Transporte de Suprimentos PNV-2587
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- Flávio Galindo Figueira
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1 Transporte de Suprimentos PNV-2587
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3 CARGAS
4 Cargas Água Uso industrial Potável Diesel Carga geral Equipamentos Ferramentas Peças para reposição Material de consumo Alimentos Contêineres vazios Tubos
5 Cargas Exemplo de movimentação de tubos Operação em condições de mar adversas
6 Cargas Fluidos de Perfuração e Completação Graneis Cimento Lama Baritina Bentonita
7 7 dias 12 dias DTM/perfurando 36 in Perfurando 26 in Poço PSV faz 1 visita Gr Sólido 20 ton Salmoura(NaCl) m 3 PSV faz 3 visitas 100 dias 119 Perfurando demais fases com retorno Salmoura(NaCl) 950 m 3 Gr Sólidos 890 ton Parafina 340 m 3 Fluido Sintético m 3 PSV faz 7 visitas 50 dias 169 Completando/Avaliando Salmoura(NaCl) 800 m 3 PSV faz 4 visitas As demandas das fases serão distribuídas uniformemente de acordo com o número de visitas
8 Transporte de Cargas Perigosas No transporte de cargas é necessário que a embarcação atenda aos requisitos básicos de das normas de segurança de armazenamento e transporte em mar aberto do país em que opera. Tais normas são aplicadas visando à segurança das pessoas, à integridade da embarcação e minimização dos riscos ao meio ambiente.
9 Transporte de Cargas Perigosas No Brasil esta norma se aplica às embarcações de bandeira brasileira operando em mar aberto e às embarcações estrangeiras, quando operando as cargas mencionadas anteriormente em portos brasileiros. FONTE:
10 Transporte de Cargas Perigosas Cargas Perigosas: são cargas que, em virtude de serem explosivas como gases comprimidos ou liquefeitos, inflamáveis, oxidantes, venenosas, infectantes, radioativas, corrosivas ou substâncias contaminantes, possam apresentar riscos à tripulação, ao navio, às instalações portuárias ou ao ambiente aquático. Estas cargas perigosas encontram-se relacionadas nos códigos e convenções internacionais publicados pela IMO.
11 Transporte de Cargas Perigosas No caso do transporte por PSVs, os principais materiais e equipamentos transportados para a perfuração que se enquadram no perfil de cargas perigosas são: o óleo diesel, água industrial, lama líquida, lama a base de óleo, dispersantes, baritina, n-parafina, fluidos sintéticos e os explosivos. Estas cargas citadas acima podem ser transportadas tanto embaladas quanto em tanques.
12 Requisitos para o Transporte de Cargas Perigosas Homologação das Embalagens; Declaração de Cargas Perigosas; Manifesto de Cargas Perigosas; Licença para o Transporte de Cargas Perigosas; Denominação das Cargas Perigosas; Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos FISPQ; Transporte de cargas perigosas consideradas substâncias danosas ; Documento de Conformidade para o transporte de carga perigosa;
13 Volumes movimentados Brasil Fonte: ILOS
14 DINÂMICA DA OPERAÇÃO
15 Operação Base de Apoio Logístico Offshore Fluidos (Graneis) 1 Carregamento do navio na Base de Apoio Logístico Offshore d Supply Vessel 2 Transporte dos suprimentos até a plataforma 3 Descarregamento dos suprimentos na plataforma/carregamento do supply vessel 1 Plataforma petrolífera Transporte da plataforma até a Base de Apoio Offshore 3 5 Descarregamento na Base de Apoio
16 Operação
17 Operação Load Backload
18 Operação Itens sob demanda. Demanda empurrada.
19 Operação Embarcação para Cargas Normais: Atende à demanda padrão das unidades marítimas através de rotas fixas definidas a partir da posição geográfica das sondas e plataformas. Embarcação para Cargas de Emergência: Responsável pelo atendimento dos pedidos emergenciais através de rotas que são definidas de acordo com a necessidade operacional. Embarcação Especial: Utilizada para movimentar as grandes solicitações de risers e tubos, já que um desses pedidos pode ocupar grande parte da embarcação.
20 Início da Programação Limite teórico para Enxertos Início do Descarregamento Início do Carregamento Partida do navio Operação Carga Geral - Porto Unitização -50hs -32hs -24hs -18hs -12hs -6hs Programação Programação Back Load
21 Ineficiências na Operação de Carga Geral
22 CONTÊINERES OFFSHORE
23 Contêineres Offshore Cesta de Lixo Contêiner Mini CCU Contêiner 10 Contêiner 20
24 Contêineres Offshore Contêiner 40 Contêiner 10 Meia Altura Contêiner 20 Meia Altura 20 Skid (ISO Frame)
25 Contêineres Offshore Galão 1500 L Galão 4000 L Cesta de Tubos de Perfuração
26 ALOCAÇÃO DE CARGA NO CONVÉS
27 Alocação de Carga no Convés Arranjo ( empacotamento ) Cargo (16 m 2 ) Deck Available Area (42 m 2 )
28 Alocação da Carga Geral - Restrições Uma solução de alocação de convés deve respeitar às seguintes restrições: Empacotamento Cargas obrigatórias Tomadas de energia Corredor Áreas pré-designadas Capacidade do guindaste Cargas emergenciais Cargas perigosas Densidade da carga Adjacência de cargas
29 Alocação de Carga no Convés
30 Alocação de Carga no Convés
31 PSV
32 PSV
33 PSV Comparação de potência específica (kw/dwt): Bourbon Hidra (PSV): 1.52 kw/dwt Maersk Kowloon (6160TEU container ship): 0.68 kw/dwt Meltemi (oil tanker Suezmax): 0.12 kw/dwt
34 PSV Embarcação típica PSV3000 PSV4500 Custo Fixo U$28.000/dia Capacidade Gr Sólido 360 ton Líquido m 3 Consumos (VOS POWER) Velocidade (nós) Consumo (ton/dia) Velocidade 13 nós Vazão Sólido 75 ton/h Líquido 90 m 3 /h Custo Fixo U$33.000/dia Capacidade Gr Sólido 400 ton Líquido m 3
35 PSV Classe1: Comprimento (m)calado (m) Boca (m) DWT Area conves (m2)carga conves (t)agua (m3) Diesel (m3)lama liquida (m3)granel (m3) Vel serviço (nos) Consumo serv (t/dia) Média Máximo Classe 2: Comprimento (m)calado (m) Boca (m) DWT Area conves (m2)carga conves (t)agua (m3) Diesel (m3)lama liquida (m3)granel (m3) Vel serviço (nos) Consumo serv (t/dia) Média Máximo Classe 3: Média Máximo Classe 4: 4500 Comprimento (m)calado (m) Boca (m) DWT Area conves (m2)carga conves (t)agua (m3) Diesel (m3)lama liquida (m3)granel (m3) Vel serviço (nos) Consumo serv (t/dia) Média Máximo
36 Preço de combustível Fonte:
37 PLANEJAMENTO DAS OPERAÇÕES
38 Planejamento de Operações - Inputs Unidades marítimas Sonda x unidade de produção Tipo (semi-sub; FPSO) Coordenadas (posição) Forma de aproamento Janela de operação (24 horas?) Condições ambientais Impacto no tempo de espera para aproamento (aproximação) Impacto no tempo de movimentação de carga Número de guindastes Taxa de movimentação (contêiner/hora; m3/hora)
39 Planejamento de Operações - Inputs Demanda Unidade marítima Fluxo (load ou backload) Tipo carga (geral; granel; risers/tubos) Comprimento x largura x altura (se carga geral ou risers) Volume; Tonelagem Carga periogosa Classificação IMDG (International Maritime Dangerous Good Code) Regras de adjacência Refrigerada Data mais cedo & data mais tarde Prioridade (emergência; normal)
40 Planejamento de Operações - Inputs Base Operacional Coordenadas (posição) Janela de operação (24 horas?) Número de berços de atracação Taxa média de movimentação de carga (ton/hora; contêiner/hora)
41 Planejamento de Operações - Inputs Embarcações Data de disponibilidade Local de disponibilidade Cronograma de docagens (vistoria, manutenção preventiva) Cronograma de troca de tripulação Local preferencial para alocação da carga por unidade marítima
42 Planejamento de Operações - Inputs Embarcações Características Velocidade média de cruzeiro Comprimento x boca (largura) do convés Comprimento útil x boca útil (largura) do convés Área total do convés Área útil do convés Número de tomadas para carga refrigerada Capacidade dos tanques de água potável Capacidade dos tanques de óleo díesel Capacidade dos tanques de lama; água para perfuração; etc. Autonomia (dias) Área para posicionamento de cargas perigosas Resistência do convés (ton/m2)
43 Planejamento de Operações - Output Rota (sequência de locais visitados) - por navio
44 MODELO MATEMÁTICO
45 Problema de Programação de Veículos Premissas Os roteiros iniciam e terminam na base Nem todos os veículos necessitam ser utilizados A frota é fixa e homogênea A demanda é conhecida e deverá ser atendida integralmente O problema é de coleta (ou, de entrega) Há janelas de tempo no atendimento dos clientes
46 Problema de Programação de Veículos Parâmetros - Conjuntos R ( N; A) N A { 01,, n } N N \ {0} V i, j : i, j N Rede associada ao problema Conjunto de nós (depósito + clientes) Conjunto de nós (clientes) Conjunto de arcos { 01,, m} Conjunto de veículos (índice k)
47 Problema de Programação de Veículos Parâmetros c t ij ij Q di t ~ i T a i b i Custo de percorrer o arco (i,j) Capacidade de carga do veículo Demanda do cliente i Tempo de atendimento no cliente i Tempo de viagem entre i e j Jornada de trabalho Instante de abertuda da janela de tempo Instante de encerramento da janela de tempo
48 Problema de Programação de Veículos Variáveis de Decisão x k ij 1, se o arco i, j A for veículo k V 0, emcaso contrário percorrido pelo si Instante de início do atendimento do cliente i
49 Problema de Programação de Veículos Função Objetivo minc kv in jn c ij x ij k Restrições in i j jn kv k x 1 x 1 j N k ij 0 j k V
50 Restrições j h N h k jh j i N i k x ij x k N i j i N j k ij i cap x d Problema de Programação de Veículos N i k i x 1 0 V k V k N j, k V
51 Restrições Problema de Programação de Veículos V A k j i x k ij, ), ( 01, i i i b s a N i T x t t s s k ij ij i i j ) (1 ~ V k N j N i,, 0 i s N i
52 Problema de Programação de Veículos Restrição de duração total do roteiro s0 T k V
53 OUTROS PROBLEMAS LOGÍSTICOS ASSOCIADOS
54 Dimensionamento Quantificar a composição da frota Empregar a frota de maneira eficiente Alocação Objetivo Restrições Horizonte Tipicamente, a alocação de frota é um problema de definir e/ou estimar o número de viagens em cada rota (planejamento tático) ou de roteirização e programação de veículos, com restrições de precedência, janela de tempo e/ou estoque (planejamento operacional)
55 Problemas Formação de clusters de plataformas. Localização de bases de apoio. Hubs marítimos.
56 EMERGÊNCIAS
57 Emergências
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