Diagramas de Use Case Resumo
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- Emanuel Tuschinski Vasques
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1 0 Diagramas de Use Case Resumo Os diagramas de Use Case permitem definir os requisitos funcionais de um sistema: que serviços deve fornecer; a quem os deve fornecer. Notação diagramática facilita o diálogo (com os clientes e dentro da quipa de desenvolvimento). Utilizando diagramas de use case, clientes e equipa de desenvolvimento podem chegar a um acordo sobre qual o sistema a desenvolver. A resolução de alterações nos requisitos funcionais fica facilitada. No entanto: Os diagramas de use case não suportam a captura de requisitos não funcionais. Quando utilizar diagramas de Use Case? Sempre que se estiverem a analisar requisitos!
2 1 Diagramas de Use Case Estratégia Use Case Driven FMM2007
3 Em resumo, Use Case = Uma funcionalidade do sistema (software ou não).
4 USE CASES Um actor representa um papel ( role ) que alguém ou qualquer coisa externa ao sistema representa, ao ser responsável por iniciar os eventos necessários (interagir) para que uma determinada tarefa se cumpra. Uma pessoa pode corresponder a vários actores e viceversa. Um use case é um resumo de todos os possíveis cenários para a realização de uma dada tarefa ou obtenção de um dado objectivo (goal). É comum um use case ter vários actores envolvidos. O que falta? Modularidade, estruturação e reutilização! Que relações são típicas da abordagem OO?
5 USE CASES Não esquecer que cada use case diagramático irá ser depois especificado textualmente passo a passo (exº em Visual Paradigm).
6 USE CASES: <<include>> Semântica Operacional: Invocação de uma subrotina <<include>> diz-se um estereótipo (uma marca especial)
7 USE CASES: <<include>>
8 USE CASES: Importância São uma forma intuitiva e sistemática de capturar requisitos funcionais; São a base de todo o processo de desenvolvimento; Permitem identificar melhor as tarefas que são os objectivos dos utilizadores do sistema; Identificam o que o sistema deve fazer para cada tipo de utilizador; Especificam todas as possíveis utilizações do sistema; São instrumento de diálogo entre clientes e projectistas; Permitem desenvolver protótipos da Interface com o Utilizador.
9 USE CASES: Exemplo IBM - RUP
10 USE CASES: a continuar Artigo (importante) para ler sobre Use Cases: Use Cases: Yesterday, Today, and Tomorrow Ivar Jacobson (o pai!)
11 USE CASES: continuação Os primeiros diagramas de Use Case (DUC) de um Sistema, descrevem apenas a funcionalidade total esperada do sistema, sem detalhar possíveis estruturações de use cases, nem ordem das acções, etc.
12 USE CASES: cont. use case base Só depois, gradualmente, e em função do que se vai compreendendo e decidindo, é que se introduz mais detalhe, relacionando UCs entre si, reutilizando UCs, etc.
13 USE CASES: continuação CONTEXTO É importante ter sempre uma ideia de qual o contexto global ( scope ) de funcionamento do Sistema Software que vamos desenhar e construir, e de quem está envolvido e porquê.
14 USE CASES: continuação DIAGRAMA DE USE CASES DE CONTEXTO Por vezes, desenham-se DUC que envolvem várias partes da organização, para que se compreenda melhor o contexto do desenvolvimento do Sistema Sofware: Bolsa, Sistema geral de Informação da Bolsa, Sistema Sofware da Bolsa e Agências, etc.
15 USE CASES: continuação DIAGRAMA DE USE CASES DE CONTEXTO Por vezes define-se o DUC de todo o Sistema de Informação necessário para a organização funcionar, e apenas depois se decide o que irá ser informatizado (ou seja vai fazer parte do Sistema Software)!
16 USE CASES Precisamos de agora estudar mais formas de relacionamento entre UCs e entre Actores.
17 USE CASES: Relacionamentos Estereótipos (extensões aos conceitos base, por vezes para tornar mais clara a sua semântica; podem ser criados pelo modelador; são por vezes um enriquecimento semântico para o programador; palavra entre <<.. >>): <<include>> e <<extend>> são 2 relacionamentos entre Ucs. <<include>> Os including use cases não são opcionais, pois são sempre necessários para a correcta execução do use case base! Segundo as especificações de UML 2.0, os including use cases devem ter sempre sucesso. Vamos flexibilizar esta norma, tratando as excepções no UC base!!
18 USE CASES: Relacionamentos <<extend>> Os extending use cases servem para, em dadas condições, ou seja, condicionalmente, acrescentarem funcionalidade ao use case de base (em função das condições de extensão). Mas, o use case de base deve possuir um comportamento que, mesmo que nenhuma extensão seja adicionada, seja um comportamento significativo e relevante, regra que nem sempre é seguida!!
19 USE CASES: Relacionamentos
20 USE CASES: <<extend>> Se as condições forem disjuntas os use cases de extensão são alternativas, podendo acontecer que nenhum seja activado, cf Notar que o use case de extensão é que aponta para o use case de base!! O use case base, que é aumentado, deverá ter uma funcionalidade própria, significativa e independente das potenciais extensões
21 USE CASES: Extension Points Um extended Use Case, pode ter o seu comportamento aumentado ou não, dependendo das condições definidas nos designados extension points.
22 USE CASES: Extension Points Semântica operacional correcta de <<extend>> Se as condições de teste de extensão especificadas nos extension points forem verdadeiras, então serão realizadas as operações definidas nos respectivos use cases de extensão.
23 USE CASES: <<extend>>
24 USE CASES Utilizações erradas de <<include>> Pretendido: O use case base pode ser aumentado por um qualquer dos sub use-cases, mas não os inclui a todos, podendo mesmo não incluir nenhum. O que está especificado não é isto, mas sim que o use case base deve incluir TODOS os sub. A nota e as setas estão erradas. Atenção!!
25 USE CASES: Subdiagramas Podemos esconder os detalhes usando sub-diagramas (modularidade e abstracção).
26 USE CASES: Generalização Generalização permite expressar relacionamento is-a, subclassificação, herança e polimorfismo. O use case base pode assumir uma qualquer das formas (comportamentos) expressas nos sub-use cases (tal como indica o princípio da substituição em OO).
27 ACTORES: Generalização Generalização de Actores Corresponde a uma clarificação de papéis e responsabilidades perante o sistema ou subsistema. Assim, quem assume certo perfil tem acesso a e tem responsabilidade sobre certas actividades
28 ACTORES: Generalização Diversos TIPOS de LEITOR, mas com os mesmos objectivos.
29 USE CASES Problemas com a generalização de Actores e UCs Herança => Polimorfismo, pelo que Fecha Contrato é substituível por Fecha Grande Contrato. Assim, o simples Funcionário pode fechar grandes contratos, tal como o Gerente. Não era certamente isto que se pretendia especificar.
30 USE CASES Solução (Generalização das tarefas com profiling adequado): Situação pouco comum em que se justifica generalização de UC.
31 METODOLOGIA Use Cases são vistos como os elementos centrais do processo de análise (cf. Jacobson e RUP)
32 Requisitos funcionais O nosso processo:
33 Modelos do Domínio O que é um Domínio? O termo Domínio denota, um conjunto de sistemas ou áreas funcionais, dos vários sectores organizacionais de actividade, onde a existência de uma terminologia (sintaxe ou termo) deve estar inequivocamente associada a certos conceitos, o que em muito simplifica a compreensão e, em consequência, a correcta comunicação entre quem tem que definir contractos de informatização e quem tem que realizar tais contractos no âmbito (domínio) de tais sistemas, áreas, etc.
34 Modelos do Domínio Como modelar um Domínio numa perspectiva OO? 1) Organizando e definindo todo o vocabulário fundamental do domínio do problema, em especial o que sobressai da análise de requisitos com os interlocutores numa tabela semântica, ou seja, um dicionário terminológico aceite e assinado por ambas as partes; 2) Organizando e relacionando termos que estão definidos num glossário ou num dicionário de dados, definindo as classes que representam as entidades do estado interno persistente e partilhado do sistema, como sendo as entidades (e eventos) do negócio, e suas respectivas ligações semânticas a outras entidades.
35 Modelos do Domínio Classes, atributos e relacionamentos servem em UML para modelar o domínio do sistema, tal como, com mais detalhe, servem para modelar os elementos software. Porém, Modelos de Domínio são Conceptuais e Diagramas de Classe são já especificações/ implementações com vista à codificação. Jogo com Dados
36 Modelos do Domínio: POS Associações entre classes podem possuir: Nome Contains, Paid-by, etc. Multiplicidade: 1 um, 0 - zero * - mais de 1 1..* - 1 ou mais Navegabilidade, ou seja, orientação: Cada funcionário de caixa trabalha, a cada momento, numa máquina com identifi-cação única.
37 Como especificar UC Especificação Textual de Use Cases
38 Especificação Textual de UC O formato é livre, cf. UML 2.0. Nós usaremos o template do Visual Paradigm, mas com algumas modificações.
39 Especificação Textual de UC Excepções Alternatives
40 Especificação Textual de UC O NOSSO MODELO Especificação do Fluxo Principal Especificação de fluxos de mau comportamento ou erro, eventualmente recuperáveis. Especificação de Fluxos de alternativos de sucesso.
41 Especificação Textual de UC
42 Especificação Textual de UC
43 Especificação Textual de UC Próxima aula: Normalização da especificação textual de Use Cases; O que são Diagramas de Sequência em UML; Passagem sistemática dos Use Cases para os Diagramas de Sequência.
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