Interface Comutadora USB para Microterminais RS-485
|
|
|
- Luís Costa Carreiro
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Interface Comutadora USB para Microterminais RS-485 ÍNDICE CARACTERÍSTICAS DO APARELHO: 3 APRESENTAÇÃO 4 FUNCIONAMENTO 4 COMANDOS 5 Reset da interface: ESC ESC 5 Versão do Firmware: V 6 CONTROLE DE DISPLAY 6 Envio para o display: D<nn><dado><timeout> 6 Posicionamento de cursor: C<nn><l><cc><timeout> 6 Apagamento de display: L<nn><timeout> 6 Comando Genérico de display: O<nn><comando><timeout> _ 7 COMANDOS PARA INTERFACES AUXILIARES 7 Envio para Serial: S<nn><dado> 8 Envio para Paralela: P<nn><dado> 8 Acionamento: G<nn><dado><timeout> 8 Pedido de status: T<nn> 9 CONFIGURAÇÃO DE VELOCIDADE E RETORNO DE ESC 10 Entrar no modo de configuração: XYZ 10 Sair do modo de configuração: F 10 Programar a velocidade de comunicação: B <n> 10 Receber o Baud Rate programado: V 10 Configuração da velocidade de comunicação: D <n> 10 Receber a velocidade de comunicação: C 11 Configuração de Retorno ESC: E <c> 11 Receber o tipo de Retorno ESC configurado: S 12 APÊNDICE A: TIMEOUT DO DISPLAY 13 TERMO DE GARANTIA 14 Gradual Tecnologia Ltda. Manual Comutadora USB Jul./2007 Gradual Tecnologia Ltda. Manual Comutadora USB para Terminais RS 485 2
2 Características do Aparelho: Comutadora USB Descrição: Conexão padrão USB 2.0 com o Microcomputador. Até 32 pontos de Microterminais. Até metros de cabo para montagem da rede. Velocidade de comunicação do barramento RS-485 de 177 Kbit/s ou 345 Kbit/s. A Comutadora USB tem Protocolo Gradual para programação em qualquer ambiente. Velocidade Comunicação configurável: , ou bps. Características mecânicas Apresentação A Interface Comutadora USB permite o tratamento de um barramento RS-485 com protocolo Gradual, com total compatibilidade com sistemas desenvolvidos para Comutadora Serial. Ela se comporta como um periférico escravo, que responderá aos comandos do programa que trata a rede de Microterminais no Microcomputador. Seu funcionamento requer a instalação de Drivers de controle, que podem ser encontrado no CD que acompanha o equipamento ou no Site da Gradual Tecnologia: Ao conectar a Comutadora USB ao PC, será criado uma porta COM virtual. Para saber o valor da porta COM de comunicação criada, deve-se verificar em Gerenciador de Dispositivos do Windows. A velocidade de comunicação com o PC pode ser configurada em , ou Bps, 8 Bits, Sem Paridade e 1 Stop Bit. Sendo a velocidade default de fábrica: Bps, 8 Bits, Sem Paridade e 1 Stop Bit. Funcionamento Durante o tempo em que espera algum comando do programa, a Comutadora ficará fazendo a varredura de teclado da rede de Microterminais, e sempre que receber alguma tecla de algum dos Microterminais conectados enviará para o computador uma seqüência no seguinte formato: <terminal> <dado> onde: <terminal> - Número do terminal( em dois dígitos ). <dado> - caracter recebido do terminal. Ex.: 1 3 A - O terminal de endereço 13 enviou o caracter A Gradual Tecnologia Ltda. Manual Comutadora USB para Terminais RS Gradual Tecnologia Ltda. Manual Comutadora USB para Terminais RS 485 4
3 Comandos A cada comando recebido do computador a Comutadora suspenderá seu processamento e atenderá a solicitação efetuada. O protocolo de comandos entre PC e Comutadora permite o controle das interfaces dos Microterminais e possui o seguinte formato: <comando> <terminal> <dado><timeout> onde: <comando> - Função a ser executada pelo terminal: D - dado para o display. L - apaga tela. C - posiciona cursor. S - envia para a serial do terminal. P - envia para a paralela do terminal. T - pede status do terminal. G - envia para a porta de acionamento. <terminal> - Dois bytes contendo o número do terminal:00 a 31 <dado> - Informação a ser enviada para o display. <timeout> - leia Apêndice A: Timeout do display. Reset da interface: ESC ESC Inicializa a interface, limpando seus buffers de controle e descartando qualquer informação de algum terminal pendente. Versão do Firmware: V Pede a Comutadora que envie a sua versão de Firmware. Retorno: Gradual Tecnologia. + chr (13) + chr (10) Versão X.X DD.MM.AAAA + chr (13) + chr (10) Controle de display Envio para o display: D<nn><dado><timeout> Envia <dado> para o display de um terminal. <dado> - caracter a ser enviado <timeout> - 4 caracteres. Posicionamento de cursor: C<nn><l><cc><timeout> Posiciona o cursor no display do terminal. <l> - linha ( 0 ou 1 ) <cc> - coluna ( 00 a 39 ) <timeout> - 12 caracteres. Apagamento de display: L<nn><timeout> Limpa o display do terminal, posicionando o cursor na primeira linha e primeira coluna. <timeout> - 12 caracteres. Comando Genérico de display: O<nn><comando><timeout> Envia <comando> genérico para o display do terminal. Comandos genéricos são comandos que farão controles do display e não estão documentados com funções específicas. Por Exemplo: BackSpace : Cursor volta uma posição sem apagar: 10h, Chr(16). Cursor Piscante: 0fh, Chr (15). Gradual Tecnologia Ltda. Manual Comutadora USB para Terminais RS Gradual Tecnologia Ltda. Manual Comutadora USB para Terminais RS 485 6
4 Apagar cursor: 0ch, Chr (12). Cursor Normal: 0eh, Chr (14). <comando> - 1 byte de comando <timeout> - 12 caracteres. Comandos para interfaces auxiliares As interfaces auxiliares dos Microterminais Gradual são Paralela, Serial e Acionamento. A interface de acionamento é apenas de saída e sem controle de fluxo. A Paralela e Serial são controladas pelos sinais BUSY e CTS respectivamente. Para garantirmos um envio de dados sem perdas de informação para estas interfaces, devemos assim processar o tratamento de controle de hardware. A Comutadora já efetua este teste a cada vez que quisermos enviar alguma informação para uma destas portas, ou seja, ela verifica a possibilidade de envio e só envia se o dado puder ser aceito pelo periférico, garantindo então a confiabilidade da interface. Toda vez que tentarmos enviar um dado para estas portas devemos aguardar o retorno da Comutadora, para sabermos se este dado foi ou não enviado para o terminal. Da mesma forma que aguardamos o retorno da palavra de status, devemos aguardar o retorno de envio do dado para o periférico. Este retorno será: <ESC><chr(0)> quando não ocorrer o envio, e <ESC><chr(1)> no sucesso e envio do dado. Envio para Serial: S<nn><dado> Envia <dado> para a serial do terminal <nn> <dado> - caracter a ser enviado a serial Retorno: ESC<i> i=chr(0) - Não enviou o dado i=chr(1) - O dado foi enviado Envio para Paralela: P<nn><dado> Envia <dado> para a paralela do terminal <nn> <dado> - caracter a ser enviado a paralela Retorno: ESC<i> i=chr(0) - Não enviou o dado i=chr(1) - O dado foi enviado Acionamento: G<nn><dado><timeout> Envia <dado> para a interface de acionamento do terminal. <dado> - 1 byte contendo a palavra a ser enviada. <timeout> - 4 caracteres. Exemplo: Caso o Microterminal possua led's de acionamento, podemos acioná-los enviando dados para a porta de impressão de acionamento, é como se fosse uma impressora. O byte que escrevemos na porta irá então ligar ou desligar os led's correspondentes aos bits setados. Envia-se os seguintes valores para acionar cada um dos led's: 0 chr(48) liga os dois led s. 1 chr(49) liga o led 2 e desliga o led 1. 2 chr(50) liga o led 1 e desliga o led 2. 3 chr(51) desliga os dois led s. Pedido de status: T<nn> Solicita do terminal a sua palavra de status. Esta palavra descreve o estado do terminal e permite que se saiba se existe periférico conectado ao mesmo, bem como o tipo de teclado que ele possui. A solicitação de status deve ser seguida por uma espera pelo retorno do acesso que a Comutadora fará ao terminal. Este retorno terá um formato diferente do recebimento de dados do teclado, pois não indicará qual o terminal que retornou a informação, uma vez que sabemos a quem Gradual Tecnologia Ltda. Manual Comutadora USB para Terminais RS Gradual Tecnologia Ltda. Manual Comutadora USB para Terminais RS 485 8
5 solicitamos. Porém o byte de status será precedido do ESC( chr(27) ), assim se a Comutadora estiver num processo de envio de tecla para o PC, saberemos identificar o dado de status. Retorno: ESC<dado> ESC chr (27) dado - byte contendo o status do terminal bit 0 e 1: 00 teclado qwerty 01 teclado numérico 10 teclado 16 teclas 11 reservado bit 2: reservado bit 3: cts 1 off-line 0 on-line bit 4: reservado bit 5: busy 1 off-line 0 on-line bit 6: reservado bit 7: reservado caso o retorno seja 0, não existe terminal conectado na rede que esta sendo acessada. Configuração de Velocidade e Retorno de ESC Para manter a compatibilidade da Comutadora USB com a Comutadora Serial a partir da versão 3.0, os parâmetros podem ser alterados mudando assim o funcionamento da interface, permitindo uma maior flexibilidade de seu funcionamento. O processo de configuração de parâmetros na Comutadora USB deve seguir a seqüência apresentada: Entrar no modo de configuração: XYZ A seqüência XYZ deve s er enviada para iniciarmos a configuração da Comutadora. Sair do modo de configuração: F O Comando F faz com que a Comutadora pare de tratar as strings enviadas como parâmetros de configuração e salve os parâmetros enviados anteriormente em sua EEPROM interna. Programar a velocidade de comunicação: B <n> O valor Default de fábrica é Bps. O parâmetro <n> determina as seguintes velocidades de comunicação: <n> - 1 -> Baud Rate Bps <n> - 0 -> Baud Rate Bps <n> - 2 -> Baud Rate Bps Após a programação do novo valor de comunicação, a Comutadora deve ser reiniciada para assumir o novo Baud Rate. Receber o Baud Rate programado: V Para se receber o valor de Baud-Rate programado, envia-se o comando V. A Comutad ora retornará o valor de configuração. Retorno: Configuração da velocidade de comunicação: D <n> O valor Default de fábrica é 345 Kbit/s: O parâmetro <n> determina as seguintes velocidades de comunicação do barramento: <n> - 0'-> 177 Kbit/s <n> - 1'-> 345 Kbit/s Gradual Tecnologia Ltda. Manual Comutadora USB para Terminais RS Gradual Tecnologia Ltda. Manual Comutadora USB para Terminais RS
6 Receber a velocidade de comunicação: C Para se receber o valor da velocidade de comunicação programado, envia-se o comando C. A Comutadora retornará o valor de configuração. Retorno: 0'- 177 Kbit/s 1'- 345 Kbit/s Modo de Retorno de ESC. Toda vez que pedimos status ou enviamos alguma informação para porta paralela ou serial do micro-terminal, temos como retorno uma seqüência com o caracter ESC seguido da informação que queremos. Na versão 2.0 o retorno de ESC têm padrão fixo: ESC <c> Onde <c> terá seu valor de acordo com o especificado acima nos comandos Status, Paralela e Serial. Na versão 3.0 podemos configurar dois tipos diferentes de retorno de ESC quando do uso destes comandos para a Comutadora: ESC <c> ESC <nn> <c> Onde: <nn> é o número do terminal com 2 posições. <c> terá seu valor de acordo com o especificado nos comandos de Status, Paralela e Serial. Configuração de Retorno ESC: E <c> Para que o retorno ESC seja compatível com a versão 2.0: c= 1. Para que o retorno ESC seja compatível com a versão 3.0: c= 0. Receber o tipo de Retorno ESC configurado: S Para saber o retorno ESC que a Comutadora está configurada, envia-se o comando S. A Comuta dora vai retornar o valor de configuração. Retorno: 1 Compatível com versão Compatível com versão 3.0 Apêndice A: Timeout do display Sempre que um comando para o display de algum terminal for enviado, o terminal irá necessitar de um tempo para processá-lo. Se neste intervalo até o processamento, enviarmos outro comando para o display, ele pode ser perdido causando assim sintomas do tipo perda de caracter ou não atendimento do comando. Para que isto não ocorra, devemos esperar ou gerar um timeout, antes de enviar o segundo comando para o display do mesmo terminal. Devido ao fato do timeout ser pequeno, preferimos enviar caracteres fora do protocolo para a Comutadora, fazendo uso do tempo de transmissão serial destes caracteres para alcançarmos o timeout desejado. Sugerimos o envio de um byte fora do protocolo como comando ( o caracter a, por exemplo ), pois ele será ignorado pela Comutadora, gerando assim o tempo que precisamos. Caso utilizemos a Comutadora a , os números de caracteres devem ser reduzidos pela metade. IMPORTANTE: A Comutadora USB foi desenvolvida visando a utilização dos Microterminais com versão 5.0 ou superior. Caso seu Terminal/Wilbor não tenha esta configuração, os comandos de controle de display não funcionarão corretamente. Gradual Tecnologia Ltda. Manual Comutadora USB para Terminais RS Gradual Tecnologia Ltda. Manual Comutadora USB para Terminais RS
7 Termo de Garantia A Gradual Tecnologia Ltda. garante a qualidade do produto adquirido, pelo prazo de 01 (hum) ano a contar da data da compra descrita na Nota Fiscal. Este Termo garante contra defeitos de fabricação e/ou material, comprometendo-se a vendedora a reparar o produto ou substituí-lo por outro da mesma espécie, ou, ainda, por outro de igual função. O serviço de reparação ou a substituição será executado, exclusivamente, nas dependências da Gradual Tecnologia Ltda. Será de responsabilidade do comprador, o abaixo descrito: Apresentar a Nota Fiscal de venda; Anexar à N.F., um descritivo do defeito apresentado; Enviar o produto devidamente embalado; Os custos de transporte, ida e volta. Esta garantia perde a eficácia, nos seguintes casos: Utilizar o produto fora das especificações; Acidentes, mau uso e desgastes de partes consumíveis; Sofrer qualquer alteração, modificação ou adaptação, sem o consentimento expresso da Gradual Tecnologia Ltda; Assistência Técnica e/ou manutenção, através de terceiros não autorizados pela Gradual Tecnologia Ltda; Alteração ou violação do n.º de série. Equipamento: No. de Série: Nota Fiscal: Gradual Tecnologia Ltda. Manual Comutadora USB para Terminais RS
Interface Comutadora Serial para Microterminais RS-485
Interface Comutadora Serial para Microterminais RS-485 ÍNDICE CARACTERÍSTICAS DO APARELHO: 3 APRESENTAÇÃO 4 FUNCIONAMENTO 4 COMANDOS 5 Reset da interface: ESC ESC 5 Versão do Firmware: V 5 CONTROLE DE
Comutadora Ethernet ( TCP-IP )
Comutadora Ethernet ( TCP-IP ) ÍNDICE Características do Aparelho... 3 Características Mecânicas:... 3 Disposição dos Led s... 4 Apresentação... 4 Configuração... 5 Funcionamento... 9 Comandos... 9 Versão
Display Torre. Índice
Índice Display Torre Características do aparelho 3 Apresentação 4 Instalação 4 Programação 5 Controle de Display 5 Caracteres Especiais 7 Relógio 8 Termo de Garantia 10 Gradual Tecnologia Ltda. Manual
Comutadora HUB para Microterminais RS - 485
Índice APRESENTAÇÃO 3 Comutadora HUB para Microterminais RS - 485 ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 4 CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS: 4 CARACTERÍSTICAS MECÂNICAS: 4 INSTALAÇÃO 5 DESEMPACOTANDO 5 PINAGEM DOS CONECTORES
LINEAR EQUIPAMENTOS RUA SÃO JORGE, 267/269 - TELEFONE: (11) SÃO CAETANO DO SUL - SP - CEP:
1 LINEAR EQUIPAMENTOS RUA SÃO JORGE, 267/269 - TELEFONE: (11) 2823-8800 SÃO CAETANO DO SUL - SP - CEP: 09530-250 SISTEMA HCS 2005 - PROTOCOLO DE COMUNICAÇÃO (Baseado no Guarita Vr4.03 ou Vr4.04) INFORMAÇÕES
Impressora de Cheque Menno Datacheck
Impressora de Cheque Menno Datacheck A Impressora de Cheque Menno Datacheck imprime com qualidade e agilidade, oferecendo maior segurança aos usuários em todas as suas operações. Possui memória de armazenamento
Microterminal Ethernet. Terminal 42 e 15 Teclas TCP-IP. Gradual Tecnologia Ltda. Manual Terminal TCP-IP Gradual Setembro/2014 1
Microterminal Ethernet Terminal 42 e 15 Teclas TCP-IP Gradual Tecnologia Ltda. Manual Terminal TCP-IP Gradual Setembro/2014 1 Índice Características do aparelho... 3 Configuração do Microterminal... 4
Copyright 2013 VW Soluções
1 Apresentação Sem dúvida, o display Lcd é um dos recursos mais interessantes quando utilizamos microcontroladores. Isto porque podemos desenvolver IHM (Interface Homem Máquina) agregando grande valor
PRODUTO: IDENTIFICADOR DE CHAMADAS Ic-Box SUB-PRODUTO: DESCRIÇÃO: PROTOCOLO DE COMUNICAÇÃO USB/SERIAL ELABORAÇÃO: FABIO / Wagner ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA
PRODUTO: IDENTIFICADOR DE CHAMADAS Ic-Box SUB-PRODUTO: DESCRIÇÃO: PROTOCOLO DE COMUNICAÇÃO USB/SERIAL ELABORAÇÃO: FABIO / Wagner ÁREA: TEC 1 Equipamentos: 1. IC-Box com interface USB/serial 2. Microcomputador
CONFIGURAÇÃO DO MICROTERMINAL BEMATECH FIT LIGHT
CONFIGURAÇÃO DO MICROTERMINAL BEMATECH FIT LIGHT Digisat Tecnologia Ltda Rua Marechal Deodoro, 772 Edifício Mirage 1º Andar Sala 5 e 6 Centro Concórdia/SC CEP: 89700-000 Fone/Fax: (49) 3441-1600 [email protected]
Gradual Tecnologia Ltda
Gradual Tecnologia Ltda Geral:... 2 Conhecendo o produto:... 3 Montagem do Dualtech CPU RS-485/TCP-IP... 5 Montagem Dualtech em MODO TCP-IP (Prisma)... 7 Montagem Dualtech em MODO RS-485 (Las Vegas)...
MANUAL DE INSTALAÇÃO E PROGRAMAÇÃO CONVERSOR - IP / USB / SERIAL RV1
MANUAL DE INSTALAÇÃO E PROGRAMAÇÃO CONVERSOR - IP / USB / SERIAL - 317 RV1 SÃO CAETANO DO SUL 06/06/2014 SUMÁRIO DESCRIÇÃO DO PRODUTO... 3 CARACTERÍSTICAS... 3 CONFIGURAÇÃO USB... 4 CONFIGURAÇÃO... 5 PÁGINA
Manual do usuário - Kit DLS v4.0. Kit DLS v4.0 Display LCD serial Manual do usuário. Copyright VW Soluções
Kit DLS v4.0 Display LCD serial Manual do usuário 1 Apresentação Sem dúvida, o display Lcd é um dos recursos mais interessantes quando utilizamos microcontroladores. Isto porque podemos desenvolver IHM
ScubaTerm TCP-IP 1 Gradual Tecnologia Ltda. Manual ScubaTerm Março/2010
ScubaTerm TCP-IP 1 Índice Características Físicas...3 Configuração...4 Digite a Senha:...4 FCN e Ponto...4 IP Local...5 Porta Local...6 IP Remoto...6 Porta Remota...6 Subnet Mask...6 Gateway...6 Timeout...6
Copyright 2014 VW Soluções
1. Especificações técnicas 2. Hardware 3. Software 4. Protocolo de transmissão 5. Garantia 6. Isenção de responsabilidade Índice 1. Especificação técnicas: Dimensões da frente do gabinete: 10,3 cm x 10,3
Scubaterm Terminal Teclas Terminal Teclas
Scubaterm 802.11 Terminal 802.11-15 Teclas Terminal 802.11-42 Teclas Este equipamento opera em caráter secundário, isto é, não tem direito a proteção contra interferência prejudicial, mesmo de estações
Microterminal USB - Protocolo VT 100 16 e 44 teclas
Microterminal USB - Protocolo VT 100 16 e 44 teclas Gradual Tecnologia Ltda. Manual Microterminal USB - VT 100 16 e 44 teclas. 1 ÍNDICE Apresentação... 3 Especificação Técnica... 3 Características: (44
Cerne Tecnologia e Treinamento
Tecnologia e Treinamento Tutorial para Testes na Placa de 8 I/Os Ethernet [email protected] www.cerne-tec.com.br Sumário 1. Reconhecendo o Kit 03 2. Reconhecendo a Placa de I/O Ethernet 04 3. Entradas
Instalação e configuração.
LBCID O LBCID é o sistema de identificação de vendedor desenvolvido pela LBC Sistemas Ltda. Nesse documento irei abordar os procedimentos feitos para a correta instalação e configuração do equipamento
Comunicação. Rotinas da dll
Comunicação Para comunicação com computador, em ambiente Windows, é utilizada a DLL Rmt6000.dll. Rotinas da dll A DLL Rmt6000.dll tem quatro funções que permitem estabelecer a comunicação entre o SP6000
- Microterminais Série TC _ rede IP via cabo - - Microterminais Série TW _ rede IP wi-fi _ TED série: série:
- Microterminais Série TC _ rede IP via cabo - - Microterminais Série TW _ rede IP wi-fi _ 802.11 - ## Características técnicas, funcionais e de configuração ## São ferramentas de última geração, para
Cerne Tecnologia e Treinamento
Cerne Tecnologia e Treinamento Tutorial de Instalação da Placa X-Control I E-mail: Sumário Configurando o PC 3 Conectando a Placa 6 Conectores e Pinagem da Placa 7 Comandos para comunicação 13 2 Obs: A
Redes Industriais. Carlos Roberto da Silva Filho, M. Eng.
Redes Industriais Carlos Roberto da Silva Filho, M. Eng. Criado na década de 1970 pela Modicon. É um dos mais antigos protocolos utilizados em redes de CLPs para aquisição de sinais de instrumentos e comandar
Barramentos e interfaces de comunicação Arquitetura e Organização de Computadores Curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas
Barramentos e interfaces de comunicação Arquitetura e Organização de Computadores Curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas 1 Barramentos Para que seja possível implementar o uso de dispositivos adicionais
Kit Teclado TS 4x4 v1..0 Manual do usuário
Kit Teclado TS 4x4 v1..0 Manual do usuário 1 Apresentação O Kit Teclado TS 4x4 v1.0 foi desenvolvido pela VW Soluções utilizando-se como base o microcontrolador PIC16F886 da Microchip. Ele possui 16 teclas
Microterminal Ethernet 4x20
Microterminal Ethernet 4x20 Gradual Tecnologia Ltda. Manual Terminal 2G Gradual Outubro/2004 1 Índice Apresentação... 3 Características do Aparelho... 3 Configuração do Microterminal... 3 Habilita Com
Entrada e Saída e Dispositivos
Entrada e Saída e Dispositivos Uma das funções do Sistema Operacional é: - Gerência de dispositivos de E/S. Operações: - Tratamento de interrupções - Tratamento erros - Interfaceamento entre os dispositivos
Microterminais RS 232 - VT 100 16 e 44 teclas
Microterminais RS 232 - VT 100 16 e 44 teclas Gradual Tecnologia Ltda. Manual Microterminal RS-232 - VT 100 16 e 44 teclas. ÍNDICE Apresentação... 3 Especificação Técnica... 3 Características Elétricas:
PRODUTO: IDENTIFICADOR DE CHAMADAS Ic-Box SUB-PRODUTO: DESCRIÇÃO: PROTOCOLO DE COMUNICAÇÃO USB/SERIAL ELABORAÇÃO: FABIO / Wagner / Kleber ÁREA: TEC
PRODUTO: IDENTIFICADOR DE CHAMADAS Ic-Box SUB-PRODUTO: DESCRIÇÃO: PROTOCOLO DE COMUNICAÇÃO USB/SERIAL ELABORAÇÃO: FABIO / Wagner / Kleber ÁREA: TEC 1 Equipamentos: 1. IC-Box com interface USB/serial 2.
Multimedidores Inteligentes ETE30 Modo de uso do software IBIS_BE_cnf. ABB Automação. Hartmann & Braun
Multimedidores Inteligentes ETE30 Modo de uso do software IBIS_BE_cnf ABB Automação Hartmann & Braun Índice 1. IBIS_BE_CNF - DEFINIÇÃO... 3 2. INSTALAÇÃO... 3 2.1. PRÉ-REQUISITOS PARA INSTALAÇÃO... 3 3.
Sistemas de Entrada e Saída
Sistemas de Entrada e Saída Eduardo Ferreira dos Santos Ciência da Computação Centro Universitário de Brasília UniCEUB Maio, 2016 1 / 33 Sumário 1 Dispositivos de E/S 2 Interrupções 3 Software de E/S 2
Manual Básico do Microterminal RS 485
Manual Básico do Microterminal RS 485 Versão 1.0.1 Revisado em 21-05-2014 Matheus Costa Sumário 1- INTRODUÇÃO...3 2- INFORMAÇÕES IMPORTANTES...3 3- USOS E APLICAÇÕES...3 4- DESCRIÇÃO DO PRODUTO...4 4.1-
Busca Preço G2 Manual de Usuário
Busca Preço G2 Manual de Usuário Rev 01/ 07-2018 1 - CARACTERÍSTICAS Fonte de alimentação automática de 90 a 240 VAC (saída de 5V / 1,5A) Consumo de corrente: 350mA Temperatura de operação: 0 até 40 ⁰C
CS-Ethernet. Conversor Serial Ethernet RS232/RS485. Observe Pense Solucione. Manual de Utilização. Ethernet TCP/IP - MODBUS Serial RS232 Serial RS485
Observe Pense Solucione CS-Ethernet Conversor Serial Ethernet RS232/RS485 Manual de Utilização Ethernet TCP/IP - MODBUS Serial RS232 Serial RS485 Rev. JUN/18 Sumário Descrição do produto 2 Localização
MANUAL CONVERSOR NETBOX Acima da Versão 2.1.1
MANUAL CONVERSOR NETBOX Acima da Versão 2.1.1 Estes equipamentos operam em caráter secundário, isto é, não tem direito a proteção contra Interferência prejudicial, mesmo de estações do mesmo tipo, e não
Manual Do Usuário. Hand-Scan. Hand-Scan
Manual Do Usuário Hand-Scan O Hand Scan é um aparelho diagnóstico para veículos. Ele é compatível com os importados (Renault, Citroen, Hyundai, Peugeot, Toyota e outros) e parte dos veículos nacionais
Gps Datalogger. Guia do usuário
Gps Datalogger Guia do usuário 1 1 Descrição do produto Cabo para descarga de dados no computador e recarga de bateria Tecla ON : Liga ou desliga Tecla PI : Registro de pontos de interesse Tecla TX : Inativa
Impressora Interdelivery Especificação Técnica
Tecmore Automação Comércio Ltda. Rua Marechal Deodoro, 2.709 Centro São Carlos SP CEP 13.560-201 Tel (16)274-3885 Fax (16)274-7300 Impressora Interdelivery Especificação Técnica REVISÃO: Setembro/2003
PAINEL ELETRÔNICO DE MENSAGENS MANUAL DE OPERAÇÃO
PAINEL ELETRÔNICO DE MENSAGENS MANUAL DE OPERAÇÃO ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO 2. DESCRIÇÃO DO PAINEL 3. CONEXÃO 4. OPERAÇÃO 5. SOFTWARE DE CONFIGURAÇÃO 5.1. Instalando o software de configuração 5.2. Iniciando
Informações do produto...2. Características Gerais...3. Entradas e Saídas...7. Comunicação Funções Diagnóstico Precauções...
R -IO S1608/ R-IO S2400/ R-IO S2822 1 Informações do produto...2 Características Gerais...3 Entradas e Saídas...7 Comunicação...11 Funções...13 Diagnóstico...19 Precauções...20 Software...21 2 Introdução
Dualtech CPU 232 TCP/IP. Gradual Tecnologia Ltda. Manual DualTech Gradual Novembro 2013 1
Dualtech CPU 232 TCP/IP Gradual Tecnologia Ltda. Manual DualTech Gradual Novembro 2013 1 Índice Geral...3 Características do Aparelho...3 Instalação...5 Configuração...5 IP Local...6 Porta Local...6 IP
MagPass 2 Leitor de Cartão Magnético. Manual do Usuário Revisão 3.0. Fone: / Página 1 de 17
MagPass 2 Leitor de Cartão Magnético Manual do Usuário Revisão 3.0 Página 1 de 17 Sumário Introdução... 3 Composição Básica do MagPass 2... 3 Instalando o MagPass 2... 3 Orientação para instalação... 3
Guia Rápido Edge 50 AutoID V2
Guia Rápido Edge 50 AutoID V2 Rev.0 Leitores com versão: Autoid Secure 2.0.0 Autoid 2.0.0 2012 2014 ACURA GLOBAL Abril de 2014 Página 1 de 8 Configurações de Fábrica O leitor Edge 50 V2 sai de fábrica
Dualtech CPU 802.11. Gradual Tecnologia Ltda. Manual DualTech Gradual Novembro 2013 1
Dualtech CPU 802.11 Gradual Tecnologia Ltda. Manual DualTech Gradual Novembro 2013 1 Índice Geral... 3 Características do Aparelho... 3 Instalação... 5 Configuração... 5 Parâmetros de configuração:...
CESNA TECHNOLOGY GERENCIADOR FCM. Manual do software Gerenciador Fcm. Versão 1.0
CESNA TECHNOLOGY GERENCIADOR FCM Manual do software Gerenciador Fcm Versão 1.0 Rua Irati, 131 - Santa Quitéria Curitiba/PR - CEP: 80310-150 TELEFONE/FAX: (41) 3013 6670 (41) 3013 6681 www.cesna.com.br
3. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
3. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS 3.2 CARACTERÍSTICAS DE SOFTWARE 1. CARACTERÍSTICAS O CLG535R é um controlador programável que integra os principais recursos empregados em uma automação industrial. Dispõe integrado
DGA21 SISTEMA FIXO COM SUPERVISÓRIO PARA DETECÇÃO DE GASES NOCIVOS E AMÔNIA IP 65. Manual
DGA21 SISTEMA FIXO COM SUPERVISÓRIO PARA DETECÇÃO DE GASES NOCIVOS E AMÔNIA IP 65 Manual Apresentação DGA21 Sistema Fixo com Supervisório para Detecção de Gases Nocivos e Amônia foi desenvolvido para atender
Notas de Aplicação. Impressão Matricial com os Controladores HI. HI Tecnologia. Documento de acesso público
Notas de Aplicação Impressão Matricial com os Controladores HI HI Tecnologia Documento de acesso público ENA.00013 Versão 1.03 dezembro-2007 HI Tecnologia Impressão Matricial com os Controladores HI Apresentação
MANUAL DE INSTRUÇÕES CABO CONFIGURADOR
MANUAL DE INSTRUÇÕES CABO CONFIGURADOR mod.: D201 Revisão 1 CONTEMP IND. COM. E SERVIÇOS LTDA. Al. Araguaia, 204 - CEP 09560-580 S. Caetano do Sul - SP - Brasil Fone: 11 4223-5100 - Fax: 11 4223-5103 [email protected]
Multimedidores Inteligentes ETE300 Modo de uso do software IBIS_BE_cnf. ABB Automação. Hartmann & Braun
Multimedidores Inteligentes ETE300 Modo de uso do software IBIS_BE_cnf ABB Automação Hartmann & Braun Índice 1. IBIS_BE_CNF - DEFINIÇÃO... 3 2. INSTALAÇÃO... 3 2.1. PRÉ-REQUISITOS PARA INSTALAÇÃO... 3
Shellby 915. Gradual Tecnologia Ltda. Manual Terminal Shellby Gradual Janeiro/2009 1
Shellby 915 Gradual Tecnologia Ltda. Manual Terminal Shellby Gradual Janeiro/2009 1 Este equipamento opera em caráter secundário, isto é, não tem direito a proteção contra interferência prejudicial, mesmo
Manual de Configuração Rápida. Magellan 2200 VS Magellan 2300 HS Linha Magellan 8300 / RE:
Manual de Configuração Rápida Magellan 2200 VS Magellan 2300 HS Linha Magellan 8300 / 8400 3474270 RE: 03-04-16 Índice INTRODUÇÃO... 2 CONFIGURAÇÕES BÁSICAS... 3 RETORNAR PARA A CONFIGURAÇÃO DE FÁBRICA...
Novos recursos da PR-650 Versão 2 PT
Novos recursos da PR-650 Versão 2 PT Foram adicionados os novos recursos a seguir na versão 2. Antes de utilizar esta máquina, leia cuidadosamente este manual e o Manual de Operações incluído com sua máquina
Wind Rede Guia de Configuração e Operação. Wind Rede. Guia de Configuração e Operação 1/8
Wind Rede Guia de Configuração e Operação 1/8 Parabéns, você acaba de adquirir mais um produto com a qualidade UPX. Leia atentamente este guia para tirar o máximo proveito. 1. O que é a Wind Rede A Wind
MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO SERVIDOR DE MICROTERMINAIS SISTEMA GERENCIAL G4
MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO SERVIDOR DE MICROTERMINAIS SISTEMA GERENCIAL G4 Digisat Tecnologia Ltda Rua Marechal Deodoro, 772 Edifício Mirage 1º Andar Sala 5 e 6 Centro Concórdia/SC CEP: 89700-000 Fone/Fax:
4 Sistema Computacional:
4 Sistema Computacional: Hardware: são os componentes e dispositivos eletrônicos que operando em conjunto com outros componentes ou mesmo individualmente realizam uma das funções de um sistema de computação.
PLATAFORMA PARA ESTUDO EM PROGRAMAÇÃO DE MICROCONTROLADORES FAMÍLIA 8051
PLATAFORMA PARA ESTUDO EM PROGRAMAÇÃO DE MICROCONTROLADORES FAMÍLIA 8051 MODELO: EE0216 DESCRIÇÃO Plataforma de treinamento em microcontroladores família 8051 base em aço carbono e pés de borracha, pintura
MANUAL DO USUÁRIO. Software de Gerenciamento. Multimedidor de Grandezas Elétricas. Self Control
MANUAL DO USUÁRIO Software de Gerenciamento Multimedidor de Grandezas Elétricas Self Control ÍNDICE 1.0 INTRODUÇÃO 4 1.1 Aplicações 4 2.0 CARACTERÍSTICAS 4 2.1 Compatibilidade 4 3.0 INSTALAÇÃO 4 4.0 INICIALIZAÇÃO
MANUAL DO USUÁRIO E INSTALADOR
Cell A melhor maneira de abrir o seu portão MANUAL DO USUÁRIO E INSTALADOR Ver. 2.01 Apresentação O acionador de cargas Cell Sésamo é um solução prática e eficaz para acionamento de dispositivos à distância.
Smart Port RF. Leitor e gravador de cartões sem contato. Manual do Usuário Versão 1.0. Data da Revisão: 30/06/06
Smart Port RF Leitor e gravador de cartões sem contato Manual do Usuário Versão 1.0 Data da Revisão: 30/06/06 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. APRESENTANDO O SMART PORT RF... 4 2.1 COMPOSIÇÃO BÁSICA DO EQUIPAMENTO...
MANUAL DE INSTALAÇÃO. RS 485 / I.R. para RF (R433)
MANUAL DE INSTALAÇÃO RS 485 / I.R. para RF (R433) O produto deste manual poderá sofrer alterações sem prévio aviso. Versão:Agosto de 2014 GSA-016! ATENÇÃO: Este produto requer conhecimento técnico para
Manual Do Usuário. Super-Scan. Super-Scan
Manual Do Usuário Super-Scan O SuperScan é um aparelho diagnóstico para veículos. Ele é compatível com veículos nacionais e importados com os protocolos SAE J1850 PWM, SAE J1850 VPW, KWP2000, ISO 9141,
Microterminal Não Fiscal Bematech Fit Básico
Microterminal Não Fiscal Bematech Fit Básico Com este microterminal é possível lançar informações via teclado ou com a ajuda de um scanner ou uma balança. É ideal para varejos que precisam de mais agilidade
Linux Para esta configuração foi utilizado o Linux Ubuntu 12.04 mas o comando é o mesmo para todas as distribuições de Linux. Descompacte o arquivo patch_panel_evolution.gz na pasta home.informação. Digitar
Arduino Lab 02 Sensor de luminosidade e display de LCD 16 2
Arduino Lab 02 Sensor de luminosidade e display de LCD 16 2 Display de LCD 16 2 Neste Lab, iremos descrever como conectar o sensor BH1750FVI, já citado no Lab 01, ao Arduino Micro e à um display. A indicação
Manual de Programação TED1000 versão TC100 Ethernet
Manual de Programação TED1000 versão TC100 Ethernet Indice: Configurações iniciais...2 Configuração de IP...2 Teclas especiais...2 Cabo de rede...2 Programação...3 Abrindo a comunicação (abreip)...3 Enviando
Mapeamento de memória e conexões do Controlador CP-WSMIO2DI2DO
Comércio e Manutenção de Produtos Eletrônicos Manual CP-WS1 Mapeamento de memória e conexões do Controlador CP-WSMIO2DI2DO PROXSYS Versão 1.3 Abril -2015 Controlador Industrial CP-WS1 1- Configurações
Cerne Tecnologia e Treinamento
Tecnologia e Treinamento Tutorial para Testes na Placa de I/O Ethernet MODBUS (21)4063-9798 (11)4063-1877 Skype: cerne-tec MSN: [email protected] Cerne Kits Didáticos e Gravadores da Cerne Tecnologia
Manual do usuário - Kit 4EA2SA v2.0. Kit 4EA2SA v2.0 Manual do usuário. Copyright VW Soluções
Kit 4EA2SA v2.0 Manual do usuário 1 Apresentação O Kit 4EA2SA v2.0 foi desenvolvido pela VW Soluções utilizando-se como base o circuito integrado MCP3424 da Microchip, que possui 4 (quatro) entradas analógicas
Modbus Wireless. Site: - V 1.0 IEEE REV
Modbus Wireless V 1.0 IEEE 802.15.4 REV 01-02082016 Fractum Indústria e Comércio de Equipamentos Eletrônicos LTDA - Av. Antônio Américo Junqueira 335 Pôr do Sol - Santa Rita do Sapucaí-MG - CEP 37540-000
Manual Técnico. Indicador Para Células de Carga. Modelo: GI-4910
Manual Técnico Indicador Para Células de Carga Modelo: GI-4910 Data: Jun/2002 Índice Página 1. Escopo deste manual 2 2. Especificação Técnica 2 3. Codificação Para Encomenda 3 4. Elementos do Painel Frontal
MANUAL PARA INSTALAÇÃO
DG-1000 MANUAL PARA INSTALAÇÃO EPM TECNOLOGIA E EQUIPAMENTOS LTDA. Avenida Comendador Gumercindo Barranqueiros, 285 Jardim Samambaia Jundiaí - SP Tel. - (0xx11) 4582-5533 www.epmtec.com.br MANUAL DE INSTALAÇÃO
Dualtech CPU 485 TCP-IP. Gradual Tecnologia Ltda. Manual DualTech Gradual Novembro 2013 1
Dualtech CPU 485 TCP-IP Gradual Tecnologia Ltda. Manual DualTech Gradual Novembro 2013 1 Índice Geral... 3 Características do Aparelho... 3 Conectores... 5 Instalação... 6 Mensagens... 7 Configuração...
Manual de Programação e instalação
Manual de Programação e instalação EXPANSOR VW8ZIP V2.10 R1.00 Novembro 2017 www.viawebsystem.com.br Índice APRESENTAÇÃO...3 INTRODUÇÃO...3 INSTALAÇÃO...4 EXPANSOR VW8ZIP...5 PROGRAMANDO O EXPANSOR...6
MANUAL DE INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO DO CONVERSOR SERIAL / ETHERNET SW2
MANUAL DE INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO DO CONVERSOR SERIAL / ETHERNET SW2 Ago/17 Conversão de Serial para Rede sem Fio (WI FI) O SW2 é um conversor de Interface Serial para ethernet sem fio (IEEE 802.11 b/g/n)
Manual do Usuário. Easy Home
Manual do Usuário Easy Home Sumário Apresentação 2 Características 4 Especificações Técnicas 5 Instalação - Easy Home 6 Instalação - Aplicativo 7 Configuração - Aplicativo 8 Conectar ao Easy Home 9 Criar
Introdução ao Uso do LCD Inteligente (Versão Preliminar) Por Gilson Yukio Sato. Introdução
Introdução ao Uso do LCD Inteligente (Versão Preliminar) Por Gilson Yukio Sato Introdução O display de cristal líquido (LCD) inteligente é bastante usado como dispositivo de interface entre o usuário e
MANUAL Terminal Gráfico Touch Screen de 9 Polegadas
MANUAL Terminal Gráfico Touch Screen de 9 Polegadas V2-TP-1000 19/10/2016 1.0 TELA PRINCIPAL CONFIGURAÇÕES - Chama tela de login para interface de configurações. DISPLAY ALFA-NUMÉRICO - Exibe informações
Cerne Tecnologia e Treinamento
Tecnologia e Treinamento Tutorial para Testes na Placa de Aquisição de Dados (21)4063-9798 (11)4063-1877 Skype: cerne-tec MSN: [email protected] www.cerne-tec.com.br Kits Didáticos e Gravadores da
Estrutura e Funcionamento dos Computadores (Conceitos Básicos)
Estrutura e Funcionamento dos Computadores (Conceitos Básicos) Sistema Computacional Peopleware (usuário) Software (programas) Hardware (máquina) Hardware Corresponde à parte material, aos componentes
Manual de Operação VT100
Manual de Operação VT100 Anexo ao Manual de Operação do TSW200E1 Versão: 1 Revisão: 4 Dezembro/2008 Direitos de edição Este manual foi elaborado pela equipe da Wise Indústria de Telecomunicações. Nenhuma
Métodos de Transmissão. Padrões RS
Métodos de Transmissão Padrões RS O padrão RS A Eletronics Industry Association (EIA) foi quem produziu os padrões RS232, RS422 e RS485. EIA Standards eram antes marcados com o prefixo RS para indicar
