3. Confiabilidade da inspeção de componentes usinados
|
|
|
- David Van Der Vinne Gusmão
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 3. Confiabilidade da inspeção de componentes usinados A confiabilidade da inspeção de componentes usinados abrange os aspectos da funcionabilidade e da intercambiabilidade, que são essenciais para um componente de produção seriada. É necessário que ele funcione de acordo com o projeto e apresente a possibilidade de substituir qualquer outro de mesma especificação. Ao término do processo de produção ou desenvolvimento o componente usinado passa por diversas etapas de inspeção, para obter a certificação. O objetivo é confirmar a qualidade especificada no projeto, por meio de um resultado confiável. Na inspeção de certificação, por vezes, utiliza-se um calibrador funcional por atributo do tipo passa não passa (PNP). O PNP é projetado de forma restritiva, com o objetivo de absorver todas as incertezas dos processos envolvidos na fabricação e manuseio do calibrador. Garante a qualidade necessária do componente aprovado, evita que peças ruins sejam classificadas como boas, mesmo que com o ônus de se reprovar componentes bons que estejam nos limites de sua condição dimensional. O uso de PNP apresenta limitações devido ao custo ou dificuldade construtiva, sendo então essencial o uso da técnica de medição por variáveis com o uso de MMC. A utilização de um resultado de medição como etapa de inspeção, para a certificação, requer a avaliação do processo em si. Deve haver confiança no resultado apresentado, representada no mínimo pela rastreabilidade metrológica. A necessidade de qualidade assegurada para diversos produtos deve-se ao potencial impacto advindo de eventual falha Rastreabilidade metrológica - Propriedade de um resultado de medição pela qual tal resultado pode ser relacionado a uma referência através de uma cadeia ininterrupta e documentada de calibrações, cada uma contribuindo para a incerteza de medição (INMETRO VIM, 2008).
2 Confiabilidade da inspeção de componentes usinados 46 Porém, como visto no capítulo anterior, outros fatores contribuem para a variação do processo de medição, causando a redução da exatidão de medição. A comparação a um padrão, agregada do controle e avaliação das situações periféricas do processo permite uma melhor análise da qualidade do resultado de medição. Obter estas evidências permite identificar os pontos para melhoria Características dos componentes usinados sob avaliação A pesquisa foi realizada em um ambiente industrial de produção de componentes por centro de usinagem de precisão, utilizados na montagem do Elemento Combustível Nuclear (EC) para geração de energia elétrica. Todos os componentes usinados, em diversos materiais e equipamentos, são produzidos na INB FCN1 em Resende-RJ. O foco deste estudo são os componentes de aço inoxidável, ASTM A-316 com baixo cobalto (INB ESP/MA-63.-, 2008) (INB ESP/MA , 2008), que são produzidos com o uso de ferramentas especiais e parâmetros de corte específicos. Para representar a complexidade das solicitações dimensionais e geométricas dos componentes usinados, que possuem tolerâncias de centésimo de milímetro, foi definido o Bocal Inferior (BI) (figura 6), que possui importância estrutural e alto valor agregado e que tem tido aumento na quantidade produzida. Figura 6. Bocal Inferior do Elemento Combustível (BI do EC). O Bocal Inferior do Elemento Combustível para geração de energia elétrica (BI do EC) é a base do EC. O BI, montado em conjunto com os 20 tubos-guia (TG), e as grades estruturais, para performance térmica, misturadoras e filtro
3 Confiabilidade da inspeção de componentes usinados 47 (anti-debris) 1 e o Bocal Superior (BS) formam a estrutura mecânica do Elemento Combustível (figura 7). Grade Misturadora BI do EC Tubo guia Grade Performance BS do EC Grade filtro Figura 7. Estrutura do Elemento Combustível. Grade Estrutural Após a inserção de 235 varetas, que contem pastilhas de urânio combustível, no esqueleto temos o EC (figura 8). Pronto para ser utilizado como combustível para a geração de energia elétrica (DULCE, et al., 2009). Figura 8. Elemento Combustível 16 NGF (New Generation Fuel) e uma vareta em corte. Nota 1: Debris são pequenas partículas, normalmente metálicas, que devido ao fluxo de água passam a vibrar (efeito fretting ) e causam ruptura das varetas que contem as pastilhas de urânio combustível ocasionando falha no EC.
4 Confiabilidade da inspeção de componentes usinados Considerações funcionais das características do estudo As características definidas para este estudo vêm de uma necessidade observada ao longo do processo produção e certificação do componente, estando alinhadas com a função projetada do componente. São as que apresentam maior complexidade, tanto no processo de fabricação como no de controle dimensional. O EC, quando é colocado na posição vertical, livre e apoiado pelo BI, deve ter todo seu comprimento de 4.068,36 mm, do BI até o BS, contido em um envelope de 0,35 mm de afastamento para cada lateral do BI. Esta condição, por si só, já justifica todas as reduzidas e bem detalhadas tolerâncias solicitadas no projeto e foi determinante na escolha do componente e das características alvo deste estudo. O BI tem como principal característica funcional ser a base do EC, servindo de apoio para os 20 TG. Isso demonstra a importância da planeza da área T onde se apóiam os TG e das alturas das quatro cantoneiras de apoio. Também é solicitado um paralelismo das sapatas de cada cantoneira em relação ao plano de apoio dos TG. O atendimento às especificações garante uma base estável, capaz de proporcionar o perpendicularismo necessário ao EC. Os 20 furos do TG possuem uma informação de posicionamento, que encontra a correspondência no BS, a perda de posição entre estes pode representar a torção ou desalinhamento do EC por sobre seu eixo central. Os furos S1 e S2 são os posicionadores do EC na sua célula local, no interior do vaso de pressão do reator. Depois de instalado no reator, PWR (Pressurized Water Reactor) de 1350MW na usina de Angra 2 (usina nuclear para geração de energia elétrica), em um sistema de rack, o afastamento a frio entre os EC é de aproximadamente 0,5 mm. É importante lembrar que a falta de atendimento a qualquer requisito de projeto pode representar uma falha prematura do componente A construção de um padrão geométrico A construção de um padrão geométrico veio a suprir a necessidade de representar o componente medido, permitindo uma comparação a ser utilizada no
5 Confiabilidade da inspeção de componentes usinados 49 momento da verificação do processo de medição em componentes usinados por MMC CNC. Para a realização da medição do padrão foi estabelecida uma qualidade capaz de oferecer um resultado com baixo nível de incerteza. A qualidade definida, inclusive do equipamento (figura 9), aliada à aplicação de normas e procedimentos reconhecidos, supera a existente na indústria e apresenta de forma intrínseca o princípio da rastreabilidade ao SI. A elaboração do padrão atende à necessidade da verificação de incertezas do processo, assim como de desvios e tendências de resultados (ISO/TS , 2004). Figura 9. MMC utilizada para calibrar a peça padrão na CERTI. A realização da medição do bocal inferior, para ser o padrão, foi na Fundação CERTI, em Florianópolis SC, que é um centro de excelência em estudos metrológicos. A alta capacidade de seus técnicos, os equipamentos e sistemas de controles existentes, com a experiência e conhecimento em máquinas de medição por coordenadas foram fatores essenciais nesta decisão. Possui instalações adequadas com laboratório de medição acreditado pelo INMETRO, tendo a capacitação para a emissão de certificado de medição RBC. O resultado foi um padrão dimensional bem definido em seu relatório de medição, apresentando certificação RBC, atendendo a todas as necessidades deste estudo.
6 Confiabilidade da inspeção de componentes usinados Definição das características a calibrar A sequência de medição com a MMC-CNC, utilizada durante o processo de certificação final, tem a duração aproximada de duas horas. Na realização do padrão houve uma redução, com a seleção das características de maior importância, conforme 3.1.1, e de acordo com uma localização capaz de representar o volume do componente. Com isto se modela uma atividade de avaliação de processo de medição, com aplicação industrial, apresentando viabilidade experimental com representatividade do problema. As características controladas são apresentadas na figura 10, sendo abaixo descritas em desenho técnico de projeto (anexos 1-4) conforme definido em norma técnica ASME Y14.5M (ASME Y14.5M, 1994). Furos de posicionamento - S1 e S2, características BN e BE: Posicionamento - BE - Máx material 0,076mm 1º -T; 2º -X, 3º -Y. Dimensão - BN = 22,23 +0,09 0,00 mm. Furos do Tubo Guia (TG) furo p, características BM, BD 1 e BD 2 : Dimensão - BM = 6,38 +0,09 0,00 mm. Posicionamento - Máx material BD 1 = 0,203mm 1º -T; 2º -X, 3º -Y. Posicionamento - BD 2 = 0,152mm 1º -T. Cantoneiras de apoio características BA e CZ: Paralelismo - CZ = // 0,127 - T. Dimensão de altura - BA = 60,53 +0,12 0,12 mm. Plano de apoio dos TG plano T - AY 1 : AY 1 = 0,050mm, planeza a ser medida na placa em área delimitada pelo contra-furo do tubo guia de dimensão 10,82 mm.
7 Confiabilidade da inspeção de componentes usinados 51 Furos de posicionamento (2) Cantoneiras de apoio (4) Plano de apoio do TG Furos do TG (20) Figura 10. Localização, no BI, das características do estudo Seleção e calibração do padrão O padrão atende a uma necessidade específica na indústria, o uso na avaliação de um processo de medição com aplicação da análise de incertezas. A norma ISO TS (ISO/TS , 2004) é orientativa na definição de critérios a serem observados no padrão, que deve possuir similaridade com o componente medido (tabela 1). Tabela 1. Tabela de similaridade, fonte ISO TS Assunto Requisitos Características dimensionais Dimensões Idênticos dentro de: 10% se maior que 250mm 25mm se abaixo de 250mm Ângulos Idênticos com ± 5º Desvios de forma e textura de superfície Semelhantes devido a propriedades funcionais Material (expansão térmica, elasticidade, dureza.) Semelhantes devido a propriedades funcionais Semelhantes devido a propriedades funcionais
8 Confiabilidade da inspeção de componentes usinados 52 Devido ao excelente acabamento superficial e qualidade de forma, o BOCAL INFERIOR Nº 60 - projeto KNFC, um componente de linha, foi definido para ser o componente padrão. O bocal foi fabricado em junho de 2007 e possui uma não conformidade dimensional na característica AN (não presente neste estudo), foi retirado do almoxarifado através de CI GPMEC.N 054/08 em 03/10/2008. É caracterizado como estabilizado devido ao tempo já decorrido desde sua fabricação. Com esta escolha o padrão está além da similaridade, estabelecida na norma, sendo idêntico ao componente medido em suas características físicas e dimensionais. A escolha reduz custos, evita a necessidade de elaboração de projeto e fabricação de um padrão representativo do componente, com o reaproveitamento de um produto sucatado. Durante a medição do padrão foram seguidas as seguintes condições: (conforme relatório de calibração CERTI n.1042/09 - anexo 5). ISO TS Geometrical Product Specifications (GPS) Coordinate measuring machines (CMM): Technique for determining the uncertainty of measurement -- Part 2: Use of multiple measurements strategies in calibration artefacts. (ISO/TS ). Erro máximo admitido da máquina de medir por coordenadas EMA = (1,2 + 3,6*L/1000) μm, L em mm. Condições ambientais: o Temperatura 20,0 ± 0,3 ºC. o Umidade relativa do ar: 50,0 ± 10%. Parâmetros CNC: o Força de contato: 0,2 N. o Velocidade de aproximação: 2mm/s. o Distância de posicionamento: 2mm. Equipamento utilizado: o Apalpadores com esfera de diâmetro 5mm, haste com 50mm de comprimento e extensão 50 mm, para as referências T,X e Y e o diâmetro BT (12,15mm). o Apalpadores com esfera de diâmetro de 3mm, com haste com 22mm de comprimento e extensão 60mm, para as demais referências.
9 Confiabilidade da inspeção de componentes usinados A estratégia de medição Na indústria tempo significa custo é através da otimização de cada processo industrial que se busca reduzir o custo final. Uma das metas mais importantes é reduzir o tempo da produção de cada componente. A certificação dimensional dos componentes produzidos é um gargalo devido à quantidade final de componentes na produção por dia, em comparação com o tempo necessário à inspeção final de cada componente. A estratégia de medição é capaz de atuar na redução do tempo de inspeção, no processo de medição com uso de MMC CNC, porém seu uso não deve exceder a ponto de prejudicar a qualidade necessária das medições para uma análise inequívoca da característica. O modelo de qualidade apresentado pela indústria, de MMC CNC, reforça o conceito de velocidade de medição como um ponto forte do equipamento. Devese ter atenção para evitar que seja inserido o paradigma que: o programa que mede rápido e aprova peça é programa bom. Uma atitude comum de se observar é que o questionamento sobre a qualidade do processo de inspeção somente surge quando o primeiro componente é rejeitado. Um conhecimento profundo do componente a ser medido, com a avaliação de forma e qualidade de superfície das características a serem medidas, é o inicio de uma estratégia com potencial de apresentar resultados confiáveis. No capitulo anterior demonstrou-se que, na medição do bocal inferior, a MMC apresentava, em geral, uma repetitividade aceitável, mas as tendências observadas eram, para a maioria das características, maiores que o limite aceitável de 10% da tolerância. A causa dessas diferenças deve ser procurada principalmente nas estratégias de medição. A temperatura ambiente, embora possua uma influência não desprezível, pode ser analisada em segunda instância.
10 Confiabilidade da inspeção de componentes usinados Estratégia da calibração do padrão A calibração da peça foi realizada com a mesma em posição vertical, apoiado em uma das faces laterais que não é usada para definir as referências de posicionamento dos furos (referências X e Y). A peça foi medida em três orientações distintas, realizando três ciclos de medição para cada orientação. O valor de cada característica foi estimado a partir da média de todas as medições obtidas. Para as características foi adotada a distribuição de pontos a seguir: a) Furos de posicionamento - S1 e S2: Cilindro extraído em três seções, com 12 pontos cada, igualmente espaçadas. b) Furo do Tubo Guia (TG) furo P : Cilindro extraído em duas seções com 12 pontos cada. c) Cantoneira de apoio: Plano extraído Rb com cinco (5) pontos em cada. d) Plano de apoio dos TG plano T : Plano extraído AY1 com cinqüenta (50) pontos Estratégia da medição industrial Reproduziu-se a fixação usada no dia a dia, fixando o componente em um dispositivo com a face do plano AY1 voltada para baixo, paralela com o granito. O sistema de compensação de temperatura foi ativado, instalando o sensor na posição habitual (figura 11). Foram realizados vinte pares de medição no componente padrão (18 pares validos).
11 Confiabilidade da inspeção de componentes usinados 55 Figura 11. Peça BI fixada em dispositivo, com sensor de compensação térmica, pronta para ser medida na INB. Para o processo de medição industrial foi adotada a coleta de pontos com a seguinte distribuição: a) Furos de posicionamento - S1 e S2: Cilindro extraído por scanning de forma helicoidal (figura 12). Figura 12. Medição no modo scanning do furo S, na INB. b) Furo do Tubo Guia (TG) - furo P : Circulo extraído em uma seção com 4 (quatro) pontos diametralmente opostos (figura 13).
12 Confiabilidade da inspeção de componentes usinados 56 Figura 13. Seqüência de medição do furo P, por apalpação, na INB. c) Cantoneira de apoio: Plano extraído Rb com cinco (5) pontos em cada (figura 14). Figura 14. Seqüência de medição da característica CZ, na INB. d) Plano de apoio dos TG - plano T : Plano extraído T é caracterizado por oito pontos que são medidos pelos quatro lados do componente. Dois de cada vez, com movimentação composta de translação, giro de 90º com indexação do cabeçote a 5 em referência ao plano da mesa e toque em dois pontos da superfície de apoio (figura 15). A planeza AY1 é a distância entre os dois planos paralelos que passam por pontos extremos da superfície.
13 Confiabilidade da inspeção de componentes usinados 57 Figura 15. Seqüência de medição, coleta de pontos da característica AY1, na INB Metodologia para a realização e implantação dos estudos na MMC INB O controle dimensional é realizado no mesmo ambiente das atividades industriais, com o equipamento MMC CNC recém adquirido pela Coordenação de Laboratórios e Inspeção Nuclear (CLABI.N). A velocidade da medição, a experiência e prática dos programadores aliada à oportunidade de utilizar um equipamento responsável por parte da certificação dimensional final do componente foram determinantes nesta definição. Existe o mesmo sistema de climatização, utilizado durante a produção, com o controle de temperatura ambiente e estabilização da temperatura do componente antes de realizar a medição. Existe a correta instalação e calibração da MMC realizada pelo fabricante com manutenção adequada e calibração periódica. É realizada uma qualificação prévia dos acessórios, por toque e medição com esfera padrão. A fixação do componente é realizada sem que haja deformação e permite o acesso às características a serem medidas. Existe um alinhamento do componente em função das referencias e eixos definidos no projeto antes de iniciar a medição.
14 Confiabilidade da inspeção de componentes usinados 58 O programa CNC para medir o componente BI, nas características solicitadas para o desenvolvimento desta dissertação, é denominado plano de medição - BI KNFC DESENHO ESEC 1036 B teste de rr victor. Para interpretação do desenho do produto é definida a norma ASME Y14-5 (ASME Y14.5M, 1994). O processo de medição reproduz o realizado no dia a dia da indústria, para controlar dimensionalmente os componentes usinados com uso de MMC CNC. O programa de medir aplicado possui a mesma base do programa em uso na indústria, porém com a quantidade de características inspecionadas reduzidas às deste estudo. São mantidos os padrões de velocidade, força de contato, distância e velocidade de aproximação com a mesma configuração no apalpador. Aplica-se ao processo de medição a avaliação de repetitividade, dos erros sistemáticos, da incerteza e da tendência do processo. A análise utilizou seis componentes, descartados por pequenos defeitos em características que não fazem parte da avaliação, cinco para o ensaio de repetitividade e um para ser transformado no padrão. O processo de medição da indústria apresenta as seguintes condições: Informações sobre a MMC CNC (conforme certificado de calibração, emitido pelo fabricante da MMC ZEISS- anexo 6): o Certificado: 144/06. o Data calibração: 11-out-2006 (validade 11-out-2009). o Modelo: ACCURA. o Fabricante: Carl Zeiss. o Software: Calypso. Incerteza de medição calculada: o U = ± (0,5 + 1 x L / 1000) μm; L = posição em mm. Para K=2 (nível de confiança 95%). Tolerância de medição declarada: (ISO 10360) o E = 2,2 +L / 333 µm (L = mm). Condições ambientais: o Temperatura observada na peça: 20,9 ± 1,1 C. o Umidade relativa do ar: 65 ± 5 C (estimada com base em histórico), não há informação referente ao período de 23/05/2009 até 07/07/2009.
15 Confiabilidade da inspeção de componentes usinados 59 Parâmetros: o Força de contato: é um parâmetro da máquina definido automaticamente durante a calibração. (informação do operador default ). o Velocidade de aproximação: é um parâmetro da máquina definido automaticamente durante a calibração. (informação do operador). o Distância de posicionamento: 1,5 mm. Acessórios utilizados: o Cabeçote: RDS CAA. o Apalpador: Vast XXT. o Esfera de diâmetro de 3mm, haste com 30mm de comprimento e extensão 25mm. Para a característica S, esfera de diâmetro de 5mm, com haste com 60mm de comprimento Estudo da estabilidade e tendência O ensaio verificou a condição de estabilidade. Propriedade de um instrumento de medição segundo a qual este mantém as suas propriedades metrológicas constantes ao longo do tempo. E a tendência instrumental, que é a diferença entre a média de repetidas indicações e um valor de referência (INMETRO VIM, 2008). Apresenta-se assim a avaliação para erros sistemáticos e variações (incertezas) ocorridas no processo. Vinte (20) pares de medições foram realizados no componente padrão, em dias e horários diferentes, sendo os dados de amostra para o estudo. O par de medições é constituído de duas medições subseqüentes. Utiliza como base um procedimento normalizado (ISO/TS , 2004), o que vem ao encontro da necessidade de um processo de avaliação de incertezas com reconhecimento em nível mundial, se somando à MSA (CHRYSLER; FORD; GENERAL MOTORS, 2003). Serão aplicados os seguintes cálculos e gráficos: o Média com desvio padrão. o Amplitude da média e desvio padrão. o Correlação temperatura x variação da dimensão. o Diferença entre média e valor padrão.
16 Confiabilidade da inspeção de componentes usinados Estudo de repetitividade O ensaio verifica a condição de repetitividade: Condição de medição em um conjunto de condições, as quais compreendem o mesmo procedimento de medição, os mesmos operadores, o mesmo sistema de medição, as mesmas condições de operação e o mesmo local, assim como medições repetidas no mesmo objeto ou em objetos similares durante um curto período de tempo (INMETRO VIM, 2008). A MMC-CNC repete sempre a seqüência de medição de forma automática, o operador posiciona o componente no dispositivo, realizando sua fixação, e inicia a seqüência de medição. O operador comanda o apalpador, pelo joystick, tocando em posições do componente para o reconhecimento da localização física na mesa de medição. Após essa tarefa semi-automática a MMC CNC executa a seqüência de medição. Segue os passos do programa, cria a origem, executa a coleta dos pontos de medição, realiza os cálculos e emite o relatório final de medição, sem nenhuma atuação do operador. Foram realizadas seis repetições da medição para cada característica em cinco componentes distintos. Serão aplicados os seguintes cálculos e gráficos: o Gráfico da média das repetições, seu desvio padrão e limites de controle. o Gráfico do desvio padrão médio e limites de controle.
Melhoria da confiabilidade metrológica na inspeção de componentes usinados com aplicação na indústria nuclear
Victor Barbosa Martin Melhoria da confiabilidade metrológica na inspeção de componentes usinados com aplicação na indústria nuclear Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada como requisito parcial
AS MÁQUINAS DE MEDIR POR COORDENADAS (MMC)
AS MÁQUINAS DE MEDIR POR COORDENADAS (MMC) Tópicos que serão explorados na aula Introdução Tipos de MMCs Sistema de medição (as réguas e apalpadores) Programas computacionais Erros Compensação (Calibração
Profa. Dra. Suelí Fischer Beckert
Profa. Dra. Suelí Fischer Beckert 2 Disponível em: http://www.bipm.org/en/publications/ guides/ 3 INMETRO. Vocabulário Internacional de Metrologia: conceitos fundamentais e gerais e termos associados (VIM
AS MÁQUINAS DE MEDIR POR COORDENADAS (MMC)
AS MÁQUINAS DE MEDIR POR COORDENADAS (MMC) ERROS ERROS ERRO DE ABBÈ ERROS ERROS GEOMÉTRICOS Erros de Translação Retilineidade horizontal YAW Retilineidade vertical Erro de posição Erros de Rotação Erro
Profa. Dra. Suelí Fischer Beckert
Profa. Dra. Suelí Fischer Beckert Apresentar as principais variáveis a serem observadas na gestão da metrologia industrial, transformando barreiras técnicas em requisitos de competitividade. ABNT NBR ISO
Colisões em Máquinas de Medir 3D
Formação Avançada em Metrologia 3D Colisões em Máquinas de Medir 3D Colisões em Máquinas de Medir Este material informativo aborda a questão de colisões em máquinas de medir por coordenadas, suas causas
Formação Avançada em Metrologia 3D Material didático informativo sobre Medição 3D ISO10360
Formação Avançada em Metrologia 3D Material didático informativo sobre Medição 3D ISO10360 ISO10360 Este material informativo aborda a importância da norma ISO10360 pra a uniformização de conceitos e métodos
Instrução de Trabalho
Régua Paralela IT 098 01 1 de 6 SUMÁRIO 1 OBJETIVO 2 REFERÊNCIA 3 DEFINIÇÕES 4 DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE 5 REGISTROS 6 DOCUMENTOS 7 RESPONSABILIDADES 8 ANEXOS 1 OBJETIVO Esta instrução tem por finalidade
AULA 3 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA. Disciplina. SEM Fabricação Mecânica por Usinagem. Professores
AULA 3 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA Disciplina SEM 0560 - Fabricação Mecânica por Usinagem Professores Alessandro Roger Rodrigues Renato Goulart Jasinevicius DEFINIÇÕES Tolerância Dimensional: não garante a obtenção
Relógio Comparador O relógio comparador é um instrumento de medição por comparação, dotado de uma escala e um ponteiro, ligados por mecanismos diverso
Relógio Comparador Relógio Comparador O relógio comparador é um instrumento de medição por comparação, dotado de uma escala e um ponteiro, ligados por mecanismos diversos a uma ponta de contato. Relógio
CONTROLE DIMENSIONAL MECÂNICA MEDIÇÃO DE TO LERÂNCIAS GEO MÉTRICAS PR-088
Página: 1 de 7 1. OBJETIVO Este procedimento tem como objetivo descrever um processo de medição de tolerâncias geométricas com a utilização de instrumentos básicos de medição. Com este procedimento podem
Metrologia Plano de Aula - 24 Aulas (Aulas de 1 Hora).
6464 - Metrologia Plano de Aula - 24 Aulas (Aulas de 1 Hora). Aula 1 Capítulo 1 - Introdução 1.1. O que é Metrologia... 23 1.2. Por que Medir?... 24 1.3. Metrologia e Controle Dimensional na Indústria...
Plano de Aula - Metrologia - cód Horas/Aula
Plano de Aula - Metrologia - cód. 0000 24 Horas/Aula Aula 1 Capítulo 1 - Introdução Aula 2 Capítulo 1 - Sistemas de Medidas Aula 3 Continuação Capítulo 2 - Sistemas de Medidas Aula 4 Capítulo 3 - Técnicas
METROLOGIA E ENSAIOS
METROLOGIA E ENSAIOS MEDIÇÃO E ERRO Prof. Alexandre Pedott [email protected] Medição É o conjunto de operações que têm por objetivo determinar o valor de uma grandeza. Grandeza é o atributo de um
ALBERTAZZI, ARMANDO; SOUZA, ANDRÉ ROBERTO DE
Bibliografia 97 7. Bibliografia ABNT Projeto NBR ISO 9001 [papel] // Norma Técnica. - Rio de Janeiro : ABNT - Associiação Brasileira de Normas Técnicas, Setembro de 2000. - origem: ISO/FDIS 9001:2000 Quality
Calibração de Equipamentos para Inspeção: ISO/IEC e ISO/IEC de setembro de 2017 Rio de Janeiro
Calibração de Equipamentos para Inspeção: ISO/IEC 17025 e ISO/IEC 17020 25 de setembro de 2017 Rio de Janeiro 1. Grupo K&L Desde 1990 atuando em calibrações e ensaios; 22 anos de acreditação pelo INMETRO
METROLOGIA E ENSAIOS
METROLOGIA E ENSAIOS Prof. Alexandre Pedott [email protected] Geral: Objetivos Capacitar o aluno a usar a metrologia e ensaios no desenvolvimento e fabricação de produtos. Específicos: Contextualizar
RECURSOS TECNOLÓGICOS PARA CONTROLE DIMENSIONAL DO GD&T
RECURSOS TECNOLÓGICOS PARA CONTROLE DIMENSIONAL DO GD&T André Roberto de Sousa, Dr. Eng São Paulo, Novembro de 2007 Necessidades do Cliente Cotação funcional 15 15 GD&T e novos desafios para a metrologia
E-QP-ECD-087 REV. B 12/Mar/2008 PROCEDIMENTO DE CONTROLE DIMENSIONAL - MEDIÇÃO DE TOLERÂNCIAS GEOMÉTRICAS - - NÍVEL BÁSICO -
ENGENHARIA PROCEDIMENTO DE CONTROLE DIMENSIONAL - MEDIÇÃO DE TOLERÂNCIAS GEOMÉTRICAS - - NÍVEL BÁSICO - Os comentários e sugestões referentes a este documento devem ser encaminhados ao SEQUI, indicando
Metrologia 1ª lista de exercícios
1. Cite as três classes de aplicações onde é importante medir. Dê exemplos de situações presentes na sua vida de cada uma das classes. 2. Da definição de medir: "... é o procedimento experimental através
Incerteza de resultados de Medição em Máquinas de Medir por Coordenadas
Formação Avançada em Metrologia 3D Incerteza de resultados de Medição em Máquinas de Medir por Coordenadas Material didático informativo sobre Medição 3D Incerteza de resultados de Medição em Máquinas
Rafael Eduardo Marquioro 1, Leonardo Davi de Oliveira 2, Sandra Regina Bernardes Trapp 3
ENQUALAB- Congresso e Feira da Qualidade em Metrologia Rede Metrológica do Estado de São Paulo - REMESP de maio a de junho de, São Paulo, Brasil ENSAIO COMPARATIVO DE RESULTADOS REFERENTE A MEDIÇÃO DE
Instrução de Trabalho - RBC
Instrução Calibração de Trena ITR 030 03 1 de 6 SUMÁRIO 1 OBJETIVO 2 REFERÊNCIAS 3 DEFINIÇÕES 4 DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES 5 REGISTROS 6 RESPONSABILIDADES 7 CONTROLE DE ALTERAÇÕES 8 ANEXOS 1 OBJETIVO Esta
Crysta-Plus M: Tudo em uma só solução
M: Tudo em uma só solução Alta exatidão e baixo custo A M foi desenvolvida pela Mitutoyo para oferecer ao mercado um sistema de medição tridimensional de baixo custo e fácil de operar garantindo a exatidão.
Instrução de Trabalho
IT - 070 05 1 de 5 SUMÁRIO 1 OBJETIVO 2 REFERÊNCIAS 3 DEFINIÇÕES 4 DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES 5 REGISTROS 6 RESPONSABILIDADES 7 CONTROLE DE ALTERAÇÕES 8 ANEXOS 1 OBJETIVO Esta instrução tem como finalidade
Metrologia VIM - Vocabulário Internacional de Metrologia
VIM - Vocabulário Internacional de Metrologia Como a metrologia possui interferência em quase todas as áreas da sociedade, torna-se imperativo que exista uma linguagem comum em todas elas, de forma que
MÉTODO PARA CALIBRAÇÃO DA ESCALA ANGULAR VERTICAL DE TEODOLITOS E ESTAÇÕES TOTAIS ATRAVÉS DE MEDIÇÃO POR COORDENADAS
MÉTODO PARA CALIBRAÇÃO DA ESCALA ANGULAR VERTICAL DE TEODOLITOS E ESTAÇÕES TOTAIS ATRAVÉS DE MEDIÇÃO POR COORDENADAS Willian Lima de Oliveira Filho 1, Alessandro Marques 2, Luiz Henrique Brum Vieira 1
AS MÁQUINAS DE MEDIR POR COORDENADAS (MMC)
AS MÁQUINAS DE MEDIR POR COORDENADAS (MMC) INTRODUÇÃO flexibilidade confiança rapidez As Máquinas de Medir por Coordenadas (as MMCs) foram criadas por Ferranti, a cerca de 60 anos. De acordo com a British
Instrução de Trabalho - RBC
Instrução para Calibração de Medidor de Altura ITR - 004 11 1 de 5 SUMÁRIO 1 OBJETIVO 2 REFERÊNCIAS 3 DEFINIÇÕES 4 DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES 5 REGISTROS 6 RESPONSABILIDADES 7 CONTROLE DE ALTERAÇÕES 8 ANEXOS
Instrução de Trabalho
IT - 014 05 1 de 13 SUMÁRIO 1 OBJETIVO 2 REFERÊNCIAS 3 DEFINIÇÕES 4 DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES 5 REGISTROS 6 RESPONSABILIDADES 7 CONTROLE DE ALTERAÇÕES 8 ANEXOS 1 OBJETIVO Esta instrução tem como finalidade
INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL
Calibração Fonte: Simone Acosta Fatores para minimizar erros Sensor apropriado Verificar a exatidão de cada elemento Cabeamento correto Verificar ruído elétrico Calibração Procedimento Geral
EME005 - Tecnologia de Fabricação IV Fresamento CNC 5
Ciclos de Furação UNIFEI EME005 - Tecnologia de Fabricação IV Fresamento CNC 5 Aula 12a Prof. José Hamilton Chaves Gorgulho Júnior Comandos que automatizam uma série de movimentos, simplificando a programação
FORMAÇÃO DE METROLOGISTAS
Formação Avançada em Metrologia 3D Material didático informativo sobre Medição 3D FORMAÇÃO DE METROLOGISTAS Palestra realizada na Volkswagen Taubaté em Maio de 2008 por ocasião do dia mundial da metrologia,
Tolerância geométrica de forma
Tolerância geométrica de forma A UU L AL A Apesar do alto nível de desenvolvimento tecnológico, ainda é impossível obter superfícies perfeitamente exatas. Por isso, sempre se mantém um limite de tolerância
Recomendações para uma Utilização Eficiente e Confiável da Medição por Coordenadas
Recomendações para uma Utilização Eficiente e Confiável da Medição por Coordenadas Os altos investimentos necessários para a utilização da tecnologia de medição por coordenadas nem sempre asseguram o retorno
6 Validação Metrológica
6 Validação Metrológica Com o propósito de facilitar o entendimento do trabalho, o capítulo apresenta conceitos básicos de metrologia e definições relacionadas ao tem objeto da investigação. 6.1. Conceitos
TECNOLOGIA EM MEDIÇÃO POR COORDENADAS
TECNOLOGIA EM MEDIÇÃO POR COORDENADAS Prof. Alessandro Marques www.metrologia.ufpr.br EMENTA DA DISCIPLINA TMC FICHA No 1 (permanente) Disciplina: Tecnologia em Medição por Coordenadas Código: TM Natureza:
COMPARAÇÃO INTRALABORATORIAL NA MEDIÇÃO DO ENTALHE EM CORPOS DE PROVA CHARPY
PROMOÇÃO E REALIZAÇÃO REDE METROLÓGICA DO ESTADO DE SÃO PAULO - REMESP REDE DE SANEAMENTO E ABASTECIMENTO DE ÁGUA - RESAG 9 a 3 de outubro de 04 Local: Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e
UMA PROPOSTA PARA GARANTIA DA QUALIDADE NA MEDIÇÃO DE PEÇAS COM GEOMETRIA COMPLEXA UTILIZANDO MÁQUINA DE MEDIR POR COORDENADAS
UMA PROPOSTA PARA GARANTIA DA QUALIDADE NA MEDIÇÃO DE PEÇAS COM GEOMETRIA COMPLEXA UTILIZANDO MÁQUINA DE MEDIR POR COORDENADAS Luiz Soares Júnior 1, João Bosco de Aquino Silva 2, 1 UFC, Fortaleza, Brasil,
AS MÁQUINAS DE MEDIR POR COORDENADAS (MMC)
AS MÁQUINAS DE MEDIR POR COORDENADAS (MMC) Tópicos que serão explorados na aula Introdução Tipos de MMCs Sistema de medição (as réguas e apalpadores) Programas computacionais Erros Compensação (Calibração
ULTRASSOM MEDIÇÃO DE ESPESSURA PROCEDIMENTO DE END PR 036
Página: 1 de 6 1. OBJETIVO Este procedimento fixa as condições mínimas do ensaio não destrutivo por meio de ultrassom para medição de espessura em materiais metálicos, em exames de qualificação do Sistema
DIRETRIZES BÁSICAS PARA A CONTRUÇÃO DE DISPOSITIVO DE CONTROLE
FLUXOGRAMA PARA UM DISPOSITIVO DE CONTROLE DIRETRIZES BÁSICAS PARA A CONTRUÇÃO DE DISPOSITIVO DE CONTROLE 1 O material da base do dispositivo deverá preferencialmente ser de alumínio, e para o caso da
Instrução de Trabalho
Instrução para Calibração de Micrômetro Externo IT - 006 06 1 de 6 SUMÁRIO 1 OBJETIVO 2 REFERÊNCIAS 3 DEFINIÇÕES 4 DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES 5 REGISTROS 6 RESPONSABILIDADES 7 CONTROLE DE ALTERAÇÕES 8 ANEXOS
Instrução de Trabalho
Instrução para Calibração de Medidor de Altura IT - 008 06 1 de 5 SUMÁRIO 1 OBJETIVO 2 REFERÊNCIAS 3 DEFINIÇÕES 4 DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES 5 REGISTROS 6 RESPONSABILIDADES 7 CONTROLE DE ALTERAÇÕES 8 ANEXOS
UFPR TOLERÂNCIAS GEOMÉTRICAS PROF. ALESSANDRO MARQUES. Especificações Geométricas de Produto. Geometrical Product Specifications (GPS)
UFPR METROLOGIA MECÂNICA DIMENSIONAL Especificações Geométricas de Produto Geometrical Product Specifications (GPS) TOLERÂNCIAS GEOMÉTRICAS PROF. ALESSANDRO MARQUES Tolerâncias geométricas As peças ao
E-QP-ECD-082 REV. B 24/Set/2007 PROCEDIMENTO DE CONTROLE DIMENSIONAL - PROCESSO DE MEDIÇÃO DE PEÇA VAZADA - NÍVEL BÁSICO
E-QP-ECD-082 REV. B 24/Set/2007 PROCEDIMENTO DE CONTROLE DIMENSIONAL - PROCESSO DE MEDIÇÃO DE PEÇA VAZADA - NÍVEL BÁSICO Procedimento Operacional ENGENHARIA Os comentários e sugestões referentes a este
Controle Geométrico. Trata dos procedimentos de determinação de medições, forma e posição de sólidos. Para tal deve-se considerar:
Controle Geométrico O objetivo do controle geométrico é dar suporte à gestão de processos de fabricação na obtenção da qualidade geométrica dos produtos. Para tal, contribui: na avaliação de conformidade
ENQUALAB 2013 QUALIDADE & CONFIABILIDADE NA METROLOGIA AUTOMOTIVA
ENQUALAB 2013 QUALIDADE & CONFIABILIDADE NA METROLOGIA AUTOMOTIVA Avaliação da Conformidade de Produtos com especificação GD&T Tolerância Geométrica e Dimensionamento Joel Alves da Silva JAS-METRO Soluções
UFPR TOLERÂNCIAS GEOMÉTRICAS PROF. ALESSANDRO MARQUES. Especificações Geométricas de Produto. Geometrical Product Specifications (GPS)
UFPR METROLOGIA MECÂNICA DIMENSIONAL Especificações Geométricas de Produto Geometrical Product Specifications (GPS) TOLERÂNCIAS GEOMÉTRICAS PROF. ALESSANDRO MARQUES Tolerâncias geométricas As peças ao
IMPLANTAÇÃO DE PROCEDIMENTO PARA CALIBRAÇÃO DE PAQUÍMETROS E MICRÔMETROS UTILIZADOS NA MONTAGEM E INTEGRAÇÃO DE SATÉLITES DO INPE/LIT
IMPLANTAÇÃO DE PROCEDIMENTO PARA CALIBRAÇÃO DE PAQUÍMETROS E MICRÔMETROS UTILIZADOS NA MONTAGEM E INTEGRAÇÃO DE SATÉLITES DO INPE/LIT RELATÓRIO FINAL DE PROJETO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA (PIBIC/CNPq/INPE)
ULTRASSOM AUTOMÁTICO DE SOLDAS PROCEDIMENTO PR-042
Página: 1 de 13 1. OBJETIVO Este procedimento fixa as condições para a execução dos ensaios por ultrassom automático para detecção e avaliação de descontinuidades em juntas longitudinais e helicoidais
CONECTOR DERIVAÇÃO PARA LINHA VIVA
FIGURA 1 JUNHO/2017 DPLD/VNTD VOLUME 1 Página 1 de 5 DETALHE B (BICO) NOTAS: - O conector de derivação deve ter a parte superior do bico estendida, como mostra o modelo 1 do Detalhe B, visando facilitar
Análise de Sistema de Medição 3D segundo guia MSA
Formação Avançada em Metrologia 3D Análise de Sistema de Medição 3D segundo guia MSA MSA na Medição 3D O MSA ou Análise de Sistemas de Medição tornou-se uma ferramenta muito utilizada para a garantia da
Instrução de Trabalho - RBC
ITR - 033 02 1 de 5 SUMÁRIO 1 OBJETIVO 2 REFERÊNCIAS 3 DEFINIÇÕES 4 DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES 5 REGISTROS 6 RESPONSABILIDADES 7 CONTROLE DE ALTERAÇÕES 8 ANEXOS 1 OBJETIVO Esta instrução tem como finalidade
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
Cabeçotes Angulares CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS ROLAMENTOS Super rolamentos de contato angular de precisão com taxa de precisão ABEC 7 e 9. Montando o rolamento no interior do corpo do alojamento, eles garantem
Instrução de Trabalho
IT - 019 02 1 de 5 SUMÁRIO 1 OBJETIVO 2 REFERÊNCIA 3 DEFINIÇÕES 4 DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE 5 REGISTROS 6 DOCUMENTOS 7 RESPONSABILIDADES 8 ANEXOS 1 OBJETIVO Esta instrução tem como finalidade estabelecer
Instrução de Trabalho
Instrução para Calibração de Projetor de Perfil IT - 027 02 1 de 6 SUMÁRIO 1 OBJETIVO 2 REFERÊNCIAS 3 DEFINIÇÕES 4 DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES 5 REGISTROS 6 RESPONSABILIDADES 7 CONTROLE DE ALTERAÇÕES 8 ANEXOS
CENTRO DE USINAGEM CNC DUPLA COLUNA. Uma Fonte Confiável de Excelentes Máquinas para Complementar Sua Força de Trabalho
CENTRO DE USINAGEM CNC DUPLA COLUNA Uma Fonte Confiável de Excelentes Máquinas para Complementar Sua Força de Trabalho CENTRO DE USINAGEM CNC DUPLA COLUNA CARACTERÍSTICAS DA MÁQUINA: Excelente Resistência
Instrução de Trabalho
Instrução para Calibração de Paquímetros IT - 007 07 1 de 9 SUMÁRIO 1 OBJETIVO 2 REFERÊNCIAS 3 DEFINIÇÕES 4 DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES 5 REGISTROS 6 RESPONSABILIDADES 7 CONTROLE DE ALTERAÇÕES 8 ANEXOS 1
FORMAÇÃO AVANÇADA DE METROLOGISTAS 3D MÓDULO 2 METROLOGISTA 3D NÍVEL B. André Roberto de Sousa
FORMAÇÃO AVANÇADA DE METROLOGISTAS 3D MÓDULO 2 METROLOGISTA 3D NÍVEL B André Roberto de Sousa Agradecimentos especiais a todos que contribuíram na elaboração deste material didático com a indicação de
CONECTOR TERMINAL DE COMPRESSÃO alumínio FIGURA 1 FIGURA 2
FIGURA 1 FIGURA 2 FIGURA 3 OBS.: 1) Medidas em milímetros. 2) Deve ser dimensionado para atender a todas as características de aplicação mecânica e elétrica da Tabela 1. MAIO/2017 DPLD/VNTD VOLUME 1 Página
Contracer L-19. Contracer CV-2100 Série 218 Equipamento para Medição de Contorno ESPECIFICAÇÕES
Fornecido com certificado de inspeção. Consulte a página IX para detalhes. Contracer CV-2100 Série 218 Equipamento para de Contorno digital nos eixos X e Z ESPECIFICAÇÕES CV-2100M4 CV-2100M4 CV-2100N4
Ferramentas de Redes de Distribuição. Chaves de fenda
1. OBJETIVO Esta especificação tem por finalidade estabelecer as características mínimas exigíveis para chaves de fenda utilizadas nos trabalhos em redes de distribuição. 2. NORMAS E/OU DOCUMENTOS COMPLEMENTARES
MEDIDOR DE ALTURA TESA MICRO-HITE plus. Velocidade da coluna vertical manual combinada com a precisão de um sistema motorizado
Velocidade da coluna vertical manual combinada com a precisão de um sistema motorizado Todos TESA MICRO-HITE plus M são instrumentos que se destacam dos outros medidores de altura, pela excepcional capacidade
SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE Instrução de Trabalho - RBC
Instrução para Calibração de Termômetro Digital e Analógico ITR - 043 01 1 de 5 SUMÁRIO 1 OBJETIVO 2 REFERÊNCIAS 3 DEFINIÇÕES 4 DESCRIÇÕES DAS ATIVIDADES 5 REGISTROS 6 RESPONSABILIDADES 7 CONTROLES DE
ULTRASSOM - CHAPAS PROCEDIMENTO DE END PR 015
Página: 1 de 10 1. OBJETIVO Estabelecer as condições mínimas do ensaio não destrutivo por meio de ultrassom para detecção de duplalaminação em chapas grossas de aço carbono e baixa liga, bem como para
Software Form Control
Medição pelo clique do mouse. É fácil assim que e a inspeção da peça no centro de usinagem com a ajuda do software de medição FormControl. Não faz diferença se a peça tem uma superfície de forma livre
I CIMMEC 1º CONGRESSO INTERNACIOANAL DE METROLOGIA MECÂNICA DE 8 A 10 DE OUTUBRO DE 2008 Rio de janeiro, Brasil
I CIMMEC 1º CONGRESSO INTERNACIOANAL DE METROLOGIA MECÂNICA DE 8 A 10 DE OUTUBRO DE 2008 Rio de janeiro, Brasil ANÁLISE FUNCIONAL E METROLÓGICA DOS PRINCÍPIOS DE TAYLOR E DA INDEPENDÊNCIA NA ESPECIFICAÇÃO
Instrução de Trabalho - RBC
ITR - 001 09 1 de 12 SUMÁRIO 1 OBJETIVO 2 REFERÊNCIAS 3 DEFINIÇÕES 4 DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES 5 REGISTROS 6 RESPONSABILIDADES 7 CONTROLE DE ALTERAÇÕES 8 ANEXOS 1 OBJETIVO Estabelecer um critério para calibração
COMPANHIA DE SANEAMENTO DE MINAS GERAIS
COMPANHIA DE SANEAMENTO DE MINAS GERAIS CATÁLOGO TÉCNICO DE MATERIAIS VOLUME IV MATERIAIS ELETROMECÂNICOS DE MANOBRA TOMO IV VÁLVULAS DE RETENÇÃO EM FERRO FUNDIDO NOVEMBRO/2015 ÍNDICE 1 VÁLVULA DE RETENÇÃO
Micrômetros A origem da confiabilidade Mitutoyo em instrumentos de medição
Micrômetros A origem da confiabilidade Mitutoyo em instrumentos de medição Jogo de Calibradores Expansíveis Série 154 Calibrador para furos longos e rasos, alojamentos, e características similares. Duas
Cabeçotes para vara de manobra
1. OBJETIVO Esta NTC tem por objetivo estabelecer as características mínimas exigíveis dos cabeçotes adaptáveis às varas de manobra utilizados nos trabalhos de manutenção de redes de distribuição. 2. DEFINIÇÃO
DESENHO TÉCNICO MECÂNICO I (SEM0564) AULA 07 ESTADO DE SUPERFÍCIE TOLERÂNCIAS DIMENSIONAIS TOLERÂNCIAS GEOMÉTRICAS
DESENHO TÉCNICO MECÂNICO I (SEM0564) AULA 07 ESTADO DE SUPERFÍCIE TOLERÂNCIAS DIMENSIONAIS TOLERÂNCIAS GEOMÉTRICAS ESTADO DE SUPERFÍCIE SUPERFÍCIES Ideal Real SIMBOLOGIA QUALITATIVA SIMBOLOGIA QUANTITATIVA
AULA 3 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA. Disciplina. SEM Fabricação Mecânica por Usinagem. Professores
AULA 3 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA Disciplina SEM 0560 - Fabricação Mecânica por Usinagem Professores Alessandro Roger Rodrigues Renato Goulart Jasinevicius DEFINIÇÕES Tolerância Dimensional: não garante a obtenção
CNC Comando Numérico Computadorizado
CNC Comando Numérico Computadorizado 1 - Histórico Busca de melhoria ao produto, aliado ao desenvolvimento dos computadores. Principal fator: 2ª Guerra Mundial produção em massa (a guerra consumia tudo,
Rua do Manifesto, Ipiranga - São Paulo Fone: +55 (11)
419 HE400 HB400, HD400 VB400, VF600 HF600, HF750 HS600, HS750 pcionais e Acessórios Projetores de Perfil demandam pouco tempo, baixo custo operacional e a solução ideal para medição de peças sem contato.
MSA Análise de Sistemas de Medição Anésio Mariano Junior
MSA Análise de Sistemas de Medição 20.09.2012 Anésio Mariano Junior 1 - Introdução sobre MSA 2 - Os Processos de Medição e suas variações 3 - Métodos estatísticos aplicáveis no MSA 4 - Exemplo de aplicação
CONTROLE DIMENSIONAL - CALDERARIA NÓS DE ESTRUTURAS TUBULARES APÓS SOLDAGEM
Página: 1 de 10 1. OBJETIVO Descrever os instrumentos, as dimensões a serem verificadas e os processos adotados para a inspeção dimensional em nós de estruturas tubulares. 2. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA Norma
CONTROLE DIMENSIONAL MONTAGEM DE MÁQUINAS ALINHAMENTO DE EIXOS DE MÁQUINAS COM RELÓGIO COMPARADOR
Página: 1 de 11 1. OBJETIVO Este procedimento tem por objetivo estabelecer o procedimento a ser empregado no nivelamento de bases e alinhamento de eixos de máquinas. Este procedimento é aplicável na execução
Cabeçotes para vara de manobra
1. OBJETIVO Esta NTC tem por objetivo estabelecer as características mínimas exigíveis dos cabeçotes adaptáveis às varas de manobra utilizados nos trabalhos de manutenção de redes de distribuição. 2. DEFINIÇÃO
CONJUNTOS MECÂNICOS. Figura 1. Representação de conjunto mecânico usando vistas ortográficas.
CONJUNTOS MECÂNICOS Tão importante quanto conhecer os elementos de máquinas e projetá-los, é saber representar graficamente e interpretar esses elementos em desenhos técnicos. Máquinas (torno mecânico,
TECNOLOGIA EM MEDIÇÃO POR COORDENADAS
TECNOLOGIA EM MEDIÇÃO POR COORDENADAS Prof. Alessandro Marques www.metrologia.ufpr.br EMENTA DA DISCIPLINA TMC FICHA No 1 (permanente) Disciplina: Tecnologia em Medição por Coordenadas Código: TM Natureza:
Blocos Padrão Blocos padrão essenciais para a Rastreabilidade Dimensional no mundo. Vitais para o controle de qualidade na indústria.
Blocos Padrão para Medição Blocos Padrão Blocos padrão essenciais para a Rastreabilidade Dimensional no mundo. Vitais para o controle de qualidade na indústria. Blocos Padrão Os Blocos Padrão são padrões
ERROS DE MEDIÇÃO. Vocabulário; Erros de Medição; Calibração.
ERROS DE MEDIÇÃO Vocabulário; Erros de Medição; Calibração. CALIBRAÇÃO Imaginando o caso da balança, após estabelecer os erros sistemáticos e aleatórios, poderíamos conviver com os erros efetuando um fator
ENSAIOS EXPERIMENTAIS PARA ANÁLISE DE REPETITIVIDADE E REPRODUTIBILIDADE (R&R) NO LABORATÓRIO DE METROLOGIA
ENSAIOS EXPERIMENTAIS PARA ANÁLISE DE REPETITIVIDADE E REPRODUTIBILIDADE (R&R) NO LABORATÓRIO DE METROLOGIA Hérica Guedes de Toledo (FEPI) [email protected] Paulo Henrique Paulista (FEPI) [email protected]
Concurso Público para Cargos Técnico-Administrativos em Educação UNIFEI 30/08/2009
Questão 1 Conhecimentos Específicos - Fabricação Sobre a montagem de engrenagens para abertura de roscas em um torno, é correto afirmar: Deve-se garantir que a folga entre os dentes das engrenagens seja
Cabeçotes para vara de manobra
1. OBJETIVO Esta NTC tem por objetivo estabelecer as características mínimas exigíveis dos cabeçotes adaptáveis às varas de manobra utilizados nos trabalhos de manutenção de redes de distribuição. 2. DEFINIÇÃO
Tolerância geométrica de orientação
Tolerância geométrica de orientação A UU L AL A vimos a maneira de verificar a forma de apenas um elemento, como planeza, circularidade, retilineidade. O problema desta aula é verificar a posição de dois
SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE Instrução de Trabalho - RBC
Instrução para Calibração de Termopar ITR - 041 01 1 de 5 SUMÁRIO 1 OBJETIVO 2 REFERÊNCIAS 3 DEFINIÇÕES 4 DESCRIÇÕES DAS ATIVIDADES 5 REGISTROS 6 RESPONSABILIDADES 7 CONTROLES DE ALTERAÇÕES 8 ANEXOS 1
