMO - GE 3
REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO GABINETE DE APOIO AO EMPREGO, ÀS EMPRESAS E AO EMPREENDEDORISMO - GE 3 REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO GE 3 SECÇÃO I Disposições Gerais Artigo 1.º Objeto 1. O presente regulamento
Capítulo I. Denominação/Natureza/Organização e afins
REGULAMENTO Capítulo I Denominação/Natureza/Organização e afins O Lar de São Salvador é uma instituição particular com sede na Rua Joaquim Caetano Frazão n.º 34 A/B em Santarém. O Lar de São Salvador é
REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO. Centro de Convívio de Portimão
REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO Centro de Convívio de Portimão Capítulo I Disposições Gerais Norma I Âmbito da Aplicação O Centro de Convívio Sénior, estrutura da Câmara Municipal de Portimão, sediada
NORMAS DE AÇÃO SOCIAL ESCOLAR DO 1º CICLO DO ENSINO BÁSICO E EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR
NORMAS DE AÇÃO SOCIAL ESCOLAR DO 1º CICLO DO ENSINO BÁSICO E EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR 1 PREÂMBULO Atenta à diferenciação de oportunidades de acesso à educação, o Município de Almada tem preconizado uma política
FORMULÁRIO DE CANDIDATURA AO APOIO AO ARRENDAMENTO HABITACIONAL. DOCUMENTAÇÃO OBRIGATÓRIA para instrução da candidatura
FORMULÁRIO DE CANDIDATURA AO APOIO AO ARRENDAMENTO HABITACIONAL DOCUMENTAÇÃO OBRIGATÓRIA para instrução da candidatura (APRESENTAR ORIGINAIS E ENTREGAR FOTOCÓPIAS DE TODOS OS DOCUMENTOS) B.I./ C.C./Cédula
Regulamento da Valência Lar de Idosos
Associação Cultural e Beneficente de Santa Maria Reconhecida de utilidade pública D. R. III série n.º 249 de 29/10/91 Contribuinte N.º 501 272 690 Sedielos - Peso da Régua Regulamento da Valência Lar de
REGULAMENTO DA COLÓNIA DE FÉRIAS INFANTIL MUNICIPAL PREÂMBULO
PREÂMBULO Procurar respostas sociais dirigidas a utentes dos diferentes grupos etários e à família, significa responder a necessidades humanas (psicológicas, afectivas, sociais, ) por forma a prevenir,
Regulamento de Atribuição de Bolsas de Estudo
Regulamento de Atribuição de Bolsas de Estudo Artigo 1º Objecto O presente regulamento estabelece as normas para atribuição de bolsas de estudo a estudantes do ensino secundário e superior, residentes
Universidade Lusófona do Porto Bolsas de Estudo. Regulamento
Universidade Lusófona do Porto Bolsas de Estudo Regulamento 1. Requisitos a cumprir para candidatura - Não ser detentor/a de grau académico universitário; - Não beneficiar de outra bolsa de estudo ou vantagem
Regulamento de implementação e funcionamento da Loja Social de Alenquer
Regulamento de implementação e funcionamento da Loja Social de Alenquer Nota Justificativa Num contexto marcado por uma profunda crise sócio-económica, que origina o crescente aumento de situações de pobreza
ASSOCIAÇÃO DOS ALBERGUES NOCTURNOS DO PORTO
ASSOCIAÇÃO DOS ALBERGUES NOCTURNOS DO PORTO SERVIÇO DE APOIO ALIMENTAR À COMUNIDADE REGULAMENTO INTERNO CAPITULO I Âmbito e Denominação Artigo 1º O presente regulamento contém as normas gerais de funcionamento
REGULAMENTO DE INCENTIVO À NATALIDADE
REGULAMENTO DE INCENTIVO À NATALIDADE JUNTA DE FREGUESIA DE CANDEMIL Regulamento de Incentivo à Natalidade na Freguesia de Candemil Nota Justificativa Considerando que a diminuição da Natalidade é um problema
REGULAMENTO INTERNO DA RESPOSTA SOCIAL CENTRO DE CONVÍVIO
REGULAMENTO INTERNO DA RESPOSTA SOCIAL CENTRO DE CONVÍVIO CAPITULO I - DISPOSIÇÕES GERAIS Norma I - Âmbito de Aplicação 1. O Centro Social da Paróquia de N.ª S.ª da Conceição da Abóboda (CESPA) é uma Instituição
REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO DO CENTRO DE CONVÍVIO DA GRUTA DA ARCA D ÁGUA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. NORMA I Âmbito de aplicação
REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO DO CENTRO DE CONVÍVIO DA GRUTA DA ARCA D ÁGUA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS NORMA I Âmbito de aplicação O Centro de Convívio designado por Centro de Convívio da Gruta
REGULAMENTO DE APOIO SOCIAL POR DISTRIBUIÇÃO DE ALIMENTOS
REGULAMENTO DE APOIO SOCIAL POR DISTRIBUIÇÃO DE ALIMENTOS REGULAMENTO DE APOIO SOCIAL POR DISTRIBUIÇÃO DE ALIMENTOS Considerando o quadro legal de atribuições e competências das Autarquias Locais, Lei
Município de Vila Nova de Poiares Natal em Atividade. MUNICÍPIO DE VILA NOVA DE POIARES CÂMARA MUNICIPAL DAG Desporto, Juventude e Associativismo
MUNICÍPIO DE VILA NOVA DE POIARES CÂMARA MUNICIPAL DAG Desporto, Juventude e Associativismo NATAL EM ATIVIDADE NORMAS GERAIS DE FUNCIONAMENTO Nota introdutória A Câmara Municipal pretende desenvolver programas
Regulamento de Ocupação Municipal Temporária de Desempregados(as) de Longa Duração
Preâmbulo O Município de Mértola pretende criar um Programa de Ocupação Municipal Temporária de residentes no concelho de Mértola, que visa promover a empregabilidade em situações de desemprego. É de salientar
PROJETO REGULAMENTO MUNICIPAL DO PROGRAMA DE COMPARTICIPAÇÃO DE MEDICAMENTOS AOS IDOSOS CARENCIADOS
PROJETO REGULAMENTO MUNICIPAL DO PROGRAMA DE COMPARTICIPAÇÃO DE MEDICAMENTOS AOS IDOSOS CARENCIADOS PREÂMBULO Os idosos são tradicionalmente um grupo social com dificuldades reconhecidas que advém, sobretudo
Regulamento de Concessão de Bolsas de Estudo Para o Ensino Superior. Aprovado após deliberação em reunião de Câmara de dia 16 de Dezembro de 2009
Regulamento de Concessão de Bolsas de Estudo Para o Ensino Superior Aprovado após deliberação em reunião de Câmara de dia 16 de Dezembro de 2009 Beja, 2009 Artigo 1º Objecto O presente regulamento estabelece
GOVERNO REGIONAL SECRETARIA REGIONAL DA INCLUSÃO E ASSUNTOS SOCIAIS INSTITUTO DE EMPREGO DA MADEIRA, IP-RAM
GOVERNO REGIONAL SECRETARIA REGIONAL DA INCLUSÃO E ASSUNTOS SOCIAIS INSTITUTO DE EMPREGO DA MADEIRA, IP-RAM CANDIDATURA AO PROGRAMA PROJOVEM MEDIDA EXPERIÊNCIA GARANTIA (Portaria nº 136/2014 de 6 de agosto)
CANDIDATURA AO CONCURSO POR INSCRIÇÃO PARA ATRIBUIÇÃO DE UMA HABITAÇÃO EM REGIME DE ARRENDAMENTO APOIADO (ATÉ 3 ELEMENTOS)
CANDIDATURA AO CONCURSO POR INSCRIÇÃO PARA ATRIBUIÇÃO DE UMA HABITAÇÃO EM REGIME DE ARRENDAMENTO APOIADO (ATÉ 3 ELEMENTOS) DADOS GERAIS (a preencher pelos serviços) Tipologia Inscrição n.º /RAAGPH/201
MUNICÍPIO DE ALTER DO CHÃO
MUNICÍPIO DE ALTER DO CHÃO REGULAMENTO OFICINA DOMICILIÁRIA Preâmbulo O Município de Alter do Chão, no âmbito da prossecução de uma política social com responsabilidade, tem tido a preocupação de contribuir
Regulamento do Concurso de Acesso e Ingresso nos Cursos Ministrados pelo ISAVE
Regulamento do Concurso de Acesso e Ingresso nos Cursos Ministrados pelo Instituto Superior de Saúde do Alto Ave CAPÍTULO I Candidatura Artigo 1º Condições de candidatura aos cursos do 1. Para realizar
Regulamento do Cartão Municipal do Idoso
Regulamento do Cartão Municipal do Idoso Preâmbulo Considerando a importância crescente do papel das autarquias locais, no âmbito do apoio às populações, a Câmara Municipal de Grândola atenta que está
1. A presente norma transitória reguladora aplica-se aos procedimentos inerentes ao pedido de inscrição e atribuição do cartão de leitor.
Capítulo I DEFINIÇÃO E ÂMBITO DE APLICAÇÃO 1. A presente norma transitória reguladora aplica-se aos procedimentos inerentes ao pedido de inscrição e atribuição do cartão de leitor. 2. Entende-se por inscrição
Regulamento do CARTÃO MUNICIPAL SÉNIOR. Nota Justificativa
Regulamento do CARTÃO MUNICIPAL SÉNIOR Nota Justificativa Perante o envelhecimento e solidão em que os idosos do concelho se encontram e, tendo em conta a saúde e rendimentos precários que os caracterizam,
MEDIDA ESTIMULO 2012 Regulamento do Instituto do Emprego e Formação Profissional
MEDIDA ESTIMULO 2012 Regulamento do Instituto do Emprego e Formação Profissional No âmbito da medida de incentivos ao emprego "Estímulo 2012", estabelecida pela Portaria n 45/2012, de 13.2, o Instituto
Programa Olivais em Férias
Capítulo 90 Programa Olivais em Férias Ano 2017 1 Conteúdo 1. Introdução... 3 2. Planeamento e Organização... 3 3. Inscrição... 4 3.1. Fichas de Inscrição... 4 3.2. Pagamento...5 3.2.1. Valor a Pagar.5
Carta. de Direitos e Deveres. do Cliente
Carta de Direitos e Deveres do Cliente Índice 1 - PREÂMBULO 3 2 - ÂMBITO DE APLICAÇÃO 3 3 - DIREITOS DAS CRIANÇAS 3 4 - DIREITOS DOS RESPONSÁVEIS PELAS CRIANÇAS 4 5 - DEVERES DAS CRIANÇAS 5 6 - DEVERES
Carta. de Direitos e Deveres. do Cliente
Carta de Direitos e Deveres do Cliente Índice 1 - PREÂMBULO 3 2 - ÂMBITO DE APLICAÇÃO 3 3 - DIREITOS DOS IDOSOS 3 4 - DIREITOS DOS FAMILIARES 4 5 - DEVERES DOS IDOSOS 5 6 - DEVERES DOS FAMILIARES 6 7 -
PROJECTO DE LEI N.º 512/X APOIOS À PERMANÊNCIA E INTEGRAÇÃO NA FAMÍLIA DE IDOSOS E PESSOAS PORTADORAS DE DEFICIÊNCIA. Exposição de motivos
PROJECTO DE LEI N.º 512/X APOIOS À PERMANÊNCIA E INTEGRAÇÃO NA FAMÍLIA DE IDOSOS E PESSOAS PORTADORAS DE DEFICIÊNCIA Exposição de motivos A sociedade moderna tem por obrigação fornecer os instrumentos
PROJETO CUIDAR TRATAR DAS NOSSAS PESSOAS REDE INTERMUNICIPAL DE CUIDADOS DE SAÚDE. Metodologia de Avaliação e Seleção de Candidatos
PROJETO CUIDAR TRATAR DAS NOSSAS PESSOAS REDE INTERMUNICIPAL DE CUIDADOS DE SAÚDE PROTOCOLO INTERMUNICIPAL ENTRE OS MUNICÍPIOS DE VILA REAL DE SANTO ANTÓNIO E OLHÃO Metodologia de Avaliação e Seleção de
CANTINAS SOCIAIS NO MUNICÍPIO DE GONDOMAR
GONDOMAR CANTINAS SOCIAIS NO MUNICÍPIO DE GONDOMAR 2.ª FASE DE IMPLEMENTAÇÃO DO PROGRAMA DE EMERGÊNCIA ALIMENTAR MARÇO 2014 PREÂMBULO O presente documento procura identificar as repostas atualmente existentes
REGULAMENTO. Gabinete de Consulta Jurídica e de Apoio Jurídico do Municipio de Arruda dos Vinhos
REGULAMENTO Gabinete de Consulta Jurídica e de Apoio Jurídico do Municipio de Arruda dos Vinhos Aprovação Câmara Municipal: 02-05-2016 Assembleia Municipal: 27-06-2016 REGULAMENTO DO GABINETE DE CONSULTA
NORMAS DE APOIO ÀS FAMÍLIAS PARA FREQUÊNCIA DOS CENTROS DE ATIVIDADES DE TEMPOS LIVRES, NO ÂMBITO DA AÇÃO SOCIAL
NORMAS DE APOIO ÀS FAMÍLIAS PARA FREQUÊNCIA DOS CENTROS DE ATIVIDADES DE TEMPOS LIVRES, NO ÂMBITO DA AÇÃO SOCIAL A Câmara Municipal de Sesimbra apoia famílias de contexto socioeconómico fragilizado, através
Normas para a atribuição de transporte escolar NOTA INTRODUTÓRIA
Normas para a atribuição de transporte escolar NOTA INTRODUTÓRIA A intervenção do Município de Benavente em matéria de transportes escolares consiste na oferta de um serviço nos parâmetros estabelecidos
Normativo da Festa da Broa 2016
ARTIGO 1º (Objeto e Âmbito) O presente Normativo tem por objetivo a definição das condições de realização da 29ª edição da Festa da Broa. ARTIGO 2º (Organização e Fins) 1. A organização da Festa da Broa
Regulamento do Fundo Social de Emergência Preâmbulo
Regulamento do Fundo Social de Emergência Preâmbulo A Câmara Municipal de Cinfães, através de medidas de intervenção, inclusão e apoio social, tem vindo a promover ações concertadas e articuladas com os
REGULAMENTO. Projeto Esperança
REGULAMENTO Projeto Esperança Aprovação Câmara Municipal: 21-12-2015 Assembleia Municipal: 12-02-2016 REGULAMENTO PROJETO ESPERANÇA PREÂMBULO O Município de Arruda dos Vinhos, no desenvolvimento da sua
ORIENTAÇÕES OPERACIONAIS RN 412/16 CANCELAMENTOS DE PLANOS DE SAÚDE
ORIENTAÇÕES OPERACIONAIS RN 412/16 CANCELAMENTOS DE PLANOS DE SAÚDE Foi publicada no Diário Oficial da União - DOU de 11/11/16 a RN 412/16 que dispõe sobre a solicitação de cancelamento do contrato do
MUNICÍPIO DE LAGOA AÇORES REGULAMENTO DO PAGAMENTO EM PRESTAÇÕES DA RECEITA DO FORNECIMENTO DE ÁGUA. Preâmbulo
REGULAMENTO DO PAGAMENTO EM PRESTAÇÕES DA RECEITA DO FORNECIMENTO DE ÁGUA Preâmbulo O Regulamento Municipal dos Sistemas Públicos e Predial de Distribuição de Água e Drenagem de Águas Residuais do Concelho
CENTRO DE CONVÍVIO REGULAMENTO INTERNO
ASSOCIAÇÃO NUN ÁLVARES DE CAMPANHÃ INSTITUIÇÃO PARTICULAR DE SOLIDARIEDADE SOCIAL CENTRO DE CONVÍVIO REGULAMENTO INTERNO ASSOCIAÇÃO NUN ÁLVARES DE CAMPANHÃ RUA DO FALCÃO, 555 4300-182 PORTO TRAVESSA CORUJEIRA
REGULAMENTO DE COMPARTICIPAÇÃO EM DESPESAS COM MEDICAMENTOS. Nota Justificativa
REGULAMENTO DE COMPARTICIPAÇÃO EM DESPESAS COM MEDICAMENTOS Nota Justificativa O quadro sócio demográfico atual diverge do tradicional. As questões do envelhecimento das populações estão em foco devido
da Universidade Sénior de Alfândega da Fé
Regulamento Interno da Universidade Sénior de Alfândega da Fé Capítulo I Natureza e Âmbito Artigo 1º Âmbito 1- O presente regulamento disciplina a criação e funcionamento da Universidade Sénior de Alfândega
Regulamento para Atribuição de Transportes Escolares do Município de Mafra NOTA JUSTIFICATIVA
NOTA JUSTIFICATIVA Dando cumprimento às atribuições do Município no domínio da Educação, conforme previsto nas alíneas d) do n.º 1 do artigo 13.º e a) do n.º 3 do artigo 19.º da Lei n.º 159/99, de 14 de
Nome. Nome do Pai. Nome da Mãe. Morada N.º Freguesia Código Postal - Telefone . Nome. Nome. Nome
REQUERIMENTO DE CANDIDATURA JARDIM DE INFÂNCIA CÁLCULO DA COMPARTICIPAÇÃO FAMILIAR PELA UTILIZAÇÃO DE COMPONENTES DE APOIO À FAMÍLIA ESTABELECIMENTO DE EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Ano letivo / IDENTIFICAÇÃO DO
Prémio Jovens Talentos Braga 16. Edição Braga 16 Capital Ibero-americana de Juventude. Regulamento
Prémio Jovens Talentos Braga 16 Edição Braga 16 Capital Ibero-americana de Juventude Regulamento 1. Introdução O presente concurso tem como objetivo estimular o aparecimento e divulgar os novos talentos
A P A R T A M E N T O S
A P A R T A M E N T O S NORMAS DE UTILIZAÇÃO I ÂMBITO DE APLICAÇÃO As presentes normas aplicam-se aos quatro apartamentos, propriedade da ATAM, localizados, dois em Albufeira, um na Nazaré e outro no Gerês,
REGULAMENTO HIDROTERAPIA - AFA
REGULAMENTO HIDROTERAPIA - AFA Página 1 de 5 Regulamento Terapia Aquática - AFA O presente Regulamento Interno aplica-se à frequência de Terapia Aquática na Piscina Municipal de Oliveira de Bairro podendo
Regulamento Municipal para a Concessão de Bolsas de Estudo a Estudantes do Ensino Superior MUNICIPIO DE FORNOS DE ALGODRES
2015 Regulamento Municipal para a Concessão de Bolsas de Estudo a Estudantes do Ensino Superior MUNICIPIO DE FORNOS DE ALGODRES Índice Nota Justificativa... 2 Capítulo I Disposições Gerais... 2 Artigo
REGULAMENTO INTERNO «REFEITÓRIO/CANTINA SOCIAL»
REGULAMENTO INTERNO «REFEITÓRIO/CANTINA SOCIAL» JULHO 2015 ÍNDICE CAPÍTULO I Disposições Gerais... 3 Artigo 1º (Definição Legal)... 3 Artigo 2º (Objetivos do Lar de Sant ana - Matosinhos)... 3 Artigo 3º
Agrupamento de Escolas de Oliveira do Bairro
Agrupamento de Escolas de Oliveira do Bairro Normas Reguladoras de Funcionamento do Serviço de Refeições no âmbito do Programaa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares do 1º Ciclo do Ensino
REGULAMENTO DA COMPONENTE SÓCIO-EDUCATIVA DE APOIO À FAMÍLIA NOS ESTABELECIMENTOS DE EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR
ARTIGO 1º Objecto 1- O presente regulamento tem por objecto definir o funcionamento dos serviços da componente de apoio à família, no âmbito de: a) Fornecimento de almoço b) Prolongamento de horário 2-
Universidade Portucalense Infante D. Henrique
Universidade Portucalense Infante D. Henrique Bolsas de Estudo Regulamento 1. Requisitos a cumprir para candidatura a) Não ser detentor de grau académico universitário; b) Não beneficiar de outra bolsa
Normas da Componente de Apoio à Família Pré Escolar
Normas da Componente de Apoio à Família Pré Escolar No âmbito do programa de desenvolvimento e expansão da educação Pré-Escolar e considerando: a Lei n.º 5/97, de 10 de fevereiro, que consigna os objetivos
Regulamento de Atribuição de Bolsa Social Xadrez Dr.ª Célia Santos
Regulamento de Atribuição de Bolsa Social Xadrez Dr.ª Célia Santos Inscrições Abertas de 20 de fevereiro a 15 março Sede CPC Rua Pedro Álvares Cabral (EB1/JI), Vila Nova de Caparica, 2825-049 Caparica
PROJECTO DE REGULAMENTO DO PROGRAMA DE OCUPAÇÃO DE TEMPOS LIVRES DE VERÃO. Preâmbulo
1 PROJECTO DE REGULAMENTO DO PROGRAMA DE OCUPAÇÃO DE TEMPOS LIVRES DE VERÃO Preâmbulo A criação de um programa de ocupação de tempos livres para as crianças da Freguesia de Chamusca e Pinheiro Grande,
PROJETO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE INCENTIVO Á NATALIDADE
PROJETO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE INCENTIVO Á NATALIDADE Preâmbulo Considerando: - A crescente intervenção dos Municípios, no âmbito das políticas de ação social, com vista, por um lado, à progressiva
