CÂMARA MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO
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- Carmem Maranhão Borba
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1 DESPACHO 2007 N O PROJETO DE LEI Nº 1310/2007 INSTITUI O SERVIÇO E COLETA DE PEQUENAS CARGAS, MEDIANTE UTILIZAÇÃO DE MOTOCICLETAS, NO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO, DENOMINADO MOTO-FRETE, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. Autores: Vereador ÁTILA NUNES NETO Vereador CARLO CAIADO A CÂMARA MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO D E C R E T A : Art. 1º Fica instituído o serviço de entrega e coleta de pequenas cargas, mediante utilização de motocicletas, denominado moto-frete, que passa a ser regido pelas disposições previstas nesta Lei. Art. 2º O serviço poderá ser prestado por condutor autônomo ou por pessoa jurídica, constituída sob a forma de empresa comercial, associação ou cooperativa, que explore esse serviço por meio de frota própria ou não, mediante prévia autorização e licença, nas condições estabelecidas nesta Lei e nos atos normativos dela decorrentes. Art. 3º À pessoa jurídica, constituída na forma desta Lei para a exploração do serviço de moto-frete, será outorgado Termo de Credenciamento, do qual constarão seus direitos e obrigações.
2 Parágrafo único A autorização para executar o serviço, no caso previsto no caput deste artigo, compreende a expedição do Termo de Credenciamento e da Licença de Moto-Frete. Art. 4º O credenciamento da pessoa jurídica, nos termos do art. 3º desta Lei, está sujeito ao atendimento das seguintes exigências, bem como de outras que poderão ser estabelecidas pela Secretaria Municipal de Transportes SMTR: I dispor de sede no Município do Rio de Janeiro; II estar inscrita no Cadastro de Contribuintes Mobiliários CCM; III estar inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas CNPJ; IV apresentar os seguintes documentos: a) certidão negativa de débito da Receita Federal; b) certidão negativa de débito da Procuradoria da Fazenda Nacional; c) certidão negativa de débito de tributos mobiliários e imobiliários do Município do Rio de Janeiro; d) certidão comprobatória de regularidade perante o Instituto Nacional do Seguro Social INSS; e) certidão comprobatória de regularidade perante o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço FGTS; f) certidão negativa de protestos dos últimos 5 (cinco) anos; g) contrato social ou ato constitutivo e última alteração, quando for o caso, registrado no Cartório de Registro Civil das Pessoas Jurídicas ou na Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro. 1º - A cooperativa ou associação deverá ser constituída exclusivamente por profissionais autônomos portadores de licença para execução do serviço de moto-frete.
3 2º - O Termo de Credenciamento poderá ser cancelado, a qualquer tempo, em razão do interesse público, sem que disso decorra direito à indenização. Art. 5º A pessoa jurídica deverá apresentar à Secretaria Municipal de Transportes - SMTR, sempre que solicitado, relação de todos os condutores, bem como fornecer qualquer outra informação pertinente à atividade autorizada. Art. 6º O Termo de Credenciamento deverá ser renovado a cada 2 (dois) anos, mediante o atendimento dos requisitos previstos no art. 4º desta Lei e de outros que poderão ser exigidos pela SMTR. 1º - A não-renovação do Termo de Credenciamento no prazo estabelecido implicará, automaticamente, aplicação das penalidades previstas na legislação vigente, caso a pessoa jurídica continue em atividade. 2º - A renovação do Termo de Credenciamento fica subordinada à comprovação da regularidade da empresa junto à SMTR. Art. 7º Na operação do serviço, os condutores deverão portar a Licença de Moto- Frete, com prazo de validade vigente, além de um adesivo a ser colocado na traseira do baú, no formato de uma elipse, fundo branco e números pretos, correspondendo ao número da licença, com área de 280 cm² (duzentos e oitenta centímetros quadrados), a ser fornecido pela SMTR. Art. 8º Para inscrição no Cadastro, os condutores deverão atender aos seguintes requisitos:
4 I apresentar Carteira Nacional de Habilitação, categoria A, em validade, expedida há pelo menos 2 (dois) anos; II apresentar prontuário de condutor expedido pelo DETRAN; III apresentar cópia do comprovante de conclusão do Curso Especial de Treinamento e Orientação, ministrado ou reconhecido pela SMTR; IV apresentar declaração ou comprovante de endereço; V apresentar certidões de antecedentes criminais expedidas pelo Cartório Distribuidor Criminal e pela Vara das Execuções Criminais da Comarca da Capital, bem como pela Justiça Federal, com as devidas certidões explicativas quando houver anotação; VI apresentar apólice de Seguro de Vida Complementar com cobertura a ser definida em portaria específica. a) 1º Caso o condutor possua habilitação há menos de 2 (dois) anos, deverá comprovar, além do curso previsto no inciso III do caput deste artigo, a conclusão e a aprovação em Curso Complementar Prático de Treinamento para Condutores de Moto-Frete, reconhecido pela SMTR. b) 2º Será negada a licença de moto-frete se constar dos documentos referidos no inciso V do caput deste artigo mandado de prisão expedido contra o interessado. Art. 9º Para a renovação da licença de moto-frete, deverão ser atendidos os requisitos previstos no art. 8º desta Lei, excetuado o disposto no inciso III de seu caput. Parágrafo único Se o Cadastro não for renovado dentro do prazo, será automaticamente cancelado.
5 Art. 10 O veículo a ser utilizado no serviço de moto-frete deverá ser previamente aprovado pela SMTR, registrado no DETRAN na categoria aluguel (placas vermelhas) e ter as seguintes características: I ser original de fábrica; II ter, no máximo, 10 (dez) anos, excluído o ano de fabricação; III possuir cilindrada mínima de 125 c.c.; IV possuir os padrões de visualização a serem definidos pela SMTR; V possuir os equipamentos obrigatórios definidos no Código Brasileiro de Trânsito; VI ser aprovado em vistoria anual pela SMTR ou por empresas credenciadas para esse serviço; VII ser dotado de compartimento fechado, tipo baú, na forma estabelecida em regulamentação pertinente pelo Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN) e atendendo às especificações editadas pela SMTR. Art. 11 O veículo registrado na licença poderá ser substituído por outro, desde que aprovado em vistoria. Parágrafo único Ocorrendo a baixa do veículo e a não-substituição em 180 (cento e oitenta) dias, a licença ficará automaticamente cancelada. Art. 12 A Licença de Moto-Frete é o documento pessoal e intransferível pelo qual é autorizada a utilização de motocicleta para a prestação do serviço a que se refere esta Lei.
6 Art. 13 Concedido o Termo de Credenciamento, a pessoa jurídica deverá requerer a expedição de licença para cada moto de sua frota. Art. 14 Ao condutor autônomo, será concedida a licença relativa à moto, desde que cumpridas as seguintes exigências: I apresentar moto de sua propriedade, devidamente aprovada em vistoria; II estar inscrito no Cadastro de Contribuintes Mobiliários (CCM); III não estar vinculado e não ser permissionário de qualquer outra autorização para operação de serviços de transporte de passageiros ou carga, expedida pela SMTR; IV estar em situação regular perante o Instituto Nacional do Seguro Social INSS. a) 1º - excepcionalmente, poderá ser concedida licença ao condutor que apresentar moto com arrendamento mercantil ou contrato de comodato. b) 2º - A licença concedida na hipótese prevista no 1º deste artigo poderá ser renovada por, no máximo, 3 (três) vezes, se o veículo permanecer na situação ali descrita. Art. 15 A Licença de Moto-Frete terá validade por 1 (um) ano e sua renovação deverá ser requerida 30 (trinta) dias antes de seu vencimento, podendo ser renovada até o prazo máximo de 180 (cento e oitenta) dias, contados da data de seu vencimento, desde que o interessado pague, além das taxas e tributos devidos, multa que estiver em vigor. Art. 16 É vedado às empresas, cooperativas ou condutores autônomos licenciados de acordo com esta Lei promover ou vincular prazos ou tempos de entrega a
7 descontos, multas, prêmios ou penalidades relacionados ao bom cumprimento na entrega de encomendas ou a execução de serviços de moto-frete. Art. 17 É vedado às empresas, cooperativas ou condutores autônomos licenciados de acordo com esta Lei circular com a motocicleta fora de serviço, portando o baú com o número de licenciamento, bem como conduzir passageiros ou caroneiros quando em atividade. Art. 18 A SMTR poderá estabelecer, por ato normativo próprio, a cada ano, o número máximo de licenciamentos permitidos para cada exercício do serviço de moto-frete. Art. 19 Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Plenário Teotônio Villela, 30 de agosto de Vereador ÁTILA NUNES NETO DEM Vereador CARLO CAIADO DEM
8 JUSTIFICATIVA Este Projeto de Lei que apresentamos a nossos pares tem como objetivo possibilitar que o serviço de moto-frete, que esta difundido e em operação em diversas partes da Cidade do Rio de Janeiro há algum tempo, possa ser regulamentado pela Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro, obedecendo a Legislação de Trânsito em vigor. Esse serviço de entrega e coleta de pequenas cargas, mediante utilização de motocicletas, passa a ser regido pelas disposições previstas nesta Lei, de forma que o mesmo poderá ser prestado por condutor autônomo ou por pessoa jurídica, constituída sob a forma de empresa comercial, associação ou cooperativa e que explore esse serviço por meio de frota própria ou não, mediante prévia autorização e licença, a ser expedida pela Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro, por meio da Secretaria Municipal de Transportes.
I - Apresentar Carteira Nacional de Habilitação, categoria A, em validade, expedida há pelo menos dois anos;
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