Coleta de amostras confiáveis e representativas
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- Augusto Cerveira da Conceição
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1 CLINICA DO LEITE DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Coleta de amostras confiáveis e representativas Laerte Dagher Cassoli Setembro/2010 Florianópolis- SC
2 Agenda Qual o objetivo da amostragem? Fluxo de coleta de amostras Pontos críticos Como identificar falhas de coleta? Qual a situação atual da qualidade da amostragem? Qual o impacto da falha de coleta para produtor e indústria? Como elaborar plano de coleta de amostras? 2
3 Qual o objetivo da amostragem? 1º : Tanque Tanque L = Amostra 40 ml 3
4 Qual o objetivo da amostragem? 2º. Produção de leite num dado período 4
5 Qual o objetivo da amostragem? 15 coletas L 5
6 Qual o objetivo da amostragem? 2º. Produção de leite num dado período L em 30 dias = 1, 2, 3 5 amostras de 40 ml 6
7 Agenda Qual o objetivo da amostragem? Fluxo de coleta de amostras Pontos críticos Como identificar falhas de coleta? Qual a situação atual da qualidade da amostragem? Qual o impacto da falha de coleta para produtor e indústria? Como elaborar plano de coleta de amostras? 7
8 Fluxo de coleta de amostras Pontos críticos Fazenda Coleta amostra Transporte indústria Transporte laboratório Análise 8
9 Fluxo de coleta de amostras Pontos críticos Homogeneização do leite Coleta amostra 5 ou 10 min. (> 3.000) SEM AGITAÇÃO COM AGITAÇÃO 10
10 Fluxo de coleta de amostras Pontos críticos Homogeneização do leite Coleta amostra Qual impacto do tempo de homogeneização: a) Estudo com 93 fazendas b) Coleta de 2 amostras, uma com 2 outra com 5 min c) Verificou-se diferença entre os resultados Diferença: Gord 5 min Gord 2 min 11
11 Diferença Gordura - 2 e 5 min Fluxo de coleta de amostras Pontos críticos Homogeneização do leite Coleta amostra 0,30 0,25 0,20 0,15 0,10 0,05 0,00-0,05-0,10-0,15-0,20-0,25 55 % Equipamento (+/- 0,04)
12 Fluxo de coleta de amostras Pontos críticos Utilização dos conservantes Coleta amostra Concentração adequada imediatamente após a coleta Azidiol Cloranfenicol + Azida Sódica Líquido ou pastilha CBT Bronopol Bronopol + natamicina Pastilha CCS, Compo, NU 13
13 Fluxo de coleta de amostras Pontos críticos Utilização dos conservantes Coleta amostra 14
14 Fluxo de coleta de amostras Pontos críticos Utilização dos conservantes Coleta amostra 15
15 Fluxo de coleta de amostras Pontos críticos Identificação das amostras Coleta amostra Utilização de código de barras para minimizar erros 16
16 Fluxo de coleta de amostras Pontos críticos Identificação das amostras Coleta amostra 17
17 Fluxo de coleta de amostras Pontos críticos Temperatura Transporte indústria Tempo Transporte laboratório 18
18 Fluxo de coleta de amostras Pontos críticos Temperatura Transporte indústria Temperatura máxima de 10ºC Evitar congelamento Transporte laboratório 19
19 Fluxo de coleta de amostras Pontos críticos Temperatura Transporte indústria Transporte laboratório 20
20 Fluxo de coleta de amostras Pontos críticos Temperatura Transporte indústria Correios (Sedex) Transportadoras Ônibus Entrega local Transporte laboratório 21
21 Fluxo de coleta de amostras Pontos críticos Temperatura Transporte indústria Transporte laboratório 1 a 4 o C 22
22 Fluxo de coleta de amostras Pontos críticos Temperatura Transporte indústria Transporte laboratório 23
23 Fluxo de coleta de amostras Pontos críticos Temperatura Transporte indústria Transporte laboratório 24
24 Fluxo de coleta de amostras Pontos críticos Tempo Transporte indústria 7 a 10 dias até a análise Transporte laboratório Coleta 3 dias Transporte 1 dia Análise 3 dias 7 dias 25
25 Agenda Qual o objetivo da amostragem? Fluxo de coleta de amostras Pontos críticos Como identificar falhas de coleta? Qual a situação atual da qualidade da amostragem? Qual o impacto da falha de coleta para produtor e indústria? Como elaborar plano de coleta de amostras? 26
26 Gordura (%) Como identificar falhas de coleta? Ferramentas estatísticas Gráfico de controle 5,00 4,80 4,60 4,71 4,40 4,20 4,00 3,80 3,60 3,40 3,20 3,40 3,56 3,42 3,39 3,47 3,51 3,59 3,72 3,48 3,27 LS Médi a LI 3,00 7/1/10 7/11/10 7/21/10 7/31/10 8/10/10 8/20/10 8/30/10 9/9/10 27
27 Como identificar falhas de coleta? Exemplo: Gráfico de controle do produtor (R204 LeiteStat)
28 Como identificar falhas de coleta?
29 Como identificar falhas de coleta? Qual o resultados dos demais produtores da mesma rota? Código Nome Rota Gord Prot Lact ST ESD CCS 1001 Prod ,97 3,23 4,70 9,91 8, Prod ,97 3,23 4,69 9,91 8, Prod ,98 3,23 4,70 9,93 8, Prod ,98 3,23 4,70 9,92 8,94 25
30 Como identificar falhas de coleta? Resultados históricos do Produtor A Rota 600
31 Como identificar falhas de coleta? Produtor A Rota 600 Produtor B Rota 600
32 Como identificar falhas de coleta? CEP Permite identificação de resultados fora do padrão Homogeneização insuficiente Fraude Problema de identificação
33 Agenda Qual o objetivo da amostragem? Fluxo de coleta de amostras Pontos críticos Como identificar falhas de coleta? Qual a situação atual da qualidade da amostragem? Qual o impacto da falha de coleta para produtor e indústria? Como elaborar plano de coleta de amostras? 34
34 Qual situação atual da qualidade da amostragem? 330 indústrias Período de Set/09 a Set/ amostras coletadas Calculada a taxa de falha de coleta (%) > Resultado de gordura diferente do histórico da fazenda 35
35 Distribuição das indústrias Qual situação atual da qualidade da amostragem? 45% 40% 35% 30% 25% 35% 12 % 41% 20% 15% 10% 5% 13% 12% 0% < > 30 Taxa falha de coleta (%) 36
36 Qual situação atual da qualidade da amostragem? 55% 55% 48% 45% Ind A 35% 39% 40% 35% 32% 30% 32% 34% 36% 28% 33% 25% 15% 5% Ind B -5% 1% 0% 1% 0% 0% 0% 1% 0% 0% 0% 0% 0% set/09 nov/09 jan/10 mar/10 mai/10 jul/10 37
37 Agenda Qual o objetivo da amostragem? Fluxo de coleta de amostras Pontos críticos Como identificar falhas de coleta? Qual a situação atual da qualidade da amostragem? Qual o impacto da falha de coleta para produtor e indústria? Como elaborar plano de coleta de amostras? 38
38 Qual o impacto da falha de coleta para produtor e indústria? Atendimento a IN-51 Produtor A Variável jul/10 ago/10 set/10 Med. Geo. Gordura (% m/m) 3,56 3,34 3,47 5,98 CBT (mil UFC/mL) CCS (mil cels/ml)
39 Qual o impacto da falha de coleta para produtor e indústria? Programa de pagamento por qualidade L/dia No mês + R$ 2.287,00 41
40 Agenda Qual o objetivo da amostragem? Fluxo de coleta de amostras Pontos críticos Como identificar falhas de coleta? Qual a situação atual da qualidade da amostragem? Qual o impacto da falha de coleta para produtor e indústria? Como elaborar plano de coleta de amostras? 42
41 Como elaborar plano de coleta de amostras? 15 coletas L 43
42 Como elaborar plano de coleta de amostras? No. amostras L em 30 dias = 1, 2, 3 5 amostras de 40 ml MÉDIA REAL ~ = MÉDIA AMOSTRAL Pelsue, 1972 Coldebella, 2002 Cassoli, 2006
43 Desvio Desvio Desvio Desvio Como elaborar plano de coleta de amostras? 5 % de Gordura % de Proteína 0,50 0,40 0,30 0,20 0,10 0, Número de Amostras % de Sólidos Totais 0,15 0,10 0,05 0,00 4 a 6 amostras por mês Número de Amostras CCS/1000 0,60 0,50 0,40 0,30 0,20 0,10 0, Número de Amostras Número de Amostras Coldebella, 2002 Figura 1. Desvios na média mensal dos componentes do leite em função do número de
44 Como elaborar plano de coleta de amostras? Treinamento nos procedimentos
45 Como elaborar plano de coleta de amostras? Treinamento nos procedimentos indústrias agentes de coleta
46 Como elaborar plano de coleta de amostras? Monitoramento a) Taxa de falha de coleta
47 Como elaborar plano de coleta de amostras? Monitoramento Ind A Tx falha de coleta 15% 13% 11% 9% 7% 7% 7% 5% 7% 5% 3% 4% 2% 3% 1% 2% 2% 1% -1% -3% -5% set/09 out/09 nov/09 dez/09 jan/10 fev/10 mar/10 abr/10 mai/10 jun/10
48 Como elaborar plano de coleta de amostras? No. amostras Treinamento nos procedimentos Monitoramento 51
49 Departamento de Zootecnia Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Universidade de São Paulo (19)
DEMONSTRATIVO DE CÁLCULO DE APOSENTADORIA - FORMAÇÃO DE CAPITAL E ESGOTAMENTO DAS CONTRIBUIÇÕES
Página 1 de 28 Atualização: da poupança jun/81 1 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00 26.708,00-0,000% - 26.708,00 26.708,00 26.708,00 jul/81 2 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00
PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10
AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 1.72.380,00 0,00 0,00 0,00 361.00,00 22,96 22,96 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl
PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10
AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl Acum 14 set/11 15
DELEGACIA REGIONAL TRIBUTÁRIA DE
Fatores válidos para recolhimento em 01/08/2016 JANEIRO 3,3714 3,2396 3,0166 2,8566 2,6932 2,5122 2,3076 2,1551 1,9790 1,8411 1,7203 1,5947 FEVEREIRO 3,3614 3,2158 3,0021 2,8464 2,6807 2,4939 2,2968 2,1429
TABELA PRÁTICA PARA CÁLCULO DOS JUROS DE MORA ICMS ANEXA AO COMUNICADO DA-46/12
JANEIRO 2,7899 2,6581 2,4351 2,2751 2,1117 1,9307 1,7261 1,5736 1,3975 1,2596 1,1388 1,0132 FEVEREIRO 2,7799 2,6343 2,4206 2,2649 2,0992 1,9124 1,7153 1,5614 1,3860 1,2496 1,1288 1,0032 MARÇO 2,7699 2,6010
GDOC INTERESSADO CPF/CNPJ PLACA
Fatores válidos para recolhimento em 01/02/2017 JANEIRO 3,4634 3,3316 3,1086 2,9486 2,7852 2,6042 2,3996 2,2471 2,0710 1,9331 1,8123 1,6867 FEVEREIRO 3,4534 3,3078 3,0941 2,9384 2,7727 2,5859 2,3888 2,2349
DATA DIA DIAS DO FRAÇÃO DATA DATA HORA DA INÍCIO DO ANO JULIANA SIDERAL T.U. SEMANA DO ANO TRÓPICO 2450000+ 2460000+
CALENDÁRIO, 2015 7 A JAN. 0 QUARTA -1-0.0018 7022.5 3750.3 1 QUINTA 0 +0.0009 7023.5 3751.3 2 SEXTA 1 +0.0037 7024.5 3752.3 3 SÁBADO 2 +0.0064 7025.5 3753.3 4 DOMINGO 3 +0.0091 7026.5 3754.3 5 SEGUNDA
Data Moeda Valor Vista Descrição Taxa US$ 07-Jul-00 Real 0,5816 Sem frete - PIS/COFINS (3,65%) NPR 1,81 14-Jul-00 Real 0,5938 Sem frete - PIS/COFINS
Data Moeda Valor Vista Descrição Taxa US$ 07-Jul-00 Real 0,5816 Sem frete - PIS/COFINS (3,65%) NPR 1,81 14-Jul-00 Real 0,5938 Sem frete - PIS/COFINS (3,65%) NPR 1,8 21-Jul-00 Real 0,6493 Sem frete - PIS/COFINS
TABELA PRÁTICA PARA CÁLCULO DOS JUROS DE MORA ICMS ANEXA AO COMUNICADO DA-87/12
JANEIRO 2,8451 2,7133 2,4903 2,3303 2,1669 1,9859 1,7813 1,6288 1,4527 1,3148 1,1940 1,0684 FEVEREIRO 2,8351 2,6895 2,4758 2,3201 2,1544 1,9676 1,7705 1,6166 1,4412 1,3048 1,1840 1,0584 MARÇO 2,8251 2,6562
Safra 2016/2017. Safra 2015/2016
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BALANÇA COMERCIAL (US$ milhões)
BALANÇA COMERCIAL BALANÇA COMERCIAL (US$ milhões) 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 60,000 50,000 44,703 46,457 40,032 47,350 50,742
ν ν α α π θ θ δ α α α + + α + α α + α + φ Γ φ θ θ θφ Γ δ = α ν α α ν + ν ν + ν + ν + δ + ν ν + δ + + + + + δ + + ν ν + + ν + + + ν ν ν + + ν + ν + = θ β β + Γ δ Γ δ β µ µ µµ µ µ µ µ α ν α µ
Extrato de Unidade. Período de 01/01/1901 até 22/06/2015 2542 COND.JULHO/2007(50%) 162,00 4073 FUNDO DE RESERVA 18,00 2542 COND.
13975867 20/07/2007 033508 13991044 02/08/2007 034027 13998459 02/09/2007 034534 14014148 20/09/2007 034969 14031362 08/10/2007 035487 14049982 02/11/2007 036071 14065498 02/12/2007 036420 14083661 02/01/2008
Fundo de Garantia de Operações - FGO CNPJ nº /
Fundo de Garantia de Operações - FGO O valor das garantias concedidas pelo FGO, em 2014, estão demonstrados nas tabelas I-a; I-b; I-c, I-d e I-e O Saldo disponível para outorga de novas garantias, por
ESTADO DO TOCANTINS CAMARA MUNICIPAL DE SAO VALERIO CAMARA MUNICIPAL DE SAO VALERIO RELATÓRIO DE GESTÃO FISCAL DEMONSTRATIVO DA DESPESA DE PESSOAL
LRF, Artigo 55, inciso I, alínea "a" - Anexo I JANEIRO/2013 FEV/2012 a JAN/2013 DESPESA BRUTA COM PESSOAL (I) 22.609,19 Pessoal Ativo 22.609,19 TOTAL DA DESPESA COM PESSOAL PARA FINS DE APURACAO DO LIMITE
Raoni de Paula Fernandes
19 de Agosto de 2010, Rio de Janeiro ANÁLISE DA QUALIDADE DO EFLUENTE FINAL DA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTO ETE BREJO COMPRIDO E DE SEU CORPO RECEPTOR, O CÓRREGO BREJO COMPRIDO. Raoni de Paula Fernandes
Mérito Desenvolvimento Imobiliário I FII. Fundo de Investimento Imobiliário
03 09 10 11 13 15 16 18 20 22 24 26 28 29 31 33 02 1. Imobiliário I 03 1. Imobiliário I 04 1. Imobiliário I 05 1. Imobiliário I 06 1. Imobiliário I 07 1. Imobiliário I 1. LANÇAMENTO 2. OBRAS 3. CONCLUÍDO
BOLETIM AGROMETEOROLÓGICO 1996
MINISTÉRIO DA PRODUTIVIDADE E QUALIDADE ISSN 0102-6011 julho, 1998 A G R IC UL U T A R BOLETIM AGROMETEOROLÓGICO Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Centro de Pesquisa Agroflorestal da Amazônia
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Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação :: LIBERAÇÕES - CONSULTAS GERAIS :: Entidade..: 12.081.691/0001-84 - PREF MUN DE CAROLINA Município.: CAROLINA - MA ALIMENTAÇÃO ESCOLAR - PROG.NACIONAL DE
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