Programação Orientada a Objetos
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- Caio Vidal Sá
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1 Objetos, Dados e Serialização André Santanchè Laboratory of Information Systems LIS Instituto de Computação UNICAMP Maio 2015 Picture by Moyan Brenn [ Programação Orientada a Objetos
2 Serialização Transformação do estado de um objeto em um formato de dados que possa ser armazenado ou transmitido Deserialização processo inverso
3 Java Interface java.io.serializable Implementada por objetos que podem ser serializados Não define métodos funciona como marcação Serialização padrão feita na forma de reflexão Serialização customizada Devem ser implementados métodos writeobject, readobject e readobjectnodata
4 Serializando e Deserializando Objetos Formato Binário ObjectOutputStream serialização ObjectInputStream deserialização
5 XML extensible Markup Language
6 XML Lançada em 1996 como uma versão simplificada da SGML (Standard Generalized Markup Language), para ser utilizada na Web.
7 Metalinguagem Tal como SGML, XML é uma metalinguagem. HTML ao contrário, foi escrita em SGML. Metalinguagem SGML HTML Linguagem XML MathML SVG
8 Linguagem de Marcação Utiliza marcadores para agregar informações adicionais a documentos. Tomemos como exemplo a seguinte frase: Horácio escreveu o livro Vida dos Dinossauros. Desejamos agregar informações que identifiquem quem é o autor e qual a ação realizada.
9 Linguagem de Marcação Os marcadores se diferenciam do conteúdo pelos símbolos < e > (seguem o mesmo princípio de HTML): <autor>horácio</autor> <ação>escreveu o livro Vida dos Dinossauros</ação> Os marcadores delimitam unidades estruturais denominadas elementos.
10 Estrutura Hierárquica Marcações podem ser agrupadas hierarquicamente. A interpretação de cada marcador está subordinada a seu contexto. <sentença> <autor>horácio</autor> <ação>escreveu o <publicação> <tipo>livro</tipo> <título>vida dos Dinossauros</título> </publicação> </ação> </sentença>
11 Modelo de Dados XML sentença ação autor Horácio Escreveu o publicação tipo título livro Vida dos Dinossauros
12 Elementos e Atributos Atributos: <autor cpf= nascimento= 12/5/1960 > Horácio </autor> Elementos vazios: <esgotado/> Links para elementos (#): HTML usa esta estratégia em links para fragmentos.
13 XML e Objetos A estrutura hierárquica do XML combina com a estrutura hierárquica dos Objetos
14 Serializando e Deserializando Objetos Formato XML Formato XML XMLEncoder serialização XMLDecoder deserialização
15 JSON JavaScript Object Notation
16 JSON Padrão aberto de intercâmbio de objetos Baseado na notação JavaScript Incorporado ao ECMAScript (Ecma, 2011) Adotado por diversas linguagens (
17 Notação Inline de Objetos JavaScript
18 Objetos JS { } vazio { "nome": "Asdrubal", "idade": 25 } obj_pessoa nome: Asdrubal idade: 25 { obj_time "nome": "Unidos da Esquina", "vitorias": [1961, 1975, 1982] nome: Unidos da Esquina vitorias } obj_vitorias: Array 0: : : 1982
19 Objetos JS { } obj_autor "nome": "Asdrubal", "livro": { "titulo": "Horacio o dino", "ano": 2010 } nome: Asdrubal livro obj_livro titulo: Horacio o dino ano: 2010
20 Stringify Serializando var pessoa = { "nome": "Asdrubal", "idade": 25 }; var pessoastr = JSON.stringify(pessoa); Deserializando var pessoa2 = JSON.parse(pessoaStr);
21 Data Access Objet (DAO) Pattern (Matic, 2004)
22 Armazenando em Bancos de Dados
23 BDO Bancos de Dados de Objeto Anteriormente conhecidos como BDOO Pode estender a existência de objetos de modo que eles sejam armazenados permanentemente em um banco de dados, e, portanto, os objetos se tornam objetos persistentes... (Elmasri, 2011)
24 SGDO & BDO Aplicação SGDO BDO
25 SGDOs O2 clássico BDO db4objects ( Versant Objectivity/DB (
26 Aplicações OO x BD Relacionais Aplicação SGBDR BDR
27 SGBDOR SGBD Objeto-Relacional Extensão em SGBDRs para suportar objetos Extensão do SQL para objetos Originalmente introduzida no SQL:1999 Atualizados no SQL:2008 (Elmasri, 2011)
28 SGBDOR & BDOR Aplicação SGBDOR BDOR
29 Document Databases XML-based BaseX ( JSON CouchDB ( Mongo DB (
30 Key-value
31 Web Storage Cookies tem sido o principal mecanismo de armazenamento W3C Web Storage modelo mínimo de armazenamento baseado em (chave, valor) (Hickson, 2013)
32 Web Storage API setitem(chave,valor) adiciona/atualiza par chave-valor getitem(chave) recupera o valor associado à chave key(n) recupera a enésima chave removeitem(chave) remove o par que possui a chave length indica o número de pares chave-valor clear() remove todos os dados do repositório
33 Implementações da API sessionstorage persistência apenas durante uma seção localstorage persistência a longo prazo
34 Exemplo Gravando o campo HTML: Nome: <input type="text" id="nome"></input> Funções de leitura/gravação function ler() { var nomelido = localstorage.getitem("nome_db"); if (nomelido!= null) document.queryselector("#nome").value = nomelido; } function gravar() { } var nomegravar = document.queryselector("#nome").value; localstorage.setitem("nome_db", nomegravar);
35 Amazon DynamoDB
36 Referências Ecma International (2011). ECMAScript Language Specification - Standard ECMA-262 (5.1 ed.). Fay Chang, Jeffrey Dean, Sanjay Ghemawat, Wilson C. Hsieh, Deborah A. Wallach, Mike Burrows, Tushar Chandra, Andrew Fikes, and Robert E. Gruber Bigtable: A Distributed Storage System for Structured Data. ACM Trans. Comput. Syst. 26, 2, Article 4 (June 2008). Hickson, I. (2011). HTML Microdata -- W3C Working Draft 13 January W3C. Retrieved from
37 André Santanchè
38 Licença Estes slides são concedidos sob uma Licença Creative Commons. Sob as seguintes condições: Atribuição, Uso NãoComercial e Compartilhamento pela mesma Licença. Mais detalhes sobre a referida licença Creative Commons veja no link: Agradecimento a Moyan Brenn [ por sua fotografia Dew drops usada na capa e nos fundos, disponível em [ vide licença específica da fotografia.
39 Google Bigtable
40 Bigtable Model (Fay et al., 2008)
41 Tablets & Hierarchy (Fay et al., 2008)
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