LEI DA NACIONALIDADE
|
|
|
- Diogo Mangueira Ribeiro
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 compilações legislativas VERBOJURIDICO LEI DA NACIONALIDADE LEI N.º 37/81, DE 3 DE OUTUBRO ACTUALIZADA ATÉ À LEI ORGÂNICA 2/2006, DE 17 DE ABRIL NÃO DISPENSA A CONSULTA DO DIÁRIO DA REPÚBLICA verbojuridico 2006
2 VERBOJURIDICO LEI DA NACIONALIDADE : 2 LEI DA NACIONALIDADE Lei n.º 37/81, de 3 de Outubro Com as alterações introduzidas pela Lei n.º 25/94, de 19 de Agosto, pelo Decreto-Lei n.º 322-A/2001, de 14 de Dezembro, na redacção dada pelo Decreto-Lei n.º 194/2003, de 23 de Agosto, e pela Lei Orgânica n.º 1/2004, de 15 de Janeiro e pela Lei Orgânica n.º 2/2006 de 17 de Abril. TÍTULO I Atribuição, aquisição e perda da nacionalidade CAPÍTULO I Atribuição da nacionalidade Artigo 1.º Nacionalidade originária 1 - São portugueses de origem: a) Os filhos de mãe portuguesa ou de pai português nascidos no território português; b) Os filhos de mãe portuguesa ou de pai português nascidos no estrangeiro se o progenitor português aí se encontrar ao serviço do Estado Português; c) Os filhos de mãe portuguesa ou de pai português nascidos no estrangeiro se tiverem o seu nascimento inscrito no registo civil português ou se declararem que querem ser portugueses; d) Os indivíduos nascidos no território português, filhos de estrangeiros, se pelo menos um dos progenitores também aqui tiver nascido e aqui tiver residência, independentemente de título, ao tempo do nascimento; e) Os indivíduos nascidos no território português, filhos de estrangeiros que não se encontrem ao serviço do respectivo Estado, se declararem que querem ser portugueses e desde que, no momento do nascimento, um dos progenitores aqui resida legalmente há pelo menos cinco anos; f) Os indivíduos nascidos no território português e que não possuam outra nacionalidade. 2 - Presumem-se nascidos no território português, salvo prova em contrário, os recémnascidos que aqui tenham sido expostos. CAPÍTULO II Aquisição da nacionalidade SECÇÃO I Aquisição da nacionalidade por efeito da vontade Artigo 2.º Aquisição por filhos menores ou incapazes Os filhos menores ou incapazes de pai ou mãe que adquira a nacionalidade portuguesa podem também adquiri-la, mediante declaração. Artigo 3.º Aquisição em caso de casamento ou união de facto 1 - O estrangeiro casado há mais de três anos com nacional português pode adquirir a nacionalidade portuguesa mediante declaração feita na constância do matrimónio. 2 - A declaração de nulidade ou anulação do casamento não prejudica a nacionalidade adquirida pelo cônjuge que o contraiu de boa fé. 3 - O estrangeiro que, à data da declaração, viva em união de facto há mais de três anos com nacional português pode adquirir a nacionalidade portuguesa, após acção de reconhecimento dessa situação a interpor no tribunal cível. Artigo 4.º Declaração após aquisição de capacidade Os que hajam perdido a nacionalidade portuguesa por efeito de declaração prestada durante a sua incapacidade podem adquiri-la, quando capazes, mediante declaração.
3 VERBOJURIDICO LEI DA NACIONALIDADE : 3 SECÇÃO II Aquisição da nacionalidade pela adopção Artigo 5.º Aquisição por adopção plena O adoptado plenamente por nacional português adquire a nacionalidade portuguesa. SECÇÃO III Aquisição da nacionalidade por naturalização Artigo 6.º Requisitos 1 - O Governo concede a nacionalidade portuguesa, por naturalização, aos estrangeiros que satisfaçam cumulativamente os seguintes requisitos: a) Serem maiores ou emancipados à face da lei portuguesa; b) Residirem legalmente no território português há pelo menos seis anos; c) Conhecerem suficientemente a língua portuguesa; d) Não terem sido condenados, com trânsito em julgado da sentença, pela prática de crime punível com pena de prisão de máximo igual ou superior a 3 anos, segundo a lei portuguesa. 2 - O Governo concede a nacionalidade, por naturalização, aos menores, nascidos no território português, filhos de estrangeiros, desde que preencham os requisitos das alíneas c) e d) do número anterior e desde que, no momento do pedido, se verifique uma das seguintes condições: a) Um dos progenitores aqui resida legalmente há pelo menos cinco anos; b) O menor aqui tenha concluído o 1.º ciclo do ensino básico. 3 - O Governo concede a naturalização, com dispensa dos requisitos previstos nas alíneas b) e c) do n.º 1, aos indivíduos que tenham tido a nacionalidade portuguesa e que, tendo-a perdido, nunca tenham adquirido outra nacionalidade. 4 - O Governo concede a naturalização, com dispensa do requisito previsto na alínea b) do n.º 1, aos indivíduos nascidos no estrangeiro com, pelo menos, um ascendente do 2.º grau da linha recta da nacionalidade portuguesa e que não tenha perdido esta nacionalidade. 5 - O Governo pode conceder a nacionalidade, por naturalização, com dispensa do requisito estabelecido na alínea b) do n.º 1, a indivíduos nascidos no território português, filhos de estrangeiros, que aqui tenham permanecido habitualmente nos 10 anos imediatamente anteriores ao pedido. 6 - O Governo pode conceder a naturalização, com dispensa dos requisitos previstos nas alíneas b) e c) do n.º 1, aos indivíduos que, não sendo apátridas, tenham tido a nacionalidade portuguesa, aos que forem havidos como descendentes de portugueses, aos membros de comunidades de ascendência portuguesa e aos estrangeiros que tenham prestado ou sejam chamados a prestar serviços relevantes ao Estado Português ou à comunidade nacional. Artigo 7.º Processo 1 - A naturalização é concedida, a requerimento do interessado, por decisão do Ministro da Justiça. 2 - O processo de naturalização e os documentos destinados à sua instrução não estão sujeitos às disposições do Código do Imposto do Selo. CAPÍTULO III Perda da nacionalidade Artigo 8.º Declaração relativa à perda da nacionalidade Perdem a nacionalidade portuguesa os que, sendo nacionais de outro Estado, declarem que não querem ser portugueses. CAPÍTULO IV Oposição à aquisição da nacionalidade por efeito da vontade ou da adopção Artigo 9.º Fundamentos Constituem fundamento de oposição à aquisição da nacionalidade portuguesa: a) A inexistência de ligação efectiva à comunidade nacional; b) A condenação, com trânsito em julgado da sentença, pela prática de crime punível com pena de prisão de máximo igual ou superior a 3 anos, segundo a lei portuguesa; c) O exercício de funções públicas sem carácter predominantemente técnico ou a prestação de serviço militar não obrigatório a Estado estrangeiro. Artigo 10.º Processo 1 - A oposição é deduzida pelo Ministério Público no prazo de um ano a contar da data do facto de que dependa a aquisição da
4 VERBOJURIDICO LEI DA NACIONALIDADE : 4 nacionalidade, em processo a instaurar nos termos do artigo 26.º 2 - É obrigatória para todas as autoridades a participação ao Ministério Público dos factos a que se refere o artigo anterior. CAPÍTULO V Efeitos da atribuição, aquisição e perda da nacionalidade Artigo 11.º Efeitos da atribuição A atribuição da nacionalidade portuguesa produz efeitos desde o nascimento, sem prejuízo da validade das relações jurídicas anteriormente estabelecidas com base em outra nacionalidade. Artigo 12.º Efeitos das alterações de nacionalidade Os efeitos das alterações de nacionalidade só se produzem a partir da data do registo dos actos ou factos de que dependem. CAPÍTULO VI Disposições gerais Artigo 13.º Suspensão de procedimentos 1 - O procedimento de aquisição da nacionalidade portuguesa por efeito da vontade, por adopção ou por naturalização suspende-se durante o decurso do prazo de cinco anos a contar da data do trânsito em julgado de sentença que condene o interessado por crime previsto na lei portuguesa e em pena ou penas que, isolada ou cumulativamente, ultrapassem 1 ano de prisão. 2 - Com a suspensão prevista no número anterior, suspende-se também a contagem do prazo previsto no n.º 1 do artigo 10.º 3 - São nulos os actos praticados em violação do disposto no n.º 1. Artigo 14.º Efeitos do estabelecimento da filiação Só a filiação estabelecida durante a menoridade produz efeitos relativamente à nacionalidade. Artigo 15.º Residência legal 1 - Para os efeitos do disposto nos artigos precedentes, entende-se que residem legalmente no território português os indivíduos que aqui se encontram, com a sua situação regularizada perante as autoridades portuguesas, ao abrigo de qualquer dos títulos, vistos ou autorizações previstos no regime de entrada, permanência, saída e afastamento de estrangeiros e no regime do direito de asilo. 2 - O disposto no número anterior não prejudica os regimes especiais de residência legal resultantes de tratados ou convenções de que Portugal seja Parte, designadamente no âmbito da União Europeia e da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. TÍTULO II Registo, prova e contencioso da nacionalidade CAPÍTULO I Registo central da nacionalidade Artigo 16.º Registo central da nacionalidade As declarações de que dependem a atribuição, a aquisição ou a perda da nacionalidade portuguesa devem constar do registo central da nacionalidade, a cargo da Conservatória dos Registos Centrais. Artigo 17.º Declarações perante os agentes diplomáticos ou consulares As declarações de nacionalidade podem ser prestadas perante os agentes diplomáticos ou consulares portugueses e, neste caso, são registadas oficiosamente em face dos necessários documentos comprovativos, a enviar para o efeito à Conservatória dos Registos Centrais. Artigo 18.º Actos sujeitos a registo obrigatório 1 - É obrigatório o registo: a) Das declarações para atribuição da nacionalidade; b) Das declarações para aquisição ou perda da nacionalidade; c) Da naturalização de estrangeiros. 2 - (Revogado.) Artigo 19.º Registo da nacionalidade O registo do acto que importe atribuição, aquisição ou perda da nacionalidade é lavrado por assento ou por averbamento. (Revogado.) Artigo 20.º Registos gratuitos
5 VERBOJURIDICO LEI DA NACIONALIDADE : 5 CAPÍTULO II Prova da nacionalidade Artigo 21.º Prova da nacionalidade originária 1 - A nacionalidade portuguesa originária dos indivíduos abrangidos pelas alíneas a), b) e f) do n.º 1 do artigo 1.º prova-se pelo assento de nascimento. 2 - É havido como nacional português o indivíduo de cujo assento de nascimento não conste menção da nacionalidade estrangeira dos progenitores ou do seu desconhecimento. 3 - A nacionalidade originária dos indivíduos abrangidos pela alínea c) do n.º 1 do artigo 1.º prova-se, consoante os casos, pelas menções constantes do assento de nascimento lavrado por inscrição no registo civil português ou pelo registo da declaração de que depende a atribuição. 4 - A nacionalidade originária dos indivíduos abrangidos pela alínea d) do n.º 1 do artigo 1.º prova-se pelo assento de nascimento onde conste a menção da naturalidade portuguesa de um dos progenitores e a da sua residência no território nacional. 5 - A nacionalidade portuguesa originária de indivíduos abrangidos pela alínea e) do n.º 1 do artigo 1.º prova-se pelo registo da declaração de que depende a atribuição. Artigo 22.º Prova da aquisição e da perda da nacionalidade 1 - A aquisição e a perda da nacionalidade provam-se pelos respectivos registos ou pelos consequentes averbamentos exarados à margem do assento de nascimento. 2 - À prova da aquisição da nacionalidade por adopção é aplicável o n.º 1 do artigo anterior. Artigo 23.º Pareceres do conservador dos Registos Centrais Ao conservador dos Registos Centrais compete emitir parecer sobre quaisquer questões de nacionalidade, designadamente sobre as que lhe devem ser submetidas pelos agentes consulares em caso de dúvida sobre a nacionalidade portuguesa do impetrante de matrícula ou inscrição consular. Artigo 24.º Certificados de nacionalidade 1 - Independentemente da existência do registo, podem ser passados pelo conservador dos Registos Centrais, a requerimento do interessado, certificados de nacionalidade portuguesa. 2 - A força probatória do certificado pode ser ilidida por qualquer meio sempre que não exista registo da nacionalidade do respectivo titular. CAPÍTULO III Contencioso da nacionalidade Artigo 25.º Legitimidade Têm legitimidade para interpor recurso de quaisquer actos relativos à atribuição, aquisição ou perda da nacionalidade portuguesa os interessados directos e o Ministério Público. Artigo 26.º Legislação aplicável Ao contencioso da nacionalidade são aplicáveis, nos termos gerais, o Estatuto dos Tribunais Administrativos e Fiscais, o Código de Processo nos Tribunais Administrativos e demais legislação complementar. TÍTULO III Conflitos de leis sobre a nacionalidade Artigo 27.º Conflitos de nacionalidades portuguesa e estrangeira Se alguém tiver duas ou mais nacionalidades e uma delas for portuguesa, só esta releva face à lei portuguesa. Artigo 28.º Conflitos de nacionalidades estrangeiras Nos conflitos positivos de duas ou mais nacionalidades estrangeiras releva apenas a nacionalidade do Estado em cujo território o plurinacional tenha a sua residência habitual ou, na falta desta, a do Estado com o qual mantenha uma vinculação mais estreita. TÍTULO IV Disposições transitórias e finais Artigo 29.º Aquisição da nacionalidade por adoptados Os adoptados plenamente por nacional português, antes da entrada em vigor da presente lei, podem adquirir a nacionalidade portuguesa
6 VERBOJURIDICO LEI DA NACIONALIDADE : 6 mediante declaração. Artigo 30.º Aquisição da nacionalidade por mulher casada com estrangeiro 1 - A mulher que, nos termos da Lei n.º 2098, de 29 de Julho de 1959, e legislação precedente, tenha perdido a nacionalidade portuguesa por efeito do casamento pode readquiri-la mediante declaração, não sendo, neste caso, aplicável o disposto nos artigos 9.º e 10.º 2 - Sem prejuízo da validade das relações jurídicas anteriormente estabelecidas com base em outra nacionalidade, a aquisição da nacionalidade portuguesa nos termos previstos no número anterior produz efeitos desde a data do casamento. Artigo 31.º Aquisição voluntária anterior de nacionalidade estrangeira 1 - Quem, nos termos da Lei n.º 2098, de 29 de Julho de 1959, e legislação precedente, perdeu a nacionalidade portuguesa por efeito da aquisição voluntária de nacionalidade estrangeira adquirea: a) Desde que não tenha sido lavrado o registo definitivo da perda da nacionalidade, excepto se declarar que não quer adquirir a nacionalidade portuguesa; b) Mediante declaração, quando tenha sido lavrado o registo definitivo da perda da nacionalidade. 2 - Nos casos referidos no número anterior não se aplica o disposto nos artigos 9.º e 10.º 3 - Sem prejuízo da validade das relações jurídicas anteriormente estabelecidas com base em outra nacionalidade, a aquisição da nacionalidade portuguesa nos termos previstos no n.º 1 produz efeitos desde a data da aquisição da nacionalidade estrangeira. Artigo 32.º Naturalização imposta por Estado estrangeiro É da competência do Tribunal Central Administrativo Sul a decisão sobre a perda ou manutenção da nacionalidade portuguesa nos casos de naturalização directa ou indirectamente imposta por Estado estrangeiro a residentes no seu território. Artigo 33.º Registo das alterações de nacionalidade O registo das alterações de nacionalidade por efeito de casamento ou por aquisição voluntária de nacionalidade estrangeira em conformidade com a lei anterior é lavrado oficiosamente ou a requerimento dos interessados, sendo obrigatório para fins de identificação. Artigo 34.º Actos cujo registo não era obrigatório pela lei anterior 1 - A aquisição e a perda da nacionalidade que resultem de actos cujo registo não era obrigatório no domínio da lei anterior continuam a provar-se pelo registo ou pelos documentos comprovativos dos actos de que dependem. 2 - Para fins de identificação, a prova destes actos é feita pelo respectivo registo ou consequentes averbamentos ao assento de nascimento. Artigo 35.º Produção de efeitos dos actos anteriormente não sujeitos a registo 1 - Os efeitos das alterações de nacionalidade dependentes de actos ou factos não obrigatoriamente sujeitos a registo no domínio da lei anterior são havidos como produzidos desde a data da verificação dos actos ou factos que as determinaram. 2 - Exceptua-se do disposto no número anterior a perda da nacionalidade fundada na aquisição voluntária de nacionalidade estrangeira, a qual continua a só produzir efeitos para com terceiros, no domínio das relações de direito privado, desde que seja levada ao registo e a partir da data em que este se realize. Artigo 36.º Processos pendentes (Revogado.) Artigo 37.º Assentos de nascimento de filhos apenas de não portugueses 1 - Nos assentos de nascimentos ocorridos no território português, após a entrada em vigor da presente lei, de filhos apenas de não portugueses deve mencionar-se, como elemento de identidade do registando, a nacionalidade estrangeira dos progenitores ou o seu desconhecimento, excepto se algum dos progenitores tiver nascido no território português e aqui tiver residência. 2 - Sempre que possível, os declarantes devem apresentar documento comprovativo da menção que deva ser feita nos termos do número anterior, em ordem a demonstrar que nenhum dos progenitores é de nacionalidade portuguesa.
7 VERBOJURIDICO LEI DA NACIONALIDADE : 7 Artigo 38.º Assentos de nascimento de progenitores ou adoptantes portugueses posteriormente ao registo de nascimento de estrangeiro 1 - Quando for estabelecida filiação posteriormente ao registo do nascimento de estrangeiro nascido no território português ou sob administração portuguesa ou for decretada a sua adopção, da decisão judicial ou acto que as tiver estabelecido ou decretado e da sua comunicação para averbamento ao assento de nascimento constará a menção da nacionalidade dos progenitores ou adoptantes portugueses. 2 - A menção a que se refere o número anterior constará igualmente, como elemento de identificação do registado, do averbamento de estabelecimento de filiação ou de adopção a exarar à margem do assento de nascimento. 3 - Quando for estabelecida a filiação, posteriormente ao registo de nascimento, de estrangeiro nascido no território nacional, da decisão judicial ou do acto que a tiver estabelecido, bem como da sua comunicação para averbamento ao registo de nascimento, deve constar a menção da naturalidade do progenitor estrangeiro, nascido no território português, bem como a sua residência ao tempo do nascimento. Artigo 39.º Regulamentação transitória (Revogado.) Artigo 40.º Disposição revogatória É revogada a Lei n.º 2098, de 29 de Julho de Informações: Direcção Geral dos Registos e Notariado Registo Civil Internet: Passaporte Electrónico Português Internet: Serviço de Estrangeiros e Fronteiras Rua Conselheiro José Silvestre Ribeiro, LISBOA Telefone para Informações: Telefone: Fax: [email protected] Internet:
8 VERBOJURIDICO LEI DA NACIONALIDADE : 8 FORMULÁRIOS / IMPRESSOS
9 Ex.mo senhor Ministro da Administração Interna Nome completo Nome que pretende adoptar (aportuguesamento do nome) Estado civil Nascido em / / Natural de de Nacionalidade Profissão Filho de Natural de e de Natural de Residente em Portugal com Autorização de Residência desde : / / IDENTIFICAÇÃO DO AGREGADO FAMILIAR Cônjuge (ou equiparado) Nome Nascido em / / Naturalidade Nacionalidade Profissão Residência (País) Filhos Nome Data de Nascimento Nacionalidade Residência (País)
10 morada actual Código Postal - Localidade Telefone : Residiu anteriormente em Solicita a V.Ex.ª se digne conceder-lhe a nacionalidade portuguesa por NATURALIZAÇÃO, ao abrigo dos artigos 6.º e 7.º da Lei n.º 37/81, de 3 de Outubro, com a nova redacção dada pela Lei n.º 25/94, de 19 de Agosto, com os seguintes fundamentos : Pede deferimento Local Data / / O requerente (Assinatura reconhecida na presença do notário) (art. 15.º n.º2 D.L. 322/82, de 12 de Agosto, com as alterações dos D.L.117/93, de 13 de Abril e 253/94, de 20 de Outubro)
LEI ORGÂNICA N.º 2/2006 QUARTA ALTERAÇÃO À LEI N.º 37/81, DE 3 DE OUTUBRO (LEI DA NACIONALIDADE)
LEI ORGÂNICA N.º 2/2006 QUARTA ALTERAÇÃO À LEI N.º 37/81, DE 3 DE OUTUBRO (LEI DA NACIONALIDADE) A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, a lei orgânica
LEI DA NACIONALIDADE. Lei n.º 37/81, de 03 de Outubro (versão actualizada)
8/3/2014 :::Lei n.º 37/81, de 03 de Lei n.º 37/81, de 03 de (versão actualizada) LEI DA NACIONALIDADE Contém as seguintes alterações: - DL n.º 322-A/2001, de 14 de Dezembro - Lei Orgânica n.º 1/2004, de
DECRETO N.º 371/XII. A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, a lei orgânica seguinte:
DECRETO N.º 371/XII Sétima alteração à Lei n.º 37/81, de 3 de outubro (Lei da Nacionalidade), estendendo a nacionalidade portuguesa originária aos netos de portugueses nascidos no estrangeiro A Assembleia
Diploma. Lei da Nacionalidade. Lei da Nacionalidade
Diploma Lei da Nacionalidade Lei da Nacionalidade A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea a) do artigo 167.º e do n.º 2 do artigo 169.º da Constituição, o seguinte: Título I Atribuição,
Projeto de Lei nº 364/XIII Altera a Lei nº 37/81 (Lei da Nacionalidade) Exposição de motivos
Projeto de Lei nº 364/XIII Altera a Lei nº 37/81 (Lei da Nacionalidade) Exposição de motivos Considerando que o direito de constituir família e de contrair casamento tem natureza de direito liberdade e
PROJETO DE LEI N.º 382/XII
PROJETO DE LEI N.º 382/XII QUINTA ALTERAÇÃO À LEI N.º 37/81, DE 3 DE OUTUBRO (LEI DA NACIONALIDADE) ESTENDE A NACIONALIDADE PORTUGUESA ORIGINÁRIA AOS NETOS DE PORTUGUESES NASCIDOS NO ESTRANGEIRO Exposição
Da Nacionalidade. Revoga a Lei n.º 13/91, de 11 de Maio
Da Nacionalidade. Revoga a Lei n.º 13/91, de 11 de Maio Índice LEI DA NACIONALIDADE... 4 CAPÍTULO I Disposições Gerais... 4 ARTIGO 1.º (Objecto)... 4 ARTIGO 2.º (Modalidades)... 4 ARTIGO 3.º (Aplicação
Diploma legal. Nestes termos, ao abrigo do disposto na alínea b) do artigo 88.º da Lei Constitucional, a Assembleia Nacional aprova a seguinte:
A Lei n.º 1/05, de 1 de Julho veio aprovar a Lei da Nacionalidade revogando a legislação anteriormente existente sobre esta matéria. Este diploma regula as condições de atribuição, aquisição, perda e reaquisição
Lei n.º 2/92. De 6 de Abril (*) CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS. ARTIGO 1º - Objecto. ARTIGO 2º - Modalidade
Lei n.º 2/92 De 6 de Abril (*) CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS ARTIGO 1º - Objecto A presente lei estabelece as condições de atribuição, aquisição, perda e requisição da Nacionalidade Guineense. ARTIGO 2º
ASSUNTO: Define as condições de atribuição, aquisição, perda e reaquisição da nacionalidade cabo-verdiana.
CONSELHO DE MINISTROS PROPOSTA DE LEI N.º /IX/2018 DE DE ASSUNTO: Define as condições de atribuição, aquisição, perda e reaquisição da nacionalidade cabo-verdiana. EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS A nacionalidade
Regulamento da Nacionalidade Portuguesa
CÓDIGOS ELECTRÓNICOS DATAJURIS DATAJURIS é uma marca registada no INPI sob o nº 350529 Regulamento da Nacionalidade Portuguesa Todos os direitos reservados à DATAJURIS, Direito e Informática, Lda. É expressamente
Índice. Aquisições da nacionalidade portuguesa (Nº), por tipo de aquisição e sexo,
Índice Processos Entrados e Findos de Concessão de Nacionalidade Portuguesa, de 2007 a 2011, por Artigo da Lei da Nacionalidade (Lei n.º 37/81, de 3 de Outubro alterada e republicada pela Lei Orgânica
INDICE GERAL Parte I
INDICE GERAL Parte I 1. Constituição da República de Cabo Verde 2. Pactos internacionais - Declaração universal dos Direitos do Homem de 10 de Dezembro de 1948 - Pacto Internacional sobre os Direitos Civis
Lei nº 37/81, de 3 de Outubro
Lei nº 37/81, de 3 de Outubro TÍTULO I Atribuição, aquisição e perda da nacionalidade CAPÍTULO I Atribuição da nacionalidade Artigo 1.o Nacionalidade originária 1 São portugueses de origem: a) Os filhos
PROJECTO DE LEI N.º 334/IX ALTERA A LEI DA NACIONALIDADE E O REGULAMENTO DA NACIONALIDADE PORTUGUESA. Preâmbulo
PROJECTO DE LEI N.º 334/IX ALTERA A LEI DA NACIONALIDADE E O REGULAMENTO DA NACIONALIDADE PORTUGUESA Preâmbulo É hoje uma evidência que a Lei da Nacionalidade (Lei n.º 37/81, de 3 de Outubro, alterada
DECRETO N.º 379/X. Artigo 1.º Alteração à Lei n.º 57/98, de 18 de Agosto
DECRETO N.º 379/X Procede à terceira alteração à Lei n.º 57/98, de 18 de Agosto, adaptando o regime de identificação criminal à responsabilidade penal das pessoas colectivas A Assembleia da República decreta,
A NOVA LEI DA NACIONALIDADE PORTUGUESA JÁ ENTROU EM VIGOR?
INTRODUÇÃO A Lei da Nacionalidade regula as formas de atribuição, aquisição e perda da nacionalidade portuguesa, bem como o registo, prova e contencioso da nacionalidade. Este folheto pretende apresentar
AUTORIZAÇÃO DE RESIDÊNCIA PARA ATIVIDADE DE INVESTIMENTO (ARI) PERGUNTAS MAIS FREQUENTES
AUTORIZAÇÃO DE RESIDÊNCIA PARA ATIVIDADE DE INVESTIMENTO (ARI) PERGUNTAS MAIS FREQUENTES 1. O que é o regime especial de Autorização de Residência para Atividade de Investimento (ARI)? O regime de ARI
DL 495/ Dez-30 CIRC - Sociedades Gestoras de Participações Sociais (SGPS) - HOLDINGS
DL 495/88 1988-Dez-30 CIRC - Sociedades Gestoras de Participações Sociais (SGPS) - HOLDINGS SOCIEDADES HOLDING Artigo 1º (sociedades gestoras de participações sociais) 1 As sociedades gestoras de participações
Flash News. Dinis Lucas e Almeida Santos Sociedade de Advogados RL. ARI / Golden Visa NOVAS REGRAS
Flash News Dinis Lucas e Almeida Santos Sociedade de Advogados RL Boutique law firm [email protected] www.dlas.com.pt 217 816 010 961 277 028 Av. Republica nº 50 7-A 1050-196 Lisboa ARI / Golden Visa NOVAS
2776 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 75 17 de Abril de 2006 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA. Artigo 6. o. Lei Orgânica n. o 2/2006
2776 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 75 17 de Abril de 2006 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Lei Orgânica n. o 2/2006 de 17 de Abril Quarta alteração à Lei n. o 37/81, de 3 de Outubro (Lei da Nacionalidade)
CÓDIGO DO REGISTO CIVIL Decreto-Lei nº 131/95, de 6 de Junho 7 Decreto-Lei nº 324/2007, de 28 de Setembro 11
CÓDIGO DO REGISTO CIVIL Decreto-Lei nº 131/95, de 6 de Junho 7 Decreto-Lei nº 324/2007, de 28 de Setembro 11 título i Disposições gerais 25 capítulo i Objecto e valor do registo civil 25 capítulo ii Órgãos
Notas sobre registo de Nascimento
Notas sobre registo de Nascimento O nascimento ocorrido em território português deve ser declarado no prazo de 20 dias em qualquer Conservatória do Registo Civil, ou em unidade de saúde em que esteja instalado
REGIME JURÍDICO DA ARBITRAGEM SOCIETÁRIA. Artigo 1.º. (Objeto)
REGIME JURÍDICO DA ARBITRAGEM SOCIETÁRIA Artigo 1.º (Objeto) 1 O presente diploma estabelece o regime aplicável à resolução de litígios em matéria societária com recurso à arbitragem. 2 Podem ser submetidos
Decreto-Lei n.º 154/2003 de 15 de Julho
Decreto-Lei n.º 154/2003 de 15 de Julho O Tratado de Amizade, Cooperação e Consulta entre a República Portuguesa e a República Federativa do Brasil, assinado em Porto Seguro em 22 de Abril de 2000, aprovado,
índice 5 nota de apresentação 17 nota de apresentação à 2ª edição 19 quadro de abreviaturas 21
ÍNDICE índice 5 nota de apresentação 17 nota de apresentação à 2ª edição 19 quadro de abreviaturas 21 I. Reconstituição de assentos 23 em geral 25 modelo de auto de notícia 25 1. Reconstituição havendo
Santana Lopes, Castro, Vieira, Teles, Silva Lopes, Calado, Cardoso & Associados R. L. Rua Castilho, n.º 67-2º andar * Lisboa Tel:
A Global Lawyers, Santana Lopes, Castro, Vieira, Teles, Silva Lopes, Calado, Cardoso & Associados Sociedade de Advogados, R. L. resulta da fusão de vontades de vários profissionais com vasto curriculum
INSCRIÇÃO DE ADVOGADO INSCRITO NA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL
INSCRIÇÃO DE ADVOGADO INSCRITO NA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL 1 - Por força do disposto no EOA, os cidadãos de nacionalidade brasileira diplomados por qualquer faculdade de Direito do Brasil ou de Portugal,
Reagrupamento familiar 61
Reagrupamento familiar 61 INTRODUÇÃO Este capítulo visa informar todos aqueles que, residindo legalmente em Portugal, pretendam trazer para território nacional um ou mais membros da sua família. O Reagrupamento
Folheto Informativo sobre a nacionalidade alemã - aquisição e perda - (última atualização: Outubro 2017)
Folheto Informativo sobre a nacionalidade alemã - aquisição e perda - (última atualização: Outubro 2017) São alemães os que adquiriram a nacionalidade alemã e não a perderam. Condições para a aquisição
Ministério da Administração do Território
Ministério da Administração do Território A Lei Da Nacionalidade Lei N.º 01/05 De 01 de Julho Tornando se necessário proceder a alterações das principais regras sobre a atribuição, aquisição e perda da
ESTABELECE O REGIME JURÍDICO DE INCOMPATIBILIDADES E IMPEDIMENTOS DOS TITULARES DE CARGOS POLÍTICOS E ALTOS CARGOS PÚBLICOS
ESTABELECE O REGIME JURÍDICO DE INCOMPATIBILIDADES E IMPEDIMENTOS DOS TITULARES DE CARGOS POLÍTICOS E ALTOS CARGOS PÚBLICOS Com as alterações introduzidas pelas Leis n. os 39-B/94, de 27 de Dezembro; 28/95,
CARTA DE CAÇADOR. A carta de caçador pode ser emitida a favor dos requerentes que reunam simultaneamente as seguintes condições :
CARTA DE CAÇADOR INDÍCE Requisitos para obter carta de caçador Especificações Validade Concessão, renovação, 2.ºs vias e alteração de dados Quando requerer Renovação de cartas de caçador emitidas antes
"Padrão de aceitabilidade dos Documentos Comprovativos"
"Padrão de aceitabilidade dos Documentos Comprovativos" 1. Documentos comprovativos de relação matrimonial Todos os pedidos de Autorização Especial de Permanência do agregado familiar de TNR com fundamento
Regime Jurídico de Incompatibilidades e Impedimentos dos Titulares de Cargos Políticos e Altos Cargos Públicos
Regime Jurídico de Incompatibilidades e Impedimentos dos Titulares de Cargos Políticos e Altos Cargos Públicos Lei n.º 64/93, de 26 de Agosto, com as alterações introduzidas pela Lei n.º 39-B/94, de 27
NACIONALIDADE ITALIANA
NACIONALIDADE ITALIANA A nacionalidade é a pertença de uma pessoa a um Estado em particular, com todos os direitos e responsabilidades civis e políticas que isso implica. Escritório para a nacionalidade
Medidas de Protecção de Menores no Caso de Recrutamento para Profissões ou Exercício de Funções que Envolvam Contacto com Crianças
CÓDIGOS ELECTRÓNICOS DATAJURIS DATAJURIS é uma marca registada no INPI sob o nº 350529 Medidas de Protecção de Menores no Caso de Recrutamento para Profissões ou Exercício de Funções que Envolvam Contacto
Convite para apresentação de proposta ao abrigo do Acordo Quadro ANCP
«Empresa» «Morada1» «Cod_Postal» «Localidade» Nossa referência Assunto: Convite para apresentação de proposta ao abrigo do Acordo Quadro ANCP Aquisição de serviços de dados acesso à internet e conectividade
INSCRIÇÃO DE ADVOGADO BRASILEIRO
INSCRIÇÃO DE ADVOGADO BRASILEIRO [art. 201º do EOA e art. 17º a 19º do RIAAE] Documentação a entregar 1) Norma de Requerimento de Inscrição de Advogado; 2) 2 Certidões de Registo de Nascimento; 3) Certificado
Nacionalidade Alemã I. CONDIÇÕES PARA OBTENÇÃO
A Embaixada e os Consulados Gerais da República Federal da Alemanha no Brasil 1 informam: Gz.: RK 10 512 (Porto Alegre) Em: 28.08.2007 Nacionalidade Alemã I. CONDIÇÕES PARA OBTENÇÃO 1. Nascimento 1.1 ser
Lei n.º 64/93, de 26 de agosto
Lei n.º 64/93, de 26 de agosto Estabelece o regime jurídico de incompatibilidades e impedimentos dos titulares de cargos políticos e altos cargos públicos Artigo 1.º Âmbito 1 A presente lei regula o regime
Lei n.º 4/2009 de 29 de Janeiro. Define a protecção social dos trabalhadores que exercem funções públicas
Lei n.º 4/2009 de 29 de Janeiro Define a protecção social dos trabalhadores que exercem funções públicas A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte:
Decreto Regulamentar n.º 71/80, de 12 de Novembro
Decreto Regulamentar n.º 71/80, de 12 de Novembro Complementa as condições de acesso ao esquema de prestações de segurança social do Decreto- Lei n.º 160/80 O Decreto-Lei n.º 160/80, de 27 de Maio, embora
REGIME JURÍDICO DAS SOCIEDADES ANÓNIMAS EUROPEIAS
( Até às alterações do DL n.º 76-A/2006, de 29 de Março) REGIME JURÍDICO DAS SOCIEDADES ANÓNIMAS EUROPEIAS CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1.º Objecto 1 - O presente Regime Jurídico é aplicável às
'VISTO GOLD' ou 'GOLDEN VISA'
'VISTO GOLD' ou 'GOLDEN VISA' 1) A QUEM SE APLICA? A pessoas singulares que exerçam uma actividade de investimento, pessoalmente ou através de uma sociedade, que não sejam cidadãos de território da União
Legislação Farmacêutica Compilada. Decreto-Lei n.º 135/95, de 9 de Junho. INFARMED - Gabinete Jurídico e Contencioso 21
Regime jurídico da distribuição por grosso de medicamentos de uso humano (Revogado pelo Decreto-Lei n.º 176/2006, de 30 de Agosto) A distribuição por grosso de medicamentos de uso humano no mercado interno
Portaria n.º 621/2008, de 18 de julho na redação da Portaria n.º 283/2013, de 30 de agosto*
Portaria n.º 621/2008, de 18 de julho na redação da Portaria n.º 283/2013, de 30 de agosto* O Decreto-Lei n.º 116/2008, de 4 de julho, aprovou diversas medidas de simplificação, desmaterialização e desformalização
A LGT no Orçamento do Estado para Audit Tax Advisory Consulting
Audit Tax Advisory Consulting Domicílio fiscal O domicílio fiscal integra a caixa postal eletrónica, nos termos do serviço público de caixa postal eletrónica (Decreto-Lei n.º 112/2006, de 9 de Junho, e
QUADRO LEGISLATIVO. SECÇÃO VIII Reconhecimentos. Artigo 153.º Espécies
QUADRO LEGISLATIVO DL n.º 250/96, de 24 de Dezembro: Altera o Código do Notariado (aprovado pelo Decreto-Lei n.º 207/95, de 14 de Agosto) e procede à abolição dos reconhecimentos notariais de letra e de
Lei n.º 35/2015, de 04 de Maio (versão actualizada)
1 [ Nº de artigos:7 ] Lei n.º 35/2015, de 04 de Maio (versão actualizada) SUMÁRIO Primeira alteração à Lei n.º 65/2003, de 23 de agosto, que aprova o regime jurídico do mandado de detenção europeu, em
