Fundamentos da Lubrificação

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1 Fundamentos da Lubrificação

2 Por que Lubrificamos? Existem muitas razões que podemos enumerar, mencionaremos algumas : Reduzir o Atrito e o Desgaste. FUNÇÃO: formar uma película que impeça o contato direto entre duas superfícies que se movem relativamente entre si. Ou seja, o lubrificante reduz o atrito a níveis mínimos, quando comparado ao contato direto, exigindo uma força menor e evitando o desgaste do corpo. Esfriar as partes mecânicas. Proteger contra a ferrugem e a corrosão. Vedar as partes em movimento. Permitir um movimento livre. Eliminar ruídos. Para Prolongar a vida dos Equipamentos!

3 Funções Primárias e Secundárias dos Lubrificantes

4 Funcões Primá ria s Controle do Atrito. Controle do Desgaste. Controle da Temperatura. Controle da Ferrugem e da Corrosão.

5 Funções Secundá ria s Tra nsmitir Potência. Formar Selo (Vedação). Remover Contamina ntes. Como Meio Amortecedor e Isolante.

6 Funções Primárias Controle do Atrito Com uma adequada seleção da viscosidade. Com aditivos que reduzem o Atrito ao mínimo. Controle do Desgaste Ao reduzir o Atrito, controlamos o desgaste. Com aditivos que controlam o contato físico.

7 Funções Primárias Controle da Temperatura Sobretudo se o Lubrificante for utilizado em sistemas de circulação, onde com a mesma carga se lubrificam várias peças. Controle da Ferrugem e da Corrosão Com uma capa protetora de lubrificante. Com aditivos que aderem aos metais.

8 Funções Secundárias Transmitir Potência Como fluido em sistemas hidráulicos. Em acoplamentos hidráulicos. 10 Kg 100 Kg 10cm 2 100cm 2 Formar um Selo (Vedar) Nos Lubrificantes através de uma adequada seleção da viscosidade. Nas graxas pelo seu corpo "espesso".

9 Funções Secundárias Remover Contaminantes Sobretudo nos Lubrificantes usados em circulação, ao percorrer todo o sistema banhando as peças, num movimento constante. Como Meio Amortecedor Isolante Em sistemas hidráulicos, para o controle do golpe de ariete". Em amortecedores industriais e automotivos.

10 LUBRIFICANTE Um Lub rifica nte se d efine com o : Tod a Ma téria q ue introd uzid a entre d ua s sup erfíc ies em m ovim ento tend e a sep a rá -la s, red uzind o seu Atrito e Desg a ste, a lém d e p roteg ê-la s c ontra a Ferrug em e Corrosã o. Enfim, esta m os fa la nd o d e : Tod a M a te r ia N ã o Ab r a siva! Anel Interno Anel Ex terno

11 Então concluimos que, um lubrificante poderá ser encontrado nos quatro estados da Matéria: Líquido: Sólido: Água, óleo vegetal, animal ou mineral.. Grafite, Bisulf. de Molibdênio, Enxofre, Fósforo... Semi-sólido: Vaselina, graxa vegetal, animal ou mineral... Gasoso: Todos os gases ( a pressão ).

12 Óleos vegetais e animais se oxidam facilmente, quando em lubrificantes têm a função de aumentar a oleosidade do produto final aumentando sua eficiência. Óleos sintéticos são caros e por isso são utilizados apenas em casos específicos Óleos minerais são os mais usados

13 GRAXAS Óleo + aditivo + sabão GRAXA Atual: graxa é uma combinação de um fluido com um espessante, resultando em um produto homogêneo com qualidades lubrificantes. Óleo = fluido Sabão = espessante

14 GRAXAS Aplicação: Onde não se deseja o escoamento Formação de selo protetor Uso em ambientes muito úmidos ou de agressividade acentuada

15 Tipos de Lubrificantes mais comuns usados no processamento mecânico

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18 Características dos óleos lubrificantes Densidade: : é a relação entre o peso de um volume do lubrificante, medido a temperatura de 20ºC comparado ao peso de igual volume de água medido a 4 C = densidade relativa. Ponto de névoa (could point): temperatura na qual a parafina ou outras substâncias afins normalmente dissolvidas no óleo, começa a se separar formando pequenos cristais, turvando o óleo.

19 Características dos óleos lubrificantes Ponto de fulgor: : é a menor temperatura na qual o vapor desprendido pelo óleo aquecido inflama-se momentaneamente em contato com uma chama. Ponto de combustão: : é a temperatura na qual o vapor do óleo, uma vez inflamado, continua a queimar por mais de 5 segundos.

20 Características dos óleos lubrificantes Ponto de fluidez (pour point): temperatura mínima em que ocorre o escoamento do óleo por gravidade. Importante para óleos que trabalham a baixas temperaturas. Índice de acidez total (TAN): é a quantidade de base, expressa em miligramas de hidróxido de potássio, necessária para neutralizar todos os componentes ácidos presentes em um grama de amostra.

21 Características dos óleos lubrificantes Índice de alcalinidade total (TBN):é a quantidade de ácido, expressa em miligramas de hidróxido de potássio, necessária para neutralizar todos os componentes básicos b presentes em uma grama de amostra. Oxidação: resistência a oxidação dos lubrificantes devido a quantidade e natureza dos depósitos formados em condições de trabalho em alta temperatura.

22 Características dos óleos lubrificantes Extrema pressão: é a capacidade de suportar pressões elevadas, evitando que as superfícies entrem em contato. Número de emulsão: é o tempo, em segundos, que a amostra do óleo leva para separar-se da água condensada proveniente de uma injeção de vapor. Viscosidade: é a resistência de um fluído ao escoamento.

23 Características de um lubrificante ideal

24 Referências Adicionais: - HELMAN, H. e CETLIN, P. R., Fundamentos da Conformação Mecânica dos Metais, Ed. Artliber, 2005.) - Luís Carlos Simei, Técnico de Manutenção. Aula Sobre Fundamentos de Lubrificação.

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