Classificação Climática da Microrregião do Seridó/RN
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- Lorenzo Melgaço Quintanilha
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1 Classificação Climática da Microrregião do Seridó/RN Cati E.A. Valadão, Priscilla T. Oliveira, Darlan M. Schmidt, Bruce K.N. Silva, Naurinete J.C. Barreto, Washington L.F. Correia Filho, Edmir S. Jesus, Alexandre B. Lopo, Alexandre S. Santos, José U. Pinheiro, Arthur Mattos Programa de Pós-Graduação em Ciências Climáticas (PPGCC) Universidade Federal do Rio Grande do Norte UFRN Campus Universitário Lagoa Nova Natal - RN Brasil [email protected], [email protected], [email protected] ABSTRACT The present work classifies the climate of Seridó microregion of Rio Grande do Norte state based on the Thornthwaite classification system. The data used for the classification are climatological averages of monthly rainfall of seventeen raingauges located in the area and temperatures estimated through Estima_T software. The region showed five mesothermal climates: DdB' 3 a', DdB' 2 a', C 1 db' 3 a', C 1 sb' 3 a', and C 1 db' 2 a'. The analysis of precipitation series showed that March is the most precipitating month of the year for all locations, followed by April. The total annual amount of rainfall ranges from 400 mm (Equador) to 800 mm (Ipueira). Palavras-chave: Thornthwaite, classificação climática, balanço hídrico, semiárido, Seridó, Nordeste do Brasil. 1 INTRODUÇÃO A região Nordeste do Brasil (NEB) apresenta uma grande variabilidade interanual na quantidade total de precipitação, cujas sub-regiões exibem grandes contrastes na distribuição da precipitação (ALVES; REPELLI, 1992; KOUSKY, 1979; RAO et al., 1993). A sub-região semiárida apresenta precipitação média anual em torno de 800 mm, diminuindo para 500 mm à medida que se adentra o interior da mesma. Porém, algumas localidades chegam a apresentar valores extremamente baixos, da ordem de 300 mm anuais (ALVES, et al. 2006, HASTENRATH, 1990). Na parte semiárida do estado do Rio Grande do Norte, a microrregião do Seridó é uma das áreas no planeta enquadrada pela Convenção de Combate à Desertificação (CCD) como núcleo de desertificação, por apresentar baixos índices de umidade do solo, na classificação por índices de aridez. Essa microrregião abrange uma área em torno de km 2, correspondendo a 18% da área do estado. O índice de aridez relaciona o volume da precipitação ao da evapotranspiração: as áreas com índice entre 0,05 a 0,20 são classificadas como áridas; entre 0,21 e 0,50 semiáridas; e entre 0,51 e 0,65, sub-úmidas secas. Estas áreas apresentam susceptibilidade aos processos de desertificação relacionados com a ação da variação climática e com as atividades antrópicas. As populações que vivem nas regiões semiáridas vivem uma constante situação de vulnerabilidade devido às irregularidades na distribuição de precipitação e limitações relacionadas com disponibilidade de água na região. Os anos em que as condições hídricas são favoráveis propiciam a permanência da população na região, ao passo que naqueles cujas condições são de seca levam ao êxodo destas para áreas mais propícias ou centros urbanos maiores. Tais situações de vulnerabilidade afetam profundamente a vida destas populações, provocando profundas implicações sócio-econômicas.
2 A CCD estabelece como um dos fundamentos para o desenvolvimento sustentável a elaboração de programas nacionais de manejo de ecossistemas frágeis na luta contra a desertificação e (efeitos da) seca (segundo a proposta da Agenda 21, Capítulo 12). Assim, o conhecimento sobre o consumo hídrico das culturas, obtido com base na estimativa da evapotranspiração, constitui uma informação preciosa no manejo da água em qualquer região do planeta e, em especial, nas regiões semiáridas. Thornthwaite e Mather (1955) desenvolveram um modelo de Balanço Hídrico Climatológico (BHC) para determinar o regime hídrico de um local, sem a necessidade de medidas diretas das condições do solo. Para sua elaboração, necessita-se definir a capacidade de armazenamento máximo do solo, do total de precipitação e da estimativa da evapotranspiração potencial em cada período. Com estas três informações o BHC permite deduzir a evapotranspiração real, a deficiência ou o excedente hídrico, e o total de água retida no solo em cada período. A importância desse estudo deve-se à sua aplicação na avaliação do potencial agroclimático, uma vez que os índices deduzidos do seu cálculo permitem avaliar a realidade climática das regiões estudadas, tais como os índices hídricos e de aridez, refletindo a relação entre a precipitação e a evapotranspiração potencial. Como forma de contribuir com informações climáticas para o Seridó, o presente trabalho apresenta uma classificação climática para municípios dessa microrregião. Para tanto, adotou-se o método proposto por Thornthwaite. 2 - MATERIAL E MÉTODOS Os dados de precipitação mensal de dezessete municípios da microrregião do Seridó/RN utilizados nesta análise são do período de 1963 a 2008 e foram fornecidos pela Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN). A localização de cada pluviômetro pode ser observada na Figura 1. Figura 1 Postos pluviométricos utilizados. Os dados climatológicos de temperatura média do ar foram estimados para cada município através do software Estima_T (CAVALCANTI et al. 2006), uma vez que o município de Caicó é o único da microrregião que possui estação meteorológica. O balanço
3 hídrico climatológico foi calculado adotando-se o método de Thornthwaite e Mather (1955), considerando-se a capacidade de água disponível (CAD) de 100 mm, capaz de atender uma grande variedade de culturas e diversas aplicações hidrológicas. A partir do cálculo da evapotranspiração potencial (ETP), deficiência hídrica (DEF) e excedente hídrico (EXC) foram obtidos o índice de umidade (I u ), o índice de aridez (I a ) e o índice hídrico (I h ), utilizando-se as seguintes relações: I a = 100 (DEF/ETP) I u = 100 (EXC/ETP) I h = I u 0,6 I a Após serem obtidos os índices para cada localidade efetuou-se a classificação climática segundo o método de Thornthwaite, utilizando-se as tabelas constantes em Ometto (1981). 3 RESULTADOS E DISCUSSÃO Na Tabela 1 são apresentados os valores dos índices obtidos para cada cidade, sendo encontrados cinco tipos climáticos na microrregião do Seridó, conforme ilustrado na Figura 2. As cidades de Cruzeta, Currais Novos, Jardim do Sérido, São José do Seridó, Ouro Branco, Parelhas e Acari classificaram-se como clima DdB' 3 a', ou seja, clima mesotérmico semiárido com excedente hídrico pequeno ou nulo. As cidades de Caicó, São Fernando, São João do Sabugi e Timbaúba dos Batistas, classificam-se como C 1 db' 3 a', clima mesotérmico seco com excedente hídrico pequeno ou nulo. As cidades de Serra Negra do Norte, Ipueira, Jardim de Piranhas e Santana do Seridó estão classificadas como C 1 sb' 3 a', ou seja, clima mesotérmico seco com excedente hídrico moderado no verão. Já as cidades de Carnaúba dos Dantas e Equador enquadram-se, respectivamente, nas categorias C 1 db' 2 a', clima mesotérmico seco com excedente hídrico pequeno ou nulo, e DdB' 2 a', clima mesotérmico semiárido com excedente hídrico pequeno ou nulo. Tabela 1 Índices climáticos (I u, I a e I h ), P, ETP e razão entre ETP verão e ETP anual para os municípios do Seridó/RN. CIDADE I u I a I h P ETP (ETP verão /ETP anual )*100 Caicó -15,86 41,49 9,04 666,8 987,22 27,72 Cruzeta -23,55 42,29 1,82 583,1 978,47 27,68 Currais Novos -30,69 51,14 0,00 444,0 908,8 27,75 Equador -32,23 53,72 0,00 400,2 864,79 27,97 Jardim do Seridó -22,69 43,83 3,61 570, ,74 Ouro Branco -22,99 44,47 3,69 568,6 960,11 27,73 Parelhas -20,86 44,14 5,62 563,2 915,95 27,77 Jardim de Piranhas -9,49 39,09 13,96 744,8 994,81 27,72 São Fernando -14,01 37,86 8,71 701,2 989,77 27,73 São João do Sabugi -17,45 43,36 8,57 632,8 970,5 27,78 Serra Negra do Norte -8,44 38,53 14,67 742,9 975,64 27,73 Timbaúba dos Batistas -15,82 41,12 8,85 665,5 982,55 27,74 Ipueira -2,20 34,59 18,55 805,6 959,42 27,77 Acari -28,45 47,42 0,00 492,1 935,92 27,71 Carnaúba dos Dantas -14,86 35,67 6,54 621,8 877,41 27,86 Santana do Seridó -5,73 37,88 16,99 723,6 914,64 27,76 São José do Seridó -22,25 43,77 4,01 578,4 960,17 27,70
4 Figura 2 - Classificação climática dos municípios localizados na microrregião do Seridó/RN. 4 CONSIDERAÇÕES FINAIS Este estudo realizou uma classificação climática para dezessete municípios da microrregião do Seridó/RN com base na classificação climática de Thornthwaite. Os resultados encontrados mostraram que a região apresenta cinco tipos climáticos: sete municípios com DdB' 3 a' (clima mesotérmico semiárido com excedente hídrico pequeno ou nulo), um município com DdB' 2 a' (clima mesotérmico semiárido com excedente hídrico pequeno ou nulo), quatro municípios com C 1 db' 3 a' (clima mesotérmico seco com excedente hídrico pequeno ou nulo), quatro municípios com C 1 sb' 3 a' (clima mesotérmico seco com excedente hídrico moderado no verão), e um município com C 1 db' 2 a' (clima mesotérmico seco com excedente hídrico pequeno ou nulo). Os municípios de Currais Novos e Equador, segundo seus índices de aridez, enquadram-se numa situação sub-úmida seca, ao passo que os demais enquadram-se como semiárida. Equador é o que apresenta o menor total anual de precipitação (~ 400 mm) ao passo que Ipueira registra o maior total anual (~ 800 mm). Os municípios apresentam os maiores registros de precipitação no mês de março, seguido de abril. Uma exceção ocorre em Ipueira que apresenta precipitações acima de 160 mm nos meses de janeiro e fevereiro, porém março é o mês mais chuvoso (~ 194 mm). O Seridó se caracteriza por possuir solos não apropriados para qualquer exploração agrícola devido às limitações impostas pela falta d água e erosão, bem como pelos impedimentos de uso de máquinas agrícolas em decorrência do relevo, da pedregosidade e rochosidade (IDEMA, 2010). Em face da situação de vulnerabilidade em que se encontra esta microrregião devido as suas várias susceptibilidades pretende-se, como perspectivas futuras de análise, investigar quais fatores e sistemas meteorológicos influenciam sua distribuição de precipitação, bem como sua aptidão agroclimática. AGRADECIMENTOS Os autores agradecem à EMPARN por ter gentilmente cedido os dados de precipitação. Arthur Mattos agrade ao CNPQ pela Bolsa de Produtividade em Pesquisa. Os demais autores agradecem à CAPES pela concessão da Bolsa de Doutorado.
5 5 REFERÊNCIAS ALVES, J. M. B.; REPELLI, C. A. A variabilidade pluviométrica no setor norte do nordeste e os eventos El Niño-Oscilação Sul (ENOS). Revista Brasileira de Meteorologia, v. 7, n. 2, p , ALVES, J. M. B. et al. Mecanismos atmosféricos associados à ocorrência de precipitação intensa sobre o nordeste do Brasil durante janeiro/2004. Revista Brasileira de Meteorologia, v.21, n.1, p , CAVALCANTI, E.P.; SILVA, V.P.R.; SOUSA, F.A.S. Programa computacional para a estimativa da temperatura do ar para a Região Nordeste do Brasil. Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental, Campina Grande, PB, v.10, n.1, p , HASTENRATH, S. Prediction of northeast Brazil rainfall anomalies. Journal of Climate, v. 3, p , IDEMA. Perfil do seu município. Disponível em: < erfil_municipio.asp>. Acesso em: 13 mai KOUSKY, V. E. Frontal influences on northeast Brazil. Monthly Weather Review, v.107, p , OMETTO, J.C. Bioclimatologia Vegetal. São Paulo: Ceres, p. RAO, V. B.; LIMA, M. C.; FRANCHITO, S. H. Seasonal and interannual variations of rainfall over eastern northeast Brazil. Journal of Climate, v. 6, p , THORNTHWAITE, C.W.; MATHER, J.R. The water balance. Publications in Climatology, New Jersey: Drexel Institute of Technology, 104p, 1955.
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