LINHA DE PRODUTOS MARCUS CANELLAS

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1 LINHA DE PRODUTOS MARCUS CANELLAS

2 AGENDA 1) SAINT-GOBAIN 2) SUSTENTABILIDADE 3) FERRO FUNDIDO PROPRIEDADES MECÂNICAS 4) LINHA DE PRODUTOS 5) LINHA AGUA 6) LINHA ESGOTO 7) TIPO DE JUNTAS 8) MONTAGEM 9) EQUIPAMENTOS PARA MONTAGEM 10) TRAVAMENTO 11) BLOCOS DE ANCORAGEM 12) JUNTAS TRAVADAS 13) JUNTA FLANGEADA 14) MANTA DE POLIETILENO 15) TIPO DE VALA 16) MANUTENÇÃO 17) PAM SERVIÇOS

3 Titre présentation 3 / SAINT GOBAIN

4 A SAINT-GOBAIN NO MUNDO

5 A SAINT-GOBAIN NO BRASIL

6 SAINT-GOBAIN CANALIZAÇÃO Tubos Conexões Tampões Válvulas Predial K5 e K6 Produtos em Ferro Fundido Dúctil

7 EMPRESAS DO GRUPO

8 SUSTENTABILIDADE

9 SUSTENTABILIDADE Os produtos em Ferro Fundido Dúctil utilizam sucata na sua fabricação (reciclagem); Não agride o meio ambiente; O Ferro Fundido Dúctil é integralmente reciclável sem perda de qualidade; Instalação orientada para uma maior proteção do meio ambiente. Menor consumo de energia no bombeamento devido ao diâmetro interno maior que em outros materiais. Fabricação responsável; Perda física zero.

10 FERRO DÚCTIL - PROPRIEDADES MECÂNICAS

11 HISTÓRICO DO FERRO FUNDIDO A RESISTÊNCIA E A DURABILIDADE SÃO AS MAIORES QUALIDADES DO FERRO FUNDIDO RECONHECIDAS MUNDIALMENTE... Adutora Rio D Ouro DN 800 Construída em 1875 (Em operação até hoje)

12 EVOLUÇÃO DO FERRO FUNDIDO O ferro fundido cinzento se apresenta com grafita lamelar, na matriz ferrítica que resulta em um material com menor resistência mecânica. A introdução controlada de magnésio no ferro líquido de base forma o ferro dúctil. O ferro dúctil apresenta grafita esferoidal ou nodular devido a cristalização da grafita. O resultado é um metal com elevada resistência a tração e alongamento.

13 Tensão (MPa) FERRO DÚCTIL - PROPRIEDADES MECÂNICAS CARACTERÍSTICAS DO FERRO FUNDIDO DÚCTIL Elasticidade (Re 270 MPa); Resistência a ruptura (Rm 420 MPa); Dureza Brinell ( 230 HB); Grande capacidade de alongamento (> 10%). Deformação (%)

14 PROCESSO DE FABRICAÇÃO Inoculação com Magnésio Início do processo de centrifugação Final do processo de centrifugação Após a inoculação com magnésio, o ferro fundido base é transformado em ferro dúctil.

15 PROCESSO DE FABRICAÇÃO - CENTRIFUGAÇÃO

16 REVESTIMENTO INTERNO ARGAMASSA DE CIMENTO APLICADO POR CENTRIFUGAÇÃO Desempenho e Segurança Em conformidade com a NBR 8682; Baixa rugosidade, K=0,10 mm; Elevada compactação e totalmente aderido; Revestimento com 2,5 a 6,0 mm conforme DN; Proteção através da hidratação do revestimento e passivação do metal; Cimento alto forno para água bruta ou potável; Cimento aluminoso para esgotos e efluentes industriais.

17 REVESTIMENTO INTERNO COMO FUNCIONA Metal argamassa A água infiltra dissolvendo o cal A argamassa é hidratada em contato com a água Os grãos de cimento se hidratam lentamente A água infiltrada eleva o ph para 12 As micro trincas desaparecem As fissuras se colmatam Passivando o metal Cicatrização das fissuras

18 REVESTIMENTO INTERNO Coeficiente C de Hazen Williams - DIPRA

19 REVESTIMENTO EXTERNO PROTEÇÃO ANTI-CORROSIVA Camada de Zn com 200 g/m² A SGC aplica gramatura 50% superior ao mínimo exigido pela NBR (130 g/m²); Proteção catódica galvânica eficiente para a maioria dos solos brasileiros. Pintura de acabamento para proteção mecânica do revestimento de zinco, com 70 micras de espessura: Betuminosa Epóxi Sob consulta revestimentos especiais

20 REVESTIMENTO EXTERNO Aplicado a grande maioria dos solos encontrados zinc métallique 130 g/m 2 (ISO) 200 g/m 2 (PAM) Revestimento ativo de Zinco metálico Ou NATURAL une 130 solution g/m 2 (ISO) 200 g/m 2 (SGC)

21 REVESTIMENTO EXTERNO - ZN : O MECANISMO DE PROTEÇÃO Formação de comada protetora estável Proteção ativa Autocicatrização dos danos ions Zn ++ FFD Produtos de corrosão dano corrente i Proteção da tubulação por um longo tempo

22 REVESTIMENTO EXTERNO - ZN : O MECANISMO DE PROTEÇÃO Testes demonstram a cicatrização do tubo após um ano dentro de uma solução de NaCl M/10 - Na 2 SO 4 M/100 Pintura betuminosa Zinco + pintura betuminosa

23 Titre présentation 23 / LINHA DE PRODUTOS

24 SAINT-GOBAIN CANALIZAÇÃO LINHA DE PRODUTOS Tubos Conexões Tampões Válvulas Predial K5 e K6 Produtos em Ferro Fundido Dúctil

25 Titre présentation 25 / LINHA ÁGUA

26 LINHA DE PRODUTOS - ADUÇÃO ÁGUA TUBOS TUBOS COM FLANGES Junta JGS Travamento interno Travamento externo Junta Travada CONEXÕES PN 10 /16 / 25 Juntas JGS e Travada

27 LINHA ÁGUA - ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS - NORMA ABNT NBR 7675:2005 Tubos e Conexões de Ferro Dúctil e acessórios para sistemas de adução e distribuição de água. ABNT NBR 6916 Ferro Fundido Nodular ou Ferro Fundido com Grafita Esferoidal.

28 LINHA ÁGUA - ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS CLASSE DE PRESSÃO NBR 7675:2005 Definição K e = K (0,5 + 0,001 DN) Tubos Ponta Bolsa: K = 7,8,9 e 12 Tubos c/ Flange: K 9, K12 e K14 ( tubo fundido ) Conexões: Todas são K12 com exceção dos Tês e Cruzetas que são K14.

29 LINHA ÁGUA TUBOS CLASSE K7 DN 150 á 1200 mm Proteção interna Argamassa de cimento Alto Forno, bolsa pintura betuminosa Anel de borracha sintética (SBR) Proteção externa Zinco e pintura betuminosa Juntas JGS Junta elástica DN 150 à 1200 JTI - Travamento interno DN 150 à 600 JTE Travamento externo DN 300 à 1200

30 LINHA ÁGUA TUBOS CLASSE K7 DIMENSÕES E MASSA DN Comprimento Util (L) Dimensões e Massas e (ferro) DE mm Massa Total m mm (kg) 150 6,0 170,0 5,2 139, ,0 222,0 5,4 191, ,0 274,0 5,5 241, ,0 326,0 5,7 298, ,0 378,0 5,9 389, ,0 429,0 6,3 467, ,0 480,0 6,7 550, ,0 532,0 7,0 636, ,0 635,0 7,7 827, ,0 738,0 8, , ,0 842,0 9, , ,0 945,0 9, , , ,0 10, , , ,0 11, ,5 TK7JGS

31 LINHA ÁGUA TUBOS CLASSE K9 DN 80 á 2000 mm Proteção interna Argamassa de cimento Alto Forno, bolsa pintura betuminosa Anel de borracha sintética (SBR) Proteção externa Zinco e pintura betuminosa Juntas JGS Junta elástica DN 80 à 2000 JTI - Travamento interno DN 80 à 600 JTE Travamento externo DN 300 à 1200

32 LINHA ÁGUA TUBOS CLASSE K9 DIMENSÕES E MASSA DN Comprimento Util (L) Dimensões e Massas e (ferro) DE mm Massa Total m mm (kg) 80 6,0 98,0 6,0 87, ,0 118,0 6,1 108, ,0 170,0 6,3 163, ,0 222,0 6,4 220, ,0 274,0 6,8 288, ,0 326,0 7,2 362, ,0 378,0 7,7 478, ,0 429,0 8,1 568, ,0 480,0 8,6 671, ,0 532,0 9,0 775, ,0 635,0 9, , ,0 738,0 10, , ,0 842,0 11, , ,0 945,0 12, , , ,0 13, , , ,0 15, ,3 TK9JGS

33 TUBOS ÁGUA: K7 X K9 IDENTIFICAÇÃO VISUAL TUBO K7 TUBO K9 Marcação Antiga Espelho da Bolsa Amarelo Marcação Antiga Espelho da Bolsa Prateado K7 Punção no Espelho da Bolsa K9 Punção no Espelho da Bolsa Nova Marcação Referência K7 Nova Marcação Referência K9 Espelho da Bolsa Preto Espelho da Bolsa Preto K7 Punção no Espelho da Bolsa K9 Punção no Espelho da Bolsa

34 RASTRABILIDADE A rastreabilidade é a identificação do tubo. O numero é referencia da semana de fabricação e a letra é a referencia da primeira letra do dia da semana em francês (exceto quarta feira). L - LUNDI (SEGUNDA-FEIRA), M - MARDI (TERÇA-FEIRA), P MERCREDI (QUARTA-FEIRA - REPETE O M, UTILIZA-SE O P) J - JEUDI (QUINTA-FEIRA), V - VENDREDI (SEXTA-FEIRA), S - SAMEDI (SÁBADO), D - DIMANCHE (DOMINGO). No interno da bolsa encontra-se o nº da panela de fabricação, a fabrica de fundição e o ano da fabricação EX: DN STD 2GS PAM BM ANO E A PANELA DE FABRICAÇÃO

35 RASTRABILIDADE DN STD 2GS PAM BM ANO DE FABRICAÇÃO E FD Gravado no macho e após centrifugação fica gravado no interno da bolsa do tubo. Panela - Raspada do sequencial de numeração no macho, e após centrifugação fica gravado no interno da bolsa

36 RASTRABILIDADE

37 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS PRESSÕES ADMISSÍVEIS Confiabilidade em altas pressões Para cada componente da canalização são definidos 3 níveis de pressões: PSA - Pressão de serviço admissível Pressão interna, excluindo o golpe de ariete, que um componente pode suportar com total segurança, de forma contínua, em regime hidráulico permanente PMS - Pressão máxima de serviço Pressão interna máxima, incluindo o golpe de ariete, que um componente pode suportar em serviço. PTA - Pressão de teste admissível Pressão hidrostática máxima, que pode ser aplicada no teste de campo, a um componente de uma canalização recém-instalada.

38 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS PRESSÕES ADMISSÍVEIS - TUBO CLASSE K7 E K9 DN Tubos - Classe K7 JGS Tubos - Classe K9 JGS PSA PMS PTA PSA PMS PTA MPa MPa MPa MPa MPa MPa ,4 7,7 8, ,4 7,7 8, ,4 7,7 8,2 6,4 7,7 8, ,3 6,3 6,8 6,2 7,4 7, ,4 5,2 5,7 5,5 6,6 7, ,8 4,6 5,1 4,9 5,9 6, ,4 4,1 4,6 4,6 5,5 6, ,0 3,6 4,1 4,2 5,1 5, ,9 3,5 4,0 4,1 4,9 5, ,8 3,3 3,8 3,8 4,6 5, ,6 3,1 3,6 3,6 4,3 4, ,4 2,9 3,4 3,4 4,1 4, ,3 2,8 3,3 3,2 3,9 4, ,3 2,7 3,2 3,1 3,7 4, ,2 2,6 3,1 3,0 3,6 4, ,1 2,5 3,0 2,9 3,5 4,0 PSA - Pressão de serviço admissível - PMS - Pressão máxima de serviço - PTA - Pressão de teste admissível

39 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS - PRESSÕES DE SERVIÇO ADMISSÍVEIS - TUBO CLASSE K9 60 P (MPa) (3) (2) (1) (1) PRESSÕES MÁXIMAS ADMISSÍVEIS (2) PRESSÕES DE RUPTURA CALCULADAS PARA UM TUBO CLASSE K9 (3) PRESSÕES DE RUPTURA REAL DN

40 RIGIDEZ DIAMETRAL X OVALIZAÇÃO Diâmetro Rigidez diametral mínima S Ovalização permitida nominal kn/m² % DN k7 k9 k12 k7 k9 k ,06 0,85 0, ,27 1,05 0, ,78 1,55 1, ,25 1,90 1, ,73 2,20 1, ,00 2,50 1, ,10 2,70 2, ,20 2,90 2, ,30 3,05 2, ,40 3,25 2, ,60 3,55 2, ,80 3,75 2, , , , , , , , , , ,83 NOTA: Os valores de S foram calculados considerando a espessura de parede igual à espessura mínima mais metade da tolerância, para levar em consideração que existam poucos pontos com a espessura próxima da espessura mínima. NBR 7675:2005

41 LINHA ÁGUA LINHA COMPLETA DE CONEXÕES COM BOLSAS DNs 80 a 2000 Pressões Admissíveis idênticas as dos tubos K12

42 LINHA ÁGUA LINHA COMPLETA DE CONEXÕES FLANGEADAS DNs 80 a 2000 Tubos flangeados com DN até 600: K9 com flanges soldados Tubos flangeados com DN de 700 a 1200: K12 com flanges roscados Tubos flangeados com DN de 1400 a 2000: K14 com flanges fundidos

43 TUBO COM FLANGE SOLDADO PROCESSO DE FABRICAÇÃO - INTERFERÊNCIA DN 80 a DN Classe K9 Cordão de Solda A solda garante, somente, a estanqueidade!!!

44 TUBO COM FLANGE SOLDADO PROCESSO DE FABRICAÇÃO - INTERFERÊNCIA Usinagem dos tubos, classe K9 ou K10, conforme o tipo de peça a ser produzida,tfl, TFP, TFB, com ou sem aba de vedação, seguindo os parâmetros especificado para cada diâmetro.

45 TUBO COM FLANGE SOLDADO PROCESSO DE FABRICAÇÃO - INTERFERÊNCIA Dilatação dos flanges Montagem do flange

46 TUBO COM FLANGE SOLDADO PROCESSO DE FABRICAÇÃO - INTERFERÊNCIA Processo Automatizado (Solda MIG) Arame e Eletrodo Especial

47 TUBO COM FLANGE ROSCADO PROCESSO DE FABRICAÇÃO - USINAGEM DN 700 a DN Classe K12 Aplicação de material vedante A estanqueidade é garantida pelo aperto do flange e, aplicação de material vedante!!!

48 FABRICAÇÃO DIMENSIONAL DE FURAÇÃO STANDARD De acordo com as Normas NBR 7675 e ISO 2531 SOB ENCOMENDA De acordo com a Norma ANSI B16.1(125 lb/in2 e 250 lb/in2)e ANSI B16.5(150 lb/in2)

49 FABRICAÇÃO DIMENSIONAL DE COMPRIMENTO STANDARD DN 80 até 600 comprimento L de 5,8 m; DN 700 até 1200 comprimento L de 6,8 m. TOLERÂNCIA + Ou 10 mm sobre o comprimento l útil. NBR 7675:2005 ISO 2531 L

50 TUBOS COM FLANGES POSSIBILIDADE DE FORNECIMENTOS NBR 7675:2005 ISO 2531 TFL Tubo com flanges TFB Tubo flange e bolsa TFP Tubo flange e ponta TCL Tubo cilíndrico

51 JUNTA FLANGEADA PRESSÕES ADMISSÍVEIS PARA TUBOS E CONEXÕES COM FLANGES (MPA) PN 10 PN 16 PN 25 DN PSA PMS PTA PSA PMS PTA PSA PMS PTA MPa MPa MPa MPa MPa MPa MPa Mpa Mpa 80 1,6 2,0 2,5 1,6 2,0 2,5 4,0 4,8 5,3 100 e 150 1,6 2,0 2,5 1,6 2,0 2,5 2,5 3,0 3,5 200 à 300 1,0 1,2 1,7 1,6 2,0 2,5 2,5 3,0 3,5 350 à ,0 1,2 1,7 1,6 2,0 2,5 2,5 3,0 3, à ,0 1,2 1,7 1,6 2,0 2, PSA - Pressão de serviço admissível PMS - Pressão máxima de serviço PTA - Pressão de teste admissível

52 ARRUELA DE VEDAÇÃO COM ALMA METÁLICA

53 Titre présentation 53 / LINHA ESGOTO

54 LINHA DE PRODUTOS - INTEGRAL PARA ESGOTO JGS TUBOS Junta Travada TUBOS COM FLANGES DISPOSITIVOS DE ACESSO À REDE Tampa de acesso CONEXÕES Tê de Visita Selim orientável Selim simples Selim com braçadeira Junção simples Luva de selagem Inspeção e Limpeza

55

56 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS - NORMA ABNT NBR 15420:2006 Tubos, conexões e acessórios de ferro dúctil para canalizações de esgotos Requisitos.

57 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS - NORMA Objetivo: Estabelece os requisitos, exames e métodos de ensaios para fabricação e recebimento de tubos, conexões e acessórios de ferro fundido dúctil e suas juntas destinadas às canalizações para sistemas de esgotos sanitários: Pressurizados ou por gravidade Instaladas enterradas ou aéreas; Para transportar águas de superfície, esgotos domésticos e alguns tipos de efluentes industriais DN 80 a 2000 Utilizados para temperaturas do efluente de até 50ºC Requisito específico: Espessura de parede - As espessuras mínimas de parede dos tubos ponta e bolsa são definidas pela rigidez diametral dos tubos

58 LINHA INTEGRAL TUBO INTEGRAL DN 80 á 2000 mm Proteção interna Argamassa de cimento aluminoso, bolsa pintura epóxi Anel de borracha nitrílica (NBR) Proteção externa Zinco e pintura epóxi vermelha Efluentes com ph de 4 à 12 Velocidade até 7 m/s (regime contínuo) - 10 m/s (ocasionalmente)

59 LINHA INTEGRAL TUBO INTEGRAL PH1 DN 80 á 2000 mm Proteção interna Poliuretano Anel de borracha nitrílica (NBR) Proteção externa Zinco e pintura epóxi vermelha Efluentes com ph de 1 à 13

60 LINHA INTEGRAL TUBO INTEGRAL TT DN 150 á 2000 mm Proteção interna Argamassa de cimento aluminoso, bolsa pintura epóxi Anel de borracha nitrílica (NBR) Revestimento externo Poliuretano Concebido para ser instalados em terrenos altamente agressivos Efluentes agressivos, com ph de 4 à 12

61 LINHA INTEGRAL CONEXÕES COM JUNTA ELÁSTICA (JUNTA IM/JGS) Selim orientável Selim simples Selim com abraçadeira a Junção simples a

62 LINHA INTEGRAL CONEXÕES COM JUNTA ELÁSTICA (JUNTA IM/JGS) Para ligações domiciliares Junta IM Curva Luva de ligação Ligação ao PV de concreto Junta IM Junta JGS Luva de selagem

63 LINHA INTEGRAL DISPOSITIVO DE ACESSO A REDE Tampa de acesso Tê de visita Caixa de limpeza Tubo de inspeção e limpeza

64 LINHA INTEGRAL - CONEXÕES PRESSÃO: JGS, JTI E JTE

65 LINHA ÁGUA LINHA COMPLETA DE CONEXÕES FLANGEADAS DNs 80 a 2000 Tubos flangeados com DN até 600: K9 com flanges soldados Tubos flangeados com DN de 700 a 1200: K12 com flanges roscados Tubos flangeados com DN de 1400 a 2000: K14 com flanges fundidos

66 TIPOS DE JUNTAS

67 EVOLUÇÃO DAS JUNTAS A Junta Chumbo foi a primeira junta utilizada nos tubos de ferro fundido, mas foi extinta devido à difícil e demorada aplicação. A junta elástica JE veio para substituir a Junta Chumbo, proporcionando uma montagem rápida, porém o anel de borracha e simétrico, permitia a montagem no sentido incorreto. A atual junta elástica JE2GS proporciona uma montagem rápida e segura, com perfil assimétrico impede erros de montagem. Normatizada pela NBR13747

68 JUNTA JE2GS X ANTIGA JUNTA JE JUNTA JGS Perfil Labial: Qto > Pressão > Compressão JUNTA JE Risco de montagem invertida: Rasgo do Anel Vazamento Perfil ASSIMÉTRICO Impede montagem do anel de borracha no sentido inverso (errado) Perfil SIMÉTRICO Permite montagem do anel de borracha no sentido inverso (errado)

69 MONTAGENS INVERTIDAS: JUNTA JE X JUNTA JM MONTAGEM JUNTA JE MONTAGEM JUNTA JM

70 TIPO DE JUNTAS Junta JGS Tubos DN 80 à 1200 Conexões DN 80 à 1200 Junta Travada Interna Tubos DN 80 à 600 Conexões DN 80 à 600 Tubos DN 300 à 1200 Conexões DN 300 à 1200 Junta Travada Externa

71 TIPO DE JUNTAS Conexões DN 80 à 1200 Luva de correr (LCRJM) Junta Mecânica Tubos com flanges DN 80 à 1200 Conexões DN 80 à 1200 Junta Flangeada

72 JUNTA ELÁSTICA JGS CARACTERÍSTICA TÉCNICA DESEMPENHO DA JUNTA JGS NBR13747 Estanqueidade pela compressão radial do anel JGS Grande confiabilidade sob baixa ou alta pressão Flexibilidade (deflexão angular) Descontinuidade elétrica

73 JUNTA ELÁSTICA JGS CARACTERÍSTICA TÉCNICA DESEMPENHO DA JUNTA JE2GS NBR13747 DN 80/ / / / /12 00 α Afastamento em cm 52,0 42,0 32,0 25,0 18,0 a

74 CARACTERÍSTICAS FÍSICO - QUÍMICAS DAS JUNTAS DE BORRACHA SBR Borracha Sintética Utilização: Água bruta ou tratada, irrigação e indústria. NBR Borracha Nitrílica Utilização: Líquidos agressivos, efluentes domésticos e industriais. EPDM Borracha Natural Utilização: Água bruta ou tratada e líquidos em alta temperatura. Gama de dureza Shore A Massa Específica Resistência às dilacerações Resistência à abrasão Resistencia à deformação permanente por compressão Resistência à oxidação Temperatura máxima de utilização SBR NBR EPDM ,93 1,0 0,9 boa a muito boa excelente média boa boa boa a excelente boa boa boa boa boa excelente 60º 60º 90º

75 JUNTA ELÁSTICA JGS DEFLEXÃO ANGULAR a

76 JUNTA ELÁSTICA JGS DEFLEXÃO ANGULAR a DN 1800 DN 900 com MP

77 JUNTA ELÁSTICA JGS DEFLEXÃO ANGULAR DN 800 com MP DN 500

78 MONTAGEM

79 LIMPEZA PARA MONTAGEM

80 COLOCAÇÃO DO ANEL

81 VERIFICAÇÃO DA COLOCAÇÃO DO ANEL

82 MARCAÇÃO DA PROFUNDIDADE DE ENCAIXE

83 LUBRIFICAÇÃO

84 MONTAGEM E VERIFICAÇÃO

85 EQUIPAMENTOS PARA MONTAGEM

86 EQUIPAMENTOS PARA MONTAGEM A escolha do equipamento adequado para a montagem dos tubos de ferro fundido dúctil, deve considerar variáveis que terão influência direta no resultado operacional e que levem em conta: O(s) diâmetro(s) do(s) tubo(s) à montar; O local de execução da obra; A capacitação dos profissionais; O tempo de permanência com a vala aberta; As questões de segurança do profissional

87 ESCAVADEIRA OU RETROESCAVADEIRA UTILIZADA NA ABERTURA DA VALA E PARA A MONTAGEM DE TUBOS A PARTIR DO DN 80 Protegendo a ponta ou bolsa do tubo com um pedaço de madeira, empurrar com a caçamba da escavadeira um tubo contra o outro de maneira rápida e segura. É importante que o operador seja bem orientado afim de evitar movimentos bruscos e golpes que danifiquem os tubos.

88 MONTAGEM DA JUNTA ELÁSTICA JGS SUZANO CELULOSE E PAPEL - LINHA INDUSTRIAL - ÁGUA E REJEITO DN 1200

89 MONTAGEM DA JUNTA ELÁSTICA JGS BARRO ALTO - LINHA INDUSTRIAL ÁGUA DN 400 BATENTE DE MADEIRA

90 MONTAGEM DA JUNTA ELÁSTICA JGS UTE SANTO ANTONIO DOS LOPES MA LINHA INDUSTRIAL ÁGUA DN 700 E REJEITO DN 500

91 TIRFOR UTILIZADO PARA A MONTAGEM DE TUBOS E CONEXÕES O TIRFOR ou guincho de alavanca manual é uma ferramenta que facilita o arraste de cargas, mesmo a longas distâncias. Capacidades de tração: 800, 1600, 3200 e 5400kg

92 TIRFOR UTILIZAÇÃO EM FUNÇÃO DO DIÂMETRO DO TUBO DN 80 a 300: utilizar uma talha tipo TIRFOR com capacidade de 1,6ton. E gancho protegido com borracha. DN 350 a 600: utilizar uma talha tipo TIRFOR com capacidade de 3,5ton. E gancho protegido com borracha. DN 700 a 1200: utilizar duas talhas tipo TIRFOR com capacidade 3,5ton (cada uma) diametralmente opostas e ganchos protegidos com borracha.

93 MONTAGEM DA JUNTA ELÁSTICA JGS ACUEDUCTO NOROESTE REP. DOMINICANA - LINHA ÁGUA DN 700

94 MONTAGEM DA JUNTA ELÁSTICA JGS CHESF JATOBÁ BA - LINHA ÁGUA DN 1000

95 TALHA DE CORRENTE COM ALAVANCA OU CATRACA A talha de corrente com alavanca é muito utilizada na montagem de tubos e de conexões. Suas dimensões e capacidade de carga facilitam a movimentação e os ajustes entre os materiais a montar, contudo não permite ganho de produtividade. Capacidade de tração: 1500 kg.

96 TALHA DE CORRENTE COM ALAVANCA OU CATRACA O uso da talha de corrente com alavanca tem uma boa aceitação para a montagem de tubos e conexões de pequenos diâmetros pela facilidade no manuseio e o pequeno peso.

97 TALHA DE CORRENTE COM ALAVANCA OU CATRACA Outra aplicação importante para a talha de corrente com alavanca, é na montagem de conexões com bolsas de grandes diâmetros. Com ela é possível regular o avanço, evitando tracionar mais de um lado que o outro. EFJGS PN C22JGS 1200 C45JGS 1200

98 TALHA DE CORRENTE COM ALAVANCA OU CATRACA MONTAGEM DO TJGSF PN X 200

99 CILINDRO HIDRÁULICO Os cilindros hidráulicos são bastante utilizados em várias aplicações de engenharia e são projetados para realizar tarefas pesadas. Com uma adaptação simples no sistema hidráulico do caminhão munck ou mesmo com a utilização de uma unidade portátil, é possível obter ganhos representativos de produtividade. Normalmente o caminhão munck faz a descida do tubo na vala e aproveitando este movimento já realiza a montagem.

100 CILINDRO HIDRÁULICO MONTAGEM DA JUNTA ELÁSTICA JGS - 6ª LÍNEA DE OSE URUGUAI - LINHA ÁGUA DN 1200

101 CILINDRO HIDRÁULICO MONTAGEM DA JUNTA ELÁSTICA JGS - 6ª LÍNEA DE OSE URUGUAI - LINHA ÁGUA DN 1200

102 ALAVANCA Os tubos e conexões da linha BLUTOP DNS 90 a 160mm podem ser montados facilmente com alavanca. Isto por conta do menor peso e a junta elástica utilizada oferecer menor resistência ao esforço.

103 ALAVANCA MONTAGEM DO TUBO BLUTOP

104 MÃOS Apesar de parecer pouco provável, as conexões da linha KLIKSO para tubos de PVC PBA, podem ser montadas com as mãos e com garantia de estanqueidade. O anel de perfil labial possui baixa dureza, diferentemente do anel toroidal utilizado nas conexões de PVC PBA.

105 MONTAGEM CONEXÕES KLIKSO

106 TRAVAMENTO

107 EMPUXO HIDRÁULICO Existem diversas formas de conter o empuxo hidráulico gerado em um sistema pressurizado quando da mudança de direção. Comumente utilizado, o bloco de ancoragem atende com perfeição a este tipo de aplicação. Existem alternativas ao bloco de ancoragem como o travamento mecânico dos tubos e conexões através do emprego de juntas travadas internas e externas, que garantem a mesma segurança ao sistema, e com velocidade de montagem infinitamente maior que a construção do bloco, seja no campo ou no sub-solo congestionado das cidades.

108 EMPUXO HIDRÁULICO MUDANÇA DE DIREÇÃO Empuxo

109 EMPUXO HIDRÁULICO DESMONTAGEM

110 BLOCO DE ANCORAGEM

111 BLOCO DE ANCORAGEM Os volumes de concreto variam conforme o diâmetro da conexão e a pressão de serviço do sistema. Escavação e preparação do caixonete em presença de lençol freático C45 0 DN 1200

112 BLOCO DE ANCORAGEM C45 JGS DN REPÚBLICA DOMINICANA Amarração das ferragens Enchimento com concreto

113 BLOCO DE ANCORAGEM EXEMPLO DE CONSTRUÇÃO

114 BLOCO DE ANCORAGEM EXEMPLO DE CONSTRUÇÃO

115 BLOCO DE ANCORAGEM C22 JGS DN ADUTORA MONTES CLAROS MG

116 BLOCO DE ANCORAGEM C11º15 + C45º JGS DN ADUTORA ELDORADO CELULOSE TRÊS LAGOAS MS

117 BLOCO DE ANCORAGEM C11º15 + C45º JGS DN ADUTORA ELDORADO CELULOSE TRÊS LAGOAS MS

118 BLOCO DE ANCORAGEM C11º15 + C45º JGS DN ADUTORA ELDORADO CELULOSE TRÊS LAGOAS MS Não recomendável, pois parte do concreto está impedindo a movimentação da rótula formada pela ponta e bolsa do tubo

119 BLOCO DE ANCORAGEM C22 JGS DN ADUTORA MONTES CLAROS MG Não recomendável, pois parte do concreto está impedindo a movimentação da rótula formada pela ponta e bolsa

120 BLOCO DE ANCORAGEM REDE DE INCÊNDIO BECHTEL CURITIBA PR Construção errada As conexões foram totalmente envelopadas com concreto não permitindo acomodação da junta JE2GS durante pressurização.

121 JUNTAS TRAVADAS

122 JUNTA ELÁSTICA TRAVADA JTI - Junta Travada Interna Disponíveis nos dns 80 a 600 PN 10,16 e 25 JTE - Junta Travada Externa Disponíveis nos dns 300 a 1200 PN 10 e 16 JTE - Junta Travada Externa Especial Disponíveis nos dns 800 a 1200 PN 25 L L Calcular o ccomprimento L da canalização à travar

123 JUNTA ELÁSTICA TRAVADA PROGRAMA DE CÁLCULO

124 JUNTA TRAVADA INTERNA PN 10,16 E 25 UTILIZAÇÃO NOS DNS 80 AO 600 Garras metálicas

125

126 JUNTA TRAVADA INTERNA Anel AJTI Garras metálicas

127 JUNTA TRAVADA INTERNA PRESSÕES DE SERVIÇOS ADMISSÍVEIS - TUBOS K7 E K9 DN PSA - Pressão de serviço admissível PMS - Pressão máxima de serviço PTA - Pressão de teste admissível JTI K7 JTI K9 PSA PMS PTA PSA PMS PTA MPa MPa MPa MPa MPa MPa ,5 3,0 3, ,5 3,0 3, ,6 1,9 2,4 2,5 3,0 3, ,0 1,2 1,7 1,6 1,9 2, ,0 1,2 1,7 1,6 1,9 2, ,0 1,2 1,7 1,6 1,9 2, ,0 1,2 1,7 2,5 3,0 3, ,0 1,2 1,7 2,2 2,6 3, ,0 1,2 1,7 2,0 2,4 2, ,8 0,9 1,4 1,7 2,0 2, ,6 0,7 1,2 1,6 1,9 2,4

128 JUNTA TRAVADA EXTERNA PN 10 E 16 UTILIZAÇÃO NOS DNS 300 AO 1200

129

130 JUNTA TRAVADA EXTERNA Porca Contra-flange Parafuso Anel de borracha Anel de trava Cordão de solda

131 JUNTA TRAVADA EXTERNA PRESSÕES DE SERVIÇOS ADMISSÍVEIS - TUBOS K7 E K9 JTE K7 JTE K9 DN PSA PMS PTA PSA PMS PTA PSA - Pressão de serviço admissível PMS - Pressão máxima de serviço PTA - Pressão de teste admissível MPa MPa MPa MPa MPa MPa 300 3,7 4,4 4, ,0 3,6 4, ,0 3,6 4, ,0 3,6 4, ,0 3,6 4, ,2 2,6 3,0 2,7 3,2 3, ,0 2,4 2,8 2,5 3,0 3, ,3 1,5 1,9 1,6 1,9 2, ,3 1,5 1,9 1,6 1,9 2, ,3 1,5 1,9 1,6 1,9 2, ,1 1,4 1,8 1,4 1,7 2,2

132 OBRAS DE REFERÊNCIA REDUC - RJ JTE Cabo Frio RJ DN 400 JTI

133 JUNTA TRAVADA EXTERNA PN 25 DNS 800 AO 1200

134 JUNTA TRAVADA EXTERNA PN 25 DNS 800 AO 1200

135 JUNTA TRAVADA EXTERNA PN 25 COMPONENTES porca de aço parafuso de aço contra-flange em ferro dúctil Calço de ferro dúctil anel de trava em ferro dúctil cordão de solda anel Standard JE2GS

136 JUNTA TRAVADA EXTERNA PN 25

137

138 OBRAS DE REFERÊNCIA COPASA MG DN 900 JTE PN 25

139 JUNTA TRAVADA EXTERNA PN 25 PRESSÕES DE SERVIÇOS ADMISSÍVEIS - TUBOS K9 DN PSA PMS PTA MPa MPa MPa 800 2,5 3,0 3, ,5 3,0 3, ,5 3,0 3, ,5 3,0 3,5 PSA - Pressão de serviço admissível PMS - Pressão máxima de serviço PTA - Pressão de teste admissível

140 JUNTA FLANGEADA

141 JUNTA FLANGEADA A junta com flanges tem aplicação específica dentro de um sistema e normalmente é instalada em barriletes ou casa de bombas das ETAS, ETES... A junta com flanges favorece a união com válvulas de controle, de retenção, bombas de sucção, também flangeadas, e de mesma classe de pressão. Por se tratar de uma junta rígida (não funciona como rótula) recomendamos não utilizá-la enterrada ou sobre pontes, sob risco de rompimento no pescoço do flange.

142 JUNTA FLANGEADA PRESSÃO ADMISSÍVEL PN 10 PN 16 PN 25 DN PSA PMS PTA PSA PMS PTA PSA PMS PTA MPa MPa MPa MPa MPa MPa MPa MPa MPa 80 1,6 2,0 2,5 1,6 2,0 2,5 4,0 4,8 5,3 100 e 150 1,6 2,0 2,5 1,6 2,0 2,5 2,5 3,0 3,5 200 à 300 1,0 1,2 1,7 1,6 2,0 2,5 2,5 3,0 3,5 350 à ,0 1,2 1,7 1,6 2,0 2,5 2,5 3,0 3, à ,0 1,2 1,7 1,6 2,0 2, PSA - Pressão de serviço admissível PMS - Pressão máxima de serviço PTA - Pressão de teste admissível

143 JUNTA FLANGEADA SEQUENCIA DE MONTAGEM Limpeza da face do flange Acessórios para a montagem

144 JUNTA FLANGEADA Anel de vedação Alma metálica Aba de apoio

145 JUNTA FLANGEADA Nota importante: Os torques de aperto recomendados são para garantir a compressão do anel de vedação, e consequentemente, garantir a estanqueidade entre os elementos da canalização. NÃO exceder o esforço de tração entre estes elementos.

146 JUNTA FLANGEADA TRAVESSIA AÉREA DN 80 a 300 utilizar tubos com 5,0 m DN 350 a 800 utilizar tubos com 5,0 m

147 JUNTA FLANGEADA TRAVESSIA AÉREA DN 900 A 1200 MESCLAR TUBOS DE 5,0 E 6,0 M

148 JUNTA FLANGEADA DESEMPENHO E SEGURANÇA

149 Titre 150 présentation / MANTA DE POLIETILENO

150 PREPARAÇÃO - LIMPEZA Previamente a operação de envelopamento, os tubos e conexões devem ser totalmente limpos. Deve-se evitar a presença de terra entre o tubo e a Manta de Polietileno. Importante 1: O terreno natural ou o material de recobrimento que estará em contato com a MP deve ser composto de materiais finos, evitando danificar a a MP durante a colocação ou em condições de trabalho ( peso do solo, peso da tubulação cheia, cargas rodantes). Importante 2: Não se deve utilizar a MP que esteja rasgada ou perfurada e deve-se evitar ao máximo qualquer dano durante a instalação. Os danos mais representativos devem ser recuperados mediante remendos utilizando-se pedaços da mesma manta e deve ser suficiente para cobrir toda a área. Os danos menores podem ser recuperados com fita adesiva. Armazenar a manta de Polietileno ao abrigo da luz do sol e do calor.

151 PREPARAÇÃO Materiais e ferramentas necessárias: 1 - Manta de Polietileno 2 - Arame de aço plastificado 3 - Fita adesiva 4 - Tesoura para cortar a Manta de Polietileno 5 - Alicate para cortar o arame de aço

152 QUANTIDADES E DIMENSÕES POR TUBO POLIETILENO Arame Fita adesiva DN Manga Manta (por tubo) (por tubo) Ø x comprimento comprimento x largura quantidade (m ) quantidade (m) 80 Ø0,35 x 6,0 0,70 x 6,0 4 0,50 4 0, Ø0,35 x 6,0 0,70 x 6,0 4 0,50 4 0, Ø0,50 x 6,0 1,00 x 6,0 4 0,70 4 0, Ø0,65 x 6,0 1,30 x 6,0 4 0,90 4 0, Ø0,75 x 6,0 1,50 x 6,0 4 1,00 4 1,1 300 Ø0,75 x 6,0 1,50 x 6,0 4 1,20 4 1,3 350 Ø1,30 x 6,0 1,70 x 6,0 4 1,40 4 1,5 400 Ø1,30 x 6,0 2,00 x 6,0 4 1,60 4 1,7 450 Ø1,30 x 6,0 2,20 x 6,0 4 1,90 4 1, Ø1,30 x 6,0 2,40 x 6,0 4 2,10 4 2, Ø1,30 x 6,0 2,80 x 6,0 4 2,40 4 2,5 700 Ø1,90 x 7,0 3,30 x 8,0 4 3,40 4 2, Ø1,90 x 7,0 3,70 x 8,0 4 3,80 4 3, Ø2,54 x 7,0 4,20 x 8,0 4 4,20 4 3, Ø2,54 x 7,0 4,70 x 8,0 4 4,60 4 4, Ø2,54 x 7,0 5,54 x 8,0 6 4,40 4 4,95

153 EXEMPLO DE CORTE DA MP PARA TUBOS DN Cada bobina de MP possui 100,0 m ( largura ) x 8,0 m ( comprimento ) 2 - Cada tubo utiliza 4,7 m x 6,0 m 3 - Cada bobina pode recobrir : 100,0 m / 4,7 m = 21 tubos 4 Então temos: 21 x 7,0 = 147 m por bobina

154 1 - solo 1 - solo 2 - fita adesiva 3 - arame de aço 1 - solo 2 - manta da bolsa

155 COLOCAÇÃO DA MP NO CONJUNTO BOLSA/PONTA 1 - solo 2 - manta da bolsa Manter dobrada a MP do conjunto bolsa/ponta até que o tubo esteja posicionado sobre as aberturas (cachimbos). Estas aberturas são para facilitar o manuseio da MP, a amarração do arame e o colocação da fita adesiva. Desdobrar a MP ajustando-a o melhor possível em ambos os lados do conjunto bolsa/ponta. Por este motivo o tubo deve ser baixado na vala com a dobra da MP voltado para a geratriz superior. Deve-se amarrar o arame de aço o mais próximo possível da bolsa do tubo (figura 3). Fixar as extremidades da MP sobre todo o perímetro do tubo com fita adesiva. A montagem sucessiva da MP sobre o corpo e bolsa dos tubos devem formar uma proteção contínua. cachimbos 1 - solo 2 - manta da bolsa 1 - manta da ponta 2 - arame 3 - manta da bolsa 4 - fita adesiva

156 COLOCAÇÃO DA MP NAS CONEXÕES Para o recobrimento das conexões deve-se utilizar a mesma MP empregada nos tubos. Dependendo da forma da conexão, será necessário efetuar cortes na MP para ajustá-la ao perfil da peça e com isso conseguir um melhor recobrimento. A colocação da MP nas conexões deve respeitar as recomendações anteriores. Fita adesiva sobre a manta de corpo do tubo Fixar e 3 pontos Fta adesiva

157 TIPO DE VALAS

158 MANUAL AWWA C600 OU ISO10803 Os critérios de assentamentos para tubos de ferro fundido dúctil devem estar em conformidade com a norma installation of ductile-iron water mains and their appurtenances ANSI/AWWA C ou ISO10803 design method for ductile iron pipes.

159 ASSENTAMENTO PARA FFD - AWWA C600 TIPOS DE VALAS Tipo 1 Tipo 2 Tipo 3 10 cm

160 ASSENTAMENTO PARA FFD - AWWA C600 TIPOS DE VALAS Tipo 4 Tipo 5

161 ALTURAS DE RECOBRIMENTO Alturas de recobrimento máximas e mínimas com carga rodante. GRUPO DE SOLO A Pedras com granulação de 6 mm a 40 mm, incluindo também grande quantidade de material local como: pedra britada, pedregulho fragmentado, pedrisco, cascalhos. Diâmeto Nominal Classe Tipo de Assentamento Tipo1 Tipo2 Tipo3 Tipo4 Tipo5 DN min max min max min max min max min max 80 K-9 0,10 31,70 0,10 32,60 0,10 33,90 0,09 36,60 0,08 42, K-9 0,13 25,40 0,12 26,10 0,12 27,20 0,11 29,60 0,09 34, K-7 K-7 K-7 K-7 K-7 K-7 K-7 K-7 K-7 K-7 K-7 K-7 K-7 K-7 0,22 0,32 0,39 0,45 0,51 0,53 0,53 0,54 0,52 0,50 0,48 0,48 0,47 0,46 13,50 9,40 7,70 6,50 5,70 5,50 5,30 5,30 5,30 5,40 5,50 5,40 5,30 5,20 0,22 0,31 0,37 0,44 0,49 0,51 0,52 0,52 0,51 0,49 0,46 0,46 0,46 0,44 13,90 9,60 7,90 6,70 5,90 5,70 5,50 5,40 5,40 5,50 5,70 5,60 5,50 5,40 0,20 0,28 0,33 0,37 0,41 0,42 0,42 0,42 0,40 0,38 0,36 0,36 0,36 0,35 14,90 10,70 9,10 7,90 7,20 6,90 6,80 6,80 6,80 7,00 7,20 7,10 7,00 6,90 0,18 0,23 0,26 0,28 0,30 0,30 0,30 0,29 0,28 0,27 0,25 0,25 0,24 0,24 17,00 12,90 11,50 10,50 9,80 9,60 9,60 9,60 9,80 10,10 10,50 10,30 10,20 10,10 0,14 0,17 0,18 0,19 0,20 0,20 0,19 0,19 0,18 0,17 0,16 0,16 0,16 0,15 21,30 17,20 16,20 15,30 14,70 14,60 14,60 14,80 15,20 15,80 16,40 16,30 16,20 16,00 K-9 K-9 K-9 K-9 K-9 K-9 K-9 K-9 K-9 K-9 K-9 K-9 K-9 K-9 0,18 0,22 0,27 0,30 0,33 0,34 0,35 0,35 0,36 0,35 0,35 0,33 0,36 0,36 17,50 13,80 11,00 9,80 9,00 8,60 8,20 8,00 7,80 7,70 7,60 7,80 7,10 6,70 0,17 0,20 0,27 0,29 0,32 0,33 0,34 0,34 0,35 0,34 0,34 0,32 0,35 0,33 18,00 14,20 11,30 10,10 9,20 8,80 8,50 8,30 8,00 7,90 7,90 8,10 7,30 7,20 0,16 0,20 0,24 0,27 0,28 0,29 0,30 0,30 0,30 0,29 0,28 0,27 0,29 0,28 19,00 15,30 12,40 11,20 10,40 10,00 9,70 9,60 9,40 9,40 9,40 9,60 8,80 8,70 0,15 0,18 0,21 0,22 0,23 0,23 0,23 0,23 0,22 0,22 0,21 0,20 0,21 0,20 21,20 17,50 14,60 13,60 12,90 12,70 12,40 12,50 12,50 12,50 12,70 12,90 12,10 12,10 0,12 0,14 0,16 0,17 0,17 0,17 0,17 0,16 0,16 0,15 0,14 0,14 0,14 0,13 25,70 22,00 1 9,1 18,30 17,70 17,70 17,60 17,80 18,10 18,50 18,90 19,20 18,30 18,40

162 ALTURAS DE RECOBRIMENTO GRUPO DE SOLO A Alturas de recobrimento máximas e mínimas com carga rodante. Pedras com granulação de 6 mm a 40 mm, incluindo também grande quantidade de material local como: pedra britada, pedregulho fragmentado, pedrisco, cascalhos. Diâmeto Nominal Classe Tipo1 Tipo2 Tipo de Assentamento Tipo3 Tipo4 Tipo5 DN min max min max min max min max min max 1200 K-7 0,46 5,20 0,44 5,40 0,35 6,90 0,24 10,10 0,15 16,00 K-9 0,36 6,70 0,33 7,20 0,28 8,70 0,20 12,10 0,13 18,40

163 MANUTENÇÃO

164 CORTE DO TUBO Normalmente o corte do tubo está associado a três fatores: Danos provocados por manuseio ou transporte; Ajuste do comprimento para a montagem; Manutenção da canalização. Para os casos citados existem cuidados a serem tomados afim de evitar retrabalhos e desperdício de material.

165 PROCEDIMENTOS PARA CORTE DO TUBO TUBOS COM DN A 300 Pode-se executar o corte até 2/3 do comprimento do tubo a partir da ponta. Para cortes além dos 2/3 recomendamos verificar se o DE no local do corte é inferior ao DE + 1,0mm. TUBOS COM DN > 300 Antes de efetuar o corte recomendamos verificar se o DE no local do corte é inferior ao DE + 1,0mm. É obrigatório traçar uma linha de referência perpendicular a geratriz do tubo afim de evitar cortes irregulares.

166 CORTE DO TUBO O corte deve ser feito, obrigatoriamente, num plano perpendicular à geratriz do tubo.

167 REBARBAÇÃO E EXECUÇÃO DO CHANFRO Após a execução do corte, e antes da montagem, é preciso : Para as juntas mecânicas (JM): rebarbar as arestas de corte coma ajuda de uma lima ou uma esmerilhadeira manual de disco, Para as juntas elásticas (jgs, jti, jte): refazer o chanfro, com ajuda de uma esmerilhadeira manual de disco, para evitar danos ao anel de borracha durante a montagem.

168 REBARBAÇÃO E EXECUÇÃO DO CHANFRO É conveniente respeitar as seguintes dimensões de chanfro: DN DE m n mm mm mm

169 PROCEDIMENTO CORTE DO TUBO Após o corte é necessário: Refazer o chanfro, com a ajuda de uma esmerilhadeira manual com disco abrasivo; Refazer o revestimento do tubo nas partes afetadas pela operação de corte (cimento e pintura). Nota: Para a montagem em uma conexão com junta mecânica, não é necessário refazer o chanfro, basta retirar as rebarbas.

170 REVESTIMENTO EXTERNO 1 Só é necessária a reparação do revestimento externo quando o dano atingir a camada protetora de zinco. 2 Utilizar: Tinta rica em zinco e, tinta betuminosa, base asfáltica, escova, pincel e rolo ou pistola 3 Limpar a superfície com uma escova. Secar bem as áreas a revestir. 4 Aplicar o produto, cruzando as demãos, até que o filme depositado, atinja o nível do revestimento existente nas partes vizinhas.

171 REVESTIMENTO EXTERNO 1 Retirar a parte danificada assim como 1 a 2 cm do revestimento intacto, com a ajuda de uma talhadeira e/ou ponteiro. Limpar com escova metálica, para eliminar as partes não aderentes. 2 3 Antes de efetuar o reparo molhar com água ou nata de cimento a argamassa existente, em uma faixa de aproximadamente 20 cm em torno da área afetada utilizando uma trincha. Aplicar a argamassa com uma colher de pedreiro, compactando-a corretamente, de maneira a restabelecer a espessura do revestimento interno. 4

172 EXEMPLOS DE APLICAÇÃO DE CORTES TRANSPORTE AJUSTE DE COMPRIMENTO MANUTENÇÃO

173 MANUTENÇÃO COM LCRJM A luva de correr com junta mecânica LCRJM, é a conexão mais utilizada e a mais adequada quando o tema é a manutenção de tubos de ferro fundido dúctil. O fato de possuir o DI maior que DE do tubo, permite uma variação em relação a posição do corte, além de trabalhar com PSA de 25 kgf/cm2.

174 MANUTENÇÃO COM LCRJM - PROCEDIMENTOS Marcar e cortar um segmento do tubo (utilizar sempre os EPIS adequados); Retirar o tubo e substituir o anel JGS danificado;

175 MANUTENÇÃO COM LCRJM - PROCEDIMENTOS Limpar a ponta do tubo, colocar o contra flange e o anel de borracha com os furos voltados para o contra flange; Deslizar a LCRJM sobre o corpo do tubo até que a ponta fique visível na outra extremidade da luva.

176 MANUTENÇÃO COM LCRJM - PROCEDIMENTOS Remontar o tubo que foi retirado; Posicionar a LCRJM sobre as pontas dos tubos de modo a deixá-la equidistante sobre o espaço livre (região onde foi retirado o segmento do tubo).

177 MANUTENÇÃO COM LCRJM - PROCEDIMENTOS Lubrificar o interior das bolsas da luva de correr, posicionar o anel de borracha no interior das bolsas, e encostar os contra flanges; Centralizar os furos do contra flange com os do corpo da luva, inserir os parafusos e apertar as porcas ( como se faz com a roda de um carro ). Posição correta do parafuso

178 Titre 182 présentation / GAMA DE VÁLVULAS

179 VÁLVULAS E APARELHOS

180 PAM SERVIÇO

181 PAM SERVIÇOS SGC PRESENTE DESDE A IDEIA ATÉ A OPERAÇÃO Cliente envia o projeto SGC analisa e comenta SGC dimensiona SGC treina e acompanha a montagem / teste SGC da apoio logístico SGC orienta aplicações especiais

182 PROJETO SISTEMAS MAIS ECONÔMICOS OTIMIZAÇÃO DO DIÂMETRO 186

183 PROJETO SISTEMAS MAIS ECONÔMICOS AVALIAÇÃO DOS CUSTOS DE MONTAGEM E ASSENTAMENTO Banco de Preços de Obras e Serviços de Engenharia Maio/2016 (SABESP) Item Assentamento de tubos e peças de ferro fundido dúctil DN800 (32 ) 65,52 R$/m Item Assentamento de tubos e peças de aço (incluindo soldagem das juntas) DN ,83 R$/m 187

184 PROJETO SISTEMAS MAIS ECONÔMICOS ESTUDO DE DEFLEXÕES (REDUÇÃO DE CONEXÕES) 188

185 PROJETO SISTEMAS MAIS ECONÔMICOS CÁLCULO DAS DIMENSÕES DOS BLOCOS DE ANCORAGEM, PILARETES E DORMENTES

186 PROJETO SOLUÇÕES ALTERNATIVAS CÁLCULO DOS COMPRIMENTOS A TRAVAR Juntas Travadas Atrito solo x tubo Substituição do bloco de ancoragem 190

187 PROJETO SOLUÇÕES ALTERNATIVAS OFERTA SGC DE JUNTAS TRAVADAS Tubos K7 e K9 De DN 80 a 600 mm JTI Tubos K7 De DN 600 a 1200 mm Tubos K9 De DN 300 a 1200 mm JTE 191

188 PROJETO SOLUÇÕES ANÁLISE DE APLICAÇÕES ESPECIAIS Solos com baixa resistência mecânica Travessias Aéreas Suportados em Obras de Arte Travessia Subaquática 192

189 PROJETO SOLUÇÕES ANÁLISE DE APLICAÇÕES ESPECIAIS - EXEMPLO 193

190 PROJETO ANÁLISE DE POTENCIAL CORROSIVO DO SOLO

191 SOFTWARE DE CÁLCULOS O objetivo principal é auxiliar o cliente no dimensionamento e elaboração de projeto Difundir as boas praticas de projeto em FFD Incentivar as simulações e comparações 12 tipos de cálculo Lançamento será no módulo Projeto do PAM Academia 195

192 SOFTWARE DE DESENHO DúctilCAD Facilidade na representação gráfica dos produtos 196

193 SOFTWARE DE DESENHO DúctilCAD Facilidade no detalhamento de trechos específicos e geração da lista de materiais

194 FORMAÇÃO COMPLEMENTAR 198

195 FORMAÇÃO COMPLEMENTAR TREINAMENTO INTENSIVO Cinco módulos de formação Módulo Projeto Módulo Montagem e Manutenção Módulo Construção Civil Predial Módulo Transiente Hidráulico Módulo Mineração Os módulos englobam além da teoria, a prática, visita à usina, aos laboratórios e ao espaço de demonstração Turmas realizadas com até 30 participantes

196 FORMAÇÃO COMPLEMENTAR Realizado 6 turmas 157 formados Módulos realizados em turmas - Qualidade 2 turmas - Transiente Hidráulico

197 FORMAÇÃO COMPLEMENTAR Módulos 2017 Módulo Projeto: 07 a 09 de fevereiro/2017 ida BM: 06/02; Módulo Montagem e Manutenção: 21 a 23 de março/2017 ida BM: 20/03; Módulo Construção Civil Predial: 16 a 18 de maio/2017 ida BM: 15/05; Módulo Transiente Hidráulico: 18 a 20 de julho/2017 ida BM: 17/07; Módulo Mineração: 15 a 17 de agosto/2017 ida BM: 14/08. Contato: [email protected]

198 FORMAÇÃO COMPLEMENTAR Espaço Demonstração Deflexão Angular Flexão do Tubo Juntas Travadas Vão livre de 14 m Montagem e Desmontagem Furação em Carga Válvulas

199 COTAÇÃO ONLINE NOVO CANAL DE COMUNICAÇÃO COM O CLIENTE

200 COTAÇÃO ONLINE AGILIDADE E INFORMAÇÃO À SUA MÃO 204

201 APOIO LOGÍSTICO Visita e apoio no dimensionamento do local de estocagem Acompanhamento do descarregamento Descarregamento incluso nos fretes CIF 205

202 ACOMPANHAMENTO DE INSTALAÇÃO E TESTES PADRÃO Treinamento de Montagem e Manutenção Acompanhamento do Start up da obra Assistência Técnica Extraordinário Acompanhamento por períodos customizados 206

203 GEOFONIA LOCALIZAÇÃO DE FALHAS NO ASSENTAMENTO 207

204 ASSISTÊNCIA TÉCNICA PERMANENTE Independente do prazo de garantia dos produtos SGC, nossa equipe estará sempre disponível para realização de assistência técnica. 208

205 PESQUISA E DESENVOLVIMENTO Evolução do Metal Evolução das Juntas Evolução dos Revestimentos 209

206 FEITO NO BRASIL E PRODUZIDO POR BRASILEIROS NÚMEROS DA SGC NO BRASIL 1800 empregos diretos e indiretos Duas unidades fabris Usina de Barra Mansa Usina de Itaúna Uma unidade de matéria prima PAM Bioenergia 210

207 RESPONSABILIDADE SOCIAL PROJETOS DE RESPONSABILIDADE SOCIAL Amigos da Natureza Férias Na Fábrica Geração de Renda Música nas Escolas Dança e Magia Canalizando Solidariedade Escolinha de Judô 211

208 212

209 EQUIPE TÉCNICA Alexandre Pulcineli Eng. Civil Cristophe Ducamp Eng. Químico Daniel Silas Eng. Civil Fernanda França Eng. Metalúrgica Fernando Puell Gerente / Eng. Civil João Carlos Pereira Consultor Técnico Marcus Canellas Eng. Mecânico Murilo Gonçalves Eng. Civil Nathalia Duarte Eng. Civil Renata Gomes Eng. Civil Victor Faria Eng. Mecânico Washington Cardoso Coordenador Técnico Site: [email protected] telefone: (21)

210 MUITO OBRIGADO!

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