Desempenho de computação paralela
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- Geovane Melgaço Valverde
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1 Desempenho de computação paralela o paralelismo existente na aplicação decomposição do problema em subproblemas menores a alocação destes subproblemas aos processadores o modo de acesso aos dados: a existência de uma memória global ou distribuída! comunicação por trocas de mensagens a estrutura de interconexão entre os processadores a velocidade dos processadores, memórias e rede de interconexão. Em ambientes distribuídos, a meta é de explorar e tirar proveito ao máximo do potencial computacional, sendo assim questões relacionadas ao gerenciamento de recursos do sistema muito importante
2 Escalonamento de Aplicações Um algoritmo que estabelece como executar um algoritmo paralelo em um determinado sistema de computadores Para implementar um escalonador, o problema tem que ser especificado: As características da aplicação devem ser especificadas As características cruciais do sistema de processadores em questão devem ser estabelecidas
3 Modelagem Representação do problema Algoritmo paralelo composto por processos/threads que sincronizam parcialmente (comunicação/dependência) Conjunto de threads/processos independentes Representação do ambiente de solução Simplificação, sem omitir as características que afetam o desempenho em geral
4 Qual o objetivo? Escalonar aplicações em um sistema paralelo e distribuído tal que o tempo de execução seja minimizado Escalonar aplicações em um número limitado de processadores tal que o tempo de execução seja minimizado, considerando custo de comunicação Escalonar aplicações em um número limitado de processadores tal que o tempo de execução seja minimizado considerando tempos limites (deadline), considerando custo de comunicação o objetivo deve estar especificado
5 Questões de projeto Alocação de processos a processadores Processos podem ser alocados a certos processadores e não mudar até o seu término Exemplo: processo P x é associado ao núcleo N y até o seu término Escalonador de curto prazo é aplicado (pode ser preemptivo ou não) Vantagem: menos overhead/sobrecarga Escalonamento meio que estático
6 Questões de projeto Alocação de processos a processadores (alocação estática de processos a processadores) Desvantagem: Associar em um determinado momento vários processos a um processador (núcleo) e outro processador se tornar ocioso não explora a ociosidade de processador Solução para minimiza a ociosidade de processadores um processo pode ser alocado a diferentes processadores durante sua vida Pode ser vantajoso em um ambiente de memória compartilhada devido a uma menor sobrecarga na troca de contexto No entanto pode aumentar chache miss Por que?
7 Questões de projeto Paradigmas de alocação De qualquer forma, quem associa? Como pode ser o modelo? Duas abordagens: mestre/trabalhador e peer
8 Paradigmas de alocação Mestre/trabalhador As funções de escalonamento executam em um processador: o mestre Os outros processadores executam os processos de usuário (os trabalhadores) Abordagem é simples e as políticas de uniprocessador podem ser mais facilmente adaptadas Conflitos ficam mais fáceis de serem resolvidos pois o mestre tem visão de toda a memória e todos os dispositivos de I/O Desvantagem: Falha do mestre Mestre pode ser tornar um gargalo
9 Paradigmas de alocação Mestre/trabalhador As funções de escalonamento executam em um processador: o mestre Os outros processadores executam os processos de usuário (os trabalhadores) Abordagem é simples e as políticas de uniprocessador podem ser mais facilmente adaptadas Conflitos ficam mais fáceis de serem resolvidos pois o mestre tem visão de toda a memória e todos os dispositivos de I/O Desvantagem: Falha do mestre Mestre pode ser tornar um gargalo
10 Paradigmas de alocação Peer ou escalonador distribuído O núcleo pode ser executado em qualquer processador Cada processador faz self-scheduling de um pool de processos disponíveis Vantagem: melhor otimização do problema e visão global Desvantagem: complicação de implementação Necessidade de sincronização de diferentes processadores
11 Escalonamento de processos Tradicionalmente em sistemas de multiprocessadores, processos não estão alocados exclusivamente a um processador Em geral: P1 Fila única P2 P3 P4
12 Escalonamento de Processos Exemplo de estudo comparativo Supondo S1 - sistema com um processador S2 - sistema duo-processador taxa de processamento de cada processador em S2 = ½ taxa processamento do processador de S1 Então, a pergunta é: é melhor ter dois processadores mais lentos do que um mais rápido? IC - UFF 12
13 Escalonamento de Processos comparação entre FCFS e round-robin RR: quantum bem maior que tempo de troca de contexto RR: quantum com valor pequeno quando comparado ao tempo médio de serviço dos processos resultado da análise: depende do coeficiente de variação em relação ao tempo de serviço C s = ou seja, o quanto varia o tempo de serviço entre os diferentes processos IC - UFF 13
14 Escalonamento de Processos σ s - desvio padrão do tempo de serviço - tempo médio de serviço C s se Zero: os tempos de serviços são similares pode ser alto: muita variação entre os tempos de serviço IC - UFF 14
15 Escalonamento de Processos FCFS pode ser problemático quando comparado com RR em um processador. Mas... FCFS em S2 (duo processado) é amenizado: enquanto um processo longo que chegou primeiro está sendo executado por um processador, outros processos são executados no outro pode ser tão bom quanto round-robin, principalmente se o número de processadores aumentar IC - UFF 15
16 Escalonamento de Threads processo = conjunto de threads em um processador threads são vantajosas devido a E/S em vários processadores dividir a funcionalidade do processamento entre processadores leva a um maior ganho threads + multiprocessamento = exploração do grau de paralelismo da aplicação granularidade fina! paralelismo não tão vantajoso alto grau de interação entre threads IC - UFF 16
17 Escalonamento de Threads Escalonamento é mais complexo quando várias CPUs se tornam disponíveis Processadores Homogêneos dentro de um mesmo multiprocessador no entanto, já se inicia uma tendência de heterogeneidade: big and small CPUs
18 Escalonamento de Threads Algumas classes: Compartilhamento/balanceamento de carga Gang scheduling Alocação a processadores específicos Escalonamento dinâmico
19 Escalonamento de Threads Balanceamento de carga O escalonador supervisiona a carga dos processadores, e divide a carga Não deixa processador ocioso toda vez que um processador está ocioso, a rotina do SO o seleciona para executar a próxima thread Uma fila global pode ser definida e as threads a serem executadas são incluídas Conforme a chegada do processo, as suas threads são inseridas na ordem FCFS Ordenadas de acordo com prioridade, ou pelo número de threads que cada processo tem
20 Escalonamento de Threads Balanceamento de carga Alguns problemas com uma fila única Gargalo Se as threads sofrerem preempção podem ser depois associadas a processadores diferentes com caches diferentes Threads que compartilham informações podem ser associadas a processadores distintos com espaço de memória distinto (cache ou memória principal)
21 Escalonamento de Threads Gang Scheduling Tem sido aplicado ao conceito de escalonar simultaneamente um conjunto de threads que compõem um processo O conceito é bastante vantajoso quando threads dependem uma das outras e não podem esperar sem perder desempenho de execução
22 Escalonamento de Threads Gang Scheduling Melhora a performance de uma aplicação se as threads correlatas estiverem em execução T1 e T2 são duas threads de um mesmo processo T1 está sendo executada: precisa sincronizar com T2 T1 fica em espera até que T2 seja executado em algum processador seria melhor T2 já estar executando em outro processador
23 Escalonamento de Threads Gang Scheduling N processadores, M aplicações com N ou menos threads cada aplicação cada aplicação poderia receber 1/M do tempo disponível, utilizando os N processadores nem sempre isso é eficiente A1 A2 4 threads 1 thread alocação de tempo uniforme: N = 4 ocioso IC - UFF 23 P1 P2 P3 P4 ½ ½ 100%/8 = 12,5% 12,5% X 3 = 37,5% ocioso
24 Escalonamento de Threads Gang Scheduling uma solução: dar pesos aos processos de acordo com o número de threads considerando todos os processos A1 tem 4/5 das threads 80% A2 tem 1/5 das threads - 20% Cada thread tem 20% do tempo ocioso P1 P2 P3 P4 100%/20 = 5% 5% X 3 = 15% ocioso 4/5 1/5 IC - UFF 24
25 Uma Classe de Problemas Escalonamento de Aplicações em um Sistema de Computadores Distribuídos classe de aplicações especificada pelo modelo da aplicação a arquitetura enfocada constitui em um sistema de processadores de memória distribuída que se comunicam por trocas de mensagens modelo arquitetural apresenta as características importantes a serem consideradas
26 Escalonamento de Aplicações Alguns conceitos Tarefa uma unidade de computação job = conj. de tarefas com objetivo comum aplicação paralela! tarefas que seguem uma ordem parcial
27 Escalonamento de Aplicações Escalonamento local X global global! tarefas são associadas a processadores! mapeamento, task placement, matching local! várias tarefas em um processador No escalonamento global: - migração custoso e nem sempre usado (sala contexto, trasfere contexto para o novo processador, reinicializa tarefa) - geralmente se refere a balanceamento de carga
28 Balanceamento de Carga sender-initiated receiver-initiated P 1 P 2 P 1 P 2
29 Mais conceitos preempção! tarefas/jobs em execução podem ser transferidas (migradas) mais custos não preempção! geralmente em relação às tarefas tarefas não são interrompidas migração somente para tarefas ainda por executar
30 Escalonamento de Aplicações Estático conhecimento de características associadas às aplicações antes da execução desta (estimativas) relação de precedência entre os componentes da aplicação Dinâmico estimativas são conhecidas antes da execução e não as características reais. a especificação do escalonamento é feita ao longo da execução da aplicação balanceamento de carga, por exemplo
31 Escalonamento Estático de Aplicações O Problema de Escalonamento de Tarefas em um conjunto de processadores é, em sua forma geral, NP-completo. Uma variedade de heurísticas de escalonamento foram propostas, principalmente para um conjunto de processadores homogêneos, considerando ou não custo de comunicação associado à troca de mensagens Alguns heurísticas que consideram um conjunto de processadores homogêneos foram analiticamente avaliadas, e foi concluído que escalonamento produzidos estão dentro de um fator do ótimo. Algumas instâncias do problema possuem solução ótima
32 Modelo da Aplicação uma aplicação da classe de aplicações abordadas é constituída por um conjunto de tarefas, ordenadas parcialmente por uma relação de precedência a classe de aplicações aqui discutida pode ser representada por um grafo acíclico direcionado (GAD) G = (V,E, ε, ω), onde as tarefas da aplicação são representadas pelo conjunto de n vértices V = { v 1, v 2,..., v n } as relações de precedência que correspondem a dependência de dados são representadas pelo conjunto de dados E = { (v i, v j ) }
33 Modelo da Aplicação o peso de computação ε(v i ) pode estar associado a cada tarefa de G (estimativa) correspondendo ao número de unidades de tempo necessários para executar a tarefa v i o peso de comunicação ω(v i, v j ) pode estar associado a cada arco (v i,v j ) de G (estimativa) correspondendo à quantidade de dados a serem enviados da tarefa v i para a v j seja pred (v i ) o conjunto de predecessores imediatos da tarefa v i, ou seja, pred (v i ) = {v j / (v j,v i ) E } seja succ (v i ) o conjunto de sucessores imediatos da tarefa v i, ou seja, succ (v i ) = {v j / (v i, v j ) E }
34 Modelo da Arquitetura definição de características que afetam o desempenho processadores homogêneos e heterogêneos número limitado ou não de processadores memória distribuída ou compartilhada topologia da rede de interconexão modelo de comunicação latência de comunicação sobrecargas de envio e recebimento etc
35 Heurísticas de Escalonamento Heurísticas de Escalonamento Estático heurísticas de construção: um algoritmo polinomial no tamanho da entrada que a cada iteração, especifica para uma tarefa o seu escalonamento tupla (tarefa, processador, tempo de início) ao final, uma só solução foi formada escalonamento deve ser válido (respeitar as relações de precedência e as características do modelo arquitetural) difícil classificação técnica empregada modelo considerado
36 Heurísticas de Escalonamento Heurísticas de Escalonamento Estático List Scheduling Algomeração de Tarefas Minimização de Caminho Crítico Replicação de Tarefas
37 Restrições de Escalonamento Seja um DAG: G(V,E) e uma modelo arquitetural Tempo de início (start time): st(v i, p k ) Tempo de fim (finish time): ft(v i, p k ) Alocação do processador: proc (v i ) Restrições: De processador: p k = proc(v i )=proc(v j ) st (v i, p k ) >= ft (v j, p k ) OR st (v j, p k ) >= ft (v i, p k ) de precedências: v j pred( v j ), st (v j, p k ) >= ft (v i, proc(v i )) + comm (v i, v j )
38 List Scheduling Estratégia (extremamente) gulosa tradicional e bastante conhecida (utilizada) devido a sua simplicidade (baixa complexidade) escalonamento de instruções em unidades funcionais escalonamento em processadores heterogêneos (em número limitado) Alguns conceitos importantes tarefa livre - todos os seus predecessores imediatos já foram escalonados; processador ocioso - em um determinado instante t k, não existe nenhuma tarefa sendo executada neste instante;
39 List Scheduling Framework Definição da prioridade das tarefas v i V; Enquanto ( existir v i não escalonado ) faça { v i = a tarefa livre de maior prioridade; p j = o processador ocioso onde v i começa mais cedo; escalone v i no processador p j ; determine as novas tarefas livres; }
40 Prioridades associada às tarefas Caminho crítico Caminho no grafo com o maior comprimento bottom-level, top-level, etc... Medidas para definir a importância dum nó! a ordem em que as tarefas são escalonadas é muito importante
41 Um Exemplo de GAD pesos de execução em pesos dos arcos em
42 Replicação de Tarefas Papadimitriou e Yannakakis (PY) princípio da replicação grafo acíclico direcionado G = (V, E) (UET-UCT) pesos de execução das tarefas: unitários pesos dos arcos: unitários latência de comunicação L é o custo mais relevante número ilimitado de processadores
43 Replicação de Tarefas Papadimitriou e Yannakakis (PY) princípio da replicação para cada tarefa v i, o cluster de tarefas v i é construído o tempo mais cedo de início possível é calculado earliest start time e(v i ) não necessariamente a tarefa v i pode ser escalonada no tempo mais cedo e(v i ) explora a sobreposição de computação das tarefas com a comunicação de mensagens
44 Replicação de Tarefas melhor caso L 4 4
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