Métodos diagnósticos nos distúrbios do sono Diagnostics methods for sleep disorders
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- Kléber Alexandre Almeida Caires
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1 SI 8 Métodos diagnósticos nos distúrbios do sono Diagnostics methods for sleep disorders Sônia Maria Guimarães Pereira Togeiro, 1 Anna Karla Smith 2 Resumo O objetivo deste artigo é o de descrever os procedimentos, as recomendações, os achados e o valor dos métodos diagnósticos utilizados em transtornos do sono, incluindo questionários, actigrafia, polissonografia e teste múltiplo de latência do sono. Questionários específicos incluindo avaliação da qualidade do sono, hipersonolência, transtornos respiratórios do sono e ritmo sono-vigília são utilizados, em geral, para triar transtornos do sono e como indicação para estudos sobre o sono. A polissonografia e o teste múltiplo de latência do sono são considerados como métodos padrão-ouro na maioria dos transtornos do sono e narcolepsia, respectivamente. Os critérios para tais transtornos são relatados abaixo. Descritores: Transtornos do sono/diagnóstico; Polissonografia; Questionários; Distúrbios do sono por sonolência excessiva Abstract The aim of this manuscript is to describe the procedures, recommendations, findings and value of the diagnostic methods used in Sleep Disorders including questionnaires, Actigraph, Polysomnography and Multiple sleep latency test. Specific questionnaires including evaluation of sleep quality, hyper somnolence, Respiratory Sleep Disorders and Sleep-Wake rhythm are in general, used as a screening for the Sleep Disorders and indication of sleep studies. Polysomnogram and Multiple sleep latency test are considered the gold standard methods for the diagnosis of majority of sleep disorders and Narcolepsy respectively. Criteria for these disorders are reported bellow. Keywords: Sleep disorders/diagnosis; Polysomnography; Questionnaires; Disorders of excessive somnolence 1 Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) 2 Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) - pós-graduanda Correspondência Sônia Maria Guimarães Pereira Togeiro Disciplina de Biologia e Medicina do Sono Rua Napoleão de Barros, São Paulo, SP [email protected]
2 Métodos diagnósticos nos distúrbios do sono SI 9 Introdução Os métodos diagnósticos utilizados na investigação dos distúrbios do sono vão desde a avaliação subjetiva, por meio da aplicação de questionários específicos, aos registros actigráficos ou polissonográficos diurnos ou noturnos. 1. Questionários Diferentes questionários podem ser utilizados na rotina clínica para fins diagnósticos, na monitorização da resposta aos tratamentos instituído, em estudos epidemiológicos e em pesquisa clinica. São, na sua maioria, internacionais e poucos são validados para a língua portuguesa, o que nos leva a considerar que erros de interpretação, bem como aspectos culturais possam influenciar para a especificidade e sensibilidade destes métodos. Neste contexto, se validados para a população em questão, podem predizer e estimar a severidade dos distúrbios do sono, servindo assim como "screening" para os testes diagnósticos objetivos (Tabela 1). Alguns deles avaliam o sono em seus aspectos gerais, dando enfoque ao tempo para o seu início (latência do sono), qualidade, aspectos comportamentais, presença de despertares e sonolência diurna. Dentre esses, podemos citar o Sleep Disorders Questionnaire, 1 com questões de avaliação quantitativa e qualitativa; o Pittsburgh Sleep Quality Index, 1 que se refere à qualidade do sono no último mês, fornecendo um índice de gravidade e natureza do distúrbio; o Mini-sleep Questionnaire (MSQ), 1 que avalia a freqüência das queixas; o Basic Nordic Sleep Questionnaire (BNSQ), 2 que analisa as queixas mais comuns em termos de freqüência e intensidade nos últimos três meses com especificação quantitativa; e o questionário de auto-avaliação do sono, 1 utilizado em pesquisas psicofarmacológicas. O outro grupo é o dos questionários mais direcionados e específicos para determinadas alterações, tendo como mais conhecidos e utilizados a escala de sonolência de Epworth 3 - cuja pontuação vai de 0 a 24, sendo caracterizada a sonolência excessiva para valores acima de 10 (Tabela 2) -; a escala de sonolência de Stanford, 1 que se refere ao estado momentâneo de sonolência; aqueles para avaliação dos distúrbios respiratórios do sono, como os de Hoffstein, Douglass, Deegan e o do Fletcher e Luckett 4-5 (Tabela 3); os questionários para avaliação do ritmo sono-vigília; 5-7 e os específicos para utilização em pediatria. 2. Actigrafia Técnica de avaliação do ciclo sono-vigília que permite o registro da atividade motora através dos movimentos dos membros durante 24 horas. Trata-se de um dispositivo colocado no punho (como um relógio de pulso) que realiza a detecção dos movimentos, sendo esta digitalizada, podendo ser transferida para um computador. Assim, podemos obter informações como o tempo total de sono, tempo total acordado, número de despertares e latência para o sono. 8 Comparada com a polissonografia, apresenta um coeficiente de confiabilidade 0,8 a 0,9, sendo um método de menor custo - apesar de não substituí-la - e que fornece informações sobre o ritmo circadiano, quando o registro de vários dias se fizer necessário. É particularmente útil para o estudo de indivíduos que não toleram dormir em laboratório, como crianças pequenas, insones e idosos. 3. Polissonografia O estudo polissonográfico de noite inteira realizado no laboratório é o método padrão ouro para o diagnóstico dos distúrbios do sono, onde uma diversidade de sistemas cada vez mais se apresentam no mercado. A montagem polissonográfica 9 possibilita o registro em polígrafo do eletroencefalograma (EEG), do eletrooculograma (EOG), da eletromiografia (EMG) do mento e membros, das medidas do fluxo oronasal, do movimento tóraco-abdominal, do eletrocardiograma (ECG) e da oximetria de pulso (Figuras 1 e 2). Canais adicionais também podem estar disponíveis para registro de outros parâmetros, tais como a posição corpórea, medidas de pressão esofágica, ronco e derivações suplementares de EEG. O estagiamento do sono é baseado no padrão de ondas cerebrais, na atividade muscular no mento e no oculograma analisados a cada período de 20 ou 30 segundos, que são denominados "época". Este estagiamento segue as normas internacionais de Rechtschaffen & Kales, 10 possibilitando a caracterização de cada estágio do sono. O estágio 1 do sono se caracteriza pela presença predominante de ondas cerebrais de baixa freqüência e amplitude (ondas teta), redução da atividade muscular em relação à vigília e movimentos oculares lentos. O estágio 2 caracteriza-se pela presença de complexo K, fusos do sono e ausência de movimentos oculares. No sono de ondas lentas (estágios 3 e 4) há presença de ondas de grande amplitude e baixa freqüência (ondas delta). No sono REM ocorre acentuada redução ou ausência do tônus muscular, movimentos oculares rápidos e ondas em dente de serra (Figura 3). Demais parâmetros, como a respiração, a saturação da oxihemoglobina, a freqüência cardíaca, entre outros, são também rotineiramente analisados. A despeito da maioria dos sistemas polissonográficos serem digitais e com software que faz análise automática destes parâmetros, sua correção feita pelo profissional habilitado em polissonografia é mandatória. Parâmetros polissonográficos Os principais dados apresentados na polissonografia são: 1) Tempo total de sono (TTS); tempo de vigília, tempo total de registro (TTR); 2) Eficiência do sono: TTS/TTR; 3) Latência para o início do sono, Latência para o sono REM e para os demais estágios do sono; 4) Durações (minutos) e as proporções dos estágios do sono do TTS.
3 SI 10 Togeiro SMGP & Smith AK Estas proporções variam com a idade, sendo que o sono de ondas lentas está fisiologicamente diminuído no idoso; 5) Número total e o índice das apnéias e hipopnéias (IAH) por hora de sono; 6) Os valores da saturação e os eventos de dessaturação da oxihemoglobina (quedas > 3 ou 4%, com 10 segundos); 7) Número total e o índice dos movimentos periódicos de membros inferiores por hora de sono; 8) Número total e o índice dos micro-despertares por hora de sono e sua relação com os eventos respiratórios ou os movimentos de pernas; 9) O ritmo e a freqüência cardíaca. A distribuição e a proporção dos estágios do sono podem ser representadas num gráfico denominado Hipnograma (Figura 4). Os valores de normalidade dos parâmetros acima citados estão nas Tabelas 3 e A gravação simultânea em vídeo possibilita a identificação dos comportamentos anormais durante o sono, como nas parassonias do sono REM e NREM. 1. Achados polissonográficos As características clínicas e polissonográficas dos distúrbios do sono estão catalogadas no Código Internacional das Doenças do Sono. 13 Fragmentação do sono devido aos micro-despertares secundários à apnéia do sono (Figura 2) ou aos movimentos periódicos de pernas (Figura 5) podem ocasionar redução do sono de ondas lentas e do REM. Nas insônias há redução do tempo total de sono e, se forem secundárias à depressão, detecta-se latência reduzida para o sono REM, aumento dos micro-despertares espontâneos, redução do sono de ondas lentas e aumento dos movimentos oculares rápidos. Na narcolepsia, tem-se latência acentuadamente reduzida para o sono REM e padrão de sono fragmentado. Quadros dolorosos crônicos, uso de benzodiazepínicos e indivíduos com fibromialgia podem ter intrusão de ritmos eletroencefalográficos rápidos principalmente no sono de ondas lentas. No distúrbio comportamental do sono REM observa-se manutenção do tônus muscular durante este estágio do sono. No sonambulismo, tal comportamento anormal ocorre no sono de ondas lentas. Sistemas polissonográficos Sistemas portáteis para a monitoração domiciliar do sono estão se difundindo rapidamente no mercado e sendo utilizados principalmente para o diagnóstico de apnéia e hipopnéia do sono obstrutiva. A Associação Americana de Distúrbios do Sono (AADS) adverte que essa monitoração se restrinja a pacientes com sintomas clínicos acentuados, ou quando a polissonografia (PSG) clássica não esteja disponível. Ela também é aceitável no acompanhamento terapêutico dos pacientes cujo diagnóstico já tenha sido realizado por meio da PSG convencional. 14 Com custo reduzido se comparado ao da polissonografia clássica, a monitorização domiciliar apresenta limitações como, por exemplo, a ausência de pessoal treinado para intervir nos problemas técnicos que surgem durante o registro e menor precisão na avaliação dos casos apnéia do sono de grau leve ou na síndrome da resistência das vias aéreas superiores. 14 Considerando a diversidade dos sistemas polissonográficos disponíveis na atualidade, um Comitê da AADS publicou uma revisão desses sistemas, classificando-os em diferentes níveis e de acordo com seus respectivos níveis de resolução: 14 1) Nível I (polissonografia padrão) - Parâmetros: mínimo de 7 canais, incluindo eletroencefalograma (EEG), eletrooculograma (EOG), eletromiografia (EMG) submentoniana, eletrocardiograma (ECG), fluxo aéreo oronasal, movimento respiratório e saturação da oxihemoglobina. - Posição do corpo: documentada ou objetivamente medida. - Movimento de pernas: EMG (opcional) - Supervisão: constante - Intervenções: possível 2) Nível II (polissonografia portátil) - Parâmetros: mínimo de 7 canais, incluindo EEG, EOG, EMG submentoniana, ECG (ou registro de freqüência cardíaca), fluxo aéreo oronasal, movimento respiratório, saturação da oxihemoglobina. - Posição do corpo: pode ser medida objetivamente. - Movimento de pernas: EMG (opcional). - Supervisão: não - Intervenções: não Estudos na literatura validam esses sistemas no diagnóstico da Síndrome da Apnéia e Hipopnéia Obstrutiva do Sono (SAHOS), considerando diferentes pontos de corte de índices de eventos respiratórios, mas o sistema não se mostra eficaz em se tratando de outras doenças do sono. Orr et al 15 constataram que em um equipamento de nível II, quando o índice de apnéia e hipopnéia fixado foi de 15/h, a sensibilidade e a Figura 1 - Montagem polissonográfica
4 Métodos diagnósticos nos distúrbios do sono SI 11 especificidade para o diagnóstico da apnéia obstrutiva foi de 100% e 93%, respectivamente. Quando comparada a polissonografia convencional com a de nível II, a primeira mostrou maior acurácia para a avaliação dos estágios do sono. 3) Nível III (sistema portátil modificado para diagnóstico da SAHOS) - Parâmetros: mínimo de 4 canais, incluindo ventilação (pelo menos dois canais para movimentos respiratórios, ou movimento respiratório e fluxo aéreo oronasal), ECG (ou registro de freqüência cardíaca), saturação da oxihemoglobina. - Posição do corpo: não - Movimento de pernas: não - Supervisão: não - Intervenções: não Aqui, somente as variáveis cardio-respiratórias são avaliadas, não sendo possível a análise dos parâmetros do sono. Esta modalidade apresenta alta sensibilidade e especificidade para apnéia do sono quando aplicada a uma população sintomática. 14 4) Nível IV (registro contínuo de 1 ou 2 parâmetros) - Parâmetros: mínimo de um (saturação da oxihemoglobina por oximetria, associada ou não a registro de freqüência cardíaca) - Posição do corpo: não - Movimento de perna: não - Intervenção: não Inclui desde um simples oxímetro até os dispositivos com algorítmos de análise mais sofisticados. Os estudos disponíveis indicam que o registro contínuo de um ou dois desses parâmetros para o diagnóstico da apnéia obstrutiva do sono varia muito em precisão. A oximetria de pulso, combinada a um escore clínico, mostrou-se útil como teste de triagem na seleção de pacientes para a polissonografia padrão
5 SI 12 Togeiro SMGP & Smith AK 5) Monitorização avançada nível IV Trata-se de aparelhos que registram a oximetria e mais um canal respiratório (fluxo aéreo, ronco). Recentemente, a u m e n t o u - s e o i n t e r e s s e n o u s o d o " A u t o - s e t C PA P (Continuous Positive Airway Pressure)" para o diagnóstico da apnéia do sono. Classicamente, esse sistema é usado como modalidade terapêutica para apnéia do sono obstrutiva, para a qual a regulagem pressórica do CPAP nasal é obtida automaticamente. O sistema possui também um modo diagnóstico que estima o fluxo aéreo nasal semiquantitativamente, mediante a variação da pressão obtida através dos cateteres nasais, conectados a um transdutor de pressão, detectando, assim, apnéias, irregularidades respiratórias, ronco e limitação de fluxo aéreo ("flattening index"). Estudos comparando esse sistema com a polissonografia convencional, para o diagnóstico da SAHOS, revelam boa concordância para os casos com IAH mais elevado, geralmente acima de Figura 2 - Registro polisonográfico de Apnéia Obstrutiva do Sono. Os canais de registro correspondem de cima para baixo: 3 canais de eletroencefalograma, 1 canal de eletromiograma de queixo, 2 canais de eletrooculograma, 1 canal de eletrocardiograma, 1 canal de fluxo nasal, 1 canal de cinta torácica, 1 canal de cinta abdominal e 1 canal de oximetria de pulso. Figura 3 - Estágios do sono Fonte: Mary A. Carskadon and William Dement: Normal Human Sleep. An Overview (chapter 2) in principles and practice of sleep medicine. M. H. Kryger, Thomas Roth, Willian A. C. Dement 2nd. Saunders Company; Art02_rev06.p /4/2005, 18:08
6 Métodos diagnósticos nos distúrbios do sono SI 13 Teste das Múltiplas Latências do Sono (TMLS) É considerado o método de escolha para a avaliação e acompanhamento da sonolência diurna excessiva, quantificando este sintoma e possibilitando a identificação do sono REM, o que o torna extremamente útil no diagnóstico da narcolepsia. É o único teste cientificamente validado para a avaliação objetiva da sonolência. É realizado no laboratório do sono, tendo seu início 1,5 a 3 horas após o término do sono noturno, onde o paciente permanece praticamente todo o período diurno. Idealmente, o TMLS deve seguir-se à noite da polissonografia. Figura 4 - Hipnogramas Fonte: Adaptado de RW Mccarley. Sleep dream and states of consciousness. In: PM Conn, editor. Neuroscience in Medicine. Philadelphia: Linppincott; p Art02_rev06.p /4/2005, 18:09
7 SI 14 Togeiro SMGP & Smith AK Calcula-se a média das latências para o início do sono dos 4 ou 5 registros do sono, que têm duração de 20 minutos a intervalos de 4 horas. Nestes períodos, o paciente é mantido fora do leito e supervisionado para não cochilar. 19 O TMLS tem alta sensibilidade e especificidade na sonolência devido à narcolepsia. Mais de 80% dos pacientes narcolépticos têm média da latência de sono no TMLS menor que 5 minutos. 20 Aqueles cuja latência é maior que 5 podem apresentar valores menores quando testados novamente. 21 Dois ou mais registros de sono REM (no inglês, SOREM: sleep onset in REM) são encontrados em 80% dos narcolépticos. 20 Ocasionalmente, pacientes que não apresentem este padrão inicialmente poderão demonstrar dois ou mais estágios REM quando novamente testados. 20 Outras condições, como outros distúrbios do sono, privação de sono, drogas, incluindo álcool, antidepressivos tricíclicos e inibidores da MAO podem ou não determinar média da latência do sono < 10 e presença de 1 REM. As referências de normalidade deste teste constam na Tabela 6. Outros métodos, como o teste da manutenção da vigília e sistemas bastante simplificados ou mais elaborados para os registros do sono, concorrem para melhorar o diagnóstico destes distúrbios. Entretanto, há de se ter em mente que tais registros têm custo elevado, não estando disponível para grande parte da nossa população. Assim, a indicação dos registros do sono se impõe na presença de sintomas, achados clínicos e riscos que apontem para tais diagnósticos. Figura 5 - Movimentos Periódicos de Membros Inferiores Referências 1. Gorestein C, Tavares S, Alóe F. Questionários de auto-avaliação de sono. In: Gorestein C, Andrade LHS, Zuard AW. Escalas de avaliação clínica em psiquiatria e psicofarmacologia. São Paulo: Lemos; p Partinen M, Gislason T. Basic Nordic Sleep Questionnaire (BNSQ): a quantitated measure of subjective sleep complaints. J Sleep Res. 1995;4(S 1): Johns MW. A new method for measuring daytime sleepiness: the Epworth sleepiness scale. Sleep. 1991;14(6): Fletcher EC, Luckett RA. The effect of positive reinforcement on hourly compliance in nasal continuous positive airway pressure users with obstructive sleep apnea. Am Rev Respir Dis. 1991;143(5 Pt 1): Chervin RD. Use of clinical tools and tests insleep medicine. In: Kryger MH, Roth T, Dement WC, editors. Principles and practice of sleep medicine. 3rd ed. Philadelphia: WB. Saunders; p Monk TH, Buysse DJ, Kennedy KS, Pods JM, DeGrazia JM, Miewald JM. Measuring sleep habits without using a diary: the sleep timing questionnaire. Sleep. 2003;26(2): Horne JA, Ostberg O. A self assessment questionnaire to determine morningness-eveningness in human circadian rhythms. Int J Chronobiol. 1976;4(2): Sadeh A, Hauri PJ, Kripke DF, Lavie P. The role of actigraphy in the evaluation of sleep disorders. Sleep. 1995;18(4): American Thoracic Society. Standards and indications r for cardiopulmonary sleep studies in children. Am J Respir Crit Care Med. 1996;153(2):
8 Métodos diagnósticos nos distúrbios do sono SI Rechtschafen A, Kales A. A manual of standardized terminology, techniques and scoring system and sleep stages of human subjects. Los Angeles: UCLA Brain Information Service; Carskadon MA, Dement WC. Normal human sleep: an overview. In: Krieger MH, Roth T, Dement WC. Principles and practice of sleep medicine. 2 nd ed. Philadelphia, WB Saunders; p American Academy of Sleep Medicine. Sleep-related breathing disorders in adults: recommendations for syndrome definitions and measurements techniques in clinical research. The Report of an American Academy of Sleep Medicine Task Force. Sleep. 1999;22(5): ICSD - International classification of sleep disorders: diagnostic and coding manual. Diagnostic Classification Committee. Torphy MJ. Rochester, Minnesota: American Sleep Disorders Association; American Sleep Disorders Association. Practice parameters for the use of portable recording in the assessment of obstructive sleep apnea. Standards of Practice Committee of the American Sleep Disorders Association. Sleep. 1994;17(4): Orr WC, Eiken T, Pegram V, Jones R, Rundell OH. A laboratory validation study of a portable system for remote recording of sleeprelated respiratory disorders. Chest. 1994;105(1): Williams AJ, Yu G, Santiago S, Stein M. Screening for sleep apnea using pulse oximetry and a clinical score. Chest. 1991;100(3): Douglas NJ, Thomas S, Jan MA. Clinical value of polysomnography. Lancet. 1992;339(8789): Bagnato MC, Nery LE, Moura SM, Bittencourt LR, Tufik S. Comparison of AutoSet and polysomnography for detection of apnea-hypopnea events. Braz J Med Biol Res. 2000;33(5): Thorpy MJ. The clinical use of the Multiple Sleep Latency Test Sleep. The Standards of practice Committee of the American Sleep Disorders Association. Sleep. 1992;15(3): Erratum in: Sleep. 1992;15(4): Van den Hoed J, Kraemer H, Guilleminault C, Zarcone VP, Miles L, Dement WC, et al. Disorders of excessive daytime somnolence: polygraphic and clinical data for 100 patients. Sleep. 1981;4(1): Kotagal S, Hartse KM, Walsh JK. Characteristics of narcolepsy in preteenaged children. Pediatrics. 1990;85(2):205-9.
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