Qualidade dos Serviços Clínicos
|
|
|
- Olívia Graça Jardim
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 X Qualidade dos Serviços Clínicos ÍNDICE SECÇÃO I SISTEMAS DE GESTÃO E AVALIAÇÃO DA QUALIDADE Sistema de Gestão da Qualidade Sistema de Gestão Ambiental Monitorização e avaliação dos resultados de natureza assistencial Avaliação da satisfação dos Utentes Avaliação da satisfação dos profissionais Acreditação Normas e procedimentos Sistema de planeamento de altas Controlo de infecção hospitalar Sistema de Triagem de Prioridades na Urgência...12 SECÇÃO II RESULTADOS Limites à aplicação dos Parâmetros de Desempenho de Resultado em função da Produção Prevista Valores de Referência...14 Apêndice 1: Parâmetros de Desempenho de Resultado Apêndice 2: Parâmetros de Desempenho de Serviço Apêndice 3: Calendarização da Implementação do Sistema de Planeamento de Altas Apêndice 4: Calendarização da Implementação do Sistema de Controlo de Infecção Hospitalar Hospital de Braga 1/18 Anexo X Qualidade dos Serviços Clínicos
2 SECÇÃO I SISTEMAS DE GESTÃO E AVALIAÇÃO DA QUALIDADE 1. Sistema de Gestão da Qualidade 1.1 A Entidade Gestora do Estabelecimento obriga-se a estabelecer um sistema de gestão da qualidade, nos termos do definido na Cláusula 61.ª do Contrato de Gestão. 1.2 A Entidade Gestora do Estabelecimento obriga-se, no âmbito do seu sistema de gestão de qualidade, a obter a certificação de acordo com a Norma ISO 9001, no termo do primeiro ano completo após a Conclusão da Transferência do Estabelecimento Hospitalar para o Novo Edifício Hospitalar, para os seguintes serviços: a) Farmácia; b) Laboratório de Patologia Clínica; c) Laboratório de Anatomia Patológica; d) Laboratório de Imunohemoterapia; e) Imagiologia; f) Esterilização; g) Transporte de Utentes; h) Limpeza; i) Alimentação; j) Lavandaria e Tratamento de Roupa; l) Segurança; m) Controlo de Infestações; n) Gestão de Resíduos. 1.3 Caso não seja possível, para algum dos serviços, obter a certificação no prazo definido no número anterior, a Entidade Gestora do Estabelecimento obriga-se a informar e a justificar o facto à Entidade Pública Contratante, assim como a obter a certificação até ao termo dos primeiros dezoito meses após a Conclusão da Transferência do Estabelecimento Hospitalar para o Novo Edifício Hospitalar. Hospital de Braga 2/18 Anexo X Qualidade dos Serviços Clínicos
3 2. Sistema de Gestão Ambiental 2.1 O sistema de gestão ambiental (SGA), de acordo com os termos da ISO e da ISO 14004, que a Entidade Gestora do Estabelecimento se obriga a manter como parte do seu sistema de gestão da qualidade, tal como definido na alínea a) do n.º 10 da Cláusula 61.ª do Contrato de Gestão, inclui, sem limitação e cumulativamente: a) Uma política ambiental; b) Revisão regular dos aspectos ambientais da organização; c) Fixação de objectivos e metas para melhorar impactos ambientais; d) Procedimentos de controlo operacional; e) Monitorização e registos; f) A auditoria ao sistema e a sua revisão. 2.2 A Entidade Gestora do Estabelecimento, na organização das suas actividades, e considerando também as especificações técnicas e as especificações de serviço do Novo Edifício Hospitalar, nos termos do Anexo XXII ao Contrato, compromete-se a demonstrar uma atitude pro-activa que revele uma abordagem integrada da gestão do Estabelecimento Hospitalar e dos Actuais Edifícios Hospitalares, no quadro das limitações da actual infraestrutura, e do Novo Edifício Hospitalar, em termos de desenvolvimento sustentado, incluindo pelo menos e necessariamente as seguintes áreas: a) Poupança: designadamente, energia e água; b) Poluição: atendendo, nomeadamente, aos seguintes aspectos: alteração climática, diminuição da camada de ozono, emissões de veículos, biocidas e fertilizantes artificiais, amianto, substâncias perigosas, pilhas, solventes e tintas, materiais biodegradáveis e lixo; c) Reciclagem de resíduos; d) Manutenção e conservação dos bens afectos ao Hospital de Braga. 2.3 Em consonância com o prazo de implementação do sistema de gestão da qualidade, a Entidade Gestora do Estabelecimento compromete-se a que o sistema de gestão ambiental esteja plenamente operacional até ao termo do primeiro ano após a Conclusão da Transferência do Estabelecimento Hospitalar para o Novo Edifício Hospitalar. Hospital de Braga 3/18 Anexo X Qualidade dos Serviços Clínicos
4 2.4 Caso não seja possível obter a certificação pela norma ISO no prazo definido no número anterior, a Entidade Gestora do Estabelecimento obriga-se a informar e a justificar o facto à Entidade Pública Contratante, assim como a garantir que obtém a certificação até ao termo dos primeiros dezoito meses após a Conclusão da Transferência do Estabelecimento Hospitalar para o Novo Edifício Hospitalar. 3. Monitorização e avaliação dos resultados de natureza assistencial 3.1 Nos termos da alínea b) do n.º 10 da Cláusula 61.ª do Contrato de Gestão, a Entidade Gestora do Estabelecimento compromete-se a implementar um programa de monitorização e avaliação de resultados que seja aceite pela Entidade Pública Contratante, nos termos da alínea l) do n.º 1 da Cláusula 130.ª do Contrato. 3.2 O programa de monitorização e avaliação de resultados deve abranger os Parâmetros de Desempenho de Resultado incluídos no Apêndice 1 a este Anexo, sem prejuízo de outros Parâmetros de Desempenho que venham a ser estabelecidos nos termos previstos no Contrato. 3.3 A Entidade Gestora do Estabelecimento compromete-se a que a avaliação dos Parâmetros de Desempenho seja baseada em critérios adequados, obtidos através de uma metodologia que, no entender da Entidade Pública Contratante, seja cientificamente válida, consistente e que permita a comparação, concretamente para os Parâmetros de Desempenho incluídos no Apêndice 1 a este Anexo, com os resultados obtidos nos hospitais do Grupo de Referência. 3.4 O programa de monitorização e avaliação de resultados de natureza assistencial deve incluir, no mínimo: a) Um procedimento de recolha automática de dados, que deve estar suportado pelos registos no sistema de informação; b) O acompanhamento da recolha e o tratamento de dados por entidade(s) externa(s) com adequada competência técnica e independência; c) A emissão de relatórios pela(s) entidade(s) externa(s) referida(s) na alínea anterior com periodicidade trimestral sobre o desempenho do Hospital de Braga, Hospital de Braga 4/18 Anexo X Qualidade dos Serviços Clínicos
5 relativamente aos indicadores objecto de monitorização por cada uma das entidades; d) Um sistema de identificação dos desvios ("mecanismos de alarme"); e) A definição de mecanismos de intervenção em caso de desvios significativos relativamente à norma. 3.5 A Entidade Gestora do Estabelecimento deve acordar, com a(s) entidade(s) externa(s) a que refere o número anterior, o envio em formato electrónico, ao Gestor de Contrato, do relatório. 3.6 A implementação do programa de monitorização e avaliação de todos os resultados de natureza assistencial deve estar concluída até ao termo do primeiro ano após a Transmissão do Estabelecimento Hospitalar, sem prejuízo do disposto no número A Entidade Gestora do Estabelecimento é obrigada a monitorizar, reportados à data da Transmissão do Estabelecimento Hospitalar, os Parâmetros de Desempenho no ponto A do Apêndice 1 a este Anexo, ainda que as deduções só sejam aplicáveis por referência ao primeiro ano civil completo após a Transmissão do Estabelecimento. 3.8 Quando, em dois relatórios de avaliação consecutivos, sejam reportados valores insatisfatórios relativamente a qualquer um dos Parâmetros de Desempenho objecto de avaliação, a Entidade Gestora do Estabelecimento obriga-se a: a) No prazo máximo de trinta dias, estabelecer um plano de medidas a tomar, o qual deverá ser aprovado pela Entidade Pública Contratante somente nos casos em que preveja um período de implementação superior a três meses, que incluirá: i) A identificação das causas prováveis que determinam tais resultados; ii) As medidas em concreto a tomar, identificando os meios a afectar e os procedimentos a adoptar tendo em vista corrigir os referidos resultados; iii) Os objectivos de melhoria a obter, adequadamente calendarizados. b) Iniciar a implementação do plano de medidas no decurso do mês seguinte ao termo do prazo estabelecido na alínea anterior; c) No prazo máximo de três meses após a implementação do plano de medidas a que se refere nas alíneas a) e b) supra, obter uma melhoria significativa dos Parâmetros de Desempenho insatisfatórios (pelo menos um valor satisfatório em 50% dos Hospital de Braga 5/18 Anexo X Qualidade dos Serviços Clínicos
6 Parâmetros de Desempenho insatisfatórios) e, no prazo máximo de seis meses, atingir um resultado satisfatório em todos os Parâmetros de Desempenho; d) Apresentar à Entidade Pública Contratante o plano de medidas correctivas a que se refere nas alíneas a), b) e c) supra e os relatórios dos resultados obtidos, nos prazos estabelecidos na alínea anterior. 4. Avaliação da satisfação dos Utentes 4.1 Como parte integrante da sua política de qualidade, a Entidade Gestora do Estabelecimento obriga-se a realizar, nos termos da alínea c) do n.º 10 da Cláusula 61.ª, com uma periodicidade no mínimo anual, inquéritos de satisfação dos Utentes nas grandes áreas de actividade, prevendo-se que a realização dos primeiros inquéritos ocorra até doze meses após a Transmissão do Estabelecimento Hospitalar. 4.2 A metodologia dos inquéritos de satisfação dos Utentes a adoptar deve ser a utilizada pelo Ministério da Saúde, nos demais Hospitais integrados no Serviço Nacional de Saúde, por forma a garantir a comparabilidade dos resultados, consistindo essa metodologia, actualmente, num sistema cientificamente validado com base na metodologia ECSI Portugal. 4.3 Nos anos em que excepcionalmente o Ministério da Saúde não realize os inquéritos nos termos do número anterior, a Entidade Gestora do Estabelecimento obriga-se a realizar inquéritos de acordo com metodologia própria da Entidade Gestora do Estabelecimento, preparados e realizados por entidade independente, e a comunicar os resultados à Entidade Pública Contratante. 4.4 Todas as despesas associadas à realização dos inquéritos de satisfação feitos por entidade competente atenta a metodologia utilizada pelo Ministério da Saúde ficam a cargo da Entidade Gestora do Estabelecimento. 4.5 A Entidade Pública Contratante obriga-se a promover que a Entidade Gestora do Estabelecimento beneficie dos termos de acordos que o Ministério da Saúde fixe para a realização de inquéritos de satisfação de Utentes a outros hospitais do Serviço Nacional de Saúde. Hospital de Braga 6/18 Anexo X Qualidade dos Serviços Clínicos
7 4.6 Os resultados obtidos no primeiro inquérito de satisfação dos Utentes realizado durante o Período de Transição não serão considerados para efeitos de avaliação do desempenho da Entidade Gestora do Estabelecimento. 4.7 A Entidade Gestora do Estabelecimento compromete-se a introduzir os resultados dos inquéritos no sistema de monitorização, ficando acessíveis ao Gestor do Contrato. 4.8 Caso os resultados dos inquéritos sejam considerados insatisfatórios relativamente a qualquer dos aspectos objecto de avaliação, a Entidade Gestora do Estabelecimento obriga-se a identificar as causas prováveis da insatisfação manifestada e a tomar as medidas necessárias à respectiva correcção, conforme previsto no n.º 9 da Cláusula 53.ª do Contrato de Gestão, as quais devem constar do seu planeamento de qualidade anual e de um relatório a remeter à Entidade Pública Contratante. 4.9 Na avaliação da satisfação de Utentes são atendidas as regras constantes dos n.ºs 4 a 11 da Cláusula 53.ª do Contrato de Gestão. 5. Avaliação da satisfação dos profissionais 5.1 Ainda como parte integrante da sua política de qualidade, a Entidade Gestora do Estabelecimento obriga-se a realizar, nos termos da alínea c) do n.º 10 da Cláusula 61.ª, com uma periodicidade, no mínimo anual, inquéritos de satisfação dos profissionais, podendo optar por inquéritos parcelares distribuídos ao longo do ano, desde que estes abranjam em cada ano a totalidade dos profissionais, assumindo todas as despesas associadas à realização dos mesmos. 5.2 A Entidade Gestora do Estabelecimento compromete-se a submeter a aprovação da Entidade Pública Contratante, até seis meses a contar da data de Transmissão do Estabelecimento Hospitalar, a metodologia dos inquéritos que deve respeitar modelos já testados, em Portugal ou no estrangeiro, sendo preparados e realizados por uma entidade independente, adequadamente credenciada e aprovada, conjuntamente, pela Entidade Gestora do Estabelecimento e pela Entidade Pública Contratante. Hospital de Braga 7/18 Anexo X Qualidade dos Serviços Clínicos
8 5.3 A realização dos primeiros inquéritos deve ocorrer até seis meses após a aprovação prevista no número anterior. 5.4 A Entidade Gestora do Estabelecimento compromete-se a introduzir os resultados dos inquéritos no sistema de monitorização, ficando acessíveis ao Gestor do Contrato. 5.5 Caso os resultados dos inquéritos sejam considerados insatisfatórios relativamente a qualquer um dos aspectos objecto de avaliação, a Entidade Gestora do Estabelecimento obriga-se a identificar as causas prováveis da insatisfação manifestada e a tomar as medidas necessárias à respectiva correcção, as quais devem constar do seu planeamento de qualidade anual e de um relatório a remeter à Entidade Pública Contratante. 6. Acreditação 6.1 Até trinta dias após a assinatura do Contrato de Gestão, a Entidade Gestora do Estabelecimento deve propor um observador do processo de acreditação em curso no Hospital de São Marcos, a comunicar à Entidade Pública Contratante. 6.2 A Entidade Gestora do Estabelecimento fica obrigada a dar seguimento ao processo de acreditação iniciado pelo Hospital de São Marcos, obrigando-se a cumprir o planeamento definido com vista a realizar uma auditoria de acreditação do Health Quality Service. 6.3 Caso no âmbito da auditoria de acreditação referida no número anterior seja reportado o incumprimento de critérios de avaliação de que depende a acreditação, a Entidade Gestora do Estabelecimento obriga-se a promover, no prazo estabelecido pela entidade acreditadora, a auditoria parcelar e a obter da entidade acreditadora relatório comprovativo da acreditação sem condições ou condicionantes. 6.4 A Entidade Gestora do Estabelecimento após a Transferência para o Novo Edifício Hospitalar fica obrigada a aderir, em conformidade com o estabelecido na alínea d) do n.º 10 da Cláusula 61.ª do Contrato de Gestão, a um processo de acreditação de hospitais que seja aceite pela Entidade Pública Contratante, e que preferencialmente esteja de acordo com o referencial de acreditação que serve de base à maioria dos hospitais públicos integrados no Serviço Nacional de Saúde, actualmente o Health Quality Service. Hospital de Braga 8/18 Anexo X Qualidade dos Serviços Clínicos
9 6.5 O processo de acreditação a que a Entidade Gestora do Estabelecimento se obriga a aderir inclui todos os serviços, incluindo os Serviços Clínicos, os Serviços de Apoio clínico, os serviços administrativos, logísticos e de apoio geral. 6.6 A Entidade Gestora do Estabelecimento compromete-se a cumprir todo o processo conducente à realização de uma auditoria de acreditação pelo Health Quality Service tendo em vista a acreditação total, sem condições ou condicionantes, num prazo máximo de um ano após a Conclusão da Transferência de Estabelecimento para o Novo Edifício Hospitalar. 6.7 Caso no âmbito da auditoria de acreditação referida no número anterior seja reportado o incumprimento de critérios de avaliação de que depende a acreditação, a Entidade Gestora do Estabelecimento obriga-se a promover, no prazo estabelecido pela entidade acreditadora, a auditoria parcelar e a obter da entidade acreditadora relatório comprovativo da acreditação sem condições ou condicionantes. 6.8 Compromete-se também a Entidade Gestora do Estabelecimento a manter essa acreditação total, sem reservas nem condicionantes, durante todo o prazo remanescente do Contrato de Gestão relativo ao Estabelecimento Hospitalar. 6.9 Após a obtenção da acreditação, válida por três anos, a Entidade Gestora do Estabelecimento compromete-se a que o sistema contemple uma visita/auditoria de acompanhamento ou monitorização, no mínimo anual A Entidade Gestora do Estabelecimento compromete-se a que a entidade acreditadora emita, anualmente, um relatório de acreditação ou das visitas de monitorização anuais, acordando, com a mesma, o envio directo, em formato electrónico, ao Gestor do Contrato Quando, nos relatórios de acreditação ou visita, seja reportado o incumprimento pela Entidade Gestora do Estabelecimento de critérios de avaliação de que depende a acreditação, esta obriga-se a: Hospital de Braga 9/18 Anexo X Qualidade dos Serviços Clínicos
10 a) No prazo máximo de um mês, apresentar à Entidade Pública Contratante um plano de medidas a tomar, detalhando os meios a afectar e os procedimentos a adoptar, tendo em vista dar pleno cumprimento aos referidos critérios; b) No prazo máximo de três meses, dar execução às medidas referidas na alínea anterior; c) No prazo máximo estabelecido pela entidade acreditadora, promover auditoria parcelar do Estabelecimento Hospitalar e obter da entidade acreditadora relatório comprovativo do cumprimento do(s) critério(s) em falta A Entidade Gestora do Estabelecimento garante que as acções realizadas no contexto do processo de acreditação são coordenadas com os responsáveis do sistema de gestão da qualidade e com as diferentes acções desenvolvidas neste âmbito. 7. Normas e procedimentos A Entidade Gestora do Estabelecimento deve estabelecer normas e procedimentos no âmbito da actividade clínica, ou proceder a alterações às normas e aos procedimentos actualmente existentes, designadamente: a) Normas de orientação clínica; b) Procedimentos clínicos; c) Procedimentos de enfermagem; d) Normalização dos princípios assistenciais. 8. Sistema de planeamento de altas 8.1 Nos termos da alínea f) do n.º 10 da Cláusula 61.ª do Contrato de Gestão, a Entidade Gestora do Estabelecimento compromete-se a instituir um sistema de planeamento de altas, sujeito a regulamento interno a aprovar pela Entidade Pública Contratante, nos termos da alínea l) do n.º 1 da Cláusula 130.ª do Contrato de Gestão, respeitando os princípios estabelecidos nos números seguintes. 8.2 As actividades de planeamento de altas devem ser asseguradas tecnicamente por uma equipa multidisciplinar, de composição adequada à actividade do hospital, com a seguinte constituição mínima: Hospital de Braga 10/18 Anexo X Qualidade dos Serviços Clínicos
11 a) Um médico; b) Um enfermeiro; c) Um assistente social. 8.3 O planeamento de altas deve iniciar-se imediatamente após a admissão do Utente, mediante avaliação de uma lista de indicadores críticos, para identificação dos casos potencialmente problemáticos em termos de necessidade de apoio após a alta hospitalar. 8.4 A Entidade Gestora do Estabelecimento garante que a monitorização dos casos classificados como altas potencialmente problemáticas se efectua com base num plano de alta elaborado pela equipa de planeamento de altas, que deve ser discutido com os Utentes e/ou seus familiares, que o representem ou por ele indicados, durante o internamento hospitalar. 8.5 A Entidade Gestora do Estabelecimento obriga-se a assegurar a promoção do ingresso do Utente na Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados, através da Equipa de Gestão de Altas, de acordo com o disposto no n.º 4 da Cláusula 34.ª. 8.6 A Entidade Gestora do Estabelecimento garante que o sistema de planeamento de altas é organizado durante o primeiro ano após a Transmissão do Estabelecimento Hospitalar, de acordo com a calendarização apresentada no apêndice 3 a este anexo, e está em pleno funcionamento a partir do início do segundo ano após a Transmissão do Estabelecimento Hospitalar. 9. Controlo de infecção hospitalar 9.1 Nos termos da alínea g) do n.º 10 da Cláusula 61.ª do Contrato de Gestão, a Entidade Gestora do Estabelecimento compromete-se a dispor de um sistema de controlo de infecção hospitalar que deve respeitar, no mínimo, os parâmetros indicados neste anexo ou aqueles que vierem a ser definidos para os hospitais integrados no Serviço Nacional de Saúde. 9.2 A Entidade Gestora do Estabelecimento obriga-se a ter uma comissão de controlo da infecção hospitalar, nos termos da legislação vigente e dos regulamentos e circulares aplicáveis nesta matéria. Hospital de Braga 11/18 Anexo X Qualidade dos Serviços Clínicos
12 9.3 A comissão de controlo da infecção hospitalar deve ter um grupo de ligação com os profissionais do Estabelecimento Hospitalar. 9.4 A Entidade Gestora do Estabelecimento obriga-se, ainda: a) A instituir uma política e um programa de controlo de infecção hospitalar; b) Elaborar um manual de boas práticas de controlo de infecção hospitalar; c) Instituir um regulamento para os procedimentos de risco; d) Estabelecer uma política de uso de anti-microbianos; e) Criar um sistema de notificação da tuberculose e outras doenças de declaração obrigatória; f) Realizar auditorias periódicas às estruturas e procedimentos de risco; g) Efectuar estudos de prevalência/incidência de infecção; h) Dar formação a todos os grupos profissionais em matéria de prevenção de infecção hospitalar. 9.5 A Entidade Gestora do Estabelecimento garante que o sistema de controlo de infecção hospitalar é organizado durante o primeiro ano após a Transmissão do Estabelecimento Hospitalar, de acordo com a calendarização apresentada no apêndice 4 a este anexo, e está em pleno funcionamento a partir do início do segundo ano após a Transmissão do Estabelecimento Hospitalar. 10. Sistema de Triagem de Prioridades na Urgência 10.1 A Entidade Gestora do Estabelecimento obriga-se a organizar um sistema de triagem de prioridades, acreditado, designadamente o sistema de Triagem de Manchester, tendo por objectivo seleccionar, para atendimento no Serviço de Urgência, as situações que constituam situações de real e efectiva urgência ou emergência médica, cirúrgica, pediátrica ou obstétrica, devendo a triagem ser feita após a chegada ao hospital A Entidade Gestora do Estabelecimento obriga-se a cumprir os tempos de espera máximos após triagem constantes do sistema, em conformidade com a classificação de prioridades estabelecida, ou quanto aos Utentes classificados com as cores azul e verde ou equivalentes os adequados, tendo em consideração a respectiva afluência. Hospital de Braga 12/18 Anexo X Qualidade dos Serviços Clínicos
13 10.3 O sistema de triagem pode ser revisto anualmente, com o acordo da Entidade Pública Contratante, no âmbito do procedimento regulado na Cláusula 52.ª do Contrato de Gestão. Hospital de Braga 13/18 Anexo X Qualidade dos Serviços Clínicos
14 SECÇÃO II RESULTADOS 11. Limites à aplicação dos Parâmetros de Desempenho de Resultado em função da Produção Prevista As deduções relativamente aos Parâmetros de Desempenho abaixo indicados aplicam-se apenas caso a Produção Efectiva seja inferior ou igual à Produção Prevista e os tempos médios de espera tenham ultrapassado os valores de referência: a) Tempo médio de espera para a realização de Primeiras Consultas Externas; b) Tempo médio de espera para Internamento cirúrgico programado; c) Tempo médio de espera para Intervenção em Cirurgia de Ambulatório programada Quando seja excedida a Produção Prevista, não podem ser impostas deduções pela ocorrência de tempos de espera superiores. 12. Valores de Referência A fixação dos valores de referência deve ser efectuada por acordo, no âmbito do procedimento anual respeitante à Entidade Gestora do Estabelecimento, a partir do primeiro ano civil completo após a Transmissão, inclusive, sem prejuízo do disposto no n.º 3.7 deste anexo Até ao termo do primeiro ano completo de actividade após a Transferência para o Novo Edifício Hospitalar, a fixação dos valores de referência é efectuada numa lógica de melhoria contínua, implicando, em cada período, objectivos tão ou mais exigentes do que os estabelecidos, ou obtidos, no período anterior e tem como base, unicamente, os resultados efectivamente obtidos pelo Estabelecimento Hospitalar, não se aplicando os limites ao valor de referência fixados no apêndice 1 a este anexo A partir do termo do primeiro ano completo de actividade após a Transferência para o Novo Edifício Hospitalar, os valores de referência são determinados com base: (i) nos resultados obtidos pelos hospitais do Grupo de Referência, (ii) nos resultados Hospital de Braga 14/18 Anexo X Qualidade dos Serviços Clínicos
15 efectivamente obtidos pelo Estabelecimento Hospitalar nos últimos dois anos, (iii) nos valores de referência fixados no período anterior e (iv) nos limites aos valores de referência estabelecidos no apêndice 1 a este anexo No âmbito da aplicação do número anterior, para os Parâmetros de Desempenho em que não exista acordo entre as partes, os valores de referência anuais são fixados da seguinte forma: a) Para os Parâmetros de Desempenho de Resultado em que os resultados da Entidade Gestora do Estabelecimento tenham que ficar abaixo de um valor de referência, este corresponde ao mínimo entre: (i) o valor médio dos resultados obtidos pelos hospitais do Grupo de Referência com valores inferiores à mediana dos valores obtidos pelos hospitais do Grupo de Referência, no ano anterior, (ii) a média dos resultados obtidos pelo Estabelecimento Hospitalar nos dois anos anteriores, (iii) o valor de referência fixado no ano anterior e (iv) o limite ao valor de referência estabelecido no apêndice 1 a este anexo, quando aplicável; b) Para os Parâmetros de Desempenho de Resultado em que os resultados da Entidade Gestora do Estabelecimento tenham que ficar acima de um valor de referência, este corresponde ao máximo entre: (i) o valor médio dos resultados obtidos pelos hospitais do Grupo de Referência com valores superiores à mediana dos valores obtidos pelos hospitais do Grupo de Referência, no ano anterior, (ii) a média dos resultados obtidos pelo Estabelecimento Hospitalar nos dois anos anteriores, (iii) o valor de referência fixado no ano anterior e (iv) o limite ao valor de referência estabelecido no apêndice 1 a este anexo, quando aplicável Sem prejuízo do disposto no n.º 12.7, para efeitos de aplicação do número anterior, a Entidade Pública Contratante obriga-se a enviar os resultados obtidos pelos hospitais do Grupo de Referência até ao final de Março do ano em que se aplicam os valores de referência, sob pena de se operar o cálculo dos valores de referência para os Parâmetros de Desempenho em que tal não seja possível tendo apenas em conta as restantes variáveis indicadas no número anterior Excluem-se do disposto no número 12.4 os seguintes Parâmetros de Desempenho de Resultado identificados no apêndice 1 a este anexo: Hospital de Braga 15/18 Anexo X Qualidade dos Serviços Clínicos
16 a) Número de Episódios de Internamento e de Intervenções em Cirurgia de Ambulatório da Produção Efectiva por GCD (Grande Categoria Diagnóstica) face à Produção Prevista relativamente à Área de Influência do Estabelecimento Hospitalar enquanto Hospital de Primeira Linha e enquanto Hospital de Segunda Linha, sendo considerado como valor de referência o valor fixado no n.º 3 ou no n.º 4 da Cláusula 38.ª no Período de Transição ou no Período Após a Conclusão da Transferência para o Novo Edifício Hospitalar, respectivamente; b) Número de Episódios de Internamento e de Intervenções em Cirurgia de Ambulatório da Produção Efectiva por GCD face à Produção Prevista relativamente à Área de Influência do Estabelecimento Hospitalar enquanto Hospital de Primeira Linha e enquanto Hospital de Segunda Linha, sendo considerado como valor de referência o valor fixado no n.º 6 da Cláusula 38.ª; c) Doentes Equivalentes da Produção Efectiva relativos a Utentes não residentes na Área de Influência, sendo considerado como valor de referência o valor fixado no n.º 10 da Cláusula 38.ª; d) Consultas Externas e Sessões de Hospital de Dia da Produção Efectiva relativas a Utentes não residentes na Área de Influência, sendo considerado como valor de referência o valor fixado no n.º 12 da Cláusula 38.ª; e) Episódios de Internamento, Intervenções em Cirurgia de Ambulatória, Consultas Externas, Sessões de Hospital de Dia e Atendimentos em Urgência da Produção Efectiva relativos a actividade fora do âmbito do Serviço Público de Saúde, sendo o valor de referência fixado de acordo com o disposto no n.º 2 da Cláusula 30.ª; f) Taxa de Intervenções em Cirurgia de Ambulatório da Produção Efectiva, sendo considerado como valor de referência o valor fixado de acordo com o disposto na Cláusula 40.ª; g) Taxa de Primeiras Consultas da Produção Efectiva, sendo o valor de referência fixado de acordo com o disposto no n.º 4 da Cláusula 36.ª; h) Número de Intervenções em Cirurgia de Ambulatório da Produção Efectiva por GCD do Estabelecimento Hospitalar enquanto Hospital de Primeira Linha face ao Número de Intervenções em Cirurgia de Ambulatório verificados para a Área de Influência de Primeira Linha e de Segunda Linha, sendo considerado como valor de referência o valor fixado no n.º 4 da Cláusula 38.ª; i) Taxa máxima de erro admitida na codificação, sendo o valor de referência fixado de acordo com o disposto no n.º 4 da Clausula 41.ª; Hospital de Braga 16/18 Anexo X Qualidade dos Serviços Clínicos
17 j) Taxa de mortalidade pós-operatória ajustada, sendo o valor de referência calculado de acordo com o definido no apêndice 1 a este anexo, nomeadamente no que respeita aos resultados obtidos pelos hospitais do Grupo de Referência com taxa de mortalidade pós-operatória inferior à mediana dos valores obtidos pelos hospitais do Grupo de Referência, no período de avaliação em causa; l) Taxa de mortalidade durante o acto operatório ajustada, sendo o valor de referência calculado de acordo com o definido no apêndice 1 ao este anexo, nomeadamente no que respeita aos resultados obtidos pelos hospitais do Grupo de Referência com taxa de mortalidade durante o acto operatório inferior à mediana dos valores obtidos pelos hospitais do Grupo de Referência, no período de avaliação em causa; m) Taxa de mortalidade no internamento ajustada, sendo o valor de referência calculado de acordo com o definido no apêndice 1 a este anexo, nomeadamente no que respeita aos resultados obtidos pelos hospitais do Grupo de Referência com taxa de mortalidade no internamento inferior à mediana dos valores obtidos pelos hospitais do Grupo de Referência, no período de avaliação em causa; n) Tempo médio de espera ajustado para Atendimento após triagem na Urgência, sendo o valor de referência calculado de acordo com o definido no apêndice 1 a este anexo, nomeadamente no que respeita aos resultados obtidos pelos hospitais do Grupo de Referência com tempo médio de espera de Atendimento após triagem inferior à mediana dos valores obtidos pelos hospitais do Grupo de Referência, no período de avaliação em causa Para cada Parâmetro de Desempenho, considera-se que não é possível determinar valores de referência com base nos resultados obtidos pelos hospitais que constituem o Grupo de Referência, sempre que apenas um ou nenhum hospital monitorize os resultados do Parâmetro de Desempenho A Entidade Gestora do Estabelecimento mantém a obrigação de monitorizar todos os Parâmetros de Desempenho, sob pena de sofrer as deduções especificadas no apêndice 1 a este anexo Para efeitos exclusivamente da aplicação das deduções referidas no número anterior, entende-se que não há lugar a dedução por não monitorização sempre que a interrupção da monitorização, tendo sido comunicada e justificada à Entidade Pública Contratante até Hospital de Braga 17/18 Anexo X Qualidade dos Serviços Clínicos
18 cinco dias úteis após a ocorrência do impedimento, seja por esta tida como justificada, comprometendo-se a Entidade Gestora do Estabelecimento a resolver a situação no prazo de quinze dias a contar da data da interrupção da monitorização, ou num prazo superior, desde que aprovado pela Entidade Pública Contratante Sem prejuízo da aplicação de outras regras contratuais, nos casos em que a ocorrência mencionada no número anterior impeça, de acordo com parecer da entidade externa que acompanha a recolha e tratamento da informação, que sejam obtidos valores credíveis para o período em que existe interrupção da monitorização, o cálculo do resultado do Parâmetro de Desempenho deve excluir esse período, que não pode ser superior a 30 dias durante o ano Os Parâmetros de Desempenho podem ser revistos, em conformidade com a Cláusula 23.ª, com vista a garantir a validade dos Parâmetros como indicadores de qualidade assistencial e a justeza dos valores de referência fixados; da revisão pode resultar a introdução de novos parâmetros que se mostrem em falta, a alteração dos respectivos termos e a eliminação de parâmetros que se revelem inadequados ou desajustados, bem como o ajustamento da classificação e da graduação dos Parâmetros de Desempenho. Hospital de Braga 18/18 Anexo X Qualidade dos Serviços Clínicos
Regulamento Cursos de Pós Graduação
A Associação Amigos da Grande Idade (AAGI) é uma entidade de direito privado, sem fim lucrativos, tendo por isso capacidade para desenvolver em colaboração com o Instituto Superior de Línguas e Administração
SISTEMA INTEGRADO DE QUALIDADE NOS SERVIÇOS DE APOIO CLÍNICO DO CENTRO HOSPITALAR DO BARLAVENTO ALGARVIO
SERVIÇOS FARMACÊUTICOS SERVIÇO IMUNOHEMOTERAPIA SISTEMA INTEGRADO DE QUALIDADE NOS SERVIÇOS DE APOIO CLÍNICO DO CENTRO HOSPITALAR DO BARLAVENTO ALGARVIO SERVIÇO RADIOLOGIA SERVIÇO CENTRAL ESTERILIZAÇÃO
Manual do Revisor Oficial de Contas. Projecto de Directriz de Revisão/Auditoria 860
Índice Projecto de Directriz de Revisão/Auditoria 860 PROJECTO DE DIRECTRIZ DE REVISÃO/AUDITORIA 860 Dezembro de 2008 Relatório Sobre o Sistema de Controlo Interno das Instituições de Crédito e Sociedades
Norma ISO 9000. Norma ISO 9001. Norma ISO 9004 SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE REQUISITOS FUNDAMENTOS E VOCABULÁRIO
SISTEMA DE GESTÃO DA QUALDADE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE Norma ISO 9000 Norma ISO 9001 Norma ISO 9004 FUNDAMENTOS E VOCABULÁRIO REQUISITOS LINHAS DE ORIENTAÇÃO PARA MELHORIA DE DESEMPENHO 1. CAMPO
Saúde Aviso de Abertura de Concurso para Apresentação de Candidaturas S/1/2007
Saúde Aviso de Abertura de Concurso para Apresentação de Candidaturas S/1/2007 Saúde Aviso de Abertura de Concurso para Apresentação de Candidaturas S/1/2007 Nos termos do Regulamento Específico Saúde
- Unidade de Saúde Familiar Vimaranes
CARTA DE COMPROMISSO - Unidade de Saúde Familiar Vimaranes Modelo A A Administração Regional de Saúde (ARS), IP do Norte, representada pelo seu Presidente, Dr. Alcindo Maciel Barbosa e a Unidade de Saúde
REGULAMENTO DO VOLUNTARIADO NO HOSPITAL GERAL. Artigo 1º. Objecto
REGULAMENTO DO VOLUNTARIADO NO HOSPITAL GERAL Artigo 1º Objecto O presente regulamento tem por objecto definir a natureza, o conteúdo e os termos em que é desenvolvido o trabalho voluntário no Hospital
Certificação da Qualidade dos Serviços Sociais. Procedimentos
Certificação da Qualidade dos Serviços Sociais EQUASS Assurance Procedimentos 2008 - European Quality in Social Services (EQUASS) Reservados todos os direitos. É proibida a reprodução total ou parcial
REGULAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE MIRANDELA. Preâmbulo
REGULAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE MIRANDELA Preâmbulo O voluntariado é definido como um conjunto de acções e interesses sociais e comunitários, realizadas de forma desinteressada no âmbito
(85/577/CEE) Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia e, nomeadamente, o seu artigo 100º,
DIRECTIVA DO CONSELHO de 20 de Dezembro de 1985 relativa à protecção dos consumidores no caso de contratos negociados fora dos estabelecimentos comerciais (85/577/CEE) O CONSELHO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS,
(PROPOSTA) REGULAMENTO DE CREDITAÇÃO DE COMPETÊNCIAS ACADÉMICAS, EXPERIÊNCIAS PROFISSIONAIS E OUTRA FORMAÇÃO
(PROPOSTA) Ú~e ~JU&~~L~ 6~i ~ / ~ 7J7t1 REGULAMENTO DE CREDITAÇÃO DE COMPETÊNCIAS ACADÉMICAS, EXPERIÊNCIAS PROFISSIONAIS E OUTRA FORMAÇÃO Conforme o determinado pelo artigo 45 O A do Decreto Lei n 074/2006
Manual do Revisor Oficial de Contas. Projecto de Directriz de Revisão/Auditoria 840
Projecto de Directriz de Revisão/Auditoria 840 PROJECTO DE DIRECTRIZ DE REVISÃO/AUDITORIA 840 Março de 2008 Relatório Sobre os Sistemas de Gestão de Riscos e de Controlo Interno das Empresas de Seguros
Anexo VII (A que se refere o artigo 3.º)
Anexo VII (A que se refere o artigo 3.º) AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO Instruções de preenchimento das fichas de avaliação, de reformulação e de monitorização de desempenho dos dirigentes intermédios e dos trabalhadores
ISO 9001:2008. A International Organization for Standardization (ISO) publicou em 2008-11- 14 a nova edição da Norma ISO 9000:
A International Organization for Standardization (ISO) publicou em 2008-11- 14 a nova edição da Norma ISO 9000: ISO 9001:2008 Esta nova edição decorre do compromisso da ISO em rever e actualizar as Normas,
REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA FORMAÇÃO
REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA FORMAÇÃO O presente Regulamento pretende enquadrar as principais regras e linhas de orientação pelas quais se rege a atividade formativa da LEXSEGUR, de forma a garantir
Perguntas Frequentes
Perguntas Frequentes 1. Qual o diploma que estabelece o regime de constituição, gestão e funcionamento do mercado organizado de resíduos (MOR), nos termos do n.º 2 do artigo 62.º do Decreto-Lei n.º 178/2006,
REGULAMENTO DO CONTROLO DE QUALIDADE DA ORDEM DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS. (Artigo 68.º do Decreto-Lei n.º 487/99, de 16 de Novembro)
REGULAMENTO DO CONTROLO DE QUALIDADE DA ORDEM DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS (Artigo 68.º do Decreto-Lei n.º 487/99, de 16 de Novembro) CAPÍTULO I Objectivos e caracterização do controlo de qualidade
Portaria n.º 1633/2007 de 31 de Dezembro
Portaria n.º 1633/2007 de 31 de Dezembro A Lei n.º 66-B/2007, de 28 de Dezembro, que estabelece o sistema integrado de gestão e avaliação de desempenho na Administração Pública, designado por SIADAP, prevê
Serviço Nacional de Saúde
Informação de Custos dos Cuidados de Saúde Serviço Nacional de Saúde A Informação de custos dos Cuidados de Saúde é uma iniciativa do Ministério da Saúde, de abrangência nacional, enquadrada no Programa
3º Alargamento de Prazo das Linhas de Crédito PME Investe - Documento de divulgação - V.1
1. Beneficiários: As empresas que tenham operações contratadas ao abrigo das Linhas de Crédito PME Investe e que à data de contratação do alargamento do prazo não tenham incumprimentos não regularizados
Decreto-Lei n.º 36/1992 de 28/03 - Série I-A nº74
Alterado pelo DL 36/92 28/03 Estabelece o regime da consolidação de contas de algumas instituições financeiras A Directiva do Conselho n.º 86/635/CEE, de 8 de Dezembro de 1986, procedeu à harmonização
REGULAMENTO DE BENEFÍCIOS do Montepio Geral Associação Mutualista Título II DISPOSIÇÕES PARTICULARES - MODALIDADES INDIVIDUAIS
Artigo 1.º (Definições e Interpretação) 1. Nesta Secção, os termos e expressões iniciados por maiúsculas têm o significado que lhes é atribuído no Título VI (Glossário) do Regulamento. 2. Em caso de conflito
Processo do Serviços de Manutenção de Sistemas de Informação
Processo do Serviços de Manutenção de Sistemas de Informação 070112=SINFIC HM Processo Manutencao MSI.doc, Página 1 Ex.mo(s) Senhor(es): A SINFIC agradece a possibilidade de poder apresentar uma proposta
REGULAMENTO DO CONSELHO DA COMUNIDADE DO ACES ALENTEJO CENTRAL 2
REGULAMENTO DO CONSELHO DA COMUNIDADE DO ACES ALENTEJO CENTRAL 2 O Decreto-Lei n.º 28/2008 publicado em Diário da República, 1ª série, Nº 38, de 22 de Fevereiro de 2008, que criou os agrupamentos de Centros
NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO
NP EN ISO 9001:2000 LISTA DE COMPROVAÇÃO NIP: Nº DO RELATÓRIO: DENOMINAÇÃO DA EMPRESA: EQUIPA AUDITORA (EA): DATA DA VISITA PRÉVIA: DATA DA AUDITORIA: AUDITORIA DE: CONCESSÃO SEGUIMENTO ACOMPANHAMENTO
FACULDADE DE LETRAS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA REGULAMENTO DO SEGUNDO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU DE MESTRE
FACULDADE DE LETRAS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA REGULAMENTO DO SEGUNDO CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU DE MESTRE O presente Regulamento tem como lei habilitante o Decreto-Lei nº 74/2006, de 24 de Março,
SISTEMA DE INTEGRADO DE GESTÃO DE INSCRITOS EM CIRURGIA - SIGIC - INDICADORES
SISTEMA DE INTEGRADO DE GESTÃO DE INSCRITOS EM CIRURGIA - SIGIC - I Introdução INDICADORES O SIGIC é um sistema regulador da actividade cirúrgica programada que visa melhorar o acesso à prestação de cuidados
Portaria n.º 827/2005, de 14 de Setembro Estabelece as condições de venda de medicamentos não sujeitos a receita médica (MNSRM)
Estabelece as condições de venda de medicamentos não sujeitos a receita médica (MNSRM) O Decreto-Lei n.º 134/2005, de 16 de Agosto, que permite a venda de medicamentos não sujeitos a receita médica (MNSRM)
SINDICATO DOS MÉDICOS DA ZONA SUL
1 INFORMAÇÃO N.º 12/2010 Medicina Geral e Familiar Clínica Geral HORÁRIO DE TRABALHO 1. O Acordo Colectivo da Carreira Especial Médica (ACCE) foi publicado, sob a designação de Acordo Colectivo de Trabalho
Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 701
Directriz de Revisão/Auditoria 701 RELATÓRIO DE AUDITORIA ELABORADO POR AUDITOR REGISTADO NA CMVM SOBRE INFORMAÇÃO ANUAL Fevereiro de 2001 ÍNDICE Parágrafos INTRODUÇÃO 1-4 OBJECTIVO 5-6 RELATÓRIO DE AUDITORIA
AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO
AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO Eixo Prioritário IV Protecção e Valorização Ambiental ACÇÕES DE VALORIZAÇÃO E QUALIFICAÇÃO AMBIENTAL GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS ÁGUAS INTERIORES Aviso nº : CENTRO-VQA-2009-14-PIN-07
Decreto-Lei n.º 213/92 de 12 de Outubro Altera o Decreto-Lei n.º 93/90, de 19 de Março (Reserva Ecológica Nacional).
A leitura deste documento, que transcreve o conteúdo do Decreto-Lei n.º 213/92, de 12 de Outubro, não substitui a consulta da sua publicação em Diário da República. Decreto-Lei n.º 213/92 de 12 de Outubro
Regulamento das condições de utilização da Infraestrutura da RIS para efeitos de manutenção remota. Artigo 1º. Objeto
Regulamento das condições de utilização da Infraestrutura da RIS para efeitos de manutenção remota Artigo 1º Objeto O presente regulamento define as condições de acesso e utilização da infraestrutura da
REGULAMENTO DE CREDITAÇÃO DE FORMAÇÃO ACADÉMICA, OUTRA FORMAÇÃO E DE EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL
REGULAMENTO DE CREDITAÇÃO DE FORMAÇÃO ACADÉMICA, OUTRA FORMAÇÃO E DE EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL Preâmbulo No seguimento da terceira alteração ao Decreto-Lei nº 74/2006, de 24 de Março, introduzida pelo Decreto-Lei
Código do Trabalho. SUBSECÇÃO VIII Trabalhador-estudante Artigo 89.º. Artigo 90.º. Noção de trabalhador-estudante
SUBSECÇÃO VIII Trabalhador-estudante Artigo 89.º Noção de trabalhador-estudante Código do Trabalho 1 Considera-se trabalhador-estudante o trabalhador que frequenta qualquer nível de educação escolar, bem
Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições
2004R0639 PT 05.12.2008 002.001 1 Este documento constitui um instrumento de documentação e não vincula as instituições B REGULAMENTO (CE) N. o 639/2004 DO CONSELHO de30 de Março de 2004 relativo à gestão
Orientação de Gestão nº 06/POFC/2008
Orientação de Gestão nº 06/POFC/2008 Enquadramento no Sistema de Apoio às Entidades do Sistema Científico e Tecnológico Nacional (SAESCTN) de Projectos de IC&DT em todos os domínios científicos Projectos
REGRAS PARA A CONCESSÃO DO ESTATUTO DE TRABALHADOR- ESTUDANTE. Artigo 1.º (Valorização pessoal e profissional)
REGRAS PARA A CONCESSÃO DO ESTATUTO DE TRABALHADOR- ESTUDANTE Artigo 1.º (Valorização pessoal e profissional) 1. A ERC compromete-se a criar as necessárias condições por forma a proporcionar iguais oportunidades
REGULAMENTO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS
REGULAMENTO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DOS REVISORES OFICIAIS DE CONTAS N.º 2 do art.º 62.º do Decreto-Lei n.º 487/99, de 16 de Novembro, alterado pelo Decreto-Lei n.º 224/2008, de 20 de Novembro PREÂMBULO
Secção II 1* Fundos e sociedades de investimento imobiliário para arrendamento habitacional
Secção II 1* Fundos e sociedades de investimento imobiliário para arrendamento habitacional Artigo 102.º Objecto É aprovado o regime especial aplicável aos fundos de investimento imobiliário para arrendamento
UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Gestão e Economia
UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de e Economia REGULAMENTO DO 2º CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE EM ECONOMIA Artigo 1.º Criação A Universidade da Beira Interior, através do Departamento
Índice. Como aceder ao serviço de Certificação PME? Como efectuar uma operação de renovação da certificação?
Índice Como aceder ao serviço de Certificação PME? Como efectuar uma operação de renovação da certificação? Como efectuar uma operação de confirmação de estimativas? Como aceder ao Serviço de Certificação
REGULAMENTO DE COMPENSAÇÕES POR NÃO CEDÊNCIA DE TERRENOS PARA EQUIPAMENTOS E ESPAÇOS VERDES PÚBLICOS DECORRENTE DA APROVAÇÃO DE OPERAÇÕES URBANÍSTICAS
REGULAMENTO DE COMPENSAÇÕES POR NÃO CEDÊNCIA DE TERRENOS PARA EQUIPAMENTOS E ESPAÇOS VERDES PÚBLICOS DECORRENTE DA APROVAÇÃO DE OPERAÇÕES URBANÍSTICAS 1. O Regulamento referente à compensação pela não
Regulamento da Creditação
Regulamento da Creditação Por decisão do Director, ouvido o Conselho Técnico-Científico, é aprovado o presente Regulamento da Creditação, que visa disciplinar o processo de creditação, nos termos definidos
DECRETO N.º 418/XII. Cria o Inventário Nacional dos Profissionais de Saúde
DECRETO N.º 418/XII Cria o Inventário Nacional dos Profissionais de Saúde A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Artigo 1.º Objeto 1 - A
REGULAMENTO NOSSA SENHORA DO MANTO
REGULAMENTO NOSSA SENHORA DO MANTO ACORDO DE PARCERIA ENTRE A SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE LISBOA E A UNIÃO DAS MISERICÓRDIAS PORTUGUESAS A SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE LISBOA E A UNIÃO DAS MISERICÓRDIAS
- REGULAMENTO - PROGRAMA VOLUNTARIADO JUVENIL
- REGULAMENTO - PROGRAMA VOLUNTARIADO JUVENIL Artigo 1.º Objetivos O programa Voluntariado Juvenil visa promover a participação cívica dos jovens em ações de voluntariado de interesse social e comunitário,
CONTRATO. a) Nos termos do nº 1 do artigo 4º, os operadores económicos são coresponsáveis pela gestão das pilhas e acumuladores usados;
CONTRATO Entre: a) Ecopilhas, Sociedade Gestora de Resíduos de Pilhas e Acumuladores, Lda., sociedade comercial por quotas, com sede na Praça Nuno Rodrigues dos Santos, 7, 1600-171 Lisboa, pessoa colectiva
25.11.2011 Jornal Oficial da União Europeia L 310/11
PT 25.11.2011 Jornal Oficial da União Europeia L 310/11 DECISÃO DA COMISSÃO de 18 de Novembro de 2011 que estabelece regras e métodos de cálculo para verificar o cumprimento dos objectivos estabelecidos
COMISSÃO EXECUTIVA DA ESPECIALIZAÇÃO EM SEGURANÇA NO TRABALHO DA CONSTRUÇÃO PROCEDIMENTOS PARA ATRIBUIÇÃO DO TÍTULO DE ENGENHEIRO ESPECIALISTA EM
PROCEDIMENTOS PARA ATRIBUIÇÃO DO TÍTULO DE ENGENHEIRO ESPECIALISTA EM Procedimentos para a atribuição do título de Engenheiro Especialista em Segurança no Trabalho da Construção 1 Introdução...2 2 Definições...4
REGULAMENTO DOS DIPLOMAS DE ESPECIALIZAÇÃO
REGULAMENTO DOS DIPLOMAS DE ESPECIALIZAÇÃO Aprovado em reunião da Comissão Coordenadora do Conselho Científico em 22/11/2006 Aprovado em reunião de Plenário do Conselho Directivo em 13/12/2006 PREÂMBULO
Acordo entre o Ministério das Finanças, o Ministério da Saúde e a Indústria Farmacêutica
Acordo entre o Ministério das Finanças, o Ministério da Saúde e a Indústria Farmacêutica Os Ministérios das Finanças, representado pela Ministra de Estado e das Finanças, da Saúde, representado pelo Ministro
CONDIÇÕES GERAIS DE VENDA ONLINE WWW.ZILIANCHOOSE.COM. Artigo 1.º. (Âmbito e Definições)
CONDIÇÕES GERAIS DE VENDA ONLINE WWW.ZILIANCHOOSE.COM Artigo 1.º (Âmbito e Definições) 1 As presentes condições gerais regulam a venda, incluindo o registo e a encomenda, de produtos através da página/sítio
MECANISMO DE ATRIBUIÇÃO DA CAPACIDADE NO ARMAZENAMENTO
MECANISMO DE ATRIBUIÇÃO DA CAPACIDADE NO ARMAZENAMENTO SUBTERRÂNEO DE GÁS NATURAL FEVEREIRO 2008 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Rua Dom Cristóvão da Gama n.º 1-3.º 1400-113 Lisboa Tel.: 21
CONTRATO DE BOLSA Entre FUNDAÇÃO BIAL . Considerando I. II. III. IV. Primeira
CONTRATO DE BOLSA Entre FUNDAÇÃO BIAL, instituição de utilidade pública, com o número de identificação de pessoa colectiva 503 323 055, com sede na Avenida da Siderurgia Nacional, S. Mamede do Coronado,
DESPACHO N. GR.02105/2010
DESPCH N. GR.02105/2010 lteração do Regulamento geral para avaliação dos discentes de primeiros ciclos, de ciclos de estudos integrados de mestrado e de segundos ciclos da UPorto No uso da competência
Financiamento de Planos de Benefícios de Saúde através de Fundos de Pensões
PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR Financiamento de Planos de Benefícios de Saúde através de Fundos de Pensões O Decreto-Lei n.º 12/2006, de 20 de Janeiro - que estabelece o regime jurídico da constituição
Propostas da CDU ao Regulamento de Gestão do Parque Habitacional do Município do Porto
Propostas da CDU ao Regulamento de Gestão do Parque Habitacional do Município do Porto A CDU na reunião da Câmara Municipal do Porto de 26 de Novembro de 2013, no seguimento dos seus compromissos eleitorais,
REGULAMENTO DO CONSELHO CIENTÍFICO DO INSTITUTO DE INVESTIGAÇÃO CIENTIFICA TROPICAL. Artigo 1. Composição
REGULAMENTO DO CONSELHO CIENTÍFICO DO INSTITUTO DE INVESTIGAÇÃO CIENTIFICA TROPICAL Artigo 1. Composição A composição do conselho científico do Instituto de Investigação Científica Tropical, I.P., abreviadamente
DECLARAÇÕES EUROPEIAS DA FARMÁCIA HOSPITALAR
DECLARAÇÕES EUROPEIAS DA FARMÁCIA HOSPITALAR As páginas que se seguem constituem as Declarações Europeias da Farmácia Hospitalar. As declarações expressam os objetivos comuns definidos para cada sistema
PUBLICAÇÕES:TECNOMETAL n.º 139 (Março/Abril de 2002) KÉRAMICA n.º 249 (Julho/Agosto de 2002)
TÍTULO: Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde do Trabalho AUTORIA: Paula Mendes PUBLICAÇÕES:TECNOMETAL n.º 139 (Março/Abril de 2002) KÉRAMICA n.º 249 (Julho/Agosto de 2002) FUNDAMENTOS A nível dos países
Despacho n.º 28777/2008, de 10 de Novembro Série II n.º 218
Despacho n.º 28777/2008, de 10 de Novembro Série II n.º 218 Regulamento de horário de trabalho aplicável aos trabalhadores da DGCI que prestam serviço no Edifício Satélite 1 - Em conformidade com o disposto
Programa Nacional de Diagnóstico Pré-Natal Contratualização Processo de Monitorização e Acompanhamento
Introdução A saúde materna e infantil em Portugal tem vindo a registar melhorias significativas nos últimos anos, verificando-se expressiva diminuição das taxas de mortalidade perinatal e infantil por
REGULAMENTO DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO ADMINISTRAÇÃO HOSPITALAR 2013 / 2015
REGULAMENTO DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO HOSPITALAR 2013 / 2015 ÍNDICE 1. Introdução 1 2. Finalidades e objectivos educacionais 2 3. Organização interna do CEAH 2 4. Habilitações de acesso
EIXO PRIORITÁRIO VI ASSISTÊNCIA TÉCNICA. Convite Público à Apresentação de Candidatura no Domínio da Assistência Técnica aos Órgãos de Gestão
EIXO PRIORITÁRIO VI ASSISTÊNCIA TÉCNICA Convite Público à Apresentação de Candidatura no EIXO PRIORITÁRIO VI ASSISTÊNCIA TÉCNICA Convite Público à Apresentação de Candidatura no Domínio da Assistência
Regulamento Geral dos Cursos de 1.º Ciclo de Estudos, conducentes ao grau de
3 APROVADO POR: Conselho Técnico Científico 26 09 2011 Data: / / 26 09 2011 Regulamento Geral dos Cursos de 1.º Ciclo de Estudos, conducentes ao grau de licenciado na ESEP INTRODUÇÃO Os Decretos Lei n.º
EIXO PRIORITÁRIO VI ASSISTÊNCIA TÉCNICA
EIXO PRIORITÁRIO VI ASSISTÊNCIA TÉCNICA Convite Público à Apresentação de Candidatura no Domínio da Assistência Técnica aos Organismos Intermédios Eixo Prioritário VI - Assistência Técnica Convite para
REGULAMENTO. Elaborado por: Aprovado por: Versão
REGULAMENTO Regulamento dos Cursos de Pós-Graduação Elaborado por: Aprovado por: Versão Reitor 1.2 (Professor Doutor Rui Oliveira) Revisto e Confirmado por: Data de Aprovação Inicial (José João Amoreira)
REGuLAMENTO DE RECRuTAMENTO, SELECçãO E CONTRATAçãO DE FORMADORES
REGuLAMENTO DE RECRuTAMENTO, SELECçãO E CONTRATAçãO DE FORMADORES Regulamento n.º 743/2010 OA (2.ª série), de 19 de Julho de 2010 / Conselho Geral da Ordem dos Advogados - Regulamento de Recrutamento,
Portaria n.º 359/2013 de 13 de dezembro
Portaria n.º 359/2013 de 13 de dezembro A Lei n.º 66-B/2007, de 28 de dezembro, que estabelece o sistema integrado de gestão e avaliação de desempenho na Administração Pública, designado por SIADAP, prevê
PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PARA A IMPLEMENTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DOS SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS DO I2ADS CADERNO DE ENCARGOS
PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PARA A IMPLEMENTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DOS SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS DO I2ADS CADERNO DE ENCARGOS 1/5 Cláusula 1.ª Objecto contratual Cláusula 2.ª Serviços incluídos na prestação de
REGULAMENTO DE OCUPAÇÃO MUNICIPAL TEMPORÁRIA DE JOVENS
REGULAMENTO DE OCUPAÇÃO MUNICIPAL TEMPORÁRIA DE JOVENS REGULAMENTO Artigo 1.º Objecto 1 O programa de ocupação municipal temporária de jovens, adiante abreviadamente designado por OMTJ, visa a ocupação
L 306/2 Jornal Oficial da União Europeia 23.11.2010
L 306/2 Jornal Oficial da União Europeia 23.11.2010 Projecto DECISÃO N. o / DO CONSELHO DE ASSOCIAÇÃO instituído pelo Acordo Euro-Mediterrânico que cria uma associação entre as Comunidades Europeias e
ASSUNTO: Processo de Auto-avaliação da Adequação do Capital Interno (ICAAP)
Manual de Instruções do Banco de Portugal Instrução nº 15/2007 ASSUNTO: Processo de Auto-avaliação da Adequação do Capital Interno (ICAAP) A avaliação e a determinação com rigor do nível de capital interno
directamente o estabelecimento e o funcionamento do mercado interno; Considerando que é pois necessário criar um certificado complementar de
Regulamento (CEE) nº 1768/92 do Conselho, de 18 de Junho de 1992, relativo à criação de um certificado complementar de protecção para os medicamentos Jornal Oficial nº L 182 de 02/07/1992 p. 0001-0005
VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 492/2009 de 28 de Abril de 2009
VICE-PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL, S.R. DO TRABALHO E SOLIDARIEDADE SOCIAL Despacho n.º 492/2009 de 28 de Abril de 2009 O Decreto Regulamentar n.º 84-A/2007, de 10 de Dezembro, estabeleceu o enquadramento
Anexo VII (A que se refere o artigo 3.º) AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO
Anexo VII (A que se refere o artigo 3.º) AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO Instruções de preenchimento das fichas de avaliação, de reformulação e de monitorização de desempenho dos dirigentes intermédios e dos trabalhadores
Regulamento do Fundo de Responsabilidade Social do Hospital Vila Franca de Xira
Regulamento do Fundo de Responsabilidade Social do Hospital Vila Franca de Xira 1 de 9 Regulamento do Fundo de Responsabilidade Social do Hospital Vila Franca de Xira PREÂMBULO O Hospital Vila Franca de
FAQ s METODOLOGIA DE INTERVENÇÃO / ORGANIZAÇÃO
FAQ s METODOLOGIA DE INTERVENÇÃO / ORGANIZAÇÃO 1) Quais os objectivos que se pretende atingir com a Sessão de Imersão e o Seminário de Diagnóstico? A Sessão de Imersão tem por objectivo a apresentação
Regime de qualificações nos domínios da construção urbana e do urbanismo Perguntas e respostas sobre a inscrição/renovação da inscrição
Regime de qualificações nos domínios da construção urbana e do urbanismo Perguntas e respostas sobre a inscrição/renovação da inscrição 1. Quais as instruções a seguir pelos técnicos que pretendam exercer
XVIII Repartição dos Activos
XVIII Repartição dos Activos 1. Introdução... 2 2. Activos da Entidade Gestora do Edifício... 3 2.1 Terreno... 3 2.2 Construções... 3 2.3.1 Instalações e Equipamentos de Águas e Esgotos... 4 2.3.2 Instalações
REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO DA EDP ENERGIAS DE PORTUGAL, S.A.
REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO DA EDP ENERGIAS DE PORTUGAL, S.A. 13 de Outubro de 2015 REGULAMENTO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO EDP Energias de Portugal, S.A. ARTIGO 1.º (Âmbito)
Regulamento Financeiro do Partido Social Democrata (Aprovado na Comissão Política Nacional de 11.12.2006)
Regulamento Financeiro do Partido Social Democrata (Aprovado na Comissão Política Nacional de 11.12.2006) PREÂMBULO O presente regulamento define as normas relacionadas com a actividade financeira a observar
SINDICATO DOS MÉDICOS DA ZONA SUL
1 SM/2012/20.DIR.0302 (CJ) INFORMAÇÃO N.º 13/2012 5 DE MARÇO Trabalho Extraordinário Médico. Redução de Custos. Despacho do Secretário de Estado da Saúde SUMÁRIO 1. Em ordem à prossecução, no corrente
Regulamento de Apoio Financeiro à Edição de Obras de Novos Autores Portugueses. Despacho Normativo n.º 9-C/2003 de 3 de Fevereiro de 2003
Regulamento de Apoio Financeiro à Edição de Obras de Novos Autores Portugueses Despacho Normativo n.º 9-C/2003 de 3 de Fevereiro de 2003 Na prossecução das suas atribuições cabe ao Instituto Português
CÓDIGO DE CONDUTA DOS PROFISSIONAIS DE ESTUDOS DE MERCADO E DE OPINIÃO RELATIVO AO TRATAMENTO DE DADOS PESSOAIS
CÓDIGO DE CONDUTA DOS PROFISSIONAIS DE ESTUDOS DE MERCADO E DE OPINIÃO RELATIVO AO TRATAMENTO DE DADOS PESSOAIS CONSIDERANDO QUE: A) A Lei nº 67/98, de 26 de Outubro, estipula um conjunto de normas tendentes
Título de Emissão de Gases com Efeito de Estufa
Título de Emissão de Gases com Efeito de Estufa TE GEE.281.01 II Nos termos do Decreto-Lei n.º 233/2004, de 14 de Dezembro, com as alterações introduzidas pelos Decretos-Lei n.º 243-A/2004, de 31 de Dezembro,
Regulamento das Provas Especialmente Adequadas Destinadas a Avaliar a Capacidade para a Frequência do Ensino Superior dos Maiores de 23 Anos.
Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril Regulamento n.º 100/2006 (Diário da República II Série de 16 de Junho de 2006) Regulamento das Provas Especialmente Adequadas Destinadas a Avaliar a Capacidade
IMPLEMENTAÇÃO. Acção de Formação do Grupo de Trabalho. Sensibilização Sensibilização Geral para a Qualidade. Qualidade.
1. ENQUADRAMENTO As organizações têm vindo a aderir de uma forma crescente ao Processo de Certificação como uma Ferramenta imprescindível à Melhoria da Gestão. Esta evolução foi acelerada pela própria
Despacho conjunto n.º 413/99, de 15 de Maio
Despacho conjunto n.º 413/99, de 15 de Maio MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE Aprova o Regulamento do Fundo de Compensação Sócio-Económica no âmbito do Programa de Expansão
SISTEMA DE REGULAÇÃO E CONTROLE DO ICS
SISTEMA DE REGULAÇÃO E CONTROLE DO ICS FASCÍCULO DO BENEFICIÁRIO VERSÃO 2013 Instituto Curitiba de Saúde ICS - Plano Padrão ÍNDICE APRESENTAÇÃO 03 1. CONSULTA/ATENDIMENTO DE EMERGÊNCIA EM PRONTO ATENDIMENTO
