ÁREAS CONTAMINADAS NO CONCELHO DO SEIXAL
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- Vanessa Monteiro Covalski
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1 ÁREAS CONTAMINADAS NO CONCELHO DO SEIXAL Lisboa, 13 de Abril de 2010
2 Síntese Geral No concelho do Seixal encontram-se vários passivos ambientais, resultantes do depósito de águas residuais, contaminadas com compostos que vão desde os orgânicos (derivados dos explosivos e hidrocarbonetos) a sais de metais como mercúrio, níquel, crómio, ferro, manganês, alumínio e urânio, em lagoas escavadas nas areias, sem que estas possuam qualquer tipo de impermeabilização. Esta prática levou à contaminação das águas subterrâneas; numa primeira fase o aquífero superior e posteriormente o aquífero inferior. Ao longo de mais de uma década foram realizados vários trabalhos de investigação, contudo, salienta-se que os resultados práticos desta investigação foram praticamente nulos. Do ponto de vista da saúde pública há ainda a considerar que o aquífero inferior, responsável pelo abastecimento público dos concelhos de Almada e Seixal, se encontra ameaçado por drenância descendente.
3 Áreas Contaminadas Antigas Instalações da Sociedade Portuguesa de Explosivos (SPEL) Poço do Talaminho Antigos areeiros da J. Caetano
4 Enquadramento Geográfico
5 Enquadramento Geológico Formação de St.ª Marta (Pliocénico); Constituída essencialmente por areias e arenitos, intercalados por camadas lenticulares de argila; Possui cerca de 80 metros de espessura na área da SPEL.
6 Enquadramento Hidrogeológico Sistema Aquífero da Bacia do Tejo-Sado/Margem Esquerda; Sistema multiaquífero complexo, constituído por aquíferos porosos, multicamada, em geral confinados ou semiconfinados em profundidade e livre nas formações aflorantes; Na área em estudo: Aquífero superficial do tipo poroso, livre nas formações arenosas superficiais do pliocénico e com algum confinamento em profundidade, conferido por níveis lenticulares argilosos; Aquífero inferior, confinado, multicamada, que tem por suporte as camadas da base do pliocénico e as camadas areníticas, calcoareníticas e margosas do Miocénico médio a Superior. Almeida, et al., 2000
7 Caracterização Fotográfica das Áreas Contaminadas - SPEL
8 Caracterização Fotográfica das Áreas Contaminadas - SPEL Antiga lagoa colmatada, utilizada actualmente para depósito de carros.
9 Caracterização Fotográfica das Áreas Contaminadas - SPEL Antiga lagoa colmatada, utilizada actualmente como campo de tiro.
10 Caracterização Fotográfica das Áreas Contaminadas - SPEL Areeiro actualmente em exploração na zona Sul da área da SPEL. Antigo local de teste dos explosivos
11 Caracterização Fotográfica das Áreas Contaminadas - SPEL Aterro da Amarsul, localizado em terrenos pertencentes à SPEL no passado.
12 Caracterização Fotográfica das Áreas Contaminadas - SPEL Passado Presente Possível antiga lagoa da SPEL colmatada.
13 Caracterização Fotográfica das Áreas Contaminadas Antigo areeiro de J. Caetano
14 Caracterização Fotográfica das Áreas Contaminadas Antigo areeiro de J. Caetano Antigo areeiro utilizado como depósito de hidrocarbonetos, óleos e outros materiais contaminantes.
15 Caracterização Fotográfica das Áreas Contaminadas Antigo areeiro de J. Caetano Depósito de materiais (pneus, bidões, etc.).
16 Caracterização Fotográfica das Áreas Contaminadas Antigo areeiro de J. Caetano Origem de uma camada superficial, espessa, que mantém os materiais à superfície.
17 Caracterização Fotográfica das Áreas Contaminadas Poço do Talaminho
18 Caracterização Fotográfica das Áreas Contaminadas Poço do Talaminho Enquadramento do Poço do Talaminho. Localizado a cerca de 20 metros do Rio Tejo.
19 Caracterização Fotográfica das Áreas Contaminadas Poço do Talaminho Estado actual do Poço do Talaminho.
20 Caracterização Fotográfica das Áreas Contaminadas Poço do Talaminho O Poço encontra-se cheio de hidrocarbonetos, óleos e outros contaminantes. Origem de uma camada superficial, espessa, que mantém alguns detritos à superfície.
21 a seguir:
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