PRECEDENTES NO CPC João Eberhardt Francisco
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- Manuela Dina Malheiro Bardini
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1 PRECEDENTES NO CPC 2015 João Eberhardt Francisco
2 TEMOS UM SISTEMA DE PRECEDENTES NO CPC 2015? Os tribunais devem uniformizar sua jurisprudência e mantê-la estável, íntegra e coerente (art. 926 do CPC) Coerência entre as decisões judiciais - autoridade e credibilidade do Poder Judiciário Segurança jurídica: estabilidade e continuidade da ordem jurídica e também a previsibilidade das decisões. Técnicas processuais de gestão de processos # Sistema de Precedentes
3 TEMOS UM SISTEMA DE PRECEDENTES NO CPC 2015? SE as disposições do CPC sobre precedentes forem corretamente adotadas: Maior previsibilidade no resultado da demanda Redução da demora processual em alguns casos Gestão estratégica do contencioso massificado Quando recorrer? Recursos e formação de precedentes sucesso na demanda x contenção de riscos futuros
4 PRECEDENTES NO CPC 2015 Eficácia vinculante dos precedentes: Embora em tese a lei seja a fonte primeira de apreciação do direito, o juiz, primeiro, deve observar os precedentes quando editada Súmula vinculante sobre um determinado tema ou proferido julgamento em (art. 927): i) em sede de controle concentrado de constitucionalidade; ii) pela sistemática dos recursos repetitivos; iii) em IRDR incidente de resolução de demandas repetitivas; iv) em IAC incidente de assunção de competência; v) súmulas do STF e do STJ; vi) orientação do plenário ou do órgão especial do tribunal a que estiver vinculado
5 PRECEDENTE, JURISPRUDÊNCIA E SÚMULA Embora o CPC não faça distinções, entende-se que: Precedentes são razões generalizáveis que são extraídas do fundamento das decisões e, por força dos arts. 926 e 927, somente são formados pelo STJ e STF, e são de observância obrigatória. Art º Ao editar enunciados de súmula, os tribunais devem aterse às circunstâncias fáticas dos precedentes que motivaram sua criação.
6 PRECEDENTE, JURISPRUDÊNCIA E SÚMULA Embora o CPC não faça distinções, entende-se que: Jurisprudência é o resultado da atividade das Cortes na interpretação dos casos, cuja reiteração gera certa unidade que serve de parâmetro que permite o controle da fundamentação das decisões em casos análogos.
7 PRECEDENTE, JURISPRUDÊNCIA E SÚMULA Embora o CPC não faça distinções, entende-se que: Súmulas são guias de interpretação do direito, simplificadas, sem qualquer alusão aos casos concretos que as originaram, facilitando a tarefa dos juízes. Nem toda decisão judicial forma precedente e nem todo fundamento tem força vinculante
8 RATIO DECIDENDI X OBITER DICTUM A ratio decidendi é a tese jurídica consagrada na decisão, ela decorre e é extraída de todos os elementos da decisão, especialmente a fundamentação, mas também o relatório e o dispositivo. Obiter dicta são as considerações não necessárias ao resultado ou ligadas a fatos que não os da causa ou que nenhuma das partes arguiu. Geralmente são as demais considerações da Corte sobre as questões que ela não foi chamada a decidir. A obiter dicta é relevante quando indicar inclinação da Corte a um entendimento, mas não forma o procedente
9 DISTINÇÃO E SUPERAÇÃO Para aplicar-se o precedente é necessário comparar o caso de que provém a ratio com aquele que está em julgamento. O distinguishing é a comparação de casos em que se constata que o precedente não se aplica ao caso porque as diferenças entre as questões são tais que a regra de julgamento anterior não resolve o caso em análise. Mas não é qualquer diferença que impede a subordinação, ela deve vir sobre fatos fundamentais e não meramente acidentais ou irrelevantes. O Código alude à necessidade de distinção em diversos artigos: 489, 1, V e VI; 1029, 2; 1037, 9 e 12; 1042, 1º, II;
10 DISTINÇÃO E SUPERAÇÃO Superação do precedente (overrulling): um precedente pode e deve ser revogado para o desenvolvimento do direito mas ele não pode ser revogado sob qualquer pretexto sob pena de perder sua função. Um precedente deve ser revogado quando não correspondem mais aos padrões de congruência social e consistência com o sistema em que está inserido e isso decorre basicamente da existência de entendimentos ou precedentes controversos. Art. 927, 2, 3, 4 preservação da segurança jurídica superação parcial e superação para a frente.
11 Alteração e modulação da Jurisprudência Art (...) 1 o Os juízes e os tribunais observarão o disposto no art. 10 e no art. 489, 1 o, quando decidirem com fundamento neste artigo. Art. 10. O juiz não pode decidir, em grau algum de jurisdição, com base em fundamento a respeito do qual não se tenha dado às partes oportunidade de se manifestar, ainda que se trate de matéria sobre a qual deva decidir de ofício. 489, 1º: Não se considera fundamentada qualquer decisão judicial que: - se limitar a invocar precedente ou enunciado de súmula, sem identificar seus fundamentos determinantes nem demonstrar que o caso sob julgamento se ajusta àqueles fundamentos; - deixar de seguir enunciado de súmula, jurisprudência ou precedente invocado pela parte, sem demonstrar a existência de distinção no caso em julgamento ou a superação do entendimento.
12 Alteração e modulação da Jurisprudência Art (...) 2º A alteração de tese jurídica adotada em enunciado de súmula ou em julgamento de casos repetitivos poderá ser precedida de audiências públicas e da participação de pessoas, órgãos ou entidades que possam contribuir para a rediscussão da tese. 3º Na hipótese de alteração de jurisprudência dominante do Supremo Tribunal Federal e dos tribunais superiores ou daquela oriunda de julgamento de casos repetitivos, pode haver modulação dos efeitos da alteração no interesse social e no da segurança jurídica.
13 Alteração e modulação da Jurisprudência Art (...) 4 o A modificação de enunciado de súmula, de jurisprudência pacificada ou de tese adotada em julgamento de casos repetitivos observará a necessidade de fundamentação adequada e específica, considerando os princípios da segurança jurídica, da proteção da confiança e da isonomia. 5 o Os tribunais darão publicidade a seus precedentes, organizandoos por questão jurídica decidida e divulgando-os, preferencialmente, na rede mundial de computadores.
14 Impactos dos precedentes no sistema processual fundamentação da sentença O artigo 489 do novo CPC inova ao determinar em seu 1º que não se considerará fundamentado qualquer pronunciamento judicial que: limita-se a indicar, reproduzir ou parafrasear ato normativo, precedente ou súmula (ou deixar de fazê-lo sem esclarecer os motivos); limitar-se a invocar precedente ou sumula sem explicar os motivos ou demonstrar que o caso se ajusta àquela situação ou deixar de aplicar sem fundamento.
15 Reclamação e vinculação do precedente Art Caberá reclamação da parte interessada ou do Ministério Público para: I - preservar a competência do tribunal; II - garantir a autoridade das decisões do tribunal; III - garantir a observância de decisão do Supremo Tribunal Federal em controle concentrado de constitucionalidade; IV - garantir a observância de enunciado de súmula vinculante e de precedente proferido em julgamento de casos repetitivos ou em incidente de assunção de competência. 1 o A reclamação pode ser proposta perante qualquer tribunal, e seu julgamento compete ao órgão jurisdicional cuja competência se busca preservar ou cuja autoridade se pretenda garantir. 4 o As hipóteses dos incisos III e IV compreendem a aplicação indevida da tese jurídica e sua não aplicação aos casos que a ela correspondam.
16 Impactos dos precedentes no sistema processual improcedência liminar Art Nas causas que dispensem a fase instrutória, o juiz, independentemente da citação do réu, julgará liminarmente improcedente o pedido que contrariar: I - enunciado de súmula do Supremo Tribunal Federal ou do Superior Tribunal de Justiça; II - acórdão proferido pelo Supremo Tribunal Federal ou pelo Superior Tribunal de Justiça em julgamento de recursos repetitivos; III - entendimento firmado em incidente de resolução de demandas repetitivas ou de assunção de competência; IV - enunciado de súmula de tribunal de justiça sobre direito local. (...)
17 Impactos dos precedentes no sistema processual Poderes do relator Ampliação dos poderes do relator. Disciplina mais detalhada: substituição de jurisprudência dominante e improcedente por: acórdão proferido em julgamento de recursos repetitivos e entendimento firmado em incidente de resolução de demandas repetitivas ou de assunção de competência. Combate à jurisprudência defensiva com o parágrafo único do art. 932 (prazo para sanear vício), que determina um direito do recorrente, e não uma faculdade do julgador.
18 CPC/1973 Art O relator negará seguimento a recurso manifestamente inadmissível, improcedente, prejudicado ou em confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do respectivo tribunal, do Supremo Tribunal Federal, ou de Tribunal Superior. 1 o -A Se a decisão recorrida estiver em manifesto confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do Supremo Tribunal Federal, ou de Tribunal Superior, o relator poderá dar provimento ao recurso. (...) CPC/2015 Art Incumbe ao relator: I - dirigir e ordenar o processo no tribunal, inclusive em relação à produção de prova, bem como, quando for o caso, homologar autocomposição das partes; II - apreciar o pedido de tutela provisória nos recursos e nos processos de competência originária do tribunal; III - não conhecer de recurso inadmissível, prejudicado ou que não tenha impugnado especificamente os fundamentos da decisão recorrida; IV - negar provimento a recurso que for contrário a: a) súmula do Supremo Tribunal Federal, do Superior Tribunal de Justiça ou do próprio tribunal; b) acórdão proferido pelo Supremo Tribunal Federal ou pelo Superior Tribunal de Justiça em julgamento de recursos repetitivos; c) entendimento firmado em incidente de resolução de demandas repetitivas ou de assunção de competência;
19 CPC/1973 Art (...) CPC/2015 Art Incumbe ao relator: V - depois de facultada a apresentação de contrarrazões, dar provimento ao recurso se a decisão recorrida for contrária a: a) súmula do Supremo Tribunal Federal, do Superior Tribunal de Justiça ou do próprio tribunal; b) acórdão proferido pelo Supremo Tribunal Federal ou pelo Superior Tribunal de Justiça em julgamento de recursos repetitivos; c) entendimento firmado em incidente de resolução de demandas repetitivas ou de assunção de competência; VI - decidir o incidente de desconsideração da personalidade jurídica, quando este for instaurado originariamente perante o tribunal; VII - determinar a intimação do Ministério Público, quando for o caso; VIII - exercer outras atribuições estabelecidas no regimento interno do tribunal. Parágrafo único. Antes de considerar inadmissível o recurso, o relator concederá o prazo de 5 (cinco) dias ao recorrente para que seja sanado vício ou complementada a documentação exigível.
20 João Eberhardt Francisco
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