Kollemata Jurisprudência Registral e Notarial
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- Luísa Camilo Madeira
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1 EMPRESÁRIO INDIVIDUAL. ALIENAÇÃO FIDUCIÁRIA. CÉDULA DE CRÉDITO INDUSTRIAL. BENS MÓVEIS. QUALIFICAÇÃO PESSOAL. PERSONALIDADE JURÍDICA. CSMSP - APELAÇÃO CÍVEL: 821-6/9 LOCALIDADE: Piracicaba DATA DE JULGAMENTO: 27/05/2008 RELATOR: Ruy Camilo LEGISLAÇÃO: Art. 198, III, da Lei nº 6.015/73 e art. 966 do Código Civil. REGISTRO DE IMÓVEIS. Dúvida julgada procedente. Insuficiência da fundamentação da sentença que não acarreta sua nulidade em razão da inexistência de prejuízo ao apresentante do título. Não caracterização de revelia em procedimento de dúvida, em razão de sua natureza. Empresário em nome individual. Registro de alienação fiduciária dada em garantia de cédula de crédito industrial. Bens móveis. Garantia constituída por meio de contrato em que o devedor também foi qualificado com indicação de seu RG e CPF. Possibilidade, a partir dos elementos contidos no título, de registro da garantia com a completa qualificação do devedor que tem uma só personalidade jurídica, independente do exercício da atividade de empresário em nome individual. Recurso provido, com observação. ÍNTEGRA ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos de APELAÇÃO CÍVEL Nº 821-6/9, da Comarca de PIRACICABA, em que é apelante o BANCO DO BRASIL S/A e apelado o 2º OFICIAL DE REGISTRO DE IMÓVEIS, TÍTULOS E DOCUMENTOS E CIVIL DE PESSOA JURÍDICA da mesma Comarca. ACORDAM os Desembargadores do Conselho Superior da Magistratura, por votação unânime, em dar provimento ao recurso, com observação, de conformidade com os votos do Desembargador Relator e do Desembargador Revisor que ficam fazendo parte integrante do presente julgado. Participaram do julgamento, com votos vencedores, os Desembargadores ROBERTO VALLIM BELLOCCHI, Presidente do Tribunal de Justiça e JARBAS MAZZONI, Vice-Presidente do Tribunal de Justiça. São Paulo, 27 de maio de (a) RUY CAMILO, Corregedor Geral da Justiça e Relator VOTO Página: 1 de 5
2 REGISTRO DE IMÓVEIS. Dúvida julgada procedente. Insuficiência da fundamentação da sentença que não acarreta sua nulidade em razão da inexistência de prejuízo ao apresentante do título. Não caracterização de revelia em procedimento de dúvida, em razão de sua natureza. Empresário em nome individual. Registro de alienação fiduciária dada em garantia de cédula de crédito industrial. Bens móveis. Garantia constituída por meio de contrato em que o devedor também foi qualificado com indicação de seu RG e CPF. Possibilidade, a partir dos elementos contidos no título, de registro da garantia com a completa qualificação do devedor que tem uma só personalidade jurídica, independente do exercício da atividade de empresário em nome individual. Recurso provido, com observação. 1. Trata-se de apelação interposta pelo Banco do Brasil S.A., tempestivamente, contra sentença que julgou procedente dúvida que foi suscitada em razão da recusa do Sr. 2º Oficial de Registro de Imóveis, Títulos e Documentos e Civil de Pessoa Jurídica da Comarca de Piracicaba em registrar alienação fiduciária de bens móveis que foi constituída por empresário em nome individual, em garantia de cédula de crédito industrial. Sustenta o apelante, em suma, que a sentença é nula pela falta de fundamentação. Afirma, por outro lado, que o empresário individual tem personalidade jurídica idêntica à pessoa natural, razão pela qual o registro não pode ser recusado com fundamento na falta de personalidade jurídica do devedor. Assevera que os atos praticados pelo empresário individual são válidos e deles resultam deveres e obrigações que devem ser cumpridos. Aduz que apesar da existência de um só patrimônio cabe o uso do nome, ou firma, do empresário individual de acordo com a natureza do ato jurídico que praticar. Alega que a negativa do registro poderá ter como efeito a não concessão de novos créditos aos empresários individuais. Diz que não é possível distinguir entre a personalidade do empresário individual e a da pessoa natural, como pretendeu o Sr. Oficial de Registro de Imóveis ao afirmar que o contrato seria nulo porque celebrado com utilização da firma, ou seja, do nome utilizado pelo empresário no exercício dessa atividade. Requer o provimento do recurso, para que a dúvida seja julgada improcedente. A douta Procuradoria Geral de Justiça opina pelo não provimento do recurso. 2. É o relatório. Apesar de sua natureza administrativa, a sentença no procedimento de dúvida deve analisar, com suficiente fundamentação, todos os obstáculos opostos para o registro do título, sob pena de suprimirse a primeira instância de julgamento. A insuficiência da fundamentação, contudo, não justifica a declaração da nulidade da sentença quando inexistente prejuízo para o apresentante, o que ocorre neste caso concreto em que a dúvida é improcedente, como adiante se verá. Página: 2 de 5
3 Por sua vez, o não oferecimento da impugnação prevista no artigo 198, inciso III, da Lei nº 6.015/73 não produz o efeito de confissão decorrente da revelia porque o procedimento da dúvida tem natureza administrativa e porque o apresentante do título já manifestou o inconformismo com as exigências formuladas para o registro quando dela solicitou a suscitação. O recorrente pretende promover o registro de alienação fiduciária de bens móveis que foi constituída, por empresário em nome individual, para garantir cédula de crédito industrial. A orientação deste C. Conselho Superior da Magistratura consolidou-se no sentido de que a firma individual não pode figurar como proprietária de imóvel, nem constituir garantia real em cédula de crédito, porque não tem personalidade jurídica. Dessa forma, entre outros, foi decidido na Apelação Cível nº 523-6/9, da Comarca de São Paulo, em que foi relator o Desembargador Gilberto Passos de Freitas. Todavia, diversamente do entendimento contido na suscitação da dúvida, que foi encampado pela sentença apelada, isso não significa que o empresário em nome individual não pode desenvolver a sua atividade econômica organizada para a produção ou a circulação de bens ou de serviços (artigo 966 do Código Civil ) utilizando o nome que adotou como firma, ou o CNPJ que lhe foi atribuído para efeitos fiscais, ou que desse uso decorra nulidade do negócio jurídico que celebrar. Ao contrário, no exercício da atividade pelo empresário individual é natural o uso da firma, que é o nome empresarial, o que ocorre tanto na celebração de contratos como no cumprimento das obrigações fiscais. Permanece o empresário individual, contudo, com uma só personalidade perante o direito, que é a da pessoa natural, porque o artigo 44 do Código Civil não atribui personalidade jurídica para a atividade de empresa que desenvolve. Por esse motivo, a jurisprudência deste C. Conselho Superior da Magistratura considera irregular a abertura de matrícula em que utilizada a firma, e o respectivo CNPJ, para qualificar o titular do direito real inscrito. O titular do direito real, conforme o mesmo entendimento, é a pessoa natural que exerce a atividade empresarial, pois a esta pertence o patrimônio, seja ou não utilizado na mesma atividade. Assim, consoante a orientação supra referida, no registro de imóveis deve figurar a pessoa natural como titular do direito real inscrito, com a qualificação que lhe é peculiar. Por iguais razões, a constituição de garantia real é de ser feita com uso da qualificação atribuída à Página: 3 de 5
4 pessoa natural, em especial no que tange ao nome e CPF, porque, como visto, não se distingue, em regra, o seu patrimônio daquele utilizado na atividade empresarial. A conseqüência que disso decorre, no presente caso, é que o registro da garantia constituída pela cédula de crédito industrial deve ser feito com uso dos elementos de qualificação da pessoa natural que a estipulou, com indicação de seu nome e CPF. Isso, ainda in casu, é possível, sem qualquer retificação do contrato celebrado, porque em conjunto com a indicação da firma e do CNPJ foi, de forma expressa, qualificado o devedor, que é pessoa natural, com o seu nome, RG e CPF, como se verifica logo abaixo da assinatura que lançou na cédula sob a rubrica de emitente (fls. 33). Por fim, a garantia foi constituída sobre bens móveis, de que inexistente prévio registro, razão pela qual o registro da alienação fiduciária não encontra obstáculo nos princípios da especialidade e da continuidade. Ante o exposto, dou provimento ao recurso e julgo a dúvida improcedente, com a observação de que no registro da alienação fiduciária deverá constar a qualificação da pessoa natural do devedor alienante. (a) RUY CAMILO, Corregedor Geral da Justiça e Relator VOTO 1. Trata-se de recurso interposto contra sentença que julgou procedente dúvida suscitada pelo 2º Oficial de Registro de Imóveis, Títulos e Documentos e Civil das Pessoas Jurídicas da Comarca de Piracicaba, que recusou registro de alienação fiduciária de bens móveis dada em garantia de cédula de crédito industrial, que foi constituída por empresário em nome individual. Recorre sustentando a nulidade da sentença, por falta de fundamentação. Salienta, ainda, que, tendo em vista a identidade existente entre a personalidade do empresário individual e da pessoa natural, não se justifica a recusa do registro baseado na falta de personalidade jurídica do devedor, razão porque laborou em equívoco o Oficial registrador ao diferenciá-las. A Douta Procuradoria Geral de Justiça manifestou-se pelo improvimento do recurso. Por primeiro, embora se reconheça a insuficiência de fundamentação da sentença, de rigor sua mantença, tendo em vista não resultar em prejuízo para o apresentante, providência compatível com a solução por aqui adotada. Página: 4 de 5
5 Por sua vez, a falta de impugnação no procedimento de dúvida não é apta a produzir os efeitos da revelia, não só porque possui natureza administrativa, como também já se irresignou o apresentante ao provocar o Oficial para que suscitasse a presente dúvida. Nota-se, ademais, que o empresário individual, no exercício de suas atividades, vale-se, para sua identificação, do uso da firma, que viabiliza seus ajustes, seja com relação aos negócios jurídicos de origem privada, seja perante o Poder Púbico, conservando, a despeito disso tudo, sua personalidade, de pessoa natural, conforme dispõe o artigo 44 do Código Civil. Bem por isso, viável, na espécie, o registro da alienação fiduciária em nome da pessoa natural, com a indicação de seu nome e CPF, sem se olvidar que, sobre se tratar de bem móvel, a providência requerida pelo apelante não encontra óbice nos princípios da especialidade e da continuidade. Desse modo, dá-se provimento ao recurso, julgando-se a dúvida improcedente, devendo, pois, constar no registro da alienação fiduciária, a qualificação da pessoa natural. 2. Recurso provido Sentença indevidamente fundamentada que não gera prejuízo ao apresentante do título, devendo, pois, ser mantida Natureza administrativa do procedimento que não conduz aos efeitos da revelia Contrato dado em garantia, cujos elementos identificadores dizem respeito à pessoa física - possibilidade. (a) JARBAS MAZZONI, Vice-Presidente do Tribunal de Justiça (D.J.E. de ) Página: 5 de 5
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COMPRA E VENDA - CESSÃO DE DIREITOS - UNIDADE CONDOMINIAL. ITBI - VALOR DO TERRENO - IMPOSSIBILIDADE. PROMESSA. CSMSP - APELAÇÃO CÍVEL: 884-6/5 LOCALIDADE: Osasco DATA DE JULGAMENTO: 08/07/2008 DATA DJ:
Dados Básicos. Legislação. Ementa. Íntegra
Dados Básicos Fonte: 990.10.423.737-8 Tipo: Acórdão CSM/SP Data de Julgamento: 19/04/2011 Data de Aprovação Data não disponível Data de Publicação:06/07/2011 Estado: São Paulo Cidade: Carapicuíba Relator:
ACÓRDÃO. O julgamento teve a participação dos Exmos. Desembargadores RICARDO FEITOSA (Presidente) e FERREIRA RODRIGUES.
Registro: 2017.0000289397 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº 0004176-72.2014.8.26.0344, da Comarca de Marília, em que é apelante FAZENDA DO ESTADO DE SÃO, é apelado SOCIEDADE
APELO DESPROVIDO. Nº COMARCA DE CACHOEIRA DO SUL ANTONIO PEIXOTO DA CRUZ BARCHET E CIA LTDA ACÓRDÃO
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PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO
fls. 369 ACÓRDÃO Registro: 2018.0000347708 Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº 1013126-04.2016.8.26.0564, da Comarca de São Bernardo do Campo, em que é apelante xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx,
Nº COMARCA DE CAMAQUÃ MUNICIPIO DE ARAMBARE GREMIO ESPORTIVO NAVEGANTES
DIREITO TRIBUTÁRIO. IMPOSTOS. IPTU. EMBARGOS À EXECUÇÃO FISCAL. Nulidade dos créditos tributários relativos ao IPTU de imóveis de propriedade de entidade beneficente de assistência social. Não-configuração.
PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO Registro: 2017.0000281166 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº 1000011-17.2016.8.26.0595, da Comarca de Serra Negra, em que é apelante
PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Registro: ACÓRDÃO
fls. 1 ACÓRDÃO Registro: 2016.0000239070 Vistos, relatados e discutidos estes autos do Apelação nº 0001629-31.2015.8.26.0439, da Comarca de Pereira Barreto, em que é apelante MARIA APARECIDA DA SILVA,
SEGUNDA CÂMARA CÍVEL RECURSO DE APELAÇÃO CÍVEL Nº 8785/2004 CLASSE II COMARCA DE SINOP APELANTE: BRASIL TELECOM S. A.
APELANTE: BRASIL TELECOM S. A. APELADO: STELA MARIS SCHUTZ Número do Protocolo : 8785/2004 Data de Julgamento : 29-6-2004 EMENTA APELAÇÃO CÍVEL DECLARATÓRIA DE INEXISTÊNCIA DE DÉBITO TELEFÔNICO COMBINADA
A assinatura do autor por ANTONIO CARLOS CHOMA:8838 é inválida
A assinatura do autor por ANTONIO CARLOS CHOMA:8838 é inválida APELAÇÃO CÍVEL Nº 1333416-6, DO FORO CENTRAL DA COMARCA DA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA - VARA DE REGISTROS PÚBLICOS
APELAÇÃO CÍVEL DÉCIMA QUARTA CÂMARA CÍVEL - SERVIÇO DE APOIO À JURISDIÇÃO AMAURI DE OLIVEIRA SALES A C Ó R D Ã O
AÇÃO REVISIONAL. CÉDULA DE CRÉDITO BANCÁRIO. ALIENAÇÃO FIDUCIÁRIA. JULGAMENTO COM BASE NO ART. 285-A, DO CPC. AUSÊNCIA DO CONTRATO. DECISÃO PROFERIDA DE FORMA VIRTUAL. DESCONSTITUIÇÃO. No caso concreto,
TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo
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Registro: 2012.0000252889 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº 0339919-02.2009.8.26.0100, da Comarca de, em que é apelante ALGARISMOS BRINQUEDOS LTDA sendo apelado VIAÇÃO AÉREA
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1 Comarca : Ribeirão Preto 3ª Vara Cível Apelante(s) : Guidant do Brasil Ltda. Apelado(a)(s) : Sociedade Beneficente e Hospitalar Santa Casa de Misericórdia de Ribeirão Preto VOTO Nº 11.206 Falência requerida
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APELAÇÃO CÍVEL. CONTRATOS DE CARTÃO DE CRÉDITO. AÇÃO CAUTELAR DE EXIBIÇÃO DE DOCUMENTOS. DOCUMENTO REGISTRADO EM CARTÓRIO. AUSÊNCIA DE RESISTÊNCIA. O contrato em análise é tipicamente de adesão, tanto
AGRAVANTE: JILSAINE APARECIDA SOARES RELATOR: Juiz Gil Francisco de Paula Xavier Fernandes Guerra (Substituindo o Des.
Certificado digitalmente por: GIL FRANCISCO DE PAULA XAVIER FERNANDES GUERRA Agravo de Instrumento n.º 1.405.708-0 (rvp) 1 11ª CÂMARA CÍVEL AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 1.405.708-0 (N.U. 0028435-41.2015.8.16.0000)
SEGUNDA CÂMARA CÍVEL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA
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