CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PAYU
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- Rosângela Bennert Benevides
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1 CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PAYU Termos e Condições de uso dos serviços da PayU Última atualização: 08/08/2014 Ir para a seção: 1. Aspectos Gerais Procedimento de Aceitação virtual do Acordo Criação da Conta do Comércio no Sistema Alterações ao Acordo Definições Descrição do Serviço Condições para a prestação do Serviço Obrigações do Comércio: Atividades Proibidas e Restritas Características do Serviço Implementação Técnica: Chave de Acesso: Canalização de Pagamentos e Transferência de Fundos Retenções e margens Contas Inativas Obrigações das Companhias Tarifas Garantias Diversos Duração e Rescisão Cumprimento de normas aplicáveis pelo Comércio Notificações Autorização de consulta de informação a Terceiros Anexo 1. Disposições aplicáveis em cada País Autorizado... 32
2 1. Aspectos Gerais Os Termos e Condições de Uso do Sistema de PayU descritos a seguir, constituem o acordo de serviços, doravante o Acordo, que regerá a relação contratual entre V.S.a., doravante o Comércio e a Pagosonline.Net S.A.S, sociedade devidamente constituída de acordo com as normas da República da Colômbia, a qual age em nome próprio e em nome e representação legal da E-Payments S.A., sociedade devidamente constituída de acordo com as normas da Argentina, Pagosonline Perú S.A.C., sociedade devidamente constituída conforme as leis do Peru, Latin American Payments Panamá S.A., sociedade devidamente constituída de acordo com as normas do Panamá, DigiConta S.A. de C.V., sociedade devidamente constituída de acordo com as normas do México, Dinheiromail Chile S.A., sociedade devidamente constituída de acordo com as normas do Chile e Latin American Payments Serviços Ltda., sociedade devidamente constituída de acordo com as normas brasileiras, (juntas denominadas as Companhias ) 1. O presente Acordo estabelece os termos e condições sob os quais o Comércio pode usar a plataforma tecnológica para pagamentos das Companhias (o Sistema ), assim como acessar os serviços prestados pelas Companhias (os Serviços ), de acordo com os termos e condições estabelecidos neste Acordo e seus Anexos. A aceitação expressa do presente Acordo é uma condição prévia e obrigatória para ser Comércio usuário do Sistema e poder acessar os Serviços Procedimento de Aceitação Virtual do Acordo O procedimento a seguir é aplicado para os Comércios que pretendam operar naqueles Países Autorizados, nos quais as Companhias ofereçam o processo de criação de conta online. Para os Comércios que operem nos Países Autorizados nos quais não se disponha deste serviço, a assinatura do Acordo será física. Aquelas pessoas físicas ou jurídicas interessadas em se transformar em Comércios do Sistema (doravante o Interessado ), deverão clicar na opção Registre-se, que se encontra disponível no web site das Companhias fornecer todas as informações requeridas em todos e cada um dos campos previstos no Formulário de Registro, ali encontrado e marcar a opção que diz, li e aceito os termos e condições do Acordo. Antes do preenchimento do Formulário de Registro e da aceitação dos termos e condições do Acordo, os Interessados em se tornarem Comércios do Sistema, deverão ter lido atentamente os termos e condições do presente Acordo, com todos seus Anexos. Ao selecionar a opção "li e aceito os termos e condições e clicar no botão aceitar e continuar ou criar conta, que se encontra no final do Formulário de Registro, entende-se que o Interessado leu totalmente os termos e condições do presente Acordo com todos seus Anexos, e como consequência da referida leitura aceita, livre, expressa e irrevogavelmente, os termos do presente Acordo. 1 No evento em que como Parte do Acordo, atue uma destas companhias diversa da Pagosonline.Net S.A.S., esta última agirá em seu nome e representação.
3 A partir do referido momento entender-se-á que o presente Acordo ficou formalizado entre as Partes. O presente Acordo devidamente aceito de conformidade com o procedimento indicado acima, cria um vínculo jurídico com força obrigatória entre as Partes, o qual é aceito expressa e irrevogavelmente pelo Comércio Criação da Conta do Comércio no Sistema Uma vez que o Comércio formalizou o Acordo, inicia-se o processo de criação da conta do Comércio no Sistema, denominada Conta PayU do Comércio. Para isso, o Comércio deverá fornecer toda a informação e documentos solicitados pelas Companhias, os quais se encontram listados na Seção Legal da web site das Companhias Uma vez fornecida toda a informação e suportes requeridos, as Companhias verificarão a informação fornecida, e encontrando-a satisfatória, será habilitada a Conta PayU do Comércio no Sistema, prévio pagamento do set up fee, quando quiser que isso seja aplicável, de acordo com o especificado no Anexo de Tarifas. No evento de não encontrar a informação e suportes requeridos satisfatórios, as Companhias poderão solicitar informação adicional ao Comércio. O Comércio autoriza as Companhias para diretamente ou por meio de terceiros, realizarem todas as consultas que considerarem necessárias para validar a informação fornecida com, entre outros, mas não limitado a, operadores de bancos de dados de informação financeira, de crédito, comercial e de serviços ou entidades similares. No evento em que a informação solicitada não seja totalmente fornecida, ou não esteja de forma satisfatória para as Companhias, igualmente ao evento em que a informação fornecida é falsa ou incorreta, as Companhias poderão rejeitar a habilitação da Conta PayU do Comércio e rescindir de forma unilateral o presente Acordo, sem fazer jus ao pagamento de nenhuma importância a título de indenização de prejuízos, compensação ou retribuição a favor do Interessado. Portanto, o Comércio exime as Companhias de toda responsabilidade por qualquer dano ou prejuízo que a referida rescisão unilateral possa causar. Não obstante o exposto, as Companhias, poderão iniciar as ações pertinentes com a finalidade de que lhe seja indenizada a totalidade dos prejuízos que tenham sido causados com a referida conduta e/ou com a rescisão antecipada do Acordo. As Companhias notificarão ao Comércio sua decisão acerca da habilitação de sua Conta PayU, para o indicado no Formulário de Registro, dentro de um prazo máximo de cinco (5) dias úteis contados a partir do momento em que o Comércio remeta os documentos requeridos para isso de maneira completa e à satisfação das Companhias. As Companhias se reservam em todos os eventos, o direito de solicitar informação adicional ao Comércio durante toda a vigência do Acordo. Uma vez criada uma Conta PayU, o Comércio poderá definir os países nos quais deseja ter operações; ou seja, os países nos quais deseja processar e receber pagamentos. Os países nos
4 quais as Companhias oferecem o serviço, denominados Países Autorizados, são atualmente, Colômbia, México, Peru, Argentina, Brasil, Chile e Panamá. As Companhias criarão para o Comércio uma Conta Virtual, doravante a Conta Virtual, associada a cada País Autorizado no qual o Comércio deseje processar e receber pagamentos. Desta maneira, a Conta PayU do Comércio poderá ter uma ou mais Contas Virtuais associadas, dependendo do número de Países Autorizados onde processe e receba pagamentos. O Comércio poderá a qualquer momento, solicitar das Companhias a abertura de uma nova Conta Virtual em um determinado País Autorizado. Todos os fundos provenientes de vendas ou pagamentos realizados utilizando e o Sistema do PayU serão pagos na(s) Conta(s) Virtual(is) do Comércio. O Comércio poderá visualizar o status e movimento de sua(s) Conta(s) Virtual(i) ao entrar por meio da internet no Módulo Administrativo de sua Conta PayU, doravante Módulo Administrativo, o qual poderá acessar por meio de seu nome de usuário e senha. 1.3 Alterações ao Acordo As alterações nos termos e condições do presente Acordo (a Alteração ), salvo o concernente às mudanças em tarifas, o qual será regulamentado na cláusula nona do Acordo, será publicada na seção Legal do web site das Companhias e/ou em Módulo Administrativo e/ou notificada ao Comércio no de contato registrado no Formulário de Registro, indicando-lhe a data a partir da qual entrará em vigor. O Comércio deverá, dentro do período mencionado para entrar em vigor a Alteração, manifestar seu acordo ou desacordo em relação à mesma, dando um Aceitar ou Rejeitar no Módulo Administrativo das Companhias ou respondendo o recebido nesse sentido, seguindo o procedimento para a aceitação ou rejeição da referida Alteração. A Rejeição da Alteração durante o prazo indicado para sua entrada em vigor terá como consequência a rescisão automática do Acordo, sem que pela referida rescisão antecipada as Companhias ou o Comércio devam pagar alguma importância a título de indenização. O silêncio do Comércio, transcorrido o prazo indicado para a entrada em vigência de uma Alteração será presumida a aceitação tácita da mesma. É obrigação do Comércio consultar constantemente os web sites das Companhias e o de contato, com a finalidade de rever as Alterações ao presente Acordo e seus Anexos, que sejam notificadas pelos referidos meios. 2. Definições A seguir, são definidos alguns termos que são utilizados ao longo do Acordo, e os quais deverão ser entendidos conforme as definições dadas para cada um deles, indicado abaixo: i Atividades Proibidas: Significa todas aquelas atividades descritas na Seção 6 deste Acordo, que não podem ser desenvolvidas pelo Comércio através do Sistema.
5 Atividades Restritas: Significa todas aquelas atividades descritas na Seção 6 deste Acordo, com restrições para o uso do Sistema. Acordo: Significa o presente acordo de vontades, o qual é considerado como um contrato principal e não acessório. Chave de Acesso: Significa a chave ou senha segura do Comércio, que permitirá a você acessar o Módulo Administrativo de sua Conta PayU. Comércio: Significa a pessoa física ou jurídica, que aceitou os termos e condições do Acordo, para efeitos de utilizar o Sistema nos Países Autorizados, para receber pagamentos, por conceito de venda de bens e/ou serviços. Comércios Locais: Serão aqueles Comércios que têm seu domicílio ou operações em um ou vários dos Países Autorizados. Comércios Internacionais: Serão aqueles que não têm seu domicílio ou operações em nenhum dos Países Autorizados. Companhias: Significam: (i) Pagosonline.Net S.A.S., (ii) E-Payments S.A., (iii) Latin American Payments Panamá S.A., (iv) Pagosonline Perú S.A.C., (v) DigiConta S.A. de C.V., (vi) Dinheiromail Chile S.A. y (vii) Latin American Payments Serviços Ltda. Encargo por Estorno: É o débito que o banco adquirente faz das Companhias, resultante de um desconhecimento de compra feito pelo portador do cartão perante a entidade emissora de seu cartão. Conta Bancária: Significa a(s) Conta(s) Bancária(s) autorizada(s) pelo Comércio para que as Companhias transfiram os recursos creditados na(s) Conta(s) Virtual(is) de sua Conta PayU. Cada Conta Virtual do Comércio deverá ter uma Conta Bancária associada para a qual serão transferidos os recursos creditados na referida Conta Virtual. A(s) Conta(s) Bancária(s) poderá(ão) estar localizada(s) em qualquer lugar do mundo. Conta PayU: Significa a Conta única do Comércio no Sistema. Para visualizar o status de sua Conta PayU, o Comércio deve entrar no Módulo Administrativo do PayU por meio de seu Comércio e senha. No Módulo Administrativo de sua Conta PayU o Comércio poderá visualizar o valor dos montantes creditados pelas Companhias a cada Conta Virtual do Comércio, resultantes das vendas realizadas e solicitar transferências de dinheiro para a(s) Conta(s) Bancária(s) registrada pelo Comércio para tal finalidade. O valor dos montantes creditados será igual ao valor dos bens e/ou serviços pagos pelos Pagantes, descontando as Tarifas que devem ser pagas pelo Comércio para as Companhias, e a Margem imposta. Cada Comércio terá uma única Conta PayU, independentemente se comercializar bens e/ou serviços em mais de um dos Países Autorizados. Conta Virtual: Significa a Conta do Comércio no Sistema associada a cada um dos Países Autorizados e na qual o Sistema refletirá os montantes provenientes dos pagamentos processados pelo Comércio utilizando o Sistema menos as Tarifas correspondentes às Companhias e a Margem imposto por elas. Toda Conta Virtual estará associada à Conta PayU do
6 Comércio. Cada Comércio deverá ter uma Conta Virtual em cada País Autorizado onde deseja processar e receber pagamentos. Os montantes procedentes de vendas ou recebimentos realizados utilizando o Sistema serão refletidos na(s) Conta(s) Virtual(is) do Comércio correspondentes. Garantia Antifraude: Significa a garantia que poderá ser oferecida pelas Companhias aos Comércios para cobrir o risco de fraude, quando a referida figura seja possível no país do domicílio do Comércio. Em caso positivo, será regulada de maneira separada ao presente Acordo, nos termos e condições expostos no link: Implementação Técnica: Significa o processo técnico que o Comércio deve realizar para integrar tecnicamente o Sistema com seu web site e começar a utilizar o Sistema para canalizar e receber pagamentos, e para garantir o correto funcionamento do mesmo. Interessado: Significa a pessoa natural ou jurídica, interessada em utilizar o Sistema das Companhias para canalizar e receber pagamentos, por conceito de venda de bens e/ou serviços oferecidos ou comercializados pelas mesmas, que ainda não assinou o Acordo. Margem: Significa o percentual de fundos recebido pelo Comércio em sua(s) Conta(s) Virtual(is) e que as Companhias retêm provisoriamente, nos termos deste Acordo, com a finalidade de se proteger contra o risco de Estornos, Reversões, reclamações ou qualquer outra situação arriscada associada à(s) Conta(s) Virtual(is) do Comércio e seu uso do Sistema. Formas de Pagamento Locais: Significa os instrumentos de pagamento que as Companhias oferecem em cada País Autorizado nos quais operam, os quais utilizam as redes de processamento de pagamentos locais. Por exemplo, se as Companhias oferecem o meio de pagamento local cartão de crédito em um País Autorizado determinado, isto significa que os pagamentos com cartões de crédito nesse país são processados por meio da rede de processamento de cartões de crédito do referido país. Alteração: Significa todas as mudanças realizadas no Acordo e/ou seus Anexos. Módulo Administrativo: Significa o módulo em internet por meio do qual o Comércio pode entrar em sua Conta PayU e visualizar o status de sua(s) Conta(s) Virtual(is). No Módulo Administrativo, o Comércio poderá visualizar as transações processadas em cada País Autorizado, o balanço de sua(s) Conta(s) Virtual(is), e organizar a transferência dos recursos creditados em sua(s) Conta(s) Virtual(is) para a(s) Conta(s) Bancária(s) fornecida(s) pelo Comércio para as Companhias. Pagantes ou Compradores: Significa as pessoas físicas ou jurídicas que adquirem os bens e/ou serviços oferecidos pelo Comércio utilizando o Sistema, e que podem estar localizados em qualquer lugar do mundo no momento de realizar a transação. Não obstante o exposto, os Pagantes ou Compradores estarão sujeitos aos termos e Condições de Pagantes das Companhias em relação aos Países Autorizados, nos quais os diversos Comércios possam vender seus bens e/ou serviços. Países Autorizados: Significa os países nos quais um Comércio, independentemente de seu domicílio ou local de operações, pode processar e receber pagamentos. Atualmente são:
7 Colômbia, México, Peru, Argentina, Brasil, Chile e Panamá, sem prejuízo de que em um futuro próximo possa ter mais Países Autorizados. Partes: Significam o Comércio e as Companhias, esclarecendo que com a assinatura do Acordo, o Comércio poderá utilizar o Sistema através de qualquer uma das Companhias, sendo que somente será gerada uma relação jurídica com aquelas Companhias através das quais efetivamente use o Sistema. Diante o exposto, sem a necessidade de assinar um acordo independente com cada uma delas. Será entendido que o Comércio utiliza o Sistema de uma Companhia particular, quando processar e receber pagamentos no competente País Autorizado. Estorno: Significa uma solicitação de reintegração feita pelas Companhias, à rede de processamento de pagamentos para obter a devolução do valor de uma transação ao portador do cartão. Serviços: Significa a disponibilização para os Comércios, de uma plataforma tecnológica que permite o processamento de transações e o recebimento de montantes resultante do pagamento de bens e/ou serviços oferecidos pelos Comércios, assim como a validação das transações processadas pelo Sistema, a fim de mitigar o risco de fraude por suplantação de identidade em relação às mesmas. Sistema: Significa a plataforma tecnológica das Companhias para o processamento de transações e recebimento de pagamentos dos Comércios, assim como para a validação das transações processadas, a fim de mitigar o risco de fraude por suplantação de identidade em relação às mesmas. Tarifas: Significa o valor e/ou percentual que será cobrado do Comércio pelas Companhias como contraprestação pelos Serviços. Estas Tarifas se encontram incluídas no web site das Companhias na seção de Tarifas, e/ou na Seção Legal do web site das Companhias em modo de Anexo ao Acordo. As tarifas em questão farão parte integrante do presente Acordo. Última Transferência: É a transferência de recursos da(s) Contas(s) Virtual(is) do Comércio, que ficaram inativos por cento e oitenta (180) dias ou mais, com saldo positivo superior a vinte dólares americanos (US$20), para uma fidúcia, patrimônio autônomo, Conta poupanças, Conta corrente, carteira coletiva ou depositar a título depósito judicial. 3. Descrição do Serviço. As Companhias oferecem ao Comércio os seguintes Serviços: Primeiro, o uso de um Sistema, que consiste em uma plataforma tecnológica que permite ao Comércio receber pagamentos resultante da venda de bens ou da prestação de serviços, mediante transações realizadas com diversas formas de pagamento. Segundo, o recebimento dos montantes resultantes das referidas vendas. Terceiro, a transferência dos montantes em questão para a Conta(s) Bancária(s) registrada(s) pelo Comércio. Quarto, a validação de transações canalizadas pelo Sistema, a fim de mitigar o risco de fraude por suplantação de identidade em relação às transações em questão.
8 As Companhias agem perante os compradores ou adquirentes de serviços, como simples representantes do Comércio para receber seus pagamentos, ou seja, que uma vez transferido o dinheiro para as Companhias, estas recebem o pagamento em nome e representação do Comércio, logo, juridicamente é o Comércio quem recebe o pagamento. A atuação das Companhias como representantes do Comércio para receber o pagamento será entendido como parte do Serviço e por consequência, será remunerado pelo Comércio de acordo com as Tarifas publicadas em e em sua posteriores Alterações. O Comércio aceita e declara expressamente que conhece que: (i) As Companhias não são entidades financeiras; (ii) os montantes que a título de pagamentos sejam transferidos para o Comércio através do Sistema, não estão garantidos por nenhuma agência governamental; (iii) As Companhias não agem como agente fiduciário ou possuidor das importâncias transferidas ao Comércio através do Sistema; (iv) As Companhias não estão autorizadas a pagar ou reconhecer nenhum tipo de juros ou remuneração em relação aos balanços, saldos, importâncias ou montantes creditados na(s) Conta(s) Virtual(is) e/ou transferidos ao Comércio através do Sistema; e (v) os montantes que a título de pagamentos são transferidos pelos Pagantes poderão, a critério das Companhias, ser administrados a) diretamente pelas Companhias, ou por uma delas, b) ser administrados por uma sociedade fiduciária devidamente autorizada pela autoridade competente no país onde operar, e escolhida discricionariamente pelas Companhias ou por uma delas, ou c) ser administrados através de um patrimônio autônomo. Em nenhum caso, os recursos dos Comércios recebidos em sua(s) Conta(s) Virtual(is) passarão a formar parte do patrimônio das Companhias e, por consequência, de nenhuma forma serão garantia dos credores das Companhias. Os recursos do Comércio não constituem depósito, motivo pelo qual não geram para as Companhias e/ou para a sociedade fiduciária que tenha sido designada para administrar os recursos recebidos dos Pagantes, as obrigações próprias de uma instituição de depósito. Qualquer regulação especial que deva ser observada em cada um dos Países Autorizados neste sentido estará contida, se aplicável, no Anexo No. 1, que faz parte integrante deste Acordo. O Comércio aceita, declara e reconhece que as Companhias não têm por objetivo ser um sistema de captação de recursos ou recepção de depósitos, à medida que o único escopo do Serviço é disponibilizar aos Comércios uma plataforma tecnológica que permita a canalização e recebimento de montantes pelo pagamento de bens e/ou serviços oferecidos pelos Comércios. Deste modo, aceita, declara e reconhece que as Companhias receberão e administrarão os montantes resultantes de suas vendas em contas separadas das contas nas quais foram recebidos os fundos das Companhias. O Comércio declara que reconhece e aceita que os negócios jurídicos realizados entre ele e seus Pagantes através do Sistema, ou através de qualquer outro mecanismo estabelecido pelas Companhias para o referido fim, são gerados resultantes dos contratos de compra e venda ou de prestação de serviços efetivados entre cada Comércio e seus Pagantes, de maneira independente e autônoma, sem que nos referidos contratos intervenham, ou tenham responsabilidade ou algum interesse pelas Companhias, o que significa que em nenhum momento, as Companhias poderão ser consideradas como parte dentro dos contratos celebrados entre Pagantes e Comércios.
9 Na sua qualidade de simples representantes para receber os montantes que os Pagantes do Comércio transfiram para este, as Companhias têm poderes limitados e restritos somente para estes efeitos (de receber dinheiro e funções estritamente requeridas para tal fim). Sob nenhuma circunstância, os poderes aqui conferidos poderão ser extensivos ao trâmite de declarações tributárias ou para cumprimento de qualquer tipo de obrigação de câmbios ou tributária do Comércio. O Comércio reconhece e aceita que somente terá direito de receber em sua(s) Conta(s) Bancária(s), o valor dos montantes creditados em sua(s) Conta(s) Virtual(is) associadas a sua Conta PayU, os quais serão iguais ao valor dos bens e/ou serviços pagos pelos Pagantes, descontando as Tarifas e a Margem. Os recursos creditados na(s) Conta(s) Virtual(is) não serão aumentados ou alterados de nenhuma maneira em razão do tempo em que o Comércio solicite a transferência de seus recursos para a(s) Conta Bancária(s) ou em que as Companhias ordenem a referida transferência. O Comércio autoriza as Companhias a descontar de qualquer uma de sua(s) Conta(s) Virtual(is), a qualquer momento, qualquer transação não autorizada, que seja fraudulenta, quando o bem e/ou serviço adquirido não seja recebido ou prestado a tempo ou quando o bem entregue ou o serviço prestado não corresponda ao solicitado, ou esteja defeituoso, ou quando a transação seja objeto de reclamação pelas entidades financeiras ou dos Pagantes. O Estorno será realizado quando o Pagador ou uma entidade financeira solicitem as Companhias, nos termos estabelecidos na lei aplicável. Estes estornos estarão sujeitos à cobrança de uma tarifa fixa pelas Companhias, que será debitado de maneira automática da(s) Conta(s) Virtual(is), e serão efetuadas de acordo com a Política de Estornos incluída no link: a qual faz parte integrante do Acordo. O Comércio deverá enviar as solicitações de estornos por escrito para as Companhias, tão logo sejam conhecidos os casos que os originam. O Comércio aceita e reconhece que a contratação não presencial, e particularmente, a contratação através da Internet implica um risco de fraude por suplantação de identidade devido à impossibilidade de garantir a autenticidade das transações e que por consequências, é possível que sejam adquiridos bens e/ou serviços sem autorização do Pagador. Este risco e sua materialização são assumidos totalmente, e de maneira expressa, com a aceitação ou assinatura deste Acordo, pelo Comércio. O Serviço prestado pelas Companhias limita-se a fornecer ao Comércio, uma plataforma tecnológica para processar e receber pagamentos através da internet e por consequência, as Companhias não conferem nenhuma garantia em relação à autenticidade ou legalidade das transações realizadas através do referido Sistema. No evento em que deva ser descontado um encargo por estorno ou deva ser realizado um Estorno, nos termos deste Acordo, e não tenha recursos suficientes disponíveis na(s) Conta(s) Virtual(is), poderá ser descontado o referido montante das vendas futuras, o qual o Comércio desde já autoriza expressamente. Caso não seja possível descontar o montante das vendas futuras, as Companhias gerarão uma Conta de cobrança em nome do Comércio e, no caso de não ser realizado o pagamento, as Companhias poderão bloquear temporária ou definitivamente a Conta Virtual do Comércio, encerrar a Conta Payu e rescindir
10 unilateralmente o Acordo, assim como incluir o Comércio perante as centrais proteção de crédito e risco do país de domicílio do Comércio, centrais de informação financeira ou perante qualquer entidade que mantenha banco de dados com a mesma finalidade do que as acima mencionadas, sem prejuízo de que as Companhias possam iniciar as reclamações competentes perante o Comércio inadimplente, seja judicial ou extrajudicialmente. Em termos gerais, o Comércio autoriza as Companhias desde já a descontar antecipadamente de sua(s) Conta(s) Virtual(is) qualquer montante devido por esta para as Companhias, por qualquer título, sob este Acordo. As Companhias poderão oferecer ao Comércio, uma Garantia Antifraude, a qual será firmada de maneira separada da assinatura do presente Acordo, nos termos e condições expostos no link: 4. Condições para a prestação do Serviço 1. O Comércio será aquele devidamente identificado no Formulário de Registro. O endereço de notificação judicial e do Comércio constará no Formulário de Registro. 2. O Comércio, e no caso de pessoas jurídicas, o representante legal do Comércio, deve ser maior de idade, para poder ter acesso aos Serviços e ao Sistema. 3. O Comércio declara e garante às Companhias que os seguintes fatos são certos e reconhece que a existência e veracidade dos mesmos são a causa determinante para que as Companhias celebrem o presente Acordo. As Companhias poderão a qualquer momento, solicitar ao Comércio os documentos idôneos onde seja confirmada a existência e veracidade das seguintes afirmações. a. Que no evento em que o Comércio seja uma pessoa jurídica, é uma sociedade devidamente constituída, de acordo com as leis de seu domicílio, que cumpre com seu objeto social e tem capacidade suficiente para desenvolver seus negócios na forma e nos lugares onde forem executados, incluindo a assinatura deste Acordo. b. Que o Comércio é a pessoa identificada no Formulário de Registro e que toda a informação ali constante é verdadeira e corresponde à realidade. O Comércio é o único responsável de que os dados e a informação incluída no Formulário de Registro estejam permanente e corretamente atualizados. c. Que o Comércio conta com todas as permissões e autorizações necessárias para permitir a celebração e cumprimento do presente Acordo. d. Que o Comércio reconhece que as obrigações oriundas do presente Acordo são obrigações válidas, vinculantes e exigíveis, conforme seus termos e condições. e. Que nem a celebração deste Acordo, nem o cumprimento das obrigações contempladas no mesmo, (a) transgride nenhuma disposição dos estatutos sociais e/ou de constituição do Comércio, (b) está em conflito ou constitui descumprimento de um acordo substancial, contrato ou obrigação do que o Comércio seja parte e que possa de forma significativa, afetar o cumprimento pelo Comércio, das obrigações adquiridas por razão deste Acordo, ou (c) resulta em violação de uma lei, regulamento, ordem administrativa ou judicial aplicável ao Comércio. f. Que o Sistema não será usado pelo Comércio como instrumento para a omissão, manipulação, investimento ou aproveitamento, em qualquer forma, de montantes ou
11 outros bens provenientes de atividades delitivas, ou para dar aparência de legalidade às atividades delitivas ou às transações e recursos vinculados às mesmas. g. Que o Comércio responderá às Companhias pela validade e veracidade material de todas as afirmações anteriores. 4. O Comércio se obriga a manter ativo um endereço, um telefone, um endereço eletrônico e uma Conta Bancária, enquanto tenha a qualidade de Comércio. No caso de ser alterado algum dos dados de referência, o Comércio deverá informá-lo de maneira imediata às Companhias, para efeitos de atualização destes dados no Sistema. A não atualização destes dados exime às Companhias de qualquer tipo de reclamação por falta de notificação, pois os dados que se encontram no Sistema são considerados como dados atualizados do Comércio. 5. O Comércio não poderá dar nenhum nome, número de Conta(s) Bancária(s) ou de cartão(ões) de crédito que não estejam legalmente autorizado a usar. 6. O Comércio deverá conhecer totalmente seu próprio negócio de tal forma que possa identificar transações que, por seu número e/ou quantia fujam dos parâmetros habituais e possam implicar fraude ou ser um mecanismo para a lavagem de dinheiro ou outras atividades ilegais ou proibidas. Conforme mencionado anteriormente, o Comércio será aquele que responde por qualquer tipo de fraude ou atividade ilegal cometida através do Sistema. 7. O Comércio deverá zelar pela segurança dos dados dos portadores de cartões e será responsável por seu devido armazenamento e transmissão. 8. O Comércio aceita e reconhece que as Companhias única e exclusivamente prestarão os Serviços ao Comércio e, portanto, o Comércio não poderá agir como mandatário, locador ou de qualquer forma, permitir que terceiros diversos ao Comércio utilizem ou se beneficiem dos Serviços, objeto do presente Acordo. 5. Obrigações do Comércio: Sem prejuízo das demais obrigações oriundas do Acordo, ao utilizar os Serviços das Companhias, o Comércio se obriga ao seguinte: 1. Cumprir os termos e condições do presente Acordo. 2. Zelar para que todas as afirmações feitas neste Acordo, sempre sejam certas e verídicas. 3. Cumprir as obrigações e deveres tributários e cambiais derivados das transações comerciais realizadas entre o Comércio e o Pagador, e eximir as Companhias de toda responsabilidade por qualquer reclamação apresentada por qualquer terceiro ou autoridade governamental em relação ao descumprimento pelo Comércio de suas obrigações ou deveres tributários e cambiais derivados das transações comerciais realizadas entre o Comércio e o Pagador, através do Sistema. 4. Contar com as permissões, licenças, autorizações, etc. relacionados com os bens e/ou serviços oferecidos ou comercializados através do Sistema. A documentação que comprove esta situação poderá ser solicitada pelas Companhias a qualquer momento. 5. Cumprir todas as obrigações e trâmites legais aplicáveis, derivados das transações que impliquem a importação ou exportação de bens ou serviços. 6. Abster-se de utilizar os Serviços para realizar atividades ilícitas ou qualquer uma das atividades proibidas ou restritas, relacionadas no item 6 do presente Acordo.
12 7. Informar a seus Pagantes, no web site de cada Comércio, seu nome ou razão social, número de identificação tributária, endereço de notificação judicial, telefone, endereço eletrônico e demais dados de contato. 8. Informar aos Pagantes, de forma clara e expressa, que o pagamento dos serviços adquiridos é realizado através da plataforma eletrônica disponibilizada pelas Companhias, sem que estas tenham nenhuma intervenção nos contratos de compra e venda ou prestação de serviços individuais acordados com cada Pagador. 9. Fornecer a seus Pagantes informação certa, fidedigna, suficiente, clara e atualizada em relação aos bens e/ou serviços oferecidos. Em especial, deverá cumprir com todas as disposições de proteção ao consumidor que existam no ou nos países onde ofereça e/ou comercialize seus bens e/ou serviços. O Comércio sempre deverá indicar a seus Pagantes o tempo de entrega do bem ou a prestação do serviço, e o direito de desistência que lhes assiste no caso que o mesmo esteja contemplado na Lei aplicável, e no referido caso, o procedimento para exercê-lo. Deste modo, deverá informar o preço total do produto, incluindo todos os impostos, custos e despesas que o Pagador deva pagar para adquiri-lo. Cláusulas especiais sobre o direito de desistência, aplicáveis sob a lei do domicílio do Comércio poderão ser incluídas pelas Companhias no Anexo No. 1. Não obstante o exposto será de responsabilidade do Comércio aplicar as leis vigentes em matéria de garantias e direitos dos consumidores em todos os países onde comercialize seus bens e/ou serviços. 10. Certificar-se de que a entrega do bem e/ou prestação do serviço seja realizado efetivamente no endereço indicado pelo Pagador. 11. As Companhias não serão responsáveis pela qualidade dos bens e/ou serviços oferecidos pelo Comércio, adquiridos através do Sistema, nem por nenhum encargo, sanção, imposto ou qualquer outra obrigação derivada da referida transação ou relacionada com os referidos bens e/ou serviços oferecidos pelo Comércio. Portanto, será de responsabilidade do Comércio assumir todas as reclamações apresentadas pelos seus Pagantes quanto à qualidade, quantidade, entrega e prestação dos bens e/ou serviços. Deste modo, as Companhias não avalizam a segurança, qualidade, precisão, integridade ou legalidade de nenhum produto e/ou serviço oferecido pelo Comércio, nem a capacidade dos Pagantes do Comércio de adquirir referidos produtos e/ou serviços. 12. Será responsabilidade do Comércio, expedir e arquivar em original, no mínimo, pelo prazo legal na jurisdição de seu domicílio: (i) o original do aviso de recebimento ou qualquer documento equivalente no que conste que o bem foi entregue ou que foi prestado o serviço ao Pagador e a mostrar a referida documentação para as Companhias a qualquer momento em que esta solicitar, e (ii) o original das faturas derivadas dos contratos de compra e venda celebrados entre o Comércio e seus Pagantes, ou de prestação de serviços e a mostrar a referida documentação para as Companhias, a qualquer momento em que esta solicitar. O Comércio deverá fornecer de maneira oportuna e diligente, os suportes das transações, em um prazo máximo de três (3) dias úteis, contados a partir do requerimento pelas Companhias. 13. Será obrigação do Comércio disponibilizar em seu web site, mecanismos para que o Pagador possa fazer suas petições, queixas ou reclamações. Deste modo, deverá disponibilizar um link que permita ao Pagador entrar no site de proteção ao consumidor de todos os países onde comercialize seus bens e/ou serviços. 14. Será obrigação do Comércio disponibilizar em seu web site um botão de pagamento, que permita a seus Pagantes, pagar por meio do Sistema. O referido botão de pagamento deverá estar em um local de destaque na página.
13 15. O Comércio deverá acatar os regulamentos e recomendações que as Companhias cheguem a expedir para que o Sistema funcione de maneira excelente e segura. Deste modo, o Comércio deve evitar disponibilizar os vírus ou outras rotinas de programação que possam danificar ou interferir de forma daninha o Sistema. 16. O Comércio deve se abster de adotar medidas que imponham uma carga não razoável ou desproporcionalmente grande na infraestrutura tecnológica das Companhias. 17. Caso as Companhias assim requeiram, o Comércio deverá entregar-lhes toda a informação e/ou suportes correspondentes a transações que tenham qualquer tipo de risco de fraude, tenham sido objeto de um Encargo por Estorno, ou sejam consideradas como suspeitas ou arriscadas para ou pelas Companhias. 18. Dar um tratamento adequado aos dados pessoais fornecidos pelos Pagantes, em cumprimento da regulação aplicável. 19. Fazer seus melhores esforços para zelar pela segurança no armazenamento e transmissão de dados pessoais obtidos dos Pagantes. 20. Garantir que seus Compradores leiam e aceitem os termos e condições de Compradores das Companhias, para o qual deverão se valer de meios eletrônicos que registrem referida aceitação. 6. Atividades Proibidas e Restritas. O Sistema somente poderá ser usado para tramitar através do mesmo a compra e a venda de bens e/ou serviços, e de nenhuma forma poderá ser utilizado para a realização de transferências de dinheiro entre um Pagador e o Comércio que não tenha relação com a compra de um bem e/ou serviço. De nenhuma forma o Sistema poderá ser usado para a recepção de adiantamentos de dinheiro, nem para facilitar a aquisição de valores de dinheiro, como cheques de viagem, transferências postais etc. Também não poderá ser utilizado para vender bens e/ou serviços, cujo preço seja notavelmente inferior ao valor dos referidos bens e/ou serviços no mercado e, que, por conseguinte, gere suspeita às Companhias perante o modelo de negócio do Comércio. O Comércio abster-se-á de usar o Sistema para desenvolver atividades ou comercializar bens e/ou serviços proibidos pelas Companhias, pela legislação do país de domicílio do Comércio ou pela legislação dos países onde o Comércio comercialize seus bens e/ou serviços. A lista de Atividades Proibidas pelas Companhias se encontra publicado na Seção LEGAL, do web site das Companhias: o qual faz parte integrante do Acordo. Será de responsabilidade do Comércio, conhecer a referida lista e suas atualizações, assim como a legislação aplicável em seu país e nos países onde comercialize seus bens e/ou serviços. Deste modo, será de responsabilidade do Comércio informar para as Companhias, se, como consequência das referidas atualizações ou por mudanças na legislação aplicável, encontrase comercializando bens ou serviços proibidos. A seguir e de forma ilustrativa, são listadas a título meramente enunciativo, uma série de atividades que as Companhias proíbem desenvolver através do Sistema: Produção, comércio ou tráfico de armas ou munições. Venda de substâncias alucinógenas e drogas não permitidas.
14 Todo serviço ou artigo que promova o racismo, a discriminação e trata de brancas. Pornografia infantil. Chats para adultos, conteúdos pornográficos, acompanhantes ou Links que levem a estes sites. Câmbio de divisas / Forex / compra e venda de títulos. Esquemas piramidais. Desbloqueio de celulares, programação de cartões eletrônicos, dispositivos de evasão para consoles de jogos, entre outras. Medicamentos de venda com receita. Tratamentos estéticos invasivos. Animais exóticos. Empréstimos. O Sistema também não poderá ser usado para desenvolver atividades que as Companhias classificam como Restritas, a menos que o Comércio conte com a prévia aprovação expressa das Companhias e cumpra com as restrições impostas pela legislação aplicável e/ou pelas Companhias. A lista de Atividades Restritas pelas Companhias se encontra publicado no web site das Companhias: na Seção Legal, o qual faz parte integrante do presente Acordo. Será de responsabilidade do Comércio conhecer a referida lista e suas atualizações, assim como as restrições impostas pela legislação aplicável em seu país e nos países onde comercialize seus bens e/ou serviços. Deste modo, será de responsabilidade do Comércio, informar às Companhias se, como consequência das referidas atualizações, ou por mudanças na legislação aplicável, encontra-se comercializando bens ou serviços sujeitos às restrições das Companhias ou de ordem legal. A seguir e de maneira ilustrativa, são listadas, a título meramente enunciativo, uma série de bens/ serviços sujeitos a restrição em sua comercialização pelas Companhias: Recarga de crédito de telefonia celular. Fundações, Doações ou recebimento de fundos por terceiros. Cupons de desconto. Sex shops e artigos eróticos. Cobrança de serviços profissionais (psicólogos, médicos, advogados, etc.). Tratamentos estéticos não invasivos. Turismo Hospedagens. Turismo Agências. Bancos de dados. Produtos falsos ou adulterados. Imitações. Agências de adoção. Venda de Ingressos para Eventos. As Companhias se reservam o direito, a seu total critério, de se recusar a processar qualquer transação, e o Comércio aceita desde já expressamente, no evento em que: (i) as transações descumpram qualquer uma das disposições previstas no presente Acordo e/ou seus Anexos, (ii) quando o Comércio descumpra com qualquer uma de suas obrigações, de acordo com este Acordo, ou, (iii) se existem razões para suspeitar que o Sistema ou a Conta PayU esteja sendo
15 usada ou pode ser usada para atividades fraudulentas e/ou Atividades Restritas ou Proibidas, de acordo com o presente Acordo e com a legislação vigente dos Países Autorizados, nos quais o Comércio receba pagamentos. A qualquer momento, em caso de suspeitas razoáveis acerca da legitimidade da atividade econômica ou do modelo de negócio do Comércio e/ou suspeitas sobre o adequado uso do Sistema pelo Comércio, as Companhias poderão bloquear temporariamente a Conta Virtual, ou bloquear temporariamente alguma ou todas as formas de pagamento, enquanto é solicitado ao Comércio a informação adicional acerca de sua atividade e negócio ou comprovações que refutem as suspeitas das Companhias. No evento em que a informação ou provas solicitadas não sejam fornecidas de forma satisfatória para as Companhias, dentro do prazo estabelecido pelas Companhias, igualmente quando se considere que a informação fornecida é falsa ou incompleta, as Companhias procederão à (i) inativação da Conta PayU do Comércio e (ii) rescisão de forma unilateral do presente Acordo. A qualquer momento, no caso de ter provas, ainda que sejam sumárias, de que o Comércio está fazendo uso inadequado ou ilegítimo do Sistema, as Companhias procederão imediatamente a (i) inativação da Conta PayU do Comércio (ii) bloqueio e suspensão de sua (s) Conta(s) Virtual(is) e (iii) rescisão de forma unilateral do presente Acordo. Caso as Companhias rescindam unilateralmente o Acordo, com fundamento em suspeitas razoáveis que não tenham sido devidamente desvirtuadas pelo Comércio, ou com base em provas ainda que sumárias, que evidenciem que o Comércio está fazendo uso inadequado ou ilegítimo do Sistema, o Comércio desde já autoriza as Companhias a reter os fundos creditados na Conta Virtual do Comércio por cento e oitenta (180) dias corridos, contados a partir da data do bloqueio ou suspensão da Conta Virtual, com o objetivo de cobrir eventuais Encargos por Estornos ou Estornos, ou pelo prazo que demore em resolver qualquer reclamação iniciada pelos Pagantes perante as Companhias ou qualquer autoridade competente durante esses cento e oitenta (180) dias, sobre os fundos em questão. A retenção dos fundos não fará jus ao reconhecimento de rendimentos a favor do Comércio, pelas Companhias e/ou a sociedade fiduciária competente. As Companhias se reservam o direito de reportar qualquer atividade suspeita ou ilícita para as autoridades competentes. 7. Características do Serviço 7.1. Implementação Técnica: Com a finalidade de prestar os Serviços, o Comércio deverá levar adiante os processos e ajustes técnicos necessários para o correto funcionamento do Sistema. Para levar adiante a Implementação Técnica, as Companhias disponibilizarão ao Comércio, manuais de integração e material técnico de ajuda. Esta documentação encontra-se publicada em Caso precise de suporte técnico personalizado, o Comércio poderá solicitá-lo através da seção Entre em Contato, no web site das Companhias Será de responsabilidade do Comércio realizar os ajustes e desenvolvimentos técnicos em seus sistemas internos e web site(s) indicado(s) no Manual de
16 Integração. As Companhias somente realizarão os ajustes e procedimentos técnicos no Sistema necessários para habilitar o Serviço ao Comércio. Uma vez concluído o processo de Implementação Técnica, caso necessário, o Comércio poderá receber suporte e acompanhamento técnico pós-produção solicitando-o na seção Entre em Contato do web site das Companhias O Comércio atenderá as recomendações feitas pelas Companhias para a adequada implementação, segurança e excelente funcionamento do Sistema. O desacato às referidas recomendações, resultará, a critério das Companhias, na rescisão unilateral do Contrato sem indenização a favor do Comércio e na exclusiva responsabilidade do Comércio, pelos danos causados pelo referido desacato. 7.2 Chave de Acesso: Cada Comércio terá uma Chave de Acesso que lhe permitirá acessar o Módulo Administrativo, onde poderá visualizar sua Conta PayU e o balanço de sua(s) Conta(s) Virtual(is), ordenar a transferência dos recursos creditados a partir de cada Conta Virtual para a Conta Bancária associada, dando cumprimento ao estabelecido no presente Acordo. A referida Chave de Acesso somente poderá ser alterada pelo Comércio. A Chave de Acesso não poderá ser revelada pelo Comércio a nenhum terceiro e será de responsabilidade única e exclusiva do Comércio, o uso da Chave de Acesso e a segurança e guarda da mesma. Qualquer pessoa que se identifique com a Chave de Acesso correta será assumida pelas Companhias, como sendo o Comércio autorizado da(s) Conta(s) Virtual(is) e qualquer operação ou transação realizada com a referida Chave de Acesso será entendida como válida e vinculante para as Partes, o qual o Comércio aceita expressamente. No evento em que o Comércio seja uma pessoa jurídica, reconhece e declara que todos os representantes, agentes e empregados que usarem a Chave de Acesso receberam autorização para utilizar o Sistema e a Conta PayU, do qual o Comércio é totalmente responsável. 7.3 Canalização de Pagamentos e Transferência de Fundos O Comércio poderá receber pagamentos através do Sistema, oferecendo Formas de Pagamento Locais, em todos os países onde as Companhias operam. Para isso deverá abrir uma Conta Virtual em cada País Autorizado. Na seção Tarifas no site são especificadas as Formas de Pagamento Locais oferecidas pelas Companhias em cada País Autorizado e as comissões vigentes aplicáveis para cada um em cada País Autorizado. A critério das Companhias, o Comércio poderá receber pagamentos com cartões de crédito internacionais, emitidos em qualquer parte do mundo, nos países nos quais tenha domicílio. Caso não tenha domicílio em um País Autorizado no qual opere, o Comércio poderá receber pagamentos somente por formas de pagamento emitidas no referido país.
17 Cada vez que um Pagador do Comércio utilizar o Sistema para realizar um pagamento ao Comércio, o valor correspondente ao pagamento será creditado de maneira automática na Conta PayU do Comércio, na Conta Virtual competente. O Comércio poderá visualizar online através do Módulo Administrativo, na sua Conta Virtual, todos os pagamentos recebidos por meio do Sistema. As Companhias manterão na(s) Conta(s) Virtual(is) do Comércio, o registro de todos os movimentos da(s) mesma(s). Não existe nenhuma obrigação das Companhias de enviar o status da(s) Conta(s) Virtual(is) do Comércio por correio registrado ou por correio eletrônico e, por consequência, é obrigação deste a revisão periódica da(s) mesma(s). O Comércio poderá solicitar a transferência de dinheiro a partir de sua(s) Conta(s) Virtual(is) para sua(s) Conta(s) Bancária(s) uma vez que os fundos estejam habilitados para isso. As transferências de dinheiro a partir da Conta Virtual do Comércio para Contas bancárias locais nos Países Autorizados demorarão, no máximo, três (3) dias úteis contados a partir da solicitação do Comércio nesse sentido, realizada a partir do Módulo Administrativo, a menos que a transferência de fundos para o Comércio se encontre sujeita a validação pelas Companhias, evento onde as Companhias farão a transferência, uma vez concluído o referido processo. Na seção Tarifas do site são estipulados os prazos para solicitar as transferências internacionais de dinheiro da Conta Virtual do Comércio para a(s) Conta(s) Bancária(s) internacionais, dependendo do país onde se esteja solicitando a transferência. Ao fazer a solicitação, o Comércio deverá especificar o montante que será transferido a partir de cada Conta Virtual para sua respectiva Conta Bancária. Para realizar as transferências de dinheiro da Conta Virtual para uma Conta Bancária, o Comércio deverá ter informado as Companhias, no momento do Registro, o número da Conta Bancária (corrente ou poupança e a entidade financeira) que está autorizada para as referidas transferências e ter fornecido todos os suportes das Contas requeridos pelas Companhias. Caso precise realizar qualquer alteração na(s) Conta(s) Bancária(s), o Comércio deverá fornecer novamente para as Companhias, a informação completa acerca da(s) Conta(s) Bancária(s). A alteração será inserida no Sistema, prévia revisão e aceitação da documentação pelas Companhias, o qual demorará até cinco (5) dias úteis. As Companhias informarão ao Comércio se aceitam a alteração da(s) Conta(s) Bancária(s). A alteração da(s) Conta(s) Bancária(s) terá efeitos dentro em um prazo que não será maior do que dez (10) dias úteis contados a partir da notificação ao Comércio, da aceitação da alteração pelas Companhias. Esta(s) Conta(s) Bancária(s) será(m) a(s) única(s) com vocação para receber recursos que tenham sido creditados na(s) Conta(s) Virtual(is) do Comércio. O titular da referida(s) Conta(s) Bancária(s) deverá ser o mesmo Comércio. Uma vez que as Companhias recebam a ordem para fazer uma transferência, procederão a (i) realização da respectiva transferência com os montantes creditados na Conta Virtual do Comércio, a partir da qual foi solicitada a transferência ou (ii) notificar a sociedade fiduciária competente para que faça a respectiva transferência dos montantes creditados na Conta Virtual do Comércio.
18 Em qualquer caso, a transferência ou as transferências totalizarão o valor dos serviços pagos pelos Pagantes, descontando as Tarifas e a Margem. Se o Comércio vai usar a Plataforma para receber pagamentos em mais de um dos Países Autorizados, aceita e declara expressamente conhecer que: (i) as Companhias terão Contas Bancárias em cada um dos Países Autorizados; (ii) o Comércio deverá ter, pelo menos, uma Conta Bancária; (iii) os recursos para suas Contas Bancárias serão transferidos a partir das Contas bancárias das Companhias localizadas nos Países Autorizados onde tenham efetivamente recebido os pagamentos dos Pagantes; (iv) se o Comércio solicitar uma transferência que implica para as Companhias, a transferência de fundos entre Contas de diferentes países (Contas das Companhias em um país e Contas Bancárias do Comércio em outro), as transações estarão sujeitas às taxas de câmbio negociadas pelas Companhias com as entidades financeiras competentes, na data da transferência mais três por cento (3%) de comissão a favor das Companhias. Portanto, as Companhias não são responsáveis pelas taxas de câmbio aplicáveis pelos bancos competentes, flutuações nas taxas de câmbio, desvalorização ou inflação de uma determinada moeda, comissões cobradas pelas entidades financeiras por transferência de fundos entre bancos, etc. As Companhias e/ou a sociedade fiduciária correspondente, envidarão os melhores esforços para transferir oportunamente os recursos creditados na(s) Conta(s) Virtual(is), mediante transferência eletrônica para a(s) Conta(s) Bancária(s) registrada(s) pelo Comércio. Não obstante o exposto, não poderá ser entendido que se apresenta um descumprimento pelas Companhias, se a impossibilidade de transferir os recursos para a(s) Conta(s) Bancária(s) do Comércio ocorre como consequência de um fato de força maior e/ou caso fortuito, o que esteja fora do controle das Companhias, ou por fato da sociedade fiduciária correspondente, ou de qualquer terceiro que esteja relacionado ou envolvido na transferência ou manipulação dos recursos. O Comércio manterá indene, e eximirá as Companhias de qualquer responsabilidade em relação às transferências de dinheiro errôneas ou transferências que não sejam bem-sucedidas, devido a um fornecimento impróprio da informação pelo Comércio. As Companhias se eximem de toda responsabilidade perante o Comércio, pela interceptação por terceiros não autorizados, de dados transmitidos pelo Comércio para as Companhias ou pelo vazamento de informação, sempre que no momento da interceptação ou vazamento, as Companhias tenham sua certificação de cumprimento com os padrões internacionais de segurança PCI vigente, aplicáveis no momento do vazamento ou interceptação. A efetiva entrada dos recursos através do Sistema na(s) Conta(s) Virtual(is) do Comércio, não garante que os mesmos não estejam sujeitos a possíveis Estornos. As causas de Estorno estarão tipificadas nas Política de Estornos das Companhias, incluídas na seção Legal, do site Cada vez que sejam efetuadas transações sujeitas ao pagamento de alguma Tarifa, as Companhias debitarão da Conta Virtual, o pagamento da referida Tarifa, o qual o Comércio autoriza expressamente.
19 O Comércio é o único responsável pelas instruções dadas ou informadas pelas Companhias, incluída as ordens de transferência de sua(s) Conta(s) Virtual(is) para sua(s) Conta(s) Bancária(s). 7.4 Retenções e margens As Companhias se reservam a faculdade de manter na Conta Virtual do Comércio, uma importância que poderá ser de cinco por cento (5%) até quinze por cento (15%) de cada transação (a Margem ). A Margem poderá ser superior a quinze por cento (15%), por decisão das Companhias, nos seguintes eventos: 1. Quando o Comércio ultrapasse uma transacionalidade mensal equivalente a cinquenta mil dólares (US$50.000). 2. Quando a transacionalidade do Comércio ultrapasse um por cento (1%) de nível de fraude sobre sua transacionalidade, independentemente do montante da referida transacionalidade. 3. Quando as Companhias considerem, baseadas em sua experiência na indústria, que a atividade econômica do Comércio é altamente suscetível de fraudes ou de atividades ilícitas. A Margem será liberada dentro dos noventa (90) dias corridos seguintes de realizada a transação objeto da respectiva Margem. O Comércio autoriza expressamente as Companhias a reter e debitar automaticamente de sua(s) Conta(s) Virtual(is), o valor de montantes devidos para as Companhias por qualquer título suscetível de quantificação objetiva, tal como Estornos e Encargos de Estornos, multas impostas pelas redes de cartões de crédito, sanções e penalidades administrativas ou judiciais, montantes pagos por motivo de conciliações e acordos de transação para evitar ou terminar litígios, custas processuais e honorários advocatícios resultantes da ação ou omissão do Comércio e, em especial, da fabricação, distribuição e venda desses produtos ou serviços. O débito será realizado durante os três (3) dias úteis seguintes à notificação da dívida ao Comércio, pelas Companhias. Caso as Companhias não possam fazer o débito em questão por falta de fundos, as Companhias poderão descontar os montantes em questão de vendas futuras. Caso não seja possível descontar o dinheiro de vendas futuras, as Companhias gerarão uma conta de cobrança em nome do Comércio e, no caso do pagamento não ser realizado, as Companhias poderão reportar o Comércio perante as centrais de proteção de crédito, de risco, centrais de informação financeira ou qualquer entidade que manipule bancos de dados com finalidades iguais às daquelas mencionadas, sem prejuízo de que as Companhias possam iniciar as reclamações competentes ao Comércio inadimplente, seja judicial ou extrajudicialmente. Caso não seja possível fazer descontos por restrições regulatórias, quando quiser que isso seja aplicável, o Comércio reembolsará os montantes devidos das vendas pagas pelas Companhias, a título de compensação de dívidas através de operações de câmbio simultâneas.
20 A retenção temporária da Margem não será entendida em nenhum momento, como um desconto de recursos da(s) Conta(s) Virtual(is) dos Comércios, salvo que o mesmo deva ser utilizado para cobrir os itens anteriores, cujo caso será descontada das referidas Contas. 7.5 Contas Inativas O Comércio não poderá manter inativa sua(s) Conta(s) Virtual(is). Entende-se por inatividade de uma Conta Virtual, a ausência de solicitação de transferências da Conta Virtual para uma Conta Bancária do Comércio por um prazo superior a noventa (90) dias corridos. Em caso de inatividade da Conta Virtual do Comércio, e desde que a Conta Virtual tenha um saldo positivo, as Companhias adiantarão o seguinte procedimento: 1. Será enviado um para a Conta eletrônica registrada pelo Comércio no Formulário de Registro, indicando a necessidade de fazer uma retira de, no mínimo, cinquenta por cento (50%) do saldo disponível na Conta Virtual na data do Uma vez transcorridos cento e vinte (120) dias corridos sem que o Comércio tenha solicitado uma retirada de sua Conta Virtual, contados a partir de sua última retirada, e sempre que a Conta Virtual tenha saldo positivo, as Companhias enviarão um novo para a Conta eletrônica registrada pelo Comércio, no Formulário de Registro, indicando a necessidade de fazer uma retirada de, no mínimo, cinquenta por cento (50%) do saldo disponível na Conta Virtual na data do Uma vez transcorridos cento e cinquenta (150) dias corridos sem que o Comércio tenha solicitado uma retirada de sua Conta Virtual, contados desde sua última retirada, e esta tenha saldo positivo, as Companhias de maneira unilateral, gerarão uma transferência da totalidade dos recursos disponíveis na Conta Virtual, prévia dedução de qualquer montante devido para as Companhias, para a(s) Conta Bancária(s) registrada(s) pelo Comércio. Deste modo, será enviado este movimento para a conta de , registrada pelo Comércio. 4. No caso de rejeição da operação financeira por inconsistências na informação fornecida pelo Comércio, as Companhias realizarão todos os atos que estejam a seu alcance para entrar em contato com o Comércio, com o objetivo de informar a necessidade de validar a Conta Bancária registrada, de acordo com o procedimento que as Companhias estabeleceram, e assim gerar a retirada dos recursos disponíveis em sua Conta Virtual, de acordo com as condições aqui expostas. 5. No caso que as Companhias não consigam validar a informação da(s) Conta(s) Bancária(s) do Comércio e realizar a transferência dos recursos disponíveis antes de cento e oitenta (180) dias corridos, contados a partir da última retirada que o Comércio tenha solicitado de sua Conta Virtual, e esta, por sua vez, tenha saldo positivo, as Companhias terão o direito de transferir a totalidade dos recursos disponíveis na referida Conta Virtual, a seu total critério, para uma fidúcia, um patrimônio autônomo, uma carteira Coletiva, ou para uma Conta bancária, ou recorrer a qualquer procedimento avalizado pela lei para que o Comércio possa solicitar seus recursos no momento desejado. Esta transferência será a Última Transferência.
21 6. O Comércio autoriza desde já as Companhias para realizar a referida Última Transferência nos casos antes previstos. A Última Transferência não será aplicável para as Contas Virtuais que tenham, depois de feitas as deduções legais a favor das Companhias, um saldo positivo inferior a vinte dólares americanos (US$20), ou seu equivalente em moeda local. No referido caso, o saldo na Conta Virtual será considerado pelas Companhias como uma despesa administrativa adicional a seu favor, o qual o Comércio aceita desde já. Portanto, no referido caso, o Comércio não poderá reclamar os recursos que se encontravam disponíveis em sua Conta Virtual, para os quais renuncia desde já, desde que sua Conta Virtual tenha estado Inativa por mais de cento e oitenta (180) dias e o saldo positivo no referido momento tenha sido inferior a vinte dólares americanos (US$20), ou seu equivalente em moeda local. Adicionalmente, neste evento, as Companhias poderão dar por rescindido de maneira unilateral o Acordo, sem que pela referida rescisão antecipada deva pagar nenhuma importância a título de indenização por qualquer dano ou prejuízo ao Comércio. 7. Os impostos e custos financeiros resultantes de qualquer transferência de recursos do Comércio, incluída a Última Transferência, serão assumidos com débito nos recursos do Comércio. 8. As Companhias notificarão ao Comércio por meio de um enviado para a conta de e- mail registrada pelo Comércio, acerca de qualquer transferência dos recursos disponíveis em sua Conta Virtual, incluída a Última Transferência, e a rescisão do Acordo. 8 Obrigações das Companhias As obrigações das Companhias para a prestação dos Serviços são de meio e não de resultado, motivo pelo qual as Companhias envidarão todos os esforços razoáveis exigíveis para os profissionais de sua indústria para obter seu cumprimento. As Companhias prestarão os Serviços por meio de conexões seguras HTTPS, que deverão estar protegidas por um certificado de segurança, que seja verificável por meio de uma autoridade reconhecida como Autoridade Certificadora. As Companhias se comprometem a manter os mencionados certificados de segurança atualizados e vigentes durante a vigência do Acordo. As Companhias seguirão as recomendações e regulamentações emitidas pelas entidades financeiras e pelas redes de cartões de crédito para processar pagamentos através da Internet. Devido ao processamento de pagamentos ser um processo complexo e associado no qual também intervém redes de terceiros, e no qual pode existir uma série de fatores, que excedam o controle das Companhias como são, entre outros, os processos bancários, os horários bancários, as falhas em sistemas de , os vírus, problemas de software, e hardware, a falha no serviço dos provedores de internet, etc., que se encontram diretamente relacionadas com a execução oportuna das transações, estes fatos são entendidos, para efeitos do presente Acordo, como eventos de força maior, caso fortuito ou fatos de um terceiro. Por conseguinte, a impossibilidade ou atraso na realização de uma transação por qualquer uma destas causas, não poderá ser atribuída pelo Comércio como responsabilidade das Companhias. O Comércio aceita e reconhece que as Companhias não são responsáveis pelos riscos aos quais esteja exposta sua tecnologia e o Sistema, que ultrapassem o controle das Companhias. Esta
22 isenção de responsabilidade estende-se entre outras matérias, mas sem se limitar às mesmas, aos riscos tecnológicos derivados de erros lógicos nos aplicativos, paradoxos derivados de sua integração, espaços livres, vermes ou vírus, sabotagens nos suportes lógicos, bancos de dados, e crimes de informática, que não sejam atribuíveis à culpa das Companhias. As técnicas de codificação ou de biometria não constituem uma ciência ou arte exata, motivo pelo qual as Companhias não garantem a funcionalidade dos aplicativos de segurança e controle, assim como também não garantem a funcionalidade de ferramentas que proporcionem ao Comércio enquanto a estes terem simplesmente a vocação de serem elementos ou ferramentas úteis para mitigar o risco de insegurança da informação ou do Sistema, mas não garantem um resultado. Não obstante o exposto, sob o entendido de que a segurança do Sistema é uma obrigação de meios e não de resultado, as Companhias realizarão todos os esforços razoáveis exigíveis aos profissionais na sua mesma indústria em busca da referida segurança. O Comércio aceita irrevogavelmente e exime as Companhias de toda responsabilidade pecuniária derivada dos fatos antes referidos, nos termos anteriormente referidos e de qualquer outro que se entenda fora do controle das Companhias ou que estando sob seu controle não possa ser razoavelmente exigível dos profissionais de sua indústria. A presente cláusula deverá ser interpretada de maneira concordante e harmônica com a cláusula 16 do Acordo. 9. Tarifas Todas as Tarifas cobradas pelas Companhias estão publicadas na seção Tarifas, no web site das Companhias e fazem parte integrante do presente Acordo, o qual o Comércio aceita expressamente. As Tarifas serão aumentadas dentro do primeiro trimestre de cada ano, e a qualquer tempo, quando existam circunstâncias macroeconômicas, alterações na legislação tributária aplicável ou alterações substanciais no modelo de negócio da Companhia, assim merecido. O valor do aumento das Tarifas será informado ao Comércio no site das Companhias, e/ou no Módulo Administrativo e/ou por meio do envio de um ao Comércio para seu endereço de registrado, e será obrigatório para todos aqueles Comércios que desejem continuar recebendo os Serviços prestados pelas Companhias. As novas Tarifas serão obrigatórias para o Comércio a partir do quinto (5) dia útil seguinte da data da notificação feita no site das Companhias. O Comércio pagará as Tarifas que vigentes, de acordo com o previsto no site das Companhias e nas alterações realizadas. Se o Comércio não está de acordo com o aumento das Tarifas poderá rescindir o Acordo de maneira unilateral, notificando da rescisão para as Companhias, dentro do período dos cinco (5) dias úteis antes mencionados, sem nenhum tipo de sanção ou de pagamento sob sua responsabilidade. O silêncio do Comércio perante a notificação de alteração de Tarifas será entendido como sua aceitação tácita. Se alguma Tarifa não for clara para o Comércio, este deverá entrar em contato diretamente com as Companhias a fim de esclarecer o conceito, data ou montante a pagar.
23 As Companhias poderão oferecer, através de seu site ou por meio de sua forma comercial, serviços adicionais aos inicialmente incluídos no Acordo. No evento no qual o Comércio solicitar expressamente, as Companhias enviarão a cotação competente. As Companhias eventualmente poderão realizar promoções, as quais serão aplicáveis para o Comércio no evento em que cumpra as condições previstas para acessar as mesmas. 10. Garantias As Companhias poderão requerer ao Comércio para que assine uma nota promissória ou outorgue qualquer outra garantia aceitável para as Companhias, em qualquer um dos seguintes eventos: 1. Quando o Comércio ultrapassar uma transacionalidade mensal equivalente a cinquenta mil dólares (US$50.000). 2. Quando a transacionalidade do Comércio ultrapassar o um por cento (1%) de nível de fraude sobre sua transacionalidade, independentemente do montante da referida transacionalidade. 3. Quando as Companhias considerem, baseadas em sua experiência na indústria, que a atividade econômica do Comércio é altamente suscetível de fraudes ou de atividades ilícitas. O montante pelo qual o Comércio assinará a nota promissória ou outorgará a garantia, será igual à média de transacionalidade mensal do Comércio em trimestre anterior à solicitação das Companhias neste sentido. 11. Diversos 1. Quando o Comércio tenha uma disputa em relação a alguma transação com qualquer terceiro, como consequência da alienação de bens e/ou serviços através do Sistema, as Companhias não farão parte da referida disputa de nenhuma forma diversa daquela de confirmar se efetivamente foi ou não realizado um pagamento através do Sistema ou se o mesmo foi estornado. 2. Propriedade Intelectual: A totalidade do conteúdo do site das Companhias, suas gráficas, e documentos são propriedade intelectual das Companhias. Deste modo, todos os sistemas, softwares, invenções e material suscetível de propriedade intelectual, são de propriedade intelectual exclusiva das Companhias. O uso, reprodução, modificação e/ou distribuição de qualquer criação ou invenção ou de seus derivados, do material disponibilizado no site das Companhias, dos sistemas, softwares e processos do Sistema das Companhias ou de qualquer outro material ou conteúdo de propriedade intelectual das Companhias, sem o prévio e escrito consentimento das Companhias se encontra totalmente proibido e quem realizá-lo sem a referida autorização estará obrigado a indenizar a totalidade dos prejuízos que com referida atuação causar as Companhias. 3. Propriedade Industrial: Os logotipos e marcas das Companhia não poderão ser imitados, copiados ou utilizados de qualquer forma pelo Comércio, direta ou indiretamente, sem a autorização prévia das Companhias. O uso, reprodução, modificação ou distribuição do
24 material ou conteúdo sujeito à propriedade industrial das Companhias sem o prévio e escrito consentimento das Companhias se encontra totalmente proibido e quem realizá-lo sem a referida autorização estará obrigado a indenizar a totalidade dos prejuízos que com a referida atuação causar as Companhias. 4. O Comércio autoriza e aceita que as Companhias realizem todos os descontos e retenções da Conta Virtual que sejam necessários para o pagamento daqueles tributos e/ou impostos exigidos pela lei aplicável. 5. Cessão: Não será possível para o Comércio ceder o presente Acordo sem a aprovação prévia e escrita das Companhias. As Companhias se reservam o direito de ceder o presente Acordo entre as empresas afiliadas ao Grupo Payu Latam, sem a prévia autorização do Comércio. 6. Natureza Individual: Os termos e condições deste Contrato são considerados pelas Partes como individuais. A nulidade ou inaplicabilidade de uma ou de várias disposições deste Contrato não afetará a validade e aplicação de outras disposições do Contrato. Este Contrato reflete os entendimentos completos das Partes e constitui seu acordo total com relação ao objeto do mesmo. 7. Entendimento total: Todas as negociações, propostas comerciais, cruzamento de s, afirmações e declarações prévias foram incluídas no presente Contrato, de maneira tal que com a celebração deste Contrato as Partes acordam que não tem efeito vinculante. 8. A versão original do Contrato foi preparada em espanhol, inglês e português. 9. Títulos meramente enunciativos. Os títulos das cláusulas do Contrato são meramente enunciativos, e têm como única finalidade facilitar a localização das mesmas. O exposto não tem força vinculante. 10. Preponderância do Anexo 1 Disposições Aplicáveis em Cada País Autorizado. Quando existir uma contradição entre o disposto no Contrato e o disposto no Anexo 1. Disposições aplicáveis em cada País Autorizado ou quando desejar que o referido Anexo regule de maneira especial ou mais detalhada uma matéria, prevalecerá o disposto no referido Anexo sobre o disposto no Contrato. 12. Duração e Rescisão O presente Acordo terá um período de vigência de doze (12) meses contados a partir da data de sua assinatura. Se antes do vencimento nenhuma das Partes comunicar à outra sua intenção de não prorrogá-lo com uma antecedência de, pelo menos, trinta (30) dias corridos, será entendido que este será prorrogado automaticamente, de forma sucessiva por um período igual ao inicialmente previsto. O Comércio poderá dar por rescindido o presente Acordo, de forma antecipada e unilateral exclusivamente nos seguintes eventos:
25 a) Quando o Comércio rejeite as Alterações no Acordo, seguindo o procedimento estabelecido na cláusula 1.3 do Acordo. b) Quando o Comércio não esteja de acordo com o aumento das Tarifas, seguindo o procedimento estabelecido na Cláusula 9 do Acordo. c) Quando as Companhias tenham descumprido de maneira grave e comprovada, suas obrigações sob o presente Acordo, sem que o referido descumprimento tenha sido devidamente adimplido pelas Companhias em um período de sessenta (60) dias corridos contado a partir do aviso escrito de descumprimento dado pelo Comércio. d) A qualquer momento, por qualquer motivo, ou sem motivo algum, dando às Companhias um prévio aviso com antecedência de trinta (30) dias corridos da data efetiva de rescisão. A rescisão unilateral do contrato com base na causa c) será a única rescisão com o potencial de gerar uma eventual responsabilidade contratual das Companhias com a consequente indenização de prejuízos a favor do Comércio. A referida responsabilidade contratual, de prova, estará limitada de acordo com o disposto na Cláusula 16 do Acordo. As Companhias se reservam o direito de dar por rescindido o presente Acordo, nos seguintes eventos, sem que a referida rescisão ocasione alguma indenização a favor do Comércio: a) A qualquer momento, por qualquer motivo, ou sem motivo algum, dando ao Comércio um prévio aviso com antecedência de trinta (30) dias corridos da data efetiva de rescisão. b) Quando o Comércio descumpra qualquer uma das declarações ou obrigações estabelecidas neste Acordo, sem que o referido descumprimento tenha sido devidamente adimplido pelo Comércio no período de trinta (30) dias corridos contado a partir do aviso escrito de descumprimento dado pelas Companhias, ou quando o referido adimplemento não seja possível. c) Quando o Comércio esteja violando alguma norma, lei ou regulamentação que seja aplicável, por domicílio ou por desenvolvimento de suas atividades de comercialização. d) Quando o Comércio não aceite as Alterações incluídas pelas Companhias no Acordo. e) Quando o Comércio desacate as recomendações feitas pelas Companhias para garantir a segurança do Sistema, sua adequada implementação ou seu excelente funcionamento. f) A abstenção ou recusa do Comércio de assinar o Acordo de forma física, quando requerido pelas Companhias, de acordo com o estabelecido no inciso quinto da Cláusula 1.1. do Acordo. g) Por ser efetuada uma Última Transferência para o Comércio, de acordo com o disposto no item sexto da Cláusula 7.5. do Acordo. h) Quando as Companhias, de maneira razoável concluam que as atividades ou o negócio do Comércio põe em risco a reputação das Companhias, a atividade dos demais Comércios
26 que contratam com Companhias ou as atividades e o mesmo negócio das Companhias, o qual será presumido nos seguintes eventos: (i) (ii) (iii) (iv) (v) (vi) Quando as Companhias tenham provas, ou suspeitas razoáveis que não tenham sido refutadas de conformidade com o estabelecido na cláusula sexta do Acordo, de que uma Conta Virtual está sendo usada em conexão com operações restritas ou proibidas pela lei aplicável ou pelas Companhias. A abstenção ou rejeição do Comércio de outorgar as garantias requeridas pelas Companhias no evento e nos termos dispostos na Cláusula Décima do Contrato. Faça uso indevido do Sistema, incorra em atividades de hacking ou violação de seguranças. O Comércio tenha estornos acima de um por cento (1%) do valor processado em um determinado mês. O uso indevido do Comércio de material ou conteúdo sujeito à propriedade intelectual das Companhias, nos termos estabelecidos no item segundo da Cláusula 11. O uso indevido do Comércio de material ou conteúdo sujeito à propriedade industrial das Companhias, nos termos previstos no item terceiro da Cláusula 11. Salvo nos eventos de rescisão antecipada a favor das Companhias por inatividade da Conta e Última Transferência para o Comércio, as Companhias estarão facultadas a manter, os montantes retidos a título de Margem na Conta Virtual, por um período de até cento e oitenta (180) dias corridos, contados da data de bloqueio ou suspensão da Conta Virtual. Não obstante o exposto, se durante o referido período for iniciada qualquer reclamação por um Pagador do Comércio que não tenha sido resolvida ao finalizar o prazo de cento e oitenta (180) dias, os recursos creditados serão mantidos até a resolução definitiva da referida reclamação, sem que ocorra o reconhecimento de rendimentos sobre os referidos recursos pelas Companhias e/ou a sociedade fiduciária competente. 13. Cumprimento de norma aplicável pelo Comércio O Comércio deverá cumprir com a legislação aplicável, tanto em seu domicílio social, como em qualquer País Autorizado, onde esteja comercializando seus bens e/ou serviços, processando transações e/ou recebendo montantes. Isto inclui, mas não se limita às normas sobre proteção ao consumidor, habeas data, lavagem de dinheiro, normas tributárias, alfandegárias, cambiais e comerciais, que sejam aplicáveis no país onde se estejam oferecendo e/ou comercializando referidos bens e/ou serviços. 14. Notificações As Companhias enviarão notificações para o endereço de indicado pelo Comércio no Formulário de Registro. Qualquer notificação em relação ao presente Acordo, realizada via e- mail será entendida como efetuada na data de recepção do . O Comércio enviará notificações para as Companhias para o [email protected]. 15. Autorização de consulta de informação a Terceiros
27 O Comércio autoriza de maneira expressa e irrevogável para as Companhias para que, por efeitos de controle, supervisão e informação comercial consulte e/ou reporte perante as centrais de proteção de crédito e risco ou centrais de informação financeira e, em geral, qualquer outra entidade que manipule bancos de dados com os mesmos fins das mencionadas, a constituição, alteração ou extinção de obrigações, diretas ou indiretas, contraídas antes ou que venham a contrair a favor das Companhias, em especial, tudo o relacionado com créditos, dívidas vigentes e sem pagar e hábitos de pagamento das mesmas. Esta autorização compreende toda a informação presente, passada e futura referente à manipulação, status e cumprimento das obrigações do Comércio para com as Companhias. O Comércio faculta expressamente as Companhias para consultar, solicitar, fornecer, relatar, processar e divulgar para as centrais de proteção ao crédito e risco, centrais de informação financeira ou a qualquer entidade que manipule os dados comerciais, dados pessoais econômicos e informação sobre suas relações comerciais com terceiros. Adicionalmente, o Comércio aceita que os dados relatados sejam processados para a obtenção do escopo da entidade relatada e possam ser divulgados com fins comerciais e aceita que os registros permaneçam pelos prazos previstos nas normas legais e na jurisprudência, assim como nos regulamentos das respectivas centrais de informação. Caso as Companhias no futuro efetuem uma venda de carteira ou uma cessão a qualquer título, das obrigações sob a responsabilidade do Comércio a favor de um terceiro, os efeitos da presente autorização serão estendidos a este, nos mesmos termos e condições. O Comércio se compromete com as Companhias, a informar por escrito e oportunamente, qualquer alteração nos dados, números e qualquer informação, assim como a fornecer todos os suportes documentais exigidos e a atualizar a referida informação com uma periodicidade, no mínimo, anual, de acordo com as normas legais e regulamentações pertinentes. 16. Limitação na responsabilidade contratual. A responsabilidade contratual das Companhias pente o Comércio, surgida por ocasião da celebração, execução ou rescisão do presente Acordo, limitar-se-á aos danos resultantes das ações ou omissões atribuíveis à culpa das Companhias ou de seus funcionários. A referida responsabilidade limitar-se-á ao pagamento daqueles danos materiais, diretos, quantificáveis, comprováveis e previsíveis quando de sua ocorrência. Qualquer indenização resultante da comprovada responsabilidade contratual das Companhias terá um limite de dez por cento (10%) do valor total das Receitas Recebidas pelas Companhias por conta da execução do Acordo, durante o último ano, contado a partir do acontecimento do dano, ou se o referido prazo for menor, dez por cento (10%) do total das Receitas Recebidas pelas Companhias durante esse prazo. Por Receitas Recebidas, entender-se-á o valor recebido a título de comissões. As Companhias se eximirão de responder, sob toda circunstância, e mesmo quando tenham podido prever sua eventual ocorrência, pelos danos catalogados como lucro cessante, perdas de oportunidade de negócio, perda de reputação, danos indiretos, incidentais, consequentes, exemplificativos, morais ou análogos. 17. Indenizações por responsabilidade extracontratual
28 O Comércio manterá as Companhias indene de qualquer reclamação apresentada pelos Pagantes do Comércio, por autoridades governamentais, por entidades financeiras ou por qualquer outro terceiro contra as Companhias, em virtude de, entre outros: a) da violação das obrigações, declarações e manifestações do Comércio, previstas no Acordo; b) da violação a qualquer disposição legal aplicável ao Comércio, em razão de seu lugar de domicílio ou país onde comercialize seus serviços; c) da violação às normas de defesa ao consumidor aplicável pelo Comércio, no que tange à comercialização de bens ou serviços através do Sistema; d) da violação à regulamentação aplicável para a proteção de dados pessoais ou para a segurança da informação de seus Pagantes ou de qualquer terceiro pelo Comércio. e) do uso indevido ou ilícito do Sistema pelo Comércio, contrariando o estabelecido no Acordo ou nas normas aplicáveis. f) do descumprimento pelo Comércio, de suas obrigações tributárias, alfandegárias ou cambiais derivadas da comercialização de bens e serviços através do Sistema. g) da fraude originada na substituição de identidade dos portadores de cartões que utilizem o Sistema. Caso as Companhias ofereçam uma garantia antifraude, será aplicado o disposto na referida garantia. h) De toda responsabilidade extracontratual incorrida pelas Companhias por razões atribuíveis à ação ou omissão do Comércio. 18. Cláusula de confidencialidade: As Companhias e o Comércio se comprometem a guardar absoluto segredo em relação à Informação Confidencial e a utilizá-la somente para o cumprimento de suas obrigações de acordo com este Acordo. Entender-se-á por Informação Confidencial sem nenhuma limitação, aquela que se encontre em forma escrita, eletrônica e/ou verbal, todas as descrições, dados, registros de bancos de dados, dados pessoais de Pagantes e Comércios, produtos, processos e operações, métodos, fórmulas, know-how, especificações técnicas da Plataforma e dos Canais Transacionais, análises e estudos realizados; relatórios ou outros documentos e qualquer outra informação de natureza técnica, econômica, jurídica, financeira, e de outra natureza pertencente às operações, estratégias, políticas, e manipulação de atividades, programas ou sistemas de cômputo, softwares, códigos fonte ou códigos objeto, reveladas as Partes em razão deste Acordo, e, em geral, toda aquela informação que relacionada com programas, invenções, marcas, patentes, nomes comerciais, segredos industriais, e direitos de propriedade industrial ou intelectual, licenças e qualquer outra informação oral ou escrita, reveladas mutuamente às Partes, dentro do âmbito deste Acordo. As Partes se comprometem especialmente a: (i) Fornecer mutuamente a Informação Confidencial que estimem necessária para a execução de suas obrigações de acordo com
29 este Acordo; (ii) Guardar absoluto segredo e confidencialidade, em relação a qualquer tipo de Informação Confidencial que lhes seja fornecida ou a qual venham a ter acesso ou conhecimento como consequência, direta ou indireta, da execução deste Acordo; (iii) Não divulgar a Informação Confidencial a terceiros sem autorização prévia e por escrito da outra Parte; (iv) Tomar as previsões necessárias para que seus empregados, funcionários, técnicos, consultores, empreiteiro, subempreiteiros, afiliados e coligados, acionistas, diretores, administradores e representantes, que tenham acesso a Informação Confidencial, guardem segredo e confidencialidade da mesma. Para tal efeito os empregados, funcionários, técnicos, consultores, empreiteiras, subempreiteiras, afiliados e coligados, acionistas, diretores, administradores e representantes das Partes, que venham a conhecer a Informação Confidencial deverão assinar um acordo de confidencialidade que implique, no mínimo, o mesmo nível de proteção para a Informação Confidencial do indicado neste Acordo; (v) Utilizar a Informação Confidencial fornecida pela outra Parte ou a qual venham a ter acesso ou conhecimento como consequência, direta ou indireta da execução deste Acordo, somente da maneira e para os fins estabelecidos neste Acordo; (vi) uma vez terminado este Acordo, restituir a Informação Confidencial à qual teve acesso e apagar a Informação Confidencial que tenha recebido por , em um prazo máximo de três (3) dias úteis, contados a partir do término do Acordo. As Partes não poderão realizar nenhuma cópia ou reprodução da Informação Confidencial sem a autorização prévia e por escrito da outra Parte; (vii) Cumprir e exercer os controles relacionados com a manipulação propriedade, troca, armazenamento e destruição da Informação Confidencial, previstos neste Acordo; (viii) A presente obrigação de confidencialidade se estende à proibição de copiar e/ou reproduzir e/ou usar a Informação Confidencial para qualquer fim diverso ao previsto neste Acordo, salvo autorização expressa e escrita, pela outra Parte; (ix) As Partes deverão limitar a divulgação da Informação Confidencial ao menor número de pessoas possível para o cumprimento do Acordo e tomar as medidas idôneas e eficazes para evitar o tráfego e vazamento indevido da Informação Confidencial, assim como seu uso fora dos limites deste Acordo; (x) As Partes reconhecem a titularidade de cada uma delas sobre a Informação Confidencial. O acesso à Informação Confidencial, não implica para a Parte que receber a Informação, a transferência de nenhum direito sobre tal informação, tais como direitos derivados da transferência de tecnologia, know-how, direitos autorais, patente ou outros direitos intangíveis. A ausência de um rótulo indicando o caráter confidencial ou não da informação, não exime as Partes de sua obrigação de confidencialidade perante a Informação Confidencial. Será considerado que toda informação específica que as Partes forneçam mutuamente, é de caráter confidencial. O Comércio declara e reconhece desde já, que toda a Informação Transacional que as Companhias tiverem coletado, em virtude da execução do Acordo e, em cumprimento das normas aplicáveis, será para seu tratamento. Portanto, no término do Acordo por qualquer causa, as Companhias não estarão obrigadas a devolver ou apagar a Informação Transacional. A obrigação de confidencialidade é excluída nos seguintes eventos: (i) Informação que seja do domínio público no momento de recebê-la, ou que tenha passado a ser do domínio público sem negligência da Parte que a recebe; (ii) Informação que seja revelada por
30 alguma das Partes com aprovação prévia e por escrito da Parte que a revela; (iii) Informação que deva ser revelada sob alguma lei ou regulamentação emanada legitimamente de uma entidade púbica estadual; e (iv) Informação que qualquer uma das Partes tenha divulgado por ordem de autoridade competente, no decorrer de um processo judicial ou arbitral, caso no qual (i) a Parte que recebe a Informação Confidencial deverá informar prévia e oportunamente à Parte que a revela, desta situação, e (ii) o fornecimento de Informação Confidencial somente deverá ser entregue à autoridade que solicitar e se limitar única e exclusivamente à informação especificamente solicitada pela referida autoridade; (iii) quando entregada à autoridade competente, a informação requerida deverá ser marcada como sendo de caráter confidencial. 19. Termos e Condições do Pagador O Comércio deverá incluir alguns Termos e Condições para os Pagantes em seu web site, os quais deverão ser aceitos pelos Pagantes como condição prévia para adquirir os bens e/ou serviços oferecidos pelo Comércio. Tais Termos e Condições deverão, em todo caso, reproduzir o seguinte conteúdo: 1. Que o fornecedor do sistema de pagamento não garante a disponibilidade ou as demoras da plataforma processando as transações. 2. Que o fornecedor do sistema de pagamento não garante a segurança da plataforma, em particular, a ocorrência de fraudes com a informação do portador do cartão. 3. Que o fornecedor do sistema de pagamento não garante o correto, nem oportuno processamento das transações através da plataforma. 4. Que o fornecedor do sistema de pagamento não faz parte do contrato de compra e venda entre o Comércio e o Pagador e, por consequência, não tem nenhuma responsabilidade em relação aos bens e/ou serviços oferecidos, sua qualidade, idoneidade, nem tempo de entrega. Portanto, o fornecedor do sistema de pagamento não se responsabiliza pelo descumprimento do Comércio de suas obrigações relacionadas com a defesa ao consumidor. 5. Que o fornecedor do sistema de pagamento não se responsabiliza pela informação fornecida pelo Comércio ao Pagador. 6. Que o fornecedor do sistema de pagamento no se responsabiliza pelo pagamento dos tributos incidentes como consequência da relação contratual entre o Comércio e o Pagador. 7. Que o fornecedor do sistema de pagamento não se responsabiliza pelo descumprimento do Comércio de suas obrigações relacionadas com a defesa ao consumidor. 8. Que o fornecedor do sistema de pagamento não se responsabiliza pelo descumprimento do Comércio de suas obrigações relacionadas com a proteção e confidencialidade dos dados pessoais do Pagador. As Companhias poderão a qualquer momento, solicitar alterações nos referidos T&C Pagantes do Comércio com intuito de delimitar a responsabilidade das Companhias diante dos Pagantes e o Comércio estará obrigado a acatar as alterações solicitadas no referido sentido. O Comércio terá três (3) dias úteis a partir de sua notificação, para realizar as alterações solicitadas.
31 O Comércio manterá as Companhias indene por qualquer e todos os custos, danos, sanções e prejuízos que este possa sofrer por motivo de não incluir no seu site alguns T&C Pagantes do Comércio, que cumpram os padrões antes mencionados ou derivados por não acatar as alterações solicitadas pelas Companhias, dentro do prazo antes mencionado. O Comércio desde já autoriza expressamente as Companhias para que descontem de sua Conta Virtual, todos e cada um dos custos, multas, sanções e penalidades que as Companhias devam assumir em virtude das condutas antes descritas. O Comércio se obriga a tramitar diretamente qualquer queixa ou reclamação apresentada por um Pagador, e primeiramente o Pagador não se envolverá de nenhuma forma com as Companhias. Isto significa que qualquer suposto dano ou prejuízo causado ao Pagador, seja ou não de responsabilidade das Companhias será resolvido pelo Comércio diretamente com o Pagador e depois internamente com as Companhias. 20. Lei e jurisdição aplicável O contrato firmado entre o Comércio e cada uma das Companhias que preste o serviço, será regido pela lei do domicílio da Companhia Parte competente, de conformidade com o estabelecido na definição de Partes, incluída na cláusula segunda. Toda diferença, dificuldade, desavença, controvérsia e/ou conflito suscitado entre as partes por motivo ou ocasião da relação jurídica firmada entre o Comércio e cada Companhia prestadora do serviço, incluindo, aqueles que se refiram a sua existência, validade, efeitos, vigência, interpretação, aplicação, execução, cumprimento, nulidade, resolução, rescisão ou liquidação, será submetida à decisão de um tribunal de arbitragem, regido e conformado de acordo com as normas vigentes e aplicáveis a este mecanismo de solução de conflitos no domicílio da Companhia que faça parte do processo arbitral. No evento no qual no Anexo 1, disposições aplicáveis em cada país autorizado, sejam definidas condições especiais para o Tribunal de Arbitragem estas primarão sobre o disposto nesta cláusula.
32 1. Manipulação dos Recursos Anexo 1. Disposições aplicáveis em cada País Autorizado Disposições aplicáveis na Colômbia Os montantes que por conceito de pagamentos os Pagantes transfiram por meio do Sistema serão administrados por uma sociedade fiduciária devidamente autorizada pela Superintendência Financeira da Colômbia, diretamente ou através de um patrimônio autônomo. Portanto, os referidos recursos não formarão parte do patrimônio das Companhias e, por consequência, de nenhuma forma são garantia dos credores das Companhias. Em consequência, não poderão ser considerados depósitos, motivo pelo qual não geram para as Companhias e/ou para a sociedade fiduciária, as obrigações próprias de uma instituição de depósito e não estão amparados pelo seguro de depósito do Fundo de Garantias de Instituições Financeiras FOGAFIN, nem por nenhum outro esquema da referida natureza. 2. Desistência 2.1. A partir da assinatura deste Acordo, assiste-lhe ao Comércio o direito de desistência, nos termos do artigo 1, artigo 47 da Lei 1480 de O Comércio deverá conferir a todos seus Pagantes o direito de desistência, nos términos do artigo 1, artigo 47 da Lei 1480 de O Comércio deverá cumprir totalmente as normas estabelecidas na Lei 1480 de 2011 e qualquer norma que o altere ou substitua, total ou parcialmente. 3. Habeas Data 1. No evento em que as Companhias coletem dados pessoais diretamente dos Pagantes, isto é, sem que sejam transmitidos pelo Comércio, para a execução do presente Acordo, agirão na qualidade de Responsáveis pela Informação e deverão cumprir o disposto na Lei Estatutária 1581 de 2012 e no Decreto 1377 de 2013, ou em qualquer outra norma que as complemente, adicione ou modifique. 2. Se, a fim de obter a execução do presente Acordo, por razões técnicas, comerciais ou de qualquer outro tipo, for inviável ou impossível para as Companhias obter os dados pessoais diretamente dos Pagantes e, por consequência, sua autorização prévia e expressa para o tratamento de dados pessoais e, portanto, as Companhias obtivessem os referidos dados por intermédio do Comércio, este agirá como Responsável pela Informação e aquelas como Encarregadas da mesma. Neste evento, o Comércio, na sua qualidade de Responsável se obliga a: i) Obter a autorização prévia e expressa dos Pagantes para o tratamento de seus dados pessoais. O referido tratamento poderá consistir em qualquer operação ou
33 conjunto de operações sobre os dados pessoais, tais como a coleta, armazenamento, uso, análise, circulação ou supressão; ii) A informação coletada deverá ser verídica, completa, exata, atualizada, comprovável e compreensível; iii) Dentro das finalidades do tratamento informadas aos Pagantes quando da coleta dos dados pessoais, deverá estar expressamente aquela de processar transações através do Sistema das Companhias e fazer validações das mesmas no intuito de mitigar o risco de fraude por suplantação de identidade no comércio eletrônico. Além disso, a referida finalidade deverá constar nas políticas de tratamento de dados pessoais do Comércio e em seu modelo de aviso de privacidade; iv) Advertir os Pagantes que os dados pessoais coletados são armazenados pelo tempo suficiente para garantir o fim mencionado no item iii), ou até o máximo permitido pelas leis aplicáveis; v) Informar aos Pagantes que, em relação a seus dados pessoais assistem-lhe todos os direitos dos quais trata a Lei Estatutária 1581 de 2012, e o Decreto 1377 de 2013, ou em qualquer outra norma que as complemente, adicione ou modifique; vi) Cumprir as demais obrigações que lhe competem dada sua qualidade de Responsável pela Informação, de acordo com a Lei Estatutária 1581 de 2012 e no Decreto 1377 de Enquanto subsista este Acordo e se o Comércio é quem deve coletar diretamente os dados pessoais dos Pagantes, então este se compromete sob seu controle e responsabilidade, a transmitir para as Companhias, os referidos dados Pessoais. Neste caso, as obrigações do Comércio na qualidade de Responsável pela Informação perante as Companhias, na sua qualidade de Encarregadas da Informação, serão as seguintes: i) Garantir que a informação fornecida para as Companhias seja verídica, completa, exata, atualizada, comprovável e compreensível; ii) Fornecer às Companhias uma cópia das políticas de Habeas Data do Comércio. iii) Comunicar às Companhias, dentro dos três (3) dias úteis seguintes de seu conhecimento, todas as novidades acerca dos dados que tenha-lhe transmitido e adotar as demais medidas necessárias para que a referida informação seja mantida atualizada; iv) Fornecer às Companhias, somente dados pessoais cujo tratamento tenha sido previamente autorizado pelos Pagantes, de conformidade com o previsto na Lei Estatutária 1581 de 2012 e no Decreto 1377 de 2013; v) Adotar um manual interno de políticas e procedimentos para garantir o adequado cumprimento da Lei Estatutária 1581 de 2012 e o Decreto 1377 de 2013 e, em especial, para o atendimento de consultas e reclamações pelos Pagantes. vi) Atender as consultas realizadas pelos Pagantes em relação a seus dados pessoais, nos termos do artigo 14, da Lei Estatutária 1581 de 2012 e do artigo 21 do Decreto 1377 de 2013; vii) Nos termos do Artigo 15 da Lei Estatutária 1581 de 2012, informar para as Companhias, no primeiro dia útil seguinte do recebimento da reclamação completa, quando determinada informação esteja em discussão e não tenha terminado o trâmite respectivo;
34 viii) ix) Comunicar às Companhias, no primeiro dia útil seguinte do atendimento da reclamação, toda retificação ou supressão e/ou revogatória da autorização que deva ser realizada acerca da informação dos Pagantes, uma vez surtido o respectivo procedimento, conforme o artigo 15 da Lei Estatutária 1581 de 2012; Surtido o trâmite de reclamação pelas Companhias, atualizar, retificar ou eliminar a informação pessoal dos Pagantes, dentro dos cinco (5) dias úteis seguintes do recebimento da comunicação das Companhias em tal sentido; x) Abster-se de circular informação que esteja sendo controvertida pelo Pagador e cujo bloqueio tenha sido ordenado pela Superintendência da Indústria e Comércio; xi) xii) Cumprir as instruções e requerimentos dadas pela Superintendência da Indústria e Comércio; Designar uma pessoa ou área para que assuma a função de proteção de dados pessoais e para manter uma ativa comunicação com as Companhias para tudo aquilo relacionado com o tratamento dos dados pessoais dos Pagantes; xiii) Cumprir com as demais obrigações e deveres consagrados na Lei Estatutária 1581 de 2012, o Decreto 1377 de 2013 e demais normas que as complementem, alterem ou acrescentem. Por sua parte, as Companhias, na sua qualidade de Encarregadas pela Informação, obrigam-se ao seguinte: i) Realizar o tratamento dos dados pessoais dos Pagantes, em nome do Comércio, conforme os princípios que tutelam o referido tratamento, de acordo com a Lei Estatutária 1581 de 2012 e o Decreto 1377 de 2013; ii) iii) iv) Em particular, usar e analisar os dados pessoais dos Pagantes em nome do Comércio, com a finalidade de processar transações através do Sistema das Companhias e fazer validações das mesmas na intenção de mitigar o risco de fraude por suplantação de identidade no comércio eletrônico; Cumprir as obrigações derivadas das políticas de habeas data do Comércio; Manter confidencialidade em relação ao tratamento dos dados pessoais dos Pagantes que lhe sejam transmitidos pelo Comércio; v) Salvaguardar, nos termos do presente Acordo, a segurança dos bancos de dados nos quais contenham dados pessoais dos Pagantes, para impedir sua adulteração, perda, consulta, uso ou acesso não autorizado ou fraudulento; vi) vii) viii) ix) Garantir aos Pagantes, a todo o momento, o pleno e efetivo exercício do direito de habeas data; Atender as consultas realizadas pelos Pagantes em relação a seus dados pessoais, nos termos do artigo 14 da Lei Estatutária 1581 de 2012 e do artigo 21 do Decreto 1377 de 2013; Nos termos do Artigo 15 da Lei Estatutária 1581 de 2012, informar ao Comércio, no primeiro dia útil seguinte do recebimento da reclamação completa, quando determinada informação esteja em discussão e não tenha finalizado o respectivo trâmite; Comunicar ao Comércio, no primeiro dia útil seguinte do atendimento da reclamação, toda retificação ou supressão e/ou revogatória da autorização que deva ser realizada em relação à informação dos Pagantes, uma vez surtido o respectivo procedimento conforme o artigo 15 da Lei Estatutária 1581 de 2012;
35 x) Surtido o trâmite de reclamação pelos Comércios, atualizar, retificar ou eliminar a informação pessoal dos Pagantes, dentro dos cinco (5) dias úteis seguintes do recebimento da comunicação dos Comércios em tal sentido; xi) Adotar um manual interno de políticas e procedimentos para garantir o adequado cumprimento da Lei Estatutária 1581 de 2012 e do Decreto 1377 de 2013 e, em especial, para o atendimento de consultas e reclamações pelos Pagantes; xii) Abster-se de circular informação que esteja sendo controvertida pelo Pagador e cujo bloqueio tenha sido ordenado pela Superintendência da Indústria e Comércio; xiii) Designar uma pessoa ou área para que assuma a função de proteção de dados pessoais e que mantenha uma ativa comunicação com os Comércios para tudo aquilo relacionado com o tratamento dos dados pessoais dos Pagantes; xiv) Cumprir com as demais obrigações e deveres perante os Pagantes, Comércio e as autoridades consagrados no artigo 18 da Lei Estatutária 1581 de 2012, do Decreto 1377 de 2013 e demais normas que as complementem, alterem ou acrescentem. O Comércio se obriga a manter as Companhias indene por todos e cada um dos danos, prejuízos, custos e despesas (incluindo, honorários legais, despesas e costas judiciais), que surjam em relação ou como consequência do descumprimento de suas obrigações derivadas de sua qualidade de Responsável pela Informação dos Pagantes. 4. Arquivo de informação De acordo com o estabelecido no artigo 28 da Lei 962 de 2005, os Comércios deverão manter seus livros e papéis comerciais por um período não inferior a dez (10) anos, podendo utilizar para o efeito, a critério do comerciante, sua conservação em papel ou qualquer meio técnico, magnético ou eletrônico que garanta sua reprodução exata. 5. Assuntos em matéria cambial 5.1 Considerações cambiais pela importação de serviços: Em virtude do princípio de relatividade dos contratos e da autonomia da vontade privada, as Partes reconhecem o seguinte: (i) Que a relação contratual de serviços surgida entre o Comércio e o Pagador é uma relação contratual principal 2, autônoma e independente da relação surgida do presente Acordo celebrado entre a PagosOnline.Net S.A.S. e o Comércio. (ii) Que em virtude do contrato de prestação de serviços 3 celebrado entre o Comércio e o Pagador, (do qual a PagosOnline.Net S.A.S. não é parte), as principais obrigações resultantes do referido contrato são: para o Comércio, a prestação de serviços e para o Pagador, o pagamento dos mesmos. De maneira que, uma vez que o Pagador transfere o dinheiro para fazer o pagamento diretamente ao Comércio ou àquele que o Comércio delegar para o pagamento (no caso, a PagosOnline. Net S.A.S., em virtude do presente Acordo), a obrigação de pagamento pessoalmente do Pagador é extinta. 4 2 Código Civil, artigo Concordância Lei 527 de Código do Comércio, artigo 822 e Código Civil, artigos 1625 e 1626.
36 (iii) Que em virtude do presente Acordo celebrado entre a PagosOnline.Net S.A.S. e o Comércio, o primeiro está obrigado, principalmente, receber o pagamento que os Pagantes efetuem ao Comércio, em virtude de outro contrato (o de prestação de serviços, entre Comércio e Pagador), sem prejuízo de outras obrigações contratuais complementares à recebimento ou delegação para receber o pagamento, tais como utilizar seu Sistema para processar o recebimento de dinheiro). As partes reconhecem que, de conformidade com a legislação cambial colombiana, quando os Pagantes utilizem o Sistema das Companhias para pagar serviços prestados no exterior (o qual exclui o pagamento de bens ou mercadorias) podem decidir se converter (monetizar) ou não os pesos para divisas, a fim de remetê-las ao exterior, já que o pagamento de serviços não é uma operação obrigatoriamente canalizável para o exterior através de bancos ou demais intermediários do mercado cambial. Por conseguinte, e à medida que, em virtude do contrato de prestação de serviços celebrado entre o Comércio e o Pagador, o segundo decidiu pagar ao Comércio mediante uma transferência para seu representante para receber o dinheiro na Colômbia (a PagosOnLine. Net S.A.S.), deve ser entendido que (i) o referido Pagador decidiu não canalizar para o exterior o pagamento em questão e (ii) que com o referido pagamento para a PagosOnLine. Net S.A.S. sua obrigação de pagamento para com o Comércio foi extinta. Por outro lado, com base no presente Acordo celebrado entre a PagosOnline.Net S.A.S. e o Comércio, o primeiro se obriga a transferir ao segundo, o dinheiro recebido em nome e por conta do segundo na Colômbia, tramitando os formulários cambiais competentes em nome próprio e por ocasião do presente Acordo, e não para pagar as obrigações surgidas por ocasião do contrato celebrado entre o Comércio e o Pagador, a qual se encontra extinta. Como corolário do exposto, o Comércio e a PagosOnline.Net S.A.S. mediante a aceitação do presente Contrato, reconhecem e acordam que: i) a PagosOnline.Net S.A.S. é a representante do Comércio para receber na Colômbia, montantes fruto de serviços prestados no exterior, ii) por consequência, quando o Pagador transfere o dinheiro para a PagosOnline.Net S.A.S., a obrigação do referido Pagador com o Comércio é extinta na Colômbia (de maneira que o Pagador decidiu não canalizar o pagamento ao exterior para pagar os serviços, mas, pelo contrário, pagá-los na Colômbia), iii) a transferência efetuada para o exterior pela PagosOnline.Net S.A.S., é feita a título pessoal em virtude do presente Acordo principal, independente e autônomo entre a PagosOnline.Net S.A.S. e o Comércio, iv) a PagosOnline.Net S.A.S. efetuará a transferência prévio trâmite em nome próprio do formulário cambial 5 (formulário usado quando voluntariamente se decide canalizar montantes associados com serviços, tais como o presente entre a PagosOnline.Net S.A.S. e o Comércio), v) posto que no momento no qual a PagosOnline.Net S.A.S. efetua a transferência ao exterior, a obrigação e contrato entre o Comércio e o Pagador já se encontra extinta, a transferência efetuada pela PagosOnline.Net S.A.S. é feito em nome próprio e concordantemente com isto, o formulário de câmbio No. 5, é tramitado em nome próprio e vi) nada do aqui mencionado é aplicável no caso de importação de mercadorias (bens tangíveis móveis). 5.2 Considerações cambiais para a importação de bens tangíveis móveis (mercadorias) As Partes reconhecem que, em virtude do princípio de relatividade dos contratos e dá autonomia da vontade privada, os contratos somente têm efeitos entre sua partes (ou seja, entre aqueles que manifestaram sua vontade de se obrigar). Por consequência, aceitam que, a
37 relação contratual 5 de compra e venda ou outra surgida entre o Comércio e o Pagador é uma relação contratual principal 6, autônoma e independente da surgida por ocasião do presente Acordo celebrado entre a PagosOnline.Net S.A.S. e o Comércio. As Partes entendem, que em virtude do contrato de compra e venda de bens celebrado entre o Comércio e o Pagador (do qual a PagosOnline.Net S.A.S. não é parte), as obrigações principais que surgem do mesmo são: para o Comércio, a venta e entrega de mercadoria ao Pagador, o pagamento da referida mercadoria. De maneira que, uma vez que o Pagador transfere o dinheiro para o pagamento da mercadoria, seja para o Comércio, ou para quem o represente para receber o pagamento, (no caso, PagosOnLine.Net S.A.S.), a obrigação de pagamento que o Pagador tem com o Comércio fica extinta 7. Por conseguinte, em virtude do contrato entre o Pagador residente na Colômbia (vide definição nas notas de rodapé 8 ) e o Comércio constituído no exterior, o primeiro importa (vide definição nas notas de rodapé 9 ) mercadoria como resultado do contrato de compra e venta celebrado com o Comércio estrangeiro. As Partes reconhecem que a importação de mercadoria efetuada pelo Pagador residente na Colômbia em virtude de seu contrato de compra e venda com o Comércio, é sob a legislação colombiana, uma operação obrigatoriamente canalizável através do mercado cambial 10. O qual implica que o Pagador tem prévio trâmite da declaração de câmbio No. 1, que transferir obrigatoriamente o dinheiro para o exterior, através de bancos ou intermediários autorizados para pagar a mercadoria. As Partes, deste modo, entendem que o Pagador pode cumprir suas obrigações de trâmite da declaração aludida e de transferência do dinheiro, seja diretamente ou através de procurador, pois juridicamente tem o mesmo efeito 11. As Partes acordam que a PagosOnline.Net S.A.S. poderá, nos termos nos quais se obrigue a fazê-lo, mediante uma procuração do Pagador, poderá em nome e por conta do Pagador, tramitar as declarações de câmbio número 1, por importação de bens em nome do Pagador e transferir a partir de sua conta, o dinheiro para o Comércio no exterior. Finalmente, as Partes declaram e reconhecem que a PagosOnline.Net S.A.S. poderá se obrigar a tramitar os formulários e a transferir o dinheiro ao exterior como procurador do Pagador, se cumpridas as seguintes condições i) que o Comércio esteja constituído no exterior e ii) que a mercadoria paga esteja no exterior no momento no qual o Pagador escolher o produto no site do Comércio e transfere o dinheiro da importação para a PagosOnLine.Net. S.A.S. Aceitar ou não a procuração em questão outorgada pelo Pagador será critério da PagosOnLine.Net S.A.S. 5 Concordância Lei 527 de Código Civil, artigo Código do Comércio, artigo 822 e Código Civil, artigos 1625 e Lei 518 de Decreto 1735 de 1993, artigo 2 : Definição de residente. Sem prejuízo do estabelecido em tratados internacionais e leis especiais, para efeitos do regime cambial são considerados residentes, todas as pessoas físicas que habitam no território nacional. Deste modo, são considerados residentes, as entidades de direito público, as pessoas jurídicas, incluídas as entidades sem fins lucrativos, que tenham domicílio na Colômbia e as sucursais estabelecidas no país de sociedades estrangeiras. São consideradas como não residente, as pessoas físicas que não habitam dentro do território nacional, e as pessoas jurídicas, incluídas as entidades sem fins lucrativos que não tenham. 9 Para efeitos legais e do presente Contrato, entende-se por importação de bens, a entrada no território alfandegário nacional, de mercadorias provenientes do exterior ou de zona franca (Artigos 1 e 117 Estatuto Alfandegário). 10 Artigos 1, 6, 7 e 10 Resolução Externa 8, expedida pelo Banco da República. 11 Concordância com as seguintes fontes: Código do Comércio, artigos 1262, 832, 833, 822; Código Civil, artigos 1505 e 2158; Banco da República ofícios: JDS e JD-S-13902, de 21 de junho de Dian Ofício de 19 de agosto de 2010; Doutrina: BONIVENTO, José Alejandro. "Os principais contratos civis e seu paralelo com os comerciais". Librería Stella, 1ra ed. Bogotá-Colômbia. Págs. 266 e 270 e Artigo 2, Lei 9 de 1992.
38 5.3 Considerações cambiais aplicáveis quando o Comércio seja constituído na Colômbia (seja residente) Os valores recebidos pela PagosOnLine.Net S.A.S. por conta de um Comércio que seja residente colombiano (vide definição nas notas de rodapé 12 ), somente serão transferidos em pesos colombianos para uma conta bancária cujo titular seja o Comércio residente, aberta em um banco colombiano. O exposto com base nas disposições cambiais vigentes, as quais somente permitem que um residente colombiano, no caso, a PagosOnLine.Net S.A.S., transfira em pesos para outro residente (o Comércio), a fim de extinguir obrigações surgidas de contratos firmados entre esses dois residentes 13. Ante o exposto, a PagosOnLine.Net S.A.S. manifesta que sob este cenário (transferências em pesos a comércios constituídos na Colômbia) não aceita, autoriza ou de nenhuma forma promove que seu Sistema de transferências em pesos seja usado ou disponibilizado por um Comércio residente, seus Pagantes ou terceiros para o pagamento de importações (entrada de mercadoria no território colombiano por ocasião do pagamento ou desembolso efetuado pelo Pagador na Colômbia 14 ). Concordantemente, o Comércio residente na Colômbia, manifesta que de nenhuma forma usará, disponibilizará, promoverá ou consentirá o uso do Sistema para que sejam pagas importações feitas na Colômbia. O Comércio manterá a PagosOnLine.Net S.A.S e as demais Companhias indene pelos danos resultantes da falsidade ou imprecisão da declaração antes mencionada. 5.4 Considerações cambiais e tributárias para quando o Comércio seja constituído no exterior, mas a PagosOnLine.Net S.A.S. manifesta que a mercadoria despachada se encontra na Colômbia no momento de sua venda Quando quiser que um Comércio residente no exterior manifeste a PagosONLine.Net S.A.S. que despacha sua mercadoria a partir da Colômbia, a PagosOnLine.Net S.A.S. transferirá ao Comércio, os montantes resultantes da referida venda ao exterior, sob o entendimento de que o pagamento se origina na venda de mercadorias localizadas na Colômbia no momento no qual o Pagador autoriza ou efetua o desembolso competente. Por conseguinte, com base na referida manifestação, e sob o princípio de presunção da boa fé, a PagosOnLine.Net assumirá que a transferência efetuada ao exterior é feita para o pagamento de vendas feitas na Colômbia e não para o pagamento de importações (entrada de mercadoria no território colombiano) efetuadas pelos Pagantes. O Comércio manifesta que, de nenhuma forma usará o Sistema das Companhias, nem disponibilizará ou promoverá seu uso para pagar importações feitas na Colômbia, e que 12 Decreto 1735 de 1993, artigo 2 : Definição de residente. Sem prejuízo do estabelecido em tratados internacionais e leis especiais, para efeitos do regime cambial são considerados residentes, todas as pessoas físicas que habitam no território nacional. Deste modo, são considerados residentes, as entidades de direito público, as pessoas jurídicas, incluídas as entidades sem fins lucrativos, que tenham domicílio na Colômbia e as sucursais estabelecidas no país de sociedades estrangeiras. São consideradas como não residente, as pessoas físicas que não habitam dentro do território nacional, e as pessoas jurídicas, incluídas as entidades sem fins lucrativos que não tenham. 13 Decreto 1735 de 1993 (artigos 2 e 3 ), Resolução 8 expedida pelo Banco da República, (artigos 75 e 79), Circular externa DCIN 83 expedida pelo Banco da República (item 3), Decreto 2245 de 2011 (artigo 3, item 26); Código do Comércio, artigo 874 e Constituição Política, artigos 371 e seguintes. 14 Para estes efeitos os serviços não são entendidos como importação.
39 responderá por qualquer prejuízo gerado para as Companhias ou ao Pagador, resultante da imprecisão ou falsidade desta afirmação. Por outro lado, quando em virtude de um contrato de compra e venda firmado 15 entre um Pagador residente na Colômbia e um Comércio residente no exterior, este último, adquira a mercadoria na Colômbia para, posteriormente, revendê-la ao mencionado Pagador, (de maneira que a mercadoria não seja importada devido a que a mesma já se encontra na Colômbia), a PagosOnline. Net S.A.S. assumirá que o Comércio residente no exterior cumprirá diretamente com todas suas obrigações tributárias na Colômbia, derivadas de tal venda de mercadorias. O Comércio em questão, de nenhuma maneira autoriza a PagosOnLine.Net S.A.S. para agir como seu procurador para o cumprimento de suas obrigações tributárias na Colômbia. E também, declara que a representação feita pela PagosOnLine.Net S.A.S. para receber montantes na Colômbia em nome e por sua conta, circunscreve-se e limita-se, única e exclusivamente a esta função de recebimento e àquelas estritamente requeridas para este fim. O Comércio de nenhuma maneira autoriza a PagosOnLine.Net S.A.S. para ser seu procurador ou representá-lo no cumprimento de suas obrigações legais na Colômbia, nem a PagosOnLine.Net S.A.S. tem poderes adicionais para cumprir, em nome do Comércio, as obrigações tributárias ou de outra índole que venha a ter na Colômbia. 6. Termos e Condições do Pagador O Comércio se compromete a que como condição prévia para adquirir bens e/ou serviços por meio do Sistema, os Pagantes aceitem expressamente os Termos e Condições para os Pagantes redigidos pelas Companhias (os T&C Pagantes ). Portanto, os Comércios se obrigam a inserir no seu web site um botão de check box, que garanta que os Pagantes não possam adquirir os bens e/ou serviços do Comércio sem aceitar expressamente os T&C Pagantes. As Companhias terão em todos os casos, que aprovar a localização e tamanho do referido check box. As Companhias notificarão ao Comércio, de tempo em tempo, sobre as alterações que decida realizar nos T&C Pagantes, e o Comércio se obriga a realizar a respectiva atualização, dentro dos três (3) dias úteis seguintes do recebimento da notificação de alteração competente. As Companhias não assumirão nenhuma responsabilidade pelas alterações não introduzidas nos T&C Pagantes pelo Comércio ou no evento em que o Comércio retire os T&C Pagantes de seu web site, e, portanto, o Comércio manterá as Companhias a todo o momento, indene por qualquer e todos os custos, danos, sanções e prejuízos, que este possa sofrer por ocasião da não atualização dos T&C Pagantes ou pela retirada dos mesmos de seu web site. 15 Concordância Lei 527 de 1999.
40 O Comércio desde já autoriza expressamente as Companhias para que desconte de sua Conta Virtual, todos e cada um dos custos, sanções e penalidades que as Companhias devam assumir pelas condutas antes descritas. No evento em que o Comércio optar por não incluir os Termos e Condições para os Pagantes das Companhias em seu web site, deverá, em todo caso, incluir seus próprios termos e condições do pagador (os T&C Pagantes do Comércio ), os quais deverão ser aceitos pelos Pagantes como condição prévia para adquirir os bens e/ou serviços oferecido pelo Comércio. Os T&C de Pagantes do Comércio deverão reproduzir, em todo caso, o seguinte conteúdo: a) Que o fornecedor do sistema de pagamento não garante a disponibilidade ou as demoras da plataforma processando as transações. b) Que o fornecedor do sistema de pagamento não garante a segurança da plataforma, em particular, a ocorrência de fraudes com a informação do portador do cartão. c) Que o fornecedor do sistema de pagamento não garante o correto, nem oportuno processamento das transações através da plataforma. d) Que o fornecedor do sistema de pagamento não faz parte do contrato de compra e venda entre o Comércio e o Pagador e, por consequência, não tem nenhuma responsabilidade em relação aos bens e/ou serviços oferecidos, sua qualidade, idoneidade, nem tempo de entrega. Portanto, o fornecedor do sistema de pagamento não é responsável pelo descumprimento do Comércio, de suas obrigações relacionadas com a defesa do consumidor. e) Que o fornecedor do sistema de pagamento não é responsável pela informação fornecida pelo Comércio ao Pagador. f) Que o fornecedor do sistema de pagamento não é responsável pelo pagamento dos tributos incidentes como consequência da relação contratual entre o Comércio e o Pagador. g) Que o fornecedor do sistema de pagamento não é responsável pelo descumprimento do Comércio, de suas obrigações relacionadas com a defesa do consumidor. h) Que o fornecedor do sistema de pagamento não é responsável pelo descumprimento do Comércio, de suas obrigações relacionadas com proteção e confidencialidade dos dados pessoais do Pagador. As Companhias poderão, a qualquer momento, solicitar alterações nos referidos T&C Pagantes do Comércio no intuito de delimitar a responsabilidade das Companhias perante os Pagantes e o Comércio estará obrigado a acatar as alterações solicitadas no referido sentido. O Comércio terá três (3) dias úteis a partir de sua notificação para realizar as alterações solicitadas. O Comércio manterá as Companhias indene por qualquer e todos os custos, danos, sanções e prejuízos que este possa sofrer por ocasião de não incluir no seu web site alguns T&C Pagantes do Comércio, que cumpram os padrões antes mencionados ou derivados de não ter acatado as alterações solicitadas pelas Companhias, dentro do prazo antes mencionado. O Comércio autoriza desde já expressamente as Companhias para que desconte de sua Conta Virtual, todos e cada um dos custos, multas, sanções e penalidades que as Companhias devam assumir pelas condutas antes descritas.
41 O Comércio se obriga a tramitar diretamente qualquer queixa ou reclamação apresentada por um Pagador, e primeiramente o Pagador não se envolverá de nenhuma forma com as Companhias. Isto significa que qualquer suposto dano ou prejuízo causado ao Pagador, seja ou não de responsabilidade das Companhias será resolvido pelo Comércio diretamente com o Pagador e depois internamente com as Companhias. 7. Cláusula compromissória Para efeitos de dirimir controvérsias suscitadas por ocasião do presente Contrato, as Partes se submetem à lei colombiana e, em particular, às disposições do direito privado da referida norma. Toda diferença, dificuldade, desavença, controvérsia e/ou conflito suscitado entre as partes por motivo ou ocasião do presente Contrato e, em especial, àqueles que se refiram a sua existência, validade, efeitos, vigência, interpretação, aplicação, execução, cumprimento, nulidade, resolução, rescisão ou liquidação, poderá ser resolvida amigavelmente entre as Partes. No caso de não se chegar a um acordo, a decisão será submetida a um tribunal de arbitragem, nos termos desta cláusula. O tribunal será regido pelas normas vigentes no momento em que seja convocado, e se aterá às seguintes regras: a) De acordo com a quantia da disputa ou controvérsia, o tribunal estará integrado por um ou três árbitros. Caso contrário, acorrerá a um único árbitro. b) Os árbitros serão designados de comum acordo pelas Partes, de conformidade com a lei, se não chegarem a um acordo, serão designados pela Câmara do Comércio de Bogotá, de conformidade com o procedimento estabelecido para o efeito. c) A organização interna do tribunal, assim como os custos e honorários aplicáveis, estarão sujeitos às regras previstas para o efeito pela Câmara de Conciliação Comercial e Arbitragem, da Câmara do Comércio de Bogotá, se as Partes, enquanto permitido pela lei, não acordam outra cosa. d) O tribunal sentenciará de direito. e) O tribunal terá sua sessão em Bogotá, D.C., República de Colômbia, na Câmara de Conciliação Comercial e Arbitragem, da Câmara do Comércio de Bogotá, ou se a lei permitir, no local que os árbitros decidam depois de ouvida as Partes. f) O Laudo Arbitral será definitivo e obrigatório para as partes. g) Renuncia-se expressamente à competência de qualquer outro tribunal incluindo os juízes ordinários, renunciando por este meio a submeter a controvérsia sobre conflito de leis e jurisdições. Disposições aplicáveis no Brasil
42 1. Comércios estrangeiros que realizem vendas no Brasil 1.1. Aqueles Comércios estrangeiros que façam vendas no Brasil, aos quais sejam transferidos o dinheiro resultante das mesmas para uma conta bancária localizada no exterior, deverão assinar o Acordo de Serviços de Recebimento Internacional como condição prévia ao recebimento das transferências em questão Aos Comércios estrangeiros de que trata esta seção não serão aplicáveis a Margem. Não obstante o exposto, as Companhias reterão os montantes resultantes de suas ventas durante trinta (30) dias corridos posteriores à venta. O encargo administrativo por fazer transferências do Brasil para Contas bancárias no exterior será aquele incluído no Acordo de Serviços de Recebimento Internacional. Os Comércios estrangeiros pagarão os impostos que por ocasião de suas vendas incidam sobre os Compradores, de acordo com a legislação tributária brasileira. As Companhias deduzirão das vendas do Comércio, os impostos incidentes sobre os Pagantes e o banco encarregado de fazer a transferência internacional, deduzirá os impostos incidentes sobre o Comércio Caso o Comércio estrangeiro deva às Companhias qualquer montante de conformidade com o disposto na cláusula 7.4. do presente Acordo, o Comércio reembolsará o referido montante dos montantes pagos pelas Companhias, através de operações de câmbio simultâneas a título de compensação de dívidas, de acordo com o disposto pela legislação brasileira As Companhias poderão oferecer aos Pagantes o pagamento em parcelas dos produtos ou serviços oferecidos pelos Comércios estrangeiros aos quais alude o aqui disposto, prévio acordo das Partes, mas a transferência do preço dos referidos produtos ou serviços ao Comércio não poderá ser parcial. 2. Transferência entre Contas Virtuais de Comércios 2.1. Os Comércios poderão receber e realizar transferências de saldos disponíveis entre Contas Virtuais, sempre que tenham habilitado este serviço e possuam saldo suficiente para fazê-lo. As transferências de saldos entre Contas Virtuais somente poderão ser feitas entre Comércios domiciliados no Brasil, em moeda circulante brasileira Direito de desistência. O Comércio que utilizar os serviços de plataforma de pagamentos das Companhias para a compra de um produto ou serviço de outro Comércio poderá exercer seu direito de desistência em até sete (7) dias corridos seguintes à aprovação do pagamento realizado pelas Companhias. As Companhias comunicarão tal aprovação ao Comércio comprador a fim de que exerça seu direito de desistência e cancele sua compra. Qualquer pergunta que o Comércio comprador tiver acerca de como exercer o direito em questão, será respondida pelo serviço de atendimento ao cliente constante no portal das Companhias no Brasil na internet.
43 O presente Contrato é assinado pelas Partes aos ( ) dias do mês de do ano de 20. O Comércio (Nome Companhia) (Nome do Representante Legal) Representante Legal C.I. PagosOnLine. Net S.A.S Agindo em nome e representação da (Incluir companhias Payu Latam contratantes) (Nome do Representante Legal PagosOnLine.Net S.A.S ) C.C. PagosOnLine.Net S.A.S i Mas, ao listar as definições foram destacadas em negrito para sua melhor visualização, ao longo do Acordo poderão ser usadas sem dar essa ênfase.
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