A Difusão da Imprensa no Século XX
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- Suzana Balsemão Wagner
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1 A Difusão da Imprensa no Século XX
2 Pág 2 A comunicação sempre se fez presente em todos os estágios de evolução humana. O século XX foi, entre muitos outros aspectos identitários, um tempo dos media. Reconhece-se que os meios de comunicação tiveram uma evolução crescente, que permitiu grandes mudanças no seu papel e na sua compreensão como instrumentos privilegiados da liberdade de expressão. Os media contribuem para a construção da realidade social, política e cultural, mais acentuadamente desde os finais do século XIX, não só porque informam ou noticiam, avaliam e investigam, mas fundamentalmente porque contribuem poderosamente para a formação dos indivíduos e para a democratização dos cidadãos, ao lado da educação. E a liberdade de expressão tornase fundamental entre as sociedades democráticas contemporâneas na sua luta constante pelo desenvolvimento e pela paz. O livro e a edição, o jornal e a imprensa periódica, a fotografia e o cinema, a rádio, a televisão, e os novos media audiovisuais conhecem uma grande evolução desde o século XIX, ao longo do século XX, e, mais ainda, nos finais de século com o extraordinário avanço tecnológico e a transformação nos quotidianos. Algumas dessas realidades são observadas nos dias de hoje e permitem-nos pensar melhor no tempo dos media e numa Sociedade de Informação.
3 Pág 3 LIVRO O livro impresso, como o vemos hoje, surgiu no século XV. Até então ele era um objecto raro, caríssimo, inacessível ao homem comum, pois era privativo dos monges e dos sacerdotes, mantidos em bibliotecas bem afastadas dos olhos profanos. A imprensa virou tudo de pernas para o ar, visto que, ao baixar o custo da edição do livro, tornou possível a que milhões de pessoas pudessem usufruir dos seus conteúdos. Isto mudou para sempre a vida na Terra. O primeiro livro impresso com tipos móveis, a Bíblia, foi produzido por Johannes Gutenberg, alemão nascido na cidade de Mogúncia, no ano de Essa tecnologia desenvolvida por Gutenberg derivou de seus conhecimentos em metais e de prensas utilizadas para esmagar uvas no processo de fabricação do vinho. IMPRENSA Em Portugal, a imprensa foi introduzida no tempo do rei D. João II. O primeiro livro impresso em território nacional foi o Pentateuco, impresso em Faro em caracteres hebraicos no ano de Em 1488 foi impresso em Chaves o Sacramental de Clemente Sánchez de Vercial, considerado o primeiro livro
4 Pág 4 impresso em língua portuguesa, e em 1489 e na mesma cidade, o Tratado de Confissom. A impressão entrava em Portugal pelo nordeste transmontano. Só na década de noventa do século XV é que seriam impressos livros em Lisboa, no Porto e em Braga. JORNAL O primeiro jornal português surge entre 1641 a Tinha o extenso nome de "Gazeta, em que se relatam as novas todas, que ouve nesta corte, e que vieram de várias partes no mês de Novembro de 1641". Já anteriormente se tinham divulgado notícias nas chamadas "relações", embora estas não oferecessem o carácter de periodicidade que define o jornal. As gazetas, ao invés, eram publicadas com regularidade. No século XIX, os empresários descobriram o potencial comercial do jornalismo como negócio lucrativo e surgiram as primeiras publicações parecidas com os diários actuais. Os jornais e o jornalismo chegaram ao século XX no auge do seu prestígio e popularidade. O período entre 1890 e 1920 é conhecido inclusive como Era De Ouro dos Jornais. A actividade do jornalismo tradicional só começa a decair a partir de 1920 com a chegada de uma poderosa media concorrente: o rádio. O rádio atacava os jornais tradicionais de duas maneiras diferentes: primeiro roubando anunciantes e a preferência do público e também roubando os próprios profissionais de jornalismo que agora passavam também a trabalhar no rádio. É a primeira vez na história que a media impressa passa a ter um concorrente de peso.
5 Pág 5 Os jornais do século XX, por sua vez, reagem e adoptam várias medidas para se tornarem mais modernos e populares: adoptam pela primeira vez a publicação em larga escala de fotos grandes e coloridas pois, anteriormente as imagens eram todas em preto e branco, assim, passam a usar nos seus artigos uma linguagem mais popular e dão mais espaço ao desporto e ao humor. O século XX, no entanto, ainda reservava outra surpresa desagradável aos jornais impressos: além do rádio, surgia também a televisão como concorrente. Apesar de resistir à invenção do rádio, a televisão veio para demolir de uma vez por todas o domínio dos jornais e do jornalismo clássico, pois, a partir de 1950 a TV tornou - se o principal canal de media do mundo, posição que por sinal ocupa até hoje. A partir de 1980, com o surgimento e popularização dos computadores e da Internet, o jornalismo clássico abranda e surge o chamado Web jornalismo.
6 Pág 6 Linha de evolução dos media Podemos verificar, com a análise do gráfico, a linha evolutiva dos media. De forma sucinta, identificamos a evolução do jornalismo impresso e de determinadas invenções associadas a esse fenómeno, indicando o seu surgimento cronológico. Contém o crescimento, auge e declínio dos jornais e a introdução do telégrafo, da rádio, da televisão e da Internet nas vivências sociais das épocas em questão. No entanto, não se limitaram a influenciar as comunidades que assistiram a essas mutações pois a sua influência perdura até aos nossos dias.
7 Pág 7 Fotografia Ao longo dos séculos a arte de registar imagens evoluiu dos desenhos nas paredes das cavernas, passando pela pintura, chegando à fotografia e ao cinema. A necessidade do ser humano de registar imagens é muito antiga, a fotografia não foi inventada por uma única pessoa, em uma época determinada da história, ela é fruto de um trabalho contínuo de pesquisas e descobertas desde o século V a.c. até os dias de hoje. A fotografia nasceu em preto e branco, surge como a soma da necessidade humana de comunicação, registando com precisão a informação visual. A fotografia foi uma das mais marcantes invenções do século XIX. Fotografia em Portugal Carlos Relvas nasceu na Golegã em 1838, e foi o nome que mais contribuiu para o desenvolvimento da fotografia em Portugal. Construiu o primeiro "atelier" de fotografia do mundo e foi distinguindo nos maiores certames de fotografia da época. Desde o final do século XIX, vários métodos para a produção de imagens fotográficas coloridas foram propostos, mas nenhum deles mostrou-se viável para trabalhos fora de laboratórios. O domínio da cor na fotografia e sua utilização no diaa-dia tornaram-se realidade em 1935, quando a companhia fotográfica norteamericana Kodak desenvolveu o processo Kodachrome, que reunia em uma única película de emulsão todas as camadas de material sensível às cores primárias.
8 Pág 8 Ao século XX a evolução das aplicações, controles, cor e o formato digital na fotografia, cinema, televisão e todos os usos científicos. Com a foto electrónica a matriz fotográfica torna-se intangível, ou seja, desaparece o filme. É Virtual por definição, não palpável, ela está ausente do mundo das coisas concretas. Actualmente a fotografia vive uma crise de identidade com a revolução digital, similar à que a pintura enfrentou com a invenção da fotografia. Cinema A ficção cinematográfica portuguesa nasce em 1907, uns bons onze anos depois das primeiras obras do género terem sido criadas por Georges Méliès, em França. Os anos oitenta são na história do cinema português uma década reveladora. Anos de ouro, pelo volume de produções, pela novidade e diversidade nas formas e nos conteúdos. A Revolução dos Cravos (25 de Abril de 1974) seria decisiva para o futuro do cinema português, quer pelas liberdades que introduziria nas práticas sociais e culturais quer pelo papel que a RTP viria a desempenhar na produção e difusão de obras cinematográficas nacionais, em particular na área do documentário. O início do cinema português tem lugar com a exibição das primeiras curtasmetragens amadoras de um empresário da cidade do Porto, Aurélio Paz dos Reis. Primeiros filmes Pequenos documentários e ficções são os primeiros géneros do cinema. A linguagem cinematográfica desenvolve se, criando estruturas narrativas. Na França, na primeira década do século XX, são filmadas peças de teatro, com grandes nomes do
9 Pág 9 palco, como Sarah Bernhardt. Em 1913 surgem, com Max Linder, que mais tarde inspiraria Chaplin, o primeiro tipo cómico. Nos Estados Unidos, após a Depressão, a indústria recupera-se. Hollywood vive os seus anos de ouro em 1938 e Surgem superproduções como A Dama das Camélias, E o Vento Levou, O Morro dos Ventos Uivantes, Casablanca entre outros. TELEVISÃO O aparecimento da televisão deve-se em grande parte a cientistas, visionários e homens de ideias muito avançadas. Desde o inicio do século XIX, os cientistas estavam preocupados com a transmissão de imagens à distância. E foi com a invenção de Alexander Bain, em 1942, que se obteve a transmissão telegráfica de uma imagem (facsímile), actualmente conhecido como fax. Em Dezembro de 1955 é fundada sob o controle estatal a Rádio Televisão Portuguesa (RTP). Inicialmente emitia a preto e branco, com autorização para a comercialização do espaço publicitário, e a venda, aluguer e reparação de receptores. Desde logo foi criada uma taxa de forma a custear as necessidades da empresa, taxa essa aplicada a todos os que tivessem um aparelho de TV. Em Setembro de 1956 começam a ser realizadas as primeiras emissões experimentais, a partir do recinto da Feira Popular. Jornais influentes na época, como o Século, noticiam esse evento, tido como um acontecimento histórico.
10 Pág 10 A televisão portuguesa começou com as emissões do canal do estado, a RTP, em A televisão portuguesa tinha mais regras do que as outras televisões, uma vez que nessa altura, Portugal estava ainda "mergulhado" na ditadura imposta pelo Estado Novo e a televisão, tal como todos os outros meios de comunicação social nessa altura em Portugal, estava sob o controlo da censura. A queda da ditadura portuguesa em 1974, gerou uma maior liberdade. Nesses dias houve uma invasão popular à Feira Popular para presenciar as primeiras emissões, com reacções que variavam desde o deslumbramento às críticas, quanto à qualidade da programação. Em 1959 cria-se o Telejornal (RTP), ao mesmo tempo em que são abertos os estúdios no Norte, em Vila Nova de Gaia. A chegada da cor à televisão portuguesa foi tardia. A primeira emissão regular deuse em Mas conseguiu tirar público ao cinema. E, actualmente, o país está a acompanhar bem o passo dos novos avanços para o digital, a alta definição e as três dimensões. As imagens a preto e branco dão-nos, hoje, a percepção de estarmos a recuar muito no tempo. Porém, a televisão a cores chegou a Portugal há apenas três décadas. A 7 de Março de 1980 era transmitido para todos os portugueses, desde o Teatro São Luís, em Lisboa, o primeiro festival da canção a cores.
11 Pág 11 INTERNET A Internet começou em 1969 com o projecto do governo americano chamado ARPANET, que tinha como objectivo interligar universidades e instituições de pesquisa e militares. Na década de 70 a rede tinha poucos centros, mas o protocolo NCP (Network Control Protocol), foi visto como inadequado, então, o TCP/IP foi criado e continua sendo o protocolo base da Internet. Nos primeiros anos da década de 90, o acesso e utilização da Internet estavam praticamente circunscritos a algumas centenas de pessoas na comunidade académica e científica portuguesa, em particular na área da informática e computação. Durante o ano de 1995 o crescimento acelerado da Internet em Portugal foi acompanhado por uma maior visibilidade social da REDE, que começou a merecer maior atenção dos órgãos de comunicação social. Alguns deles, como o Público, o Jornal de Notícias, a Rádio Comercial, TVI e a SIC construíram mesmo a sua presença na rede. Foi apenas nestes três últimos anos que o acesso à Internet se começou a generalizar em Portugal, fazendo-se ligar a um número cada vez maior de empresas, organismos públicos e milhares de utilizadores individuais. Influência da Internet na vida social A evolução da tecnologia que temos assistido tem ocorrido a uma velocidade dominadora, pois há cerca de 30 anos poucos sabiam ligar um computador e o aparecimento da Internet parecia ainda uma miragem. As nossas relações eram mantidas com uma proximidade muito grande e dependentes de outras pessoas. Actualmente muitos de nós ainda não nos apercebemos de como a Internet possui uma grande influência na nossa vida.
12 Pág 12 A Internet é um mundo gigantesco que permite quase tudo: efectuar compras, consultar a nossa conta bancária, preencher o impresso do IRS, procurar emprego, ler um jornal, ouvir música, consultar arte, comprar bilhetes para cinema, concertos, entre tantas outras coisas. Todas estas pequenas coisas obrigam a que cada um de nós possa estar várias horas por dia frente a um ecrã, o que leva a um distanciamento tão grande que já não há contacto com a sociedade. Conclusão/Reflexão Ao reflectir sobre o tema atrás referido, percebi que apenas de um simples papel, começou a evolução dos media. Mas foi no final do século XIX, que sofreu um grande golpe, com o aparecimento do rádio. Houve um grande furor nos primeiros anos do século XX, e foi uma grande mudança a nível de informação. Depois veio um golpe ainda maior, a partir da segunda metade do mesmo século, a televisão. Foi um grande avanço na tecnologia e conseguiu prender milhares de pessoas todos os dias, até à data. O rádio, como a televisão, não acabou com a importância do papel. Mas foi dividindo com ele uma espécie de poder. O surgimento da internet e todas as suas ferramentas reduziram distâncias, custos, e valorizaram o país. A verdade é que hoje o homem obtém a informação que necessita sem sair de casa, para isso basta ter um computador com acesso à Internet. As pessoas podem espreitar para qualquer sítio do mundo e exprimir-se para o mundo inteiro. Mas esta mudança fez com que a Imprensa sentisse um grande declínio. Com o aparecimento da Internet, a compra de jornais, revistas, cinema e fotografia, sentiu um decréscimo
13 Pág 13 muito grande, entrando em declínio sistemático, sentido - se uma certa estagnação na actualidade.
14 Pág 14 Referências Bibliográficas
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