A liminar foi concedida (fls. 34/35).
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- Betty Damásio Farinha
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1 fls. 146 SENTENÇA Processo Digital nº: Classe - Assunto Mandado de Segurança - Pessoas com deficiência Impetrante: Impetrado: Chefe do Posto Fiscal da Secretaria da Fazenda do Estado de Sao Paulo Juiz(a) de Direito: Dr(a). Alexandra Fuchs de Araujo Vistos. Cuida-se de mandado de segurança impetrado por representada por seu pai, em face de ato praticado pelo CHEFE DO POSTO FISCAL AVANÇADO 10 BUTANTÃ SECRETARIA DA FAZENDA DO ESTADO, alegando, em síntese, sem menor incapaz e portadora de deficiência mental grave, encefalopatia crônica não evolutiva, paralisia cerebral espástica epilepsia (CID 10: F.72), sendo dependente de terceiros para sua sobrevivência e todas as atividades diárias. Relata que requereu isenção de IPVA em relação a veículo a ser conduzido por terceiro, mas que sua situação não se enquadra na Portaria CAT 56/96, razão pela qual optou pela presente impetração para garantir seu direito à isenção, com fundamento nas Leis Federais nº 8.989/95 e /2003, na Portaria CAT 56/96 e em Convênio no CONFAZ. Requer, inclusive em sede liminar, determinação para que a autoridade coatora permita a aquisição de veículo com isenção de IPVA. A liminar foi concedida (fls. 34/35). litisconsorcial (fls. 56/57). Defiro. Cientificada, a Fazenda requereu seu ingresso no feito como assistente Notificada, a autoridade coatora prestou informações (fls. 58/70). Preliminarmente, alegou a inadequação da via mandamental, por necessidade de instrução probatória. No mérito, aduziu que a isenção do IPVA se encontra prevista na Lei Estadual nº /2008 e regulamentada na Portaria CAT , que devem ser interpretadas restritivamente. Sustenta que a impetrante não preenche os requisitos legais, quais sejam: a) que o veículo adquirido contenha adaptações técnicas específicas; b) que o condutor do veículo seja o beneficiário da isenção; c) a formalização de requerimento administrativo. Requer a denegação da
2 fls lauda 1 segurança. O Ministério Público se manifestou pela concessão da segurança (fls. 138/145). É o relatório. Fundamento e decido. Afasto as preliminares arguidas. A via eleita é adequada, pois há documentos produzidos pela própria Administração que atestam a deficiência da impetrante, não havendo, portanto, necessidade de dilação probatória. É o caso de concessão da segurança. Busca a impetrante, deficiente física e menor absolutamente incapaz, a extensão da norma que isenta o IPVA de veículos para motoristas deficientes físicos e que possuam CNH, para também abranger sua pessoa e seu automóvel, a ser conduzido por terceiro. O Estado de São Paulo editou a Lei Estadual nº 6.609/89 instituindo o IPVA, por meio da qual em seus artigos 9º, inciso VIII, 10 regula a forma de isenção do tributo para os portadores de deficientes físicos, remetendo a regulamentação à legislação. Certo é que a Coordenadoria da Administração Tributária editou a Portaria CAT 56/96, por meio da qual se exige para a isenção do IPVA, dentre outros requisitos, que os veículos estejam adaptados aos portadores de deficiência, cópia da CNH e laudo pericial que comprove estar o deficiente físico habilitado a conduzir aquele auto (art. 3º da Portaria em comento). Assim, com base na lei em tela, diante do fato de que a impetrante, absolutamente incapaz, não irá conduzir o veículo e que o automóvel que utiliza (dirigido por terceiros) não está adaptado aos portadores de deficiência física, ao contrário, ser um veículo original de fábrica, a autoridade coatora acabará por indeferir pedido da impetrante. O caso, todavia, há de ser analisado sob a égide das normas constitucionais, sendo flagrantemente inconstitucional a Portaria CAT 56/96, pois fere o princípio da igualdade, sem falar naqueles atinentes à integração do deficiente físico em nosso meio social. Trata a Lei Estadual e a Portaria CAT 56/96 os iguais de forma desigual ao se
3 fls lauda 2 permitir que somente deficientes físicos maiores de idade e que possuam habilitação possam se beneficiar da isenção do IPVA para seus veículos. Há flagrante discriminação aos portadores de deficiência sem idade para dirigir, ou impossibilitados de assim o fazer, pois impõe sacrifício a pessoas ou grupo de pessoas, discriminando-as em face de outros da mesma situação que, assim, permanecem em condições mais favoráveis. O ato é inconstitucional por fazer discriminação não autorizada entre pessoas em situação de igualdade. Ainda, as normas sob luzes atingem de forma cristalina o artigo 3º, inciso IV da Constituição Federal. Por esta denota-se que um dos princípios fundamentais República Federativa do Brasil é que a Constituição Federal está a promover o bem estar de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer formas de discriminação. Vale ainda dizer que as normas estaduais citadas estão em descompasso com o princípio constitucional de igualdade perante a tributação. Com efeito, ao beneficiar somente um grupo de deficientes físicos, a lei estadual e sua regulamentação (Portaria CAT 56/96) veio a tributar aqueles mais necessitados: os deficientes que necessitam de terceiros para se locomoverem, irem ao médico, fisioterapia, etc. É o caso focado. Para se evitar isto deveria o legislador estadual atentar-se para o artigo 150, inciso II da Constituição Federal, que finca a regra de que "é vedado instituir tratamento desigual entre contribuintes em situação equivalente...". Tal norma, em compasso com o princípio constitucional da igualdade lançado no artigo 5º, confere, por si só, ao impetrante o direito de isentar o veículo que será utilizado por terceiros (genitores, familiares, motorista, etc) em seu transporte na busca a uma vida digna. Mas, não é só. A partir da Constituição de 1988 foi estabelecido em favor da pessoa portadora de deficiência, não somente a regra geral relativo ao princípio da igualdade (art. 5º caput), mas também: a) competência comum da União, Estado, Distrito Federal e Município para cuidar da saúde e assistência pública, da proteção e garantia das pesos portadoras de deficiência (art. 23, II); b) a competência concorrente para legislar visando a proteção e integração do portador de
4 fls lauda 3 deficiência (art. 24, XIV); c) a proteção ao trabalho, proibindo qualquer discriminação no tocante ao salário e admissão do portador de deficiência (art. 7º, XXXI) e a reserva de vagas para cargos públicos (37, VIII); d) a assistência social habilitação, reabilitação e benefício previdenciário (art. 203, IV e V); e) a educação atendimento especializado, preferencialmente na rede regular de ensino (art. 208,III); f) a eliminação das barreiras arquitetônicas, adaptação de logradouros públicos, edifícios, veículos de transporte coletivos (art. 227, II, parágrafo 2º); g) preocupação com a criança e adolescente portadores de deficiência, com criação de programas de prevenção e atendimento especializado, além de treinamento para o trabalho (art. 227, II) e, tais normas vem de encontro a amparar a impetrante. É que as normas federais que disciplinam a isenção tributária aos portadores de deficiência não fincam diferenças entre eles, mas a legislação estadual assim o fez criando barreiras legislativas aos portadores de deficiência menores de idade e que não são motoristas. Pelas explanações acima verifica-se o total descompasso de tais normas com a Constituição Federal, haja vista que ferindo de morte a Constituição Federal, o fisco estadual concede a benesse de isenção do IPVA aos motoristas portadores de deficiência, mas não àqueles que não o são e sequer possuem condições de um dia, quiçá, dirigir um veículo. A proteção constitucional a estes deveria ser em sua maior amplitude, o que não ocorre com a Lei Estadual nº 6.609/89 e a Portaria CAT 56/96, de modo que a segurança há de ser concedida ao impetrante. Ante o exposto e tudo o mais que dos autos consta, CONCEDO A SEGURANÇA pleiteada pela impetrante e o faço para determinar que a autoridade coatora forneça a autorização de isenção de IPVA para o veículo a ser utilizado pelo impetrante em sua locomoção, seja o bem registrado em seu nome ou de seu representante legal. A escolha do veículo, de fabricação nacional, até que norma venha disciplinar o fato (há projeto em trâmite na Assembléia Legislativa Estadual) caberá ao representante legal do impetrante e a isenção deverá atingir somente um veículo automotor. Pelos mesmos fundamentos, confirmo a tutela de urgência concedida. P.R.I.C. São Paulo, 24 de janeiro de 2017.
5 fls lauda 4 DOCUMENTO ASSINADO DIGITALMENTE NOS TERMOS DA LEI /2006, CONFORME IMPRESSÃO À MARGEM DIREITA
6 fls lauda 5
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