Interrupções, Exceções e Chamadas ao SO
|
|
|
- Luiz Gustavo Cruz Lacerda
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Interrupções, Exceções e Chamadas ao SO Noemi Rodriguez Ana Lúcia de Moura
2 Fluxo de Controle Fluxo de controle de um programa a 0 a 1 a 2 a n sequência de endereços i 0 i 1 i 2 i n sequência de instruções
3 Fluxo de Controle Fluxo de controle de um programa a 0 a 1 a 2 a n sequência de endereços i 0 i 1 i 2 i n sequência de instruções Dois mecanismos alteram o fluxo sequencial desvios (jumps) e procedimentos (chamada e retorno)
4 Fluxo de Controle Fluxo de controle de um programa a 0 a 1 a 2 a n sequência de endereços i 0 i 1 i 2 i n sequência de instruções Dois mecanismos alteram o fluxo sequencial desvios (jumps) e procedimentos (chamada e retorno) Outro mecanismo: exceções/interrupções a CPU interrompe o programa em execução e desvia o controle para um tratador (procedimento do SO)
5 Interrupções e Exceções Eventos que indicam a existência de uma condição que requer a atenção imediata do processador resultam em uma transferência de controle forçada para um tratador
6 Interrupções e Exceções Eventos que indicam a existência de uma condição que requer a atenção imediata do processador resultam em uma transferência de controle forçada para um tratador Eventos assíncronos independem da instrução corrente interrupções geradas por dispositivos de E/S: teclado, controlador de disco, interface de rede,
7 Interrupções e Exceções Eventos que indicam a existência de uma condição que requer a atenção imediata do processador resultam em uma transferência de controle forçada para um tratador Eventos assíncronos independem da instrução corrente interrupções geradas por dispositivos de E/S: teclado, controlador de disco, interface de rede, Eventos síncronos resultam da instrução executada geradas pelo programa (traps), geradas pelo hardware (faults e aborts)
8 Alteração no Fluxo de Controle Interrupção de HW/SW programa em execução corrente próxima desvio excepcional retorno da interrupção (nem sempre) tratador (S.O.) Tratamento da interrupção A CPU interrompe o programa em execução e desvia o controle para um tratador o tratador executa em modo privilegiado Cada tipo de interrupção é associado a um identificador
9 Tabela de Descritores de Interrupção Identificador da Interrupção n-1 IDT Registrador especial aponta a tabela Tratador Tratador interrupção interrupção 0 Tratador Tratador interrupção interrupção 1 Tratador... Tratador interrupção interrupção 22 Tratador Tratador interrupção interrupção n-1 n-1 Durante sua inicialização, o SO preenche a IDT com as informações dos tratadores e coloca o endereço da tabela em um registrador especial Durante a execução, a CPU consulta a tabela para realizar o desvio para o tratador de uma interrupção Alguns identificadores de interrupção são específicos da plataforma page fault, div. zero, gpf, opcode inválido,...
10 Salvamento de Contexto Para que o programa interrompido possa prosseguir após o tratamento da interrupção é necessário guardar seu contexto de execução a CPU salva na pilha do tratador o %rsp, o %rip e o %rflags do programa interrompido
11 Salvamento de Contexto Para que o programa interrompido possa prosseguir após o tratamento da interrupção é necessário guardar seu contexto de execução a CPU salva na pilha do tratador o %rsp, o %rip e o %rflags do programa interrompido Ao terminar sua execução, o tratador restaura o contexto através de uma instrução (privilegiada) especial a CPU recupera os registradores salvos, e restaura a pilha do programa interrompido
12 Interrupções Assíncronas Interrupção de HW programa em execução tratador (S.O.) desvio após o fim da instrução corrente corrente próxima Tratamento da interrupção retorno da interrupção (para próxima instrução) A execução do tratador da interrupção é transparente para o programa interrompido após o tratamento da interrupção o programa continua sua execução como se a interrupção não houvesse ocorrido a menos de situações especiais, como o acionamento de ctrl-c!
13 Exceções: falhas e erros fatais programa em execução tratador (S.O.) instrução corrente causa a exceção corrente desvio para tratador tratador pode retornar controle ou abortar o programa tratamento da exceção abort Se uma falha não pode ser corrigida, o SO aborta o programa divisão por zero, acesso inválido à memória (GPF), instrução inválida Se o tratador corrigiu a falha, o controle retorna para a instrução corrente (que é re-executada!) page fault: a instrução referencia um endereço virtual cuja página correspondente não está na memória principal
14 Chamadas ao Sistema Operacional Uma chamada ao SO (syscall) corresponde a um serviço executado por um procedimento do Sistema Operacional (read, write, exit, ) uma syscall não pode ser invocada com o mecanismo de chamada convencional de funções (call) SO deve executar em modo privilegiado!
15 Chamadas ao Sistema Operacional Uma chamada ao SO (syscall) corresponde a um serviço executado por um procedimento do Sistema Operacional (read, write, exit, ) uma syscall não pode ser invocada com o mecanismo de chamada convencional de funções (call) SO deve executar em modo privilegiado! A arquitetura x86-64 provê uma instrução para um programa de usuário invocar um procedimento do SO (syscall) um registrador especial armazena o endereço do tratador de chamadas ao Sistema Operacional o tratador termina sua execução usando uma instrução privilegiada (sysret)
16 Linux x86-64: interface com syscall Cada chamada é associada a um identificador esse identificador é passado no %rax
17 Linux x86-64: interface com syscall Cada chamada é associada a um identificador esse identificador é passado no %rax Parâmetros e retorno em registradores parâmetros em %rdi, %rsi, %rdx, %r10, %r8, %r9 valor de retorno no %rax
18 Linux x86-64: interface com syscall Cada chamada é associada a um identificador esse identificador é passado no %rax Parâmetros e retorno em registradores parâmetros em %rdi, %rsi, %rdx, %r10, %r8, %r9 valor de retorno no %rax Antes de desviar o controle para o tratador, a CPU guarda o contexto do programa de usuário %rip em %rcx e %rflags em %r11
19 Tratamento de syscall programa em execução tratador (S.O.) syscall próxima desvio para tratador retorno da syscall obtém identificador em %rax syscall (S.O.) tratamento da syscall n sysret O programa envia o código da syscall (n) em %rax e os argumentos nos outros registradores Quando o controle é transferido de volta ao programa ( próxima instrução ) o resultado da chamada está em %rax
20 Algumas syscalls %rax nome %rdi %rsi %rdx retorno (%rax) 60 sys_exit int status sys_read int fd void *buf size_t count ssize_t ou -1 1 sys_write int fd void *buf size_t nbyte ssize_t ou -1 2 sys_open char *path int flags (opcional) int (fd) ou -1 3 sys_close int fd int (0 ou -1) 8 sys_lseek int fd off_t offset int whence off_t ou -1
21 Exemplo de syscall int f (...) {... if (...) exit (2);... } f: pushq %rbp movq %rsp, %rbp... movq $60,%rax /* sys_exit */ movl $2,%edi syscall...
22 Funções wrapper A biblioteca padrão de C provê funções wrapper para a maioria das chamadas ao sistema preparação dos argumentos (se necessário) e acionamento da syscall protótipos e definições em unistd.h
Exceções no Fluxo de Execução: Interrupções e Traps
Exceções no Fluxo de Execução: Interrupções e Traps 1 Fluxo de Controle Fluxo de controle de um programa: a 0 a 1 a 2 a n sequência de endereços I 0 I 1 I 2 I n sequência de instruções O fluxo mais simples
Sistemas Operacionais Processos. Carlos Ferraz Jorge Cavalcanti Fonsêca
Sistemas Operacionais Processos Carlos Ferraz ([email protected]) Jorge Cavalcanti Fonsêca ([email protected]) Copyright Carlos Ferraz Processo Conceito: Um programa em execução 1. Ao digitar hello, os caracteres
Processo. Gerência de Processos. Um programa em execução. Centro de Informática/UFPE :: Infraestrutura de Software
Processo Um programa em execução Gerência de Processos Contexto de Processo Conjunto de Informações para gerenciamento de processo CPU: Registradores Memória: Posições em uso E/S: Estado das requisições
Processo. Gerência de Processos. Um programa em execução. Centro de Informática/UFPE :: Infraestrutura de Software
Processo Um programa em execução Gerência de Processos Contexto de Processo Conjunto de Informações para gerenciamento de processo CPU: Registradores Memória: Posições em uso E/S: Estado das requisições
Entrada/Saída. Capítulo 5. Sistemas Operacionais João Bosco Junior -
Capítulo 5 Afirmações Entrada/Saída Introdução Processos se comunicam com o mundo externo através de dispositivos de E/S. Processos não querem ou não precisam entender como funciona o hardware. Função
Aula 05. Figuras Interrupção
Aula 05 Figuras Interrupção Fluxo de controle com e sem interrupções Ciclos de Instrução Transferência de Controle via Interrupções Transferência de Controle com Múltiplas Interrupções Exercício (ENADE
Introdução aos Sistemas Operacionais
Introdução aos Sistemas Operacionais Eleri Cardozo FEEC/Unicamp 1 Definição de Sistema Operacional Um sistema operacional é um gerenciador de recursos de hardware ou uma máquina virtual que oferece uma
Arquitetura de Sistemas Operacionais Francis Berenger Machado / Luiz Paulo Maia (Material Adaptado)
Arquitetura de Sistemas Operacionais Francis Berenger Machado / Luiz Paulo Maia (Material Adaptado) Capítulo 3 Concorrência Agenda Introdução Interrupções e exceções Operações de Entrada/Saída Buffering
Sistemas Operacionais. Interrupção e Exceção
Sistemas Operacionais Interrupção e Exceção Interrupção e Exceção Durante a execução de um programa podem ocorrer alguns eventos inesperados, ocasionando um desvio forçado no seu fluxo de execução. Estes
Sistemas de Entrada e Saída
Sistemas de Entrada e Saída Eduardo Ferreira dos Santos Ciência da Computação Centro Universitário de Brasília UniCEUB Maio, 2016 1 / 31 Sumário 1 Interrupções 2 Camadas de Software de E/S 2 / 31 Interrupções
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais Cristina Boeres página do curso: http://www.ic.uff.br/~boeres/so.html [email protected] Sistemas Operacionais O que é um SO?! um gerenciador de recursos?! uma interface?! máquina virtual?
PCS-2529 Introdução aos Processadores. Prof. Dr. Paulo Sérgio Cugnasca
PCS-2529 Introdução aos Processadores Prof. Dr. Paulo Sérgio Cugnasca 1 2 Existem 4 esquemas diferentes de E/S possíveis, cada um se aplicando em uma determinada situação. E/S Programada. E/S Acionada
Introdução ao Assembly
Introdução ao Assembly Movimentação de Dados Operações Aritméticas e Lógicas Noemi Rodriguez Ana Lúcia de Moura http://www.inf.puc-rio.br/~inf1018 Representação de Programas O compilador gera o código
Universidade Federal de Campina Grande Unidade Acadêmica de Sistemas e Computação Curso de Bacharelado em Ciência da Computação.
Universidade Federal de Campina Grande Unidade Acadêmica de Sistemas e Computação Curso de Bacharelado em Ciência da Computação Organização e Arquitetura de Computadores I Organização e Arquitetura Básicas
SO: Introdução e Estrutura. Sistemas Operacionais Flavio Figueiredo (http://flaviovdf.github.io)
SO: Introdução e Estrutura Sistemas Operacionais 2017-1 Flavio Figueiredo (http://flaviovdf.github.io) 1 O que é um Sistema Operacional? 2 Simplificando Uma interface entre o usuário e o hardware 3 Detalhando
Sistemas Operacionais. Concorrência
Sistemas Operacionais Concorrência Sumário 1. Introdução 2. Sistemas Multiprogramáveis 3. Interrupções e Exceções 4. Operações de E/S 1. Entrada e Saída Controlada por Programa 2. Evolução da Entrada e
UFRJ IM - DCC. Sistemas Operacionais I. Unidade IV Gerência de Recursos Entrada e Saída. 02/12/2014 Prof. Valeria M. Bastos
UFRJ IM - DCC Sistemas Operacionais I Unidade IV Gerência de Recursos Entrada e Saída 02/12/2014 Prof. Valeria M. Bastos 1 ORGANIZAÇÃO DA UNIDADE Gerência de Entrada e Saída Fundamentos Evolução Estrutura
Organização e Arquitetura de Computadores I
Organização e Arquitetura de Computadores I Entrada e Saída Slide 1 Entrada e Saída Dispositivos Externos E/S Programada Organização e Arquitetura de Computadores I Sumário E/S Dirigida por Interrupção
Organização e Arquitetura de Computadores I
Organização e Arquitetura de Computadores I BARRAMENTO Slide 1 Sumário Introdução Componentes de Computador Funções dos Computadores Estruturas de Interconexão Interconexão de Barramentos Slide 2 Introdução
Barramento. Prof. Leonardo Barreto Campos 1
Barramento Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Sumário Introdução; Componentes do Computador; Funções dos Computadores; Estrutura de Interconexão; Interconexão de Barramentos Elementos de projeto de barramento;
Sistemas de Entrada e Saída
Sistemas de Entrada e Saída Eduardo Ferreira dos Santos Ciência da Computação Centro Universitário de Brasília UniCEUB Maio, 2016 1 / 33 Sumário 1 Dispositivos de E/S 2 Interrupções 3 Software de E/S 2
Nível do Conjunto de Instruções Prof. Edson Pedro Ferlin
1 Definições Nível ISA (Instruction Set Architecture). Está posicionado entre o nível da microarquitetura e o nível do sistema operacional. É a interface entre o software e o hardware. Nesse nível está
Função Fundamental do SO
Função Fundamental do SO Gestão do Hardware Uma das funções fundamentais do sistema operativo é gerir os recursos do hardware de um modo o mais transparente possível ao utilizador Recursos principais a
Capítulo 13: Sistemas de E/S. Operating System Concepts with Java 7th Edition, Nov 15, 2006
Capítulo 13: Sistemas de E/S Capítulo 13: Sistemas de E/S Hardware de E/S Interface de E/S da aplicação Subsistema de E/S do kernel Transformando requisições de E/S em operações de hardware Fluxos Desempenho
1 System Calls no Linux
Sistemas Operacionais Laboratorio - System Calls Adaptação do Laboratório 1 - Prof. Eduardo Zambon 1 System Calls no Linux Vamos mencionar aqui alguns pontos já discutidos em aula e introduzir novos conceitos
Comunicação entre Processos
Comunicação entre Processos Pipes Redirecionamento de entrada e saída 4/19/18 1 O Pipe: Características (1) Canal de comunicação entre processos parentes, usando a politica First-In-First-Out (FIFO) Tipicamente,
William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição. Capítulo 12 Estrutura e função do processador
William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição Capítulo 12 Estrutura e função do processador slide 1 Estrutura da CPU CPU precisa: Buscar instruções. Interpretar instruções. Obter
ARQUITETURA E ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES A UNIDADE LÓGICA ARITMÉTICA E AS INSTRUÇÕES EM LINGUAGEM DE MÁQUINA
ARQUITETURA E ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES A UNIDADE LÓGICA ARITMÉTICA E AS INSTRUÇÕES EM LINGUAGEM DE MÁQUINA Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-1 Objetivos Conhecer o processador Compreender os registradores
Organização de Computadores Aula 05
Organização de Computadores Aula 05 Componente Computador Unidade Central de Processamento (CPU) Memória Unidades de E/S Barramentos Modelo de Von Neumann Apresentado em 1945 Conceito de programa armazenado
Sistemas Operacionais. Sistema de entrada e Saída
Sistemas Operacionais Sistema de entrada e Saída Sistema de Entrada e Saída I/O É uma das principais tarefas de um sistema computacional Como máquina abstrata o S.O. deve oferecer uma visão padronizada
AULA 05: LINGUAGEM DE MONTAGEM: SUPORTE A PROCEDIMENTOS
ORGANIZAÇÃO E ARQUITETURA DE COMPUTADORES I AULA 05: Prof. Max Santana Rolemberg Farias [email protected] Colegiado de Engenharia de Computação O QUE SÃO PROCEDIMENTOS? Procedimentos são um conjunto
SSC510 Arquitetura de Computadores 1ª AULA
SSC510 Arquitetura de Computadores 1ª AULA REVISÃO DE ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Arquitetura X Organização Arquitetura - Atributos de um Sistema Computacional como visto pelo programador, isto é a estrutura
Gerência de Entrada e Saída
Gerência de Entrada e Saída Dispositivos de Entrada e Saída (1) Constituídos de 2 partes: Mecânica Eletrônica Controladora ou Adaptadora Controladora Placa ligada a um slot livre, ou inserida diretamente
SSC0611 Arquitetura de Computadores
SSC0611 Arquitetura de Computadores 6ª Aula Entrada e Saída Profa. Sarita Mazzini Bruschi [email protected] Estrutura da máquina de von Neumann Dispositivos Periféricos Interface com o mundo exterior
Unix: Processos e o Kernel. Sistemas Operacionais
Unix: Processos e o Kernel O Kernel É um programa especial, uma parte privilegiada do sistema operacional, que roda diretamente sobre o hardware. Ele implementa o modelo de processos do sistema. O kernel
Arquitetura de Computadores. Revisão Volnys Bernal. Agenda. Revisão: Arquitetura de Computadores. Sobre esta apresentação
1998-2010 - Volnys Bernal 1 1998-2010 - Volnys Bernal 2 Agenda Revisão: Volnys Borges Bernal [email protected] http://www.lsi.usp.br/~volnys Arquitetura Geral Espaço de Endereçamento Processador e s Laboratório
ARQUITETURA E ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES A UNIDADE LÓGICA ARITMÉTICA E AS INSTRUÇÕES EM LINGUAGEM DE MÁQUINA
ARQUITETURA E ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES A UNIDADE LÓGICA ARITMÉTICA E AS INSTRUÇÕES EM LINGUAGEM DE MÁQUINA Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-2 Objetivos Conhecer o processador Compreender os registradores
Introdução. Pedro Cruz. EEL770 Sistemas Operacionais
Introdução Pedro Cruz EEL770 Sistemas Operacionais Roteiro Informações úteis Motivação Definições Revisão de arquitetura 2 Contato Site da disciplina www.gta.ufrj.br/~cruz/courses/eel770 Email [email protected]
Sistemas de Entrada e Saída
Sistemas de Entrada e Saída Eduardo Ferreira dos Santos Ciência da Computação Centro Universitário de Brasília UniCEUB Junho, 2017 1 / 44 Sumário 1 Dispositivos de E/S 2 Interrupções 3 Camadas de Software
Segmentação de Memória
Segmentação de Memória Pedro Cruz EEL770 Sistemas Operacionais Memória volátil Algoritmos de substituição Substituição de páginas não usadas recentemente Substituição de páginas primeiro a entrar, primeiro
Aula 03 - Concorrência. por Sediane Carmem Lunardi Hernandes
1 Aula 03 - Concorrência por Sediane Carmem Lunardi Hernandes 2 1. Introdução Sistemas operacionais podem ser vistos como um conjunto de rotinas executadas concorrentemente de forma ordenada Princípio
Arquitetura e Organização de Computadores
Arquitetura e Organização de Computadores Unidade Central de Processamento (CPU) Givanaldo Rocha de Souza http://docente.ifrn.edu.br/givanaldorocha [email protected] Baseado nos slides do capítulo
Interrupções e DMA. Mecanismos de I/O
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Escola de Engenharia Departamento de Engenharia Elétrica Curso de Extensão em Arquitetura de Computadores Pessoais Interrupções e DMA 1 Mecanismos de I/O Programmed
William Stallings Computer Organization and Architecture
William Stallings Computer Organization and Architecture Capítulo 3 Como o Processador Funciona Arquitetura von Neumann Como discutido anteriormente, os projetos dos computadores modernos são baseados
Estrutura de Sistemas Operacionais. Capítulo 1: Introdução
Estrutura de Sistemas Operacionais 1.1 Silberschatz, Galvin and Gagne 2005 Capítulo 1: Introdução O que faz um sistema operacional? Revisão da organização de um computador Revisão de alguns conceitos de
Sistema de entrada e saída (E/S)- Módulos de E/S; tipos de operações de E/S
Sistema de entrada e saída (E/S)- Módulos de E/S; tipos de operações de E/S Explicitar aos alunos os modelos de entrada e saída em um computador e quais barramentos se aplicam a cada componente: memória,
Dispositivos de Entrada e Saída
Departamento de Ciência da Computação - UFF Dispositivos de Entrada e Saída Prof. Marcos A. A. Guerine [email protected] 1 Dipositivos periféricos ou simplesmente periféricos permitem a comunicação da
Microprocessadores I ELE Aula 7 Conjunto de Instruções do Microprocessador 8085 Desvios
Microprocessadores I ELE 1078 Aula 7 Conjunto de Instruções do Microprocessador 8085 Desvios Grupos de Instruções do 8085 As instruções no 8085 são distribuídas em 5 grupos: 1. Grupo de transferência da
Processos O conceito de processos é fundamental para a implementação de um sistema multiprogramável. De uma maneira geral, um processo pode ser entend
Concorrência Nos sistemas Monoprogramáveis somente um programa pode estar em execução por vez, permanecendo o processador dedicado a esta única tarefa. Os recursos como memória, processador e dispositivos
Parte I Multiprocessamento
Sistemas Operacionais I Estrutura dos SO Prof. Gregorio Perez [email protected] 2004 Parte I Multiprocessamento Roteiro 1 Multiprocessadores em Sistemas Fortemente Acoplados 1.1 1.2 1.3 Processamento
Sistemas Operacionais. Entrada/Saída
Sistemas Operacionais Entrada/Saída Atualizado em 28/02/2014 Como ocorre a comunicação de E/S Aplicação Operações de E/S Chamadas de Sistema S.O. Subsistema de E/S Núcleo (Kernel) Drivers HARDWARE Controladoras
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO BACHARELADO EM INFORMÁTICA SISTEMAS OPERACIONAIS I 1 0 SEM/05 Teste 1 Unidade I DURAÇÃO: 50 MINUTOS
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO BACHARELADO EM INFORMÁTICA SISTEMAS OPERACIONAIS I 1 0 SEM/05 Teste 1 Unidade I DURAÇÃO: 50 MINUTOS Aluno: GABARITO Escore: 1 a Questão (30) Assinale a(s) resposta(s)
Dispositivos de Entrada e Saída
Departamento de Ciência da Computação - UFF Dispositivos de Entrada e Saída Prof. Marcos A. Guerine [email protected] 1 Dipositivos periféricos ou simplesmente periféricos permitem a comunicação da máquina
Sistemas Operacionais. Rodrigo Rubira Branco [email protected] [email protected]. www.fgp.com.br
Sistemas Operacionais Rodrigo Rubira Branco [email protected] [email protected] Tipos de Sistemas Operacionais De Sistemas Embarcados (PalmOS,WinCE,WinXPEmbbeded,Linux) Hardware simples, especifico
Sumário. Sistemas Operativos 1
Sumário Requisitos mínimos do hardware para suportar um SO protegido (ex: Windows/Linux) Mecanismos hardware de suporte nas arquitecturas x86/x64 Sequência de chamada de serviços sistema no Windows a 32
Entrada e Saída e Dispositivos
Entrada e Saída e Dispositivos Uma das funções do Sistema Operacional é: - Gerência de dispositivos de E/S. Operações: - Tratamento de interrupções - Tratamento erros - Interfaceamento entre os dispositivos
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais Entrada e Saída Norton Trevisan Roman Marcelo Morandini Jó Ueyama Apostila baseada nos trabalhos de Kalinka Castelo Branco, Antônio Carlos Sementille, Luciana A. F. Martimiano e nas
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais Eduardo Ferreira dos Santos Engenharia de Computação Centro Universitário de Brasília UniCEUB Abril, 2016 1 / 20 Sumário 1 Estrutura dos Sistemas Operacionais 2 System Calls 2 / 20
Periféricos possuem características diferentes. Periféricos são mais lentos que UCP e Memória Necessita-se de módulos de Entrada/Saída
Periféricos possuem características diferentes Geram diferentes quantidades de dados Em velocidades diferentes Em formatos diferentes Periféricos são mais lentos que UCP e Memória Necessita-se de módulos
Chamadas de Sistema (SYSCALL)
Chamadas de Sistema (SYSCALL) Eduardo Ferreira dos Santos Engenharia de Computação Centro Universitário de Brasília UniCEUB Abril, 2016 1 / 26 Sumário 1 Estrutura dos Sistemas Operacionais 2 System Calls
Processos. Processo (1) Processo (2) Processo (3) Conceitos Básicos
Processos Conceitos Básicos Processo (1) Abstração usada pelo S.O. para designar a execução de um programa. É caracterizado por uma thread de execução, um estado corrente e um conjunto associado de recursos
Processos. Conceitos Básicos
Processos Conceitos Básicos Processo (1) Abstração usada pelo S.O. para designar a execução de um programa. É caracterizado por uma thread de execução, um estado corrente e um conjunto associado de recursos
Infraestrutura de Hardware. Implementação Multiciclo de um Processador Simples
Infraestrutura de Hardware Implementação Multiciclo de um Processador Simples Perguntas que Devem ser Respondidas ao Final do Curso Como um programa escrito em uma linguagem de alto nível é entendido e
Capítulo 9: Memória Virtual. Operating System Concepts 8 th Edition
Capítulo 9: Memória Virtual Silberschatz, Galvin and Gagne 2009 Objetivos Descrever os benefícios de um sistema de memória virtual Explicar os conceitos de paginação sob demanda, algoritmo de substituição
William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição
William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição Capítulo 3 Visão de alto nível da função e interconexão do computador slide 1 Conceito de programa Sistemas hardwired são inflexíveis.
Disciplina: Arquitetura de Computadores
Disciplina: Arquitetura de Computadores Estrutura e Funcionamento da CPU Prof a. Carla Katarina de Monteiro Marques UERN Introdução Responsável por: Processamento e execução de programas armazenados na
Unix: Processos e o Kernel. Sistemas Operacionais
Unix: Processos e o Kernel O Kernel É um programa especial, uma parte privilegiada do sistema operacional, que roda diretamente sobre o hardware. Ele implementa o modelo de processos do sistema. O kernel
Sistemas Operacionais. Conceito de Processos
Sistemas Operacionais Conceito de Processos Processos Conceito de processo Estado de um processo Troca de contexto e PCB Fila de Processo Escalonador Comunicação entre processos Processo Um sistema operacional
Introdução aos Sistemas Operacionais. Subsistema de Entrada e Saída
Introdução aos Sistemas Operacionais Subsistema de Entrada e Saída Eleri Cardozo FEEC/Unicamp Entrada e Saída O subsistema de entrada e saída é responsável pela interface entre o sistema operacional e
Dispositivos de Entrada e Saída
Departamento de Ciência da Computação - UFF Dispositivos de Entrada e Saída Profa. Débora Christina Muchaluat Saade [email protected] Problemas com Entrada e Saída ü Periféricos possuem características
Arquitetura e Organização de Computadores
Arquitetura e Organização de Computadores Estrutura e Função do Processador Material adaptado, atualizado e traduzido de: STALLINGS, William. Arquitetura e Organização de Computadores. 5ª edição Organização
Prof. Gustavo Oliveira Cavalcanti https://sites.google.com/a/poli.br/professorgustavooc/
Sistemas Digitais Prof. Gustavo Oliveira Cavalcanti [email protected] https://sites.google.com/a/poli.br/professorgustavooc/ Conteúdo Programático (Organização e Arquitetura) Arquitetura e história dos
